20 ilustrações sobre a tristeza do mundo moderno

Por Incrível

Pawel Kuczynski é um artista polonês muito conhecido pelas suas caricaturas sarcásticas sobre a vida da sociedade moderna. Com um estilo único e muito controverso, suas imagens dialogam com o mundo atual, por isso são tão conhecidas.

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Apresentamos uma seleção de imagens que nos fazem repensar as nossas vidas e nos ajudam a vê-las sob outro ângulo.

A dificuldade da cultura
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Periscópio
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Mídia
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A falta e o excesso
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O ditador
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A invenção do sol
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O amor nos tempos do Facebook
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Infância
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Foguete
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Exército
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Dinheiro
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Circo capitalista
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Presente de Natal
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O trono
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Jogos mortais
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A realidade dos monumentos
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Para poucos
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Manifestação
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Hierarquia profissional
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Ratos
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(Via Incrível)

5 teorias sobre o que significam os sonhos

Por Humberto Abdo

Estudos e hipóteses sobre o que acontece no nosso cérebro quando sonhamos

O registro mais antigo de um sonho foi feito pelo rei sumério Dumuzi, cerca de 2,5 mil anos a.C. O conselho de sua irmã, que aparentemente entendia mais desse assunto, era que o rei se escondesse. Em seu relato, ele escreveu:“Uma águia agarra o cordeiro do curral. Um falcão pega um pardal em cima da cerca de cana… A taça se encontra ao seu lado; Dumuzi não vive mais.”
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Depois de tanto tempo, a humanidade parece entender um pouco melhor a confusão dos sonhos, mas muitas teorias ainda nos dividem e tentam explicar a origem dessa sequência de imagens e emoções que passam pelas nossas mentes quando dormimos. Confira cinco possibilidades sobre os mistérios do sonho:

Sonhos são profecias 

Cerca de 500 anos a.C., a rainha Maya, mãe de Siddhartha Gautama, alegou ter sonhado com um elefante branco ao seu lado, prevendo que seu filho se tornaria o Buda. Para Kelly Bulkeley, autora de Big Dreams: The Science of Dreaming and the Origins of Religion, esse tipo de manifestação é um “enquadramento metafísico” feito para ajudar as pessoas a se prepararem para acontecimentos futuros.

“Fazemos isso o tempo todo quando estamos acordados: temos a capacidade de premeditar coisas simples, como ‘vai ficar muito frio no inverno, então é melhor armazenar comida’”, argumentou Bulkeley em entrevista para o site Science of Us. “Vejo a mente e o cérebro como um sistema que funciona 24 horas, com esse mesmo tipo de pensamento preparatório durante o sono.”

Sonhos te dizem o que fazer 

No século 17, a vida de René Descartes mudou drasticamente após uma série de sonhos que o indicaram a conclusões sobre leis da matemática. Até mesmo Freud foi levado a escrever a obra A Interpretação dos Sonhos após ter um sonho na noite anterior ao funeral de seu pai, em outubro de 1896.

Abraham Lincoln também foi um sonhador ativo: ele declarou que teve sonhos vívidos nas noites anteriores a qualquer acontecimento importante da guerra, como registrou um de seus colegas em seu diário. Uma vez, Lincoln enviou um telégrafo a sua esposa, pedindo que deixasse as armas distantes de seus filhos, após um sonho “perturbador”. E ele também teria supostamente sonhado com um funeral na Casa Branca apenas alguns dias antes de seu próprio assassinato.

Sonhos são comunicados do inconsciente 

Perto da virada do século 20, Sigmund Freud, o pai da psicanálise, acreditava que sonhos fossem mensagens do inconsciente. “As interpretações dos sonhos são a estrada real para entender as atividades do inconsciente”, escreveu. O propósito dos sonhos, segundo ele, era realizar desejos reprimidos.

Carl Jung, seu mentor e mais tarde rival, assumiu uma perspectiva diferente: sonhos são um caminho para as partes de si mesmo, além de sua consciência, capazes de alertá-lo sobre qualquer coisa através de símbolos universais.

Sonhos são dados 

Na década de 1950, com a descoberta da fase de sono R.E.M. (rapid-eye movement, ou movimento rápido dos olhos) pelos pesquisadores da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, os sonhos começaram a ser finalmente desvendados com base científica. Atualmente, exames cerebrais começaram a detectar os assuntos dos sonhos ao treinar algoritmos de forma que possam reconhecer a atividade cerebral das pessoas.

E “gravadores de sonhos” devem se tornar realidade em breve. O pesquisador Bulkeley também lançou o Sleep and Dream Database, um banco de dados com sonhos de 20 mil voluntários, algo que deve colaborar para pesquisas futuras. Essas novidades demonstram, portanto, que os sonhos podem ser tratados como um punhado de informações, ou dados.

Sonhos são suas memórias em ação 

Por mais de um século, pesquisadores têm estudado como o sono pode promover a memória, especificamente a formação de memórias de longo prazo. Agora neurocientistas descobriram que as imagens vistas nos sonhos são um produto originado pelo processo de criação de memória.

Quando diversos “pedaços” de experiência se cruzam nos sonhos, o resultado é pouco familiar. “Essa composição muitas vezes bizarra não é ‘real’ porque se associa a várias memórias durante o sono R.E.M.”, explicou a pesquisadora Sue Llewellyn, da Universidade de Manchester, em um artigo de 2013.

(Via Galileu)

Estas imagens em perspectiva vão mudar sua forma de ver as coisas

Por Galileu

Quão grande as coisas grandes são? Todos sabem que oBurj Khalifa, de Dubai, é o maior arranha céu do mundo com seus 160 andares. Mas o quanto isso representa de fato? Com ideias como essa na cabeça, o estudante americano Kevin Wisbith criou o canal A Quick Perspective (“Uma breve perspectiva”), que usa a perspecitiva para dar a ideia do real tamanho de objetos conhecidos.

Para a sorte dos Jedis, a Estrela da Morte de Star Wars não existe de verdade. Mas com um tamanho estimado de 160 mil km, ela seria do tamanho de uma pequena lua (foto: Kevinwisbith)
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Com seus 458 metros, o super-petroleiro Knock Nevis foi o maior navio do mundo até sua desmontagem em 2010. Ele caberia perfeitamente no lago principal do Central Park, em Nova York.  (foto: Kevinwisbith)
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O B-2 Bomber é uma das mais caras e avançadas aeronaves do mundo. E é bem grande também. Com uma envergadura de 52 metros, quase nem caberia em um campo de futebol americano. (foto: Kevinwisbith)
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Os 269 metros do Titanic, que já foi a embarcação mais avançada do mundo, caberiam com folga no navio de guerra USS Ronald Regan, de 332 metros. E, sim, Jack também caberia naquela porta flutuante com Rose. (foto: Kevinwisbith)
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Se fosse colocado em Las Vegas, o telescópio chinês da província de Guizhou, um dos maiores do mundo, se confundiria com os cassinos do lugar. (foto: Kevinwisbith)
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Certamente, os 1,5 km do asteroide Dionísio, que fica no cinturão de Apolo, assustaria quem passasse pela ponte Golden Gate. (foto: Kevinwisbith)
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O Burj Khalifa, atual construção mais alta do mundo que fica em Dubai, deixa clara a imponência de seus 828 metros de altura quando comparado com os franzinos prédios de Nova York. (foto: Kevinwisbith)
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(Via Galileu)

Conheça as palavras ‘intraduzíveis’ que revelam emoções que você possivelmente nem sabe que sente

Por David Walker 

Você já se sentiu um pouco mbuki-mvuki - aquela vontade irresistivel de tirar as roupas enquanto dança? Ou talvez tenha batido aquele kilig - uma tremedeira nervosa ao falar com alguém de quem gosta? E o que dizer do uitwaaien - que define os efeitos revitalizantes de uma caminhada aa vento?

Essas palavras – do bantu (África), tagalo (Filipinas) e holandês – não possuem correspondente direto em inglês, mas representam experiências emocionais precisas, negligenciadas na língua mais importante do mundo. E se o pesquisador Tim Lomas, da Universidade do Leste de Londres, estiver no caminho certo, talvez elas em breve se tornem mais familiares.

Projeto quer capturar os diferentes significados de palavras inusitadas que expressam sentimentos positivos, para que possamos começar a incorporá-los em nosso cotidiano
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Um projeto de Lomas, batizado Lexicografia Positiva, quer capturar os diferentes “sabores” de sentimentos positivos (alguns são bem amargos) encontrados pelo mundo, para que possamos começar a incorporá-los em nosso cotidiano.

O inglês já incorporou “palavras de emoção” de outras línguas – como o “frisson” do francês ou o “schadenfreude” (prazer derivado do fracasso alheio) do alemão – , mas há muitas palavras que ainda não chegaram ao nosso vocabulário. Lomas identificou centenas dessas experiências “intraduzíveis” – e está apenas começando.

Aprender essas palavras, afirma ele, pode nos oferecer um entendimento mais rico de nós mesmos. “Elas oferecem uma maneira bem diferente de ver o mundo”, diz.

Gigil é uma expressão em tagalo que descreve a vontade irresistível de apertar alguém
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Lomas afirma que se inspirou após ouvir uma palestra sobre o conceito finlandês de sisu, que é um tipo de “determinação extraordinária diante da adversidade”.

Segundo finlandeses, as ideias de “perseverança” e “resiliência” não chegam nem perto de descrever a força interior contida nesse termo local. É algo “intraduzível” nesse sentido: não ha equivalente direto ou fácil no vocabulário do ingles que capture essa profundidade do termo.

Intrigado, Lomas começou a buscar mais exemplos, entre amigos estrangeiros e na literatura acadêmica. Os primeiros resultados do projeto foram publicados em 2016 no periódico Journal of Positive Psychology.

Muitos dos termos se referiam a sentimentos positivos bem específicos, que dependem de circunstâncias particulares:

Desbundar (português) – abandonar as inibições para se divertir

- Tarab (árabe) – um estado de êxtase ou encantamento induzido pela música

- Shinrin-yoku (japonês) – o relaxamento que vem de um banho na floresta, em sentido figurado ou literal

- Gigil (tagalo) – a vontade irresistível que beliscar ou apertar alguém muito querido ou amado

- Yuan bei (chinês) – um senso de realização completa e perfeita

- Iktsuarpok (inuíte) – a ansiedade sentida ao esperar por alguém, aquela de ficar sempre checando se a pessoa já chegou

Mas outras palavras representam experiências ainda mais complexas e amargas, que podem ser cruciais ao nosso amadurecimento.

- Natsukashii (japonês) – um sentimento nostálgico de falta do passado, com alegria pela lembrança, mas tristeza pelo tempo que não volta mais

- Wabi-sabi (japonês) – uma “sublimidade desolada e obscura”, centrada na transitoriedade e imperfeição na beleza

- Saudade (português) – uma nostalgia melancólica por uma pessoa, lugar ou coisa que está longe no tempo ou espacialmente – um desejo vago por algo que pode nem existir

- Sehnsucht (alemão) – um desejo intenso por estados alternativos de vivência e realizações da vida, mesmo que sejam inatingíveis

Além dessas emoções, a lexicografia (redação e produção de dicionários) de Lomas também enumerou características pessoais e comportamentos que podem determinar nosso bem-estar de longo prazo e modos como interagimos com outras pessoas.

- Dadirri (aborígene australiano) – um ato profundo e espiritual de escutar de forma reflexiva

- Pihentagyú (húngaro) – significa literalmente “com o cérebro relaxado” e descreve pessoas de pensamento ágil que trazem piadas ou soluções sofisticadas

- Desenrascanço (português) – livrar-se de uma situação embaraçosa de maneira criativa

- Sukha (sânscrito) – felicidade genuína e duradoura, independentemente das circunstâncias

- Orenda (huron) – poder humano de mudar o mundo diante de forças poderosas como o destino

Há muitos outros exemplos no site de Lomas, onde você também pode submeter suas próprias sugestões de palavras. O pesquisador reconhece que muitas das descrições que oferece até agora são apenas aproximações dos significados verdadeiros dos termos. “O projeto é um trabalho em aberto, e estou permanentemente tentando refinar as definições. Comentários e sugestões das pessoas são muito bem-vindos.”

Cantoras de fado como a portuguesa Cristina Branco transmitem o significado da palavra saudade em suas interpretações
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No futuro, Lomas espera que outros psicólogos possam investigar as causas e consequências dessas experiências – para ampliar nossa compreensão das emoções para além dos conceitos em inglês que dominaram as pesquisas até agora.

Mas estudar esses termos não reflete um interesse apenas científico; Lomas acredita que conhecer melhor essas palavras podem de fato mudar a maneira como sentimos, ao chamar nossa atenção para sensações que até então ignorávamos.

“Em nosso fluxo de consciência – aquela enxurrada de diferentes sensações e emoções – há tanta coisa para processar que muitas passam despercebidas”, afirma o psicólogo.

“Os sentimentos que aprendemos a reconhecer e rotular são aqueles que percebemos – mas há muitos outros que talvez nem saibamos. Acho que incorporar essas novas palavras pode nos ajudar a articular áreas da experiência que mal notamos.”

Classificando emoções

Para comprovar sua ideia, Lomas cita o trabalho de Lisa Feldman Barrett, da Universidade Northeastern, que mostra que nossas capacidades de identificar e classificar emoções podem ter efeitos mais abrangentes.

A pesquisa de Barrett se inspirou na observação de pessoas que usam diferentes palavras para descrever as mesmas emoções, enquanto outras são bem precisas nas descrições.

“Algumas pessoas usam palavras como ansiedade, medo, raiva e nojo para se referir a um estado geral de se sentir mal”, diz ela. “Para elas, as palavras são sinônimos, mas outras são sentimentos diferentes associados a ações distintas.”

Isso é algo chamado “granularidade das emoções” e ela normalmente mede esse indicador pedindo que entrevistados deem notas a seus sentimentos a cada dia por algumas semanas. Ela calcula a variação e as nuances nesses relatórios: se os mesmos termos sempre coincidem, por exemplo.

Wabi-sabi é um termo japonês que descreve nossa apreciação da beleza transitória e imperfeita – como o esplendor das flores de cerejeira
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Ela descobriu que isso determina como lidamos com a vida. Se você tem mais facilidade em descrever se se sente desesperado ou ansioso, por exemplo, você pode ter mais facilidade para lidar com esses sentimentos: se irá conversar com um amigo ou assistir a uma comédia.

Nesse sentido, o vocabulário de emoções é quase como um arquivo, que permite recorrer a um número maior de estratégias para lidar com a vida.

Pessoas com indices altos de granularidade de emoções são melhores em se recuperar do estresse e tem menor propensão a beber para se recuperar de situações difíceis. E podem até ter melhores performances acadêmicas.

Marc Brackett, da Universidade de Yale, apontou que ensinar crianças de 10 e 11 anos um vocabulário de emoções mais amplo elevou as notas e promoveu melhor comportamento em sala de aula. “Quanto mais granular é a nossa experiência das emoções, mais somos capazes de compreender nossa vida interior”, diz Brackett.

Brackett e Barrett concordam que a “lexicografia positiva” de Lomas pode ser um bom impulso para começar a identificar os contornos mais sutis de nosso horizonte emocional. “Acho que é nem útil – você pode pensar nas palavras e conceitos associados como ferramentas para a vida”, diz Barrett. Elas podem até nos inspirar para novas experiências, ou apreciar experiências antigas sob um novo olhar.

Esse é um caminho de pesquisa que Lomas gostaria de explorar no futuro. Enquanto isso, ele continua a ampliar seu dicionário – que já tem quase mil termos.

De todas as palavras que descobriu até agora, o pesquisador diz que costuma se pegar refletindo sobre conceitos japoneses como wabi-sabi (aquela sublimidade obscura envolvendo transitoriedade e imperfeição). “Ele dialoga com a ideia de encontrar beleza em fenômenos imperfeitos e velhos”, afirma ele. “Ver o mundo por meio desse prisma pode ser uma maneira diferente de se envolver na vida.”

(Via BBC Brasil)

Os bares mais estilosos de São Paulo

Por Louie

Coincidência ou não, todos apostam na coquetelaria e não descuidam da seção de comes do cardápio 

PEPPINO BAR

O balcão do Peppino Bar e o delicado drink love and money (fotos: Bruno Geraldi/divulgação)
Peppino

Tai um bar que não tinha como dar errado. As coqueteleiras são de responsabilidade do renomado bartender italiano Fabio la Pietra, que até o ano passado dava expediente no SubAstor, onde ajudou a elevar o padrão da coquetelaria em São Paulo. E a cozinha é território do premiado chef Rodolfo de Santis, do festejado italiano Nino Cucina, que funciona a poucos metros dali.

Tido como o filho rebelde do restaurante, o Peppino tem decoração bem mais rústica – repare nas paredes e vigas com os tijolos à mostra e nos trechos onde o cimento sem acabamento foi preservado. É o bar do momento. De quinta a sábado, portanto, fica invariavelmente lotado – prefira ir numa segunda ou terça ou chegar tarde da noite, já que a casa fecha só às 2h.

O que pedir: o drink southern augusta, que leva vinho xerez, xarope de bergamota e jasmim e vermute com aroma de tomate assado, e o irresistível parmiggiana, um mini-hambúrguer que é empanado em farinha panco antes de ser frito e chega à mesa com molho de tomate, mussarela de búfala e manjericão.

Onde fica: Rua João Cachoeira, 175, Itaim Bibi, São Paulo, peppinobar.com.br

FRANK

Um raro registro do Frank sem muita gente e o Martini da casa (fotos: divulgação)
Frank

O Spencer Amereno Jr. tem tudo para virar o Alex Atala da coquetelaria brasileira. Perfeccionista, o bartender não abre mão de preparar o próprio suco de tomate para o bloody mary, a própria água tônica – o gás carbônico ele acrescenta com a ajuda de um equipamento chamado perlini – e até mesmo o gelo, que  precisa ser cristalino e cortado em tamanhos grandes, para demorar mais para derreter.

São raros os dias em que ele não é visto atrás do balcão do Frank, que comanda desde que o bar abriu as portas, em 2015. Instalado no térreo do hotel Maksoud Plaza, resume-se a umas poucas poltronas e sofás vermelhos com iluminação indireta e a um disputadíssimo balcão de madeira para oito felizardos. Vale o aviso: depois de conferir o rigor com o qual Spencer prepara um drink, fica difícil se contentar com o gim-tônica do bar da esquina.

O que pedir: lamont cocktail, união de whisky Famous Grouse, vermute Martini Extra Dry, licor Drambuie e amargos aromáticos de limão cravo.

Onde fica: Maksoud Plaza – Al. Campinas, 150, Bela Vista, São Paulo, https://www.facebook.com/frankbarsp/?fref=ts

SUBASTOR

As disputadas poltronas do SubAstor e o cocktail kentucky-tivo (fotos: Leo Feltran/divulgação)
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Foi nesse speakeasy, aberto em 2009 no subsolo do Astor, que muita gente provou o seu primeiro negroni ou aperol spritz. Comandado até o ano passado pelo bartender Fabio la Pietra, hoje à frente do Peppino, o SubAstor foi um dos primeiros bares de São Paulo a apostar numa coquetelaria bem executada e inventiva, felizmente replicada hoje em vários endereços.

Com a saída de Pietra, o comando do balcão foi para as mãos do bartender Rogério Frajola, ex-braço direito do italiano e há anos na casa. Talentoso, ele soube manter o padrão alcançado pelo antigo mandachuva e aos poucos apresenta suas próprias criações. Em tempo: o charme do Sub, com suas paredes cobertas por cortinas vermelhas e seu balcão com iluminação interna, segue imbatível.

O que pedir: ceará vs 007, drink feito com vodca Ketel One, gim Tanqueray, castanha de caju, vermute Martini Bianco e perfume de caju.

Onde fica: Rua Delfina, 163, Vila Madalena, São Paulo https://www.facebook.com/SubAstor/?fref=ts

NEGRONI

O salão do bar Negroni e o drink batizado com o nome da casa (fotos: divulgação)
Negroni

Não é um bar só para quem é fã do hoje badaladíssimo drink feito com gim, vermute tinto e bitter italiano. Além de negroni, o cardápio lista a maioria dos coquetéis clássicos, como old fashioned (bourbon, angostura, açúcar e laranja) e manhattan (bourbon, vermute tinto e angostura), e boas receitas próprias, a exemplo do refrescante frescolino (leia abaixo).

Chegue cedo para encontrar vago o sofá de couro que rouba a cena no andar de baixo e de onde se avistam o balcão e o forno no qual se assam ótimas pizzas individuais – a de abobrinha é a nossa preferida.

O que pedir: frescolino, que leva gim, bitter italiano, vermute tinto, grapefruit, angostura e água tônica, e a pizza de abobrinha, feita com queijo de cabra, limão siciliano e manjericão.

Onde fica: Rua Padre Carvalho, 30, Pinheiros, São Paulo https://www.facebook.com/negroni.sp/

RAIZ

O balcão do bar Raiz e a tábua de frios, boa opção para petiscar (fotos: Rubens Kato/divulgação)
Raiz

O speakeasy com sofás vermelhos, iluminação indireta, balcão com iluminação interna e palco baixo, no qual ocorrem apresentações de jazz às quintas-feiras, fica no subsolo do restaurante Jacarandá. Funciona com esse nome desde o final do ano passado, quando o empreendimento ganhou novo dono. Para chegar até o bar, é preciso cruzar o jardim e as mesas do restaurante e descer uma escada com quinze degraus.

Enxuta, a carta de drinks é assinada pelo bartender Laércio Zulu, que dá expediente no São Conrado, na Vila Madalena. Lista boas criações dele como o cocktail tea or coffee (bourbon Wild Turkey, chá preto, café, mel e limão) e o mulata ensaboada (cachaça weber haus, rapadura, bitter e suco de laranja), além de receitas clássicas. A seção de comes inclui boas pedidas como empanada de camarão com queijo da Serra da Canastra.

O que pedir: drink raiz, feito com gim Arapuru, vermute Martini rosso, espumante e especiarias.

Onde fica: Rua Alves Guimarães, 153, Pinheiros, jacarandabr.com.br

THE JUNIPER 44

O salão do Juniper 44º e o drink The Life, servido numa cesta que simboliza um ninho (fotos: Marcio March/divulgação)
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Quem leu “O Grande Gatsby” ou viu o filme inspirado no livro do americano F. Scott Fitzgerald estrelado pelo DiCaprio vai logo reconhecer as referências do The Juniper 44º. É a arquitetura art déco difundida em Nova York nos anos 30 e as festas promovidas por magnatas como Jay Gatsby, o protagonista do livro, que serviram de inspiração para o bar, recém-aberto no Itaim.

O protagonista da casa é o gim – zimbro ou juniper, em inglês, é o principal botânico do destilado e 44º é o teor médio da bebida. Quem assina a carta de drinks é o bartender Matheus Cunha, também sócio da casa. Ele aposta em coquetéis apresentados de maneira lúdica como o the book, que leva vodca, xarope de alecrim, abacaxi, cítricos, hortelã e espuma de uva e é servido sobre um livro em branco, no qual os clientes podem contar suas histórias. É bom ir pensando no que você vai escrever.

O que pedir: the life, que combina whisky irlandês, licor de cassis, creme de mure, suco de grapefruit, bitters e vapor de baunilha.

Onde fica: Rua Doutor Renato Paes de Barros, 123, Itaim Bibi, thejuniper44.bar

(Via Louie)

Veículo mexicano conquista a audiência ao explicar temas complexos em comunicação gráfica inteligente e divertida

Por César López Linares 

Quando Eduardo Salles fundou Pictoline no final de 2015, ele não estava tentando explicar o mundo com “desenhinhos”. O objetivo era usar o desenho como ferramenta para converter a informação em algo relevante e compreensível para todas as pessoas.

Este “bacon” explica os fatos que ocorreram no México nos primeiros dias do ano devido ao aumento do preço da gasolina.
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Salles, um ex-publicitário de criação oriundo da Cidade do México, de 29 anos, acredita fervorosamente que se a sociedade no México e na América Latina está desinformada, não é por ignorância ou por desinteresse, como geralmente se pensa, mas sim porque a informação não é apresentada da forma correta.

“Essa filosofia vem um pouco do meu trauma com a escola. Muitos estudantes não entendem as coisas, não porque sejam burros, mas porque não souberam explicar bem os temas. Há uma sociedade que cresce acreditando que é idiota porque [os professores] nunca souberam explicar bem as coisas”, disse Salles ao Centro Knight para o Jornalismo nas Américas.

“Esse fenômeno também ocorre na sociedade. Se fala de temas complexos como inflação, política [… ] e as pessoas dizem ‘não entendo isso, devo ser burro, então é melhor ver mais memes e gatinhos’. Acreditamos que não entendem porque não se importam, mas é porque não estamos falando no idioma e da forma como eles consomem”.

Pictoline, nas palavras do seu co-fundador e diretor, é uma empresa de desenho de informação que, por meio de ilustrações, infografias e vinhetas publicadas nas redes sociais, explica as notícias do dia, teorias científicas ou fenômenos internacionais.

Seu sucesso quase imediato levou Pictoline a acumular 2.5 milhões de seguidores nas redes sociais, assim como a ganhar reconhecimentos internacionais como os prêmios da World Association of Newspapers and News Publishers (WAN-IFRA) por Melhor Projeto de Visualização de Dados e Melhor Fidelização de Audiência. Pictoline ganhou esse último reconhecimento tanto nos Digital Media Awards de WAN-IFRA na América Latina como nos Digital Media Awards a nível mundial.

Salles atribui esse sucesso ao grande poder que o desenho tem, se usado da forma correta.

A equipe de Pictoline é composta de desenhistas, editores e programadores, entre outros.
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“Quando as coisas estão mal desenhadas o ser humano acha que é sua culpa. Como o exemplo da porta: você empurra quando deveria puxar e pensa: ‘como sou burro’. Mas, não, uma porta não deveria ter esse problema de ‘pull’ e ‘push’,” disse.

Salles acrescentou: “Os problemas que existem no desenho industrial ou no desenho do espaço público também estão presentes no desenho da informação. Damos como certo que está bem desenhado porque sempre foi assim e queremos que a gente leia isso. [No Pictoline] Acreditamos que necessitamos redesenhar a experiência para que seja mais interessante e mais simples para o usuário consumir a informação”.

Pictoline é formada por uma equipe de 12 pessoas, com desenhistas, editores, brand-managers e programadores, que trabalham em um único escritório na Colonia Roma, um dos bairros mais tradicionais da Cidade do México.

Cada ilustração – ou “bacon”, como é chamada pela equipe de Pictoline, em referência ao seu logotipo de um porco – é produzida em um processo criativo que começa com uma reunião editorial, na qual revisam a informação do dia e mencionam propostas de outros temas, com ou sem conjuntura jornalística.

Após decidir um conteúdo, os funcionários da criação determinam qual é o status do tema entre as pessoas: se já é de conhecimento popular, se há desinformação, ou se requer mais contexto para poder ser entendido plenamente.

“É importante entender a situação da informação nesse momento. Lançar a informação só por lançar é o velho método”, explicou Salles. “Hoje em dia há tanta produção de informação que é preciso dar um passo para trás e pensar no que as pessoas precisam entender dessa informação. Uma vez que temos isso, começamos a pensar nas ideias de como podemos fazer, de como podemos desenhar isso.”

Como um controle de qualidade extra, antes de publicar cada “bacon”, Pictoline consulta especialistas externos que vão desde físicos, matemáticos, economistas ou cientistas políticos, que revisam o produto para avaliar a sua precisão. O processo para criar cada ilustração pode ser de algumas horas até vários dias, segundo a natureza da informação e a sua complexidade.

Para transformar Pictoline em realidade, Eduardo Salles apresentou a sua ideia para Gustavo Guzmán, investidor de meios de comunicação no México como Editorial Sexto Piso e o jornal Máspormás, que acreditou no projeto e decidiu investir nele.

Os resultados esperados se concretizaram e, pouco mais de um ano depois do seu início, começou a dar seus primeiros frutos. Ainda que, para garantir a sua sobrevivência, Pictoline tem planejado explorar novos modelos de negócio em 2017.

Cada “bacon” passa por um processo criativo que pode levar de duas horas até varios dias. Na foto, Eduardo Salles e a equipe nos primeiros escritórios na Cidade do México.
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Um deles é o da publicidade, mas não da maneira forçada e invasiva como ela se apresenta na maioria das vezes na internet. Pictoline vai tentar experimentar um modelo de publicidade nativa que encaixe naturalmente com as suas criações e que tenha alguma utilidade para o leitor.

“Sinto que a publicidade está pensada como uma comunicação para incomodar as pessoas: abrem um pop-up, o banner, uma notícia falsa […] Parece que é sinônimo de incômodo. Nós não queremos ir por esse modelo, porque não serve para o usuário, não serve ao veículo e não serve para o anunciante”, disse Salles. “Se uma marca quer anunciar em Pictoline tem que oferecer o que Pictoline oferece, que é informação. Devemos ensinar para as marcas como a informação que eles têm pode ser útil para as pessoas, e não só uma informação que eles buscam vender. Quando você é útil, você se torna necessário. Já não é uma publicidade invasiva, é uma publicidade em que você oferece algo ao usuário. Não simplesmente está exigindo que ele compre.”

Além da publicidade, Pictoline buscará aplicar a sua estratégia e criatividade em outras áreas, além dos meios de comunicação e da internet, e fazer um negócio disso. E as primeiras vertentes que têm em mente são a educação e a comunicação organizacional.

“Estamos desenvolvendo uma teoria e ferramentas que nos permitem pegar informação, desenhá-la e transformá-la em algo fácil de entender, relevante e fácil de compartilhar. O nosso conceito é o desenho da informação. Todo o know-how que estamos desenvolvendo é de um ativo que possa ser aplicado em outros setores, como a educação”, explicou Salles. “Se você vê o Pictoline como uma empresa de desenho da informação como várias vertentes, os modelos de negócio já não se baseiam só em veículos de comunicação, mas também em um espectro mais amplo”.

Nos primeiros dias deste ano, a start-up fez a sua primeira aproximação da área cultural, ao lançar uma série de “bacons” na forma de um clube de leitura, em que cada semana vão recomendar um livro por meio de uma peça gráfica sobre um conceito do livro.

Em um país cujos habitantes só lêem em média 3.8 livros por ano, segundo o Instituto Nacional de Geografia e Estatística do México (INEGI), um clube de leitura pode parecer um projeto pouco prometedor. No entanto, Salles acha que a chave está em como motivar as pessoas a ler.

“Queremos que as pessoas vejam um tema e queiram ler esse livro. As pessoas não são preguiçosas nem burras. Tudo isso são clichês que nos meteram para que acreditemos neles. Na verdade, não desenharam uma forma pela qual possam se interessar por essas coisas”, afirmou. “Na escola, a criança não tem culpa, é que o livro está desenhado de uma forma que o torna totalmente chato e entediante. Como podemos redesenhar essa informação para que a criança ache a física, a química, a mecatrônica interessante e não horrível?”.

O alcance de Pictoline já ultrapassou fronteiras, principalmente através da sua colaboração com The New York Times, veículo que publica na sua versão em espanhol peças gráficas desenvolvidas a partir das suas próprias reportagens. Além disso, em conjunto com Unicef, Pictoline lançou uma série de stickers cuja venda foi destinada a ajudar crianças na Síria.

Com Unicef, Pictoline lançou uma série de stickers para apoiar crianças sírias.
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Além disso, as suas peças ficaram tão populares na América Latina que, em 2017, planejam lançar uma versão de Pictoline em português, para abarcar o mercado brasileiro. E não descartam mais adiante abrir escritórios ou colaborações em outros países da região.

Mas a verdadeira internacionalização de Pictoline ocorreu graças ao compartilhamento das suas ilustrações, que são reproduzidas e até modificadas em todo o mundo, muitas vezes sem o crédito correspondente. No entanto, o plágio –um dos problemas mais comuns na internet– não é algo que preocupe a equipe de Pictoline.

“Obviamente ocorre, mas acho que isso é parte natural da internet e do que faz dela um ecossistema tão vivo. Essa capacidade de ‘roubar’, misturar, parodiar, de pegar uma imagem e transformá-la em um meme… faz da internet um organismo muito vivo. Conceitos como o plágio me parecem totalmente obsoletos no contexto atual. São valores éticos do século 20 no século 21. Primeiro vem a informação e depois o meio,” disse Salles. “Eu não me importo se as pessoas sabem que uma imagem é de Pictoline. Se sabem, está ótimo porque te dá um nome, mas para mim importa que a informação chegue. Se a roubaram, modificaram, não importa. Se a informação está chegando, estamos bem”.

O que realmente é um problema na internet, considera o cofundador de Pictoline, é o pânico e a desorientação que a rapidez das mudanças tecnológicas causou nos meios de comunicação. Isso é algo que, na opinião de Salles, faz com que os veículos adotem novas ferramentas e formatos sem analisar com profundidade se isso é realmente o que a sua audiência necessita.

“Eu acho que há uma espécie de pânico. Os meios de comunicação tratam de imitar todos os formatos que vão saindo, como há alguns anos, quando todos os veículos se ‘buzzfeedizaram’, quando foi o boom das listas, todos fizeram isso. Estão confundindo um formato com o pensamento que originou esse formato,” disse.

Segundo Salles, para realmente subir no trem da inovação, os meios de comunicação devem recuar e analisar o que está ocorrendo, como a sua audiência está consumindo a informação, qual é a sua visão de mundo, que necessitam e, a partir daí, desenhar algo que possa satisfazer essas necessidades.

“A inovação tem a ver com entender qual é o problema atual e analisar a forma de solucionar isso. A maioria dos meios de comunicação não se perguntam qual é o problema, mas simplesmente copiam o que faz sucesso, sejam vídeos curtos com texto, infografias […] Eles sobem em uma onda, depois em outra, mas sem entender isso”, afirmou.


(*) Esta história é parte de um projeto especial do Centro Knight que é possível graças ao apoio generoso da Open Society Foundations. A série “Jornalismo de Inovação” cobre novas tendências de mídias digitais e melhores práticas na América Latina e Caribe.

(Via Jornalismo das Américas)

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80 erros gramaticais que ninguém deveria cometer [Infográfico]

Por Henrique Carvalho

Recentemente fiz uma pesquisa profunda sobre os principais equívocos que as pessoas cometem ao escrever. Foi um trabalho árduo, mas necessário, afinal de contas, cada vez mais nos comunicamos através de celulares e o corretor ortográfico tem conquistado muitas inimizades por sempre trocar as palavras. Mas paralelamente a isso, também cometemos erros, que por descuido ou esquecimento, podem pegar mal.

Mas você já parou para pensar quais são os erros de português que muita gente comete?

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Pois é, a escrita pode ser o nosso aliado, mas também um vilão e pensando nisso, quero compartilhar o resultado da pesquisa que realizei, afinal de contas um simples erro de português (às vezes nem tão simples assim) pode comprometer seriamente a competência que você deseja transmitir, abalando a confiança com seu público.

Nesse material você vai descobrir (ou relembrar):

  • Como e quando usar os quatro porques da Língua Portuguesa (por que, porque, porquê, por quê);
  • Os vícios de linguagem que estamos tão acostumados a falar e ouvir que muitas vezes nem percebemos que estão errados. (exemplo: repetir de novo, multidão de pessoas);
  • A diferença entre mau e mal, onde e aonde, há e a e tantas outras palavras parecidas do português.
  • Quando usar corretamente a crase.

Aliás, você sabe qual das alternativas abaixo estão corretas?

  • “O pote estava encima da geladeira” ou “O pote estava em cima da geladeira”.
  • “Entregarei o relatório ao meio-dia e meio” ou “Entregarei o relatório ao meio-dia e meia”.
  • “Os erros passaram desapercebidos pelos revisores” ou “Os erros passaram despercebidos pelos revisores”.
  • “As percas do semestre serão compensadas no próximo” ou “As perdas do semestre serão compensadas no próximo”.
  • “Se ela dispor de paciência, conseguirá terminar o trabalho” ou “Se ela dispuser de paciência, conseguirá terminar o trabalho”.
  • “A pizzaria entrega a domicílio” ou “A pizzaria entrega à domicílio”.

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(Via HubSpot)

Sabe o que é a saudade? O Pablo Neruda explica!

Por Chiado News

Saudade é solidão acompanhada,

é quando o amor ainda não foi embora,

mas o amado já.

Saudade é amar um passado que ainda não passou,

é recusar um presente que nos machuca,

é não ver o futuro que nos convida…

Saudade é sentir que existe o que não existe mais.

Saudade é o inferno dos que perderam,

é a dor dos que ficaram para trás,

é o gosto de morte na boca dos que continuam.

Só uma pessoa no mundo deseja sentir saudade:

aquela que nunca amou.

E esse é o maior dos sofrimentos:

não ter por quem sentir saudades,

passar pela vida e não viver.

O maior dos sofrimentos é nunca ter sofrido.

Pablo Neruda

(Via Chiado News)

99 Fatos Rápidos e Fascinantes sobre o Corpo Humano

Por Bastante Interessante

  1. A única parte do corpo que não tem suprimento de sangue é a córnea do olho. Ela recebe oxigênio diretamente do ar.
  2. O cérebro humano tem uma capacidade de memória que é equivalente a mais de quatro terabytes em um disco rígido.
  3. Um recém-nascido pode respirar e engolir ao mesmo tempo por até sete meses.
  4. Seu crânio é composto por 29 ossos diferentes.
  5. Os impulsos nervosos enviados pelo cérebro movem-se a uma velocidade de 274 km / h.
  6. Um único cérebro humano gera mais impulsos elétricos em um dia do que todos os telefones do mundo combinados.
  7. O corpo humano médio contém enxofre suficiente para matar todas as pulgas de um cão médio, carbono suficiente para fazer 900 lápis, potássio suficiente para disparar um canhão de brinquedo, gordura suficiente para fazer sete barras de sabão e água suficiente para encher um barril de 50 litros.
  8. O coração humano bombeia 182 milhões de litros de sangue durante a vida média.
  9. 50.000 células em seu corpo morreram e foram substituídas por novas enquanto você estava lendo esta frase.
  10. O embrião humano adquire impressões digitais após três meses desde a concepção.
  11. Os corações das mulheres batem mais rápido do que os dos homens.
  12. Um homem chamado Charles Osborne soluçou por um total de 68 anos.
  13. Os destros vivem, em média, nove anos mais do que os canhotos.
  14. Cerca de dois terços das pessoas inclinam a cabeça para a direita quando beijam.
  15. A pessoa média esquece 90% de seus sonhos.
  16. O comprimento total de todos os vasos sanguíneos no corpo humano é de cerca de 100.000 km.
  17. Em média, a taxa de respiração de uma pessoa é um terço mais alta na primavera do que no outono.
  18. Até ao final da vida, uma pessoa, em média, recorda cerca de 150 trilhões de pedaços de informação.
  19. Perdemos 80% do nosso calor corporal pela cabeça.
  20. Quando você cora, seu estômago também fica vermelho.
  21. Um sentimento de sede ocorre quando a perda de água é igual a 1% do seu peso corporal. A perda de mais de 5% pode causar desmaios e mais de 10% provoca a morte por desidratação.
  22. Pelo menos 700 enzimas são ativas no corpo humano.
  23. Os seres humanos são os únicos seres vivos que dormem de costas.
  24. A criança média de quatro anos de idade faz 450 perguntas por dia.
  25. Não só os seres humanos, mas também Coalas têm impressões digitais únicas.
  26. Apenas 1% das bactérias podem fazer o corpo humano ficar doente.
  27. Todos os seres vicos na Terra poderiam ser colocados confortavelmente em um cubo com lados de 1000 metros de comprimento.
  28. O nome científico para o umbigo é o umblicus.
  29. Os dentes são a única parte do corpo humano que não pode curar-se.
  30. Em média, uma pessoa precisa de sete minutos para adormecer.
  31. Pessoas destras mascam a maior parte de sua comida no lado direito da boca, enquanto que as pessoas canhotas fazem isso à esquerda.
  32. Apenas 7% das pessoas são canhotas.
  33. A fragrância de maçãs e bananas pode ajudar uma pessoa a perder peso.
  34. Se crescer durante toda a vida sem ser cortado, o comprimento do cabelo de alguém seria de cerca de 725 quilómetros.
  35. De todas as pessoas que conseguem mover os ouvidos, apenas um terço deles é capaz de mover apenas uma orelha.
  36. Durante toda a vida, uma pessoa, em média, acidentalmente engole oito aranhas pequenas.
  37. O peso total das bactérias no corpo humano é de 2 kg.
  38. 99% do cálcio contido no corpo humano está nos seus dentes.
  39. Lábios humanos são centenas de vezes mais sensíveis do que as pontas dos dedos de uma pessoa.
  40. Um beijo aumenta o pulso de uma pessoa para 100 batimentos por minuto ou mais.
  41. A força total dos músculos mastigatórios em um lado de sua mandíbula é igual a 195 quilogramas.
  42. Uma pessoa passa 278 tipos diferentes de bactérias para outra pessoa quando ocorre um beijo. Felizmente, 95% delas não são prejudiciais.
  43. Parthenophobia é o medo das virgens.
  44. Se você juntar todo o ferro contido no corpo humano, você teria apenas uma pequena engrenagem, grande o suficiente apenas para uso em seu relógio.
  45. Existem mais de 100 vírus diferentes que causam um resfriado.
  46. Se alguém beijar outra pessoa por um certo período de tempo, é muito mais eficaz em termos de higiene do que mascar pastilha elástica, pois normaliza o nível de acidez em suas cavidades bucais.
  47. Você pode perder 150 calorias por hora se você bater sua cabeça contra a parede.
  48. Os seres humanos são os únicos animais que podem desenhar linhas retas.
  49. A pele humana é completamente substituída cerca de 1.000 vezes durante a vida de uma pessoa.
  50. Uma pessoa que fuma um maço de cigarros por dia está fazendo o equivalente a beber meia xícara de alcatrão por ano.
  51. As mulheres piscam cerca de duas vezes menos do que os homens.
  52. A estrutura do corpo humano contém apenas quatro minerais: apatite, aragonita, calcita e cristobalita.
  53. Um beijo apaixonado causa as mesmas reações químicas no cérebro que o paraquedismo ou disparar uma arma.
  54. Os homens são oficialmente classificados como anões se a sua altura for inferior a 1,3 m, enquanto que para as mulheres a medida é de 1,2 m.
  55. As unhas das mãos crescem cerca de quatro vezes mais rápido do que as unhas dos pés.
  56. Pessoas com olhos azuis são mais sensíveis à dor do que as outras.
  57. Os impulsos nervosos no corpo humano movem-se a cerca de 90 m / s.
  58. 100.000 reações químicas ocorrem no cérebro humano a cada segundo.
  59. Todo mundo tem covinhas na parte inferior das costas, mas em algumas pessoas elas são mais pronunciadas do que em outras. Eles aparecem onde a pelvis se une com o sacro.
  60. Se um gêmeo idêntico carece de um determinado dente, o outro gêmeo não terá esse dente também.
  61. A área de superfície dos pulmões humanos é aproximadamente igual à área de um campo de ténis.
  62. Durante a vida de uma pessoa, passam-se cerca de duas semanas beijando.
  63. O pelo facial de um homem de cabelo loiro cresce mais rápido do que o de um homem de cabelos escuros.
  64. Leucócitos no corpo humano vivem por dois a quatro dias, e eritrócitos por três a quatro meses.
  65. O músculo mais forte do corpo humano é a língua.
  66. O coração humano é aproximadamente igual em tamanho ao do punho de uma pessoa. O coração de um adulto pesa 220-260 gramas.
  67. Ao nascer, há 14 bilhões de células no cérebro humano. Esse número não aumenta ao longo da vida de uma pessoa. Após 25 anos, o número de células cai 100.000 por dia. Cerca de 70 células morrem no minuto que leva você a ler uma página em um livro. Após 40 anos, o declínio do cérebro acelera drasticamente, e após 50 anos os neurônios (isto é, as células nervosas) encolhem e o cérebro fica menor.
  68. Ao nascer, o corpo de uma criança é composto por cerca de 300 ossos. Mas um adulto tem apenas 206.
  69. Durante a vida de uma pessoa, o intestino delgado mede cerca de 2,5 metros. Depois da morte, os músculos nas paredes do intestino relaxam, e seu comprimento aumenta para 6 metros.
  70. Seu pulmão direito pode absorver mais ar do que o esquerdo.
  71. Uma pessoa adulta executa cerca de 23.000 inalações e exalações por dia.
  72. As células mais pequenas no corpo de um homem são espermatozóides.
  73. Existem cerca de 40.000 bactérias na boca humana.
  74. Cada um de nós tem cerca de 2.000 papilas gustativas.
  75. O olho humano pode distinguir 10 milhões de cores diferentes.
  76. O composto químico no corpo que provoca sentimentos de êxtase (feniletilamina) também está contido no chocolate.
  77. O coração humano bombeia sangue a tal pressão que seria capaz de levantar sangue até o quarto andar de um edifício.
  78. Uma pessoa queima mais calorias quando está dormindo do que quando vê televisão.
  79. As crianças crescem mais rápido na primavera.
  80. Todos os anos, mais de 2 milhões de pessoas canhotas morrem por causa de erros cometidos quando usam máquinas destinadas a destros.
  81. Acontece que, um homem em cada trezentos é capaz de satisfazer-se oralmente.
  82. Uma pessoa usa 17 músculos quando sorri, e 43 quando franzem a sobrancelha.
  83. Aos 60 anos, a maioria das pessoas perde metade do seu paladar.
  84. A taxa em que o cabelo de uma pessoa cresce duplica durante um vôo de avião.
  85. Um por cento das pessoas pode ver luz infravermelha e 1% pode ver a radiação ultravioleta.
  86. Se você estiver trancado em um quarto completamente fechado, você não vai morrer devido à falta de ar, mas por intoxicação por dióxido de carbono.
  87. Estatisticamente, apenas uma pessoa a cada dois bilhões atinge a idade de 116 anos.
  88. Em média, uma pessoa diz 4.800 palavras em 24 horas.
  89. As retinas dentro do olho cobrem cerca de 650 mm quadrados e contêm 137 milhões de células sensíveis à luz: 130 milhões são para visão em preto e branco e 7 milhões são para ajudar você a ver as cores.
  90. Nossos olhos permanecem do mesmo tamanho como eram no nascimento, mas nosso nariz e orelhas nunca param de crescer.
  91. Na parte da manhã, uma pessoa é cerca de 8 milímetros mais alta do que à noite.
  92. Os músculos que ajudam seus olhos a se concentrar completam cerca de 100.000 movimentos por dia. A fim de fazer seus músculos da perna fazer a mesma quantidade de movimentos, você precisaria andar 80 quilómetros.
  93. A tosse equivale a uma carga explosiva de ar que se move a velocidades de até 96km por hora.
  94. De acordo com pesquisadores alemães, o risco de ter um ataque cardíaco é maior na segunda-feira do que em qualquer outro dia da semana.
  95. Os ossos são cerca de 5 vezes mais fortes do que o aço.
  96. É impossível espirrar com os olhos abertos.
  97. As unhas dos pés são hereditárias.
  98. Uma pessoa morreria mais rápido de uma falta total de sono do que de fome. A morte ocorreria após dez dias sem dormir, enquanto que de fome levaria várias semanas.
  99. A expectativa de vida média é de 2.475.576.000 segundos. Durante este tempo, pronunciamos, em média, cerca de 123.205.750 palavras e temos relações íntimas 4,239 vezes.

(Via Bastante Interessante)

Google anuncia “YouTube TV”, a mais nova rival das TVs por assinatura

Por Rafael de Almeida

A TV não vai morrer, ela só vai evoluir

A internet não vai matar a televisão, a TV que vai migrar para a internet. É o que fica claro com o anúncio feito hoje pelo Google na Califórnia, divulgando a chegada do seu novo serviço de streaming de canais de TV, o YouTube TV.

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Dentre os canais oferecidos pelo serviço estão a ABC, CBS, FOX, NBC e muitos outros de grande representatividade não só nos EUA, mas no mundo, por fazerem parte de gigantes conglomerados de mídia.

A única diferença entre o YouTube TV e os serviços tradicionais de TV a cabo é que o usuário pagará a assinatura e terá acesso ao conteúdo pela internet, reforçando a ideia de que a geração atual prefere consumir o conteúdo em um mesmo ambiente.

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O serviço também oferecerá uma funcionalidade que permitirá aos usuários gravar na nuvem a quantidade de programas que desejar para poder assistir depois.

O valor? Por enquanto o serviço custará US$35 mensais e estará disponível apenas para algumas cidades dos Estados Unidos.

A data de lançamento oficial do serviço não foi divulgada.

(Via B9)