O futuro da programação visual

Por Willian Amphilóquio

Antes de iniciar, vamos refletir sobre o tempo. Falar do futuro sempre causa ansiedade, euforia e um certo medo. A imprevisibilidade assusta.

Nova proposta de ícone de acessibilidade, de Sara Hendren
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A visão geral sobre esse ponto variável na linha do tempo parece ter uma cara definida. O que se vê é muito cinza, materiais frios, robôs convivendo com pessoas, respostas automáticas, alta conexão e carros voadores. De fato, muitas tecnologias já se concretizaram. Algumas aconteceram de formas diferentes às imaginadas no passado, mas realmente saíram no papel — e muitas continuam em processo de desenvolvimento.

Contudo, apesar do desconforto em, muitas vezes, imaginar o futuro ou a sua imagem pode não ser tão monocromática e fechada.

Antes da construção de qualquer produto, serviço ou ambiente, o que vale destacar é que as pessoas devem estar no centro da criação. Os problemas surgem delas e a solução vai para elas, a fim de que todos possam usufruir do resultado.

MUDANÇAS ESTRUTURAIS NA SOCIEDADE

O design, ao longo do tempo, passou por notáveis transformações, e acompanhou a ascensão de grandes tecnologias, que permitiram o aperfeiçoamento das produções.

Da serigrafia às máquinas de impressão digital, foi um processo proveitoso de inovação. As tecnologias trazem facilidade e agilidade ao trabalho.

Hoje, acompanhamos o crescimento da impressão em 3D. Vemos demonstrações de pequenos objetos para uso doméstico a casas compactas, de simples bonecos a órgãos humanos. A velocidade com que tudo acontece parece gerar certo receio ou, por outro lado, fascínio.

Casa construída em 24 horas, por meio de uma impressora em 3D
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O fato é que tais tecnologias geram novos comportamentos. Todavia, não apenas elas alterarão as nossas vidas. A sociedade, à medida que cresce em conhecimento, ganha novos aspectos estruturais.

Vamos fazer um recorte no cenário brasileiro. Míriam Leitão, jornalista e apresentadora, em seu livro “História do Futuro — o Horizonte do Brasil No Século XXI”, de 2015, reflete sobre os avisos do tempo que projetam o futuro próximo. Ela destaca alguns pontos de grandes mudanças no Brasil. Dentre eles, está a demografia.

De acordo com algumas projeções, a população brasileira vai crescer até 2035. A partir de então, o índice vai começar a diminuir. Isso é explicado por inúmeros fatores. As mulheres, com mais poder sobre suas escolhas, vêm optando por não ter filhos. As pessoas também vão viver mais, pois o índice de expectativa de vida vai aumentar consideravelmente. O resultado de tudo isso é uma população com menos crianças e mais idosos.

Ainda parafraseando Leitão, a educação tem papel crucial para este panorama, uma vez que com mais conhecimento, mais se pondera sobre as decisões importantes da vida. A conectividade, originada por meio da era digital, trará avanços significativos ao ensino, tornando-o mais rápido, prático e dinâmico.

Outro ponto a ser destacado, diz respeito ao trabalho mais pesado, que será realizado pelas máquinas, substituindo as pessoas. Leitão afirma que “Não se brinca com a demografia. O que se pode fazer é entendê-la”.

Pictograma, à direita, criado pelo professor e designer Ciro Roberto de Matos, vencedor do concurso realizado pelo movimento Nova Cara da 3ª Idade, liderado pela agência digital Garage IM
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Sustentabilidade também é um tema em ascensão, e tem forte ligação com o design. Ezio Manzini, especialista em design sustentável, em seu livro “Design para a inovação social e sustentabilidade”, de 2008, aborda temas pertinentes relacionados ao consumo, à população, às tecnologias, às empresas e, principalmente, ao design e à sustentabilidade. O trabalho em conjunto vai ser imprescindível para o futuro. Para isto, muitos designers e empresas precisam deixar o orgulho de lado e construir projetos de modo colaborativo, com códigos abertos.

A ideia de consumo passará da posse ao compartilhado, baseando-se na criação de serviços e não apenas de objetos. As cidades, de um modo geral, sofrerão mudanças importantes. Haverá uma ruptura na política e na economia. A produção demasiada e desenfreada gera cada vez mais lixo, portanto, se faz necessário repensar nosso estilo de vida.

As novas tecnologias também facilitarão os indivíduos com deficiências específicas. Klaus Schwab, engenheiro e economista, em seu livro “A Quarta Revolução Industrial”, de 2016, indica algumas tecnologias pertinentes à nossa era, tais como a impressão em 3D, internet das coisas, dentre outras.

Para este artigo, em especial, reservo a reflexão a respeito dos carros sem a necessidade de motoristas, como o Google Car — agora chamado de projeto ‘Waymo’ — , os quais poderão trazer autonomia na mobilidade aos deficientes visuais, por exemplo. A impressão em 3D será capaz de construir partes faltantes de um corpo, de forma mais ergonômica e assertiva.

Novo protótipo do Google Car, criado em 2014
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Em 2020, de acordo com o livro “The Future of Jobs” (O Futuro dos Trabalhos, em tradução livre), do Fórum Econômico Mundial, lançado em janeiro de 2016, o pensamento crítico, a criatividade, a empatia e a inteligência emocional aparecerão nas seis primeiras colocações de um top 10 de habilidades no ambiente de trabalho, acompanhados da gestão de pessoas e da solução de problemas complexos.

O que se pode notar, portanto, é que os comportamentos, influenciados por inúmeros fatores, irão desenhar uma nova forma de entender a sociedade, construindo novas tendências e necessidades.

O DESENHO DE AMANHÃ

As mudanças virão. Não há como fugir delas. Precisamos, antes de tudo, estar preparados para elas; aptos para projetar para um novo cenário.

O designer, mais do que nunca, deve atentar-se a estes acontecimentos importantes na sociedade. As mulheres ganham a cada dia mais espaço, as distâncias raciais são minimizadas por meio da luta contra o racismo, a expectativa de vida da população vem aumentando, a era digital está otimizando o processo de aprendizado e conhecimento e as minorias ganham cada vez mais voz.

Os idosos terão melhores condições de vida e serão mais ativos tanto no mercado de trabalho quanto economicamente, o que implica em novas adaptações cotidianas. O pictograma de um velhinho de bengala, que aparenta estar com dor nas costas, realmente representará o idoso do futuro?

O mesmo é válido para outras representações visuais. O símbolo de um cadeirante estático e dependente não representa mais o deficiente físico de hoje. Um fraldário em que se tem o símbolo de uma mulher trocando fralda já não é mais adequado. Miriam Leitão também discute sobre isso: “antes esse detalhe nem seria notado, hoje, contudo, as pessoas já se perguntam: por que não o pai?”.

A sociedade está recebendo mudanças importantes e significativas. Nós, designers, como propiciadores da inovação, devemos repensar nosso modo de trabalho e, sobretudo, cuidar com o que representamos, focando-se em não reproduzir o que já é inviável e obsoleto.

Referências: LEITÃO, Míriam. “História do Futuro –  o Horizonte do Brasil No Século XXI”. 2015.MANZINI, Ezio. Design para a inovação social e sustentabilidade. 2008.

SCHWAB, Klaus. A Quarta Revolução Industrial. 2016.

Fórum Econômico Mundial. The Future of Jobs. Disponível em: <http://www3.weforum.org/docs/WEF_Future_of_Jobs.pdf>. 2016.

Driverless car project: <https://waymo.com/>.

Novo pictograma para idosos:<http://www.meioemensagem.com.br/home/comunicacao/2013/09/30/veja-o-novo-icone-para-os-aposentados.html>.

Novo pictograma para idosos: <http://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2017/02/06/simbolo-de-preferencia-deve-respeitar-idosos-segundo-projeto-em-pauta-na-cdh>.

Novo ícone para cadeirantes: <http://accessibleicon.org/>.

(Via Design Conceitual)

Material de Desenho – A lista essencial

Por Ivan Querino

Quem não tem cão caça com gato.

Essa frase resume o início da Mattel, a maior fabricante de brinquedos do mundo.

O casal Ruth Handler e Elliot e seu amigo Matt Matson não tinham dinheiro para ter uma fábrica. Então, eles começaram a produzir seus primeiros produtos dentro de suas casas mesmo.

Só 11 anos depois, seria criada a primeira de cerca de 1 bilhão de Barbies que viriam. Além da icônica boneca, foram lançados também Max Steel, Hot Wheels, Polly Pocket e outras marcas que marcaram a infância de crianças pelo mundo todo.

Bem, para começar seu sonho de viver de desenho, você não precisa de uma grande estrutura.

Porém, qual material de desenho eu uso no meu dia-a-dia de trabalho. Já vou adiantando que você não terá dificuldade alguma para encontrá-los, porque são vendidos em qualquer papelaria.

Continue lendo este artigo e esqueça o gato; use o cão mesmo!

Papel: o mais básico material de desenho

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Nada demais. Folhas sulfites como aquelas que usamos na escola (A4, A3 ou qualquer outra).

Se você quiser algo mais bonito e organizado, tenha um sketchbook. Ele é basicamente um caderno de desenho para esboços (por isso, o nome “sketch”). Toda semana, eu posto um vídeo no YouTube praticando desenho (para desenhar melhor, você precisa treinar até a mão cair) e, às vezes, eu faço isso com meu sketchbook, assim como neste vídeo.

Lápis: esboço, luz e sombra

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A ferramenta fundamental do desenho é o lápis. E existem diversos tipos de lápis – HB, 4B, 6B, lapiseira, colorido, etc.

Quem me acompanha no Instagram, já deve ter visto em ensinando a desenhar com camadas. E aí está o segredo: usar tipos de lápis diferentes para camadas diferentes irá facilitar o seu trabalho.

Seguem três etapas que funcionam muito bem para segmentar a construção do seu desenho com lápis:

#etapa1: Pré-esboço: o lápis de cor e as cores da leveza

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Antes de tudo, eu gosto de desconstruir o desenho em várias figuras geométricas.

Essa é a hora do rabisco, quando estou detectando a forma do desenho.

Por esse mesmo motivo, eu uso, levemente, um lápis de cor (azul, vermelho ou de qualquer outra cor), isto é, para não criar uma confusão de rabiscos quando eu for passar o grafite preto e criar as sombras, por exemplo. Portanto, lápis de cor só para garantir a clareza do esboço.

#etapa2: Esboço: um grafite rigidamente mais duro

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Na verdade, esse momento ainda é de pura leveza. Com um grafite mais duro, você consegue fazer traços mais clarinhos.

Lápis HB Lápis 1B Lápis nro. 2 (aqueles da escola) Lapiseira Qualquer um desses acima serve.

#etapa3: Luz e sombra: o início do fim

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Foque-se em usar um grafite poroso agora. Quanto mais você pressiona ele no papel, mais escuro é o desenho.

Ele é simplesmente incrível para o controle das variações de tonalidades (do clarinho à escuridão total) de acordo com o peso da mão.

lápis 6B é mestre aqui. Ponto.

Borracha: correção e detalhes

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Borracha boa não borra, não faz sujeira e é macia. A borracha preta possui todas essas características, por isso eu a uso.

Por outro lado, recomendo que você evite as verdes. E qualquer outra que sujem muito e borrem muito.

Agora, tem uma outra borracha cujo nome é prático: limpa-tipos. Você tem que saber usá-la porque ela não é tão prática assim, na prática.

Serve para detalhes: apagar falhas dos desenhos ou traços dos esboços, definir a iluminação e até mesmo retirar defeitos do pastel.

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Ela absorve o grafite. Por isso, tome cuidado para não borrar o papel.

A última borracha da qual vou comentar é uma mão na roda: caneta-borracha (ou borracha de bastão).

Ótima para limpar áreas pequenas, fera para detalhes.

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Caneta: fechando com chave de ouro

Muita gente me pergunta quais são as canetas que eu uso, porque eu sempre posto meus desenhos no Instagram e, vez ou outra, aparece uma caneta ao lado da imagem.

Assim como os lápis, existem canetas para fins específicos.

Quando for comprar uma caneta, você deve ler em consideração, especialmente, a forma de sua ponta. Ela irá definir o nível de controle que você terá sobre o traço. Veja a seguir cinco canetas que eu uso, sendo que todas, exceto a última você encontra em qualquer papelaria. Aliás, ela é incrível.

#caneta1: STABILO

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As canetas STABILO tem uma ponta bem fininha, muitas cores disponíveis e uma tinta forte.

São legais para fazer detalhes, principalmente, em áreas pequenas. Não permitem, todavia, controle da pressão do traço, isto é, criar algumas partes mais grossas e outras mais finas.

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Funciona bem para hachuras e pontinhos de quadrinhos, por exemplo.

#caneta2: FUTURA

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caneta futura, apesar de ser um pouquinho arrendondada, possui uma ponta triangular.Isso não significa que ela é Illuminati; apenas que você conseguirá ter controle do traço se você incliná-la.

Além disso, você ainda consegue fazer traços fininhos, semelhantemente ao que é possível com a STABIO.

Viu que massa?

#caneta3: Caneta para CD e DVD

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Um nome grande e óbvio para CD marker.

Eu costumo usar a caneta para CD e DVD para desenhar em madeira, plástico, parede, tudo, exceto papel. Simplesmente porque ela é bagunçada com folhas: atravessa o papel e mancha a superfície, por exemplo, a mesa da sala!

Fora isso, ela é boa. Com ela também tem a ponta triangular, você também consegue ter uma dinâmica razoável com essa caneta.

#caneta4: Pilot Color 850

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Penúltima caneta da lista, a Pilot Color 850 tem a ponta totalmente arredondada e, por isso, ela permite um domínio total do traço.

Ela me serviu muito, especialmente, para criar caricaturas. Por isso, caso você seja um caricaturista, a Pilot Color 850 é altamente recomendada para você.

Apertando mais a caneta, você consegue traços mais grossos e, soltando mais a mão, você consegue um mais leve. Excepcional.

#caneta5: Caneta-pincel

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Essa é show. Por isso, geralmente, você só consegue comprá-la pela Internet.

caneta-pincel, também chamada de fude pen, é uma caneta japonesa híbrida, que possui características da caneta e do pincel. Ela precisa de ser abastecida com nanquim, e possui várias espessuras disponíveis – 0,5; 0,7, etc.

É um pincel que não precisamos de ficar molhando, porque possui um reservatório de tinta. Espetacular!

Apesar de ter 100% de controle sobre o traço com essa caneta, você precisa de ter habilidade com pincel para saber utilizá-la.

O melhor carro é o que eu tenho

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As dicas apresentadas aqui são ótimas. Mas é importante ter em mente que o material sozinho não faz nada.

Exatamente por isso que, pra você desenhar da forma correta com qualquer material, você precisa de um MÉTODO. É através de um método que você vai conseguir passar suas idéias para o papel.

E se você chegou até é porque você está comprometido com seu aprendizado e é por isso que eu quero te ajudar a dar o próximo passo te mostrando o meu método pra desenhar qualquer coisa.

(Via Eu Desenho)

Mostra Artefacto 2017

Por FatoMais Comunicação

Decor+Fashion. Mostra de interiores traz a moda para a decoração

Este ano a moda e o design estão conectados na Mostra Artefacto. Os espaços assinados por 16 profissionais parceiros da marca e entre os principais nomes do mercado goiano de arquitetura e design de interiores são inspirados em personalidades do mundo fashion. A nova edição da Mostra Artefacto esta aberta desde o dia 5 de maio no showroom localizado no Setor Marista, e poderá ser visitada até março de 2018.

AnaPaula Sanderson 022 Crédito EdisonGarcia

A moda e o design são duas linguagens que traduzem o lifestyle contemporâneo. E por isso, os 13 ambientes projetados, além de evidenciar as novidades da coleção 2017, valorizam o modo de vida da maioria das famílias, independente do estilo de cada uma. “Mais do que um porto seguro, o espaço que escolhemos habitar tornou-se o point social mais desejado, especialmente para as famílias que cultuam o tradicional hábito de receber, não apenas em grandes festas, mas em encontros regados a descontração e convívio com os amigos”, destaca a empresária Andrea Torminn Senna.

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Para conceber ambientes versáteis, mas fortemente marcados pela elegância do mobiliário Artefacto, nomes de relevância nacional. A vitrine inaugural é assinada por Maurem Françoise.  Presente em todas as edições do evento, ela escolheu o talento de Jum Nakao, visionário no mercado da moda, que a profissional considera de uma elegância constante, especialmente pela forma que define a mulher. A vitrine traz o claro e o escuro como opostos, iluminação, adornos e obras de arte criadas especialmente para esta homenagem.

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Outros nomes na Mostra Artefacto 2017 são Ana Paula Castro e Sanderson Porto, Dalson Pereira, Doriselma Mariotto, Elisa Veloso, Giselly Graciano, Kerley de Melo, Léo Romano, Pedro Ernesto Gualberto e Leandra Castro, Simone Moura, Sonia Prado, Tati Tavares e Alex Dalcin, além de Valéria Oliveira.

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O time de homenageados traz um vasto reconhecimento à moda em carreiras nacional e internacional, que permeiam o fashion, design, consultoria e arte. São eles: Alessandra Borges e Karlla Karolina, Carol Bassi, Claudia Jatahy, Eleonora Hsiung, Fabiana Queiroga, Fabiana Milazzo, Gabriel Teodoro, Greison Albuquerque, Jack Vartanian, Jum Nakao, Mariza Peres, Raphael Sahyoun e Riccy Aranha.

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Mobiliário
A nova coleção dos móveis da Artefacto foi desenvolvida pela arquiteta Patrícia Anastassiadis. Os novos produtos ampliam o já consagrado catálogo da marca, remixando ocidente com oriente, especialmente o Oriente Médio e a Ásia, sem deixar de lado a brasilidade sempre característica. Entre estofados, mesas, aparadores, cadeiras, banquetas e peças de apoio, os produtos preservam a tradição de mais de quarenta anos e o acento italianíssimo do mobiliário da Artefacto. A produção foi dividida em quatro linhas – New Classic, Noveau, Ink e Orient Excess.

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Serviço:
Mostra Artefacto Goiânia
Local: Artefacto – Av. 136, nº 290  – St. Marista
Visitação: até março de 2018
Telefone: (62) 3238-3838
Horário de funcionamento da loja: das 9h às 19h (segunda a sexta) e das 9h às 13h (sábado).

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Sobre a Artefacto
Inaugurada em 1976, em São Paulo, a Artefacto sempre direcionou suas metas no sentido de satisfazer os desejos e as necessidades dos seus clientes. Com mais de 25 lojas no Brasil e um condomínio de produção no interior de São Paulo, a marca também está presente em Miami (USA) aonde há 3 lojas: Coral Gables, Aventura e Doral. A franquia em Goiânia é administrada por Andréa Torminn Senna e Pedro e Vera Torminn.

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Os ambientes e os homenageados

Profissional: Maurem Françoise
Vitrine para Jum Nakao

Profissionais: Ana Paula Castro e Sanderson Porto
Living e Jantar para Carol Bassi

Profissional: Dalson Pereira
Varanda Gourmet para Gabriel Teodoro

Profissional: Doriselma Mariotto
Living e Jantar para Fabiana Milazzo

Profissional: Elisa Veloso
Loft para Eleonora Hsiung

Profissional: Giselly Graciano
Quarto para Claudia Jatahy

Profissional: Kerley de Melo
Sala de Jantar para Raphael Sahyoun

Profissional: Léo Romano
Estar para Greisson Albuquerque

Profissionais: Pedro Ernesto Gualberto e Leandra Castro
Home para Riccy Souza Aranha

Profissional: Simone Moura
Living para Alessandra Taquary e Karlla Karolina Lourenço (Santa Pelle)

Profissional: Sonia Prado
Home para Marisa Peres

Profissionais: Tati Tavares e Alex Dalcin
Quarto Casal para Fabiana Queiroga

Profissional: Valéria Oliveira
Varanda para Jack Vartanian

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Casa sustentável tem conceitos de arquitetura bioclimática e telhado verde

Por Ciclo Vivo 

Ela é um bom exemplo de eficiência sem a aplicação de ideias mirabolantes.

Nem sempre construir uma casa sustentável significa ter grandes tecnologias ou propostas inovadoras de design e materiais. Às vezes, basta seguir os conceitos mais básicos da arquitetura para ter uma residência construída de forma rápida e com baixo impacto ambiental, como é o caso da Casa Avalon.

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Construída em New South Wales, na Austrália, e projetada pelo escritório ArchiBlox, ela é um bom exemplo de eficiência sem a aplicação de ideias mirabolantes. O projeto foi desenhado a partir dos conceitos da arquitetura bioclimática, que utiliza as condições climáticas da região para reduzir o impacto da obra e, principalmente, do uso dos espaços.

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Por isso, a casa possui grandes janelas e está disposta em uma orientação leste-oeste, para aproveitar ao máximo a ventilação natural. As aberturas também aumentam a entrada da luminosidade natural, evitando o uso de iluminação artificial nos cômodos durante o dia.

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A casa é pré-fabricada e modular, o que permitiu que a construção fosse finalizada em apenas seis semanas, sem deixar rastros de impactos no solo ou grande quantidade de resíduos. O seu exterior é coberto por uma camada de madeira certificada com o selo FSC, que garante a origem e a sustentabilidade do material.

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Apesar de tudo isso, o grande destaque desta residência, que tem 106 metros quadrados e dois quartos, é o telhado verde. O espaço não é apenas um gramado no teto da casa. Ele é um espaço funcional, que permite o plantio de diversas espécies, ao mesmo tempo em que colabora para a manutenção da temperatura interna da casa e para o aproveitamento da água da chuva.

Clique aqui para ver mais detalhes deste projeto.

(Via Ciclo Vivo)

Adeus, tijolo!

Por Arquitetura e Construção 

Obras mais rápidas, limpas e sustentáveis. Com um considerável leque de vantagens sobre as edificações de alvenaria, os sistemas construtivos steel frame e wood frame começam a impor sua presença em projetos residenciais, do alto padrão às habitações sociais. 

STEEL FRAME 

Com grandes vãos e balanços generosos, esta casa de steel frame em Campinas, SP, comprova que a tecnologia pode ser aplicada a qualquer tipo de arquitetura.

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As construtoras, os operários e os moradores não são os únicos a tirar proveito dos benefícios dos sistemas steel frame e wood frame – os arquitetos também são favorecidos. “Esses métodos industrializados permitem um controle muito maior do projeto, reduzindo drasticamente a margem de erro”, diz o arquiteto Fabio Muzetti, da Muzetti Arquitetura e Urbanismo, responsável pela casa da foto acima, de steel frame. “A construção de uma residência como esta, em média, leva metade do tempo de uma feita de alvenaria, com custo semelhante”, exemplifica Henrique Alfonsi, diretor da Alfonsi Steel Frame, que executou o trabalho. “Tudo começa com uma maquete 3D, feita com tecnologia BIM, que contempla todas as etapas da obra. Isso evita incompatibilidades dimensionais, responsáveis por atrasos. Essa versão tridimensional gera um manual de montagem e uma lista de materiais, o que eleva a precisão das peças e do orçamento”, completa. Outra vantagem, de acordo com o arquiteto Rutherford O. Ocampo, diretor-presidente da Zárya Arquitetura e Engenharia, é a facilidade de passagem e manutenção de instalações elétricas, hidrossanitárias, de gás, ar condicionado etc.

Detalhes da estrutura: 

Os painéis que compõem as paredes de steel frame são formados por perfis metálicos com diversas camadas.

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WOOD FRAME

Esta residência sustentável em Vinhedo, SP, com 390 m², foi erguida em apenas dez meses com wood frame.

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A casa acima foi erigida sob os preceitos da arquitetura bioclimática, integrando sustentabilidade e construção. Além de captar luz solar e água de chuva para seu abastecimento, ela foi desenhada para receber alta incidência de claridade natural, complementada, quando necessário, pela iluminação inteiramente de led. Seus 390 m2 ficaram prontos em dez meses, levantados com wood frame pela Tecverde Engenharia. “Num processo convencional, tomaria cerca de dois anos para ser concluída”, compara o arquiteto João Paulo Generoso, da Atos Arquitetura, responsável pelo projeto. Semelhante ao steel frame, esse método industrializado troca os perfis de aço pelos de madeira. “O wood frame é mais ecológico e gera maior conforto térmico e acústico. Também oferece mais resistência contra incêndio, pois a madeira é isolante e resiste a altas temperaturas”, defende Pedro Moreira, diretor de engenharia e sócio da Tecverde, que contabiliza mais de 100 mil m2 construídos com esse sistema no país. Outro diferencial relevante, segundo João Paulo, “é a maior facilidade para comprar madeira do que aço no Brasil. A mão de obra também é mais acessível para o material”. O tempo de obra, no entanto, é o mesmo. “A montagem de uma habitação social de 45 m2 dura cerca de duas horas, com uma equipe de quatro ou cinco pessoas e o auxílio de um guindaste”, aponta Pedro. As áreas molhadas, preocupação de quem pretende investir numa residência do tipo, não correm risco de sofrer infiltrações, pois o conjunto é impermeabilizado. Além disso, qualquer projeto pode ser adaptado para o wood frame, desde que possua até quatro pavimentos. “Esse é o limite para a tecnologia disponível no Brasil”, diz Pedro.

Detalhes da estrutura: 

A racionalização das etapas dos projetos de wood frame diminui as margens de erro e aumenta o controle de qualidade, gerando menos desperdício e resíduos 

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(Via Arquitetura e Construção)

Essa série de trabalhos caligráficos é obra de um menino de 14 anos

Por Janara Lopes 

Bom gosto não se discute? Talvez.

É fácil separar algo elegante de algo cafona? Mais fácil do que discutir gosto, provavelmente.

Em 10 anos de trabalho curatorial eu criei as minhas delimitações entre um e outro. Mas elas são pessoais.

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Porém, quando a gente bota os olhos em algo bonito e bem feito é automático: todos concordam de forma natural e tácita sobre isso. É algo que fica claro pra mim vendo trabalhos como esses aqui.

A visão repetida de padrões ensina mais do que a academia.

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O que existe de inovador no trabalho desse designer britãnico de 14 anos? Absolutamente NADA.

Nada, além do fato dele ter 14 anos e já estar bem evoluído esteticamente na caligrafia, ou hand lettering, como os especialistas preferem chamar. Anos de observação de portfolios, tumblrs, anúncios.

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Ted Bettridge tem Instagram, tem Behance e conta no Youtube. E provavelmente tenha uma visão empreendedora sobre sua carreira recém saída das fraldas que muito designer que sai da academia demora séculos para entender. Ele sabe até como usar assinatura/marca d´agua sem cagar no layout!

Coisa de geração.

A palavra “prodígio” está com seus dias contados.

(Via Ideia Fxa)

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Casa flutuante produz sua própria energia e pode ser totalmente reciclada

Por Ciclo Vivo

 A base para a construção da WaterNest é a madeira laminada.

A WaterNest é uma casa sustentável com um grande diferencial: ser flutuante. Construída com princípios ambientalmente corretos em cada detalhe, ela ainda proporciona ao morador uma relação única com a natureza e seu entorno.

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O arquiteto italiano Giancarlo Zema é o responsável pelo desenho e o desenvolvimento ficou por conta da empresa britânica EcoFloLife, especializada em casas flutuantes ecológicas.

A base para a construção da WaterNest é a madeira laminada. O processo de fabricação deste material coloca a madeira natural sob pressão, para reduzir os defeitos e aumentar a durabilidade da matéria-prima. Este processo também proporciona maior resistência mecânica ao peso, fogo e combustão, itens essenciais em uma casa.

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O segundo detalhe importante da estrutura da residência é o casco. Feito inteiramente em alumínio. Além de ser leve e resistente ao impacto e corrosão, ele é 100% reciclável. Neste caso, o casco precisa garantir que a casa flutue e ainda proporcionar meios técnicos para o funcionamento da unidade residencial.

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A cobertura desta casa flutuante recebeu placas solares. De acordo com a fabricante, são 60 metros quadrados de filmes fotovoltaicos, que geram toda a energia necessária para abastecer a residência. Os modelos utilizados são flexíveis, podendo ser adaptados a qualquer tipo de cobertura, e são altamente eficientes, com baixo consumo de energia para o funcionamento.

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O sistema de ar-condicionado é automático, para reduzir o gasto energético e a manutenção. As grandes janelas proporcionam uma bela vista e também permitem o maior aproveitamento da luminosidade natural. Para o melhor conforto térmico, elas são feitas com camada dupla de vidro, que aumenta a vedação do calor e também acústica.

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Toda a casa está conectada a um sistema que controla a iluminação e os aparelhos eletrônicos. A tecnologia permite aos moradores modificar a música, a temperatura, as luzes e muito mais com apenas um clique no controle remoto.

(Via Ciclo Vivo)

Cientistas suecos criam madeira transparente que pode transformar o futuro do design e da arquitetura

Por Carol T. Moré 

Madeira transparente? Inovação mistura design e materiais que transformam a madeira em um objeto praticamente invisível, e poderia substituir até o vidro e o plástico. 

Você não precisa fazer compras em lojas de materiais de construção para ver que a maioria dos consumidores são obcecados por madeira. E quando falamos na Suécia, país com mais de 57% de seu território coberto por 51 bilhões de árvores, é fácil constatar porque os produtos correspondem a uma das maiores parcelas de exportação do local.

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Foi exatamente lá que pesquisadores descobriram um novo uso para as lenhas e a transformaram em algo totalmente inusitado: eles tornaram a madeira transparente. Segundo os cientistas, no futuro, esse material emergente poderá ser usado como um substituto mais forte e ambientalmente sustentável também para o plástico ou vidro – em praticamente tudo, desde janelas de casa até garrafas de Coca-Cola.

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Lars Berglund é o chefe por trás da inovação no KTH Royal Institute of Technology da Suécia. Com um background na criação de componentes de fibra de carbono para a indústria aeroespacial, Berglund é conhecido por ajustar diversos materiais para exibir novas propriedades.

Alguns anos atrás, porém, ele se dedicou à tarefa de tentar fazer o mesmo com a madeira. Ao pensar na indústria aeroespacial, descobriu características nela totalmente novas. Criou o que ele chama de um composto de madeira transparente.

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Mais especificamente, Berglund criou uma técnica que une tiras finas folheadas de madeira. Usando um processo semelhante à uma polpa química, ele retira a lignina – o que dá à madeira sua cor acastanhada – das peças folheadas.

A lignina é substituída por um polímero de um milímetro que é 85% transparente – número em que Lars acredita que será capaz de aumentar ao longo do tempo.

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Mas qual a vantagem de existir uma madeira transparente?

Quando falamos sobre o vidro, por exemplo, a madeira transparente teria toda a força da madeira – mas ainda deixaria entrar luz. O processo de Berglund, então, poderia ser usado para criar tudo, desde estruturas de prédios até janelas que nunca se quebram.

“Estamos recebendo muitos contatos de arquitetos que querem trazer mais luz natural aos seus edifícios”, diz ele. Além disso, o material seria biodegradável e ambientalmente amigável. Berglund até imagina que ela poderia ser usada para criar novos tipos de painéis solares sustentáveis, feitos com a madeira em vez de vidro tratado quimicamente.

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Por agora, o pesquisador admite que tem muito trabalho a fazer antes que sua criação apareça em uma nova linha de móveis, por exemplo. Embora a ideia esteja adequada para a produção em massa, ele não tem certeza de quão acessível será a escala ao usar sua técnica.

Pensando bem, a madeira é um dos materiais mais fortes e duros que existe, e Lars descobriu como torná-la praticamente invisível. Agora imagine o que os arquitetos e designers irão fazer com essa madeira transparente quando finalmente chegar em suas mãos!?

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(Via Follow The Colours)

Os 10 princípios do bom design, segundo Dieter Rams

Por Daniel Fabricio 

Em meados dos anos 80, Dieter Rams, designer industrial alemão associado a empresa Braun e considerado um dos mais influentes do século XX, se mostrou bastante preocupado com o estado do mundo ao seu redor, que segundo ele era – “Um impenetrável confusão de formas, cores e sons”. Consciente de que ele era um contribuidor significativo para esse mundo, ele fez a si mesmo uma pergunta importante: “O meu design é um bom design?”

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Como um bom design não pode ser medido de uma forma finita, ele começou a expressar os dez princípios mais importantes para o que ele considerava um bom design. (Às vezes, eles são referidos como os “Dez Mandamentos “.)

Aqui estão eles:

Um bom design é inovador

As possibilidades de inovar não são, por qualquer meio, esgotáveis. O desenvolvimento tecnológico está sempre oferecendo novas oportunidades para o design inovador. Mas o design inovador sempre é desenvolvido em conjunto com a tecnologia, e nunca pode ser um fim em si mesmo.

TP 1 – rádio/fonógrafo, 1959, por Dieter Rams para Braun
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Um bom design torna um produto útil

Um produto é comprado para ser utilizado. Ele tem de satisfazer determinados critérios, não só funcionais, mas também psicológicos e estéticos. O bom design enfatiza a utilidade de um produto e desconsidera qualquer coisa que possa afastá-lo dela.

MPZ 21 Multipress – espremedor de frutas, 1972, por Dieter Rams e Jürgen Greubel para Braun
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Bom design é estético

A qualidade estética de um produto é parte integrante de sua utilidade, porque os produtos que usamos todos os dias afetam nossa pessoa e nosso bem-estar. Mas apenas objetos bem executados podem ser bonitos.

RT 20 Rádio Tischsuper , 1961, por Dieter Rams para Braun
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Um bom design faz um produto compreensível

Ele esclarece a estrutura do produto. Melhor ainda, ele pode fazer o produto falar. Na melhor das hipóteses, é auto-explicativo.

T 1000 Receptor de rádio, 1963, por Dieter Rams para Braun
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Um bom design é discreto

Os produtos que cumprem uma finalidade são como ferramentas. Eles não são nem objetos de decoração nem obras de arte. Seu projeto deve, portanto, ser neutro e contido, deixando espaço para a auto-expressão do usuário.

Cylindric T 2 – Isqueiro, 1968, por Dieter Rams para Braun
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Bom design é honesto

O bom design não faz um produto mais inovador, poderoso ou valioso do que ele realmente é. Ele não tenta manipular o consumidor com promessas que não possam ser mantidas.

L 450 Alto-Falante Flat, TG 60 Gravador de Fitas e TS 45 Unidade de controle, 1962-1964, por Dieter Rams para Braun
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O bom design é durável

Evita estar na moda e, portanto, nunca parece antiquado. Ao contrário do design de moda, que dura muitos anos – mesmo na sociedade descartável de hoje.

620 Chair Programme, 1962, por Dieter Rams para Vitsœ
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Um bom design é completo até o último detalhe

Nada deve ser arbitrário ou deixado ao acaso. Cuidado e precisão no processo de design mostra respeito para com o usuário.

ET 66 Calculator, 1987, por Dietrich Lubs para Braun
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Um bom design é compatível com o ambiente

O bom design faz uma importante contribuição para a preservação do meio ambiente. Ele conserva os recursos e minimiza a poluição física e visual durante todo o ciclo de vida do produto.

606 Sistema de Prateleiras universal, 1960, por Dieter Rams para Vitsœ
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O bom design é o menor design possível

Menos, mas melhor – porque assim concentra-se nos aspectos essenciais, e os produtos não estarão sobrecarregados com coisas não essenciais.

De volta à pureza, de volta à simplicidade.

L 2 Speaker, 1958, por Dieter Rams para Braun
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(Via Sala 7 design)