Empresa cria “camisinha” que dá informações sobre vida sexual

Por Lucas Pasqual

A empresa British Condoms, especializada em produtos relacionados a sexo, divulgou as primeiras informações de sua “camisinha inteligente”. O produto, batizado de i.Con, fica posicionado na base do pênis e envia informações sexuais para um aplicativo no smartphone do usuário.

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A faixa ajustável consegue medir o número e a velocidade dos movimentos de penetração, a duração das sessões, a variação nas posições e informações mais tradicionais, como calorias queimadas. Os dados coletados pelo acessório também poderão ser compartilhados com conhecidos ou até mesmo com o resto do mundo. “Você poderá acessar estatísticas comparáveis com outros usuários do i.Con ao redor do planeta”, diz um comunicado da empresa.

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Apesar de não ser uma camisinha de verdade, seus fabricantes dizem que o produto foi projetado para proporcionar o máximo de conforto e que ele consegue detectar clamídia e gonorreia: “Há uma luz de LED que brilhará em roxo caso DSTs que podemos detectar estejam presentes”. A British Condoms disse que 900 mil usuários já fizeram a reserva da i.Con e que o acessório inteligente será vendido por 60 libras (cerca de R$ 264).

(Via Mundo Estranho)

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Aprenda mais sobre flores comestíveis e quais os benefícios de inseri-las em seu cardápio

or Thiago Tadeu Campos

Conheça algumas flores comestíveis e descubra novas maneiras de decorar e alegrar seus pratos no dia a dia.

FLORES COMESTÍVEIS: BONITAS, NUTRITIVAS E INUSITADAS

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Inseridas desde os primórdios na gastronomia oriental, as flores comestíveis estão ganhando cada vez mais espaço nas cozinhas de todo o mundo, principalmente na culinária orgânica natural, que valoriza não só a quantidade de nutrientes, mas também a boa apresentação e a qualidade de seus pratos. Entre os principais usos para flores comestíveis está a retirada de óleos essenciais, que perfumam e proporcionam sabor a diversos outros alimentos.

As flores comestíveis, assim como raízes comestíveis, podem ser encontradas em diversos tamanhos, sabores e aromas, variando de acordo com a região em que são cultivadas e com os pratos que acompanham. Para as famílias que querem incentivar a alimentação saudável de seus filhos, flores comestíveis também podem ser uma ótima alternativa para conquistar o apetite das crianças, pois além de inusitadas, são muito saborosas.

BENEFÍCIOS DE INCLUIR FLORES COMESTÍVEIS NO CARDÁPIO

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As flores comestíveis possuem propriedades únicas, complementam pratos tradicionais e transformam o paladar quando consumidas. A maior parte das espécies possui alta quantidade de nutrientes, bem como carotenoides e óleos essenciais, o que torna seu consumo totalmente indicado para aqueles que buscam uma alimentação equilibrada e saudável.

O hábito de inserir flores no preparo dos alimentos tem origem em uma tradição antiga asiática, mas hoje, mesmo que pouco difundido, já faz parte da culinária ocidental, tornando-se inclusive o toque especial de chefs e nutricionistas que prezam pela qualidade da alimentação.

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Antes de colocar as flores no prato ou na bebida, é preciso saber quais partes são consumíveis e quais são nocivas à saúde. Muitas flores permitem o consumo de suas pétalas e inflorescência ao mesmo tempo em que podem conter toxinas no caule ou no miolo. Conhecer a flor que deseja consumir é fundamental para evitar indigestão ou o mal-estar após o consumo.

Também é preciso saber preparar a planta após colher. Os chefs de cozinha recomendam colher em horários de clima mais fresco, realizar a retirada das partes desnecessárias, lavar delicadamente com água em temperatura ambiente e deixar secar em toalhas de papel, dessa forma as flores não perdem seu sabor ou aroma e permanecem intactas para o uso.

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As flores comestíveis podem acompanhar saladas, sopas, frutas, bolos, pratos frescos, peixes, bebidas, vinhos, doces, conservas e também podem ser consumidas cristalizadas. São práticas e transformam a aparência dos pratos, deixando-os mais sofisticados e perfumados.

CONHEÇA ALGUMAS FLORES COMESTÍVEIS: 

1 – AMOR PERFEITO
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A flor Amor Perfeito pode ser utilizada inteira na hora de aromatizar vinagres, bebidas, sopas e até mesmo saladas. Seu sabor é levemente adocicado;

2 – CAPUCHINHA
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Rica em Vitamina C e com um sabor picante, a Capuchinha é muito utilizada na gastronomia, tendo suas flores e folhas utilizadas principalmente em saladas;

3 – ÁSTER DA CHINA
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A Áster da China foi por muito tempo utilizada como flor ornamental, atualmente é inserida em saladas cortadas mais finas, como repolho, pepino e cenoura. Contudo, é necessário retirar o miolo antes do preparo;

4 – CALÊNDULA DOBRADA
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Com um florescimento mais rápido que as demais flores, a Calêndula é muito utilizada em saladas, sobremesas, no arroz, e tende a substituir o açafrão na culinária tradicional. Seu miolo é indigesto e deve ser retirado antes do preparo. Em contrapartida é rica em carotenoides e perfeita para atrair o público infantil;

5 – LAVANDA
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Os tons cítricos da Lavanda são conhecidos em chás e bebidas medicinais, contudo, poucos sabem que a flor também pode ser consumida em biscoitos, bolos, sorvetes e até mesmo no vinho, deixando os pratos muito mais bonitos e elegantes;

6 – VIOLETA
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Para quem pretende utilizar Violetas na culinária, recomenda-se o uso da espécie Viola odorata, ideal para doces, xaropes e bolos;

7 – HIBISCO
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O Hibisco possui seu característico sabor cítrico, perfeito para incrementar bebidas, saladas e xaropes. Por ser ligeiramente ácido, o Hibisco exige um maior controle em relação à quantidade consumida;

8 – PÉTALAS DE ROSAS
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As pétalas de rosas são perfeitas para enfeitar bolos, sobremesas, saladas e pratos de verão. Além de perfumadas, conseguem surpreender na aparência do prato final;

9 – MALMEQUER
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A Malmequer é uma planta muito popular no Brasil e seu consumo é majoritariamente em saladas, personalizando a decoração e oferecendo um aroma diferenciado à composição;

10 – DENTE-DE-LEÃO
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Com um sabor muito semelhante ao mel, o Dente-de-leão é frequentemente utilizado em doces, sobremesas e pratos sofisticados. Perfeito para uma reunião de amigos ou para fins de semana em família.

COMO MONTAR SUA HORTA DE FLORES COMESTÍVEIS ORGÂNICAS

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Criar sua própria horta orgânica é simples e rápido, com flores comestíveis o processo se torna ainda mais fácil, pois não exige cuidados específicos com nutrição do solo ou com o manejo das mudas. O solo exige uma mistura de areia, composto orgânico e terra vegetal, onde as sementes irão se desenvolver e germinarão entre os 20 primeiros dias. Para florescer as plantas levam de 130 a 150 dias, com exceção de algumas espécies de florescimento mais rápido como a Capuchinha e a Calêndula.

A irrigação deve ser realizada com o auxílio de um borrifador, uma vez que o excesso de água no solo pode contribuir para a proliferação de fungos e demais pragas. As flores comestíveis, exigem cerca de 3 horas de sol diariamente para realizar fotossíntese e se desenvolver vigorosamente. Caso as sementes germinem em demasia, recomenda-se o desbaste manual e a retirada de mudas mais fracas, para que as maiores consigam crescer e aproveitar os nutrientes do solo sem que haja competição entre plantas.

Tenha uma alimentação saudável e colorida!

Sempre que possível opte por alimentos orgânicos, pois além de serem ricos em nutrientes, são produzidos de maneira sustentável. Além disso, possuem sabor muito mais intenso, uma vez que não necessitam de produtos químicos durante o cultivo. Torne a sua alimentação muito mais colorida e divertida sem abrir mão do seu bem-estar.

Thiago Tadeu Campos é especialista em Agricultura Orgânica e Consultor Master em Produção Orgânica na ImGrower. Um de seus hobbies favoritos é compartilhar conhecimento em seu próprio blog, que tem como missão fornecer conteúdo prático, atualizado e de qualidade sobre produção de alimentos orgânicos e cultivo protegido.

(Via Follow The Colours)

O tatuador da Yakuza explica por que tatuagens nunca devem ser vistas

Por Mahmood Fazal

“Quando algo se torna moda, não é mais fascinante.”

Tendo crescido numa casa muçulmana conservadora, se algum dos meus primos tinha tatuagem eles precisavam escondê-las bem. Tatuagens eram um tabu religioso e cultural. Lembro quando meu tio dos EUA nos visitou, toda vez que ele pegava algo na mesa de jantar, nossos olhos iam direto para as linhas pretas aparecendo por baixo da manga de seu suéter. Elas eram um mistério para nós, apesar de podermos ver que elas tinham algum significado espiritual para ele.

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Hoje em dia, minha pele é marcada por nomes de amigos assassinados, um retrato de Gaddafi (ex-primeiro-ministro da Líbia), datas de prisão e um diamante do 1%. Fiz minhas tatuagens sabendo que meus parentes próximos só as veriam durante o ritual islâmico de banhar meu corpo antes do enterro. Eu queria que minhas tatuagens formassem um retrato visual das ideias e eventos que me transformaram, literal e espiritualmente.

Então fazemos nossas tatuagens para nós mesmo ou para mostrar aos outros? No Ocidente, provavelmente um pouco dos dois. E por isso que sempre achei a abordagem dos yakuzas japoneses das tatuagens tão fascinante. Eles acreditam que tatuagens são particulares, então fazem tatuagens de corpo inteiro que não podem ser vistas acima da gola ou das mangas. Dessa maneira, a humildade da sociedade japonesa impediu a cultura da tatuagem de interromper a vida pública.

De todos os tatuadores do Japão, Horiyoshi III provavelmente é o mais lendário. Ele é um tatuador Irezumi que vive em Yokohama, e também é o tatuador favorito da Yakuza, a máfia japonesa.

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Estava chovendo quando peguei o trem para visitar Horiyoshi III. Fui recebido na porta de seu estúdio por dois homens de terno Burberry e levado para dentro, onde Horiyoshi estava concentrado em seu trabalho. Eu não conseguia entender os rosnados intermitentes em japonês. Eles davam tapas no chão como se estivessem tentando colar o carpete. Horiyoshi estava em silêncio. Ele não nos cumprimentou por mais de uma hora. O zumbido silencioso da máquina era quase meditativo.

Os homens eram membros da família yakuza local. Horiyoshi estava tatuando um peixe koi vermelho no chefe dos homens, um cara grisalho usando um conjunto Champion vermelho. Eles me ofereceram um cigarro, e perguntei nervoso se não era melhor eu fumar lá fora. O zumbido da agulha de Horiyoshi parou abruptamente quando ele começou a rir, como se estive acordando de um sonho lúcido. “Relaxe, pode fumar aqui.”

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VICE: Por que você acha que os membros da Yakuza gostam de se tatuar com você?
Horiyoshi III:
 Os yakuza querem sempre o melhor; tudo tem que ser de primeira classe. O que eles vestem, os lugares que frequentam, as mulheres com quem andam e os carros que dirigem. Eles têm muito orgulho. E eles querem ter tatuagens bem feitas, então me procuram.

No Ocidente, quando pensamos em homens japoneses com o corpo coberto de tatuagens, a primeira coisa que pensamos é na Yakuza.
O jeito como a cultura da tatuagem é ligada à Yakuza e ao mundo do crime tem muito a ver com o jornalismo. Quando eu era criança, os garotos liam sobre a Yakuza e achavam que eles eram más pessoas. Mas conheço esses caras pessoalmente. Eles fazem muitas coisas boas pela comunidade. Quando o terremoto aconteceu, eles responderam mais rápido que o governo. Todo mundo teve que sair de suas casas, e foi a Yakuza que garantiu que ninguém fosse roubado.

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Li que criminosos muitas vezes eram punidos com tatuagens no período Edo.
No período Edo, criminosos recebiam o símbolo Tokigawa na nuca para evitar a pena de morte. Mas aí os oficiais simplesmente arrancavam a pele deles antes de executá-los. Se você tatua o símbolo de uma família é um crime muito sério, quase tão ruim quando tatuar um símbolo de samurai da primeira geração.

No Japão, esses símbolos têm conotações profundas. Criminalidade não nos interessa. Nem intimidação plástica. Não fazemos tatuagens para mostrar masculinidade. Muitos dos nossos desenhos contêm uma cena de uma história. Se você usa os símbolos de punição como uma tatuagem, não é legal porque significa que você foi preso por algo pequeno. No período Edo, se tivesse cometido um crime sério, você tinha a cabeça cortada. É estranho falar sobre o que é legal quando estamos falando de crime.

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Os yakuzas sentem que essas cenas da mitologia japonesa expressam quem eles realmente são, fora dos estereótipos alimentados por propaganda?
Se a Yakuza quisesse usar tatuagens para mostrar ao público que são uma gangue, eles simplesmente teriam tatuagens visíveis e diriam que são yakuzas. Mas eles não são idiotas. Não acho que eles fazem suas tatuagens com sua aliança à Yakuza em mente. Às vezes, as pessoas se referem a Yakuza com a palavra ninkyō, que na verdade significa “ajudar pessoas abaixo de você”. A Yakuza tenta ajudar pessoas, e [a tatuagem] é tradicionalmente sobre isso. As tatuagens são para mostrar que eles têm a força para ajudar os fracos. Mas não precisam tornar isso público.

Você já se recusou a fazer uma tatuagem?
Sim, nunca tatuo acima do pescoço ou as mãos. Acredito que a beleza está no que você não pode ver. O que é belo é diferente para cada pessoa. Pode ter a ver com as profundezas da sua história pessoal e cultural. A estética japonesa é muito única em comparação com o Ocidente. Se você pensa sobre o seppuku(ritual de suicídio japonês), temos uma qualidade estética para o suicídio e a morte. É preciso, simples, frágil, ousado e com peso. Cerimônia do chá, arranjos florais, espadas samurais — tem um estilo muito consciente em jogo.

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Por que você acha que é importante esconder suas tatuagens?
A cultura das tatuagens no Japão ainda é tabu, mas por isso a cultura é tão bela. Vaga-lumes só podem ser visto à noite porque sua beleza só é vista no escuro. Eles não podem ser apreciados na luz do dia. Quando algo se torna moda, não é mais fascinante. Na cultura ocidental, tatuagem pode ser moda ou tendência, mas no Japão apreciamos tatuagens que você não pode ver e é por isso que as achamos belas. A cultura japonesa é sobre estar nas sombras.

“Na cultura ocidental, tatuagem pode ser moda ou tendência, mas no Japão apreciamos tatuagens que você não pode ver e é por isso que as achamos belas. A cultura japonesa é sobre estar nas sombras.”

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As igrejas ocidentais são iluminadas e opulentas, mas nosso templos são silenciosos e escuros. Na cultura japonesa, retratamos a luz explorando as sombras. A sombra dos budas é mais importantes que o rosto das esculturas. As pessoas se tatuam aqui sabendo que não vão mostrá-las o tempo todo, e é por isso que levamos as tatuagens a sério. Nossa cultura espiritual é diferente da de outros países, porque quando mostramos nossas tatuagens, isso toma a forma de uma luz misteriosa que está escondida. Por isso é fascinante.

Acho essa ideia de ser atraído pela escuridão muito interessante.
É da natureza humana ser atraído para lugares escuros. Mesmo à noite quando a lua está cheia, parecemos atraídos pela superstição do escuro. É a natureza humana. As pessoas são muito boas em usar as sombras para tirar sentido da luz. Talvez, na cultura ocidental, eles comecem com a luz e tentem entender suas sombras. No Japão, para entender o que a luz representa, exploramos as tradições das sombras.

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Na nossa cultura, temos uma forma de teatro musical chamado Noh; isso vem de antes da eletricidade no Japão. As pessoas faziam fogueiras e atuavam ao redor do fogo. Não é como um holofote porque você não pode ver a ação perfeitamente, mas os figurinos refletem as chamas. As roupas dos atores eram costuradas com fios de ouro e prata. Se a cena fosse iluminada perfeitamente, você poderia ver o fio dourados, mas o drama da luz refletida ganha vida no escuro.

Os arquitetos japoneses estão sempre pensando nas sombras e na posição da luz do sol. A posição das janelas é muito importante nas casas japonesas.

Shige me disse para visitar os jardins Sankeien, parecia mais arte que arquitetura.
Sim, os arquitetos calculavam cada mês do ano, assim podiam pintar a paisagem usando sombras, luz e as estações. Não é só com tatuagens. Mesmo quando você olha o oceano e vê o reflexo da lua nas ondas, parece misterioso e lindo, mas quando você vai à praia durante o dia o mar é brilhante, mas não transmite mistério.

Por que você se recusa a ser chamado de artista?
Não vou negar. Sou um artesão e se as pessoas querem chamar isso de arte isso é assunto delas. Sou um artesão. Tem uma escultura famosa chamada gato dormindo — nemuri neko . Eles chamam isso de uma grande obra de arte, mas não sei se o escultor queria que fosse arte. Ele era um artesão; tenho certeza que ele nunca disse que era um artista.

As pessoas sempre me perguntam o que eu acho que é arte. Não sei onde a fica a fronteira para arte padrão. Nos pergaminhos tradicionais japoneses, a forma de arte definitiva para o meio é quando não há pintura no pergaminho. Há beleza no espaço e o espectador deve imaginar o que é arte.

Considerando arte moderna, se alguém coloca pedras que achou na calçada numa galeria, isso é considerado arte. Castelos, espadas, cerâmica — é tudo arte. Onde estão as fronteiras? Acho pessoalmente que a cerimônia do chá japonesa é arte. Não sei mais o que é arte. Isso depende de quem escolhe? Quem tem valor hoje em dia? O que tem valor?

(Via Vice)

12 faculdades brasileiras ridiculamentes bonitas

Por Flora Paul

1. Universidade Federal de Viçosa.
Universidade Federal de Viçosa.

Com tradição na área de ciência agrárias, a origem da faculdade mineira é de 1922, quando nasceu como Escola Superior de Agricultura e Veterinária.

2. Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.

A UFRRJ tem três campi e o de Seropédica, com cursos como engenharia e arquitetura, é de encher os olhos.

3. Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo.
Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo.

A faculdade fica dentro de um parque com quase 2.000 metros quadrados na Avenida Dr. Arnaldo, em São Paulo.

4. Universidade de Brasília.
Universidade de Brasília.

A UNB leva a assinatura do arquiteto Oscar Niemeyer e foi fundada em 1962.

5. Fundação Armando Alvares Penteado.
Fundação Armando Alvares Penteado.

A FAAP conta com museu e teatro abertos ao público e fica no bairro de Higienópolis, em São Paulo.

6. Universidade Federal do Paraná.
Universidade Federal do Paraná.

Fundada em 1912, é considerada uma das universidades mais antigas do Brasil.

7. Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo.
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Pau

A ideia do arquiteto João Batista Vilanova Artigas ao projetar o prédio na Cidade Universitária era que, dentro da faculdade, a pessoa não soubesse ao certo em que andar está.

8. Universidade Católica de Petrópolis.
Universidade Católica de Petrópolis.

A UCP tem cinco campi na cidade e na construção com o relógio de flores funciona a Fundação Dom Cintra.

9. Universidade Presbiteriana Mackenzie de São Paulo.
Universidade Presbiteriana Mackenzie de São Paulo.

O primeiro campus de tijolinhos é no centro da capital paulista, mas a universidade também tem unidades em Alphaville e Campinas, interior do estado, e no Rio de Janeiro.

10. Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo.
Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo.

A faculdade funciona em um antigo convento no Largo de São Francisco, no centro da cidade, desde o ano de sua fundação, em 1827.

11. Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Criada em 1958, fica em Natal e vai dizer que não tem um clima meio “Game of Thrones”?

12. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz.
Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz.

A faculdade localizada em Piracicaba, no interior de São Paulo, foi tombada como Patrimônio Público Estadual.

(Via Buzzfeed)

Um guia sexual do século XVIII

Por Janara Lopes 

I Modi (As Formas) é um livro de gravuras retratando dezesseis posições sexuais.

Publicado pelo artista e entalhador Marcantonio Raimondi Raimondi em 1524, suas ilustrações explícitas com base em uma série de pinturas eróticas de Giulio Romano foram muito divulgadas na época, levando inclusive à primeira acusação de pornografia pela Igreja Católica. Raimondi foi preso pelo Papa Clemente VII e todas as cópias do livro foram destruídas.

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E tem mais. O poeta satírico Pietro Aretinoao ouvir falar do livro e queria ver pinturas originais de Romano, que inspiraram as gravuras. Curiosamente, Romano não foi processado pelo Papa com suas pinturas, já que elas não haviam sido feitas para consumo público.O poeta escreve uma série de sonetos eróticos para acompanhar as pinturas e cria uma campanha de sucesso para que Raimondi fosse libertado da prisão. Em 1527, uma segunda edição de I Modi foi publicada com sonetos de Aretino. Mais uma vez o Papa proibiu o livro e todas as cópias foram destruídas. Somente alguns pequenos fragmentos do foram salvos pelo Museu Britânico.

(Via IdeiaFixa)

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Este curta-metragem sci-fi foi gerado aleatoriamente por um computador

Por Natasha Romanzotie

O vídeo abaixo, um curta-metragem de ficção científica chamado “Fraktaal”, mostra o que parecem ser mundos alienígenas.

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Como a animação possui muitos detalhes complexos e intrincados, é fácil imaginar que quem quer que seja que criou este curta provavelmente passou muitas semanas debruçado sobre o projeto.

Mas não foi assim. O artista Julius Horsthuis inventou e animou “Fraktaal” usando um software 3D.

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O autonomeado “animador preguiçoso” se baseou em padrões matemáticos complicados para gerar automaticamente as cidades aliens visitadas em seu curta.

Julius já usou fractais em animações antes, mas, neste filme em particular, é fácil esquecer que estamos na verdade observando os resultados de algoritmos cuspindo dados aleatórios.

Quando será que um sucesso de Hollywood ficará a um clique de mouse? [Sploid]

(Via  Hype Science)

Arquitetura em um stop motion de uma foto só

Por Leonardo Amaral

É possível fazer uma animação inteira em stop motion usando uma única fotografia? Ah, pra complicar: Sem nenhuma alteração nela ou em seus elementos.

Pois foi isso que o animador Ismael Sanz-Pena fez em seu experimento/estudo arquitetônico Persistence of Vision III.

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Toda a animação é baseada em uma única foto da entrada da Catedral de Nidarosem Trondheim, Noruega.

Detalhes arquitetônicos, a postura de cada estátua, a forma como a luz do sol projeta sombras e até mesmo manchas do tempo nas próprias pedras inspiram uma sensação de energia e movimento incrível.

A agitada trilha sonora são gravações de cantos e tambores da Libéria, país do noroeste da África que, curiosamente, não tem nada a ver com a Noruega mas coloca toda a catedral para dançar diante dos nossos olhos.

(Via Up Date Or Die)

A Niobium e-Bike é uma bicicleta elétrica criada pelo Elon Musk brasileiro

Por Alessandro Junior

Temos um candidato a Elon Musk brasileiro, pelo menos no que diz respeito à mobilidade urbana. O ex-piloto de Fórmula 1 Lucas di Grassi pretende “revolucionar a mobilidade no mundo” com sua nova empreitada: a empresa EDG e sua Niobium e-Bike, uma bicicleta elétrica com autonomia de 100 quilômetros.

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A bicicleta é fruto de uma parceria entre a EDG, a Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM) e a Eletric Dreams. As empresas decidiram usar o aço-nióbio na fabricação do quadro, por ser um material mais resistente e leve do que o aço tradicional, e por isso o nome excêntrico. A bike pesa só 15 quilos e tem um motor de 700 W, que consegue atingir 50 km/h. Toda essa velocidade, no entanto, não poderá ser aproveitada o tempo todo: a legislação brasileira permite velocidade máxima de 25 km/h. Por isso, o próprio software embarcado na bike realizará essa restrição.

Falando em software, a bike permanece conectada com um smartphone Android ou iOS via Bluetooth, que faz a comunicação com um app específico. Neste aplicativo, é possível checar a carga de bateria restante, em que velocidade você está, a velocidade do pedal, além de realizar um registro de falhas no sistema. Você também poderá optar entre três modos: sem auxílio elétrico, com auxílio de 100 W ou de 350 W.

Em uma versão futura do app, haverá um GPS, no qual a aplicação também fará o travamento geográfico da bike para o caso de algum furto e a bike ultrapassar certo perímetro pré-estabelecido pelo usuário. Sabendo que tudo isso pode ser um pote de ouro na era de dados valiosos, questionamos a política de privacidade da EDG, e a assessoria de imprensa da companhia se limitou a dizer que “o principal objetivo é velar pela segurança e privacidade dos dados do usuário”. Não ficou claro se a empresa compartilhará os registros de cada usuário com terceiros, nem qual empresa desenvolverá o mapa.

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A bateria é de íons de lítio e tem tecnologia automotiva e carregamento rápido com um cabo USB-C. A EDG promete que, em uma hora, será possível realizar uma carga para mais 25 quilômetros de autonomia. Di Grassi aproveitou uma tecnologia conhecida na Fórmula 1 pra dar uma mãozinha na eficiência energética: o freio dianteiro Kers converte a força extra para realimentar a bateria, e o freio traseiro é magnético, capaz de fazer o controle de velocidade mesmo em descida.

O criador da bike diz que cada carga dos 100 quilômetros custará R$ 0,20. “É o menor custo por quilômetro rodado, o que é 167 vezes mais eficiente do que um automóvel leve”, explica. A ideia ambiciosa de revolucionar a mobilidade não para na bicicleta em si: o modelo de negócios da EDG é bem diferente. Em vez de comprar o produto, será possível fazer um plano de assinatura mensal; uma espécie de Netflix da mobilidade, explica a assessoria.

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O preço desse aluguel? R$ 190 por mês, mesmo valor mensal do Bilhete Único da cidade de São Paulo (sem integração entre ônibus e trilhos). Quem não curtir a ideia poderá comprar, mas ainda não há um preço definido. A companhia afirma que a bike deve sair no mercado “abaixo dos R$ 10 mil”, mas o custo final vai depender da quantidade de impostos que incidirem sobre o produto. A intenção é produzir a bicicleta em São Paulo, mas a alíquota de IPI para bicicletas elétricas é a mais alta entre todas as categorias. A bike está em pré-venda e o envio deve começar no início de 2018.

As ideias de Di Grassi, que parece um cara bem preocupado com sustentabilidade, vão além. Ele quer utilizar as baterias de segunda vida de suas bikes elétricas para alimentar um contêiner com painel solar, que funcionaria como as estações de bicicletas que existem nas cidades, como as do Itaú que ficam espalhadas por São Paulo. Outro objetivo da EDG é lançar uma versão da Niobium e-Bike para transporte de carga.

Basicamente, Di Grassi quer ser o Elon Musk do Brasil. Com bikes.

(Via Gizmodo)

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11 imagens que provam que a vida das pessoas que você segue no Instagram não é nada daquilo que você imaginava

Por Karen Batista

Todo mundo que tem o aplicativo Instagram sabe, que o estilo de vida ostentado pela grande maioria dos usuários é praticamente surreal.

Tantas são as fotos de corpos maravilhosos, viagens perfeitas, comidas saborosas e momentos mágicos, que é comum a gente se questionar sobre o porquê de não poder ter as mesmas condições e sorte das demais pessoas do app.

Por outro lado, é preciso realmente refletir, e é por isso que hoje aqui na Fatos nos trouxemos essa polêmica galeria, que te fará pensar um pouquinho melhor sobre o significado da vida e a aparência nas redes sociais, e aquilo que realmente importa e nos torna pessoas felizes. Confira!

1- Aquela pose incrível de Yoga
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2- A tarde tranquila de esportes
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3- O dia lindo em uma praia deserta
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4- Aquele cantinho super criativo, bonito e organizado da casa…
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5- O quarto dos sonhos
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6- Aquele almoço de cinema
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7- A tranquilidade e vida perfeita que todos querem ter
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8- O café da manhã da novela
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9- Aquela foto que você vê e imediatamente deseja
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10- Porque só você não tem tempo e dinheiro para viver a vida perfeita
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11- Você sempre imaginou que fosse diferente, certo?
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E então queridos leitores, qual foi a sensação que ficou depois dessa série de fotos?

(Via Fatos Desconhecidos)