Um café totalmente decorado com néons

Por Avai Nunes

Se você está procurando um café original e acolhedor em Londres, faça uma visita ao God’s Junkyard , um bar totalmente decorado com luzes de neon. Para os amantes de atmosferas silenciosas e ligeiramente kitsch, este lugar promete uma experiência incomum. Os proprietários, Chris e Linda Bracey, são colecionadores ferozes, tendo inclusive conseguido encontrar o neon de filmes de culto como Eyes Wide Shut, O Cavaleiro das Trevas ou Charlie e a fábrica de chocolate. Quarenta anos de coleta para tornar esse lugar literalmente deslumbrante.

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(via Fubiz)

LoveSync: aparelho avisa ao parceiro quando você quer fazer sexo

Por Fernando Sousa

Dispositivo fez sucesso no Kickstarter e bateu a meta de arrecadação

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LoveSync é um dispositivo para “facilitar” o convite ao parceiro ou parceira na hora do sexo. Segundo a fabricante, o aparelho deve aumentar a atividade sexual, já que evita abordagens e rejeições constrangedoras. O modelo tem dois botões, sendo cada um deles exclusivo a uma das pessoas. A ideia é apertar o seu botão e esperar que a outra pessoa também aperte dentro de um certo período.

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O gadget bateu a meta de financiamento coletivo no Kickstarter e está disponível por a partir de US$ 50 (cerca de R$ 186, em conversão direta, sem impostos). O envio tem previsão para agosto de 2019, e o frete para o Brasil é gratuito.

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Para utilizar o LoveSync, o usuário que está disposto à prática sexual deve pressionar seu dispositivo de acordo com um tempo determinado. Tocar o botão uma vez indica ao parceiro ou parceira que você terá disposição pelos próximos 15 minutos. Dois toques indicam até duas horas para que a outra pessoa responda, e assim por diante. Tocar cinco vezes é um indicativo de que a disposição é para qualquer hora do dia. Para cancelar, basta pressionar o botão por alguns segundos, o que desativa a sincronização.

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Embora pareça uma ideia muito simples, os desenvolvedores do LoveSync realizaram uma pesquisa com mais de 130 casais de várias partes do mundo para saber se o dispositivo seria útil. Mais da metade dos entrevistados alegou que um sistema para indicar a vontade da outra pessoa seria útil, o que levou à continuidade do projeto.

(via TechTudo)

Essa pessoa não existe: site exibe rostos perfeitos gerados por inteligência artificial

Por Natasha Romanzoti 

Exemplos de rostos falsos gerados pela IA
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Se você ainda não está familiarizado com a capacidade da inteligência artificial de gerar rostos falsos, acesse o site ThisPersonDoesNotExist.com.

Como o nome em inglês sugere, a página mostra rostos de pessoas que não existem, muitas vezes perfeitos.

Cada vez que você atualiza o site, a rede neural gera uma nova imagem facial do zero.

Tecnologia

O site é uma criação de Philip Wang, engenheiro de software da companhia Uber.

A estrutura de inteligência artificial que alimenta o site foi originalmente inventada por um pesquisador chamado Ian Goodfellow.

Essa estrutura, por sua vez, utiliza o algoritmo de uma pesquisa lançada no ano passado pela empresa Nvidia para criar um fluxo interminável de retratos falsos.

O programa é treinado com um enorme conjunto de imagens reais e, em seguida, se aproveita de um tipo de rede neural conhecida como rede generativa antagônica (do inglês “generative adversarial network” ou GAN) para fabricar novos exemplos.

Potencialidades

Até agora, o algoritmo da Nvidia, chamado StyleGAN, provou ser incrivelmente flexível.

Embora esta versão do modelo seja treinada para gerar rostos humanos, pode, em teoria, imitar outras fontes, como personagens de anime e grafites.

Isso indica que existem aplicações criativas óbvias para essa tecnologia. Programas como este poderiam criar infinitos mundos virtuais, assim como ajudar designers e ilustradores.

Não há como negar que também existem desvantagens, no entanto. A tecnologia GAN, por exemplo, pode ser usada para sintetizar rostos de pessoas em vídeos-alvo, muitas vezes para criar pornografia não consensual.

A discussão começa aqui

A capacidade de manipular e gerar imagens realistas em grande escala pode ter um efeito enorme sobre como as sociedades modernas pensam em tópicos como evidências e confiança.

Por exemplo, esse software pode ser extremamente útil para criar propaganda política e campanhas de influência.

Em outras palavras, ThisPersonDoesNotExist.com é apenas uma introdução a essa nova tecnologia; suas terríveis consequências vêm depois. [TheVerge]

(via HypeScience)

A resposta inédita a uma rejeição: “Paga-me a bebida que te ofereci’’

Por Rita Espassandim 

Filha revela mensagem que a mãe recebeu após rejeitar um homem depois de um encontro. A resposta tornou-se viral.

Ser dispensado não é uma boa sensação para ninguém, mas a verdade é que há pessoas que lidam melhor com o assunto do que outras. Este homem claramente não soube ser rejeitado — e a mensagem que enviou tornou-se viral. A história foi partilhada por Sophie, filha de Angela Doyle, uma mulher que vive em Norwich, no Reino Unido. No início desta semana, a mãe teve um primeiro encontro com um homem.

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As coisas não correram bem — pelo menos para Angela, que sentiu que não havia atração física entre os dois. Sem vontade de ir num segundo encontro, enviou-lhe uma mensagem a explicar o que sentia e a desejar-lhe sorte. A resposta deixou-a sem palavras.

“Ó querida. É muito dispendioso enquanto homem estar sempre a ser rejeitado. Por favor, sê gentil e envia-me para a conta 4,95 [5,63€] para pagar a tua bebida”.

O tweet de Sophie tornou-se viral, com mais de quatro mil retweets e 40 mil likes. Algumas pessoas ficaram chocadas com o incidente, e responderam com histórias semelhantes.

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“Quando me separei do meu namorado, aos 17 anos, a mãe ligou para a minha mãe e pediu 415€ para cobrir as refeições que eu tive em sua casa no ano passado!”, contou uma utilizadora. No entanto, houve também quem concordasse com o homem rejeitado, respondendo: “Opinião impopular: o homem está certo. Se não deu em nada, ele tem direito a ter o seu dinheiro de volta. Teria feito o mesmo.”

Outro utilizador mostrou-se curioso para saber onde é que era possível beber um gin tónico por 6€ nos dias de hoje.

(via MAGG)

Bibliomotocarro. Biblioteca ambulante percorre as pequenas vilas de Itália

Por Rita Espassandim

Um professor reformado quis garantir que ninguém ficava sem nada para ler. “Sem um livro, muitas vezes a criança está sozinha”, disse.

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Antonio La Cava, um professor primário reformado, não quis abandonar a missão de educar. E foi com esse objetivo em mente que o italiano transformou a sua pequena carrinha de três rodas numa biblioteca móvel.Com o Bibliomotocarro, nome dada ao veículo, o professor tenta alcançar o maior número de crianças, distribuindo livros pelas aldeias mais remotas de Itália. A ideia é que nenhuma criança fique sem ler.

A história, relatada pela BBC, conta que La Cava viaja por aldeias como San Paolo Albanese, com apenas duas crianças em idade escolar primária. “Sem um livro, muitas vezes a criança está sozinha”, disse Antonio La Cava.

“Eu estava muito preocupado em envelhecer num país de não-leitores”, confessou o professor que acredita que é importante espalhar a alegria da literatura ao maior número possível de crianças.

La Cava espera que o seu projeto passe a mensagem de que a cultura é feita por e para todos, não apenas para poucos e privilegiados.

(via MAGG)

10 museus que serão inaugurados ao redor do mundo em 2019

Por Ansa

Museu do Cinema da Academia do Oscar, Museu Egípcio, Museu Nacional da Música Afro-Americana e mais.

Arte, música, história e gastronomia serão celebradas em todas as suas formas em museus e centros culturais previstos para serem inaugurados em todo o mundo em 2019. A editora de guias de viagem Lonely Planet preparou uma lista com as 10 aberturas mais esperadas.

1. Los Angeles
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A cidade americana ganhará o Museu do Cinema da Academia do Oscar, onde passado, presente e futuro se cruzarão em mostras focadas na história da produção cinematográfica e no impacto social e cultural da sétima arte.

2. Nova York
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Manhattan terá um avançado centro multimídia para música, dança, teatro e artes visuais chamado The Shed. O espaço contará com duas galerias, um teatro de 500 lugares e uma sala de shows de 5 mil metros quadrados, com o objetivo de desenvolver trabalhos artísticos de todas as disciplinas.

3. Gizé
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A terceira maior cidade do Egito abrirá o Museu Egípcio, destinado a se tornar o maior centro cultural arqueológico do mundo. A obra, realizada perto das pirâmides e da esfinge, está em sua fase final, e a abertura total do complexo está prevista para o ano que vem. Entretanto uma sala já será visitável em 2019, incluindo a colossal estátua do faraó Ramsés II, de 3200 a.C.

4. Catar
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A cidade de Doha reabrirá, em 28 de março, o Museu Nacional, rico em obras do patrimônio artístico e tradicional da península arábica e reestruturado pelo arquiteto francês Jean Nouvel, com grandes perspectivas inspiradas no deserto.

5. Girona
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O famoso chef Ferran Adrià abrirá um laboratório de pesquisa e um espaço expositivo gastronômico na cidade espanhola, no mesmo lugar onde funcionava seu lendário El Bulli, considerado o melhor restaurante do mundo antes de ser fechado, em 2011. O laboratório, que se chamará El Bulli 1846, abrirá suas portas entre junho e outubro e se concentrará em novos experimentos gastronômicos, eventos artísticos e cursos de alta cozinha.

6. Nashville
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Até o fim de 2019, a cidade americana receberá o Museu Nacional da Música Afro-Americana, destinado a “preservar a herança dos muitos gêneros musicais criados, influenciados e inspirados” pelos negros. Gospel, blues, jazz e rap dominarão as salas e os espaços interativos do centro cultural.

7. Nova York
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O novo museu da Estátua da Liberdade exibirá a tocha original do monumento, que foi substituída em 1984. O local será aberto em Liberty Island, para contar aos estrangeiros e visitantes a história da estátua e seu papel na liberdade.

8. Hong Kong
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O primeiro pavilhão do Museu M+ foi aberto em 2016, mas somente neste ano será possível visitar todas as suas instalações, que ocupam uma área de 60 mil metros quadrados dedicados ao cinema, à arte e ao design dos séculos 20 e 21.

9. China
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A cidade litorânea de Qinhuangdao ganhará o Museu da Arte das Dunas, que faz parte de um projeto cultural do Ullens Center for Contemporary Arts (UCCA), uma instituição independente que se empenha em promover a arte contemporânea em todas as suas formas. O museu foi aberto em dezembro do ano passado e hospeda 10 galerias interconectadas, em meio a dunas e obras de areia. A novidade de 2019 é que o centro será ligado, através de uma passarela acessível na maré baixa, ao Museu da Arte do Mar.

10. Dallas
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A cidade americana hospedará o Museu do Holocausto e dos Genocídios. Construído no bairro West End, o centro abrirá em setembro e oferecerá uma documentação profunda sobre o Holocausto, além de testemunhos em vídeo e mostras de alta tecnologia sobre os genocídios do presente.

(via Huffpost)

Os dias de calor acabaram: conheça o ar-condicionado pessoal

Por Rafael Battaglia

O dispositivo, que parece um relógio, foi desenvolvido no MIT e engana o nosso cérebro, fazendo aumentar ou diminuir a sensação térmica em até 3ºC

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Não dá para tomar sorvete o dia todo ou ter um escritório na praia, mas talvez a salvação para driblar esse calor esteja numa novidade em exibição na CES 2019, a maior feira de tecnologia do mundo, em Las Vegas: uma espécie de ar-condicionado pessoal.

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O aparelho, chamado Embr Wave e que mais parece um relógio, promete “hackear” o nosso sistema nervoso e alterar a sensação térmica da pele. Utilizando o aplicativo da marca, a Embr Labs, é possível regulá-lo para emitir ondas “quentes” ou “frias”. De acordo com a empresa e com testes feitos por universidades americanas, o Embr Wave consegue aumentar (ou diminuir) a sensação térmica em até 3 graus Celsius.

Para entender como o aparelho funciona, é preciso compreender como o nosso corpo responde a mudanças de temperatura. A sensação de frio ou de calor não quer dizer que o interior do nosso corpo está resfriando ou superaquecendo, mas sim que os termorreceptores da pele perceberam que o clima no ambiente mudou.

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Esses receptores, então, enviam uma mensagem para a parte do cérebro que cuida da nossa termorregulação, fazendo com que a gente queria colocar um casaco – ou entrar numa piscina. O Embr Wave, na verdade, prega uma peça: ao modificar a temperatura na pele sensível do pulso, ele modifica a sensação térmica que estamos sentindo.

A bateria de lítio suporta de 25 a 50 usos antes de precisar ser recarregada. E o Embr Wave pode ser a saída para quem vive brigando pela temperatura do ar-condicionado no escritório, pois há ainda um modo mais duradouro, de meia hora. O plano futuro é desenvolver uma modalidade que facilite o usuário a pegar no sono.

Projeto da faculdade

A ideia para o wearable (aquelas tecnologias que você pode vestir) veio de três estudantes do MIT em 2013. No ano seguinte, o projeto foi incorporado à universidade e ganhou um prêmio por inovação. Em 2017, a empresa já contava com investidores e tentou a sorte no Kickstarter, um site de financiamento coletivo.

A vaquinha deu resultado e eles arrecadaram mais de US$ 600 mil. Detalhe: a meta era de apenas US$100 mil. O objetivo dos estudantes era criar um aparelho que ajudasse na diminuição do consumo de energia. Nos Estados Unidos, controlar a temperatura em ambientes fechados representa 16,5% do consumo de energia.

Por enquanto, o produto está à venda apenas nos EUA e no Canadá, pelo preço salgado de US$299 (R$ 1.100). Se ele funciona de fato, só testado. Mas com um calor desses, qualquer tentativa é válida.

(via Super)

Os “gigantes da Internet” de 1998 a 2018

Por Shifter 

Em 1998, os sites mais populares eram basicamente agregadores de notícias e portais de pesquisa; hoje verifica-se uma complexidade de serviços, sub-marcas e de dispositivos.

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Que a internet mudou muito desde 1998 pode parecer senso comum, e é. Mas olhando para o infográfico construído pela equipa da Visual Capitalist ficamos com uma perspectiva geral dessa evolução do ponto de vista empresarial: na verdade, as tecnológicas, os serviços e as plataformas mais usadas há duas décadas são bem diferentes das mais populares há uma década e atualmente. Se não, vejamos:

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Se em 1998 a Amazon surgia em 16º lugar, aparece agora em 5º. Acima desta, está a Microsoft, que ao longo do tempo foi “absorvendo” plataformas como o Hotmail ou o MSN. Em 3º encontramos atualmente a Oath, que resultou de uma junção entre a AOL e a Yahoo, em 1998 as duas primeiras posições. Os lugares cimeiros são hoje ocupados, sem surpresas, pela Google e pelo Facebook.

Em duas décadas não houve apenas uniões e separações que tornaram mais poderosas ou menos determinadas empresas; houve plataformas que desapareceram e outras que surgiram. Lembras-te do GeoCities ou do Nestcape em 1998? E a Apple, a Disney, o PayPal ou o Twitter que há uma ou duas décadas eram irrelevantes no mundo online?

Conforme nota o Visual Capitalist, a internet mudou muito. Em 1998, os sites mais populares eram basicamente agregadores de notícias e portais de pesquisa; hoje verifica-se uma complexidade de serviços, sub-marcas e de dispositivos. O Facebook, por exemplo, é não só o Facebook, mas também o Instagram e o WhatsApp; a Google é o Gmail, o YouTube, o Google Photos e um universo ainda mais vasto de propriedades.

De notar que o infográfico usa dados de visitantes/visitas da ComScore e, por isso, centra-se mais no mercado dos EUA; mas, como sabemos, a internet é dominada por companhias norte-americanas.

(via Shifter)

‘Morte e vida Severina em desenho animado’, baseado na obra de João Cabral de Melo Neto

Por Revista Prosa Verso e Arte 

 “Antes de sair de casa
aprendi a ladainha
das vilas que vou passar
na minha longa descida.
Sei que há muitas vilas grandes,
cidades que elas são ditas;
sei que há simples arruados,
sei que há vilas pequeninas,
todas formando um rosário
cujas contas fossem vilas,
todas formando um rosário
de que a estrada fosse a linha.
Devo rezar tal rosário
até o mar onde termina,
saltando de conta em conta,
passando de vila em vila.”
– João Cabral de Melo Neto, trecho “Morte e Vida Severina”. (1967)

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Morte e Vida Severina em Desenho Animado é uma versão audiovisual da obra prima de João Cabral de Melo Neto, adaptada para os quadrinhos pelo cartunista Miguel Falcão. Preservando o texto original, a animação 3D dá vida e movimento aos personagens deste auto de natal pernambucano, publicado originalmente em 1956.

Em preto e branco, fiel à aspereza do texto e aos traços dos quadrinhos, a animação narra a dura caminhada de Severino, um retirante nordestino, que migra do sertão para o litoral pernambucano em busca de uma vida melhor.

Assista aqui:

Filme: Morte e Vida Severina em Desenho Animado (Original)
Sinopse: Morte e Vida Severina mostra a saga de um retirante nordestino que, como tantos brasileiros, viaja do sertão ao litoral em busca de melhores condições de vida. A história de Severino, contada por meio de versos na obra-prima de João Cabral de Melo Neto, foi adaptada para os quadrinhos pelo cartunista Miguel Falcão e é retratada nesta animação 3D. O desenho animado preserva o texto original e, fiel à aspereza do texto e aos traços dos quadrinhos, dá vida aos personagens do auto de natal pernambucano que foi publicado em 1956.

Ficha técnica
Ano de produção: 2010
Duração: 52 min.
País: Brasil
Direção: Afonso Serpa
Ilustrações/HQ: Miguel Falcão
Adaptação: obra homônima de João Cabral
Voz: Gero Camilo
Trilha sonora: Lucas Santtana
Produção: TV Escola / OZI / FUNDAJ – Fundação Joaquim Nabuco
Público-alvo: Aluno
Faixa etária: 16-18
Área temática: Diversidade Cultural, Geografia, Literatura

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Morte e Vida Severina (em desenho animado)

“…E não há melhor resposta
que o espetáculo da vida:
vê-la desfiar seu fio,
que também se chama vida,
ver a fábrica que ela mesma,
teimosamente, se fabrica,
vê-la brotar como há pouco
em nova vida explodida;
mesmo quando é assim pequena
a explosão, como a ocorrida;
mesmo quando é uma explosão
como a de há pouco, franzina;
mesmo quando é a explosão
de uma vida severina.”
– João Cabral de Melo Neto, trecho “Morte e Vida Severina”. (1967)

(via Prosa, Verso e Arte)

Banana, café, mandioca: onde são cultivados vegetais e grãos no Brasil

Por Rodolfo Almeida e Gabriel Zanlorenssi 

A partir de dados do IBGE, estes mapas mostram onde estão 40 tipos de plantações agrícolas em solo brasileiro

Os seguintes mapas utilizam dados do IBGE demonstrando a localização de cultivos de 40 tipos diferentes de vegetais em 2015. Cada ponto é uma área de cultivo e o tamanho dos círculos é relativo ao total de toneladas do produto produzido naquele ano. Cada mapa segue sua própria escala.

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(via Nexo)