Ninguém nasce sabendo. Especialmente se você nascer com uma tromba.

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Por Gabriel Mitsu.

Aprender a usar a tromba pode ser um processo constrangedor: no começo ela não é bem um acessório tão anatômico. Mas com perseverança, os elefantes bebês aprendem. E a gente se diverte no meio do caminho.

— Ele não sabe a diferença entre puxar e soltar o ar.Bebê-elefante-1

 

 

 

 

 

 

 

 

— Deveria ser fácil colocar comida na boca.Bebê-elefante-2

 

 

 

 

 

 

— “Por que essa porcaria fica enrolando?”Bebê-elefante-3

 

 

 

 

 

 

— Esse aí aprendeu uma brincadeira nova: molhar os elefantes mais velhos.Bebê-elefante-4

 

 

 

 

 

 

— Palavras para esse elefante girando a tromba?Bebê-elefante-5

 

 

 

 

 

 

— Ele realmente está com dificuldades.Bebê-elefante-6

 

 

 

 

 

 

 

— Um elefantinho que não consegue deixar sua tromba parada.Bebê-elefante-7

 

 

 

 

 

 

— Esse aí está recebendo auxílio técnico.Bebê-elefante-8

 

 

 

 

 

 

 

— Mais um que não consegue colocar a comida na boca.Bebê-elefante-9

 

 

 

 

 

 

— “Droga, o que é isso grudado em mim?”Bebê-elefante-10

 

 

 

 

 

 

— Essa tromba tem vida própria.Bebê-elefante-11

 

 

 

 

 

 

— Outro elefantinho com problemas com a água.Bebê-elefante-12

 

 

 

 

 

 

— Essa coisa deve deixar os elefantinhos meio zuretas.Bebê-elefante-14

 

 

 

 

 

 

— Ele já aprendeu alguns truques. Sabe como infernizar uma girafa, por exemplo.Bebê-elefante-15

 

 

 

 

 

 

— “Deixe eu repousar minha tromba aqui em cima.”Bebê-elefante-16

 

 

 

 

 

 

 

— Tô falando que as trombas têm vida própria. Essa daí resolveu se amarrar na pata.
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— É, pequenos elefantes. Quando vocês estiverem treinados talvez consigam usar a tromba como esse habilidoso elefantão acimaElefante-dando-tchau

 

Acha que estes cães são perigosos?

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Por Sofia Martins.

Um fotógrafo americano fez uma série de fotografias para mudar o preconceito em relação aos cães considerados de raça perigosa. Veja mais imagens abaixo:1-(1)

Este projeto começou em 2012 com uma série de fotografias que visam promover a ideia de que os cães rotulados como agressivos, na realidade não o são. O artista e fundador da iniciativa ‘Not a Bully’ é Douglas Sonders, um fotógrafo norte-americano.

Desde essa altura, a Douglas Sonders juntaram-se Cesar Millan, conhecido pelo programa ‘O Encantador de Cães’ e Maggie Cameron, uma designer também americana.

“O objetivo do ‘Not a Bully’ é criar uma imagem positiva sobre os cães considerados de raça perigosa. Apesar do que algumas pessoas têm feito a estes cães, eles são genuinamente queridos e muito fáceis de treinar”, contou Douglas Sonders à SÁBADO.

A inspiração para começar este projeto foi a sua cadela Emma – de raça pitbull – que está na imagem com Douglas. Emma foi resgatada pelo fotógrafo de um canil em Georgia, nos Estados Unidos, quando estava perto de ser abatida. “Emma esperou nove meses para ser adotada e era recusada devido à expressão agressiva que parecia ter”, conta à SÁBADO. “Mas comigo a conexão foi instantânea”.

Se lhe pedirem para descrever Emma, a resposta vem cheia de qualidades: “Ela é naturalmente gentil, ótima com as crianças e outros cães e uma excelente companhia para corridas”. O único defeito é mesmo esgueirar-se para a cama de Douglas quando ele não está e casa. “De resto é muito bem comportada”.2-(1) 3-(1) 4-(1) 5-(1) 6-(1) 7-(1)

 

Vídeo mostra cães agindo como se fossem humanos

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Os cães são realmente bons alunos, basta você treinar e ensinar as coisas em casa que eles aprendem rapidinho. Se você conhece alguma pessoa que duvide disso, basta mostrar esse vídeo que ela provavelmente mudará de ideia.animais

Veja só uma compilação de cães agindo como se fossem humanos:

Por Budah

Os cães conseguem farejar doenças e são tão inteligentes como uma criança de 2 anos

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Na Antiguidade, os cães tinham um papel espiritual. Na mitologia grega, era um cão de três cabeças (Cerberus) que guardava o submundo, e, no Egito, era adorado o deus Anúbis (uma cabeça de cão no corpo de um humano). Os Maias acreditavam ainda que eram cães que os guiavam depois da morte.

Nos dias de hoje, os cães não são vistos como figuras religiosas, mas sim como animais de estimação. Um estudo levado a cabo pela Gfk, uma empresa de estudos de mercado, realizado no ano anterior concluiu que os cães continuam a ser o animal de estimação preferido pelos portugueses, estando presentes em 34% dos lares.hp2-(1)

O melhor amigo do Homem pode ainda ajudá-lo a encontrar mais amigos humanos. Um estudo publicado no ano 2000 pela Sociedade Britânica de Psicologia concluiu que passear o cão triplica o número de interações sociais de uma pessoa.

Cães e humanos vivem juntos há mais de 15 mil anos, o que nos leva a pensar que os conhecemos bastante bem, mas os cães fazem muito mais do que fingir que estão mortos e correr atrás de um disco. Fique a conhecer algumas curiosidades deste animal.

Conseguem farejar as nossas doenças01-(1)

Se tiver cancro, diabetes ou epilepsia, o seu cão pode ser o primeiro a saber. Estudos mostraram que os cães podem ser treinados para farejar o cancro do pulmão, da mama, da pele, da bexiga e da próstata.

Os cães são ainda cada vez mais usados para ajudar pessoas com diabetes, cuja saúde pode ser afetada quando os seus níveis de açúcar no sangue aumentam ou diminuem drasticamente. Através de treino, os cães conseguem detectar o odor destas variações, conseguindo alertar os seus donos antes de estes começarem a sentir os sintomas.

Existem ainda alguns registros de cães que conseguem prever um ataque epiléptico 45 minutos antes de acontecer. Ainda ninguém sabe ao certo o porquê disto acontecer, mas algumas teorias apontam para mudanças comportamentais muito subtis que podem alertar o cão.

Alguns são muito inteligentes02-(1)

De acordo com uma pesquisa apresentada em 2009 pela Associação Americana de Psicologia, alguns cães conseguem ser tão inteligentes como uma criança de dois anos. Os Border Collies são considerados a raça mais inteligente e chegam a memorizar e a perceber cerca de 200 palavras.

Caniches, Pastores Alemães, Golden Retrievers e Dobermans completam a lista das cinco raças mais inteligentes. Já os Bulldogs e os Beagles (raças mais antigas) encontram-se no fundo da lista, uma vez que são os que aprendem mais lentamente. Ao contrário das raças mais novas que estão mais “programadas” para sociabilidade e companhia, os cães das raças mais antigas dedicam-se mais a farejar e a caçar, dando-lhes mais músculos do que cérebro.

Conseguem sentir inveja…03-(1)

Um estudo publicado em 2008 pela Academia Nacional de Ciência dos Estados Unidos concluiu que quando alguns cães veem outros a receber biscoitos por um truque que eles mesmo fazem, mas não são recompensados, começam a ficar agitados e agressivos em relação aos cães que receberam a recompensa.

Porém, a versão canina da inveja não é tão sofisticada como a dos humanos. Os animais não aparentam mostrar-se incomodados com as diferenças da quantidade e qualidade das recompensas, desde que estes sintam que foram justamente recompensados pelas suas ações.

…mas não sentem culpa04-(1)

Os típicos “olhos de cachorrinho” que os cães fazem quando são repreendidos, não são um sinal de culpa, de acordo com uma equipa de investigadores. O cão está apenas a responder à reprimenda.

Durante o estudo, foram colocados cães sozinhos numa sala com um biscoito em cima de uma mesa. Apesar de nem todos terem comido o biscoito, passado algum tempo, todos foram repreendidos pelos seus donos e verificou-se que os cães mostraram-se igualmente “envergonhados” independentemente se tinham feito alguma coisa de errado ou não.

Cães mais dóceis vivem mais tempo05-(1)

Os cães mais dóceis e obedientes vivem mais tempo que os outros, de acordo com um estudo publicado na revista ‘The American Naturalist’ em Junho de 2010. O estudo comparou o uso de energia, as personalidades, o ritmo de crescimento e a longevidade de 56 raças de cães.

Depois de se controlarem factores como o tamanho do corpo, os investigadores concluíram que as raças mais agressivas viviam mais depressa e morriam mais cedo. Estes cresciam mais depressa que os cães mais obedientes e tinham também mais necessidades de energia.

São os mamíferos com mais diferenças entre si06-(1)

Dos Bassetts aos Weimaraners, os cães apresentam imensa diversidade em termos de estrutura corporal. Um estudo publicado na ‘The American Naturalist’ há três anos, mostrou que as diferenças entre os esqueletos das várias raças de cães são tão grandes que poderiam ser de diferentes mamíferos.

Toda esta diversidade faz com que os cães sejam uma grande espécie para estudar como os genes funcionam, permitindo aos investigadores estabelecer ligações entre os genes e certos traços, para que se possa perceber porque é que os Dachshunds são tão atarracados e os Shar-peis são tão enrugados.

Por Tiago Ruas

Série de fotos criativas mostra a vida do pet que cansou de ser gato

HypenessBanner 09 - Arti Arqui

Fazer sempre a mesma coisa na vida cansa. E não são só os humanos que sentem essa frustração – o gatinho vira-lata Chico Bento também. Pelo menos é assim que sua dona, a publicitária Amanda Nori, de 25 anos, o vê. Com ajuda de sua colega de apartamento, Té Marães, 24, ela produz diariamente fotos do gatinho experimentando ser outra coisa só pra quebrar a rotina.

A brincadeira começou quando Chico chegou na casa de sua dona, com dois meses de idade, e sempre se deixou fotografar por ser muito bonzinho. As primeiras fotos eram de brincadeiras, com acessórios, mas com o tempo Amanda foi percebendo que seus amigos curtiam muito as fotos, e por isso ela resolveu criar uma fanpage somente para ele – assim nasceu a  Cansei de ser Gato, que hoje conta com mais de 90 mil fãs.

Se no começo o gato só recebia um acessório ou outro pra a foto, hoje em dia todas tem uma produção envolvendo cenário e vários detalhes. Pra conseguir o feito, uma distrai o bichano e a outra faz a foto. As fotos são feitas no apartamento delas em São Paulo, com a ajuda de um iPhone, de um filtro e de um aplicativo para incluir as legendas. Tudo bem simples, mas adorável.

Por Jaque Barbosa

+info: www.canseidesergato.com.br/#/homegato1 gato2 gato3 gato4 gato7 gato8 gato9 gato11 gato12 gato13 gato14

A adorável amizade entre a vovó misao e seu gato

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O ensaio fotográfico a seguir é um registro sensível que retrata a verdadeira amizade entre uma velha senhora e seu querido gato de estimação. Com a poética das fotos, somos capazes de sentir a veracidade deste sentimento.

Miyoko Ihara é uma fotógrafa japonesa que iniciou sua carreira tirando fotos de sua avó, Misao, de 88 anos. Há treze anos, a fotógrafa registra o vínculo afetivo que sua avó mantém com Fukumaru, um gatinho de olhos de cores diferentes, encontrado abandonado em um galpão.

As imagens renderam um belo livro de fotografias intitulado “Miyoko Ihara: Misao the Big Mama and Fukumaru the Cat”, em que é possível observar a verdadeira amizade e companheirismo entre a dupla. Os dois envelheceram juntos, compartilhando as belezas da vida cotidiana e as paisagens fantásticas da natureza ao redor.

+info: whitemanekicat.p1.bindsite.jp/

Por Kátia Keiko 1-thumb-600x398-35795 2-thumb-600x400-35797 3-thumb-600x400-35799 4-thumb-600x398-35801 5-thumb-600x400-35803 6-thumb-600x400-35805 7-thumb-600x400-35807 8-thumb-600x396-35809 9-thumb-600x400-35811 10-thumb-600x399-35813 11-thumb-600x395-35815 12-thumb-600x398-35817 13-thumb-600x398-35819 14-thumb-600x398-35821 15-thumb-600x400-35824 16-thumb-600x400-35826 17-thumb-600x400-35828 18-thumb-600x400-35830 19-thumb-600x399-35832 20-thumb-600x400-35834 21-thumb-600x398-35836 22-thumb-600x400-35838 23-thumb-600x400-35840 24-thumb-600x400-35842 25-thumb-600x398-35844 26-thumb-600x395-35846 27-thumb-600x400-35848 -first-thumb-600x399-35793