Se pássaros deixassem pegadas no céu, elas seriam assim

Por National Geographic 

Um fotógrafo captura – com técnica e poesia – os padrões invisíveis que as aves traçam nos seus voos.

Uma colônia de andorinhas-do-ártico sobrevoa a área de nidificação na Islândia.
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Uma andorinha-do-ártico cria uma forma incomum ao voar contra o vento no lago glacial Jökulsárlón, na Islândia.
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Na primavera e no verão, milhares de pardelas-brancas e papagaios-do-mar fazem ninhos nos montes rochosos da Islândia, inclusive nesta roca de basalto em Reynisdrangar.
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Na represa Utxesa, na Espanha, gralhas-de-bico-vermelho revelam o padrão circular do voo do bando.
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Um grupo de trigueirões voa para além de uma árvore no sapal Laguna de Gallocanta, na Espanha.
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Duas pardelas-brancas voam paralelas a costa da Islândia em um dia nublado.
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Um bando de gralhas-de-nuca-cinzenta sobrevoam Valderrobres, na Espanha.
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Uma gaivota-prateada atravessa uma lagoa próxima a Reykjavík, na Islândia.
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Dois pernalongas decolam de uma calma baía no delta do rio Ebro, norte da Espanha.
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Flamingos tomam os céus do delta do rio Ebro, uma importante área de nidificação para essas aves.
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Abibes voam sobre os campos da Catalúnia, na Espanha. Essas aves visitam a mesma região todo inverno.
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Estorninhos-comuns decolam de uma linha de força na represa Utxesa, na Espanha.
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Na corrida internacional de pombos em Barcelona, pombos tomam conta dos céus ao serem soltos de suas gaiolas.
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Andorinhões-pretos sobrevoam Barcelona durante a migração anual desde a África, onde passam o inverno, até as áreas de nidificação de verão na Europa.
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Gaivota-de-patas-amarelas e cegonhas-brancas costumam dividir espaços em aterros sanitários mediterrâneos, como este próximo a Yellow-legged gulls and white storks tend to share space in Mediterranean landfills, like this one near Castelló d’Empúries, na Espanha.
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Um grupo de andorinhas-do-ártico mergulha em busca de arenques enquanto dois mandriões-parasíticos (representados pelo “7″ escuro no centro e a forma horizontal escura à esquerda) tentam roubar os peixes em Jökulsárlón, um lago glacial no sudeste da Islândia.
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(via National Geographic)

Cachorros sabem quando alguém é desonesto, aponta pesquisa

Por Melissa Hogenboom

Cachorros podem não parecer incrivelmente inteligentes quando correm atrás de seus próprios rabos, mas usam outras maneiras para demonstrar como são criaturas espertas. Uma de suas melhores qualidades é que eles estão sempre atentos aos seres a sua volta, tanto humanos como outros cães.

Estudos mostram que cães percebem as emoções humanas
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Muitos estudos já demonstraram que cachorros são capazes de perceber as emoções humanas. Pesquisas recentes descobriram que eles podem notar a diferença entre rostos alegres e tristes, e conseguem até demonstrar ciúme.

Mas um trabalho que foi há pouco tempo publicado na revista científica Animal Cognition revelou que os cachorros também percebem quando uma pessoa não é confiável. E uma vez que decidem que determinado indivíduo é desonesto, param de seguir suas instruções.

O estudo foi realizado na Universidade de Kyoto, no Japão, pela equipe da cientista Akiko Takaoka. Partindo da noção já comprovada de que os cães entendem quando um humano aponta algo para eles, os investigadores puderam concluir que os animais também percebem rapidamente quando o gesto de um humano é enganoso.

Inteligência social

A equipe liderada por Takaoka realizou três rodadas de experimentos com 34 cães.

Na primeira vez, uma pessoa apontava corretamente para um recipiente que escondia comida. Mas na segunda rodada, o indivíduo indicava um recipiente que acabava se revelando vazio.

Para cientista, cachorros gostam de previsibilidade
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Na terceira rodada, a mesma pessoa apontava de novo para um objeto contendo comida. Mas desta vez os cachorros não respondiam ao comando daquele indivíduo. Segundo Takaoka, isso sugere que os cães se baseiam em sua experiência anterior com aquela pessoa para avaliar se se trata de alguém confiável.

Depois das três experiências, outra pessoa completamente diferente repetia a primeira rodada, e novamente os cães seguiam avidamente suas orientações.

A cientista diz ter ficado surpresa com o fato de os cachorros restaurarem sua confiança em um humano tão rapidamente.

“Os cães têm uma inteligência social mais sofisticada do que pensávamos. Isso evoluiu seletivamente na longa história que esses animais têm com o ser humano”.

Segundo Takaoka, o próximo passo de sua equipe será testar espécies relacionadas aos cachorros, como os lobos. Isso poderia ajudar a revelar “os efeitos profundos da domesticação” na inteligência social dos cães.

Previsibilidade

Para John Bradshaw, da Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, a principal conclusão do estudo japonês é o fato de que cães gostam que as coisas sejam previsíveis.

Assim que os acontecimentos em suas vidas se tornam irregulares, eles procuram por atividades alternativas.

Cachorros são sensíveis ao comportamento humano mas têm menos pré-concepções
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E se eles consistentemente ficam sem saber o que vai acontecer, podem se tornar agressivos ou medrosos. “Cachorros cujos donos são inconsistentes costumam apresentar distúrbios de comportamento”, afirma Bradshaw.

Cada vez mais nos convencemos de que os cães são mais inteligentes do que se acreditava no passado, mas, segundo Bradshaw, essa inteligência é diferente da nossa.

“Cachorros são muito sensíveis ao comportamento humano, mas eles têm menos pré-concepções”, diz o cientista. “Eles vivem no presente e não refletem sobre o passado de maneira abstrata, assim como também não planejam o futuro.”

Quando encontram uma situação, os cães reagem para o que está ali “em vez de pensar profundamente no que aquilo significa”.

Para Brian Hare, diretor científico da empresa americana Dognition, especializada em testes de personalidade com cachorros, esses animais claramente estão atentos quando uma pessoa gesticula para eles, e este estudo prova isso.

“Cães avaliam a informação que transmitimos com base em quão confiável ela é em ajudá-los a conseguir seus objetivos”, diz Hare.

(via BBC)

Grupo Miau Auau realiza evento de adoção de animais neste domingo, dia 05

Por Thais Rocha 

Ação, que acontecerá no Passeio das Águas Shopping, reunirá 40 bichinhos, entre cães e gatos 

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Será realizado neste domingo, dia 05 de novembro, das 14h às 19h, o 39º Pet’s Day, promovido pelo Grupo de proteção Miau Auau, na loja Petz do Passeio das Águas Shopping. O evento vai reunir 40 animais, entre cães e gatos, para adoção responsável.

Todos os bichinhos foram resgatados das ruas. Hoje os cães e gatos estão saudáveis, vermifugados, vacinados e castrados. Os interessados em adotar um animal deverão pagar uma taxa de R$ 40,00, que será destinada ao custeio de outros animais.

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Os possíveis adotantes passarão por uma triagem, entrevista e vão preencher uma ficha e um termo de adoção. É necessário apresentar documento de identificação pessoal, comprovante de endereço e ser maior de 18 anos. É importante que todos que moram na residência que receberá o animal estejam de acordo com a adoção.

Além disso, a ação tem como objetivo conscientizar a população sobre a adoção e posse responsável de animais domésticos, assim como a importância da castração para evitar futuras doenças nos animais ou filhotes indesejados.

Serviço: Evento de Adoção de Animais
Data: 05 de novembro (domingo)
Horários: Das 14h às 19h
Local: Petz do Passeio das Águas Shopping

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10 animais incríveis descobertos recentemente

Por Hypescience

Nosso mundo está cheio de vida. Durante bilhões de anos de mudanças e evolução, grande parte dos seres vivos de hoje não existiram durante os diferentes estágios da evolução estrutural da Terra. As placas continentais mudaram, eras do gelo alteraram os meio ambientes e meteoros do espaço alteraram para sempre as coisas que vivem e respiram no nosso planeta. Há literalmente milhões de espécies únicas na Terra.

Somente no século 18 o botânico sueco Carl Linnaeus desenvolveu o nosso sistema moderno de nomenclatura binomial das espécies – a denominação de plantas, animais, etc que usa a gramática latina e coloca o gênero de um animal e depois a espécie em seu nome formal. Hoje, o campo de identificação e organização de espécies está mais ativo do que nunca. Existem muitos animais que convivem conosco e são praticamente desconhecidos. Abaixo estão dez espécies incríveis que vivem em nosso planeta que foram encontradas apenas nos últimos anos.

10. Pheidole Viserion e Pheidole Drogon, as formigas de Game of Thrones
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As formigas são uma das criaturas mais onipresentes no nosso planeta. Com mais de 12.000 espécies individuais, as formigas possuem um lar em todos os continentes, exceto a Antártida. Todas as formigas compartilham uma morfologia comum, constituída por um corpo de três partes: a cabeça, o tórax e o abdômen. As formigas vivem em colônias, que variam em tamanho de várias dezenas para até milhões. As colônias consistem em reproduzir rainhas, que podem viver 30 anos.

As formigas compõem uma parte impressionante da biomassa da Terra, por isso não é surpresa que duas novas espécies de formigas não fossem conhecidas pelos pesquisadores até este ano. Essas novas espécies, a Pheidole Viserion (à esquerda) Pheidole Drogon (à direita) são membros do gênero Pheidole, que pode ser encontrado em todo o planeta. No entanto, enquanto essas formigas são conhecidas por suas cabeças relativamente grandes, P. viserion e P. drogon também apresentam espinhos impressionantes nas suas costas. Os pesquisadores decidiram que esses espinhos eram como aqueles encontrados nos dragões da popular série de TV Game of Thrones. As formigas foram observadas na Nova Guiné, a segunda maior ilha do mundo, um ecossistema tropical de incrível biodiversidade.

 9. Eulophophyllum Kirki, a beleza em rosa
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Especialistas dizem que há 200 milhões de insetos na Terra para cada ser humano, por isso não é surpreendente que os insetos dominem o campo dos membros recém-descobertos do reino animal. Da Nova Guiné, vamos para Bornéu, que fica nas proximidades e é a terceira maior ilha do mundo, englobando partes da Malásia e da Indonésia, com a nação de Brunei ocupando uma minúscula fatia da ilha.

Lá, os cientistas encontraram por acidente o Eulophophyllum kirki. A espécie foi encontrada enquanto os pesquisadores estavam à procura de cobras e aranhas em Bornéu. Esta espécie da família Tettigoniidae (insetos conhecidos como esperanças) é única pela tonalidade rosada de suas fêmeas. A fêmea do E. Kirki foi descoberta em uma reserva natural da Malásia, mas nenhum espécime foi coletado para pesquisas futuras, já que os cientistas não conseguiram obter permissões coletivas. O nome do inseto é derivado do nome do homem que o fotografou, Peter Kirk. Ele mede aproximadamente 4 centímetros e imita as folhas para se misturar perfeitamente com os arredores. Para a fêmea, isso significa que sua parte traseira rosa extraordinária é forrada com “veias” parecidas com as de árvores próximas.

8. Eriovixia Gryffindori, a aranha ‘Chapéu Seletor’
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Uma das vantagens de descobrir uma espécie animal nova e rara é poder darem nomes legais para ela. Muitos pesquisadores colocam seu próprio nome no identificador de espécies do animal, mas também é comum que os cientistas dêem espaço para a cultura pop ao nomear espécies. Este é o caso da recém-descoberta Eriovixia gryffindori, uma aranha encontrada no estado de Karnataka, no sudoeste da Índia. O formato da aranha, desde a sua tonalidade acastanhada até a curvatura do seu corpo, assemelha-se ao Chapéu Seletor dos livros e filmes da saga Harry Potter. A autora J.K. Rowling até mesmo twittou seus parabéns aos pesquisadores após sua descoberta.

A aranha é parte do gênero Eriovixia, parte da família Araneidae, conhecidas por contruir teias em formato espiral e circular. A E. gryffindori mede apenas 7 milímetros, o que ajuda a explicar como ela permaneceu desconhecida por tanto tempo. A aranha é noturna, e, como as esperanças cor-de-rosa, é um mestre do mimetismo, misturando-se com folhagem morta para evitar predadores.

7. O bizarro Illacme Tobini
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Os diplópodes, animais conhecidos popularmente como piolhos-de-cobra, possuem o nome “Millipedes” em inglês, em referência ao seu grande número de pernas. Mas nenhuma espécie de diplópode possui 1.000 pernas. A maioria das espécies pertencem à ordem Polydesmida e possui 62 pernas. O número recorde de pernas para uma espécie de diplópode é 750, registrada por um membro da espécie Illacme plenipes. O Illacme Tobini, é uma espécie que foi descoberta nos Estados Unidos, no Parque Nacional Sequoia da Califórnia, e possui algumas peculiaridades.

Esta criatura tem quatro pênis, que dobram como pernas para ajudá-lo a se mover no solo. Além disso, o I. Tobini tem 414 pernas, muito superior à média de um diplópode. Quando foi descoberto, foi preservado em etanol para pesquisa de DNA, o que revelou que ele é um parente próximo de I. plenipes. O I. Tobini tambem possui 200 glândulas venenosas, excretando uma substância nova que ainda não foi descrita na pesquisa científica. A única coisa que esta criatura não tem em grande número são os olhos: ela é completamente cega. Este conjunto peculiar de características é embrulhado em pelos finos que secretam um resíduo sedoso e único do seu veneno.

6. Potamotrygon Rex, a arraia rei
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Arraias de água doce são animais que podem ser encontrados em várias regiões tropicais ao redor do mundo. Várias espécies, pertencentes ao gênero Potamotrygon, vivem nos rios da América do Sul. Arraias possuem ferrões que podem ser usados para sua proteção, mas, felizmente, geralmente elas são aversas ao conflito. Elas não procuram seres humanos para atacar, embora haja casos em que as pessoas tiveram encontros letais com esses animais. Steve Irwin, o “Caçador de Crocodilo”, foi morto por um ferrão de uma arraia marinha que atravessou seu peito em setembro de 2006.

A Potamotrygon rex foi descoberta no rio Tocantins, no norte do Brasil. O rio Tocantins é um grande repositório de vida exótica. Cerca de 35% das espécies de peixes encontradas no rio não podem ser encontradas em qualquer outro lugar da Terra. A P. rex é uma impressionante arraia de 1,1 metros de comprimento e pode pesar mais de 20 kg (um jovem é retratado acima). Ela é colorida com tons castanho-escuros, manchados por círculos impressionantes de amarelo e laranja. Esses recursos levaram à sua eventual nomeação de rex, “rei” em latim. Os cientistas observaram que a descoberta de um espécime relativamente grande ressalta o quanto mais temos que aprender sobre o reino neotropical, um dos oito reinos biogeográficos do planeta, que inclui grande parte da América Central e de toda a América do Sul.

5. Gracilimus Radix, um novo mamífero
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A leste de Bornéu, fica uma ilha chamada Sulawesi. Esta ilha, que faz parte da Indonésia, é fortemente povoada e o lar de uma abundante variedade de vida selvagem. Isso inclui o Gracilimus radix, uma nova espécie de rato encontrada na ilha.

O G. radix é um achado fascinante por várias razões. Primeiro, ele é um mamífero. Embora a descoberta de novos insetos ou anfíbios seja relativamente comum, os cientistas se deparam muito menos frequentemente com novas espécies de mamíferos. Em segundo lugar, o roedor recém-descrito tem qualidades inovadoras suficientes para denotar não apenas uma nova espécie, mas também um novo gênero, um nível mais alto de distinção taxonômica. Finalmente, o G. radix é um omnívoro, ao contrário de seus parentes carnívoros mais próximos. Isso significa que ele evoluiu de uma dieta especialista para uma dieta generalista, uma adaptação incomum para qualquer criatura.

O rato mede 30 centímetros com um peso de aproximadamente 40 gramas, e possui uma variedade elaborada de bigodes que provavelmente ajudam a vasculhar o chão da floresta. A descoberta de tal espécie aponta para as muitas criaturas em Sulawesi e outras ilhas ainda esperando para serem encontradas.

4. Inia Araguaiaensis, o novo boto da amazônia
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Muitas espécies desta lista são cativantes, mas a documentação de novos insetos ou espécies de peixes pode não ser muito surpreendente. O que pode surpreender, porém, é a descoberta recente de uma nova espécie de golfinho. Todos os golfinhos são mamíferos e estão entre as criaturas mais inteligentes do planeta. Eles são altamente sociáveis e altruístas e vivem em pequenos grupos com seus pares. Há também uma série de espécies de golfinhos que vivem em rios. Os golfinhos de rio têm focinhos longos e finos e são nadadores mais lentos e com visão mais baixa em comparação com as suas contrapartes oceânicas.

Os golfinhos de rio são animais raros, o que torna a descoberta do Inia araguaiaensis ainda mais surpreendente. Ele marca a primeira documentação nova de uma espécie de golfinho de rio em um século. Três das quatro espécies mundiais de golfinhos são listadas como ameaçadas, o que destaca a necessidade de proteger o I. araguaiaensis. Os golfinhos de rio, muitas vezes chamados de botos, existem em toda a Bacia Amazônica, mas esta nova espécie foi suficientemente separada de outros botos por uma sequência de corredeiras e canais. O I. araguaiaensis foi encontrado na bacia do rio Araguaia, e testes fisiológicos e genéticos completos determinaram que é uma espécie separada de outros botos. A magnitude da variação genética sugere que ele divergiu de um antepassado comum aproximadamente dois milhões de anos atrás.

3. A assustadora Scolopendra Cataracta
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Se você pensou que estava a salvo de criaturas assustadoras após a listagem de um diplópode de 414 pernas, se enganou. Esta espécie acima é a Scolopendra Cataracta, um centípede muito estranho descoberto no Sudeste Asiático. Os entomologistas conseguiram categorizar a nova espécie com base em apenas quatro espécimes coletados: dois no Laos, um na Tailândia e um centípede mal identificado encontrado no Vietnã em 1928, que ficou ocioso no Museu de História Natural de Londres.

Esta nova espécie é o primeiro centípede já descoberto a ser um anfíbio, caçando tanto em terra quanto na água. O S. cataracta é um carnívoro e pode atingir quase 20 centímetros de comprimento. Os centípedes são venenosos, e quanto maior é a centopéia, mais dolorosa é a mordida. Isso significa que você vai querer ficar longe deste, que é particularmente grande e assustador. Sua mordida não mataria um ser humano, provavelmente, mas seria dolorosa e poderia doer por semanas. Os cientistas acreditam que o S. cataracta é um animal noturno, caçando debaixo da água. Algo para se esconder se você estiver nadando nos cantos mais distantes do mundo.

2. Plenaster Craigi, uma nova descoberta nas profundezas
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Você provavelmente não vai encontrar essa criatura durante sua vida. Você pode até se surpreender ao saber que ela é um animal. A Plenaster craigi é uma nova espécie de esponja encontrada a mais de 4.000 metros abaixo da superfície do Oceano Pacífico. Existem 15 mil espécies de esponja, uma das primeiras formas de vida animal no planeta, que remontam a mais de 500 milhões de anos. Os cientistas descobriram que não só as esponjas compartilham um ancestral comum primitivo com outros animais, mas também demonstram sistemas imunológicos e movimentos coordenados, o que as coloca diretamente na categoria animal.

Duas expedições para as profundezas do Pacífico, em 2013 e 2015, renderam a descoberta de P. craigi. Ela foi encontrada na Zona Clarion-Clipperton, um grande trecho do Pacífico que varia aproximadamente do Havaí até o México. As esponjas são animais pequenos, mas também onipresentes. As pesquisas científicas sugerem que elas estão entre as criaturas mais comuns nas profundezas. Elas vivem em nódulos ricos em metal que são vistos como paraísos potenciais para futuras mineradoras de profundidade. P. craigi, que não é apenas uma nova espécie, mas também compreende um novo gênero, mostra-nos apenas o quanto temos que aprender sobre a vida profunda abaixo da superfície dos nossos oceanos.

1. Myotis Attenboroughi, uma nova velha espécie
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No estudo e diferenciação das espécies, os taxonomistas muitas vezes agrupam animais aparentemente semelhantes quando, na verdade, eles podem constituir suas próprias espécies. Este foi o caso do Myotis attenboroughi, que tem seu nome em homenagem ao naturalista britânico David Attenborough.

M. attenbouroughi é uma espécie de morcego encontrada na ilha de Tobago, parte da nação caribenha de Trinidad e Tobago. Cientistas examinaram os registros de museu de 377 espécimes de morcegos do Caribe e foram capazes de analisar uma nova espécie que demonstrou diferenciação fisiológica e genética significativa. Outras pesquisas de campo serão necessárias para determinar se o M. attenbouroughi é encontrado em ambas as ilhas da nação. Mas o que esse achado indica é que novas espécies estão às vezes debaixo do nosso nariz, apenas esperando para ser identificadas. [Listverse]

(Via Hypescience)

13 construções incríveis pensadas para os animais

Por Incrível

A cada dia que passa, inúmeras cidades, estradas de alta velocidade e milhões de veículos roubam espaço da natureza, e acabam dominando-a. E o mais duro desta realidade é que, quase sempre, ela gera muito sofrimento para os animais. Porém, quando existe boa vontade, é possível superar qualquer obstáculo.

O time do Incrível.club fica muito feliz em compartilhar com você alguns exemplos de invenções recentes pensadas especialmente para os animais.

Ponte para os animais do bosque, Canadá

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Esta passagem elevada sobre uma estrada movimentada foi criada para proteger os animais selvagens que cruzavam a via, situada no Parque Nacional Banff.

Bebedouros para beija-flores, Geórgia

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Os bebedouros foram construídos em vermelho, especialmente porque esta cor atrai os pássaros para o néctar. A ideia já vem sendo adotada na Geórgia, na Costa Rica e em outras regiões do mundo.

Túnel para tartarugas, Ilha de Honshu, Japão

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Este túnel foi construído por uma empresa ferroviária, a West Japan Railway Company, para proteger as tartarugas contra atropelamentos pelos trens.

Casas para aves nos parques de Londres

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O grupo London Fieldworks criou este projeto artístico e ecologicamente correto, construindo casas muito legais para os pássaros. Graças às hábeis mãos dos projetistas Bruce Gilchrist e Jo Joelson, diferentes parques de Londres já contam com tais ’condomínios’ nas árvores.

Túnel sob estrada, Finlândia

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Através deste prático túnel, os animais moradores da floresta podem passar com segurança por baixo de uma rodovia de alta velocidade.

Máquina que oferece comida para animais de rua

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Na imagem, é possível ver como a máquina da empresa turca Pugedon distribui alimento para animais de rua na China. Para que a máquina ’solte’ 20 gramas de ração, é preciso colocar uma garrafa pet. Duplamente ’do bem’.

’Aeroporto para pássaros’, Lituânia

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“Aeroporto para pássaros” é um dos sinais de trânsito desenvolvido em Vilna, na Lituânia, durante o projeto TinyRoadSign. A proposta do projeto é lembrar as pessoas de que elas não são as únicas habitantes da cidade.

Ponte para migração de caranguejos, Austrália

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Na foto você vê uma das estruturas criadas para facilitar a viagem de milhares de caranguejos vermelhos na Ilha do Natal.

Faixa de pedestre para ouriços, Lituânia

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Este projeto ecológico na Lituânia, fez com que fosse criada uma faixa de pedestres para ouriços, um ótimo alerta para os motoristas. Não, eles não são tão rápidos como pode sugerir um antigo e divertido jogo do videogame.

Piscina para elefantes em parque, Japão

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Uma piscina de 65 metros de comprimento, construída especialmente para elefantes em um parque aos pés do monte Fuji.

Rancho para gatos, EUA

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No Caboodle Ranch, criado por Craig Grant em 2003 e ocupando 16 hectares na Flórida, 500 gatos e alguns cães transitam entre moinhos e reproduções de prédios públicos.

Faixa para patos, Reino Unido

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A ONG Canal & River Trust, responsável pela manutenção das rotas fluviais na Grã-Bretanha, criou caminhos para patos nas estradas próximas às vias aquáticas. As linhas brancas e os desenhos de patos lembram as pessoas que é preciso respeitar a natureza.

’Estacionamento’ para cães

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Na Alemanha, a rede de lojas Ikea tem estes ’estacionamentos’ para cães, com o objetivo de evitar que eles fiquem dentro dos carros enquanto os donos fazem compras.

(Via Incrível)

Bebê e cachorro que nasceram no mesmo dia acham que são irmãos e fazem tudo juntos

Por Best Of Web

Quando a norte-americana Ivette Ivens viu que um filhote de buldogue francês havia nascido no mesmo dia que seu filho Dilan, ela não teve dúvidas de que isso era um sinal: “Eu vi a data de nascimento do Farley e sabia que isso significava alguma coisa”, disse ao jornal Daily Mail.

O pequeno Farley está com a família há 5 meses e desde então não desgruda um minuto sequer de Dilan.

“Eu tenho certeza de que Dilan acha que ambos são da mesma espécie, já que eles andam da mesma maneira e fazem tudo juntos.”

A seguir, as fotos dos irmãozinhos:

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(Via Best Of Web)

20 animais que simplesmente não estão nem aí para o que os outros pensam

Por Bastante Interessante 

Passamos imenso tempo e gastamos até por vezes algum dinheiro a tentar treinar e domesticar os nossos animais de estimação, mas, muitas vezes, os instintos selvagens dos nossos amigos acabam por levar a melhor.

É verdade que eles são lindos e fofinhos, mas também têm, na mesma medida, o lado selvagem, e queira mesmo acreditar que, eles pouco ou nada se importam com o que os outros pensam, se não, veja esses danadinhos:

Este menino supostamente estava aprender a nadar, mas ele decidiu que flutuar era o suficiente.
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A sério?
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Galinha corajosa!
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Que perigoooooo, mas ela não está nem aí para os crocodilos, eles que se desviem
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 Este corvo não quer mesmo saber, é o espaço dele e ele não abdica
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Na igreja?
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Hahahahaha
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O gatinho não está nem aí para os problemas da dona
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Um pato que não quer saber do outro
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Esta casa agora é minha! Desaparece!
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E este malandro que invadiu um barco e fez dele sua casa
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Este gato sabe que tem tudo controlado
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 Pobre cachorrinho
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Quem é que manda aqui pá? Este lugar é meu! SAI!
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Ainda não comprei? Tou nem aí!..
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A decoração de centro de mesa mais elegante de sempre
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Acho que alguém não quer nem saber dos seus bolinhos
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 Filhotinho tenta recuperar a sua cama de volta
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Este cão não parece muito impressionado…
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Este vidro é meu, não saio daqui!
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Impossível não amar! Qual o seu favorito?

(Via Bastante Interessante)

Por que os gatos amam caixas?

Por Fernando Bumbeers

Os bichanos não apenas gostam das caixas, mas eles precisam delas

Quem tem gato sabe: você pode comprar um arranhador ou uma bolinha, mas nada vai deixar o bichano mais feliz do que uma simples caixa abandonada. Isso mesmo, uma caixa. Qualquer modelo: de sapato e de móveis, pequenas e grandes. O importante é ser um caixa. Mas por que essa preferência, quase viciante, de gatos por caixas? Esse é mais um mistério que nem mesmo a ciência consegue desvendar por completo.

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É óbvio que as caixas proporcionam uma proteção extra para os bichanos. Eles podem ficar ali por horas dormindo ou bolando uma emboscada para seus pés. Mas não é possível que seja apenas por isso! Graças a bioveterinários especializados em comportamento felino, hipóteses concretas foram formuladas, e podem te assustar: talvez seu gato não apenas goste de caixas, mas realmente precise delas.

Entender a mente felina é bem complicado. Afinal, os gatos burlam testes de inteligência, diferentemente de outros animais. Mas as pesquisas dizem que os bichanos sentem conforto e segurança em lugares fechados e apertados. Essa é a provável explicação do amor de gatos pelas ~confortáveis caixas.

Outro estudo, realizado pela veterinária holandesa Claudia Vinke, revelou que os gatos precisam de caixas para ficarem menos estressados. Vinke separou caixas em um abrigo para gatos e notou que os felinos recém-chegados eram os primeiros a se abrigarem, por se sentirem em perigo. Depois, a veterinária analisou os animais e percebeu que os gatos das caixas estavam com menores níveis de estresse.

A verdade é que todos gatos se escondem quando se sentem ameaçados ou estressados, inclusive os selvagens. A diferença é que os gatos domésticos não têm árvores para subirem, e então se escondem em caixas de sapatos. Abaixo um vídeo de amor entre gatos e caixas:

(Via Revista Galileu)

Seu cãozinho ama você da mesma forma que um bebê ama a mãe

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Por Luciana Galastri.

A ciência prova o que todos que têm um cachorro já sabiam.

Um estudo provou o que nós já sabíamos: cães amam seus donos da mesma forma com que um bebê ama sua mãe. Cientistas da UniversidadeAzabu, no Japão, viram que, ao estar com seus donos, os cães liberavam oxitocina, um neurotransmissor batizado de ‘hormônio do amor’, relacionado a laços afetivos. filhotao

 

 

 

 

 

 

A oxitocina é conhecida por ser liberada quando uma mãe amamenta seu filho ou quando olhamos nos olhos de quem amamos. Nos cães, a substância é liberada quando eles olham em nossos olhos. A teoria é que, como humanos e cachorros convivem há milhares de anos e evoluíram junto, esse laço emocional seria uma vantagem para a sobrevivência de ambos e passou do nível psicólogico para o físico.

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O estudo mostra que, justamente por isso, o Rex tem mais facilidade de formar laços com humanos do que animais com cérebros mais sofisticados, como chimpanzés.

 

Seu gato acha que você é um gato gigante

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Por Ana Freitas.

Tem gente que diz que tem um gato ou cachorro que pensa que é gente. É uma ideia realmente muito mais divertida, mas de acordo com o biólogo John Bradshaw, autor de Cat Sense, a verdade é que seu gato é quem pensa que você é um gato gigante e muito dócil. Agora que ele falou faz sentido, né?

Bradshaw estuda o comportamente de animais domésticos há 30 anos e também é autor de Dog Sense, um best-seller do New York Times sobre o comportamento de cachorros ao redor de humanos. Em Cat Sense, ele explica que raças de gatos nunca foram cruzadas com intenção intenção de torná-las mais dóceis – o objetivo sempre foi unicamente gerar gatos mais bonitos. Por isso eles são menos domesticados que os cachorros e agem, frequentemente, de maneira muito mais selvagem e instintiva.3

A aparente indiferença felina, de acordo com Bradshaw, é só fachada. Gatos não são tão blasé quanto parecem: para ele, gatos experimentam sim emoções extremas mas sofrem em silêncio (oun :( ).

O autor explica também que quando um gato se esfrega na sua perna, por exemplo, ele está tratando a você exatamente como trataria outro gato para mostrar afeto. E deixar ratos mortos pela casa não é um sinal de que ele quer te alimentar, mas só uma tentativa de levar a caça pra um lugar seguro – só que dai ele dá uma mordida, lembra que a ração tem um gosto muito melhor e desiste.

E nossa maneira de lidar com os gatos está acidentalmente tornando-os mais selvagens por seleção natural. É que castrar os gatos domésticos, enquanto os gatos de rua continuam se reproduzindo, é justamente o que gera mais descendentes mais selvagens: aquelas mais desconfiados dos humanos e melhores caçadores.