Este é o site que te vai ajudar com PDFs

Por Mário Rui André

O Smallpdf pode ser usado online, mas também tem App para Windows e Macs.

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Foi criado em 1993 pela Adobe para permitir a troca de arquivos independentemente da aplicação usada para criá-los. É uma espécie de formato universal, que torna possível escrever e formatar textos ou vetores em qualquer software e partilhar esses documentos mesmo com quem não tem a mesma aplicação.

Se a Apple cedo trouxe a tecnologia de pré-visualização de PDF e algumas destas opções para o sistema operativo dos seus Mac, através da aplicação nativa Preview, nos computadores Windows ver e editar PDFs não é uma tarefa tão fácil. A partir de 2010 a suite Microsoft Office passou a permitir gravar diretamente neste formato mas reverter o processo, ou modificar um ficheiro depois de gravado, parece sempre tarefa impossível ou reservada a aplicações pagas. É aí que entra esta poderosa e gratuita ferramenta.

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Há por aí muitos sites que permitem converter, comprimir ou editar PDFs de forma fácil mas o smallpdf.com junta todas essas ferramentas numa página com design simples e colorido. Nesse site podes:

  • comprimir PDFs, tornando os ficheiros mais pequenos e fáceis de partilhar;
  • converter um ficheiro que tenhas noutro formato num ficheiro PDF ou vice-versa (um PDF num outro formato, como Word, PowerPoint, Excel ou JPG);
  • editar PDFs, isto é, adicionar texto, imagens, formas ou desenhos a PDFs que já tenhas;
  • unir PDFs num só e ou separar um PDF em vários;
  • rodar PDFs, por exemplo, da vertical para a horizontal;
  • assinar digitalmente PDFs;
  • remover passwords de PDFs protegidos e proteger PDFs com passwords.

A conversão é da extensa lista a funcionalidade mais poderosa do smallpdf uma vez que facilmente transforma PDF’s em documentos compatíveis com Powerpoint ou Word e o texto totalmente editável.

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O Smallpdf tem ainda aplicações para Windows e Macs, caso queiras ter estas ferramentas sempre à mão e estejas disposto a investir no plano profissional.

(Via Shifter)

App dubla filmes para qualquer idioma

Por PEGN

O MyLINGO permite ouvir a dublagem dos novos lançamentos nos EUA pelo smartphone

Um brasileiro vai morar ou apenas passear nos Estados Unidos. Quer ir ao cinema lá, mas mesmo tendo bom nível de inglês, não consegue entender tudo o que se fala em um filme americano.

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Um novo aplicativo, chamado MyLINGO, vem ajudar a resolver esse problema. Com ele, é possível ir ao cinema e ouvir o áudio na sua língua de origem pelo smartphone.

Para isso, o usuário deve baixar o aplicativo pela App Store ou Google Play. Aí, é só procurar o filme que quer ver e fazer o download da faixa de áudio para a sua língua.

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A maioria dos lançamentos já tem essas dublagens prontas para exibições fora dos EUA, mas não estão disponíveis para os cidadãos de língua estrangeira que visitam os cinemas americanos.

No início de cada filme, o usuário conecta seus fones de ouvido e pressiona o botão “GO” no aplicativo para sincronizar o áudio perfeitamente ao filme. Cada faixa de áudio custa uma pequena quantia para download, e é automaticamente excluída quando o filme acaba.

(Via Revista PEGN)

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Já é possível carregar até 10 imagens de uma vez no Instagram

Por Miguel Videira Rodrigues

Os utilizadores do Instagram começaram a receber, de forma gradual, a mais recente funcionalidade da rede social. Começou a ser possível carregar até 10 fotos de uma só vez num género de álbum.

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Uma nova funcionalidade começou a surgir, gradualmente, no Instagram. Os utilizadores vão começar a poder publicar até 10 fotografias, ou vídeos, de uma só vez, criando uma publicação que funciona como álbum. Ainda não está disponível para toda a comunidade, mas muito em breve a integração dos álbuns deve estar concluída a nível mundial.

Por baixo de cada publicação surgem agora uns pequenos pontos azuis para indicar o número total de fotografias que estão no álbum.

As funcionalidades conhecidas até ao momento vão continuar disponíveis também nos álbuns, o que significa que cada fotografia ou vídeo vai poder receber um retoque ou um efeito de forma individual. A ordem pela qual aparecem as imagens é escolhida pelo utilizador e, para ver cada fotografia, basta deslizar da direita para a esquerda ou utilizar as setas laterais na publicação.

Ao carregar no ícone central para publicar algo novo, deve surgir um novo símbolo (dois quadrados sobrepostos) que vai permitir ao utilizador selecionar mais que uma imagem para partilhar.

Esta nova função é mais um passo para a rede social que se torna agora mais completa e, ao mesmo tempo, mais complexa. Não se sabe ainda se a publicação de um álbum terá o mesmo destaque que um fotografia ou vídeo individual.

A atualização já está disponível para Android e iOS, nas respetivas lojas, mas apenas alguns utilizadores conseguem, até ao momento, utilizar esta função.

(Via  Observador)

App dubla filmes para qualquer idioma

Por PEGN

O MyLINGO permite ouvir a dublagem dos novos lançamentos nos EUA pelo smartphone

Um brasileiro vai morar ou apenas passear nos Estados Unidos. Quer ir ao cinema lá, mas mesmo tendo bom nível de inglês, não consegue entender tudo o que se fala em um filme americano.

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Um novo aplicativo, chamado MyLINGO, vem ajudar a resolver esse problema. Com ele, é possível ir ao cinema e ouvir o áudio na sua língua de origem pelo smartphone.

Para isso, o usuário deve baixar o aplicativo pela App Store ou Google Play. Aí, é só procurar o filme que quer ver e fazer o download da faixa de áudio para a sua língua.

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A maioria dos lançamentos já tem essas dublagens prontas para exibições fora dos EUA, mas não estão disponíveis para os cidadãos de língua estrangeira que visitam os cinemas americanos.

No início de cada filme, o usuário conecta seus fones de ouvido e pressiona o botão “GO” no aplicativo para sincronizar o áudio perfeitamente ao filme. Cada faixa de áudio custa uma pequena quantia para download, e é automaticamente excluída quando o filme acaba.

(Via Revista PEGN)

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Agora é possível saber quem te ligou de um número privado

Por Julia Moretto 

Todo mundo já recebeu uma ligação de um número privado e se perguntou quem estava no outro lado da linha. A opção de ocultar o número durante as chamadas é antiga e existe em praticamente todos os aparelhos telefônicos.

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Algumas pessoas optam por essa opção pois não desejam que suas ligações sejam rastreadas posteriormente.Já outras, ficam com a pulga atrás da orelha ao receber esse tipo de ligação – principalmente quando não conseguem atender. Além disso, diversas empresas têm usado essa possibilidade para se comunicar com seus clientes. Bancos e operadoras telefônicas são exemplos comuns.

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Mas agora é possível desvendar quem são essas pessoas – ou empresas –misteriosas. Isso porque o site TrapCall consegue identificar o número da pessoa que ligou e mostrar o endereço do dono do celular.

Para adquirir esse benefício, entre no site Trapcall (www.trapcall.com) e clique na opção Sign Up. Como este é um serviço pago, sugerimos que assine o plano mais em conta, o “Bug Trap”.

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Após selecionar a opção, quando receber uma chamada de número privado, não atenda e espere a pessoa retornar. Quando a ligação for feita novamente, o número aparecerá na tela e você receberá um SMS com o nome e o endereço da pessoa que realizou a chamada.

Caso necessite reiniciar o celular, é preciso configurar novamente a opção para que as ligações privadas voltem a ser identificadas.

(Via Jornal Ciência)

Pinterest lança um “Shazam” para objetos do mundo físico

Por Mário Rui André  

Ao fazer pin de imagens e websites de que gostam, os utilizadores do Pinterest estão aos poucos e poucos para construir uma gigante base de dados de objetos de decoração, peças de vestuário e outros produtos. E o Pinterest quer rentabilizar isso criando um motor de busca visual, capaz de pesquisa na web através de fotos que tiramos a coisas palpáveis.

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Se for ao Pinterest, você pode pesquisar por “sapato vermelho” e obter dezenas de resultados de sapatos vermelhos, alguns dos quais com link para uma loja online onde podes comprá-los. Mas por vezes vemos algo na rua que é exatamente o que queremos, seja um acessório de moda, uma mesa bonita ou um relógio de parede. E se desse para apontar a câmara do celular para esse objeto e rapidamente encontrá-lo na internet?

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Essa é a ideia e parte do propósito do Lens, uma nova ferramenta do Pinterest, disponível (para já apenas nos EUA) em iOS e Android. No blogue oficial, é explicado que o Lens permite “usar a câmara da aplicação do Pinterest para descobrir ideias inspiradas por objetos que vemos no mundo real”, isto porque todos já passamos por momentos em que “encontramos algo no mundo que parece interessante mas quando tentamos pesquisá-lo mais tarde online, as palavras falham”.

O Pinterest refere que, nesta primeira fase beta, o Lens funciona melhor com ideias para decorar em casa, coisas para vestir ou usar e comida. À medida que mais pessoas usarem a funcionalidade, melhor ela ficará – o Pinterest vai continuar a melhorar a tecnologia, permitindo melhores resultados e estendendo as capacidades de reconhecimento da câmara a mais objetos.

“Basta apontar o Lens para um par de sapatos e depois tocar para ver estilos relacionados ou ideias de o que vestir com eles. Ou experimenta com uma mesa para encontrar desenhos semelhantes ou mobiliário da mesma época. E pode também usar o Lens com comida. Basta apontares para uns brócolos ou uma romã para ver que receitas surgem. Padrões e cores podem também levar-te para novas direções divertidas, interessantes ou mesmo estranhas”, lê-se no blogue do Pinterest.

Além do Lens, o Pinterest está paraa lançar outras duas novidades nas suas aplicações para iOS e Android. Uma delas, chamada Instant Ideas, permite-te abrir resultados semelhantes a partir de uma imagem. Por exemplo, se encontras um pin de uma pizza, podes tocar num pequeno círculo para achar mais imagens de pizzas.

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A outra funcionalidade dá-se pelo nome de Shop The Look e possibilita-te encontrar produtos de decoração e moda relacionados dentro de um mesmo pin.

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(Via Shifter)

Google consegue recriar um rosto a partir de uma imagem de apenas 64 pixels

Por Renato Santino

Em quantos filmes e seriados já não vimos aquele velho clichê: uma câmera de segurança flagra algum crime, mas a imagem está afastada demais para identificar o suspeito. No entanto, basta a palavra mágica “Enhance!” (“Melhorar!”) por parte do investigador chefe para que aquele monte de pixels sem forma se transformem em uma fotografia precisa do criminoso.

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Na vida real, não existe nada assim, mas o Google está fazendo o que pode para se aproximar da ficção usando sua tecnologia de redes neurais. A divisão da empresa que desenvolve projetos de inteligência artificial, o Google Brain, criou um processo que consegue transformar uma imagem de 8 pixels x 8 pixels para gerar uma aproximação da imagem original.

Mesmo assim, a tecnologia está longe de ser como o retratado nos seriados. O que a inteligência artificial faz é pegar o borrão e fazer uma criação fictícia com base naqueles pixels, na esperança de que isso se aproxime da imagem original usando inteligência artificial. Certamente a técnica não estaria à altura da precisão necessária para seu uso em uma investigação policial.

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Para fazer isso, são usadas duas redes neurais distintas. A primeira é uma “rede de condicionamento”, que mapeia os pixels da foto em baixíssima resolução e tenta encontrar uma imagem similar em alta qualidade para servir como base da reconstrução. A segunda analisa a foto e tenta adicionar detalhes baseado em outras fotos parecidas com pixels em localizações similares. As duas coisas são unidas, dando origem a uma imagem nova artificial, e, em alguns casos, impressionante. O artigo em que a técnica é explicada está neste link (em inglês e com linguagem altamente técnica).

Veja o resultado no exemplo abaixo. A primeira coluna mostra o borrão apresentado para a máquina. A segunda coluna mostra como a máquina decidiu reconstruir os pixels em uma face apresentável, e a terceira mostra a verdadeira imagem, para servir como parâmetro de comparação.

 

(Via Olhar Digital)

Ver um computador identificar objetos num trailer de filme é divertido demais

Por Sidney Fussel 

Se um trailer condensa um filme de duas horas em três minutos com os elementos essenciais, como seria condensar um trailer de filme? Para fazer isso, você pode usar um software de reconhecimento de objetos.

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Stoj, um estúdio de codificação de Copenhague na Dinamarca, analisou o trailer de O Lobo de Wall Street por meio de um algoritmo de detecção de objetos que identifica e rotula tudo na tela. Nos três vídeos separados abaixo, nós basicamente vemos como os algoritmos assistem aos filmes. Eles classificam as coisas essenciais — como uma gravata, uma taça de vinho, uma cadeira —, mas deixam de fora as coisas específicos. É como uma improvisação visual.

O primeiro filtro de vídeo usa mascaramento de objetos, então apenas aqueles reconhecidos pelo software aparecem. Basicamente, todo objeto é classificado, embora haja alguns erros. Ele acha que o McConaughey está vestindo duas gravatas — o que não acho que ele faria, mas isso não vem ao caso — e não consegue notar a diferença entre uma taça de vinho, uma de água e outra de martini.

segunda versão borra os humanos para que você veja apenas as caixas de descrição. Porém, Leo e Matt ainda são completamente reconhecíveis por suas vozes.

A versão final (e a mais legal de todas) remove completamente o visual, basicamente criando um filtro do que o software “vê” durante a análise.

Imagine se pudéssemos treinar algoritmos para reconhecer alegorias ou padrões de elenco dos filmes. Pense em um futuro em que os trailers, ou mesmo filmes completos, são condensados em telas vazias com caixas de texto substituindo o rosto do Bruce Willis ou do Nicholas Cage com [ATOR EM ENVELHECIMENTO] ou o trailer do próximo filme do Michael Bay com [UMA SÉRIE DE EXPLOSÕES] ou qualquer “comédia” do Adam Sandler com [NEM SE INCOMODE EM VER]. Talvez o futuro não seja tão sombrio, no fim das contas.

(Via Gizmodo)

Sim, o Google rastreia cada passo que você dá

Por Incrível Club

Já há algum tempo, uma parte importante das informações sobre sua vida pessoal pode ser encontrada da Internet, dando a praticamente qualquer pessoa o acesso a esses dados, de forma fácil e rápida.

Lembra das cenas do filme “Minority report — A Nova Lei” em que Tom Cruise foge e é sempre encontrado porque sensores determinavam sua localização? Pois é, o Google conta com algo similar.

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Por mais estranho que possa parecer, é verdade. A empresa acompanha a localização de todos os usuários de smartphones em todo o mundo, onde quer que se vá. Eles desenvolveram um algoritmo que recolhe os dados sobre a localização do usuário quanto ao momento e os lugares que visitou. Isso também significa que qualquer pessoa pode ter acesso a essas informações e descobrir onde você está.

Não acredita? Existe outra forma de verificar sua localização: basta entrar na conta do Google que você usa em seu smartphone e acessar este link. Nele, é possível ver todo o histórico de lugares que você visitou ultimamente.

O mais impressionante é que, independentemente da configuração de privacidade que você tenha no celular, seus dados continuam sendo enviados e armazenados em algum dos servidores do Google.

A boa notícia é que você pode minimizar o envio dos seus dados pessoais seguindo a instrução abaixo. E não esqueça de compartilhar esta dica com seus parentes, amigos e conhecidos.

(Via Incrível Club)

Veja os objetos que a IA do Facebook reconhece em suas fotos

Por Carlos Cardoso 

Que o Facebook brinca com nossos dados não é novidade, inclusive vendendo para anunciantes idiotas que descobrem que a gente comprou uma geladeira então passam o dia inteiro oferecendo outra, mas a pesquisa do sitezinho do Mark vai muito além disso.

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Eles brincam também com Deep Learning, inteligência artificial e outras mumunhas. Entre elas, reconhecimento de imagem. Nossas fotos são usadas como base de treinamento de uma rede neural criada pelo departamento de Inteligência Artificial do Facebook.

O objetivo vai muito além de reconhecimento facial, querem entender as imagens como um todo, seus componentes, o quê e onde é a cena representada. Por enquanto já conseguem resultados bem interessantes, mas a gente não vê, são usados para indexação e ficam quietinhos como valores do elemento ALT no agatemelê da página.

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As tags aparecem assim graças a uma extensãozinha do Chrome que um sujeito chamado Adam Geitgey escreveu, só para testar o serviço. A instalação é bem símples:

Primeiro você visita o site da extensão no GitHub. Baixa uma cópia para sua máquina.

Em seguida é só abrir a página chrome://extensions, ativar o módulo de desenvolvedor e clicar em “carregar Extensão…” achar o diretório onde você descompactou o arquivo, e pronto.

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Feito isso basta visitar o Facebook e ver suas fotos, a caixinha com as tags deve aparecer na maioria delas. Fiz um teste com imagens totalmente aleatórias recolhidas de forma randômica do Google Images e enviadas para o Facebook:

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Conforme demonstrado, funciona muito bem. O que é assustador. 20 anos atrás todos os computadores do mundo não seriam capazes de algo assim. Examinar uma foto e determinar que nela há uma pessoa, diferenciar uma piscina de uma praia, isso era ficção científica.

A tecnologia de Deep Learning vai mudar o mundo, mais do que qualquer outra desde a domesticação da eletricidade. E o melhor de tudo: a gente não precisa saber exatamente como as coisas funcionam, só que funcionam.

(Meio Bit)