Marcos Majella, Pablo Sanábio e Pedroca Monteiro estreiam a comédia Desesperados

Por Francisco Costa

O espetáculo teve estreia nacional no mês de fevereiro em Niterói, e agora é a vez do Goiás se esbaldar de rir com apresentações em Anápolis e Goiânia

Os Desesperados (Credito da foto -  SerendipityInc) (6)

O ator Marcos Majella, uma das revelações do humor nacional com o seu famoso personagem Ferdinando, no Multishow, irá se apresentar juntamente com Pablo Sanábio e Pedroca Monteiro, no espetáculo Desesperados na capital goiana e em Anápolis no mês de maio. Em Goiânia será nos dias 19 e 20 no teatro Madre Esperança, já no outro município no dia 21. A comédia é dirigida por João Fonseca e escrita por Fernando Ceylão, na qual ele narra as desventuras de Bia e Marcondes em dias preenchidos por mais de quatro dezenas de outros personagens tão desesperados quanto eles.

Os Desesperados (Credito da foto -  SerendipityInc) (1)

Sinopse 

O depoimento de Bia é, no mínimo, impactante. Segundo ela, a peça Desesperados, a salvou de uma tentativa de acabar com a própria vida. Ainda que seja exagero de estrela, a moça, nascida da imaginação do autor Fernando Ceylão, garante que veio com tudo para, junto com seus companheiros de cena, fazer a plateia morrer de rir. No total são mais de 40 personagens que se esbarram e ganham vida em diferentes esquetes.

Os Desesperados (Credito da foto -  SerendipityInc) (2)

Com uma carpintaria mais do que elaborada, o espetáculo permite, numa única cena, várias trocas de personagens. Para tanto, o autor lançou mão da criatividade e chegou a um recurso de fácil entendimento: tarjas com nomes dos personagens coladas no peito de cada ator, que podem ser trocadas a qualquer momento.

Com a direção do experiente João Fonseca, Desesperados pode ser vista de duas maneiras: como uma divertida peça de esquetes; mas também como uma única peça. Isso porque ao assistir o espetáculo, você vai entendendo que o personagem de um esquete aparece em outros esquetes e, assim vamos acompanhando a trajetória deles. Cada um desses esquetes tem início, meio e fim e poderia ser apresentado isoladamente. Porém, a costura do espetáculo os transforma num quebra cabeças elaborado que resulta em uma trama maior. O texto fala de solidão, de encontros, desencontros e vida no mundo moderno, mas tudo de uma maneira bem divertida.

O elenco conta com Marcos Majella, Pablo Sanábio e Pedroca Monteiro, três atores com longa  trajetória em comédia, o que só pode dar num resultado realmente engraçado.

Folder Desesperados

Ficha Técnica:

Concepção e autoria: Fernando Ceylão
Direção: João Fonseca
Elenco: Marcus Majella, Pablo Sanábio e Pedroca Monteiro
Cenário: Daniel de Jesus
Luz: Dani Sanchez
Figurino: Reserva
Trilha Sonora: Carol Portes
Produção Geral: Sandro Chaim
Produtor Executivo: Arthur Monteiro
Fotos de Divulgação: Jorge Bispo
Realização: Gargalho Produções e Chaim Produções

Serviço:
Desesperados
Quando: 
Em Goiânia sexta (19/05) às 22h e sábado (20/05) às 21h / Em Anápolis domingo (21/05) às 18h.

Endereços: Goiânia -Teatro Madre Esperança (Av. Contorno, 241 – St. Central, Goiânia)

Anápolis – Teatro São Francisco (Av. Pinheiro Chagas, 500 – Jundiaí, Anápolis)

Lugares Limitados, corra e garanta já o seu.
Valores de Ingressos: 
R$ 50,00 ( meia ) R$ 100,00 ( inteira )

Ingressos Disponiveis nos pontos de vendas:
Livraria Leitura Goiânia Shopping Seg a Sáb das 10h ás 22h e Domingo das 14h ás 20h
FNAC FLAMBOYANT Shopping – Seg a Sáb das 10 ás 20h e Domingo das 14h ás 18h
Bilheteria do Teatro Madre Esperança Garrido – 62. 32123531
Pharmacia Therapeutica – Rua 83, Setor, SUL – Seg a Sex das 07 ás 18h30 e Sábado das 08h ás 12h.
Vendas On Line: www.originalingresso.com

Informações: 062 4141.2270
Classificação etária: 12 anos
Duração: 1h20 min

 

Exposição fotográfica TerraCorpo revela nudez feminina sem erotização

Por Zeroum Comunicação 

É possível pensar a nudez sem a erotização do corpo feminino. Esta é uma das reflexões presentes na concepção final da exposição TerraCorpo, que estará aberta à visitação a partir desta sexta-feira, 28 de abril, às 19 horas, no Arcano (Rua 1026, n. 112, Setor Pedro Ludovico, Goiânia). As imagens feitas pelos fotógrafos Leonardo Maceira (Projeto Numondo) e Débora Simmonds evocam signos presentes na dualidade entre o feminino e o masculino, como a sombra e a luz, o racional e o espontâneo.

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Era outubro de 2015 quando as performers Roberta Rox, Larissa Toschi e Marlini Dorneles se embrenharam no cerrado de Pirenópolis, acompanhadas da artista Tatianny Leão e dos dois fotógrafos. Elas contam que, inicialmente, havia uma intenção apenas: vivenciar uma experiência artística e pessoal de deslocamento do cotidiano. Despidas na mata semi-fechada, as três tiveram seus corpos inteiramente pintados. “Não tinha espelho pra gente se ver, mas havia uma espécie de espelhamento a partir do corpo da outra”, relembra Roberta Rox.

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A artista Tatianny Leão relata que deixou o trabalho fluir de maneira intuitiva, orientada apenas pela forma do corpo de cada uma. Ela conta que era possível observar o desenho ir se transformando, a partir da movimentação das performers − já esquecidas de que estavam nuas − em busca de ocupação do espaço. “O traço foi se identificando mais e mais com o reino animal e com o reino vegetal e, de repente, eram lagartas, asas de borboleta, raízes impregnadas na pele delas”, lembra.

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Sem uma direção pré-definida para as performers e para os fotógrafos, as sutilezas do desenho feito em plano tridimensional foram registradas por Débora Simmonds de forma espontânea, ensolarada e, portanto, mais explícita do que as imagens capturadas pelo olhar de Leonardo Maceira, racionais e sombreadas, respeitosas do corpo por ele não vivenciado.

O resultado é o nu feminino não erotizado, mas passível de ter sua beleza reconhecida. Para Roberta Rox, esta possibilidade se apresenta porque o projeto TerraCorpo foi bem sucedido em promover a reintegração do corpo humano com o ambiente natural. “Principalmente para quem vive nas grandes cidades, existe uma ruptura forte com a natureza e o retorno ao natural nos mostra que é possível ressignificar a vista e evitar a sexualização do corpo nu”, reflete.

Na opinião de Larissa Toschi, a reflexão sobre gênero e sexualidade é uma das principais colaborações da exposição TerraCorpo, que pode ser visitada até 7 de maio, em horários específicos (veja abaixo). “É interessante observar o que as fotos provocam nas pessoas: quando nos vimos, perdemos o fôlego. Outras mulheres de todas as idades se encantam e querem rever as imagens e, nos homens, elas provocam um certo recato”, conta. Assim o grupo justifica a escolha do Arcano, um lugar de promoção do autoconhecimento e da integração de saberes, como lugar propício para hospedar a exposição das 14 fotos e do vídeo de making of.

Toschi comenta ainda que a pretensão de compartilhar o resultado do trabalho surgiu somente a partir da reflexão de que, para além da vivência artística e pessoal, o projeto era também um ato de coragem consolidado. E a fotógrafa Débora Simmonds completa: “TerraCorpo é muito mais do que uma experiência sensorial, eu vejo este trabalho como algo que cura, que mexe com a auto-estima da mulher. Percebi que empoderei uma mulher e me empoderei também”.

SERVIÇO
Exposição fotográfica TerraCorpo
Abertura: 28 de abril – 19h às 22h
Local: Arcano (Rua 1026, n. 112, Setor Pedro Ludovico, Goiânia)

Entranda gratuita

Horários de visitação:

sábado (29/04) – 14h às 18h
domingo (30/04) – 9h às 12h
segunda (01/05) – 9h às 18h
domingo (07/05) – 9h às 12h

Sobre Leonardo Maceira

Jovem fotógrafo nascido em Curitiba e, atualmente, sem residência fixa. Dedicado ao projeto fotográfico que já conquistou mais de 12 mil seguidores no Facebook e teve repercussão em diferentes meios de comunicação: Numondo. https://www.numondo.com.br/

Sobre Débora Simmonds

Geminiana de múltiplos interesses, formada em Direito e Fonoaudiologia, apaixonada por Gastronomia, Produção de Vídeos e Fotografia, aprimorou seus estudos na Casa de Fotografia Rosary Esteves e em cursos, workshops e Conferências Nacionais com inúmeros fotógrafos renomados. Em 2016, uma de suas fotos foi selecionada para a 4ª edição da Exposição “Universo Feminino – Singular e Plural”, na Bahia, concorrendo com mais de mil fotógrafos do Brasil e de outros 12 países. Gosta de registrar mulheres e crianças e busca na espontaneidade a essência de quem é fotografado.

Ficha técnica
Concepção: Roberta Rox e Tatianny Leão
Criação: Roberta Rox, Tatianny Leão e Larissa Toschi
Artista Visual: Tatianny Leão
Performers: Roberta Rox, Larissa Toschi e Marlini Dorneles
Fotografia: Débora Simmonds e Leonardo Maceira (@numondo)
Cinegrafia e Edição: Débora Simmonds
Produção e Direção: colaborativa

 

Espetáculo O Crivo chega ao Teatro Sesc Centro

Por Luisa Guimarães

O projeto continua sua circulação nacional e se prepara para embarcar para a Europa no mês de maio

Dança contemporânea e literatura dialogam no espetáculo O Crivo, que será apresentado em Goiânia nos dias 19 e 20 de abril no Teatro Sesc Centro, às 20h. Inspirado na obra “Primeiras Estórias”, de João Guimarães Rosa, o projeto deu início à circulação nacional no início do mês de março e prevê passar por dez cidades brasileiras no total em 2017. Na sequência, Campo Grande recebe o espetáculo.

O Crivo -Layza Vasconcelos-0592

Todas as atividades são gratuitas, mas os realizadores apostam em uma campanha nessa circulação: a doação de um livro (usado ou não) na hora do espetáculo. Desta vez, as doações serão destinadas à Biblioteca Baú da Imaginação do Circo Lahetô.

Novidade internacional

O projeto apresenta uma novidade com exclusividade: O Crivo foi convidado para participar do Festival TANEC Praha 2017, em Praga, capital da República Tcheca. Além da capital, o festival também acontece em outras cidades do país entre os dias 28 de maio e 28 de junho. O Crivo circulará por oito delas: Ostrava, Olomouc, Jihlava, Plzeň, Hradec Králové, Choceň, Brnoe Praga. A equipe embarca  no dia 25 de maio com o apoio do Fundo de Arte e Cultura do Estado de Goiás dentro do projeto O Crivo Circulação. Dentro da proposta do espetáculo está a realização de oficinas de dança, que também serão ministradas na circulação internacional. Para saber mais sobre o festival, acesse o site: www.tanecpraha.cz/.

O Crivo - creditos Layza Vasconcelos (1)

Caminho para o sertão

Três contos da obra de Guimarães Rosa inspiraram João Paulo Gross, que assina a direção e a coreografia de O Crivo: “A Terceira Margem do Rio”, “O Espelho” e “Nada e a Nossa Condição”. “A concepção do projeto se deu no momento que eu li o ‘Primeiras Estórias’. Eu fiquei muito mexido e me apaixonei pela escrita, pelo ritmo e por todo o sertão que o autor descreve na obra”, conta o coreógrafo. Gross explica, no entanto, que o sertão é outro. Não está em Minas, na Bahia ou em Goiás – o sertão é aqui. É o próprio ser, o sozinho que todos temos, o mundo de cada um.

O Crivo - creditos Layza Vasconcelos (4) (2)

Os contos foram utilizados como imagens para provocar a construção poética da coreografia. Para isso, Gross selecionou uma “imagem poética” em cada conto que, na concepção dele, o representava. Em “A Terceira Margem do Rio”, a imagem escolhida foi o próprio rio; em o “Nada e a Nossa Condição”, o “e” foi o escolhido pelo coreógrafo – o elemento de ligação entre o “nada” e “a nossa condição” que, no fim das contas, são a mesma coisa; o próprio objeto é a imagem escolhida em “O Espelho”.

A ligação entre os contos se dá através das ideias por trás dessas imagens. O rio enquanto metáfora para a vida – aquele que nasce, corre e termina desaguando no oceano – dialoga com a ideia do espelho – como eu me vejo e como eu me reconheço pelo olhar do outro. A ligação entre o “nada” e a “nossa condição” remete à famosa frase: “do pó viemos e ao pó voltaremos”.

O Crivo - creditos Layza Vasconcelos

O duo

Dois homens criam relações que só se revelam à medida em que atravessam suas estórias, o mundo de cada um. Atravessam juntos o ser-tão, travando diálogos e contatos para mergulhar na busca do que muda e o que permanece em cada um. O Crivo é dramaturgia de mistérios, convivências e comoções, interpretado pelo próprio coreógrafo e diretor ao lado de Daniel Calvet.

Dois bailarinos, dois mundos, duas vidas que se organizam e que se conversam. O Crivo instaura um caminho inusitado entre esses dois, partindo das questões levantadas por Guimarães Rosa em sua obra: colocar-se em trânsito, atravessar; viver no limiar entre movimento e repouso, nascimento e morte.

Os artistas

João Paulo Gross é coreógrafo, bailarino, professor de movimento e Membro do Conselho Internacional de Dança – CID. Buscando novas percepções e diálogos com outros artistas, estabelece parcerias que pesquisam a dança em diálogo com outras linguagens artísticas na cena contemporânea. No período em que trabalhou na Quasar Cia de Dança/GO, conheceu o artista Daniel Calvet. Através de identificações estéticas e o desejo de trabalharem num projeto autoral, se uniram para pesquisar a cena contemporânea. Assim, tencionando questões relativas à dança e ao teatro, tendo como ponto de partida o movimento do corpo e sua construção dramatúrgica na cena.

Continuidade e novidades

O espetáculo de dança O Crivo estreou em 2015 em Goiânia e passou por festivais como o Dança em Trânsito (RJ), Goiânia em Cena e MID – Movimento Internacional de Dança (DF) no mesmo ano e em 2016. “O Crivo dialoga bem com o público, não é um espetáculo de difícil acesso. A gente teve uma resposta muita positiva, tanto em Goiânia, quanto em outros lugares”, revela o diretor sobre a recepção nessas primeiras apresentações. “A gente está muito feliz de fazer essa circulação nacional. Vai ser uma grande oportunidade de mostrar nosso trabalho pelo Brasil”.

Na continuidade de suas atividades, o espetáculo percorrerá as cidades de Campo Grande (MS), Porto Alegre (RS), Salvador (BA), Natal (RN), Manaus (AM), Anápolis e Mineiros. O Crivo foi contemplado pelo Fundo de Arte e Cultura do Estado de Goiás e pelo prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna 2015.

Teaser do espetáculo:

SERVIÇO
O CRIVO em Goiânia
Datas: 19 e 20 de abril
Horário:  20h
Local: Teatro Sesc Centro
Endereço: Rua 15, esquina com a Rua 19, Centro

Entrada franca

Acompanhe O Crivo
www.joaopaulogross.com/ocrivo
Facebook: /ocrivocirculacao
Instagram: @ocrivocirculacao

Em abril, Flamboyant In Concert apresenta Paralamas e Dado

Por FatoMais Comunicação

Troca de ingressos teve início no sábado, 1º de abril. Clientes Caixa Elo têm vantagens

O pop rock nacional ganha destaque no segundo show do Flamboyant In Concert 2017. No palco, a banda Paralamas do Sucesso contará com participação especial do cantor e guitarrista Dado Villa Lobos, dia 25 de abril. O repertório de grandes sucessos foi preparado especialmente para apresentação de Goiânia e promete surpreender o público.

PARALAMAS DO SUCESSO_

Os Paralamas do Sucesso somam mais de 30 anos de carreira e uma unanimidade de sucessos a cada turnê. Dado Villa Lobos foi guitarrista na banda de rock Legião Urbana de 1983 a 1996, ano da morte do cantor e compositor Renato Russo. No ano passado, ele e o baterista Marcelo Bonfá, outro legítimo integrante da banda, fizeram uma turnê especial com duração de três meses e com a participação do vocalista André Frateschi numa celebração aos 30 anos da Legião.

Dado - Crédito Marcos Cardoso

Os ingressos já podem ser trocados, mediante apresentação de notas fiscais de lojas do shopping e de acordo com o valor das cadeiras disponíveis por setor. Uma novidade para 2017 é o patrocínio dos cartões Caixa Elo, que dão direito a lugares exclusivos na hora da troca de ingressos. Celebrando esta parceria, a cada show deste ano, o shopping irá reservar 220 lugares, nos diferentes setores, para os primeiros clientes que comprovarem compras de forma integral e exclusiva nestes cartões.

Serviço:
Flamboyant In Concert
Show Paralamas do Sucesso e participação especial de Dado Villa Lobos
Data: 25 de abril
Horário: 19h30
Local: Deck Parking Sul – Piso 1
Classificação etária: livre

Ingressos
Em todas as apresentações, o evento terá capacidade de público para cerca de três mil pessoas em cadeiras numeradas e organizadas por setor.

Confira a mecânica por setores
Os clientes poderão adquirir seus ingressos no posto de trocas – no Piso 3, próximo a Centauro. Compras integrais com cartões Caixa Elo dão direito a lugares exclusivos na hora da troca.

Setor Caixa Elo Nanquim* – cada R$ 1.200,00 em compras, um ingresso (limitado a quatro convites por CPF).
Setor Caixa Elo Grafite* – cada R$ 800,00 em compras, um ingresso (limitado a quatro convites por CPF).
Setor Caixa Elo Mais* – cada R$ 500,00 em compras, um ingresso (limitado a quatro convites por CPF).

*Importante observar o período vigente das notas fiscais para cada show, conforme regulamento. Para o show dos Paralamas do Sucesso com participação de Dado Villa Lobos, por exemplo, serão aceitas notas fiscais de compras efetuadas entre o dia 1º e o dia 25 de abril de 2017 ou enquanto houver ingressos disponíveis para troca.

Agenda 2017
28 de março – Titãs e participação especial de Negra Li
25 de abril – Paralamas do Sucesso e participação especial de Dado Villa Lobos
30 de maio – Arnaldo Antunes e convidada especial Paula Toller
27 de junho – Samuel Rosa & Lô Borges com o Show Clube da Esquina
29 de agosto – Léo Jaime e convidado especial Erasmo Carlos
26 de setembro – Renato Teixeira & Almir Sater com o show AR
31 de outubro – Ney Matogrosso

Flamboyant In Concert
Realização: Flamboyant Shopping Center
Patrocínio: Claro e Caixa Elo
Apoio: Unimed
Mídia Partner: Rádio Executiva
Período: março a outubro de 2017
Total de shows: sete
Expectativa de público por show: cerca de três mil pessoas
Local / horário: Deck Parking Sul – Piso 1, do Flamboyant Shopping Center
Horário: 19h30
Classificação etária: Livre
Ingressos: mediante troca de notas fiscais de lojas do Flamboyant.
Local do posto de trocas: Piso 3, em frente a Centauro
Assessoria de imprensa: FatoMais Comunicação
Informações: 3546-2016

Sobre o Flamboyant In Concert
Desde 2005, o Flamboyant In Concert vem se consolidando entre os principais eventos culturais promovidos por um shopping center no país. A iniciativa foi reconhecida entre os melhores projetos de marketing da América Latina pelo ICSC Awards Global. Diferenciais que demonstram o compromisso permanente do shopping em oferecer excelentes opções de cultura e lazer ao mercado, alcançado ao final de 2016, a marca de 115 shows, contemplando um público superior a 290 mil pessoas.

Paulo Gustavo chega a Goiânia com o espetáculo ‘Online’

Por FatoMais Comunicação

Há pessoas que passam mais tempo ligadas ao mundo virtual do que no real. O ator e humorista Paulo Gustavo é um deles. Fica plugado na internet o tempo todo e posta no Instagram, no Snapchat, no Facebook quase ao mesmo tempo em que faz teatro, cinema e televisão. No palco, onde encena Online, o ator canta, dança, atua, dirige e trata exatamente dessa ‘dependência’ que marca os tempos modernos. O espetáculo estará em cartaz nos dias 29 e 30 de abril, no Teatro Rio Vermelho, em Goiânia.

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O enredo retrata um dia na vida de um homem que está o tempo todo online fazendo tantas e variadas coisas que acaba por não fazer bem coisa nenhuma.  “Parece que a gente nunca está sozinho. Isso cria uma série de situações tristes, assustadoras, preocupantes mas que, sobretudo, fazem rir. É preciso olhar para esse nosso dia a dia com humor, porque não tem mais volta. Estamos todos online”, afirma o ator.

O espetáculo é um misto de musical, dança, dramaturgia, stand up. Os efeitos visuais valorizam elementos que remetem à conectividade tão presente no dia a dia de quem usa e abusa das redes sociais e da troca de informações instantâneas. Tanta facilidade de encontros, tanta troca de informação, tanta gente interconectada pode até parecer ótimo, mas pelo ponto de vista de Paulo Gustavo, beira o insuportável sem deixar de ser divertido.

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Online foi escrita em parceria com Fil Braz, parceiro habitual, em projetos como “220 Volts” (série e espetáculo), “Minha Mãe É uma Peça” (filme) e “Vai Que Cola” (série e filme). Com Paulo Gustavo atua um elenco formado por Aldo Perrotta, Danilo Sacramento, Lucas Drummond, Ana Terra Blanco, Izabella Bicalho, Pia Manfroni e Rita Fischer. João Fonseca assina a supervisão de direção. O músico Zé Ricardo é responsável pelos ares de musical, com coreografias de Renata Guanabara.

A cenografia e o uso inteligente da tecnologia a serviço do que o espetáculo quer comunicar é um show à parte. O cenário acompanha as mudanças rápidas da história com jogo de luzes, num total de dez ambientações criadas pelo diretor de arte Zé Carratu. Impossível o espectador não se convencer de que estamos mais online que ao vivo. Paulo Gustavo é uma prova disso. E ele vai traduzir essa realidade de uma forma muito divertida nos palcos.

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A temporada de estreia de Online no Rio de Janeiro foi um verdadeiro sucesso. A peça ficou quatro meses em cartaz no teatro Oi Casa Grande, lotando todas as sessões e totalizando um público de mais de 100 mil pessoas. E o período foi de grandes números para Paulo Gustavo! No cinema, o ator lançou o filme “Minha Mãe É Uma Peça 2”

O ator
Paulo Gustavo é um dos humoristas mais dinâmicos desta nova geração. Estreou nos palcos em 2004, quando integrou o elenco da peça “O Surto” e apresentou ao público a divertida dona Hermínia. No ano seguinte, formou-se na Casa de Arte das Laranjeiras (CAL), junto com Fábio Porchat e Marcus Majella.

O monólogo “Minha mãe é Uma Peça” foi lançado em 2006 e pode ser considerado um marco na carreira do artista. Em 2013, foi para os cinemas como um longa metragem, e esteve entre os filmes mais assistidos do ano. Em 2015 virou livro e este ano, entrou em cartaz com “Minha mãe é Uma Peça 2” que já foi visto por quase 9 milhões de espectadores, em menos de dois meses mês após o lançamento, se tornando uma das maiores bilheterias da história.

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Fora dos palcos, Paulo Gustavo apresenta desde 2011 o humorístico 220 Volts, um dos programas de maior audiência do Multishow, participou de produções como o filme “Divã”e a série homônima, onde interpretou o cabeleireiro Renée, e de séries como “Minha Nada Mole Vida”, “A Diarista”, “Casos e Acasos” e “Sítio do Pica-pau Amarelo”. Para este ano está cotada a sua participação no filme “A História de São Francisco de Assis”, no qual ele irá interpretar o personagem-título.

Ficha Técnica:
Texto – Paulo Gustavo e Fil Braz
Colaboração de texto – Leandro Soares
Direção – Paulo Gustavo
Supervisão de Direção – João Fonseca
Elenco – Aldo Perrotta, Danilo Sacramento, Lucas Drummond, Ana Terra Blanco, Izabella Bicalho, Pia Manfroni e Rita Fischer.
Cenário – Zé Carratu
Figurinos – Fause Haten
Música e Trilha Sonora – Zé Ricardo
Iluminação – Marcos Olivio
Coreografa – Renata Guanabara
Produção – Claudio Tizo e Híbrido Eventos
Produção Local – Cia de Sucessos
Assessoria de Imprensa Goiânia: FatoMais Comunicação

Classificação Etária: 14 anos
Duração: 80 minutos

Serviço
“Online”, com o ator Paulo Gustavo
Local: Teatro Rio Vermelho – Endereço Rua 4 nº 1.400 – Centro

Data e horários:
- Dia 29 de abril (sábado), às 21h / Dia 30 de abril (domingo), às 20h

Informações: 3219-3300 / 3400

Vendas:
Cartão de crédito: www.compreingressos.come Call Center 4052-0016
PET S/A – 3932-0708
Submarino Festas – 3261-1775
Komiketo da T-4

Valor dos Ingressos:
Plateia Inferior
R$ 150 (Inteira) / R$ 75 (meia-entrada)

Plateia Superior (De A a G)
R$ 100 (Inteira) / R$ 50 (meia-entrada)

Plateia Superior (De H a J)
R$ 50 (inteira) / R$ 25 (meia-entrada)

Literatura, artes gráficas e cinema ocupam Evoé Café no sábado

Por Zeroum Comunicação 

As possibilidades de atuação no campo da economia criativa e da economia colaborativa motivaram a união de quatro projetos culturais independentes para a ocupação mensal de espaços diversos, em Goiânia. Com lançamento do livro BlasFêmea, da poeta Marina Mara (DF), a primeira edição conjunta do Sarau das Minas GO, da feira e-cêntrica de publicações, do Curta Goyaz e da Mostra das Minas GO vai ocupar o Evoé Café, no próximo sábado (25/3), a partir das 18 horas.

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A iniciativa movimenta as cadeias produtivas da literatura, das artes gráficas e do audiovisual. O coletivo conta com a coordenação da atriz e escritora Carol Schmid, da escritora e editora Larissa Mundim e dos cineastas Cássio Domingos e Vanessa Goveia (Produtora Cultural Lwmuus). A ideia surgiu a partir de uma primeira experiência, durante o Sun7 Cultural, em dezembro de 2016, e a intenção do grupo é levar o evento para o interior.

O livro BlasFêmea, que será lançado no sábado, às 19 horas, é uma celebração literária ao universo feminino. Uma miscelânea de contos, poemas, artigos acadêmicos, crônicas e devaneios literários com um tema em comum – a mulher. Residente em Brasília, Marina Mara é poeta, feminista, publicitária, ativista cultural, atriz, roteirista, designer gráfico, consultora de projetos poéticos e literários.

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Temas como equidade de gênero, sagrado feminino, mulheres e signos, bruxarias urbanas e feminismo dão a tônica do BlasFêmea. “Alguns textos foram escritos há uma década, outros, ontem”, comenta Marina Mara, se referindo à abrangência e atualidade da obra. 

Literatura e Cinema

Com o objetivo de incentivar a participação feminina em ambientes de fala, o Sarau das Minas GO é um sarau itinerante, onde mulheres se manifestam artisticamente. A partir das 19 horas, o palco fica aberto para quem deseja interpretar textos literários próprios ou de outras mulheres, são bem-vindas aquelas que queiram cantar e dançar também. “Os homens podem participar como plateia, apenas”, explica Carol Schmid.

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A produção feminina está evidenciada também na programação do Mostra das Minas GO, que exibe produção audiovisual dirigida por mulheres. Para o sábado, a curadora Vanessa Goveia apresenta ao público, às 21h30, o curta-metragem A boneca e o silêncio (2015), da diretora e roteirista Carol Rodrigues, que conta a história da menina Marcela, que aos 14 anos de idade decide interromper uma gravidez indesejada.

Iniciativa do cineasta Cássio Domingos, a primeira edição do Curta Goyaz promove o lançamento do documentário goiano de curta-metragem, Meu nome é Coraci, do diretor e roteirista Adan Sousa, às 22 horas. A programação também prevê a exibição do curta A Foragida, do mesmo diretor e roteirista.

Promovida pela Nega Lilu Editora, a feira e-cêntrica de publicações é uma ação de circulação da produção literária e gráfica experimental. Livros, zines, adesivos, bottons, originais e prints em diferentes técnicas e suportes integram a amostra. Os expositores confirmados nesta edição pocket da feira são: Luiz Antena, Sophia Pinheiro, Tati Leão, Marcelo Henrique, Julia Mundim, Coletivo Fiasco, Santa Brígida, Patrícia Ferreira, Marina Mara, Capitonê Brechó, Caminhos Livraria e Editora, Pequiture e Nega Lilu Editora.

SERVIÇO:

18h – abertura da Feira e-cêntrica de publicações
19h - Sarau das Minas GO e lançamento do livro BlasFêmea, de Marina Mara (DF)
21h30 - Mostra das Minas GO, com a exibição do curta A boneca e o silêncio. Direção: Carol Rodrigues
22h - Curta Goyaz, com lançamento do curta Meu nome é Coraci e exibição do curta A Foragida. Direção e roteiro: Adan Sousa

Endereço: Evoé Café – Rua 91, 489, Setor Sul.

Entrada: R$ 5,00

 

Goiânia inaugura o calendário brasileiro de festivais internacionais de cinema

Por Ana Paula Mota

O III Fronteira – Festival Internacional do Filme Documentário e Experimental (FFF) e a I Bienal Internacional do Cinema Sonoro (BIS) criam uma programação unificada, que traz à capital premières mundiais e destacados cineastas e personalidades da vanguarda e do experimentalismo audiovisual

O mais recente filme da cineasta norte-americana Abigail Child faz estreia mundial na abertura do evento 

Emma Goldman – personagem retratada no filme de Abigail Child
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Entre os dias 16 e 25 de março, Goiânia se transforma na capital mundial dos filmes documentários, experimentais e sonoros produzidos nas mais diversas partes do planeta. Neste período, acontecem conjuntamente a terceira edição do Fronteira – Festival Internacional do Filme Documentário e Experimental (FFF) e a primeira edição da Bienal Internacional do Cinema Sonoro (BIS). Um tratado de cooperação sobre uma produção cinematográfica contemporânea, que não está nos catálogos das grandes salas de exibição, mas que representa a diversidade e a riqueza do mundo audiovisual enquanto produto de manifestações culturais e ideológicas. Nestes dez dias, as atividades e mostras acontecem nas duas salas do Cine Ritz (Rua 8, Centro), no Cine Cultura (Centro Cultural Marieta Telles Machado) e no Centro Cultural da UFG (Praça Universitária).

O Fronteira é realizado pela produtora Barroca e conta com recursos do Fundo Estadual de Cultura de Goiás, da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Goiás (Lei Goyazes) e da Lei Municipal de Incentivo à Cultura. Já o BIS é uma realização da F64 Filmes, com apoio do Fundo Estadual de Cultura de Goiás e da Lei Municipal de Incentivo à Cultura. 

Filme de abertura faz estreia mundial em Goiânia 

A abertura dos dois eventos é conjunta e acontece no CINE RITZ, na quinta-feira, 16 de março, às 20h, com ENTRADA FRANCA. Neste dia, o público de Goiânia terá, mais uma vez, a chance de cruzar seu cotidiano com a obra de uma mulher nova-iorquina convulsa, que retira os pingos dos “is” e os transforma em holofotes, propondo uma leitura de mundo que não passa pela linearidade ou pelas convenções poéticas do cinema catártico.

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Abigail Child oferece sua mais nova estreia mundial a uma casa já conhecida e com a qual se identifica. A cineasta, que tem mais de 30 anos de carreira e seu trabalho preservado como patrimônio cultural americano pela Cinemateca da Universidade de Harvard, esteve em Goiânia em 2014 para o I Fronteira e levou daqui a certeza de um trabalho consistente em apoio a uma produção audiovisual transgressora. Por essa empatia, Abigal se propôs a estrear seu mais novo filme neste momento e neste lugar. Acts & Intermissions é a obra que abre o III Festival Fronteira e a I Bienal do Cinema Sonoro, inter-relacionando os ambientes da busca pelo filme fronteiriço – característica do FFF – com o desejo de estruturar os estudos do som para o cinema – ocupação da BIS. 

Fronteira Festival traz a Goiânia cineasta portuguesa Rita Azevedo Gomes Uma Mostra Retrospectiva de sua obra integra a programação
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A terceira edição do Fronteira Festival do Filme Documentário e Experimental traz a Goiânia uma mostra dedicada aos filmes da cineasta portuguesa Rita Azevedo Gomes. Uma retrospectiva que contará com exibições de seus principais trabalhos e com a presença da própria artista, que participará de debates após as sessões.

Segundo Rafael Parrode, curador da Retrospectiva Rita Azevedo Gomes, a cineasta portuguesa, apesar de uma carreira de mais de 30 anos, realizou poucos filmes, mas feitos com muito tempo, paciência, alma e paixão. Ele diz ainda que apesar de ser um trabalho sem precedentes no cinema, reconhecido e exibido por diversos festivais na Europa e na Ásia, esta será a primeira vez que o Brasil recebe uma mostra dedicada a ela.

Parrode comenta sobre sua obra: “Seu trabalho é uma espécie de desdobramento do teatro, da pintura e da literatura até se transformar em imagem de cinema, sempre em busca das pulsões mais íntimas e frágeis de seus personagens e de si, criando experiências raras de cinema e de vida. Um cinema impregnado de poesia, ao mesmo tempo, um atestado da resistência do cinema como arte possível ainda nos dias de hoje.”

Links de trailers:

Correspondências: 

A vingança de uma mulher: 

O som da terra a tremer:  

A Fronteira como diferença

O Fronteira tem como propósito a difusão e a reflexão do cinema documental, experimental e de todo aquele que desafia os limites da linguagem. De acordo com Marcela Borela, que faz parte da direção do festival, a escolha por esses gêneros passa por uma decisão política, para além da questão estética. “A escolha do documentário valoriza o risco do real. E o experimental coloca a questão da percepção adiante de qualquer tipo de representação. São cinemas necessariamente questionadores de visões pré-fabricadas de mundo. Colocam novas maneiras de ver, pensar e sentir a realidade. Eles também tendem a expor conflitos, idiossincrasias e contradições da experiência humana”, explica.

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De acordo com Borela, esta é também uma escolha pela diferença. “Porque é mais vasto, incerto, bifurcado, mais generoso e mais amplo de oportunidades. Os filmes documentários e experimentais podem ser mais simples, até mais pobres, às vezes, inclusive no sentido de dinheiro de fazer e investir, mas são mais ricos em experiência de encontro com a vida”. Ela também indica a importância desta escolha para haver um espaço fértil para discussões destes gêneros. “Nossa escolha parte da necessidade de criar uma comunidade. Uma espécie de território fértil para atenção e reflexão sobre cinema a partir dessas duas tradições. Que são duas das mais radicais do cinema. Nascem com o cinema, mas se organizam ao longo da história como formas minoritárias e também mais afastadas de elementos de poder e de aparato mais autoritário da indústria do cinema”, conclui.

Em sua terceira edição o evento faz também um outro recorte, intensificando ainda mais sua resistência estética e política. Uma atitude provocada por um cenário brasileiro em que a democracia é questionada, colocando em pauta as lutas da classe trabalhadora, das minorias étnicas, raciais e de gênero. Segundo seus organizadores, “Se há um motivo para nos reunirmos em torno de filmes e do problema do cinema e da expressão da imagem e do som, é a urgência de partilharmos formas de resistência e luta.”.

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Em 2017 serão 25 sessões do FFF e 25 sessões do BIS, totalizando 50 sessões de filmes e documentários. O Fronteira prevê a realização de cinco mostras principais: a Mostra Competitiva de Longas e a Mostra Competitiva de Curtas, com curadoria; a Mostra Retrospectiva; a Mostra Cineastas na Fronteira; a Mostra Cadmus e o Dragão. A curadoria das mostras fica a cargo de Marcela Borela, Henrique Borela e Rafael Parrode. As sessões têm custos populares, e o Fronteira organiza venda de pacotes, para reduzir ainda mais esse valor de ingressos. Além disto, o Fronteira oferece gratuitamente a Residência ESTADO CRÍTICO, que esse ano abrirá 10 vagas, destinadas exclusivamente a mulheres. A residência será coordenada por Dalila Camargo Martins, mestre em Meios e Processos Audiovisuais na área de História e Teoria e Crítica (ECA/USP) e crítica de cinema da Revista Cinética, e também por Janaína Oliveira, doutora em História pela PUC/RJ e pesquisadora ligada ao FICINE – Fórum de Cinema Negro.

Filmes selecionados para competição Fronteira 

O III Fronteira anuncia os selecionados para as mostras competitivas de curtas e longas metragens. Foram selecionados 6 longas e 16 curtas, vindos dos mais diversos países como Brasil, Colômbia, Equador, Argentina, México, Síria, EUA, Jamaica, Portugal, Espanha, França, Reino Unido e Filipinas. O resultado está disponível no site: www.fronteirafestival.com

Sleep Has Her House, de Scott Barley e Dos Sueños Después, de Pilar Monsell fazem sua premiére mundial no festival que ainda conta com filmes inéditos no Brasil e na América Latina.

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A curadoria das Mostras Competitivas do III Fronteira ficou a cargo de Camilla Margarida, Henrique Borela, Marcela Borela e Rafael Parrode. 

VER CINEMA – Encontro Internacional de Programadores de Cinema 

Entre os dias 20 e 22 de março de 2017 acontece o Ver Cinema – Encontro Internacional de Programadores de Cinema. O evento acontece de forma paralela ao III Fronteira Festival Internacional do Filme Documentário e Experimental, e tem o objetivo de reunir profissionais e pesquisadores que pensam a programação brasileira de filmes e obras audiovisuais, o Ver Cinema abre a todos os interessados a oportunidade de debater e repensar a relação do público com as criações audiovisuais produzidas e exibidas em todo o mundo.

Entre os convidados internacionais estão: Angél Ruèda (Espanha). Programador, curador e cineasta, Ruèda é diretor e fundador da (S8) Mostra Internacional de Cinema Periférico, um evento único na Espanha, com especial destaque para cinema de vanguarda, performance cinematográfica e cinema expandido; e Cíntia Gil (Portugal), que é codiretora do DocLisboa – Festival Internacional de Cinema e membro do conselho da Apordoc – Associação Portuguesa de Documentários. De outros estados, contaremos com a participação de Eduardo Valente (Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e Festival de Berlim – Berlinale) e Janaína Oliveira (Fórum de Cinema Negro e Festival PanAfricano de Cinema), ambos do Rio de Janeiro, além de Júnia Torres (Fórum.doc.bh – Festival do Filme Documentário e Etnográfico – Fórum de Antropologia e Cinema) e Marisa Merlo (Olhar de Cinema – Festival Internacional de Cinema e Curitiba / BIS – Bienal de Cinema Sonoro), ambas de Belo Horizonte. Entre os participantes que hoje vivem em Goiânia, fazem parte das mesas: Camilla Margarida (CAMIRA – Cinema and Moving Image Research Assembly); Fabrício Cordeiro (Cine Cultura – Sala Eduardo Benfica/ Goiânia Mostra Curtas); Rafael Parrode (Fronteira – Festival Internacional do Filme Documentário e Experimental); Marcela Borela (Fronteira Festival e Cine Mutamba) e Marcelo Ribeiro (Incinerrante.com), como mediadores.

O evento é gratuito, aberto a toda a população e ocorre no formato de 3 (três) mesas temáticas, que reúnem convidados brasileiros e estrangeiros, que participam do encontro como colaboradores propositivos. Para aqueles que desejarem um certificado, é necessário fazer a inscrição por meio do link: http://migre.me/wa7IN.

O Encontro Ver Cinema acontece com o apoio institucional da Prefeitura de Goiânia e da Lei Municipal de Incentivo à Cultura. Também são parceiros da ação: III Fronteira – Festival Internacional do Filme Documentário e Experimental; Barroca Filmes; Cinema and Moving Image Research Assembly (Camira) – Brasil; Centro Cultural da UFG (CCUFG); Bienal Internacional do Cinema Sonoro (BIS) e Incinerrante.

O cinema feito de sons 

Uma visão original do cinema contemporâneo focada no desenvolvimento da linguagem sonora. É a partir desta ideia que surge a Bienal Internacional do Cinema Sonoro (BIS), que faz sua estreia em 2017. “A dominação do cinema mainstream nas salas goianas e brasileiras e a vocação dos festivais, críticos, produtores e mesmo diretores em valorizar a imagem em detrimento do som nos impulsionou a conceber o BIS”, explica Belém de Oliveira, diretor artístico da Bienal. O enfoque no aspecto sonoro é dado a fim de valorizar e incentivar a análise crítica e a inovação da escritura do som nas produções cinematográficas de curta e longa duração realizadas em Goiás, no Brasil e no mundo.

Com mostras competitivas e não competitivas, oficinas, palestras, laboratórios, debates, encontros e master class, o festival é todo centrado no som. Estudantes e profissionais do cinema, bem como técnicos de som, cinéfilos e demais interessados são o público alvo da Bienal. As inscrições estão abertas e devem ser feitas através do site www.bis.art.br.

SERVIÇO:

III Fronteira – Festival Internacional do Filme Documentário e Experimental
+
Ver Cinema –  – Encontro Internacional de Programadores de Cinema
+
I BIS – Bienal Internacional do Cinema Sonoro
16 a 25 de março – Cine Ritz, Cine Cultura e Centro Cultural UFG

ABERTURA – pré-estreia mundial
Acts & Intermissions (2017), de Abigail Child (EUA)
16 de março de 2017 – 20h – Cine RITZ (Rua 8, 501 – Centro, Goiânia/GO – Tel: (62) 3229-2221)

Ingressos:
ABERTURA – Entrada Franca
Demais Mostras e sessões: R$ 6,00 (inteira) e R$ 3,00 (meia-entrada)

PACOTES PROMOCIONAIS EM CONSTRUÇÃO

Mais informações pelo Facebook ou sites:
Fronteira: @fronteirafestival – http://fronteirafestival.com/
BIS: @bienalcinema – www.bis.art.br.

Espetáculo Autobiografia Autorizada, com Paulo Betti

Por FatoMais Comunicação

O espetáculo “Autobiografia Autorizada”, de Paulo Betti, chega a Goiânia em turnê do projeto Vivo EnCena. As apresentações acontecem no Teatro Madre Esperança Garrido, dias 25 (sábado, às 21h) e 26 de março (domingo, às 20h). A sessão de sábado será acompanhada do bate papo entre o ator Paulo Betti e o público, mediado por Expedito Araújo, curador do Vivo EnCena. 

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A peça, escrita e protagonizada por Paulo Betti, dirigida por ele e por Rafael Ponzi, marca a comemoração dos 40 anos de carreira do ator.

Com humor, poesia e dor, Paulo mergulha na vida de seus pais e avós e emerge com uma peça edificante que reafirma a importância do ensino público e do trabalho social para a valorização do ser humano. Construído pelo próprio artista, que se inspirou nos textos escritos em grandes blocos durante a adolescência, onde também fazia colagens de fatos da época, o espetáculo também é inspirado nos artigos semanais redigidos por quase trinta anos para o Jornal Cruzeiro do Sul, de Sorocaba, onde foi criado. Sucesso de crítica, o espetáculo foi indicado para o prêmio Shell de melhor texto e rendeu para Paulo Betti a indicação para o Prêmio Faz Diferença, do Jornal O Globo.

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Abaixo em destaque alguns trechos relevantes das críticas que recebeu:
“Memórias com narrativa delicada”
“O título bem humorado indica o que a peça pode oferecer”
“Uma viagem afetiva por geografia emocional que explora regiões de contornos fantasticamente realistas”
“não há qualquer complacência queixosa ou saudosismo.”
“o ator Paulo Betti demonstra a mesma sinceridade e despojamento do autor.”
“uma vida áspera, mas encantatória, de um caipira que chegou com dificuldades ao mundo.”
(Macksen Luis – O Globo)

“deixa gostinho de quero mais.”
“muitos méritos no desenvolvimento da dramaturgia e da encenação.”
“uma pérola na programação do teatro carioca.”
“repleto de lirismo”
“os assuntos evoluem de forma surpreendente”
“pelas nobres intenções, mas também pela alta qualidade do resultado, Autobiografia Autorizada, merece efusivos aplausos”.
(Rodrigo Monteiro- crítico teatral)

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Amalgama do Brasil profundo, a peça é inspirada pela inusitada história de superação de Paulo, que percorre o trajeto riquíssimo da roça à cidade, contando um pouco da historia da Imigração Italiana no Brasil. Paulo Betti (64 anos) saiu do mundo rural onde o avô, um imigrante italiano, trabalhava para um fazendeiro negro. Filho de uma camponesa analfabeta, que mudou para a cidade onde foi empregada, mãe de 15 filhos (Paulo é o décimo quinto, temporão, dez anos de diferença de seu irmão mais novo). Seu pai era esquizofrênico. Apesar disso, estudou em boas escolas, cursou um Ginásio Industrial em tempo integral, se formou pela Escola de Arte Dramática da USP e foi professor na Unicamp. O testemunho do ator, autor e diretor, que vai representar pai, mãe, avó e muitos outros personagens da própria vida, levará ao público uma peça divertida e emocionante.

Segundo Paulo, lendo as anotações que fez no decorrer de quase uma vida inteira, chegou à conclusão que, o tempo todo, se preparou para revelar as extraordinárias condições que o levaram a sobreviver e a contar como isso aconteceu. “Minha fixação pela memória da infância e adolescência, passada num ambiente inóspito e ao mesmo tempo poético, talvez mereça ser compartilhada no intuito de provocar emoção, riso, entretenimento e entendimento”, completa Betti.

Paralelo ao espetáculo, Paulo finaliza um novo longa-metragem “A Fera na Selva”, baseada na obra do escritor norte-americano Henry James, com direção do próprio Paulo, ao lado de Eliane Giardini, adaptação para o cinema do espetáculo que ele encenou com a atriz e ex-mulher, em 1992, e com o qual recebeu o Prêmio Shell de Melhor Ator. As filmagens foram realizadas em Sorocaba, cidade onde Paulo passou a infância e adolescência e conheceu Eliane.

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Vivo Transforma
A Vivo acredita que o teatro vai além do espetáculo e investe na cultura como elemento de transformação. “Ficamos muito contentes em apoiar este projeto, que é sucesso de público por onde passa. A Vivo é a única empresa privada a manter continuamente o apoio ao teatro brasileiro porque acredita e incentiva projetos que promovem o desenvolvimento sustentável do nosso país, com benefícios econômicos, sociais e culturais” revela a diretora de Sustentabilidade da Vivo, Joanes Ribas.

O projeto integra a plataforma Vivo Transforma, que promove a democratização do acesso à cultura e do envolvimento das comunidades em iniciativas voltadas principalmente à música e às artes cênicas. Em 2016, foram dezenas de projetos apoiados por meio das leis de incentivo, em diferentes regiões do país, com foco em transformação social, revelação de novos talentos e valorização da cultura nacional.

FICHA TÉCNICA  
Texto e Interpretação: Paulo Betti
Direção: Paulo Betti e Rafael Ponzi
Elenco: Paulo Betti
Cenário: Mana Bernardes
Figurino: Leticia Ponzi
Iluminação: Dani Sanchez e Luiz Paulo Neném
Direção de Movimento: Miriam Weitzman
Programação Visual: Mana Bernardes
Trilha Sonora: Pedro Bernardes
Fotografia: Mauro Khouri
Assistente de Direção: Juliana Betti
Direção de Produção:  Lya Baptista
Contra-regra/Camareira: Ana Claudia Barbosa
Operadora de Luz: Fernanda Mattos
Operador de Som: Michael de Alexandria
Operador de Projeção: Caio Cruz/Marlus Araújo

SERVIÇO 
Duração: 110 minutos 
Gênero: Comédia dramática
Classificação: 12 anos

Local: Teatro Madre Esperança Garrido
Data e Horário:
Dia 25 de Março, Sábado às 21h
Dia 26 de Março, Domingo às 20h

Ingressos à venda:
www.compreingressos.com
Call center 4052-0016
Submarino Festas – 3261-1775
Komiketo da T-4 (St. Serrinha) – 3255-4040

Valor dos Ingressos:
. Inteira – R$ 70,00
. Meia – R$ 35,00

Informações: 3212-3531

Flamboyant In Concert traz Titãs e Negra Li

Por FatoMais Comunicação

No show de abertura do Flamboyant In Concert 2017, dia 28 de março, os goianos terão a oportunidade de conferir uma parceria inédita, estrelada pelos Titãs e a rapper Negra Li. Dois estilos musicais diferentes, que prometem uma apresentação embalada por rock, letras e arranjos versáteis com a presença feminina e marcante da cantora, que é dotada de estilo e voz únicos.

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A formação é exclusiva para o palco do projeto. Uma prévia de que a parceria já é sucesso pode ser conferida no último trabalho solo de Sérgio Britto, vocalista e baixista do grupo. No álbum SP 55, gravado por ele em 2010, Negra Li gravou a canção romântica “Aqui neste Lugar”, que fala sobre pertencer a um amor.

Uma novidade para 2017 é o patrocínio dos cartões Caixa Elo, que dão direito a lugares exclusivos na hora da troca de ingressos. Celebrando esta parceria, a cada show deste ano, o shopping irá reservar 220 lugares, nos diferentes setores, para os primeiros clientes que comprovarem compras de forma integral e exclusiva nestes cartões.

Negra Li

Serviço:
Show Titãs e Negra Li – Flamboyant In Concert
Data: 28 de março
Horário: 19h30
Local: Deck Parking Sul – Piso 1
Classificação etária: livre

Ingressos
Em todas as apresentações, o evento terá capacidade de público para cerca de três mil pessoas em cadeiras numeradas e organizadas por setor.

Troca de ingressos teve início dia 1º de março.
Clientes Caixa Elo têm vantagens

Confira a mecânica por setores
Os clientes poderão adquirir seus ingressos no posto de trocas – no Piso 3, próximo a Centauro. Compras integrais com cartões Caixa Elo dão direito a lugares exclusivos na hora da troca.

Próximos Shows
25/04/2017 – Paralamas do Sucesso e participação especial de Dado Villa Lobos
30/05/2017 – Arnaldo Antunes e convidada especial Paula Toller
27/06/2017 – Samuel Rosa & Lô Borges com o Show Clube da Esquina
29/08/2017 – Léo Jaime e convidado especial Erasmo Carlos
26/09/2017 – Renato Teixeira & Almir Sater com o show AR
31/10/2017 – Ney Matogrosso

Ficha Técnica
Flamboyant In Concert.
Realização: Flamboyant Shopping Center
Patrocínio: Claro e Caixa Elo
Apoio: Unimed
Mídia Partner: Rádio Executiva
Período: março a outubro de 2017
Total de shows: sete
Expectativa de público por show: cerca de três mil pessoas
Horário: às 19h30
Local: Deck Parking Sul – Piso 1, do Flamboyant Shopping Center
Classificação etária: Livre.
Ingressos: mediante troca de notas fiscais de lojas do Flamboyant.
Local do posto de trocas: Piso 3, em frente a Centauro
Informações: 3546-2016

Ciro Barcelos, Bruno Gissoni, Filipe Ribeiro e grande elenco em espetáculo musical “Dzi Croquettes”

Por FatoMais Comunicação

Inspirados no documentário Dzi Croquettes, jovens atores se reúnem decididos a viver uma experiência teatral baseada na filosofia do grupo homônimo, que revolucionou o teatro brasileiro na década de setenta. Sinônimo de vanguarda, os “Dzi”‘ combinavam teatro, música, dança, irreverência e escracho e deixavam sua marca por onde passavam. Em uma “era androgênica”, o grupo serviu de inspiração a grandes talentos como Ney Matogrosso, Maria Zilda, Claudia Raia, Miguel Falabella e Marília Pera. A sua influência está presente em nossa cultura até hoje, seja nos artistas que trabalharam com eles, como Miguel Fallabela e Jorge Fernando, ou no vocabulário – é deles, por exemplo, a origem da palavra “tiete”.

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Exilados do País, em meados de 1970, pela Ditadura Militar, os Dzi Croquettes se consagraram internacionalmente; “tomaram” Paris, onde foram amadrinhados por Liza Minelli, transformando-se num grande sucesso na capital francesa, onde são lembrados até hoje. Com 45 anos de história, o grupo, hoje “cult”, coreografado e dirigido por Ciro Barcelos (integrante da formação original), preserva as características do Teatro Musical Brasileiro.

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O espetáculo musical “Dzi Croquettes em Bandália” trouxe de volta toda a irreverência e o escracho, numa apresentação que possui fôlego para caminhar com o novo, preservando a essência do grupo sem cair na vala comum da nostalgia. O fio condutor é justamente o documentário realizado em 2009, dos diretores Tatiana Issa e Raphael Alvarez. No espetáculo, após assistir ao filme, um grupo de atores resolve invadir uma garagem abandonada que vai se transformando em palco para as experimentações cênicas. Para isso, se juntam a um remanescente da formação original, que assume a direção do novo grupo e com quem se lançam na aventura de viver em comunidade para realizar suas performances, e onde tudo pode acontecer para preservar sua causa ideológica; desde encenações criadas a partir da vivência entre eles, até um cabaré clandestino, que funciona após a meia-noite onde os rapazes se “divertem” para garantir o seu sustento.

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Composto por uma nova geração de bailarinos, cantores e atores, a montagem que serviu de modelo para uma geração de artistas prioriza suas características originais, como a irreverência e um espírito artístico indomável, da força e a beleza que existe na arte de contestar com bom humor. Bruno Gissoni, que é uma das estrelas do espetáculo, já viveu personagens de tirar o fôlego da mulherada, como o Dj Pedro, protagonista da 18º temporada de Malhação, o pescador Juliano - que vivia sem camisa, em Flor do Caribe, e o bad boy Guto, de Babilônia. O ator Filipe Ribeiro, que interpretou o homofóbico Fred junto com o ator Bruno Gissoni na novela “Babilônia”, é novidade do elenco e já será visto nas apresentações da peça em Goiânia. Em Dzi Croquettes os atores mostram um lado desconhecido para o público. Atuam com vestidos, perucas, maquiagem e salto alto. “É completamente diferente, um baita desafio! Sempre busco desafios desse tipo, que exigem muito de mim. Tanto é que eu não dançava, não cantava, não fazia nada! Foi difícil aprender, mas o resultado é recompensador”, diz Gissoni.

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O espetáculo mantém sua forma original, com algumas canções contemporâneas, de bandas como Ira!, Titãs e Mamonas Assassinas, além de estilos como o rap e o eletrônico. O elenco esbanja vigor físico e apurada técnica teatral para vivenciar suas interpretações “masculinas femininas” tendo como ingrediente principal a paródia. Cheio de humor, com números musicais e coreográficos, o espetáculo satiriza a realidade.

Com autoria, coreografia e direção geral de Ciro Barcelos, a nova versão do espetáculo musical “Dzi Croquettes” fez temporada de muito sucesso e filas intermináveis no Rio de Janeiro e em São Paulo e já esteve em turnê encantando cidades como Niterói, Petrópolis, Recife, Natal e Curitiba.

Ficha Técnica
Direção de Produção: DCARTE + Gelatina Cultural
Produtor operacional: Tomas Sousa
Concepção, Texto e Direção Geral: Ciro Barcelos
Elenco:  Bruno Gissoni, Ciro Barcelos, Dante Paccola, Filipe Azeredo, Filipe Ribeiro, Julio Aracack, Paulo Victor Gandra, Rogério Nóbrega
Assistente de Direção: Radha Barcelos
Direção Musical: Demetrio Gil
Trilha Sonora: Demetrio Gil e Flavio de Lira
Percussão: Vitor de Toledo
Coreografia: Ciro Barcelos e Lennie Dale
Figurinos e Adereços: Claudio Tovar
Cenografia: Pedro Valério
Preparação Vocal: Maúde Salazar
Desenho de Luz: Guilherme Bonfanti
Coreógrafos convidados: Eliane Carvalho (Flamenco), Neuza Abbes (Tango) e Rafael Leal( Afro)

Serviço:
“Dzi Croquettes”
Local: Teatro Sesi
Data: 25/03 (sábado), às 21h e 26/03 (domingo), às 20h

Duração: 90 minutos
Classificação: 14 anos

Venda de ingressos on-line pelo site www.compreingressos.com ou, diretamente, na bilheteria do Teatro (de segunda à sexta-feira das 9h às 17h e nos dias dos espetáculos das 9h até o seu início).

Ingressos
Da Fila A até Fila O (Plateia Inferior)
R$ 130 (inteira) ou R$ 65 (meia-entrada)
Da Fila P até Fila U (Plateia Superior)
R$ 110 (inteira) ou R$ 55 (meia-entrada)