Goiana é a primeira modelo brasileira protagonista de um filme da Netflix nos EUA

Por Olho Comunicação

Larissa Andrade estrela ficção científica dirigida por Jeremiah Jones, que deve ser lançada ainda neste semestre na plataforma de streaming

Gravações do filme Alien Warfare (crédito - divulgação) (1)

A modelo e atriz goianiense Larissa Andrade, que mora nos Estados Unidos atualmente, será a protagonista de “Alien Warfare”, um filme de ficção científica dirigido por Jeremiah Jones. Ela é a primeira modelo brasileira a estrelar uma produção desse tipo na Netflix dos Estados Unidos. O filme, que já teve as gravações encerradas e se encontra na fase de pós-produção, está previsto para ser lançado ainda no primeiro semestre de 2019.

Larissa Andrade (crédito - Leor Casson) (1)

A goiana destaca o espaço que vários brasileiros vêm conquistando nessa área, ao longo dos últimos anos, nos Estados Unidos. “Tenho muito orgulho dos brasileiros que estão abrindo espaço em Hollywood, como Rodrigo Santoro, Wagner Moura, Alice Braga e José Padilha”, declara. Ela também comemora a oportunidade de protagonizar uma produção desse porte.

Alien Warfare (crédito - divulgação)

“Esse filme representa um marco na minha vida, porque eu batalhei muito para começar essa nova carreira”, vibra. Larissa Andrade é modelo desde os 15 anos e já fez diversos trabalhos, incluindo campanhas para grandes marcas e desfiles, em Hong Kong, Coreia do Sul, Tailândia, Itália, Espanha, Inglaterra, Israel e Estados Unidos. Além disso, já posou para o renomado fotógrafo estadunidense Terry Richardson.

Gravações do filme Alien Warfare (crédito - divulgação) (4)

Em 2013, ela começou a fazer cursos de atuação nos Estados Unidos, passando pelo Lee Strasberg Theatre and Film Institute, o Ivana Chubbuck Studio e o Stella Adler Studio of Acting. Seus trabalhos na área de atuação incluem vários comerciais, uma participação no programa de TV israelense “Hachaverim Shel Naor” e os curtas-metragens “Walk Away” e “Woman On Top”, gravados nos Estados Unidos, além do filme da Netflix.

Larissa Andrade (crédito - Diego Fuga) (1)

Larissa evidencia que, por ser modelo, já tinha experiência em interagir com a câmera e, depois de fazer alguns comerciais, decidiu estudar atuação. “Me apaixonei por essa área. Parece que era o que eu estava procurando profissionalmente há muito tempo”, ressalta, indicando também que pretende manter o foco em sua nova profissão.

Gravações do filme Alien Warfare (crédito - divulgação) (2)

Para participar de “Alien Warfare”, ela fez um teste e foi aprovada após algumas etapas. O processo de preparação para interpretar a personagem levou três meses e contou com exercícios de expressão corporal e vocal, além de ensaios para as cenas do filme. “Me preparei com treinadores particulares, pois meu tempo era curto e encontrar o sentimento para cada cena demanda muito estudo e dedicação”, conta.

 

Filme

O enredo de “Alien Warfare” é centrado em militares das Forças Especiais que combatem alienígenas. A personagem interpretada por Larissa Andrade é a cientista brasileira Isabella Ferreira. Na história, a pesquisadora está num centro de pesquisa protegido pelo governo, mas o local perde comunicação com o meio externo sem explicações.

Por conta disso, militares são enviados à área para descobrir o que aconteceu. Ao chegarem no local, eles encontram a cientista, porém não sabem quem ela é e isso gera uma desconfiança entre todos. A atriz goiana relata que, ao longo do filme, são explorados os mistérios a respeito do trabalho que era realizado naquele lugar.

“Esses militares vão até lá achando que é uma missão, mas depois percebem que é algo totalmente diferente. A minha personagem é a chave para desvendar esse mistério”, revela. No filme, Larissa contracena com David Meadows, Clayton Snyder, Scott Roe e Daniel Washington, entre outros atores. Ela afirma ter se sentido muito à vontade no set de filmagem e elogia o respeito e o carinho que recebeu dos atores e do diretor.

“A interação com eles foi muito legal, porque todo mundo se ajudou, foi bem cooperativo. E é por isso que eu gosto de atuar, porque você não atua sozinho. Você precisa do feedback do outro ator para desenvolver a sua cena”, destaca. Para ela, esse relacionamento criado com os colegas de cena a ajudaram muito para apesentar o seu melhor desempenho em “Alien Warfare”.

‘O Segredo de Davi’: Nicolas Prattes é serial killer impiedoso em trailer de terror nacional

Por Amauri Terto 

Sangrento, filme do diretor paulistano Diego Freitas estreia nos cinemas em 22 de novembro

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Mocinho na novela das 7 da TV Globo, O Tempo Não ParaNicolas Prattes será um impiedoso serial killer no filme O Segredo de Davi, cujo primeiro trailer foi divulgado nesta segunda-feira (22).

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Na trama, o ator dá vida ao protagonista Davi, um tímido estudante de cinema que é conduzido em uma jornada de crimes brutais após assassinar sua vizinha idosa, Maria (Neusa Maria Faro).

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Veja a prévia no player abaixo:

O longa marca a estreia do paulistano Diego Freitas na direção de um longa-metragem e chega às telonas embalado por títulos de terror nacional bem recebidos pela crítica, incluindo As Boas Maneiras e O Animal Cordial.

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Também responsável pelo roteiro do filme, Freitas foi premiado no Festival de Toronto em 2016 pelo curta-metragem Sal.

“O ‘Segredo de Davi’ está mais para um suspense psicológico, nos moldes de ‘Cisne Negro’. Não tem nenhum susto gratuito no filme. Não está aí o terror. O terror é acompanhar um menino com o impulso de matar. O filme é todo sob o ponto de vista dele, vemos sua jornada para se transformar em assassino. Basicamente queremos discutir como um monstro surge no mundo de hoje”, contou Freitas ao Yahoo Brasil.

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Além de Nicolas Prattes e Neusa Maria Faro, o elenco conta com os atores João Côrtes, Bianca Muller, Cris Vianna, Eucir de Souza e André Hendges.

O Segredo de Davi estreia nos cinemas no dia 22 de novembro.

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(via Huffpost Brasil)

 

Mestre japonês do erotismo é celebrado no ‘Festival de Cinema de Bundas’ de Paris

Por RFI

Há cinco anos os moradores da capital francesa se deleitam com um festival de cinema nada convencional. Assim que o verão começa e a temperatura sobe, corpos nus podem ganhar as telonas. Intitulado com o sugestivo nome de Festival de Cinema de Bundas (Festival du film de fesses), o evento, que começa nessa quinta-feira (28), já virou uma tradição em Paris, atraindo espectadores curiosos pelos filmes eróticos japoneses. Quem detalha a programação é o jornal francês Le Monde, em sua edição desta quarta-feira (27).

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Segundo Le Monde, a ideia nasceu de duas amantes da arte erótica: Anastasia Rachman e Maud Bambou. Durante quatro dias, os filmes selecionados estarão em cartaz em três salas do famoso bairro boêmio do Quartier Latin. “São títulos raros ou inéditos, que celebram a anatomia humana e a sexualidade em diferentes abordagens”, diz o periódico.

A edição desse ano é dedicada ao Japão, país onde erotismo e belas artes andam de mãos dadas, dos anos 60 aos dias de hoje. O” festival joga luz sobre a obra de Tatsumi Kumashiro (1927-1995), autor do extraordinário Belladona (1973), que terá uma mini retrospectiva de seu trabalho”, lembra o diário francês.

Antes relegados a raras exibições, os 35 filmes dirigidos por Kumashiro permanecem pouco conhecidos do grande público. Seis deles serão apresentados durante o evento na capital francesa.

No início dos anos 1970, a prestigiosa produtora de filmes japonesa Nikkatsu enfrentava dificuldades frente à concorrência da televisão. A saída foi lançar uma série de títulos eróticos que a salvariam da falência. “Kumashiro foi um dos nomes que despontaram nesse movimento, mesmo após o fracasso de seu primeiro longa-metragem Front Row Life. A partir de 1972 ele lança doze filmes. Filmagens à distância, com longas sequências, são algumas de suas marcas”, publica Le Monde.

O festival aborda a diferença fundamental entre os espectadores masculinos e femininos. “Enquanto os homens permanecem aprisionados dentro de um teatro mental, de frustração e jogos de poder, que os impedem de desfrutar de um estado de sublimação que caracteriza o gozo feminino”, destaca o diário francês. “E é precisamente nesta explosão selvagem que culmina a beleza do cinema de Kumashiro”, diz Le Monde.

“O corpo feminino conquista sua autonomia no cinema de Kumashiro, afirmando-se em todo o seu esplendor, libertando-se do voyeurismo masculino”, destaca o jornal. Outros títulos da mostra são La Sorcièere, de Jules Michelet e Inflatable Sex Dolls of the Wastelands, de Atsushi Yamatoya.

(via TFI)

Como o filme ‘Para Wong Foo’ abriu o caminho para o fenômeno ‘RuPaul’s Drag Race’

Por Zeba Blay

O filme e o reality show viraram lendas da cultura pop, infiltrando-se no mainstream com glamour e complexidade.

No começo de Para Wong Foo, Obrigada por tudo! Julie Newmar, há uma cena em que nossas três protagonistas – Vida Boheme, Noxeema Jackson e Chi-Chi Rodriguez – são paradas por um policial numa estradinha. É o meio da madrugada e elas estão montadas.

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Para não ter de entregar a carteira de motorista que tem seu nome de batismo (Eugene), Vida (Patrick Swayze) tenta aplacar o policial claramente intolerante que as parou. Mas a conversa logo sai do controle, e o policial, o xerife Dollard, pede que Vida saia do carro, usando insultos raciais e tentando atacá-la sexualmente. Ao que Vida responde: “Tira a mão do meu pau, cara!”

Vida acaba derrubando Dollard no chão, e as drag queens fogem. É impossível não torcer para que elas escapem.

A cena dá o tom do resto do filme, uma farra burlesca que acompanha as três personagens presas numa cidadezinha a caminho de uma competição de drags – e agora foragidas da polícia. Uma década antes de RuPaul’s Drag RacePara Wong Foo (que tem a participação de RuPaul, no papel de Rachel Tensions) apresentou uma história que levou o público mainstream a torcer para as drag queens na tela, em vez de rir delas – uma conquista seminal, mas complicada.

Com a décima temporada de RuPaul’s Drag Race no ar, Para Wong Foo foi o gatilho de uma mudança pequena, mas palpável, no cenário da cultura pop, oferecendo a um público relutante o que ele precisava ver na época: uma lente glamourosa e exagerada através da qual sua transfobia poderia ser processada. Muito antes que Drag Race pudesse existir e fazer sucesso na TV, o filme se ocupou os cinemas e desafiou as percepções estereotipadas do grande público.

No começo dos anos 1990, o mainstream basicamente não sabia o que era o drag como arte. RuPaul já era bem conhecida e tinha um hit nas paradas (Supermodel, de 1993). Mas, quando Para Wong Foo chegou aos cinemas, nem The Birdcage nem The RuPaul Show existiam – ambos programas estreariam no canal VH1 somente em 1996.

Um ano antes, Para Wong Foo apresentou suas drags ao mundo: Swayze, Wesley Snipes e John Leguizamo. Swayze era o galã, Snipes era o macho, dos filmes de ação; e Leguizamo, o cara engraçado. O trio não parecia nada provável, mas era essa justamente a intenção: a imagem dos três atores famosos montados de drag tinha apelo junto a fãs héteros acostumados com filmes de “homens vestidos de mulher”, como Quanto Mais Quente Melhor Tootsie.

Um dos primeiros trailers destacava o status “masculino” dos astros, declarando: “Esses caras durões vão enfrentar os papeis mais fisicamente desafiadores de suas carreiras”, cortando para os três vestidos inteiros de vermelho.

Embora o marketing comunicasse uma coisa, a história de Para Wong Foo era diferente – ela humanizava os personagens e homenageava a cultura drag. A comédia muitas vezes tomava precedência em relação à nuance no filme (os três personagens principais infelizmente nunca aparecem não-montados), mas, por baixo dessa camada açucarada, havia uma nova maneira de abordar as histórias queer no mainstream.

O importante disso é que Para Wong Foo não pedia que as plateias rissem à custa das três drags. Em vez disso, a ideia era que o público ficasse do lado das protagonistas e vaiasse o policial transfóbico obcecado por capturá-las.

Em uma das principais cenas do filme, Dollard está sozinho num bar, falando sozinho: “Homens que querem ficar com homens… homens se tocando… seus queixos com barba se esfregando”. Em um nível, é um solilóquio cômico, mas também incrivelmente revelador do absurdo e da fragilidade da masculinidade heteronormativa e das regras de gênero.

“Para o bem ou para o mal, a população da cidade que é conquistada por Vida, Noxeema e Chi Chi opera da mesma maneira que os héteros fãs de ‘Drag Race’.”

Ainda assim, como tantos filmes antigos da cultura pop, Para Wong Foo tem linguagem e conceitos problemáticos. Escrito pelo roteirista gay e branco Douglas Beane, o filme está cheio de piadinhas racistas (especialmente sobre o personagem latinx de Leguizamo), retrata os personagens gays como essencialmente pessoas assexuadas e perpetua o clichê de que os gays só merecem empatia quando consertam a vida dos héteros trágicos de forma “maravilhosa”.

De fato, “para o bem ou para o mal, a população da cidade que é conquistada por Vida, Noxeema e Chi Chi opera da mesma maneira que os héteros fãs de Drag Race.” Para que os héteros considerem as drags “cool”, elas tiveram de ser tiradas do contexto e apresentadas como um espetáculo colorido e divertido. Só mais tarde puderam ser percebidas as complexidades, nuances e os atributos comuns. A aceitação veio gradualmente.

Essa abordagem faz sentido, e aparentemente foi eficaz. O sucesso de Para Wong Foo foi surpresa. No final de semana de estreia, o filme ficou em primeiro lugar na bilheteria, arrecadando 36,5 milhões de dólares nos Estados Unidos durante o tempo em cartaz. Leguizamo e Swayze foram indicados ao Globo de Ouro pelo filme.

Para Wong Foo foi, de certa forma, o progenitor de RuPaul’s Drag Race, um programa que hoje tem audiência de quase 1 milhão de telespectadores. Mas, enquanto Para Wong Foo fez sucesso jogando com as expectativas dos héteros, Drag Race transcendeu essas expectativas atingindo um novo público e sem diluir seu conteúdo.

RuPaul’s Drag Race, que estreou no canal Logo em 2009, fez muito mais do que Para Wong Foo seria capaz. Especialmente nas últimas temporadas, que tiveram alguns dos momentos mais queer da história da TV. Ao longo dos anos, vimos a competição mostrar também momentos de vulnerabilidade real – quando Roxxxy Andrews revelou na passarela que foi abandonada pela mãe aos 2 anos de idade; quando Peppermint revelou sua identidade como mulher trans; quando Trinity K. Bonet anunciou ser soropositiva. De repente, Drag Raceestava falando de assuntos cruciais da vida queer – de como lidar com aceitação e rejeição ao conceito de família drag “escolhida”.

Em uma década, o reality show passou de programa cult a um dos programas mais assistidos e comentados da TV.

E, a julgar pelo legado de Para Wong Foo, é perfeitamente possível que, apesar das falhas, RuPaul’s Drag Race está abrindo um caminho ainda mais amplo para a próxima geração.

(via Huffpost)

7 filmes mais desconfortáveis de todos os tempos

Por Victor Prado  

Apesar do gênero terror ser apenas um, nem todo filme de terror assusta ou causa medo da mesma forma. Existem desde os filmes mais simples, onde o expectador leva sustos junto com uma trilha sonora intensa, até os filmes de terror mais complexos que deixam o espectador extremamente incomodado sem ele menos perceber.

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Os filmes dessa lista têm diversas cenas assim, e as vezes, nem os mais fortes, conseguem ver esses filmes até o final. Obviamente teremos alguns spoilers de praticamente todos os filmes e se não quiser recebe-los, veja o nome do filme e volte depois para rever a cena que te incomodou no filme.

Está preparado para ver alguns dos filmes mais incomodas de todos os tempos? O Entre Séries e Sagas separou 7 filmes mais desconfortáveis de todos os tempos:

7- A Pele que Habito (2011)

Um brilhante cirurgião, depois de sofrer uma grande tragédia em sua família, inventa uma pele sintética que resiste a qualquer tipo de dano. Uma mulher misteriosa e submissa é usada como cobaia.

Não vamos falar mais nada sobre o filme, mas o quando você descobre a verdadeira identidade de um dos personagens, você vai ficar totalmente chocado, principalmente se você for homem.

6- Sob a Pele (2013)

Uma misteriosa mulher seduz homens solitários na Escócia para experimentos alienígenas. Uma sinopse bem curta que esconde um filme cheio de camadas, com cenas tão incomodas que é até mesmo os mais fortes vão parar de ver o filme no meio.

A mulher sem nome é vivida por Scarlett Johansson. Apesar das cenas onde ela seduz os homens solitários serem bastante incomodas sem que o público perceba, existem duas outras cenas que até mesmo quem viu o filme uma vez, não vai querer revê-la. A primeira cena envolve um afogamento e a segunda está bem no final do filme, onde a mulher mostra sua verdadeira identidade.

5- O Iluminado (1980)

Uma família composta por pai, mãe e filho, vão cuidar durante um inverno de um hotel que não funciona durante esse período. Com o passar dos dias, coisas estranhas começam a acontecer e esses eventos vão começar a mexer com a mente dessa família.

A cena que provavelmente mais causa medo em todo mundo, é quando Jack (Jack Nicholson) persegue sua família com um machado. Todo a reação de Wendy (Shelley Duvall) é desesperador, tanto para a personagem tanto para quem está assistindo.

4- Oldboy (2003) 

Dae-su Oh (Min-sik Choi) é foi sequestrado e mantido em cativeiro durante 15 anos depois de ser acusado de matar sua própria mulher. Ele misteriosamente é solto e vai em busca de quem te prendeu durante todos esses anos.

O grande ponto do filme é a revelação sobre a verdadeira identidade de um dos personagens do filme. Dae-su fica tão desesperado que acaba cortando sua própria língua depois de ter feito o que fez. O vilão é mais sádico ainda. É impossível ver essa cena sem fazer pelo menos uma careta.

3- Irreversível (2002)

O filme conta a história de uma mulher a partir de uma noite conturbada em Paris. Ela é estuprada e espancada por um estranho no metro. Alex (Monica Bellucci) tem que viver com isso e seus atos pós-evento traumático podem ser ainda mais assustadores.

Essa, sem sombra de dúvidas, é o filme que tem uma das cenas mais pesadas de ver que tem relação com violência a mulher.

2- Laranja Mecânica (1971)

Um dos únicos filmes da nossa lista que não é de terror, poderia muito bem ganhar no quesito incomodo de muitos filmes de terror recentes. A história acompanha Alex (Malcolm McDowell) vivendo na Grã-Bretanha em um futuro não muito distante. Ele é totalmente sádico, gostando de praticar crimes extremamente violentos sem o menor remorso.

Existem diversas cenas que fazem do filme incomodo. Podemos citar como mais indigestas o momento em que ele abusa de uma mulher enquanto canta uma música extremamente feliz e as cenas onde ele está sendo tratado. Com certeza um dos filmes mais incômodos de todos os tempos.

1- Boa Noite, Mamãe (2014)

O filme conta a história de irmãos gêmeos que vivem em uma casa afastada quando sua mãe volta depois de fazer uma cirurgia no rosto. Eles começam e perceber um comportamento estranho de sua mãe que está com o rosto todo coberto, e acredita que ela não seja a mulher que os deixou para fazer plásticas.

Existe uma grande possibilidade de você levantar ou desligar o computador na metade do filme. Além do longa ter diversas cenas terríveis, existe um fator que deixa o filme ainda mais aterrorizante: as crianças. O filme trabalha o terror de uma forma raramente vista e tome cuidado quando resolver ver esse filme depois de comer algo muito pesado.

E aí, o que achou de todas essas cenas inquietantes? Comenta aí em qual delas você mais ficou incomodado e se vai ter coragem de ver alguma delas.

(Via Fatos Desconhecidos)

 

Pré-estreia de ‘As Duas Irenes’, um longa-metragem goiano

Por Zeroum Comunicação

O longa-metragem goiano “As duas Irenes” terá pré-estreia em Goiânia, no dia 6 de setembro (quarta-feira), no Cine Lumière.

O filme e do diretor Fabio Meira acaba de receber ​quatro ​Kikitos no 45o Festival de Gramado – Melhor Longa Nacional pelo Júri da Crítica, Melhor Roteiro, Melhor Direção de Arte e Melhor Ator Coadjuvante para Marco Ricca. Foi um dos sete filmes brasileiros selecionados para esse festival.

CARTAZ COM PREMIAÇÃO

As atrizes principais, que são goian​ienses e estrearam no cinema em “As Duas Irenes”, foram indicadas ao prêmio de melhores atrizes, concorrendo com nomes como o de Eliane Giardini, Camila Morgado e Maria Ribeiro consagradas no cinema nacional.

O filme participou dos melhores festivais do mundo como o 67o Internationale Filmfestspiele Berlin. Foi premiado também como Melhor 1o Filme e Melhor Fotografia no 32o Festival Internacional de Cine en Guadalajara. E agora foi pré-selecionado para o Prêmio Iberoamericano de Cine Fénix (realizado anualmente e que homenageia os melhores profissionais da indústria cinematográfica da América Latina, Espanha e Portugal).

“As Duas Irenes” entra em cartaz nos cinemas da cidade em 14 de setembro.

Assista ao trailer:

 

Como os documentários da BBC parecem filmes de Hollywood

Por Mário Rui André

A VOX fez um mini-documentário de 3 partes sobre o lado tecnológico da série da BBC Planet Earth II.

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Há sensivelmente uma década, em 2006, a BBC lançou Planet Earth – uma série documental de 11 episódios com imagens extraordinárias da biodiversidade do nosso planeta e uma voz, a de David Attenborough. Ora dez anos depois, Planet Earth regressou para uma segunda temporada – se assim se pode chamar.

Planet Earth II tem 6 episódios e estreou no Reino Unido no final de 2016 e internacionalmente este ano. A nova série marca uma evolução tecnológica relativamente à primeira, não só por ter filmada em 4K em vez de HD, mas principalmente por todo o material e técnicas cinematográficas aplicadas. O resultado é uma produção que pode parecer de Hollywood e cheia de CGI (Computer-generated imagery) mas que, na verdade, está repleta de imagens reais.

Vox lançou um mini-documentário dividido em três partes em que explora este lado tecnológico e cinematográfico de Planet Earth II:

São três vídeos que nos dão uma perspectiva diferente dos documentários da BBC, realçando a grandiosidade em específico de Planet Earth e respectiva sequela, as maiores produções deste tipo da estação britânica. Planet Earth II conta novamente com a icónica voz de David Attenborough e ainda não tem estreia prevista em Portugal.

(Via BBC)

Qual foi o primeiro beijo entre pessoas do mesmo sexo no cinema

Por Juliana Domingos de Lima

O beijo é um dos grandes lugares-comuns do cinema. O primeiro beijo registrado em movimento data, inclusive, dos primórdios de sua história: trata-se do curta “The Kiss”, filmado por Thomas Edison em 1896. O inventor da lâmpada incandescente foi também um dos pioneiros na criação de máquinas cinematográficas.

‘Asas’

Apesar de ter aparecido desde cedo nas telas, o beijo era então uma questão moral séria: suas primeiras aparições foram criticadas e até banidas das salas de cinema. Mesmo quando Hollywood “liberou” o beijo, nos anos 1920, a cena ainda podia ser censurada se fosse considerada “libidinosa” ou se ultrapassasse três segundos de duração.

Era de se esperar, portanto, que um beijo entre pessoas do mesmo sexo no cinema nessa época causasse grande estardalhaço entre espectadores e membros da indústria.

Mas não foi o que aconteceu. “Asas”, filme de 1927, conta com um beijo entre dois homens, os atores Buddy Rogers e Richard Allen – que ficou convencionado como o primeiro beijo gay da história do cinema.

A cena, no entanto, não provocou nem um erguer de sobrancelhas de surpresa ou indignação na época, segundo o professor da Universidade de Toronto Marcel Danesi, autor do livro “History of the Kiss: The Birth of Popular Culture” (História do beijo: o nascimento da cultura pop, em tradução livre).

A explicação para a recepção mais que amena, e sim calorosa, do beijo e do filme, está no fato de não ter sido visto, na época, como um beijo romântico.

“Asas” é ambientado durante a Primeira Guerra Mundial e tem como mote principal um triângulo amoroso entre os dois homens que protagonizam o beijo e a atriz Clara Bow. Ambos são apaixonados por ela e se tornam pilotos de guerra. Foi o único filme mudo da história a ter recebido um Oscar de melhor filme.

De acordo com o livro de Danesi, o beijo era uma prática comum entre soldados do mesmo lado nas trincheiras da Primeira Guerra. Ele acontece quando o personagem de Rogers, chamado John Powell, se despede do amigo que está morrendo, David Armstrong.

Mesmo sem adquirir conotação romântica na época, para Danesi, o beijo cinematográfico teve impacto duradouro, ainda que inconsciente, em um processo de abertura da moral rígida que regia os EUA dos anos 1920.

A nudez, outro tabu do cinema do começo do século, também aparece em “Asas”: há, por exemplo, cenas do exame a que homens são submetidos no exército, completamente nus. O longa foi um dos primeiros filmes de grande circulação, também, a conter cenas de nudez.

(Via Nexo Jornal)

10 filmes que mudarão sua forma de ver a vida

Por Incrível Club

Alguns filmes são esquecidos rapidamente. Outros ficam na nossa cabeça a vida toda. Uns dão uma gostosa sensação de paz, outros de tristeza.

Mas há uma categoria especial: os que mudam a nossa vida para sempre…

Escolhemos 10 filmes que entram neste seleto grupo e nos fazem olhar a vida de outro jeito.

Samsara - Samsara

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O documentário Samsara leva o público a terras santas, a zonas de desastres naturais, ao coração de objetos industriais e a milagres da natureza. Um filme atemporal que nunca envelhece. Uma ótima sugestão.

Acordar para a vida - Waking Life

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Uma fábula filosófica cheia de eternas perguntas e respostas inesperadas. A cada momento, este filme dá lugar a novos mistérios. A conexão entre os diferentes personagens não respeita nenhuma lei da natureza ou da lógica. Um mundo que pode ser um sonho ou uma (outra) realidade. De qualquer forma, uma história envolvente.

Solaris - Solaris

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Este filme é como um espelho em que você se vê refletido. Depois de vê-lo, sentimos um turbilhão de sentimentos gerados por esta identificação. Cada um de nós tem uma vida, portanto cada um enxerga esta trama de um jeito diferente.

Sob a pele - Under the Skin 

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Imagine que você é um homem solteiro e que está caminhando na rua. De repente, um caminhão para ao seu lado e, no volante, você vê uma linda mulher. Ela te convida a dar uma volta e você, obviamente, aceita. O que acontece depois é surpreendente… Um filme intrigante em um ambiente muito peculiar.

O homem elefante -  The Elephant Man

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Um clássico do cinema baseado em uma história real que aconteceu no século 19. Forte e impactante, a história conta a vida de um homem que sofre de uma rara doença que causa deformações no corpo. Um filme que, acima de tudo, fala de humanidade. Impossível conter as lágrimas.

Tio Boonmee que pode recordar suas vidas passadas - Loong Boonmee raleuk chat 

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De um cineasta tailandês e vencedor da Palma de Ouro em Cannes, este filme conta as reflexões do tio Boonmee sobre as causas de sua doença. Junto com a família, ele cruza a selva e chega a uma caverna no topo de uma montanha, o local de nascimento de sua primeira vida passada.

O Teorema Zero - The Zero Theorem

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Imagine passar toda uma vida sonhando com algo inalcançável, irreal e utópico. Imagine viver em uma caixa cinza e tentar sair dela todos os dias para destruí-la. Um filme sobre um gênio cientista de computação que trabalha para encontrar uma fórmula para determinar o sentido da vida.

The sunset limited - The Sunset Limited 

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Dois pontos de vista absolutamente diferentes, um espaço fechado e 90 minutos de filme. Genial, complicado e com muito estilo. A trama abarrotada de reflexão pode parecer um tédio para quem procura apenas efeitos especiais, mas é uma obra prima para quem gosta de uma boa história.

 FONTE DA VIDA - THE FOUNTAIN 

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Um filme para quem gosta de histórias no estilo A árvore da vida e Mr. Nobody. Ou seja, para quem gosta de interpretar os roteiros, e não quer tramas mastigadas. Um filme que toca cada um de um jeito.

Melancolia - Melancholia

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O segundo filme da “trilogia da depressão”, de Lars van Trier. Os outros são O Anticristo e Ninfomaníaca. A história acontece nos dias que precedem uma grande catástrofe. Um planeta gigante chamado Melancolia se aproxima da Terra. Uma metáfora para a nossa própria melancolia…? Bom, vale a pena conferir.

(Via Incrível Club)

Verses At Work, um longa-metragem de Lucas Mendes

Lucas Mendes é goiano, radicado em São Paulo. Dirigiu o longa-metragem Verses At Work nas ruas de Nova York, EUA.

O filme já recebeu, em 2016, o prêmio “International Spotlight” no LABRFF 2016, festival de cinema de Los Angeles e acaba de ser indicado para o Harlem Film Festival, NY. E foi produzido pela Afinal Filmes, Aploub Filmes e TNP Filmes.

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Verses At Work será lançado, em Goiânia, dia 4 de maio/2017, nesta quinta, com uma exibição para convidados, e em Anápolis, dia 6/maio/2017, no próximo sábado. Sua distribuição nas salas de cinema brasileiras está prevista para o segundo semestre/2017.

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Verses At Work é um musical de Hip Hop que levanta a questão do racismo, do preconceito e da alienação social nos Estados Unidos. O rapper americano, Malik Work, é o protagonista do filme que tem como argumento principal sua auto-história como artista, tendo como “palco” o Brooklyn, os parques e as ruas de NY. O elenco é, em sua maioria, americano (Broderick Merritt Ballantyne, David Rieth, Toya Lillard), com a participação dos atores brasileiros Marcio Rosario e Sandro Pedroso. Assina a fotografia do filme Gregg Thompson, direção de arte Al Malonga e produção executiva no Brasil, Magnólia Felix.

Foi roteirizado por Lucas Mendes que teve como referência a peça de teatro “Working Progress”, de Malik Work. 

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Sinopse 

Verses At Work narra, em versos de hip-hop, a jornada de um artista que luta para sobreviver e alcançar o sucesso como rapper na cidade de Nova York. O filme conta, através desse hépico negro urbano, o nascimento do Hip Hop na Golden Era dos anos 90, mostrando seus sofrimentos, seus amores e a absoluta boemia, característica dessa época que passou. É uma história autobiográfica de Malik Work. Interpretada pelo próprio Malik, como protagonista, e por outros cinco personagens que se misturam à população de Nova York. Estes desenvolvem uma interatividade com o personagem principal, dando vida, assim, à trama. O longa-metragem é basicamente um vídeoclip carregado de inúmeras imagens baseadas nos diálogos que o protagonista desenvolve ao longo do filme. Verses At Work é uma narrativa poética sobre a ascensão, a queda e a ressurgimento de um artista que vive as disparidades urbanas do American Dream.

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