Pessoas que falam palavrão são mais felizes, íntegras e têm QI mais alto, sugerem estudos

Por Paulo Nobuo

Você pode até julgar e olhar feio para pessoas que falam palavrões constantemente, mas saiba que elas podem ser mais íntegras, inteligentes e felizes do que você. E quem diz isso, acredite, é a ciência.

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Pessoas que falam palavrão são mais inteligentes

Um estudo realizado em 2015 descobriu que indivíduos que têm o hábito de falar palavrão apresentam um Q.I. maior. Conseguir distribuir xingamentos pelo maior número de vezes em um intervalo de um minuto estava ligado a uma pontuação mais elevada em um teste de Quociente de Inteligência.

Isso porque, de acordo com a pesquisa, um vasto vocabulário de palavrões seria sinal de força retórica, ou seja, boa capacidade de argumentação e formulação de ideias. O mesmo levantamento mostrou que quem é bagunceiro e dorme tarde também tinha melhores avaliações nos testes.

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Quem fala palavrão é mais honesto e íntegro

De acordo com uma pesquisa feita com 276 participantes, pessoas que falam palavrão são mais honestas e íntegras do que aquelas que não costumam usar palavras chulas no cotidiano.

O levantamento observou que as pessoas tendem a falar palavrões mais como uma forma de se expressar do que uma maneira de prejudicar o próximo e que a honestidade foi associada a níveis mais altos de xingamentos nos experimentos realizados com os voluntários.

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Pessoas que xingam são mais felizes

Por fim, é possível dizer com base em um outro trabalho científico, que falar palavrão faz com que uma pessoa seja mais feliz no geral. Isso porque o hábito tem efeito direto no alívio de dores, favorece a expressão de sentimentos, promove conexões sociais e melhora da saúde física e mental.

Segundo o estudo, xingar melhora a circulação sanguínea, eleva a liberação de endorfinas e promove sensação de calma, controle e bem-estar.

(via Vix)

Receber uma mensagem de “obrigado” faz muito bem, diz estudo

Por Galileu

Pesquisadores afirmam que as pessoas enviam poucas notas de gratidão por medo de serem analisadas ou parecerem falsas

Uma nova pesquisa mostrou que receber notas, e-mails e cartas de agradecimento é capaz de te deixar mais entusiasmado. O estudo, liderado por dois psicólogos, ainda sugere que as pessoas subestimam o efeito de enviar mensagens dizendo “obrigado”, pois desconhecem o quão bem isso pode fazer.

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“Elas acham que não vai ser um grande negócio”, disse Amit Kumar, professor da Universidade do Texas, nos Estados Unidos. O relatório também aponta que as pessoas acabam acreditando que um agradecimento pode parecer falso e desonesto, além de considerar que o receptor poderá ficar desconfortável.

Outro fator levado em consideração é a letra e forma de escrever: muitas pessoas acham que ao elaborar uma carta falando “obrigado” sua escrita será examinada. Kumar e Nicholas Epley, da Universidade de Chicago, nos EUA, descobriram que quem recebe as mensagens não se importa como as cartas são feitas, mas sim com seu conteúdo.

Publicado na revista Psychological Science, o estudo busca preencher um buraco de pesquisas no campo da gratidão. Para a análise, 100 participantes foram orientados a escrever uma breve mensagem de gratidão para alguém que tivesse os afetado de alguma forma. Os pesquisadores os encorajaram a mencionar que um estudo havia estimulado a escrita das notas.

Kumar observou que a maioria do grupo levou menos de cinco minutos para escrever. Ainda assim, o psicólogo constatou que muitos ficaram preocupados com o fato de os destinatários se sentirem desconfortáveis ao receber os textos com elogios e agradecimentos.

Quem recebeu as mensagens teve que responder um questionário para dizer como se sentiram. Muitos afirmaram que estavam “maravilhados”, além de marcarem 4 na classificação de felicidade que ia de 1 a 5. Em média, as pessoas que fizeram as notas estimaram que a nota recebida seria 3.

Para Kumar, as pessoas tendem a subestimar o efeito positivo que elas podem ter sobre os outros com um pequeno investimento de seu tempo que é de escrever “obrigado”.

(via Galileu)

Seu cérebro faz de tudo para que você não vá para a academia, sabia?

Por Daiana Geremias

Uma vida saudável é fruto da combinação de alguns fatores como alimentação equilibrada, boas noites de sono, ter contato com amigos, abandonar hábitos ruins e, claro, praticar atividades físicas. O problema é que, com relação a esse último item, nem sempre conseguimos levar a sério a matrícula na academia ou o plano de ir caminhar diariamente no parque.

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Antes que você diga que só não faz exercícios físicos quem não quer, temos notícias para você: seu cérebro é basicamente programado para que o sofá pareça um lugar muito mais legal do que qualquer outro relacionado a atividades físicas.

Um estudo recente sobre esse tema contou com a participação de 29 voluntários que precisavam analisar imagens nas quais os indivíduos estavam praticando exercícios físicos e outras nas quais estavam curtindo o tédio. Enquanto isso, seus cérebros eram monitorados e os pesquisadores estudavam suas imagens de atividade cerebral.

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Os voluntários também tinham acesso a um avatar deles mesmos, em uma tela interativa. Durante os testes, eles foram conduzidos a mover seus avatares tanto em direção a imagens de pessoas se exercitando quanto em direção a imagens de pessoas paradas.

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O autor do estudo, Matthieu Boisgontier, percebeu que os voluntários moviam seus avatares mais rapidamente em direção às imagens das pessoas que não estavam praticando esportes. Apesar disso, notou-se que as atividades cerebrais dos participantes eram mais intensas no momento em que corriam na direção contrária às imagens de quem estava parado, o que significa que o cérebro trabalha mais na hora de fugir da imagem sedentária.

Sedentarismo enraizado

A razão para esse comportamento pode estar em nossos instintos primitivos de sobrevivência, uma vez que manter nossa energia estocada conservada era útil em tempos de escassez, assim como em momentos de buscar parceiros sexuais e evitar predadores. Para Boisgontier, é como se nosso cérebro fosse realmente programado para nos deixar sedentários.

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Antes que você pense em desistir de vez dessa coisa de vida saudável, a dica é tentar enganar o cérebro e fazer com que ele queira se exercitar. Como? Fazendo com que sua rotina de atividades físicas se pareça mais com uma brincadeira, com algo divertido, do que com obrigação. A dica é simples, mas funciona de verdade, e você só vai tirar a prova dos nove se tentar de vez.

(via Mega Curioso)

Tomar café com um amigo: uma das melhores terapias do mundo!

Por Marcel Camargo 

Não há quem possa manter um mínimo de equilíbrio sem ter ao menos uma pessoa com quem dividir momentos de descontração e divertimentos, como um cafezinho ou uma cervejinha, para espairecer e se esquecer, por breves momentos que sejam, do montante de dissabores que fazem parte da vida.

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É cada vez mais difícil alguém conseguir ter algum tempinho de sobra ao longo do dia. Tudo é tão corrido, tão urgente, que as pessoas não mais têm tempo para desfrutar de um passatempo, de uma amizade, para não fazer absolutamente nada, apenas descansar. Trabalha-se mais, acumula-se serviço, enquanto os relacionamentos humanos se esvaziam cada vez mais.

Ninguém aguenta, por muito tempo, passar as horas tão somente num pique atarefado e comprometido com responsabilidades que não trazem algum sossego. Por mais que se goste de trabalhar, o corpo e a mente precisam de descanso, de um intervalo em que se consiga tirar um pouco de peso dos ombros. E nada melhor do que um amigo verdadeiro para ajudar essa vida a se tornar menos densa e pesada.

Não há quem possa manter um mínimo de equilíbrio sem ter ao menos uma pessoa com quem dividir momentos de descontração e divertimentos, mesmo que simples, como um cafezinho ou uma cervejinha, para espairecer e se esquecer, por breves momentos que sejam, do montante de dissabores que fazem parte da vida. Rir com verdade, conversar sobre amenidades, lembrar-se de momentos especiais, tudo isso alivia a carga massacrante que o cotidiano nos obriga a enfrentar.

Amigos não devem servir somente para consolar e ouvir nossas agruras, mas também podem ser ótimas companhias para as ocasiões em que dividimos amenidades frugais, sem nada de sério pairando sobre a conversa, apenas sorvendo aquele ócio que recarrega nossas baterias e nossas energias. Amigos nos ajudam nos momentos de escuridão, mas também nos alegram quando precisamos apenas estar com alguém para dividir café e risadas.

Não podemos deixar de lado a necessidade de desfrutar momentos de lazer, junto a pessoas boas e verdadeiras, para que não sucumbamos diante dos inúmeros problemas que lotam nossa vida de entraves. Nosso emocional precisa de refresco e serão as pessoas que nos amam sem ressalvas os calmantes especiais que tornarão nossos passos mais seguros. Nada como um café com a pessoa certa.

(via Revista Pazes)

19 Técnicas psicológicas simples que realmente funcionam

Por Incrível

Existem muitos truques psicológicos e técnicas da PNL (programação neurolinguística) sobre os quais muitos livros foram escritos e palestras proferidas. A maioria deles realmente ajuda os profissionais a manipular as pessoas de maneira despercebida, assim como evitar a influência dos outros. Mas a que truques, na maioria das vezes, a maioria dos mortais recorre?

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Fizemos essa pergunta, resolvemos investigar e encontramos a resposta nos fóruns de Reddit, onde pessoas de diferentes profissões compartilham técnicas psicológicas simples que realmente funcionam.

  • Nunca diga a um homem “você poderia …?”. Desta forma, ele perceberá a questão como teórica. Por exemplo, não pergunte “Você poderia chamar os vizinhos?”, já que a resposta “sim” significaria: “Sim, teoricamente, eu poderia fazê-lo”. Portanto, é melhor reformular este pedido implícito de forma mais clara: “Por favor, chame os vizinhos”.
  • Se você quiser que alguém se sinta desconfortável ou perturbado durante a conversa, de vez em quando olhe para o centro de sua testa.
  • Se o seu interlocutor se esquivar de uma pergunta ou se calar, simplesmente pause a conversa e continue a olhá-lo nos olhos. Ele se sentirá desconfortável por interromper a conversa e seguirá falando. Talvez, com este gesto, dê mais detalhes sobre o que você precisa saber, ou confesse a verdade (se estiver mentindo), acreditando que seu silêncio e seu olhar são um sinal claro de que você adivinhou tudo.

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  • Se você quiser estabelecer relações com alguém (por exemplo, no escritório), simplesmente vá até essa pessoa pedindo que ela lhe conte ou explique algo, mesmo que você já saiba a resposta. Isso vai mudar a atitude dela em relação a você para sempre.
  • Ao fazer uma pergunta, é melhor consentir implicitamente com a cabeça. Muito provavelmente, você receberá uma resposta afirmativa. Mas cuidado: esse truque é o mais utilizado pelas empresas de hotelaria, para que os clientes peçam mais ou escolham pratos mais caros.
  • Se uma pessoa está muito focada em seu trabalho (por exemplo, numa conversa telefônica séria), você pode estender sua mão e ela lhe dará o que estiver segurando nesse momento. Então, provavelmente, ela nem se lembrará disso. O truque também funciona ao contrário: você pode dar algo e nem perceber.
  • Basta dizer superficialmente a alguém que alguma coisa, claramente, está além de suas possibilidades, para que a pessoa faça todo o possível para provar o contrário.

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  • Se durante uma conversa com uma pessoa você constantemente assentir com a cabeça, imperceptivelmente seu interlocutor se tornará mais receptivo às suas palavras, mesmo sem perceber por que isso aconteceu.
  • Se, em geral, você estiver satisfeito com a oferta feita por outra pessoa, mas quiser receber outra coisa, simplesmente adote um aspecto um pouco desapontado. Isso pode funcionar, por exemplo com um preço alto de algo ou um baixo salário proposto.
  • No momento em que o despertador tocar, você deve levantar-se um pouco e abruptamente, por um segundo, cerrar os punhos e gritar “sim!”, feito um jogador de futebol que acabou de marcar um gol. Pode parecer estranho, mas imediatamente você vai se encher de vivacidade e sair da cama facilmente.
  • Se você constantemente se preocupa se fechou ou não a porta e desligou o ferro,ao executar essas ações, diga em voz alta alguma frase absurda (todos os dias escolha uma diferente). Por exemplo, você pode dizer “um coelho verde” e desligar o ferro, “um caranguejo despótico” e fechar a porta. Na hora de pensar se você fechou a porta ou não, você se lembrará de ter pronunciado essa frase estranha e se acalmará.
  • Se alguém tentar arrastá-lo com todas as suas forças para uma grande discussão ou escândalo, diga-lhe algo de bom. Isso deixará a pessoa louca.

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  • Se você trabalha em equipe e um de seus membros é particularmente devagar, não lhe dê tarefas dizendo “faça isso”. Substitua por “comece com isso”: desta forma, psicologicamente, lhe dará a sensação de ter menos trabalho porque precisa começar com algo pequeno. E então, quando ele o fizer, recorra à frase “Muito bom, continue”. Provavelmente, neste caso, ele completará sua tarefa com sucesso, já que terá a impressão de que resta pouco a fazer.
  • Quando falar em público, leve sempre uma garrafa d’água com você. Se sentir que esqueceu o texto ou o que queria dizer, simplesmente beba um pouco. Desta forma, ninguém notará que, na realidade, a pausa se deve ao texto esquecido.
  • Se uma pessoa começar a olhar para você no transporte público, comece a observar seus sapatos. Não se renda. Acredite, isso vai deixá-la louca.
  • Se você fica muito nervoso sempre que vê um de seus conhecidos, no final das contas essa pessoa também ficará inconscientemente nervosa quando estiver consigo.

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  • Se você tiver uma queixa contra uma pessoa, mas não quiser acusá-la diretamente de alguma coisa, use frases indiretas. Por exemplo, ao invés de “você não fechou a janela”, substitua por “a janela ficou aberta”.
  • Se dormiu mal, diga ao seu cérebro com firmeza: “Eu dormi bem”. Parece estranho, mas se você está realmente convencido de suas palavras, vai funcionar 100%.
  • As pessoas se lembram melhor do que aconteceu no começo e no final do dia. Tudo o que acontece entre esses pontos permanece numa nuvem embaçada. Portanto, faça as entrevistas muito cedo ou muito tarde para que o empregador se lembre de você com precisão e não se perca entre tantos candidatos.(via Incrível)

Rituais gregos antigos sacrificavam pessoas feias para aliviar a tensão social

Por Merelyn Cerqueira 

Toda sociedade é construída por tradições.

Algumas delas, no entanto, são extremamente questionáveis, como por exemplo, uma tradição indiana que faz com que bebês sejam lançados do alto de uma torre para que recebam “saúde e vida longa”, ou jovens que precisam se jogar de penhascos amarrados em cordas para provar que se tornaram adultos, como acontece em uma ilha no Oceano Pacífico. O fato é que, dignas ou hediondas, as tradições deixaram legados culturais para toda as sociedades, sejam eles positivos ou negativos.

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Mas é sobre uma tradição da Grécia Antiga que nós vamos falar aqui. No período entre IV e V d.C., uma crença difundida entre os gregos falava sobre a existência de demônios e fantasmas que afetavam diretamente as pessoas, personificando seus medos mais terríveis.

Em períodos de guerra, crise ou pragas, por exemplo, era comum que a moral da sociedade ficasse abalada. Para aliviar essa tensão social, um costume sombrio foi difundido entre os gregos: uma cerimônia chamada “Pharmakos”. O ritual consistia em sacrificar uma pessoa “feia” durante a celebração do Targhelia, com a finalidade de livrar a comunidade das desgraças.

Dada a época, as pessoas escolhidas eram, em geral, as que possuíam algum tipo de deficiência, e isso se torna mais óbvio devido à já conhecida obsessão dos gregos pela beleza. Relatos afirmam que escravos, criminosos, assassinos ou até mesmo endividados, também eram selecionáveis para o cargo de bode-expiatório das desgraças da comunidade.

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Durante o ritual, que durava dias, a população selecionava dois candidatos, também chamados de “Pharmakos”. Eles eram alimentados com as melhores iguarias da época, usavam boas vestimentas e eram obrigados a usar colares com figos pretos e brancos, para representar os homens e as mulheres respectivamente. Posteriormente, os escolhidos eram expulsos da cidade ou apedrejados até a morte pela população.

Além do culto à beleza e pureza pregado pela sociedade grega antiga, um outro ponto importante fomenta ainda mais a ideia do ritual: o poder do sacrifício humano para a salvação de uma comunidade. Sendo assim, o Phamarkos era a representação da purificação de toda sociedade através do sacrifício de um membro fora dos padrões estabelecidos na época.

A palavra, que curiosamente originou a palavra em inglês “pharmacy” (farmácia), é ambígua. Pode significar remédio ou veneno. O que também representa a dualidade do ritual, que coloca o bode-expiatório como culpado, mas ao mesmo tempo como salvador.

Logicamente que a prática já foi abolida da sociedade e é impensável para os dias de hoje. No entanto, e ao longo dos anos, podemos notar que ela deixou uma “herança maldita”: as pessoas estão fadadas a encontrar e punir culpados para que se sintam melhores.

Um exemplo claro disso é a questão dos ladrões amarrados em postes e castigados pela população que, por puro desejo de vingança, resolve fazer justiça com as próprias mãos.

(via Jornal Ciência)

O ponto G masculino existe, mas muitos homens vão preferir ignorá-lo

Por Diego Denck 

Muito se discute sobre qual lugar do corpo das mulheres é considerado o ponto G, ou seja, aquele de maior prazer sexual. Na prática, durante o ato sexual, muitas delas têm dificuldades para atingir o orgasmo: seja por timidez, repressão, falta de habilidade do parceiro ou simplesmente por não saber que isso é possível.

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Para os homens, parece ser mais fácil: afinal, anos de experiência em masturbação fazem com que a maioria deles conheça melhor o seu próprio corpo e saiba quando o orgasmo é atingido. Para eles, a ejaculação é o ponto máximo do sexo, coisa que não acontece com as mulheres.

Mas será que os homens realmente conhecem tão bem assim o próprio corpo? Será que eles sabem que existe um ponto G masculino? A maioria acredita que apenas o seu pênis é uma zona erógena, mas existe um lugar que se for estimulado pode proporcionar um prazer inigualável.

E onde fica esse lugar mágico?

Na próstata! É isso mesmo, caro colega macho alfa, a próstata tem sido apontada como uma das maiores zonas de prazer do corpo masculino. Claro que colocar isso dentro do pensamento heteronormativo da maioria dos homens será bastante complicado, afinal, para chegar até lá, é preciso um estímulo pelo interior do ânus.

No entanto, algumas empresas acreditam nesse nicho e estão desenvolvendo vibradores masculinos que massageiam essa glândula, prometendo um orgasmo inigualável. “A massagem da próstata está muito mais em voga”, diz Jes Tom, do sex shop The Pleasure Chest. Ele explica que isso está crescendo principalmente entre os heterossexuais, que, por muito tempo, fugiam de qualquer estímulo desse tipo por acreditar que isso os “tornaria” gays – e não, não torna.

Tom também explica que muitos casais héteros estão descobrindo na massagem prostática uma nova forma de deixar suas vidas sexuais ainda mais saudáveis e prazerosas. Por isso, ele divulga o vibrador LELO LOKI como o novo brinquedinho sexual dessa galera mais desinibida e que está em busca de novidades na área sexual.

Uma breve introdução a essa área

Jes Tom chama essa zona erógena de ponto P – de próstata, é claro. A glândula pode ser estimulada até mesmo com um dedo curvado, já que ela está localizada exatamente “atrás” da base do pênis, a uma “profundidade” de 7 a 10 cm da entrada do ânus. Outra tática menos “invasiva” é a da massagem do períneo, ou seja, aquela região entre os testículos e o ânus.

Alguns especialistas até ensinam algumas táticas caso você esteja disposto a procurar essa forma de prazer. O ideal, no começo, é ficar deitado de barriga para cima e lubrificar bem a área. Também tente relaxar e não pensar nisso como um grande tabu. Lembre-se, é claro, de limpar bem os dedos ou o vibrador que você vai utilizar para isso. Os sexólogos explicam que o orgasmo prostático pode ser até um terço mais potente do que o peniano.

“Orgasmos que ocorrem em conjunto com a estimulação da próstata podem resultar em sensações mais intensas, mais generalizadas e mais duradouras”, escreve a sexóloga Martha Rosenthal no livro Human Sexuality.

28160356380617embramos que vocês não precisam colocar esses ensinamentos em prática: o artigo serve para vocês tomarem conhecimento de que isso existe e tem despertado a curiosidade em muitos homens héteros. Por outro lado, se vocês compartilham dessa curiosidade, não deixem que tabus sociais os impeçam de descobrir novas formas de ter prazer.

(via Mega Curioso)

Ser “esquecido” é um sinal de inteligência acima da média, de acordo com estudo

Por Luiza Fletcher 

As falhas de memória são vistas com maus olhos na grande maioria das vezes, e isso é compreensível. Afinal, quem gosta de esquecer o aniversário de um amigo ou ente querido, deixar de comprar um produto muito importante no mercado ou perder o horário de um compromisso?

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Quando passamos por um momento como esse, nós nos sentimos mal e desconfortáveis, culpando-nos por nossa “memória fraca”. No entanto, de acordo com um estudo recente, não nada de errado conosco!

O estudo foi conduzido por um professor da Universidade de Toronto e publicado pelo jornal científico Neuron JournalOs resultados mostram que o esquecimento é um processo natural do cérebro, e que pode até mesmo contribuir para nossa inteligência.

De acordo com a pesquisa, a boa memória não está relacionada ao quão inteligente uma pessoa é, e que os pequenos esquecimentos da vida podem contribuir para a o desenvolvimento de nossa inteligência.

Em nosso conhecimento tradicional, as pessoas que sempre se lembram de tudo são consideradas melhores de memória e mais inteligentes. Entretanto, o estudo chegou a uma conclusão oposta: as pessoas que têm pequenas falhas de memórias podem tornar-se mais inteligentes, a longo prazo.

O fato é que os nossos cérebros são muito mais complexos do que pensamos. A área onde guardamos a memória, chamada de hipocampo, precisa ser limpa, de vez em quando. Nós precisamos manter apenas o que é importante e desapegar do que não é.

É por isso, por exemplo, que tendemos a nos lembrar do rosto de uma pessoa, mas não do seu nome. Claro que ambos são importantes no contexto social, mas no contexto animal, o rosto é fundamental para a sobrevivência, o nome não.

Além de fazer essa filtragem das coisas que são realmente importantes, o cérebro também substitui o que não é relevante por memórias novas. E quando está cheio de memórias, é mais provável que tenha dificuldades na tomada de decisão.

A era de tecnologia em que vivemos torna mais difícil para nós retermos grandes memórias, porque é mais fácil fazermos uma busca na internet e descobrir o que precisamos do que buscar em nossos conhecimentos antigos guardados na mente.

Realmente não existe problema em ter pequenas falhas de memória, não há nada de errado com você. Esquecer algumas coisas é normal, faz parte do trabalho do cérebro!

(via O Segredo)

Não me ligue, mande mensagem

Por Jaime Rubio Hancock 

Cada vez mais gente considera que os telefonemas são incômodos e exigem uma resposta precipitada 

Toca o celular e você olha com desdém. Quem será que continua telefonando hoje em dia? Por que não manda um email ou uma mensagem? Você guarda o aparelho no bolso e deixa que a caixa postal seja acionada. Daqui a pouco você responde por WhatsApp.

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É um assunto que já foi tratado na Forbes, na The Atlantic e na rede social de perguntas e respostas Quora, e o site The Oatmeal lhe dedicou uma ilustração cômica, para citar alguns exemplos. Muita gente odeia falar ao telefone e prefere se comunicar por escrito.

É verdade que nem sempre podemos escapar do telefone, mas o fato é que essa mania tem lá suas razões. Você não está sozinho. E tem bons motivos:

1. O telefone é intrusivo 

Interrompe o que estamos fazendo e quer nos obrigar a lhe dar atenção. É preciso lembrar que não atender ao telefone não tem por que ser uma falta de educação. Pelo contrário: podemos estar ocupados ou não ter nem vontade nem ânimo para conversar. Afinal de contas, a outra pessoa nos liga sem se preocupar com o que estamos fazendo neste momento.

A comunicação por escrito permite “escolher o momento da comunicação”, como explica a psicóloga Amaya Terrón, que salienta a necessidade de impor limites e inclusive desligar o celular quando julgarmos necessário.

Nesse sentido, o surgimento da Internet e dos smartphones foi uma bênção para quem acha chato falar ao telefone. É mais fácil que cada interlocutor determine o momento de iniciar e encerrar uma conversa.

Mas isso também tem suas desvantagens, como recorda Terrón. Às vezes perdemos “a chance de confrontar muitos medos e dificuldades da nossa comunicação com os outros”, e isso é especialmente significativo no caso dos adolescentes, que estão desenvolvendo suas habilidades comunicacionais.

Como escreveu Ramón Peco num artigo no qual relatava seu mês sem usar o WhatsApp, “despersonalizar a comunicação é algo terrivelmente cômodo”. E o cômodo nem sempre é o melhor ou o mais adequado. Há conversas que precisamos ter cara a cara, e outras que exigem pelo menos um telefonema, por maior que seja a nossa preguiça de falar. Nem sempre basta enviar uma mensagem e esperar o duplo tique azul para dar a obrigação por cumprida.

2. Exige uma resposta imediata 

Quando alguém telefona você não pode passar 15 minutos calado, pensando se pode ou não aceitar essa encomenda de trabalho ou se gostaria de se incorporar ao plano que lhe propõem. Responder por escrito, por outro lado, permite pensar bem na resposta para depois redigi-la e inclusive relê-la. O email e as mensagens “dão margem para pensar no que queremos dizer”, como resume Terrón.

Mas Terrón também recorda que nem sempre teremos essa margem para pensar uma resposta: a maioria das interações costuma acontecer pessoalmente, e, por mais que evitemos, algumas delas precisarão ser por telefone. Precisamos aprender a “não nos sentir obrigados a dar uma resposta imediata numa conversa”. É perfeitamente plausível dizer: “Vou pensar e depois lhe digo alguma coisa”.

Enquanto uns consideram que uma ligação deveria ser curta e direta, para outros o telefone é um meio para conversar 

Por outro lado, e por mais cuidado que tomemos, vale a pena recordar que às vezes um email se transforma em uma cadeia de mensagens das quais ninguém tira nada com clareza e que poderia ser solucionada com uma ligação de meio minuto. Às vezes é necessário, precisamente, que a resposta seja imediata.

3. Há comunicação não verbal, mas não suficiente 

O telefone se encontra a um incômodo meio caminho entre a comunicação frente a frente, que inclui gestos, olhares e inflexões da voz, e a comunicação por escrito, na qual há mais informação verbal (e possivelmente algum emoji). Por telefone, a conversa pode claudicar tanto no aspecto verbal quanto no não verbal.

Terrón enumera alguns dos problemas que isso acarreta: “Interrupções atropeladas ao longo das conversas, não saber quando se pode intervir, silêncios incômodos, não saber manter o fio da meada numa comunicação sem usar a linguagem não verbal dos gestos…”. Normal que, nestas circunstâncias, muitos achem mais fácil falar pessoalmente ou por escrito.

Mas a psicóloga observa que por escrito, como não existe a comunicação não verbal e “não precisamos nos esforçar muito para manter a coerência entre a mensagem e o que se sente, é mais fácil mentir”. Embora, claro, também seja mais fácil mentir por telefone do que pessoalmente.

4. As conversas se alongam 

Quando escrevemos um email, podemos ir direto ao ponto, ao passo que os telefonemas têm seus rituais. Não podemos ligar para alguém e lhe pedir um favor à queima-roupa. É preciso cumprimentar, perguntar como vai, falar do tempo (que aliás anda louquíssimo) e depois entrar no assunto. A despedida também pode se prolongar mais do que muitos gostariam.

Isto ocorre, explica Terrón, quando as duas pessoas não compartilham da mesma ideia a respeito da finalidade e duração ideal de uma ligação telefônica. Enquanto uns consideram que deveria ser curta e direta, para outros o telefone é um meio para conversar. Há pessoas que preferem um trato o mais próximo possível e para quem uma mensagem não é suficiente, explica a psicóloga, que recorda que há alguns anos era mais habitual usar o telefone para bater papo de forma mais relaxada.

Com a multiplicação das opções de comunicação, isso fica cada vez mais visível. Em geral, “só ligamos quando os demais meios falham. O telefone é usado de forma mais funcional”, diz ela. Hoje em dia, pouquíssima gente telefona para saber como vamos. Só os parentes mais próximos, nosso cônjuge e talvez algum amigo. E não frequentemente. Delegamos grande parte da comunicação pessoal e profissional ao correio eletrônico, às redes sociais e aos grupos do WhatsApp, numa rede cada vez mais ampla de laços frágeis.

É compreensível que alguns sintam saudade: uma curtida não é o mesmo que um “como vai?”, e não é igual uma conversa completa ou quatro frases trocadas e um emoji. Mas tampouco podemos esquecer dessas tediosas ocasiões em que acabamos colocando o celular no viva-voz e, já sem escutar, nos limitamos a soltar monossílabos e a tentar, sem sucesso, interromper a conversa: “Pois é… Ã-hã… É… Olha, vou desligar que… Tá… Isso… Ã-hã… Tá bom”.

(via BBC)

O que é a microtraição e quando ela se transforma em traição de verdade

Por Vicky Spratt

Houve um tempo em que ser infiel estava relacionado a uma mancha de batom no pescoço, a um cheiro de perfume na lapela da camisa ou a um recibo incriminador no bolso da calça.

Especialistas dizem que enviar mensagens para outra pessoa pode ser considerada uma microtraição
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Mesmo quando as redes sociais começaram a aparecer, as pistas eram claras: um beijo em uma foto de festa ou alguém observando o que não deveria. Mas agora, na era de aplicativos de namoro e mensagens diretas, as coisas se tornaram um pouco mais complicadas.

E é aqui que entra em cena a microtraição, a palavra do momento quando se trata de infidelidade.

Como o nome sugere, a microtraição tem a ver com aquelas pequenas coisas que alguém pode pensar que não são tão ruins, mas podem ser. E aí está o dilema: se pode haver ações sutis, como definir a microtraição? E realmente pode haver algo como “traindo, mas só um pouco”?

Sim, diz Martin Graff, professor de psicologia da Universidade de South Wales, no Reino Unido. Em um artigo recente publicado por uma revista de psicologia, ela explica como a infidelidade evoluiu à medida que nossas vidas se voltaram mais para a internet.

Graff define microtraição como qualquer ato ou comportamento de alguém em um relacionamento que indica o envolvimento emocional ou físico com uma terceira pessoa.

A hora do dia em que se curte as fotos/posts de outra pessoa pode revelar suas intenções
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Indícios da infidelidade

Antes dos smartphones, a microtraição poderia ser aquela de tirar a aliança de casamento quando se sai para uma festa. Mas, na era digital, é mais fácil do que nunca dar sinais a alguém de que você está disponível.

Nichi Hodgson, autor de um livro sobre namoro, concorda que a microtraição dá nome a algo que já existia antes.

“Mesmo no século 18, as pessoas flertavam com cartas inadequadas ou revelavam pensamentos indevidos em seus diários”, diz ele à BBC. “O que mudou é que agora temos ferramentas que facilitam a microtraição mais do que nunca.”

No entanto, Graff diz que, embora a microtraição nem sempre signifique que você esteja traindo seu parceiro, ela é um comportamento que pode levar à infidelidade. É como preparar o terreno.

“O fato de nos comunicarmos cada vez mais na Internet torna as relações cada vez mais ambíguas”, explica ele.

Neste mundo obscuro de “microtraição”, existe alguma maneira definida de saber se alguém está sendo enganado ou se está trapaceando?

Aqui estão quatro cenários possíveis, que discutimos com Graff, Nichi e a especialista em relacionamentos Leila Collins.

Escrever a um ex pode ser considerada uma forma de microtraição
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1. Enviar uma mensagem para o seu ex

Você está em um show com seu parceiro. E acontece que os shows de abertura são a banda favorita do seu ex. Você tira uma foto e envia para ele. 24 horas depois, ele responde com um beijo no final da mensagem. Se você continuar a conversa, você está sendo infiel?

Os especialistas dizem:

Nichi: “Não há nada de errado em estar em contato com o seu ex. A situação é aceitável desde que você não esteja procurando uma reconciliação, esteja entediado ou procurando atenção. Muitas pessoas escrevem para o seu/sua ex para dar uma enaltecida em seu ego, se elas sabem que essa pessoa ainda tem algum sentimento em relação a eles/elas.”

Leila: “Por que você gostaria de entrar em contato com um ex se o relacionamento terminou? Não importa qual seja a intenção, não está certo. Eu diria que isso é traição.”

Nível de infidelidade: 3/5

2. ‘Curtir’ as postagens de alguém nas redes sociais

Você está na cama. Você apaga as luzes, mas não consegue dormir. Você começa a mexer o polegar no Instagram e a curtir fotos de alguém com quem, se você não estivesse em um relacionamento, gostaria de estar. Você faz o mesmo durante o almoço e no ônibus a caminho de casa você deixa alguns emojis em suas últimas publicações, incluindo um coração.

Os especialistas dizem:

Nichi: “Pessoas que se sentem inseguras podem ficar mais chateadas que as outras e talvez seja um sinal de que há um problema maior no relacionamento delas. Curtir os posts de alguém não é necessariamente uma coisa para você se sentir mal, mas se você fizer isso com frequência nos posts da mesma pessoa, pode ser preocupante.”

Martin: “É algo ambíguo. A hora do dia em que isso é feito é um bom indicador de se há algo mais.”

Nível de infidelidade: 2/5 se for antes do anoitecer, 5/5 à noite.

3. Construir uma amizade ‘platônica’ na internet

Você saiu de férias com um grupo de amigos da universidade e teve um grande momento com alguém da sua turma. Tornar-se amigo do Facebook parecia um passo lógico. De lá, vocês começaram a se seguir no Instagram. De repente, um dia você recebe uma mensagem pedindo o número: ele quer falar com você sobre o trabalho do curso.

Os especialistas dizem:

Leila: “Você tem que ser honesto e decente sobre isso. Se você está em um relacionamento estável com alguém e troca essas mensagens, isso não está certo.”

Nichi: “Muitas vezes encontramos pessoas com as quais temos coisas em comum, acho que não há nada de errado com isso, mas você precisa ser muito claro com a outra pessoa para ela entender que é apenas amizade. Se você começar a trocar mensagens diretas, que são formas privadas de comunicação, você está escondendo alguma coisa.”

Nível de infidelidade: 4/5

4. Não excluir seu perfil em aplicativos de namoro

Depois de vários meses usando aplicativos de namoro, você passou algum tempo no que parece se tornar um relacionamento real. É ótimo, mas você ainda não decidiu excluir seu perfil nos aplicativos. Você até os usa quando está entediado.

Os especialistas dizem:

Nichi: “Não apagar o seu perfil de aplicativos de namoro é completamente indesculpável, é também um movimento de poder para fazer a outra pessoa se sentir ansiosa sobre o fato de que você não a eliminou.”

Leila: “É cruel e inaceitável, não é só ‘microtraição’, mas ‘macrotraição’. Por que você gostaria de se comunicar com outra pessoa se você está em um relacionamento? Eu entendo toda a comunicação que você não revela ao seu parceiro como um infidelidade, sem exceção.”

Nível de infidelidade: 10/5

(via BBC)