Pessoas que têm poucos amigos no Facebook costumam ter um interessante traço de personalidade

Por Natasha Romanzoti

De acordo com um estudo da University Ruhr em Bochum, na Alemanha, pessoas materialistas tendem a ter mais amigos no Facebook do que pessoas não materialistas, “colecionando-os” como se fossem objetos físicos.

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Os materialistas também passam muito mais tempo na rede social do que pessoas não materialistas, e são mais propensos a comparar suas vidas com a vida dos outros nela.

Ou seja, se você não tem muitos amigos nas mídias sociais, isso pode significar que você está um pouco menos preocupado com as posses materiais na sua vida cotidiana.

O método

531 usuários do Facebook, divididos em dois grupos, participaram do estudo. O primeiro grupo de 242 pessoas foi um estudo piloto; o segundo teve como objetivo replicar os resultados do primeiro.

Ambos os grupos receberam um questionário em Escala de Likert (uma escala de resposta psicométrica mais usada em pesquisas de opinião) para avaliar como usam o Facebook, o quanto se comparam aos outros, seu nível de materialismo, se veem seus amigos do Facebook como objetos e quanto status ou outros benefícios eles pensam que podem ganhar com seus amigos do Facebook.

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As opções incluíam declarações com as quais os participantes tinham que concordar ou discordar, como “Admiro as pessoas que possuem casas, carros e roupas caras”, “Comparo frequentemente minha condição social” e “Ter muitos amigos do Facebook contribui com mais sucesso na minha vida pessoal e profissional”. Eles também foram convidados a fornecer o número de amigos que tinham no Facebook.

Tanto no grupo piloto quanto no grupo de replicação, a equipe encontrou uma correlação entre um grande número de amigos do Facebook, objetivação desses amigos, tempo gasto no Facebook, propensão a comparar-se com os outros e materialismo.

Teoria

Os pesquisadores, liderados por Phillip Ozimek, criaram uma teoria para explicar por que isso ocorre, chamada de “Teoria da Autorregulação Social Online”.

“As pessoas materialistas usam o Facebook com mais frequência porque tendem a objetivar seus amigos do Facebook – eles adquirem amigos para aumentar suas posses”, disse Ozimek. “O Facebook fornece a plataforma perfeita para comparações sociais, com milhões de perfis e informações sobre pessoas. E é grátis – os materialistas adoram ferramentas que não custam dinheiro”.

Uma pesquisa de 2014 descobriu que as pessoas materialistas eram mais propensas a “Curtir” páginas de marca, e que interagir com as páginas de marcas no Facebook era parcialmente sobre exibição.

Amigos não são iguais às marcas, mas a imagem pública ainda pode ter algo a ver com o fenômeno. Conforme observado em um artigo de 1994, o materialismo está fortemente associado a itens que podem ser exibidos publicamente.

Mas calma…

Você não deve se preocupar com os resultados desta pesquisa caso tenha muitos amigos no Facebook. Como todo estudo que envolve psicologia, há um certo grau de incerteza e não podemos afirmar que materialismo e amigos em redes sociais andam juntos, sempre.

Além disso, os pesquisadores tiveram o cuidado de enfatizar que não há nada inerentemente errado ou ruim sobre a maneira como as pessoas materialistas usam redes sociais. Pelo contrário: é assim que algumas pessoas alcançam seus objetivos e se divertem.

Só que também observaram que questionar se o consumo do Facebook – se ele realmente nos faz mais felizes ou se continua a ser uma mera ilusão – é uma questão que deve continuar a ser abordada em pesquisas futuras.

Alguns estudos, de fato, já descobriram desvantagens do uso de redes sociais, como nos fazer mais infelizes(justamente pela comparação com outras pessoas), destruir relacionamentos, nos custar empregos e serem viciantes.

A pesquisa foi publicada na revista Heliyon.

(Via Hype Science)

 

11 Regras de etiqueta do Japão que estão bem distantes da nossa cultura

Por Nathalia Henderson

O Japão é um país excepcional, tanto por suas invenções, quanto pela sua cultura e regras de etiqueta complexas, que demonstram que os japoneses prezam muito pela educação. Para nós, pode parecer desnecessário transformar atos simples em “cerimônias”, mas no Japão isso é normal, e as pessoas estão acostumadas desde cedo com esses costumes.

1 – DINHEIRO

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Os japoneses têm vergonha de mostrar dinheiro em público. Portanto, os envelopes de dinheiro decorados são muito populares por lá. Quem não tem um desses envelopes, precisa envolver as notas em um pedaço de papel antes de entregar a ninguém. É claro que, não é necessário fazer isso nos supermercados.

2 – Tratamentos

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Tratar as pessoas pelo nome não é suficiente no Japão, e o título respeitoso “-san” é apenas um dos vários utilizados por lá. Na verdade, existem outros sufixos honoríficos para se referir às pessoas.

“-kun” – menos formal do que “-san”. O uso geral de “-kun” significa aproximadamente “amigo”.
“-chan” – um sufixo diminutivo, usado principalmente para crianças, familiares, namorados e amigos íntimos.
“-sama” – usado para se referir a idosos.
“-senpai” – para falar com os amigos mais antigos ou colegas de escola.
“-sensei” – para professores, médicos, cientistas, políticos e outras figuras de autoridade.
“-shi” – para escrita formal.

3 – Cumprimentando

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A arte de se curvar é tão importante no Japão, que as crianças aprendem isso desde cedo. Existem muitas maneiras diferentes de cumprimentos no Japão.
A curva de saudação (“eshaku”) de 15° serve para cumprimentar pessoas de igualdade de negócios ou social.
A curva (“keirei”) de 30° serve para um professor ou chefe.
A curva reverente (“saikeirei”) de 45° deve ser usada para pedir desculpas ou cumprimentar o imperador.
A curva apoiando os joelhos no chão só é utilizada atualmente se a pessoa tiver feito algo terrível.

4 – Presentes

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No Japão, a cultura de dar presentes é muito forte. Em muitos países, é costume abrir um presente na mesma hora. Porém, no Japão esse é um sinal de ganância e impaciência.

5 – Metrôs

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No metrô, existem algumas regras restritivas que os japoneses devem seguir. A conversa não é permitida (inclusive pelo celular), e é indelicado ficar olhando para as outras pessoas. Não é habitual desistir do seu lugar e cedê-lo para os idosos. Há assentos especiais marcados com um sinal para eles, bem como para pessoas com deficiência e mulheres grávidas, que não devem ser ocupados por outros usuários.

6 – Trocando cartões de visita

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Trocar cartões de visita não é tão simples no Japão. É preciso certificar de que a frente do cartão está voltada de frente para a outra pessoa e oferecê-lo com ambas as mãos. Quem recebe um cartão de visitas deve colocá-lo em uma carteira e demorar alguns segundos para observá-lo. E é claro, não esquecer de se curvar.

7 – Tocar as pessoas

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No Japão, é rude olhar as pessoas nos olhos e tocá-las. O país não é muito grande, então cada japonês respeita o espaço pessoal dos outros. Beijar em público também é mal visto por lá. Antes de 1945, isso era considerado uma violação da ordem pública.

8 – A arte de se sentar corretamente

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Sentar-se dobrando as pernas debaixo das coxas é chamado de “seiza”, e os japoneses sentam-se no chão apenas dessa maneira.

9 – Bebidas alcoólicas

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Quando os japoneses bebem, a hierarquia social desmorona totalmente (e eles bebem muito). Um professor local pode beber com seus alunos, e depois ser arrastado para casa por eles. Um chefe pode beber com seu funcionário em um bar de karaokê e vomitar em seu terno. E isso é normal. Curiosamente, quando todos ficarem sóbrios, eles se comportarão como se nada tivesse acontecido.

10 – Indo embora

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No Japão, os clientes e parceiros comerciais são tratados com um respeito incrível. Quando eles saem do local, toda a companhia os segue até a porta ou ao elevador e continua curvando-se até as portas serem fechadas. Os japoneses da nova geração acreditam que isso é um pouco exagerado, e muitas vezes ignoram esse ritual.

11 – No elevador

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O primeiro a entrar num elevador vazio se torna o “capitão” do elevador e deve ficar perto dos botões. Ele precisará manter a porta aberta até que todos tenham entrado no elevador e repetir isso em cada andar em que o elevador parar. Ele deve ser o último a sair e precisa fazer tudo muito rapidamente.

(Via Tudo Interessante)

Estudo separa usuários do Facebook em quatro grupos; qual é o seu

Por Juliana Américo

Um estudo de pesquisadores da Brigham Young University, nos Estados Unidos, diz que os usuários do Facebook podem ser divididos em quatros grupos distintos, conforme relata o The Next Web.

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Participantes entre 18 e 32 anos responderam 48 perguntas sobre seus sentimentos ao usar a rede social. As 47 pessoas avaliaram declarações como “o Facebook é uma fonte de estresse e isso me deprime” e “o Facebook me ajuda a expressar amor à minha família”. Depois de analisar os resultados, os pesquisadores fizeram entrevistas para entender melhor o feedback.

Veja os quatro tipos de usuários do Facebook que eles foram capazes de definir:

  1. Construtores de relacionamento
    Esses usuários adoram se conectar e promover relacionamentos com seus amigos e familiares. Os construtores de relacionamentos consideram o Facebook uma extensão da vida pessoal, sendo que não enxergam a rede social como uma sociedade virtual aberta, mas sim um lugar onde eles podem compartilhar seus pensamentos, sentimentos e histórias.
    Os construtores de relacionamento são as pessoas que compartilham vídeos emocionais, imagens aleatórias e fotos de seus entes queridos, pelos menos quatro vezes ao dia. Eles também comentam e se envolvem em quase todas as postagens do feed de notícias.
  2. Seguidores
    Os seguidores são as pessoas que têm o senso de obrigação social de usar a rede social. Este grupo acredita que o Facebook é inevitável e mal postam fotos, atualizam seu perfil ou interagem com outras pessoas. Em geral, as pessoas deste grupo querem ver o que outras pessoas estão fazendo.
  3. Compartilhadores
    Os compartilhadores são pessoas que usam o Facebook apenas para informar a todos sobre o que está acontecendo. Eles não sentem a necessidade de compartilhar detalhes sobre suas vidas pessoais ou interagir com entes queridos, mas, por outro lado, eles compartilham notícias e artigos.
  4. Selfies
    Este é o grupo dos usuários que usam a rede social para compartilhar detalhes da vida pessoal. São pessoas que gostam de atenção e vivem para os likes, comentários, compartilhamentos e notificações; apesar de apresentarem traços parecidos com as pessoas do grupo de construção de relacionamento, os usuários “selfie” buscam a autopromoção e conexões não significativas.

(Via Olhar Digital)

O que é ego, id e superego?

Por Katia Abreu

Para entender as análises de Freud, usamos Frodo

São as três estruturas do aparelho mental, segundo o psiquiatra austríaco Sigmund Freud.

Cada uma delas cuidaria de algum aspecto da nossa personalidade e regeria nossa interação com outras pessoas. Ele apresentou essa teoria em 1923, no texto O Ego e o Id.

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Freud foi um revolucionário: ele acreditava que pacientes com distúrbios psicológicos eram capazes de lidar melhor com seus conflitos conversando com o terapeuta.

Ele propôs ainda a interpretação de sonhos e a livre associação como métodos para acessar camadas mais profundas da mente e buscar ali a cura.

Frodo explica

Personagens de O Senhor dos Anéis são boas representações das estruturas psíquicas

O Ego
Comandada pelo “princípio da realidade”, essa parte é aquela que mostramos aos outros. Fortalecido pela razão, o ego está “preso” entre os desejos do id (tentando encontrar um jeito adequado de realizá-los) e as regras ditadas pelo superego. Do mesmo modo, Frodo se vê tentando conciliar as necessidades de Gollum e Sam em sua jornada.

O Id
A ânsia selvagem de Gollum pelo “precioso” anel é um bom símbolo para essa parte da nossa psique, responsável pelos nossos impulsos mais primitivos: as paixões, a libido, a agressividade… O id (“isso”, em alemão) está conosco desde que nascemos e é norteado pelo “princípio do prazer”, mas seus desejos são frequentemente reprimidos.

O Superego
Também chamado de “ideal do ego”, tem a função de conter os impulsos do id. Suas regras sociais e morais não nascem com a gente: nós as aprendemos na sociedade para que possamos conviver nela corretamente. Em O Senhor dos Anéis, esse é o papel de Samwise, a bússola moral de Frodo, que o impede de ser seduzido pelo diabólico Um-Anel.

(Via Mundo Estranho)

Cansei de me relacionar, cansei das pessoas, cansei de todos esses joguinhos.

Por Iandê Albuquerque 

Depois de um longo relacionamento e de ter conhecido algumas pessoas que não me agradaram tanto pelo modo que elas agiam, quanto pelo simples fato de não fazerem absolutamente nada. Hoje, é dentro do meu limbo que eu encontro paz e me sinto satisfeito.

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Ando com preguiça de me dispor e me despir pra alguém pela milésima vez, preguiça de começar do zero e ter que contar toda a minha história outra vez, ter que voltar pro grande jogo das conquistas e planejar encontros. Ando com preguiça de conhecer alguém, enviar uma mensagem e ficar grudado no celular esperando por uma resposta que demora pra chegar e às vezes nunca chega, preguiça de reservar algumas horas da minha vida pra sair com alguém e no outro dia, ter que lidar com o sumiço da pessoa. Não tenho esperado mais resposta de ninguém e tenho tido pavor de responder alguém que não sejam os meus amigos.

Dizem que ninguém consegue ficar sozinho por muito tempo, que viver ao lado de alguém, ter alguém pra cuidar de você é essencial na vida. Mas eu estou ótimo me cuidando sozinho e não acho que ficar sozinho seja o fim do mundo se você está sempre disposto a descobrir coisas novas pra manter o teu mundo maior e tua vida bem mais interessante. Eu não preciso de alguém pra me fazer rir, pra me dar um cafuné antes de dormir, pra me trazer café na cama e pra me apresentar bandas que eu nunca ouvi. Dizem que uma hora chega sua vez, uma dia o cupido acerta a flecha, em algum um momento o amor esbarra na gente e quando isso acontece, não tem pra onde correr.

Não sei se fiquei desinteressante ou se me tornei mais exigente e maduro. Não sei se está cada vez difícil encontrar uma parceria real numa época em que os aplicativos de pegação, a falta de interesse somada a falta de tempo tem transformado as pessoas em seres totalmente desinteressantes pela apatia. O fato é que cheguei num momento que cansei de estar sempre disponível pras pessoas que cada vez mais parecem estar indispostas, cansei de tentar e de pensar em tentar mas acabar não tentando porque o interesse acabou antes disso. Cheguei no momento só meu – e talvez, você que está lendo isso também tenha chegado – isso não deve ser ruim se você se sente bem consigo mesmo e confortável pra fazer o que quiser, quando e onde quiser.

Chega um momento que as pessoas vem e vão, vem em vão. Nada contagia, parece que nada é bom o suficiente pra ficar. Ninguém é capaz de te devolver aquele brilho no olhar que todo apaixonado carrega consigo, ninguém é tão bacana o suficiente pra te puxar do limbo. Chega um hora que o coração da gente pede paz. De tanto apanhar a gente cansa das pessoas, cansa dos joguinhos que elas fazem, cansa das relações. E então, tudo que a gente quer, é ficar sozinho. A gente passa por cada coisa, recebe tantas pedradas ao longo do caminho, coleciona mais algumas decepções e tapas na cara que quando a gente amadurece, a gente passa a exigir mais do outro sem nem saber se o outro já passou pelas mesmas estradas que a gente percorreu. E então aquela frase do Arnaldo Antunes passa a fazer todo sentido pra gente: Socorro, alguém me dê um coração, que esse já não bate, nem apanha”.

(Via Iandê Albuquerque)

 

13 fatos psicológicos que todo mundo deveria saber

Por Willian Binder

1. A sua música favorita é provavelmente associada a um evento emocional

sua e a de todo mundo. (Fonte)

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2. Quanto mais você gasta com outras pessoas, mais feliz você é

O fato é de acordo com vários estudos. A ideia não é dar presentes caros, mas sim presentear mais vezes com sentido. (Fonte)

3. Gastar seu dinheiro com experiências invés de coisas deixa você mais feliz. (Fonte)

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4. As crianças de hoje são mais tensas do que pacientes com problemas psiquiátricos em 1950Um fato assustador, mas nada surpreendente, não acha? Hoje em dia cerca de metade da população mundial sofre de ansiedade, depressão ou abuso de substâncias. (Fonte)

5. Certas práticas religiosas diminuem o estresse

Estudos americanos mostram que pessoas que meditam ou rezam diariamente são menos estressadas. (Fonte)

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6. Dinheiro pode sim comprar felicidade

O dado, na verdade, é baseado na economia americana. Segundo as pesquisas, um salário mensal de US$ 6.250 é suficiente para americanos saírem da pobreza e terem tudo que precisam. (Fonte)

Será que no Brasil também é assim?

7. Estar com pessoas felizes faz você feliz

Não há nada surpreendente nisso, né? ;-) (Fonte)

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8. Pessoas com idade entre 18 e 33 são as mais estressadas do planeta

Faculdade e começo de carreira podem ser bem estressantes. (Fonte)

9. Convencer-se de que você dormiu bem é um truque para que seu cérebro acredite que isso realmente aconteceu

Isso te dá mais energia e é chamado de “sono placebo”. (Fonte)

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10. Pessoas inteligentes se subestimam e pessoas ignorantes se acham brilhantes

Isso é chamado de Efeito Dunning-Kruger. Basta que você passe algumas horas no Facebook e terá certeza que isso é real. (Fonte)

11. Quando você lembra um evento passado, na verdade você está se lembrando da última vez que você lembrou disso

É por isso que as memórias se apagam e distorcem ao longo do tempo. (Fonte)

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12. Se você contar seus objetivos para outras pessoas, as suas chances de atingi-los serão menores

Pesquisas desde a década de 1930 tem provado que isso é verdade. (Fonte)

13. As suas decisões são mais racionais quando você pensa em outra língua

Um estudo da Universidade de Chicago mostrou que coreanos que pensavam em outras línguas estrangeiras tinham reações menos emocionais. (Fonte)

( Via Awebic)

A gentileza é intuitiva, ser egoísta é uma escolha

Por Isabela Moreira

Cientistas explicam a ciência por trás da bondade

Ao contrário do que muitos pensam, a gentileza não é uma escolha, e sim um instinto natural do ser humano. É o que indicam as pesquisas científicas feitas sobre o assunto até agora. E mais: como aponta o Science of Us, as pessoas aprendem a ser egoístas e escolhem o ser em determinadas situações.

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Um dos principais exemplos é um experimento realizado em 2012 por professores da Universidade Harvard, nos Estados Unidos. Com o objetivo de descobrir se a natureza humana é egoísta ou gentil, os pesquisadores recrutaram universitários e os dividiram em grupos de quatro. Cada estudante recebeu uma quantia de dinheiro e teve a opção de separar um pouco do valor para ser multiplicado e distribuido entre o restante dos participantes. Os participantes ganhariam algo mesmo sem compartilhar, mas apesar da tentação de ser egoísta, a maioria das pessoas escolheu por contribuir com o restante.

A gentileza vai além: um estudo realizado por psicólogos da Universidade Yale, nos Estados Unidos, afirma que o primeiro instinto das pessoas é cuidar e salvar os outros. Os pesquisadores entrevistaram várias pessoas que tinham se arriscado por desconhecidos. “A maioria das pessoas acredita que somos instintivamente egoístas, mas nossos experimentos mostram que quando as pessoas dependem de seus instintos, elas são mais cooperativas“, explicou o psicólogo David Rand, de Yale, em entrevista ao Nautilus

Os pesquisadores sugerem ainda que o egoísmo aparece quando as pessoas param para pensar antes de tomar uma atitude. Ou seja, a gentileza faz parte do instinto, o egoísmo é uma escolha.

(Via Galileu)

19 Dicas para enganar a sua mente e a das pessoas a seu favor

Por Luciano Hilton 

Viver em sociedade e lidar com as pessoas é uma tarefa que pode ser simplesmente excruciante, pois não há como saber o que se passa na cabeça de cada um para evitar situações desnecessárias. Como se isso já não fosse o suficiente, há momentos em que nossas próprias mentes parecem não cooperar e insistem em nos trair em momentos que mais precisamos de confiança, por exemplo.

Não seria genial se pudéssemos driblar esses problemas de alguma forma? Não seria interessante se pudéssemos tirar proveito do comportamento das pessoas ou fazê-las pensar o que você quer que elas pensem de forma indireta? E quanto a você mesmo, não seria legal saber como se programar para uma entrevista de emprego ou uma apresentação para uma platéia? Aqui vão 19 dicas que podem ajudar você a enganar as mentes das pessoas e a sua própria a seu favor.

1. As pessoas são mais abertas àqueles que as olham nos olhos. Então quando você encontrar alguém pela primeira vez, tente descobrir a cor dos seus olhos, enquanto sorri para ela. Isso fará com que o seu olhar fixo torne a pessoa mais receptível às suas investidas, sejam elas quais forem.

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2. As pessoas tendem a concordar em fazer determinada coisa pra você, se antes você as propuser a fazer algo mais simples.

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3. Se você acha que uma pessoa vai recusar a fazer uma tarefa que você está prestes a pedi-la para realizar, faça o seguinte: peça primeiro que ela faça alguma coisa que vai dar muito trabalho. Ela muito provavelmente recusará; esse é o momento certo para pedir o que você realmente quer que ela faça. A pessoa vai achar que você a está poupando de algo muito dispendioso quando, na verdade, você está pedindo o que queria desde o início.

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4. Se você fizer uma pergunta a alguém e a pessoa responder apenas parcialmente, continue olhando para os olhos dela e ela provavelmente continuará falando

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5. Se você sabe que vai passar por uma situação na qual ficará nervoso, como fazer uma prova, é só mascar chiclete. Ao fazer isso, seu cérebro pensa que você está se alimentando e, portanto, não havendo perigo iminente, pois ninguém se alimentaria em uma situação de risco. Dessa forma, a tensão deixará o seu corpo lentamente.

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6. Sabe como evitar topar com uma pessoa que está vindo em sua direção na calçada? Olhe firmemente sobre um dos ombros dela ou entre as cabeças das pessoas, quando mais de uma; dessa forma, você mostra com o seu olhar por onde vai seguir e as pessoas farão o caminho oposto para não toparem com você.

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7. Quer aprender algo de verdade? Ensine aquilo a alguém. Se você consegue ensinar bem é porque você entende bem.

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8. As pessoas tendem a se lembrar mais do que você as fez sentir que daquilo que você falou a elas. Use isso a seu favor.

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9. Para uma entrevista de emprego, prepare-se psicologicamente de antemão: finja que você encontrará um amigo que não vê há muito tempo e quer muito encontrar; pense desde vocês dando as mãos, se cumprimentando; pense em todas as coisas que você tem pra falar, visualize todo o momento em sua mente, não tenha pressa. Visualize sua posição corporal também: ombros para trás, mãos sobre o colo, sorriso no rosto (não precisa ser exagerado). Tudo isso soa clichê, mas você estará tomando controle do seu psicológico e se autossugestionando.

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10. Quando você reage com alegria e empolgação ao ver alguém, você induz a pessoa a fazer o mesmo com você. Pode não funcionar da primeira vez, mas acontecerá na próxima.

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11. Saia por cima quando uma pessoa fica zangada com você: permaneça em silêncio e ela ficará ainda mais brava; quando a raiva passar, ela ainda se sentirá envergonhada.

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12. Sabe aquela história de primeira impressão? Quando você cumprimenta alguém com um aperto de mão firme, mas acolhedor/agradável, você imediatamente ganha um ponto com aquela pessoa. Nada de mão mole, hein!

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13. Pessoas possuem uma auto-imagem muito clara delas mesmas e que costumam defender com unhas e dentes. Quer se livrar ou fazer alguém desgostar de você? Ataque sem piedade a auto-imagem daquela pessoa.

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14. Quando sair com uma pessoa pela primeira vez, leve-a a um lugar onde o coração dela baterá mais forte – literalmente – como num parque de diversões, num show de música ou até mesmo num filme de terror, se a pessoa quiser, claro. Esses momentos fazem a adrenalina do corpo subir e dar uma sensação boa que será associada mais à sua presença que ao evento em si. É como se a pessoa pensasse “eu gosto dele porque eu me sinto bem ao lado dele”.

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15. A chave para a confiança é presumir que todos já gostam de você e o respeitam.

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16. Os efeitos do estresse são muito parecidos com os efeitos físicos da coragem. Então, quando você se sentir estressado, imediatamente imagine – e visualize – que você está se sentindo mais corajoso para enfrentar determinada situação. Veja o problema como um desafio, não com uma ameaça.

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17. Quer ficar marcado na mente de alguém que acabou de conhecer? Refira-se a ela pelo nome. As pessoas amam serem tratadas pelo nome e acabam por criar um elo de simpatia por quem as trata assim.

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18. Se você der o maior sorriso que você puder, se sentirá um pouco mais feliz.

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19. Sempre dê às crianças uma opção para fazê-las pensar que estão no controle. Por exemplo, pergunte “você quer usar os tênis do Ben 10 ou do Homem-Aranha?”. Independentemente da resposta, elas usarão tênis, que é a sua vontade.

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(Via Tudo Interessante)

Pessoas que choram muito são poderosíssimas!

Por O Segredo

Todas as emoções não são iguais nem encontram o mesmo grau de aceitação em nossa sociedade. A tristeza, entretanto, está catalogada como uma emoção negativa, uma emoção que se deve esconder e que inclusive deveríamos ter vergonha. As expressões da tristeza, com os ombros caídos, o olhar triste e o choro, são considerados sinais de debilidade e insegurança.

Uma sociedade que sempre demanda que estejamos felizes e alegres, dispostas a comermos o mundo, simplesmente é tremendamente injusta. Porque não funcionamos assim, frequentemente nos entristecemos.

Estigmatizar a tristeza só serve para nos fazer sentir pior, para que pensemos que não somos o suficientemente fortes como para aguentar os problemas sem virmos abaixo.

Por que as pessoas que choram são mais equilibradas emocionalmente?

1. Não reprimem as suas emoções: Não há motivos para esconder a tristeza. Só as pessoas seguras de si mesma, com uma grandeInteligência Emocional, são capazes de reconhecer as suas emoções e expressá-las, mesmo que estas sejam consideradas “negativas”. É necessário muita coragem para nadar contra a corrente e expressar quem você realmente é ou como se sente nesse momento.

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Na verdade, o filósofo Séneca afirmou que “Não tem maior causa para chorar que não poder chorar“.

Manter a mente fria e reprimir as emoções tem um grande custo, não só para nossa saúde psicológica como também física. Numerosos estudos tem vinculado a repressão emocional com um maior risco de desenvolver enfermidades como asma, hipertensão e patologias cardíacas.

2. Aproveitam as lágrimas para mudar a perspectiva: As lágrimas não só são a água que limpamos a alma senão que também limpamos os nossos olhos, para permitir-nos ver a situação a partir de outra perspectiva. As lágrimas nos fortalecem e nos permite crescer. Com já dizia a poeta uruguaia Sara de Ibáñez: “Vou chorar sem pressa. Vou chorar até esquecer o choro e alcançar o sorriso”.

Na verdade, 70% das pessoas pensam que chorar é reconfortante. E que o choro nos permite ver a situação por uma perspectiva mais positiva. Quando terminamos de chorar, a nossa mente se encontra mais clara e em poucos minutos seremos capazes de analisar a situação a partir de outro prisma. Isto se deve a que as nossas emoções se equilibraram e nossa mente racional está preparada para entrar em ação.

3. Sabem que o choro é terapêutico: O choro estimula a libertação de endorfinas em nosso cérebro, que nos ajudam a aliviar a dor e também fomentam um estado de relaxamento e paz? É por isto que depois de chorar, nos sentimos muito melhores e relaxados. Na verdade, foi verificado que não é conveniente cortar o choro, mas deixar que flua porque a primeira fase só tem um efeito ativador mas a segunda fase tem um efeito calmante que reduz a frequência cardíaca e respiratória, propiciando um estado de relaxamento. Ás vezes, o choro é mais benéfico que o riso.

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Um estudo realizado na Universidade da Florida descobriu que o choro é profundamente terapêutico, sobretudo quando se une com um “remédio relacional”, ou seja, quando se aproxima outras pessoas e estas nos dão consolo. Também perceberam que o choro triste, esse que está destinado a criar novos vínculos depois de uma perda, tem um poder catártico.

4. Não se submetem as expectativas sociais: As pessoas que não tem medo de chorar se sentem muito mais livres, são capazes de expressar-se sem se verem pressas pelos convencionalismos sociais. Estas pessoas não tem medo de decepcionar os demais nem a mostra sua suposta “debilidade”, porque sabem que na realidade chorar não implica em nada disso.

As pessoas que choram são mais verdadeiras e não querem se ver maquilhadas pelas expectativas sociais. Essa consciência as levam a serem mais livres e a levar uma vida segundo suas próprias regras. Estas pessoas são verdadeiros “ativistas” que lutam por uma sociedade mais saudável emocionalmente onde as pessoas não se vêem obrigadas a esconder o que sentem.

5. Conectam emocionalmente através das lágrimas: O choro é uma das expressões mais íntimas dos nossos sentimentos. Quando choramos na frente de alguém, é como se estivéssemos desnudando nossa alma. Por isso, as lágrimas ajudam a criar um conexão muito especial, é como se conectássemos diretamente através do nosso “eu” mais profundo.

Quando uma outra pessoa “aceita” essa tristeza, sem tentar fugir dela ou nos brindar de falsas palavras de alento, simplesmente nos apoia e se mantém ao nosso lado, se cria uma conexão única. Na verdade, uma das funções das lágrimas é precisamente a de pedir ajuda, mesmo que seja de maneira indireta, mostrando nossa impotência, para que os demais se acerquem e nos conforte.

Portanto, o choro e a tristeza não devem ser percebidos como um sinal de debilidade, senão como um sinal de fortaleza interna e atenção plena. Não choramos porque sejamos débeis ou incapazes, senão porque estamos vivos e não nos envergonhamos de expressar o que sentimos.

Lembramos que o comparativo da pesquisa não exprime algum tipo de ideologia ou apologia a tal tema de responsabilidade do site, estamos apenas reproduzindo um conhecimento científico.

(Via O Segredo)

6 coisas que você pode fazer de manhã (que não são reclamar da vida)

Por Bruno Vaiano 

E não adianta dizer que vai começar segunda

Toca o despertador. Pânico! Não há para onde correr. Em no máximo uma hora você tomará banho (ou não), café (ou não), coragem (ou não) e sairá rua afora rumo às obrigações, que serão idênticas no dia que virá após o que mal acabou de começar. E no outro também. E no próximo.

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Trágico, não? Pois é, ninguém disse que seria fácil. Mas acontece que o começo da manhã não é uma anomalia do espaço-tempo que te dá vontade de desaparecer, mas sim um período do dia como qualquer outro, que você pode inclusive usar para aumentar a taxa de endorfina no sangue – afinal, quem não gosta de uma boa dose de opióides endógenos de efeito analgésico para dar a largada de bem com a vida?

Preparamos uma pequena lista de boas metas matinais, mas não se preocupe, é claro que é impossível realizar todas de uma tacada só. Então, adote uma e seja feliz.

1. Resolva os problemas mais cabeludos do dia

Uma cabeça vazia faz milagres. E o que parecia impossível às seis da tarde do dia anterior pode soar perfeitamente razoável às seis da manhã do dia seguinte. A melhor solução para uma prova difícil não é estudar logo antes dela, mas sim dar um belo cochilo. O que nos leva à segunda parte da sugestão…

2. Acorde ainda mais cedo para cuidar de tarefas solitárias

Todo mundo sabe que escritórios não são ambientes fáceis. Eles são cheios de distrações, que vão de piadas de tiozão e conversas procrastinadoras atraentes a reuniões intermináveis que fagocitam tardes inteiras. Se você precisa terminar uma dessas tarefas que só envolvem você e você mesmo, sem Facebook e ligações da tia avó, realizá-la assistindo ao nascer do sol é uma ótima pedida. Estar com a cabeça descansada e saber que o resto da humanidade está contando carneirinhos pode ser a combinação que faltava para tudo dar certo.

3. Tome um banho, ele pode ser quente ou frio

Se é que você já não toma um, claro. Banhos frios são bons para a circulação sanguínea e para o calor de 40ºC do verão carioca. Além disso, não fazem mal à pele e aos cabelos e podem, segundo este artigo publicado na Psychology Today, ajudar com a depressão.

Já os quentes não só funcionam melhor em Curitiba como ajudam a liberar ocitocina, hormônio que é protagonista no corpo feminino durante o parto e que está associado à afeição e às relações pessoais e sexuais. A dica é comum entre as sugestões de indução de parto, mas quem disse que ele não funciona para objetivos mais simples, como responder e-mails?

E não se esqueça de um bônus: o vapor faz bem aos narizes de quem sofre de rinite alérgica.

4. Vá andando para o trabalho. Ou faça qualquer outro exercício. Mesmo!

Todo mundo já sabe os incontáveis benefícios de fazer algum exercício matinal além do levantamento de garfo. Mas não custa reforçar. Maior volume dos gânglios basais e do hipocampo, áreas do cérebro associadas respectivamente à coordenação motora e à memória, aumento na eficiência da atividade cerebral e performance cognitiva superior são só algumas das consequências positivas citadas em só um dos intermináveis artigos científicos que existem sobre o tema, publicado no periódico Current Opinion in Behavioral Sciences.

5. Faça um planejamento, mas garanta que suas metas são realistas

Fazer uma lista de obrigações logo pela manhã não tornará a manhã em si melhor, mas vai garantir que você chegue ao final do dia com a indescritível sensação da missão cumprida. Por outro lado, uma lista de metas irrealizáveis acabará em fracasso. Por isso, ao traçar sua agenda, reduza cada atividade a seus passos essenciais e calcule o tempo exato necessário para percorrê-los. Assim você garante um final feliz.

6. Leia. Ou se dedique a um hobby. Ou faça coisas produtivas para você mesmo

É difícil sentar e aprender a tocar piano às sete da noite? Bem, talvez fique um pouco mais fácil acordar mais cedo e tentar de cabeça vazia. Mesmo que você não esteja assim tão paciente, um pouco de arte nunca fez mal para ninguém, então ler ou ouvir música não podem ser ideias ruins. Muitas empresas que incentivam que funcionários dediquem tempo a projetos pessoais costumam reservá-lo na primeira parte do dia.

(Via Galileu)