Carro voador pode estar mais próximo do que imaginamos

Por Gabriel Ribeiro 

Startup alemã consegue financiamento milionário para desenvolver projeto

Enquanto os carros autônomos estão no hype para ser a próxima grande revolução do mercado automotivo, uma nova proposta corre por fora para roubar a cena. Os carros com capacidade para voar podem estar mais próximos do que imaginamos.

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A Lillium, uma startup com base na Alemanha, é uma das empresas que apostam neste conceito. A  companhia pretende desenvolver um táxi voador com capacidade para cinco pessoas. Se não bastasse se movimentar  pelo ar, o veículo é elétrico e autônomo. Um sonho para a mobilidade urbana e um pesadelo para quem tem aerodromofobia.

Na última rodada de investimentos, a empresa conseguiu levantar US$ 90 milhões. Entre os apoiadores está um time de peso composto pelo fundador do Skype Niklas Zennström’s e Ev Williams’, fundador do Twitter. Ao todo a startup já conta com US$ 100 milhões para desenvolver a tecnologia para colocar o seu projeto no ar, literalmente.

As características técnicas do Lillium Jet, como está sendo chamado o projeto, chega a assustar. O modelo tem a proposta de atingir a uma velocidade máxima de 300 km/h com uma autonomia de 1 hora.

A ideia é que o veículo seja capaz de fazer uma viagem de Londres a Paris com uma única recarga. O modelo também é capaz de decolar e aterrizar verticalmente, ou seja, não tem a necessidade de pistas de pouso com grandes distâncias

Em abril, a empresa fez o primeiro teste com um protótipo de dois lugares. A expectativa é que até 2025 o Lillium Jet já esteja em operação.

(Via B9)

A Mercedes prometeu uma surpresa. E aqui está ela

Por Simone Carvalho

Mas que grande surpresa: tem 5,80 m de comprimento e jantes de 24″, o capot parece que nunca mais acaba e a traseira está lá longe… Eis o Vision 6 Cabriolet, um conversível que dita o futuro do luxo.

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O ano passado, o protagonista foi o Vision 6 Concept. Este ano, a marca da estrela preparou um novo trunfo para dar cartas no reputado Concours d’Elegance de Pebble Beach: o Vision 6 Cabriolet, uma derivação do coupé revelado em 2016, no mesmo certame, e também com a chancela da Maybach. Logo, sumptuosidade máxima num protótipo que, à semelhança do seu antecessor, materializa o que podemos esperar dos Maybach nos próximos tempos.

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As promessas são mais que muitas, mas concentram-se sobretudo no estilo. Isto porque, em matéria de propulsão, mantém-se a solução proposta no protótipo de 2016. Ou seja, quatro motores eléctricos, um por roda, oferecendo ao Vision 6 Cabriolet não só tracção integral, como um rendimento combinado de 750 cv. As baterias encontram-se sob o piso, ajudando a garantir uma velocidade máxima limitada (electronicamente) a 250 km/h, uma aceleração de 0 a 100 km/h em menos de 4,0 segundos e uma autonomia de 322 km (EPA) – ou 500 km, no optimista ciclo de testes europeu (NEDC). E, tal como o seu antecessor, também este protótipo de descapotável Mercedes-Maybach esgrime como argumento a possibilidade de efectuar recargas aproveitando a nova norma CCS, o sistema permite carregamentos até 350 kW. Dito de outro modo, em 5 minutos é possível carregar na bateria energia suficiente para fazer cerca de 100 km. Em alternativa, as recargas podem ser feitas num posto público, numa tomada de corrente doméstica ou, até mesmo, sem fios, através de um campo electromagnético.

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Esteticamente, o Vision 6 Cabriolet é tão ou mais impressionante ainda. Desde logo, fruto das suas dimensões generosas. São quase 6 metros de carro (5,80 m de comprimento), com uma frente dominada por uma grelha cromada. Já atrás, o destaque vai para os farolins esguios, numa cauda de barco (boat tail). Isto, em plena harmonia com a cor escolhida, denominada Nautical Blue Metallic.

O habitáculo flui, literalmente, cortesia sobretudo de uma consola central tipo “asa”. Mas o interior deste dois lugares destaca-se ainda por cruzar o clássico com a mais sofisticada tecnologia. Exemplos? Mostradores analógicos, no lugar de um painel digital dos Mercedes mais modernos, dois head-up displays a projectar mais informações. A rematar, cada uma das luzes azuis do interior é uma estrela da Mercedes-Benz.

(Via Shifter)

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Sistema de comunicação entre carros pode ser obrigatório nos EUA

Por Rafael Farinaccio 

Tecnologias que permitem veículos “conversarem” entre si no transito de ruas, avenidas e estradas não são novidade, porém, ainda estão longe de ser a regra entre os carros que andam por aí. Porém, o governo norte-americano, através do Departamento de Transporte, revelou que pretende tornar obrigatória a presença de sistemas assim em todos os carros até o ano de 2023.

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O processo de regulamento deve ter a primeira fase concluída até 2019, sofrer os ajustes necessários até 2021 e entrar em vigor dois anos depois. O conceito chamado V2V (vehicle-to-vehicle, de veículo para veículo) inclui uma série de recursos de permitiriam carros se comunicarem de maneira que pudessem evitar acidentes, como colisões e atropelamentos. Um documento emitido pela Associação Nacional de Segurança no Tráfego em Rodovias (NHTSA) detalha como essa comunicação ajudaria na infraestrutura e explica como funcionaria.

Novidade em desenvolvimento

A ideia de realizar essas mudanças profundas no sistema de trânsito norte-americano não é tão recente. Desde 2014, o Departamento de Transporte, juntamente com a NHTSA, tem se movido para conseguir essa regulamentação. A proposta é tornar essa comunicação entre veículos obrigatória e, para isso, criar um padrão de mensagens que será desenvolvido e adotado pela indústria automobilística.

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Empresas como a Mercedes-Benz já estão trabalhando com um sistema V2V no Classe E, que obviamente não é compatível com outros veículos, mas já indica um bom começo para que num futuro a médio prazo

Em paralelo com toda essa tecnologia, é claro, também acaba sendo implantado o chamado V2I, vehicle-to-ifrastructure, ou seja, de veículo para infraestrutura. Com isso, além dos carros conversarem entre si, vão receber informações automaticamente de semáforos, das vias por onde passam e outros itens que podem ajudar na segurança dos condutores e passageiros.

Apesar do desejo de padronização por parte do governo norte-americano, os primeiros passos já estão sendo dados, mesmo que individualmente, pelas montadoras. Empresas como a Mercedes-Benz já estão trabalhando com um sistema V2V no Classe E, que obviamente não é compatível com outros veículos, mas já indica um bom começo para que num futuro a médio prazo, os carros possam se entender melhor do que os motoristas fazem hoje em dia.

(Via TecMundo)

Tinker: Café Racer para montar em casa

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O estudante escocês de graduação em design da Edinburgh Napier University, Jack Lennie, acaba de vencer o BDC New Designer of the Year Award 2015, na Inglaterra, com um projeto de motocicleta que pode ser montado em casa. O Tinker é um modelo Café Racer que poderá ser construído utilizando-se um programa de computador em CAD/CAM de código aberto que determina a fabricação de um chassi circular e extensões. A base pode receber peças comuns de motocicletas como motor, suspensões, sistema de freios, iluminação etc.

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O programa de computador do chassi deve estar concluído até o final deste ano. Ele tem ainda um vídeo que mostra como a moto pode ser montada em 66 minutos depois que todas as peças estejam prontas usinadas e as demais partes adquiridas. O vídeo também estará disponível em dezembro deste ano. Abaixo, o estudante mostra como a moto pode ser montada em um vídeo acelerado.

Depois de 32 semanas de trabalho no projeto, a grande descoberta de Lennie foi a possibilidade de forjar um chassi circular com o programa que pode receber facilmente as demais peças de montagem de motocicletas como banco, tanque e sistema de amortecimento já acoplado às rodas, que também devem ser adquirida separadamente do projeto assim como o motor.

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O projeto permite a utilização de peças diferentes. Assim há grande a possibilidade de customização do modelo a ser montado. Todo o procedimento é feito sem a utilização de soldas e com a utilização de peças não profissionais para os procedimentos.

A ideia inicial do designer não foi projetar uma moto que pode ser construída a partir de software de código aberto. Sua preocupação primordial foi a sustentabilidade ao perceber, no Reino Unido, que 90% das motocicletas eram completamente inutilizadas depois de acidentes e outros problemas mecânicos que afetavam o quadro do veículo. Com o quadro, todas as demais peças das motos danificadas e em bom estado podem ser reutilizadas.

Vídeo de demonstração da montagem da Tinker:

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Carro esportivo movido a água do mar já circula na Alemanha

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O protótipo não precisa de combustíveis fósseis para se locomover.

O combustível está caro? Na Alemanha já tem carro esportivo rodando com água do mar.

Esta é a proposta usada pela montadora Flowcell no QUANT e-Sportlimousine. O protótipo, que já tem autorização para rodar nas ruas de todo o continente europeu, não precisa de combustíveis fósseis para se locomover.nfc_share_03

O automóvel usa princípios de nanocélulas de fluxo e uma bateria com soluções eletrolíticas, que usam a água salgada para gerar energia. A tecnologia alternativa não é um limitante para o carro.nanoflowcell-quant-elimousine-sport

Com um design contemporâneo e totalmente esportivo, o modelo é equipado um motor em cada roda. Sua potência não deixa a desejar. De acordo com a montadora, ele vai de 0 a 100 km/h em apenas 2,8 segundos. Com motores de indução trifásico, o QUANT e-Sportlimousine chega a 912 cavalos de potência e pode atingir 380 km/h.maxresdefault nanoflowcell-quant-e-sportlimousine-rear-three-quarter

Mercedes-Benz apresenta carro “transformer”… capaz de mudar de forma!

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O aparecimento e a aposta da Tesla em modelos de luxo puramente elétricos parece ter servido de mote para revolucionar o mercado entre os construtores Premium. A marca da Califórnia demonstrou que existe procura por modelos de luxo com motor elétrico, com as marcas rivais a esforçarem-se agora por oferecerem alternativas do mesmo gênero.Mercedes-Benz “Concept IAA” (Intelligent Aerodynamic Automob

No recente Salão de Frankfurt, a Audi mostrou o e-tron quattro concept que dará origem a um SUV elétrico em 2018, a Porsche o seu Mission E, que antevê um desportivo futurista de propulsão elétrica, e a Mercedes-Benz tem também na calha o desenvolvimento de uma berlina elétrica para fazer face ao Model S.

Thomas Weber, membro do conselho de administração responsável pelo desenvolvimento dos automóveis da Daimler, referiu ao site Automotive News Europe que a Mercedes-Benz pretende produzir uma berlina elétrica com autonomia em redor dos 500 quilómetros num prazo de três anos, ou seja, até 2018, num modelo que não terá rivais dentro da gama da própria marca.

“Será algo completamente diferente: será emotivo. Terão de esperar para ver”, assegurou aquele responsável, para quem as premissas aerodinâmicas reveladas em Frankfurt pelo concept IAA (Intelligent Aerodynamic Vehicle), na imagem, poderão ser postas à prova nesse mesmo modelo, referindo que a “a aerodinâmica é e será importante”.Mercedes-Benz “Concept IAA” (Intelligent Aerodynamic Automob Mercedes-Benz “Concept IAA” (Intelligent Aerodynamic Automob Mercedes-Benz “Concept IAA” (Intelligent Aerodynamic Automob Mercedes-Benz “Concept IAA” (Intelligent Aerodynamic Automob Mercedes-Benz “Concept IAA” (Intelligent Aerodynamic Automob Mercedes-Benz “Concept IAA” (Intelligent Aerodynamic Automob Mercedes-Benz “Concept IAA” (Intelligent Aerodynamic Automob Mercedes-Benz “Concept IAA” (Intelligent Aerodynamic Automob Mercedes-Benz “Concept IAA” (Intelligent Aerodynamic Automob Mercedes-Benz “Concept IAA” (Intelligent Aerodynamic Automob

Porsche Mission E: a nova arma dos alemães contra a Tesla

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Por Igor Napol.

Se a  americana Tesla Motors – empresa de Elon Musk – reinava soberana no segmento de carros elétricos de luxo, principalmente devido ao desempenho impressionante de seu sedã Model S P85D, a calmaria pode estar com os dias contados: a Porsche revelou no salão de Frankfurt o Mission E, seu esportivo-conceito “ambientalmente amigável”.

Dotado de dois motores elétricos similares aos utilizados no híbrido de corrida 919 – que venceu a última edição das 24 Horas de Le Mans –, o veículo terá mais de 600 cavalos de potência, podendo acelerar de 0 a 100 em 3,5 segundos, além de alcançar uma velocidade máxima estimada em mais de 250 quilômetros por hora. Quem disse que carros elétricos tem que ser sem graça?

O sistema que impulsiona o carro tem 800 volts e autonomia máxima de 500 quilômetros – e nada de desespero se a bateria acabar: o esportivo conta com um sistema de recarga rápida que está sendo desenvolvido pela Porsche. Com ele, o Mission E pode carregar até 80% de sua capacidade em apenas 15 minutos.

Além de tudo, ele é absolutamente lindo

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Segundo a montadora, os motores elétricos compactos e a ausência de sistema de escapamento e transmissão possibilitaram que as antigas formas fossem repensadas – e que novos limites fossem explorados. Por isso, apesar da performance, o conceito conta com quatro lugares e um interior relativamente espaçoso.

Com apenas 1,3 metro de altura, o carro teve seu desenho inspirado nos modelos de competição da Porsche, fazendo com que o visual dos veículos esportivos do futuro seja, nas palavras da companhia, “eletrizante”.

Os faróis são de LED, similares aos utilizados no 918 Spyder, com sensores integrados aos sistema de assistências do carro. A traseira lembra muito a linha mais conhecida da marca – os 911 –, só que com linhas bem mais futuristas. Um detalhe: ele não tem retrovisores. As imagens são projetadas no canto do para-brisa através de câmeras posicionadas nas laterais do veículo.

O interior conta com um painel OLED com instrumentos inteligentes que podem ser programados pelo condutor. Existe inclusive um sistema de navegação que detecta o movimento dos olhos do motorista. Tudo é feito de forma direta, rápida e intuitiva.

O futuro não precisa ser chato – mesmo que demore um pouquinho

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A própria Porsche diz que o Mission E é um tributo ao futuro. Todos os aspectos do conceito podem ser explorados no site do projeto (em inglês), que ainda não foi totalmente aprovado: a decisão de construir o carro pra valer será feita ainda este ano, então não espere ver um Mission E (ou qualquer coisa que o valha) antes de 2019.

Sem pressa, Porsche. Sem pressa.

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O novo conceito de moto – Tesla Model M

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Depois dos carros de luxo elétricos da fabricante Tesla, o desenhista londrino Jans Shlapins, decidiu concentrar-se no conceito de motocicletas, o Modelo M. Com um sistema para alternar entre quatro modos de condução – Race, Standard, Eco & Cruise – esta moto, que operam com baterias de íon de lítio, oferecem um motor 201cv.

+info: www.teslamotors.com/

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12 surpreendentes bicicletas criadas por montadoras de carros

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Por Benjamin Preston.

Várias montadoras de carros começaram suas vidas como fabricantes de bicicletas, entre elas a Mercedes-Benz e a Peugeot.

Mais de um século depois, muitas dessas marcas ainda produzem e vendem veículos de duas rodas, geralmente em números muito menores do que suas grandes estrelas motorizadas.

Em homenagem à Volta da França, que está a pleno vapor, selecionamos 12 modelos que trouxeram momentos memoráveis aos fãs do ciclismo e do automobilismo.

Aston Martin
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Feita em fibra de carbono, com os fios dos freios hidráulicos de disco escondidos no quadro, passagem de marcha eletrônica e faróis LED embutidos, o modelo Aston Martin One-77 é provavelmente a versão mais luxuosa possível para uma bicicleta de rua.

Assim como o supercarro de edição limitada One-77, que a inspirou, essa bike também é uma das mais caras da história: custa US$ 39 mil (R$ 123 mil).

Fiat
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A montadora italiana transferiu para as bicicletas seu conceito de fabricar carros para as massas.

O modelo 500 Lounge Model, dobrável, é projetado para caber no porta-malas do Fiat 500, com a porta fechada – algo que a montadora garante ser possível.

Audi
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A montadora de carros de luxo alemã tem sido uma das mais ativas no mundo do ciclismo, tendo apresentado recentemente um modelo-conceito de uma e-bike (bicicleta elétrica) e uma bicicleta de corrida de US$ 19,5 mil (R$ 61,5 mil).

É possível que a e-bike (acima na foto) não chegue a ser produzida comercialmente, mas a Audi afirma que irá montar 50 dos modelos de corrida, junto com a alemã Lightweight.

Cada bicicleta de fibra de carbono pesará apenas 5,8 quilos.

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Inspiradas no supercarro M3 da BMW, as bicicletas série M têm um preço inicial de US$ 1.350 (cerca de R$ 4,3 mil).

Para maximizar a fidelização à marca, a montadora vende acessórios com seu logotipo.

Jaguar
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A fabricante britânica de carros esportivos não produz bicicletas, mas em 2014 autorizou a Pinarello a usar seu túnel de vento para desenvolver a temível bicicleta de corrida Dogma F8.

Como patrocinadora do Team Sky na Volta da França, a Jaguar também segue a equipe com bicicletas e partes extras instaladas no teto de um F-Type ou de uma XF Sportbrake, como a da foto acima.

Chevrolet 150714200126_chevrolet_624x351_generalmotors

Desde 2014, o mercado argentino de bicicletas conta com criações da montadora americana.

Entre os modelos disponíveis estão uma dobrável, uma mountain bike e opções para crianças. Os preços variam entre US$ 375 (R$ 1,2 mil) e US$ 925 (R$ 2,9 mil).

Ford
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Por US$ 3.695 (R$ 11,6 mil) – pouco mais do que vale um Ford Mustang usado no mercado americano – esta bicicleta elétrica pode percorrer até 48 quilômetros sem precisar ser recarregada, a uma velocidade máxima de 32 km/h, dependendo do terreno e do peso do piloto.

Com quadro de alumínio, ela pesa pouco mais de 28 quilos.

Jeep
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Sinônimo de aventuras off-road, a Jeep aproveitou a força da marca nesse segmento para lançar uma linha de bicicletas com a mesma finalidade.

Batizadas com os mesmos nomes dos modelos SUV, as bikes custam até US$ 500 (quase R$ 1,6 mil) cada.

Lamborghini
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Como uma das marcas de carros mais cobiçadas do mundo, é natural que uma bicicleta Lamborghini custe o mesmo ou mais que muitos automóveis populares – US$ 32 mil (pouco mais de R$ 100 mil).

O modelo com quadro de fibra de carbono tecido por robôs e guidão com revestimento em couro foi construído pela Impec, a divisão de luxo da BMC, fabricante suíça de bicicletas que são adoradas por seus donos, assim como as Lamborghinis por seus motoristas.

Lexus
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O braço de modelos de luxo da Toyota seguiu dois caminhos pelo mundo do ciclismo – um real e outro imaginário.

A mountain bike conceito NXB Concept, apresentada no Salão do Automóvel de Tóquio em 2013, é a fantasia da marca. Já a bike de corrida F-Sport (acima), feita em fibra de carbono, foi colocada à venda no Japão.

Assim como o supercarro Lexus LF-A, que a inspirou, o preço é bastante exclusivo – cerca de US$ 11 mil (R$ 34,7 mil).

Mercedes-Benz
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A estrela de três pontas da marca enfeita alguns dos carros mais caros do planeta, mas as bicicletas da Mercedes-Benz são vendidas a preços que podem competir com os de outros modelos semelhantes.

As mais caras são as masculinas, chegando a valer US$ 2 mil (R$ 6,3 mil) – quase o mesmo que um novo conjunto de rodas para o sedã E-Class.

A marca também faz modelos femininos e infantis, todos enfeitados com seu famoso emblema.

Peugeot
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A montadora francesa continua forte no mercado de bicicletas, oferecendo um catálogo com mais de 50 modelos.

Um dos destaques é a e-bike AE21, que atrai o público fiel da marca assim como suas bicicletas de corrida, passeio e trilhas.

McLaren vs. The Green Hell

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Por Gustavo Giglio.

Com mais de 20 quilômetros de extensão, 90 curvas e cerca de 300 metros de diferença de altura entre declives e inclinações, Nürburgring é um dos circuitos mais tradicionais do automobilístico mundial, e também um dos mais perigosos.

Apelidado de Green Hell pelo tricampeão mundial de Fórmula 1 Sir Jackie Stewart, Nürburgring fica encravado numa floresta na cidade de Nürburg, Alemanha. É composto por dois traçados, Nordschleife (o anel norte) inaugurado em 1927 e o GP Track, inaugurado em 1984, o mais conhecido pois recebeu o campeonato de Fórmula 1 até 2007.mclaren-p1-51

É pelo traçado de Nordschleife, que a nova McLaren P1™ acelera para completar a volta abaixo dos sete minutos, uma barreira que poucos conseguem ultrapassar.

“What is it that brings us back here? What drives us to go faster, push harder and brake later? Just to lap the Nordschleife in under 7 minutes….”

Borracha queimando no asfalto, giro do motor acima do imaginável, trocas de marchas, curvas e frenagens no limite da sanidade. Máquina e piloto levados ao extremo e uma volta abaixo dos sete minutos.

Abaixo o mapa do atual traçado de Nürburgring, com Nordschleife acima e GP Track:1nur-

Por Gustavo Giglio