O seu celular pode te dizer mais sobre a Natureza

Por Mário Rui André

O iNaturalist e o Seek são dois apps, dos mesmos autores, que tornam o teu smartphone útil enquanto aproveitas a biodiversidade do mundo em redor.

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Sabe quando vai no meio da Natureza e passa por um animal estranho ou por uma planta cujo nome gostaria de saber? Pode usar o Google Lens para saber ou então um app recentemente lançado e chamado Seek, comunitária e direcionado para este tema. O Seek funciona como um jogo e é parte de um projeoto científico mais amplo.

Ser um cidadão-cientista

Este aplicativo para smartphones – disponível apenas para iOS, de momento – foi desenvolvida pelo iNaturalist, uma comunidade online de pessoas interessada pela Natureza, co-fundada por Nate Agrin, Jessica Kline e Ken-ichi Ueda, e que começou, em 2008, como parte de um projeto de mestrado na Universidade de Berkeley, EUA. A ideia do iNaturalist é ser um espaço onde naturalistas, ecologistas e meros entusiastas podem registar e discutir as suas observações de fauna e flora no terreno, ajudando-se mutuamente.

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Através de um app, para iOS e Android com o mesmo nome, um caminhante, por exemplo, pode encontrar uma espécie que desconhece, tirar-lhe uma foto e partilhá-la com a comunidade através do iNaturalist. “Todas as observações podem contribuir para a ciência da biodiversidade, desde a borboleta mais rara à mais comum erva do quintal”, lê-se no site“Tudo o que tens de fazer é observar.” Assim, ao participares no iNaturalist, podes não só satisfazer a tua curiosidade pessoal, como ajudar os cientistas a conhecer melhor a dinâmica da Natureza.

O iNaturalist enquadra-se num conceito de cidadão-cientista, pretendendo aproximar as pessoas da ciência e fazer com que estas reparem em espécies que de outra forma provavelmente ignorariam. A informação que recolhas através da app será partilhada com bases de dados como a Global Biodiversity Information Facility, um directório aberto e livre.

Um “Shazam”para animais e plantas

Com o Seek, esta filosofia comunitária do iNaturalist é transformado num jogo ao estilo do Pokemon Go – ou então numa espécie de “Shazam”. Uma vez instalado, o Seek mostra uma lista dos seres vivos que coabitam na tua zona, um conjunto de badges por preencher e um incentivo para saíres à rua e começares a explorar. Quando encontras uma planta ou animal – mesmo que seja uma espécie vulgar –, tens apenas de lhe tirar uma foto (sem o perturbar, claro) e deixar que o Seek faça o resto.

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O Seek irá analisar uma base de dados de mais de 150 mil espécies diferentes, disponível no iNaturalist e noutros sites parceiros, e dizer-te que organismo é que fotografaste, mostrando um “It’s a Match” (à lá Tinder) e contextualizando com mais alguma informação relevante proveniente da Wikipédia. Os algoritmos de inteligência artificial que fazem estes matches foram treinados com aprendizagem automática e actualmente conseguem reconhecer mais de 30 mil espécies, especialmente na zona da América do Norte. À medida que mais pessoas usarem o Seek (e o iNaturalist), esses algoritmos poderão ser melhor treinados para fazerem um melhor trabalho.

Para a equipa do iNaturalist, o Seek é uma aplicação introdutória à comunidade maior que existe na outra app. Assim, se o iNaturalist recolhe alguns dados dos utilizadores para ajudar a registar melhor as espécies, o Seek não o faz. E não obriga a qualquer registo, pelo que podes “jogar” à vontade! A única coisa que o Seek te pede é acesso à localização para dar recomendações de espécies próximas de ti, mas diz não recolher essa informação internamente.

Podes descarregar o Seek para iOS aqui. Uma versão Android está nos planos.

(via Shifter)

Serviços de streaming tentam tirar usuário da zona de conforto

Por Matheus Mans

Sites inovam para concorrer com Netflix e HBO Go e driblar ‘bolha algorítmica’

www.mappa.cc/

Não é fácil encontrar novidades em plataformas de streaming, como HBO Go e Netflix. Os serviços, cada vez mais inteligentes e regidos por um poderoso algoritmo, entendem gostos e preferências do usuário, dando apenas indicações de filmes e séries que o deixem em sua zona de conforto. É a “bolha algorítmica”, um dos males do mundo tecnológico de hoje. Dois serviços brasileiros, porém, acabam de surgir e já começam a caminhar na contramão desse movimento.

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Um deles, o Mappa, criou uma verdadeira estrutura de guerra para desafiar o conforto dos usuários. Fundado por três brasileiras, o serviço também é regido por um algoritmo, uma série de códigos baseados em inteligência artificial. Ao contrário da Netflix e afins, porém, o site brasileiro quer fazer com que usuários quebrem suas barreiras e avancem fronteiras em relação ao conteúdo que é oferecido pelas plataformas, cada vez maior e mais disperso no sistema.

Para isso, as três criadoras elaboraram uma plataforma um tanto quanto chocante por seu poder de sugestão. O usuário, que precisa pagar uma taxa ao mês de R$ 10, responde a uma série de perguntas, que vão desde questões sobre os gostos diários até um estranho questionamento sobre a possibilidade de querer quatro braços. Depois, a pessoa escolhe o modo de usar o Mappa: se quer se divertir, “sair da caixinha” ou passar a vida a limpo.

Em qualquer um dos modos, o resultado é único: levar a pessoa a pensar em meios de usar o streaming de modo diferente. Afinal, o Mappa libera só três dicas por vez e ainda há a possibilidade de debater significados com outros usuários. “A gente está na contramão do mercado”, diz Débora Emm, cofundadora. “Além de sugerir conteúdos fora da zona de conforto, também não incentivamos as ‘maratonas’. Queremos que as pessoas pensem no que estão assistindo.”

Em duas semanas de experiência com o aplicativo, o resultado foi interessante. Dentre as sugestões, a belíssima série Chef’s Table, da Netflix; o curta The Runner, no Vimeo, que faz pessoas falarem de assuntos delicados enquanto praticam corrida; e o longa-metragem The Other Dream Team, sobre um time de basquete da Lituânia. Todos diferentes entre si, mas com o objetivo de fazer o espectador pensar e refletir sobre o significado e o impacto das coisas que está assistindo.

E a aposta de Débora é alta. Hoje, a estrutura do Mappa é invejável: são oito curadores de conhecimento, que selecionam filmes, série e vídeo de várias plataformas e sites; e uma equipe de tecnologia e design para cuidar do funcionamento. Além disso, o Mappa recebeu um investimento inicial de R$ 2,5 milhões para começar a funcionar em novembro deste ano. “Nossa ideia, porém, é que a gente sobreviva com a assinatura mensal dos usuários”, afirma ainda Débora.

Sommelier. Outro site que vai nesse sentido é o Filmmelier – combinação de “filme” com a expressão “sommelier”. Como o próprio nome já diz, o site faz uma curadoria especializada em filmes que estão em plataformas como Netflix, iTunes e Google Play. A ideia é que o usuário possa navegar entre categorias de filmes sem as amarras da “bolha algorítmica” e se perder em meio às sugestões de conteúdo para conseguir, enfim, se encontrar dentro do mar de informações do streaming.

“Nosso objetivo é iluminar conteúdos em plataformas de streaming e de video-on-demand que não são tão divulgados, como filmes de baixo orçamento ou independentes”, explica Fábio Lima, criador do Filmmelier. “Além disso, nós só temos curadoria humana. Nada de algoritmos. Afinal, acreditamos que, no futuro, é inevitável a interferência humana para a seleção de filmes em uma plataforma de streaming. O conteúdo está cada vez maior e mais disperso.”

Há quase um ano no ar, o Filmmelier já acumula bons números. Até o momento, são mais de 1 mil filmes catalogados e o objetivo é expandir, ao longo dos próximos anos, ainda mais o conteúdo com novas plataformas e ainda mais apuração do conteúdo que entra ali. “Queremos que o Filmmelier seja a tela inicial de quem está buscando algum filme para assistir no streaming”, afirma Fábio ao Estado. “Queremos fazer a conexão entre o usuário e os conteúdos”, espera também.

Para especialistas, plataformas de curadoria de conhecimento e conteúdo é um nicho que deve ganhar cada vez mais espaço em um mundo digital. “Cada vez mais, teremos mais e mais conteúdo entrando nesses serviços”, afirma Pedro Domingues, professor de ciências da computação da Universidade de Washington. “Não se surpreenda se, daqui a alguns anos, a gente tenha dezenas de serviços de curadoria para diferentes tipos de conteúdo. É um processo sem volta.”

(Via Estadão)

 

Este é o site que te vai ajudar com PDFs

Por Mário Rui André

O Smallpdf pode ser usado online, mas também tem App para Windows e Macs.

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Foi criado em 1993 pela Adobe para permitir a troca de arquivos independentemente da aplicação usada para criá-los. É uma espécie de formato universal, que torna possível escrever e formatar textos ou vetores em qualquer software e partilhar esses documentos mesmo com quem não tem a mesma aplicação.

Se a Apple cedo trouxe a tecnologia de pré-visualização de PDF e algumas destas opções para o sistema operativo dos seus Mac, através da aplicação nativa Preview, nos computadores Windows ver e editar PDFs não é uma tarefa tão fácil. A partir de 2010 a suite Microsoft Office passou a permitir gravar diretamente neste formato mas reverter o processo, ou modificar um ficheiro depois de gravado, parece sempre tarefa impossível ou reservada a aplicações pagas. É aí que entra esta poderosa e gratuita ferramenta.

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Há por aí muitos sites que permitem converter, comprimir ou editar PDFs de forma fácil mas o smallpdf.com junta todas essas ferramentas numa página com design simples e colorido. Nesse site podes:

  • comprimir PDFs, tornando os ficheiros mais pequenos e fáceis de partilhar;
  • converter um ficheiro que tenhas noutro formato num ficheiro PDF ou vice-versa (um PDF num outro formato, como Word, PowerPoint, Excel ou JPG);
  • editar PDFs, isto é, adicionar texto, imagens, formas ou desenhos a PDFs que já tenhas;
  • unir PDFs num só e ou separar um PDF em vários;
  • rodar PDFs, por exemplo, da vertical para a horizontal;
  • assinar digitalmente PDFs;
  • remover passwords de PDFs protegidos e proteger PDFs com passwords.

A conversão é da extensa lista a funcionalidade mais poderosa do smallpdf uma vez que facilmente transforma PDF’s em documentos compatíveis com Powerpoint ou Word e o texto totalmente editável.

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O Smallpdf tem ainda aplicações para Windows e Macs, caso queiras ter estas ferramentas sempre à mão e estejas disposto a investir no plano profissional.

(Via Shifter)

App dubla filmes para qualquer idioma

Por PEGN

O MyLINGO permite ouvir a dublagem dos novos lançamentos nos EUA pelo smartphone

Um brasileiro vai morar ou apenas passear nos Estados Unidos. Quer ir ao cinema lá, mas mesmo tendo bom nível de inglês, não consegue entender tudo o que se fala em um filme americano.

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Um novo aplicativo, chamado MyLINGO, vem ajudar a resolver esse problema. Com ele, é possível ir ao cinema e ouvir o áudio na sua língua de origem pelo smartphone.

Para isso, o usuário deve baixar o aplicativo pela App Store ou Google Play. Aí, é só procurar o filme que quer ver e fazer o download da faixa de áudio para a sua língua.

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A maioria dos lançamentos já tem essas dublagens prontas para exibições fora dos EUA, mas não estão disponíveis para os cidadãos de língua estrangeira que visitam os cinemas americanos.

No início de cada filme, o usuário conecta seus fones de ouvido e pressiona o botão “GO” no aplicativo para sincronizar o áudio perfeitamente ao filme. Cada faixa de áudio custa uma pequena quantia para download, e é automaticamente excluída quando o filme acaba.

(Via Revista PEGN)

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Já é possível carregar até 10 imagens de uma vez no Instagram

Por Miguel Videira Rodrigues

Os utilizadores do Instagram começaram a receber, de forma gradual, a mais recente funcionalidade da rede social. Começou a ser possível carregar até 10 fotos de uma só vez num género de álbum.

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Uma nova funcionalidade começou a surgir, gradualmente, no Instagram. Os utilizadores vão começar a poder publicar até 10 fotografias, ou vídeos, de uma só vez, criando uma publicação que funciona como álbum. Ainda não está disponível para toda a comunidade, mas muito em breve a integração dos álbuns deve estar concluída a nível mundial.

Por baixo de cada publicação surgem agora uns pequenos pontos azuis para indicar o número total de fotografias que estão no álbum.

As funcionalidades conhecidas até ao momento vão continuar disponíveis também nos álbuns, o que significa que cada fotografia ou vídeo vai poder receber um retoque ou um efeito de forma individual. A ordem pela qual aparecem as imagens é escolhida pelo utilizador e, para ver cada fotografia, basta deslizar da direita para a esquerda ou utilizar as setas laterais na publicação.

Ao carregar no ícone central para publicar algo novo, deve surgir um novo símbolo (dois quadrados sobrepostos) que vai permitir ao utilizador selecionar mais que uma imagem para partilhar.

Esta nova função é mais um passo para a rede social que se torna agora mais completa e, ao mesmo tempo, mais complexa. Não se sabe ainda se a publicação de um álbum terá o mesmo destaque que um fotografia ou vídeo individual.

A atualização já está disponível para Android e iOS, nas respetivas lojas, mas apenas alguns utilizadores conseguem, até ao momento, utilizar esta função.

(Via  Observador)

App dubla filmes para qualquer idioma

Por PEGN

O MyLINGO permite ouvir a dublagem dos novos lançamentos nos EUA pelo smartphone

Um brasileiro vai morar ou apenas passear nos Estados Unidos. Quer ir ao cinema lá, mas mesmo tendo bom nível de inglês, não consegue entender tudo o que se fala em um filme americano.

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Um novo aplicativo, chamado MyLINGO, vem ajudar a resolver esse problema. Com ele, é possível ir ao cinema e ouvir o áudio na sua língua de origem pelo smartphone.

Para isso, o usuário deve baixar o aplicativo pela App Store ou Google Play. Aí, é só procurar o filme que quer ver e fazer o download da faixa de áudio para a sua língua.

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A maioria dos lançamentos já tem essas dublagens prontas para exibições fora dos EUA, mas não estão disponíveis para os cidadãos de língua estrangeira que visitam os cinemas americanos.

No início de cada filme, o usuário conecta seus fones de ouvido e pressiona o botão “GO” no aplicativo para sincronizar o áudio perfeitamente ao filme. Cada faixa de áudio custa uma pequena quantia para download, e é automaticamente excluída quando o filme acaba.

(Via Revista PEGN)

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Agora é possível saber quem te ligou de um número privado

Por Julia Moretto 

Todo mundo já recebeu uma ligação de um número privado e se perguntou quem estava no outro lado da linha. A opção de ocultar o número durante as chamadas é antiga e existe em praticamente todos os aparelhos telefônicos.

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Algumas pessoas optam por essa opção pois não desejam que suas ligações sejam rastreadas posteriormente.Já outras, ficam com a pulga atrás da orelha ao receber esse tipo de ligação – principalmente quando não conseguem atender. Além disso, diversas empresas têm usado essa possibilidade para se comunicar com seus clientes. Bancos e operadoras telefônicas são exemplos comuns.

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Mas agora é possível desvendar quem são essas pessoas – ou empresas –misteriosas. Isso porque o site TrapCall consegue identificar o número da pessoa que ligou e mostrar o endereço do dono do celular.

Para adquirir esse benefício, entre no site Trapcall (www.trapcall.com) e clique na opção Sign Up. Como este é um serviço pago, sugerimos que assine o plano mais em conta, o “Bug Trap”.

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Após selecionar a opção, quando receber uma chamada de número privado, não atenda e espere a pessoa retornar. Quando a ligação for feita novamente, o número aparecerá na tela e você receberá um SMS com o nome e o endereço da pessoa que realizou a chamada.

Caso necessite reiniciar o celular, é preciso configurar novamente a opção para que as ligações privadas voltem a ser identificadas.

(Via Jornal Ciência)

Pinterest lança um “Shazam” para objetos do mundo físico

Por Mário Rui André  

Ao fazer pin de imagens e websites de que gostam, os utilizadores do Pinterest estão aos poucos e poucos para construir uma gigante base de dados de objetos de decoração, peças de vestuário e outros produtos. E o Pinterest quer rentabilizar isso criando um motor de busca visual, capaz de pesquisa na web através de fotos que tiramos a coisas palpáveis.

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Se for ao Pinterest, você pode pesquisar por “sapato vermelho” e obter dezenas de resultados de sapatos vermelhos, alguns dos quais com link para uma loja online onde podes comprá-los. Mas por vezes vemos algo na rua que é exatamente o que queremos, seja um acessório de moda, uma mesa bonita ou um relógio de parede. E se desse para apontar a câmara do celular para esse objeto e rapidamente encontrá-lo na internet?

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Essa é a ideia e parte do propósito do Lens, uma nova ferramenta do Pinterest, disponível (para já apenas nos EUA) em iOS e Android. No blogue oficial, é explicado que o Lens permite “usar a câmara da aplicação do Pinterest para descobrir ideias inspiradas por objetos que vemos no mundo real”, isto porque todos já passamos por momentos em que “encontramos algo no mundo que parece interessante mas quando tentamos pesquisá-lo mais tarde online, as palavras falham”.

O Pinterest refere que, nesta primeira fase beta, o Lens funciona melhor com ideias para decorar em casa, coisas para vestir ou usar e comida. À medida que mais pessoas usarem a funcionalidade, melhor ela ficará – o Pinterest vai continuar a melhorar a tecnologia, permitindo melhores resultados e estendendo as capacidades de reconhecimento da câmara a mais objetos.

“Basta apontar o Lens para um par de sapatos e depois tocar para ver estilos relacionados ou ideias de o que vestir com eles. Ou experimenta com uma mesa para encontrar desenhos semelhantes ou mobiliário da mesma época. E pode também usar o Lens com comida. Basta apontares para uns brócolos ou uma romã para ver que receitas surgem. Padrões e cores podem também levar-te para novas direções divertidas, interessantes ou mesmo estranhas”, lê-se no blogue do Pinterest.

Além do Lens, o Pinterest está paraa lançar outras duas novidades nas suas aplicações para iOS e Android. Uma delas, chamada Instant Ideas, permite-te abrir resultados semelhantes a partir de uma imagem. Por exemplo, se encontras um pin de uma pizza, podes tocar num pequeno círculo para achar mais imagens de pizzas.

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A outra funcionalidade dá-se pelo nome de Shop The Look e possibilita-te encontrar produtos de decoração e moda relacionados dentro de um mesmo pin.

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(Via Shifter)

Google consegue recriar um rosto a partir de uma imagem de apenas 64 pixels

Por Renato Santino

Em quantos filmes e seriados já não vimos aquele velho clichê: uma câmera de segurança flagra algum crime, mas a imagem está afastada demais para identificar o suspeito. No entanto, basta a palavra mágica “Enhance!” (“Melhorar!”) por parte do investigador chefe para que aquele monte de pixels sem forma se transformem em uma fotografia precisa do criminoso.

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Na vida real, não existe nada assim, mas o Google está fazendo o que pode para se aproximar da ficção usando sua tecnologia de redes neurais. A divisão da empresa que desenvolve projetos de inteligência artificial, o Google Brain, criou um processo que consegue transformar uma imagem de 8 pixels x 8 pixels para gerar uma aproximação da imagem original.

Mesmo assim, a tecnologia está longe de ser como o retratado nos seriados. O que a inteligência artificial faz é pegar o borrão e fazer uma criação fictícia com base naqueles pixels, na esperança de que isso se aproxime da imagem original usando inteligência artificial. Certamente a técnica não estaria à altura da precisão necessária para seu uso em uma investigação policial.

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Para fazer isso, são usadas duas redes neurais distintas. A primeira é uma “rede de condicionamento”, que mapeia os pixels da foto em baixíssima resolução e tenta encontrar uma imagem similar em alta qualidade para servir como base da reconstrução. A segunda analisa a foto e tenta adicionar detalhes baseado em outras fotos parecidas com pixels em localizações similares. As duas coisas são unidas, dando origem a uma imagem nova artificial, e, em alguns casos, impressionante. O artigo em que a técnica é explicada está neste link (em inglês e com linguagem altamente técnica).

Veja o resultado no exemplo abaixo. A primeira coluna mostra o borrão apresentado para a máquina. A segunda coluna mostra como a máquina decidiu reconstruir os pixels em uma face apresentável, e a terceira mostra a verdadeira imagem, para servir como parâmetro de comparação.

 

(Via Olhar Digital)

Ver um computador identificar objetos num trailer de filme é divertido demais

Por Sidney Fussel 

Se um trailer condensa um filme de duas horas em três minutos com os elementos essenciais, como seria condensar um trailer de filme? Para fazer isso, você pode usar um software de reconhecimento de objetos.

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Stoj, um estúdio de codificação de Copenhague na Dinamarca, analisou o trailer de O Lobo de Wall Street por meio de um algoritmo de detecção de objetos que identifica e rotula tudo na tela. Nos três vídeos separados abaixo, nós basicamente vemos como os algoritmos assistem aos filmes. Eles classificam as coisas essenciais — como uma gravata, uma taça de vinho, uma cadeira —, mas deixam de fora as coisas específicos. É como uma improvisação visual.

O primeiro filtro de vídeo usa mascaramento de objetos, então apenas aqueles reconhecidos pelo software aparecem. Basicamente, todo objeto é classificado, embora haja alguns erros. Ele acha que o McConaughey está vestindo duas gravatas — o que não acho que ele faria, mas isso não vem ao caso — e não consegue notar a diferença entre uma taça de vinho, uma de água e outra de martini.

segunda versão borra os humanos para que você veja apenas as caixas de descrição. Porém, Leo e Matt ainda são completamente reconhecíveis por suas vozes.

A versão final (e a mais legal de todas) remove completamente o visual, basicamente criando um filtro do que o software “vê” durante a análise.

Imagine se pudéssemos treinar algoritmos para reconhecer alegorias ou padrões de elenco dos filmes. Pense em um futuro em que os trailers, ou mesmo filmes completos, são condensados em telas vazias com caixas de texto substituindo o rosto do Bruce Willis ou do Nicholas Cage com [ATOR EM ENVELHECIMENTO] ou o trailer do próximo filme do Michael Bay com [UMA SÉRIE DE EXPLOSÕES] ou qualquer “comédia” do Adam Sandler com [NEM SE INCOMODE EM VER]. Talvez o futuro não seja tão sombrio, no fim das contas.

(Via Gizmodo)