Um browser corajoso sem anúncios nem trackers para te vigiar enquanto navegas

Por Mário Rui André

Disponível para computador e celular, este browser tem uma alternativa ao atual sistema de publicidade: um sistema de micro-pagamentos baseado em blockchain.

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Quando navegas na internet num browser como o Chrome ou o Firefox, é impossível não seres bombardeado com anúncios aqui e ali e com trackers que te acompanham, recolhendo dados pessoais para segmentar ainda melhor as campanhas publicitárias. Ou seja, podes pensar que estás a navegar gratuitamente, mas há um preço escondido; não só estás a pagar aos criadores pelo conteúdo que produziram através da publicidade, como muitas vezes estás a gastar dados móveis para descarregar os anúncios e os trackers associados. Mesmo que tenhas um plano ilimitado no teu celular ou apenas navegues no computador, acabas por pagar de outra forma porque mesmo que não o consideres a tua informação pessoal e o teu tempo são valiosos. (Estamos aqui para te lembrar.)

Este é, em parte, a argumentação utilizada pelo browser Brave.

Segundo uma análise do New York Times, feita em 2015, mais de metade dos dados móveis que os utilizadores gastam a aceder aos 50 maiores sites de notícias são para descarregar anúncios e trackers e não para o conteúdo editorial em si. Já Rob Leathern, gestor de produto no Facebook, acrescentou numa publicação no Medium outro dado relevante: as operadoras fazem mais dinheiro com a publicidade nos sites que os próprios sites, isto porque os consumidores acabam por pagar 16,6 vezes mais em dados móveis que aquilo que os 50 maiores sites de notícias ganham em receitas dos anúncios.

O Brave é um browser com um bloqueador de anúncios e de trackers integrado e ativado por defeito. Quer isso dizer que, ao navegares na internet com este browser, não vais ver publicidade nem aquelas mensagens que te obrigam a desactivar o adblocker. Também não terás scripts escondidos nos sites a seguirem a tua atividade online. Assim, além de segurança e privacidade, o Brave promete uma internet mais rápida, poupando-te dados… e tempo. Ao bloquear anúncios e trackers, o Brave procura também reduzir as hipóteses de ser infectado por malwareransomware e spyware,  prometendo segurança reforçada ao nível de HTTPS, o que significa mais encriptação e mais proteção para a tua identidade, dados de navegação, pagamentos, etc.

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Mas… se o Brave bloqueia a publicidade, como é que os criadores de conteúdo são recompensados pelo seu trabalho e esforço?

O browser tem um sistema de pagamentos incorporado, que te permite estabelecer uma quantia mensal que queres gastar (por exemplo, 10 dólares) e dividir esse valor sob forma de doação pelos sites que mais visitas. Podes escolher a que sites queres doar e que percentagem. O sistema chama-se Brave Payments e não exige grande esforço, nem do lado dos utilizadores, nem do dos criadores e publicações. Os primeiros apenas têm de continuar a navegar e os segundos de continuar a criar e publicar.

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O Brave Payments é baseado em Basic Attention Token, um token de base Ethereum que, mais tarde, permitirá ao Brave criar uma plataforma de publicidade descentralizada e transparente, onde publicações recebem moedas quando um anúncio é visto e os utilizadores também serão recompensados monetariamente pela atenção que deram à publicidade. As publicações ficam com 70%, os utilizadores com 15% e o restante fica para os criadores do browser. Depois, as publicações podem converter essas moedas digitais em dinheiro tradicional (como dólares) ou investi-las na promoção do seu conteúdo, dentro do universo do navegador. Já os utilizadores podem utilizar os tokens que recebem para doar às publicações ou comprar conteúdo premium que estas disponibilizem.

 Em 2017, o Brave conseguiu 35 milhões de dólares em apenas 30 segundos numa ICO para financiar o Basic Attention Token (BAT) – cada unidade vale atualmente cerca de 0,40 dólares. A plataforma de publicidade que o Brave está a construir conta já com parceiros de relevo como o The Washington Post, o The Guardian e o Dow Jones Media Group, que opera os sites MarketWatch e o Barron’s. Mas qualquer criador e publicação pode registar o seu site, canal de YouTube e canal de Twitch no Brave Payments, a plataforma que recupera o conceito inicialmente introduzido pelo Flattr.

Resta dizer que o Brave, que atualmente tem dois milhões de utilizadores ativos mensalmente, é gratuito e de código aberto, podendo ser descarregado para Windows, macOS e Linux, bem como Android e iOS. O Brave foi fundado por Brendan Eich, o criador do JavaScript e co-fundador da Mozilla, e por Brian Bondy, que além da Mozilla, passou também pela Khan Academy.

(via Shifter)

Esta extensão do Chrome te ajuda a aprender um novo idioma via Netflix

Por Hypeness

Não é fácil aprender um novo idioma. Felizmente, muitas iniciativas buscam tornar esse processo mais simples e menos doloroso para quem tenta se arriscar em línguas estrangeiras. Com essa extensão para Chrome, você pode fazer isso enquanto assiste Netflix.

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O nome do projeto não poderia ser mais óbvio: Language Learning with Netflix (ou “Aprendendo Línguas com Netflix”). Através da extensão, os conteúdos assistidos na Netflix ganham uma segunda legenda, na língua que você escolher.

Com as duas legendas simultâneas na tela, o plugin permite que o usuário vá reconhecendo as palavras em outra língua e assimilando vocabulário. Além disso, é possível ver a descrição do dicionário para cada termo ao passar o mouse sobre os diálogos, bem como uma análise contextualizando ela com o seu idioma nativo.

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A ferramenta será mais útil para aquelas pessoas que já têm algum domínio da língua, mas buscam melhorar seu vocabulário e compreensão. O legal é que, por ser usado em contextos que aparecem em filmes e séries que você já está habituado a ver, as palavras acabam sendo memorizadas mais facilmente – e os diálogos são também muito mais naturais do que os dos livros de idiomas.

O serviço está disponível gratuitamente através da extensão, que pode ser baixada aqui. Entretanto, o B9 informa que novas funcionalidades devem ser adicionadas, incluindo traduções para versões dubladas, que só estarão disponíveis para usuários que paguem pela versão premium do plugin.

(via Hypeness)

7 coisas que podem quebrar a Internet (de verdade) e te deixar sem conexão

Por Claudio Yuge

Já ouviu falar na expressão “quebrar a Internet”? Normalmente dizemos isso quando há um acesso muito grande em uma página ou um conteúdo viral tomou conta do noticiário e das redes sociais — ao ponto da audiência “explodir” a capacidade da web aguentar tanta gente “falando sobre a mesma coisa no mesmo lugar”. A frase, claro, é uma brincadeira.

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Mas… Será que existe alguma coisa que realmente possa desligar nossas conexões involuntariamente e “quebrar a Internet”? Mostramos abaixo algumas das situações em que, sim, isso é possível, mas não exatamente da maneira que você possa pensar.

1. Cabos aéreos e subterrâneos
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A “espinha dorsal” da internet é uma central que liga as operadoras aos servidores externos. Os backbones podem fazer a conexão entre diferentes Estados, países e continentes e estão em instalações subterrâneas, aéreas ou via cabos submarinos.

As aéreas, muito utilizadas no Brasil, são mais baratas e também mais suscetíveis a rompimentos por conta de temporais, descargas elétricas ou acidentes de trânsito. Qualquer uma dessas coisas provavelmente vai causar uma queda de conexão na região.

2. Backbones submarinos
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Para compartilhar as informações com os computadores do mundo todo, faz-se necessária essa grande “rodovia intercontinental”, pavimentada por meio de cabos com milhares de quilômetros de extensão.

Quando um desses backbones é comprometido fisicamente —  no caso de um tubarão comer o cabo ou um navio se ancorar no lugar errado, por exemplo — há grandes chances de você ficar sem conexão ou com navegação lenta na área atingida.

3. Intervenção do governo
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Com princípio semelhante, o governo de um país pode vetar e/ou controlar o fluxo de dados nos backbones, como vemos na Coreia do Norte, na China e no Egito. Em regimes menos rígidos, fica difícil “apertar um botão e desligar a internet”, mas em países onde há um grande monitoramento sobre a distribuição da conexão é possível você restringir muito o acesso à web — e até completamente.

4. DNS das operadoras
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Seria muito difícil memorizarmos os endereços numéricos de cada página da web e para isso serve o DNS (Domain Name System). Ele é quem “traduz” as frases que usamos nas caixas de texto dos navegadores para os IP (Internet Protocol), que é a identidade do local que queremos acessar.

O DNS faz isso localmente e também externamente, que é onde pode ocorrer o problema: se estiver indisponível ou for sabotado, você pode ficar sem conexão ou ter um acesso mal direcionado.

5. Queda de servidores
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Como sabemos, os servidores são computadores de alta potência que controlam o acesso de uma determinada rede à web. Ainda que o processo de comunicação tenha avançado bastante — ao ponto de não estarmos mais tão dependentes o tempo todo do funcionamento dessas máquinas —, o desligamento das mesmas pode nos deixar na mão.

Há soluções de sistema para evitar que isso aconteça e ações de emergência para restabelecer o sinal e a alimentação adequada, mas não deixa de ser um possibilidade de “quebra de internet”.

6. Ataque por negação de serviço
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Também chamado de DDoS (Distributed Denial of Service), é uma tentativa invasão massiva, realizada por diversos hackers, para tentar tornar os recursos do sistema indisponíveis. A ofensiva é baseada em múltiplos acessos a uma determinada página, com o objetivo de sobrecarregar o servidor web da mesma.

7. ICANN
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O ICANN (ou Corporação da Internet para Atribuição de Nomes e Números) é uma entidade sem fins lucrativos ligada aos Estados Unidos responsável pela alocação dos endereços do Protocolo da Internet. Ela é quem define as terminações dos domínios de maior nível hierárquico, a exemplo de “.br” para o Brasil.

Como o código está em 13 computadores e a máquina principal fica nos Estados Unidos, pode-se dizer que os únicos que possuem o poder de “desligar a Internet” são os ianques - como bem explica Hartmut Glaser, secretário executivo do Comitê Gestor da Internet (CGI).

(via TechMundo)

O seu celular pode te dizer mais sobre a Natureza

Por Mário Rui André

O iNaturalist e o Seek são dois apps, dos mesmos autores, que tornam o teu smartphone útil enquanto aproveitas a biodiversidade do mundo em redor.

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Sabe quando vai no meio da Natureza e passa por um animal estranho ou por uma planta cujo nome gostaria de saber? Pode usar o Google Lens para saber ou então um app recentemente lançado e chamado Seek, comunitária e direcionado para este tema. O Seek funciona como um jogo e é parte de um projeoto científico mais amplo.

Ser um cidadão-cientista

Este aplicativo para smartphones – disponível apenas para iOS, de momento – foi desenvolvida pelo iNaturalist, uma comunidade online de pessoas interessada pela Natureza, co-fundada por Nate Agrin, Jessica Kline e Ken-ichi Ueda, e que começou, em 2008, como parte de um projeto de mestrado na Universidade de Berkeley, EUA. A ideia do iNaturalist é ser um espaço onde naturalistas, ecologistas e meros entusiastas podem registar e discutir as suas observações de fauna e flora no terreno, ajudando-se mutuamente.

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Através de um app, para iOS e Android com o mesmo nome, um caminhante, por exemplo, pode encontrar uma espécie que desconhece, tirar-lhe uma foto e partilhá-la com a comunidade através do iNaturalist. “Todas as observações podem contribuir para a ciência da biodiversidade, desde a borboleta mais rara à mais comum erva do quintal”, lê-se no site“Tudo o que tens de fazer é observar.” Assim, ao participares no iNaturalist, podes não só satisfazer a tua curiosidade pessoal, como ajudar os cientistas a conhecer melhor a dinâmica da Natureza.

O iNaturalist enquadra-se num conceito de cidadão-cientista, pretendendo aproximar as pessoas da ciência e fazer com que estas reparem em espécies que de outra forma provavelmente ignorariam. A informação que recolhas através da app será partilhada com bases de dados como a Global Biodiversity Information Facility, um directório aberto e livre.

Um “Shazam”para animais e plantas

Com o Seek, esta filosofia comunitária do iNaturalist é transformado num jogo ao estilo do Pokemon Go – ou então numa espécie de “Shazam”. Uma vez instalado, o Seek mostra uma lista dos seres vivos que coabitam na tua zona, um conjunto de badges por preencher e um incentivo para saíres à rua e começares a explorar. Quando encontras uma planta ou animal – mesmo que seja uma espécie vulgar –, tens apenas de lhe tirar uma foto (sem o perturbar, claro) e deixar que o Seek faça o resto.

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O Seek irá analisar uma base de dados de mais de 150 mil espécies diferentes, disponível no iNaturalist e noutros sites parceiros, e dizer-te que organismo é que fotografaste, mostrando um “It’s a Match” (à lá Tinder) e contextualizando com mais alguma informação relevante proveniente da Wikipédia. Os algoritmos de inteligência artificial que fazem estes matches foram treinados com aprendizagem automática e actualmente conseguem reconhecer mais de 30 mil espécies, especialmente na zona da América do Norte. À medida que mais pessoas usarem o Seek (e o iNaturalist), esses algoritmos poderão ser melhor treinados para fazerem um melhor trabalho.

Para a equipa do iNaturalist, o Seek é uma aplicação introdutória à comunidade maior que existe na outra app. Assim, se o iNaturalist recolhe alguns dados dos utilizadores para ajudar a registar melhor as espécies, o Seek não o faz. E não obriga a qualquer registo, pelo que podes “jogar” à vontade! A única coisa que o Seek te pede é acesso à localização para dar recomendações de espécies próximas de ti, mas diz não recolher essa informação internamente.

Podes descarregar o Seek para iOS aqui. Uma versão Android está nos planos.

(via Shifter)

Serviços de streaming tentam tirar usuário da zona de conforto

Por Matheus Mans

Sites inovam para concorrer com Netflix e HBO Go e driblar ‘bolha algorítmica’

www.mappa.cc/

Não é fácil encontrar novidades em plataformas de streaming, como HBO Go e Netflix. Os serviços, cada vez mais inteligentes e regidos por um poderoso algoritmo, entendem gostos e preferências do usuário, dando apenas indicações de filmes e séries que o deixem em sua zona de conforto. É a “bolha algorítmica”, um dos males do mundo tecnológico de hoje. Dois serviços brasileiros, porém, acabam de surgir e já começam a caminhar na contramão desse movimento.

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Um deles, o Mappa, criou uma verdadeira estrutura de guerra para desafiar o conforto dos usuários. Fundado por três brasileiras, o serviço também é regido por um algoritmo, uma série de códigos baseados em inteligência artificial. Ao contrário da Netflix e afins, porém, o site brasileiro quer fazer com que usuários quebrem suas barreiras e avancem fronteiras em relação ao conteúdo que é oferecido pelas plataformas, cada vez maior e mais disperso no sistema.

Para isso, as três criadoras elaboraram uma plataforma um tanto quanto chocante por seu poder de sugestão. O usuário, que precisa pagar uma taxa ao mês de R$ 10, responde a uma série de perguntas, que vão desde questões sobre os gostos diários até um estranho questionamento sobre a possibilidade de querer quatro braços. Depois, a pessoa escolhe o modo de usar o Mappa: se quer se divertir, “sair da caixinha” ou passar a vida a limpo.

Em qualquer um dos modos, o resultado é único: levar a pessoa a pensar em meios de usar o streaming de modo diferente. Afinal, o Mappa libera só três dicas por vez e ainda há a possibilidade de debater significados com outros usuários. “A gente está na contramão do mercado”, diz Débora Emm, cofundadora. “Além de sugerir conteúdos fora da zona de conforto, também não incentivamos as ‘maratonas’. Queremos que as pessoas pensem no que estão assistindo.”

Em duas semanas de experiência com o aplicativo, o resultado foi interessante. Dentre as sugestões, a belíssima série Chef’s Table, da Netflix; o curta The Runner, no Vimeo, que faz pessoas falarem de assuntos delicados enquanto praticam corrida; e o longa-metragem The Other Dream Team, sobre um time de basquete da Lituânia. Todos diferentes entre si, mas com o objetivo de fazer o espectador pensar e refletir sobre o significado e o impacto das coisas que está assistindo.

E a aposta de Débora é alta. Hoje, a estrutura do Mappa é invejável: são oito curadores de conhecimento, que selecionam filmes, série e vídeo de várias plataformas e sites; e uma equipe de tecnologia e design para cuidar do funcionamento. Além disso, o Mappa recebeu um investimento inicial de R$ 2,5 milhões para começar a funcionar em novembro deste ano. “Nossa ideia, porém, é que a gente sobreviva com a assinatura mensal dos usuários”, afirma ainda Débora.

Sommelier. Outro site que vai nesse sentido é o Filmmelier – combinação de “filme” com a expressão “sommelier”. Como o próprio nome já diz, o site faz uma curadoria especializada em filmes que estão em plataformas como Netflix, iTunes e Google Play. A ideia é que o usuário possa navegar entre categorias de filmes sem as amarras da “bolha algorítmica” e se perder em meio às sugestões de conteúdo para conseguir, enfim, se encontrar dentro do mar de informações do streaming.

“Nosso objetivo é iluminar conteúdos em plataformas de streaming e de video-on-demand que não são tão divulgados, como filmes de baixo orçamento ou independentes”, explica Fábio Lima, criador do Filmmelier. “Além disso, nós só temos curadoria humana. Nada de algoritmos. Afinal, acreditamos que, no futuro, é inevitável a interferência humana para a seleção de filmes em uma plataforma de streaming. O conteúdo está cada vez maior e mais disperso.”

Há quase um ano no ar, o Filmmelier já acumula bons números. Até o momento, são mais de 1 mil filmes catalogados e o objetivo é expandir, ao longo dos próximos anos, ainda mais o conteúdo com novas plataformas e ainda mais apuração do conteúdo que entra ali. “Queremos que o Filmmelier seja a tela inicial de quem está buscando algum filme para assistir no streaming”, afirma Fábio ao Estado. “Queremos fazer a conexão entre o usuário e os conteúdos”, espera também.

Para especialistas, plataformas de curadoria de conhecimento e conteúdo é um nicho que deve ganhar cada vez mais espaço em um mundo digital. “Cada vez mais, teremos mais e mais conteúdo entrando nesses serviços”, afirma Pedro Domingues, professor de ciências da computação da Universidade de Washington. “Não se surpreenda se, daqui a alguns anos, a gente tenha dezenas de serviços de curadoria para diferentes tipos de conteúdo. É um processo sem volta.”

(Via Estadão)

 

Este é o site que te vai ajudar com PDFs

Por Mário Rui André

O Smallpdf pode ser usado online, mas também tem App para Windows e Macs.

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Foi criado em 1993 pela Adobe para permitir a troca de arquivos independentemente da aplicação usada para criá-los. É uma espécie de formato universal, que torna possível escrever e formatar textos ou vetores em qualquer software e partilhar esses documentos mesmo com quem não tem a mesma aplicação.

Se a Apple cedo trouxe a tecnologia de pré-visualização de PDF e algumas destas opções para o sistema operativo dos seus Mac, através da aplicação nativa Preview, nos computadores Windows ver e editar PDFs não é uma tarefa tão fácil. A partir de 2010 a suite Microsoft Office passou a permitir gravar diretamente neste formato mas reverter o processo, ou modificar um ficheiro depois de gravado, parece sempre tarefa impossível ou reservada a aplicações pagas. É aí que entra esta poderosa e gratuita ferramenta.

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Há por aí muitos sites que permitem converter, comprimir ou editar PDFs de forma fácil mas o smallpdf.com junta todas essas ferramentas numa página com design simples e colorido. Nesse site podes:

  • comprimir PDFs, tornando os ficheiros mais pequenos e fáceis de partilhar;
  • converter um ficheiro que tenhas noutro formato num ficheiro PDF ou vice-versa (um PDF num outro formato, como Word, PowerPoint, Excel ou JPG);
  • editar PDFs, isto é, adicionar texto, imagens, formas ou desenhos a PDFs que já tenhas;
  • unir PDFs num só e ou separar um PDF em vários;
  • rodar PDFs, por exemplo, da vertical para a horizontal;
  • assinar digitalmente PDFs;
  • remover passwords de PDFs protegidos e proteger PDFs com passwords.

A conversão é da extensa lista a funcionalidade mais poderosa do smallpdf uma vez que facilmente transforma PDF’s em documentos compatíveis com Powerpoint ou Word e o texto totalmente editável.

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O Smallpdf tem ainda aplicações para Windows e Macs, caso queiras ter estas ferramentas sempre à mão e estejas disposto a investir no plano profissional.

(Via Shifter)

App dubla filmes para qualquer idioma

Por PEGN

O MyLINGO permite ouvir a dublagem dos novos lançamentos nos EUA pelo smartphone

Um brasileiro vai morar ou apenas passear nos Estados Unidos. Quer ir ao cinema lá, mas mesmo tendo bom nível de inglês, não consegue entender tudo o que se fala em um filme americano.

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Um novo aplicativo, chamado MyLINGO, vem ajudar a resolver esse problema. Com ele, é possível ir ao cinema e ouvir o áudio na sua língua de origem pelo smartphone.

Para isso, o usuário deve baixar o aplicativo pela App Store ou Google Play. Aí, é só procurar o filme que quer ver e fazer o download da faixa de áudio para a sua língua.

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A maioria dos lançamentos já tem essas dublagens prontas para exibições fora dos EUA, mas não estão disponíveis para os cidadãos de língua estrangeira que visitam os cinemas americanos.

No início de cada filme, o usuário conecta seus fones de ouvido e pressiona o botão “GO” no aplicativo para sincronizar o áudio perfeitamente ao filme. Cada faixa de áudio custa uma pequena quantia para download, e é automaticamente excluída quando o filme acaba.

(Via Revista PEGN)

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Já é possível carregar até 10 imagens de uma vez no Instagram

Por Miguel Videira Rodrigues

Os utilizadores do Instagram começaram a receber, de forma gradual, a mais recente funcionalidade da rede social. Começou a ser possível carregar até 10 fotos de uma só vez num género de álbum.

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Uma nova funcionalidade começou a surgir, gradualmente, no Instagram. Os utilizadores vão começar a poder publicar até 10 fotografias, ou vídeos, de uma só vez, criando uma publicação que funciona como álbum. Ainda não está disponível para toda a comunidade, mas muito em breve a integração dos álbuns deve estar concluída a nível mundial.

Por baixo de cada publicação surgem agora uns pequenos pontos azuis para indicar o número total de fotografias que estão no álbum.

As funcionalidades conhecidas até ao momento vão continuar disponíveis também nos álbuns, o que significa que cada fotografia ou vídeo vai poder receber um retoque ou um efeito de forma individual. A ordem pela qual aparecem as imagens é escolhida pelo utilizador e, para ver cada fotografia, basta deslizar da direita para a esquerda ou utilizar as setas laterais na publicação.

Ao carregar no ícone central para publicar algo novo, deve surgir um novo símbolo (dois quadrados sobrepostos) que vai permitir ao utilizador selecionar mais que uma imagem para partilhar.

Esta nova função é mais um passo para a rede social que se torna agora mais completa e, ao mesmo tempo, mais complexa. Não se sabe ainda se a publicação de um álbum terá o mesmo destaque que um fotografia ou vídeo individual.

A atualização já está disponível para Android e iOS, nas respetivas lojas, mas apenas alguns utilizadores conseguem, até ao momento, utilizar esta função.

(Via  Observador)

App dubla filmes para qualquer idioma

Por PEGN

O MyLINGO permite ouvir a dublagem dos novos lançamentos nos EUA pelo smartphone

Um brasileiro vai morar ou apenas passear nos Estados Unidos. Quer ir ao cinema lá, mas mesmo tendo bom nível de inglês, não consegue entender tudo o que se fala em um filme americano.

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Um novo aplicativo, chamado MyLINGO, vem ajudar a resolver esse problema. Com ele, é possível ir ao cinema e ouvir o áudio na sua língua de origem pelo smartphone.

Para isso, o usuário deve baixar o aplicativo pela App Store ou Google Play. Aí, é só procurar o filme que quer ver e fazer o download da faixa de áudio para a sua língua.

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A maioria dos lançamentos já tem essas dublagens prontas para exibições fora dos EUA, mas não estão disponíveis para os cidadãos de língua estrangeira que visitam os cinemas americanos.

No início de cada filme, o usuário conecta seus fones de ouvido e pressiona o botão “GO” no aplicativo para sincronizar o áudio perfeitamente ao filme. Cada faixa de áudio custa uma pequena quantia para download, e é automaticamente excluída quando o filme acaba.

(Via Revista PEGN)

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Agora é possível saber quem te ligou de um número privado

Por Julia Moretto 

Todo mundo já recebeu uma ligação de um número privado e se perguntou quem estava no outro lado da linha. A opção de ocultar o número durante as chamadas é antiga e existe em praticamente todos os aparelhos telefônicos.

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Algumas pessoas optam por essa opção pois não desejam que suas ligações sejam rastreadas posteriormente.Já outras, ficam com a pulga atrás da orelha ao receber esse tipo de ligação – principalmente quando não conseguem atender. Além disso, diversas empresas têm usado essa possibilidade para se comunicar com seus clientes. Bancos e operadoras telefônicas são exemplos comuns.

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Mas agora é possível desvendar quem são essas pessoas – ou empresas –misteriosas. Isso porque o site TrapCall consegue identificar o número da pessoa que ligou e mostrar o endereço do dono do celular.

Para adquirir esse benefício, entre no site Trapcall (www.trapcall.com) e clique na opção Sign Up. Como este é um serviço pago, sugerimos que assine o plano mais em conta, o “Bug Trap”.

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Após selecionar a opção, quando receber uma chamada de número privado, não atenda e espere a pessoa retornar. Quando a ligação for feita novamente, o número aparecerá na tela e você receberá um SMS com o nome e o endereço da pessoa que realizou a chamada.

Caso necessite reiniciar o celular, é preciso configurar novamente a opção para que as ligações privadas voltem a ser identificadas.

(Via Jornal Ciência)