Food Garden Flamboyant – de 16 a 19 de julho

Por Fato Cominicação

Entre os dias 16 e 19 de julho, a conceituada gastronomia dos restaurantes do Polo Gastronômico Flamboyant se une a food trucks para ofertar uma variedade de sabores no Food Garden. O evento tem entrada franca.

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Completando a seleção assinada pelo Flamboyant Shopping, a semana no Garden Festival ainda promete informação com a presença de experientes chefs do Instituto Gastronômico das Américas (IGA), que diariamente, a partir das 17h, irão se revezar em aulas-show.

A integração no Garden Flamboyant ficará evidente em mesas compartilhadas e também com uma programação musical ao vivo. Entre as atrações, o cantor Léo Yanes, que traz um repertório marcado pelo pop rock nacional e internacional, e o saxofonista Foka, que ao ritmo do saxofone, interpreta o melhor do jazz.

Food garden

“Nossa proposta é valorizar o sabor e as experiências. Além dos pratos, dos mais simples aos mais elaboradores e bebidas preparadas especialmente para o evento, a programação é atrativa para quem deseja descobrir suas potencialidades culinárias ou dar espaço para a criatividade na cozinha”, destaca a gerente de marketing do Flamboyant Shopping Aline Guedes Melo.

O patrocínio do Flamboyant Garden Festival é dos Colchões Ortobom, Jardins Capri e FGR Urbanismo.

Food Garden
Período: 16 a 19 de julho
Horário: 17 horas às 22 horas
Local: Garden Flamboyant

Algumas marcas confirmadas:
Botequim Mercatto
Coco Bambu
Johnny Joy
Kabanas
Kanpai Blue
Lentrecote de Paris
Mr. Cheney
Piquiras
Pobre Juan
Tartuferia San Paolo
The Cookies and Brownies
Tea Shop

LINE UP FOOD GARDEN 2018

16/07 – 2a feira
17:00h – Abertura
18:30h – Oficina IGA – Chef Murilo Neves
Aula: Um mundo de Alfajor (Alfajor de cheese cake e de brigadeiro de caramelo)
19:30h – Show Jazz Bossa
22:00h – encerramento
17/07 – 3a feira
17:00h – Abertura
18:00h –Oficina IGA – Chef Mariana Rodrigues
Aula Kids: Brownie no palito (Brownie confeitado, servido como picolé)
19:00h –– Palestra Chef Lalo Zanini da Tartuferia San Paolo – Tema: Auto explanação Biográfica e Surgimento das Trufas no mercado Brasileiro
20:00h – Show Léo Yanes
22:00h – encerramento

18/07- 4a feira
17:00h – Abertura
18:30h – Oficina IGA – Chef William Carvalho
Aula: Falando abobrinhas e chuchu (bolo de abobrinha com chantilly salgado e cocktail de chuchu)
19:00h – Palestra Juliana Quintiliano da Tea Shop – Tema: Diferença entre chás e infusão
19:30h – Show Jazz Bossa
22:00h – encerramento

19/07 – 5a feira
17h – Abertura
18:00h –– Oficina IGA Chef Mariana Rodrigues Aula kids: Mini Hambúrguer Artesanal (mini hambúrguer com batata chips e ketchup de goiabada.)
19:00h –– Oficina IGA Chef Mariana Rodrigues
Chica Doida (regionalidade goiana com massa de milho, guariroba, linguiça e jiló)
20:00h – Chef Ferdynan da Hora – Tema: História e origem das carnes do Restaurante Pobre Juan
21:00h – Léo Yanes
22:00h – encerramento

 

Mostra de arte – ARQUÉTIPOS – Relicários da memória

Por Tatiana Potrich 

O título pode parecer uma palestra de Psicologia ou de uma disciplina de Filosofia, mas é a Mostra de Arte e Convidados do artista mineiro, radicado há mais de 40 anos na Dinamarca e atualmente residindo em Málaga, Espanha, J.Vasconcellos. Apesar do continente longínquo e do tempo lecionando e produzindo fora do Brasil, Vasconcellos não se distanciou de suas raízes, tão pouco de sua determinada jornada artística. Cercado por memórias e estudos da História da Arte, o artista confessa que grande parte dos arquétipos presentes em suas obras são lembranças da infância na fazenda de seu avô, em Minas Gerais. O sótão, ambiente tão temido pelas crianças por causa da escuridão, foi também o mais concorrido pela curiosidade e mistério das lembranças acumuladas em baús, caixas, bonecas antigas, porta-retratos e uma série de objetos dos quais ele se apegou e memorizou ao longo dos anos.

J.Vasconcellos Série MUSAS  Andalucia

A grande admiração pelo pintor, Diego Velázquez (1599 -1660) também é uma marca registrada em suas obras, onde ele sempre frisa a pintura nos olhos vendados da “Série Velazquianas” em respeito às obras originais do artista espanhol. Influenciado pela magnífica cultura espanhola, Vasconcellos traz uma série de mulheres ‘emponderadas’ e à frente de seu tempo, como “Carmen” e a “Musa de Andalucia”. Em depoimento, afirma ser a Espanha o país mais originalmente cultural do mundo. A arquitetura, literatura, artes plásticas, cinema, design, tudo! E ele tem seguidores! Esse ar cigano, carregado de vida, cores e sons ainda ofuscam a cultura brasileira, talvez pelo maior desenvolvimento do país em áreas de competência educacional e filosófica. Mas suas raízes não o deixam negar seu entusiasmo pela mitologia indígena brasileira ou mesmo nas imagens que remetem aos retratos de família, as bonecas de pano e o arquétipo do Pai, o grã-Senhor da nossa sociedade patriarcal.

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Vasconcellos é um artista denso, compulsivo e extremamente articulado, dada sua energia vital em seus quase 80 anos de idade. Transita entre América do Sul e Europa de duas a três vezes por ano. Realiza exposições em Galerias e Instituições de Arte do mundo inteiro. Participou de mostras coletivas em Paris, no Art Shopping -Carrousel du Louvre, individuais em diversas galerias da Europa e está em coleções importantes de sheiks árabes, franceses e críticos de arte internacionais. Foi o único brasileiro selecionado para doar uma obra ao acervo do Art Erotic Museum, em São Francisco, nos EUA. Seu engajamento cultural é basicamente um hábito, Vasconcellos, além da formação em Belas Artes, sempre esteve envolvido com a música clássica. O artista esteve casado com a renomada pianista goiana, Valéria Zanini, falecida em 2016, que ganhará destaque especial na mostra com seu retrato exposto in memoriam. A filha do casal, Bianca Zanini formada em Jornalismo, atualmente é correspondente no Canal 124 News, em Israel, o mais importante do Oriente Médio.

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J.Vasconcellos é um idealista incurável, como todos os bons artistas o são, mas sua obstinação à figura humana é surpreendentemente uma idiossincrasia. Não escapa ao artista nenhum detalhe, a expressão feminina nos rostos de suas formosas musas, o olhar andrógeno em garotos pós-puberdade, a postura autoritária do Pai, até em suas bonecas alguma face ganha emoção. A aprimorada técnica em espátula e resina vegetal endossa a maestria do professor-artista latino-europeu. Incurável ou não, o artista goza de boa saúde física e mental e flerta com a contemporaneidade sem maiores problemas. Senhor, grã-pai e mestre em Belas Artes, J.Vasconcellos produz arquétipos baseados em suas memórias de família e nas relíquias da História da Arte.

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CONVIDADOS

A música será mais uma das atrações na abertura da mostra. A cantora e violinista goiana, Milla Yuki é convidada do artista para dar o tom da graça de suas composições, assim como o duo Miguel Rojas, no contra baixo e Gabriel Garcia no violão. O artista também trará outras surpresas para sua retrospectiva de relicários! O fotógrafo dinamarquês, Neils Adelsten, a convite de J.Vasconcellos, trará um conjunto de imagens advindas de sua pesquisa em relação à simbiose dos vegetais. O artista dinamarquês desvenda nos troncos das árvores dos bosques da ilha de Sjaelland, as transformações dos fungos, cogumelos, pedras e suas mudanças de formas e cores, num espetáculo da natureza.

J.Vasconcellos Série MUSAS Velazquianas

SERVIÇO:

ARQUÉTIPOS – RELICÁRIOS DA MEMÓRIA

LOCAL: Potrich Galeria de Arte

CONTATO: 98177 01 78 – 98177 01 76 – 3945 0450

CONTATO DO ARTISTA:  031 99685 52 88

ENDEREÇO: Rua 52, 689, Jd. Goiás

ABERTURA: 19 de Julho de 2018 às 19h – para convidados

EXPOSIÇÃO: 20 de Julho a 18 de Agosto de 2018

www.potrichgaleria.com – @potrichgaleria

AS VISITAS DEVERÃO SER AGENDADAS.

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O artista Diogo Maroja leva espetáculo de magia cômica para seis estados

Por Zeroum Comunicação

O artista circense Diogo Maroja estreia o espetáculo Mágica nos Trópicos, em Goiânia, e segue em turnê por outros cinco estados brasileiros. Premiado pelo Ministério da Cultura, por meio do Programa Bolsa FUNARTE Residência em Artes Cênicas, ele inicia a circulação no dia 28 de junho (quinta), às 15 horas, no Circo Lahetô. Entrada franca.

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Antes de seguir para Santa Catarina, Bahia, São Paulo, Pernambuco e Rio de Janeiro, o Mágico Maroja tem uma segunda performance programada na capital goiana, no dia 30 de junho (sábado), às 18h30, no Parque Flamboyant. Em cada um dos estados, ele também realizará uma ofcina de introdução às artes mágicas. (veja abaixo agenda completa da turnê)

Com direção de Felipe Thiago Teixeira, Mágica nos Trópicos reúne diferentes modalidades do ilusionismo, como a prestigitação, o mentalismo, o escapismo, os efeitos de produção de objetos, os equipamentos mágicos. Além da demonstração de técnicas diversas, o mágico também promete “impressionantes números de risco”.

Diogo Maroja vem se especializando em magia cômica e, apoiado pela FUNARTE, manteve contato com mestres circenses Brasil afora. Ele conta que o produto deste trabalho de formação é o novo espetáculo, que resgata o formato itinerante e tradicional da transmissão de conhecimentos da mágica.

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“Além de impressionar o público, Mágica nos Trópicos deseja lembrar o enorme poder da magia existente no coração de cada ser humano, que é a capacidade de transmutar a realidade e realizar os sonhos e desejos para além das limitações da lógica e da racionalidade”, ressalta.

A trajetória do artista se iniciou, há cinco anos, com a montagem de Moleza Leveza na Terra das Ilusões, com direção de Manoel de Jesus (Palhaço Sapequinha). Nesta experiência inicial na pele do Palhaço Moleza, ele viajou por nove municípios goianos, ampliando sua vivência como mágico, que agora se apresenta em outras regiões brasileiras.

Residência artística

O novo espetáculo foi sendo concebido no contato com grandes mestres da arte circense, em 2017. No Rio de Janeiro, o projeto de aperfeiçoamento foi conduzido por Felipe Thiago Teixeira (Mágico Rossini). Organizador de diversos encontros, convenções e festivais na área da mágica, Rossini é um dos mais respeitados mágicos da cena brasileira, mantendo viva a tradição do ilusionismo por meio do compartilhamento dos saberes herdados de sua família. Atualmente, coordena o Centro Cultural das Artes Mágicas (CECAM), também situado no Rio de Janeiro, que se dedica à formação de novos mágicos.

Na Bahia, manteve contato com o peruano Jhonatan Ocampo, representante da forte influência dos artistas latino-americanos na cena cultural brasileira. Artista autodidata natural de Lima, atualmente radicado no Brasil, Jhonatan se dedica, há quase 10 anos, a apresentações de mágica pelas ruas, parques, praças e ônibus no Brasil, Peru, Bolivia, Equador, Colômbia. Neste período, ministrou aulas no Centro Cultural Kinti Wasi, no Equador, por dois anos.

Em Alagoas, Teófanes da Silveira (Palhaço Biribinha) coordenou o processo de transmissão dos conhecimentos mágicos, compartilhando com Maroja os saberes herdados em seus 60 anos de carreira. “Biribinha é um dos mais respeitados ícones da cena circense brasileira, um patrimônio vivo da memória e tradição circenses”, comenta o artista goiano.

SERVIÇO:

Circuito nacional: 28 de junho a 9 de setembro de 2018
AGENDA DE PERFORMANCE: Espetáculo Mágica nos Trópicos

GOIÁS
28/06 – 15h, Circo Lahetô, Parque da Criança, Jardim Goiás, Goiânia/GO
30/06 – 18h30, Parque Flamboyant, Jardim Goiás, Goiânia/GO

SANTA CATARINA
8/7 – 17h, Praça da Feirinha da Lagoa, Barra da Lagoa, Florianópolis/SC
16/7 – 17h, Rua Alves de Brito, 334, Centro, Florianópolis/SC

BAHIA
27/7 – 17h, Praça da Catedral, Centro, Ilhéus /BA
29/7 – 17h, Circo da Lua, Rodovia Ilhéus – Itacaré km 35 – Serra Grande – Uruçuca/BA

SÃO PAULO
9/7 – 19h, Especial “Circo No Beco”, São Paulo/SP (Rua Belmiro Braga, 31, Vila Madalena)

PERNAMBUCO
10/8 – 15h, Escola Pernambucana de Circo, Recife/PE (Av. José Américo de Almeida, 5, Macaxeira)
11/8 – 17h, Praça da Catedral da Sé de Olinda, Olinda/PE (Alto da Sé, s/n)

RIO DE JANEIRO
8/9 – 17h – Largo do Machado, Rio de Janeiro/RJ (Largo do Machado s/nº)
9/9 – 17h – Centro Cultural Parque das Ruínas, Rio de Janeiro/RJ (Rua Murtinho Nobre, 169, Santa Teresa)

AGENDA DE OFICINAS: Introdução às Artes Mágicas

28/6 – 13h30, Circo Laheto, Parque da Criança, Jardim Goiás, Goiânia/GO
17/7 – 14h, Escola Livre de Artes – ELA, Florianópolis/SC  (Rua Alves de Brito, 334, Centro)
31/7 – 15h, Circo da Lua, Rodovia Ilhéus – Itacaré km 35 – Serra Grande – Uruçuca/BA
9/7 – 18h, Especial “Circo No Beco”, São Paulo/SP (Rua Belmiro Braga, 31, Vila Madalena)
8/8 – 9h, Escola Pernambucana de Circo, Recife/PE (Av. José Américo de Almeida, 5, Macaxeira)
5/9 – 14 h, Escola de Circo Crescer e Viver, Rio de Janeiro/RJ (Rua Carmo Neto, 143, Praça Onze)

Contato:
Diogo Maroja – 98316-1771
Larissa Mundim – 99968-1658 (assessoria de imprensa)

FICHA TÉCNICA:
Direção: Felipe Thiago Teixeira (Mágica Rossini)
Produção artística: Diogo Maroja
Produção executiva: Diogo Maroja
Assessorias em técnicas de manipulação: Jhonatan Ocampo
Assessoria em equipamentos mágicos: Teófanes Silveira
Design gráfico: Pedro Badu
Figurino: Maria Velásquez
Fotografia: Layza Vasconcelos

A música e a cidade, uma web-série documental

Por Higor Coutinho

Depois de uma 1a temporada com grande audiência, a web-série documental A MÚSICA E A CIDADE convidam mais cinco artistas para bate-papos e performances em espaços públicos de Goiânia: o grupo de jazz Trio Cerrado, na Vila Cultural Cora Coralina; o compositor Juraíldes da Cruz no Museu Pedro Ludovico; a cantora Grace Carvalho no Cepal do St. Sul; a banda Mandatory Suicide no DCE da Federal; além do DJ Ângelo Martorell, nas ruas do Centro de Goiânia.

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A MÚSICA E A CIDADE foi lançada em 2015, no Pirenópolis.Doc – Festival do Documentário Brasileiro, e segue explorando o complexo urbano e seus múltiplos sons, por meio da busca pela identidade em construção no imaginário de quem produz música em Goiânia. Na 2a temporada, os episódios são divulgados semanalmente.

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No primeiro deles, já online, o Trio Cerrado ocupa o largo de totens acesos da Vila Cultural Cora Coralina. Parte do projeto de revitalização do Centro da cidade, a Vila foi projetada pelo arquiteto goiano Luiz Fernando Cruvinel para ressaltar a imponência do Teatro Goiânia e dialogar com o estilo original da arquitetura Art Déco.

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Na sequência, Juraíldes da Cruz canta, toca e conta suas histórias no Museu Pedro Ludovico, grande marco da modernidade goiana e símbolo da ruptura com o passado colonial da antiga capital. A construção, também em Art Déco, foi erguida entre 1934 e 1937 segundo o projeto de Atílio Corrêa Lima para ser a residência de Pedro Ludovico Teixeira, fundador da cidade. O Museu, criado em 18 de maio de 1987, remete à vida familiar e política do criador de Goiânia.

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O terceiro episódio é estrelado pela cantora Grace Carvalho, principal expoente do samba no estado, em um bate-papo e uma performance depois da feira de quarta no Cepal do Setor Sul. Grace ganhou notoriedade nacional por sua participação no programa The Voice Brasil, da TV Globo. Construído em 1989 para abrigar bazares populares, o Cepal foi originalmente pensado também como um espaço de lazer.

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Principal formação da música independente da década de 90 em Goiânia, o Mandatory Suicide foi um protótipo do boom do rock goiano dos anos 2000. Entre 1992 e 1998 foi a banda da cidade que mais fez shows fora do estado, angariando fãs pelo Brasil. Extinto há quase de 20 anos, o grupo foi ressuscitado pelo convite de A Música e a Cidade e retornou a um dos cenários mais significativos do underground goiano: o DCE da Federal, que tem sido por décadas palco e testemunha da evolução do rock feito em Goiânia.

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Encerrando a segunda temporada, o DJ Ângelo Martorell desembarca nas ruas do Centro carregado de LPs, pertinho do Parthenon Center, para botar um som para os passantes em uma terça-feira qualquer. Entre uma faixa e outra fala sobre a reinvenção da noite do Centro de Goiânia, através de sua própria carreira como DJ na capital há 20 anos.

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A MÚSICA E A CIDADE é uma realização NONANUVEM FILMES, produtora goiana fundada há 10 anos, especializada em documentários e com títulos premiados no Brasil e em Portugal.

Ficha Técnica:

Direção: Higor Coutinho Uliana Duarte

Câmera: João do Céu Mayara Varalho Rafael de Almeida Yuri Félix Dias Uliana Duarte Produção: Higor Coutinho Uliana Duarte

Ass. de produção: Renata Rosa

Montagem: Higor Coutinho

Técnico som direto: Thiago Camargo

Microfonista: Guilherme Nogueira

Gravação/mix músicas ao vivo: Geovani Maia Rafael Oliveira

Realização: nonanuvem filmes

+ info: Higor Coutinho (62) 98111-4251 (62) 3945-6610

www.nonanuvem.com.br

Kboco faz exposição no Museu Afro

Por Julianna Santos 

O artista plástico chega a São Paulo para apresentar sua nova exposição individual, “Sertão Expandido”, com abertura no dia 23 de junho.

Curadoria: Maria Hirszman

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Após hiato de cinco anos desde sua última exposição, Kboco traz em seu novo trabalho o resultado da transição que o levou de volta ao seu estado de origem. A decisão de instalar seu estúdio no município de Cavalcante, no coração da Chapada dos Veadeiros, carrega em si a busca pela arte enquanto produção de conhecimento e não apenas como produção mercadológica. O aprofundamento ontológico que essa mudança gera diz respeito ao sertão enquanto possibilidade de aperfeiçoamento e expansão de sua linguagem.

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Cavalcante situa-se na região que abriga o maior sítio quilombola, em território, do Brasil. Está entre os menores índices de desenvolvimento humano do país. Por outro lado, a história de resistência e conhecimento ancestral da comunidade Kalunga, juntamente com toda exuberância única e inconfundível do Cerrado, representa terreno fértil para o artista e lhe fornece matéria prima.

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A exposição contará com telas, desenhos em papel, assemblages e intervenções no espaço, criando dessa maneira um site especific que dialoga com o acervo do museu. A técnica da assemblage se dá por meio de colagens feitas em pedaços de madeira encontradas em suas andanças quando ainda morava em São Paulo. Como ele mesmo gosta de dizer, é uma espécie de “arqueologia do cotidiano”. Suas intervenções geométricas remetem a artistas como Farnese Andrade, pelo peso da madeira e às formas gráficas de Mondrian. Vem daí a origem do nome de sua obra “F.M.S. 17, Farnese Mondrian do Sertão”, que será doada ao acervo do Museu Afro.

Para Kboco, a mudança da cosmopolita São Paulo para o interior de Goiás é uma escolha de vida, uma imersão profunda na cultura da região, enriquece sua arte universal.

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“O sertão é do tamanho da gente”, Guimarães Rosa. 

A exposição é resultado do projeto de fomento à arte pelo Fundo de Cultura de Goiás e contará com catálogo e vídeo do processo criativo do artista, além de atividades no núcleo educativo do museu.

Serviço:

Abertura da exposição “Sertão Expandido”, de Kboco
Data: 23 de junho de 2018
Das 11 às 17 horas
Período da Exposição: de 23 de junho a 25 de agosto
Local: Museu Afro – Avenida Pedro Álvares Cabral, Portão 10, s/n – Parque Ibirapuera, São Paulo

Manga de Vento – apresentação do projeto Performar Arquivos e exibição do filme Pendular

Por Zeroum Comunicação 

A busca pelo equilíbrio é uma constante no roteiro do filme Pendular, conjunção interdependente das linguagens do cinema, da escultura e da dança. O longa-metragem será exibido, em 15 de junho (sexta), às 20 horas, no Cine Cultura, com comentário da diretora Júlia Murat, da coreógrafa Flávia Meireles e mediação do cineasta Benedito Ferreira. A atividade integra a Manga de Vento – Mostra Expandida de Dança, que conta com apoio do Fundo de Arte e Cultura de Goiás.

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A mostra expandida de dança se iniciou em maio e segue até outubro de 2018. Este mês, além da exibição comentada de Pendular, a Manga de Vento ainda programa um encontro para apresentação de resultados do projeto Performar Arquivos, coordenado pelas pesquisadoras Flávia Meirelles e Nirvana Marinho. A comunicação aberta ao público está marcada também para a sexta (15/6), às 17 horas, no Teatro do Centro Cultural da UFG.

De acordo com o curador da Manga de Vento, o coreógrafo e bailarino Kleber Damaso, a mostra demonstra fôlego diante do desafio de encontrar outras maneiras de compartilhar publicamente experiências que têm contribuído para transformar a compreensão de arte, especialmente da dança. “Esta edição aposta na história e na trajetória (de artistas, obras e pensamentos que os perpassam), no ímpeto de reposicionar o lugar e a importância da Arte no âmbito social”, esclarece.

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Para Damaso, a aproximação com o projeto Performar Arquivos resulta do interesse comum em “friccionar” conceitos da Arte e da História, do ponto de vista teórico. “Dois campos de conhecimento que se nutrem, mas que muitas vezes operam de maneira isolada, em suas especificidades”, reflete o curador. Performar Arquivos é uma proposição do grupo Ação Vizinhas, reunindo estudiosos, professores e grupos de pesquisa de Goiânia, Acre, Rio de Janeiro e São Paulo.

Através de convocatória pública, o projeto aproximou os grupos de pesquisa Olhares pra Dança (GO), com as pesquisadoras Luciana Ribeiro e Valéria Figueiredo; Temas de Dança (RJ), com Flavia Meireles; Cartografia de Ficções (SP) e Acervo Mariposa (SP), com Nirvana Marinho, além dos pesquisadores e artistas como Kleber Damaso (Diretor do Centro Cultural UFG), Rousejanny Ferreira (Coordenadora do Curso de Dança do IFG), Rafael Guarato (Coordenador do Curso de Dança da UFG), Ana Carolina Wenceslau, Marlini Dorneles de Lima (Coordenadora de Ações Afirmativas da UFG) e a acreana Valeska Alvim.

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Cinema

A elaboração da dramaturgia de Pendular surgiu a partir do processo de residência artística. No longa de ficção, um jovem casal se instala num galpão industrial abandonado. Uma faixa laranja, colada no chão, divide a área em duas porções iguais: à direita, o ateliê de escultura dele; à esquerda, o estúdio de dança dela.

O filme acontece neste cenário, onde arte, performances e intimidade se misturam e onde os personagens perdem lentamente sua capacidade de distinguir entre seus projetos artísticos, seu passado e sua relação afetiva. “Pendular é baseado naquelas coisas que deliberadamente se escolhe não contar em um relacionamento. Aqueles segredos íntimos que nunca dividimos”, comentaJúlia Murat.

A combinação de diferentes linguagens é uma marca da trajetória artística da diretora. Em Histórias que só existem quando lembradas, as fotografias criadas para o filme foram parte de uma exposição no Centro Cultural Parque Lage. Desta vez, as artistas Elisa Bracher e Marina Kossovski foram convidadas a criar as esculturas que respondem, simultaneamente, a dois chamados: as características do personagem (homem, escultor, amante) e a manifestações do equilíbrio, como tensão, movimento, suspensão.

A coreografia de Flávia Meireles para Pendular procurou explorar a relação entre gestos cotidianos e movimentos de dança, uma ideia originária do filme A Roda da Fortuna, de Vincent Minnelli, com interpretação de Fred Astaire e Cyd Charisse. Nas palavras da coreógrafa, “nas cenas de dança trabalhamos duas instâncias: a dança enquanto exercício, ou treino (onde a bailarina e seu parceiro estão ensaiando); a dança enquanto ‘número musical’ (cenas onde a narrativa do filme é interrompida para acompanharmos o trabalho da personagem).

Pendular foi exibido no Festival de Berlim e premiado pela Federação Internacional de Críticos de Cinema (FIPRESCI), que destacou a “qualidade visual”, “força narrativa” e “originalidade dramática e estética”. Júlia Murat foi citada em uma lista de oito cineastas em destaque, publicada pelo jornal americano The New York Times. 

SERVIÇO

15 de junho (sexta-feira) 

Performar Arquivos - comunicação aberta e apresentação das pesquisas -

17h, no Centro Cultural UFG. Entrada franca

Pendular (2017 – Brasil/Argentina/França. 105 minutos. Classificação: 18 anos)

Sessão comentada do filme, com presença da diretora Júlia Murat e da coreógrafa Flávia Meireles. Mediação: Benedito Ferreira -

20h, no Cine Cultura. Entrada franca

Contatos:

Flávia Meireles (21 982087835)

Júlia Murat (21 991302544)

Kleber Damaso (62 982527447)

Larissa Mundim – assessoria de imprensa (62 999681658)

Sobre Júlia Murat

Nasceu no Rio de Janeiro em 1979. Se formou na Universidade Federal do Rio de Janeiro em design gráfico e na Escola de Cinema Darcy Ribeiro como roteirista. Júlia realizou curtas-metragens, vídeos experimentais e videoinstalações. Também possui uma longa experiência trabalhando como editora, assistente de direção e assistente de câmera.   Dia dos pais, seu documentário longa-metragem estreou no Cinéma du réel em 2008. Histórias que só existem quando lembradas, seu primeiro longa-metragem de ficção, estreou em Veneza em 2011, foi selecionado em San Sebastian, Toronto, Roterdã, New Directors New Films, e ganhou 39 prêmios internacionais, incluindo Melhor Filme de Abu Dhabi, Sofia e Lima. Pendular é seu segundo longa-metragem. Júlia está finalizando também o documentário Operações de garantia da lei e da ordem.

Sobre Flávia Meireles 

Interessada nas relações entre arte e política, Flávia Meireles é Doutoranda em Comunicação e Cultura (ECO/UFRJ), Mestra em Artes Visuais (EBA/UFRJ) e Licenciada em Dança (Faculdade Angel Vianna). Como pesquisadora, coordena o grupo de pesquisa Temas da Dança, voltado para arquivos e histórias das danças, e, como professora, vem ministrando a oficina Dramaturgia em Dança em diversas cidades. Como artista, participou de residências no Le Vivat: Scène conventionné d’Armentières e no Centre d’exchange des Récollets, ambos na França, recebeu o prêmio ZKB Patronage Prize 2010 do Festival Theatrespektakel Zurich (2010) pela performance Em redor do buraco tudo é beira e trabalhou com os coreógrafos Paulo Caldas, João Saldanha, Gustavo Ciríaco, etc.

Sobre Benedito Ferreira

Artista visual, realizador audiovisual e diretor de arte. Dirigi o Estúdio BÃO, uma jovem produtora de artes visuais e audiovisual. Atua como professor substituto da Escola de Música e Artes Cênicas da Universidade Federal de Goiás (UFG). Mestrando do Programa de Arte e Cultura Visual da UFG com pesquisa focada em cinema brasileiro dos anos 1970. Formado em Audiovisual pela Universidade Estadual de Goiás (UEG) e especialização em Artes Visuais pela Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho (UNESP). Cursou Cenografia e Figurino na SP Escola de Teatro – Centro de Formação das Artes do Palco.

Confira a programação completa da MANGA DE VENTO – MOSTRA EXPANDIDA DE DANÇA:
15/6 – 17h
Performar Arquivos
ENTRADA FRANCA

15/6 – 20h
Pendular| Flávia Meireles e Júlia Murat
(Classificação indicativa: 18 anos). ENTRADA FRANCA

5/7 – 15h
Workshop: “Energía y Trabajo em Pareja”
Com Álvaro Esteban e Laura Aris (Espanha)

6/7 – 20h
Open Wound + Antípodas + Cualquier Mañana | Álvaro Esteban e Laura Aris (Espanha)
(Classificação indicativa: 16 anos)

7/7 – 10h
Workshop: “Desde Aquí”
Com Daniel Abreu (Espanha)

7/7 - 20h
Perro | Daniel Abreu (Espanha)
(Classificação indicativa: 18 anos)

28/7 – 20h
De Parte de Ella | Carmen Werner (Espanha)
(Classificação indicativa: 16 anos)

Retrospectiva Wagner Schwartz
27/8 – 20h
Domínio público | Elizabete Finger, Maikon K, Renata Carvalho e Wagner Schwartz
(Classificação indicativa: 18 anos)

28/8 – 20h
Piranha | Wagner Schwartz
(Classificação indicativa: 16 anos)

30/8 – 20h
Transobjeto | Wagner Schwartz
(Classificação indicativa: 18 anos)

29/8 -20h
Tanque – Uma opera molhada | Dudude Hermmann e Marco Paulo Rolla (MG)
(Classificação indicativa: 18 anos)

31/8 -20h
Sublime Travessia | Dudude Hermmann (MG)
(Classificação indicativa: 16 anos)

1/9 – 20h
Entre ver | Denise Stutz (RJ)
(Classificação indicativa: 16 anos)

1/9 – 20h
Oficina: “Dançar Dói”
Com Clarice Lima e Aline Bonamin (SP)

2/9 – 20h
Intérpretes em crise | Clarice Lima e Aline Bonamin (SP)
(Classificação indicativa: LIVRE)

20/10 – 23h
Serão Performático no Cabaré Voltaire | Grupo Empreza (GO)
(Classificação indicativa: 18 anos)

23/10 – 20h
Protocolo Elefante | Grupo Cena 11 (SC)
(Classificação indicativa: 18 anos)

Pitágoras – Human and Machine, Retrospective

Por Tatiana Potrich

A mostra Human and Machine é uma retrospectiva do artista Pitágoras Lopes Gonçalves de painéis, pinturas sobre papel, desenhos, paletes e toda sorte de suporte que o artista se encarrega de produzir com o foco no futuro e na realidade nua e crua do ser má…quina.  Da pedra polida ao robô sapiens Pitágoras entende e transforma em arte seu olhar crítico e sapiente. O artista preparou um convite – lambe para Retrospectiva personificando seus atos transgressores numa volta aos antigos hábitos artísticos e a quebra de paradigmas do convite formal ao público, atualmente feito através de flyers virtuais para as mídias sociais.

pitagoras, 170 x 200 cm, ast, 2014

Por grande mérito foi convidado, em 2015 para participar de uma das mostras mais significativas dos últimos dez anos, o 34° Panorama da Arte Brasileira: “Da pedra Da terra Daqui”, com pesquisa antropológica e curadoria da imortal Aracy Amaral, ao lado de nomes como Cildo Meireles, Miguel do Rio Branco, Berna Reala, Cao Guimarães e Erika Verzutti, o artista goiano se encarregou do suporte pictórico. A coletiva de arte no MAM-SP foi uma encomenda de gigantescos painéis que expressassem a contemporaneidade nos centros urbanos sobrepostas às nossas origens primitivas e uma projeção, em seu ponto de vista, para os próximos anos.

Palete, 2010

Novidade não é que a ficção científica já é uma realidade no nosso cotidiano. Quem imaginaria que em tão pouco tempo seríamos capazes de conviver com tanta tecnologia de uma vez. Um exemplo disso é o robô humanóide, chamado Sophia, que foi criado por uma empresa deHong Kong, em 2015. No ano passado, Sophia recebeu o título de cidadã da Arábia Saudita gerando certa polêmica e desconforto nas redes sociais. Sua capacidade de raciocínio e de discernimento é assustadora e nessa mesma proporção também o são as premonições registradas nas obras do artista Pitágoras. Em meio à animais, insetos e toda forma e cores que permeia a sua trajetória artística, Pitágoras absorve as condições insalubres da convivência social e as transfere em formas robóticas e seres “trans” num palpite futurista e desconhecido.Quanto mais perto nos aproximarmos da ficção científica, mais assustador nos parecerá a possibilidade de sermos controlados por seres mecanizados. Um exemplo próximo é o filme Ex-Machina: Inteligência Artificial, do cineasta inglês Alex Garland, de 2016. O filme narra o suspense sobre a andróide Ava, criada por um mega cientista que submete estagiários em informática, ao Teste de Turin.

160 x 200 cm, acrilico sobre tela, 2014

Human and Machine – Retrospective confirma que Sophia e Ava já fazem parte da obra de Pitágoras há tempos. O artista extrapola a realidade kitsch e satiriza suas figuras num embate ao erotismo, às fantasias sexuais, ao zoomorfismo, aos dogmas e símbolos que definem interpretações universais, como o ícone bíblico da maçã! Ícone de uma das maiores empresas de informática do mundo, a maçã é o símbolo do conhecimento, da sabedoria, o fruto proibido, a fruta envenenada pela bruxa, a logomarca dos motéis. O artista nos entretém e nos elucida (até mais que a sétima arte). Assustadoramente ou não, ele apenas nos conduz à verdade! Pitágoras tem uma perspectiva única. Sua personalidade ácida e temperamento marginal são a fórmula química perfeita para seu constante inconformismo. A pintura é seu porto seguro. A investigação social é seu objeto de estudo. Imagens de braços robóticos que emergem dos esgotos da cidade, dentre libélulas coloridas, ou moscas mutantes, ratos, lhamas, cangurus, coelhos ou fantasias sexuais despertadas.”Eu amo tudo que me assusta” e “eu mato tudo que amo” são jargões que o artista leva como slogan e ideais. Não há remorso em suas obras, assim como também não o há nos robôs.

160 x 200 cm acrilico s tela, 2015

SERVIÇO:

Human and Machine – Retrospective
Local: Potrich Galeria de Arte
Abertura: 14 de Junho das 17h às 23h
Exposição: 15 de Junho à 14 de Julho de 2018
De segunda à Sexta das 10h às 18h. Aos sábados das 10h às 14h ou com hora marcada
Endereço: Rua 52, n.689 Jardim Goiás
Contatos: 3945 0450 – 98177 0178 – 98177 0176

www.potrichgaleria.com – @potrichgaleria

blackbook desenho, 2018

Festa EURO 2018 – Edição Grécia, com duas noites: nesta sexta (8) e no sábado (9)

Por Carlos Eduardo Faria (Kadu)

Os empresários André Oliveira Souza, Vitor Barros e Wilton Pacheco promoverão edição especial para a Festa EURO 2018, com a temática inspirada na Grécia e tendo a maior estrutura de todas as 4 edições. Serão duas noites diferentes de evento, com 2 palcos, mais de 20 horas de duração, mil pessoas na produção, 200 artistas circenses, seis toneladas de equipamentos e muita pirotecnia em 70 mil m² de espaço, na Estância Maison de Roche

Foto da 2. Edição - Festa EURO - Uma réplicada de 400 m2 do Coliseu de Roma foi armada para a segunda edição da Festa Euro, na Estância Euro.

Os DJs dos projetos Chemical Surf, Felguk, Jet Lag, Massive Playerz, Radiomatik e KVSH são alguns dos 16 nomes confirmados no line-up. Nesta sexta, dia 8 de junho, acontece a Festa “Euro Preview – Welcome to Olympus” e no sábado, dia 9 de Junho, a “Festa Euro - Magic of Greece” colocará os convidados dentro de um verdadeiro show.

Os empresários Wilton Pacheco, Vitor Barros e André Souza promoverão edição da Festa EURO 2018, com temática inspirada na Grécia, dias 8 e 9.

 

Os últimos ingressos estão disponíveis na sede da Euro World, ou no site   www.euroworld.com.br e são esperados mais de 8 mil pessoas de todo o país nas 2 noites de festa.

SOBRE AS FESTAS EURO – 2018 

Os Djs do projeto Radiomatik estão confirmados no line-up da Festa Euro - 2018, Edição Grécia.

 

No line-up 2018 já estão confirmados nomes de peso do Festival Tomorrowland, além dos Djs Chemical Surf, Vinne, JetLag, Kvsh, Kiko Franco, Breno Rocha, Massive Playerz, Felguk, RDT, Pimpo Gama, Flow, Big Fish e Jhonny Kash. 

Os Djs do projeto Massive Playerz estão confirmados no line-up da Festa Euro - 2018, Edição Grécia.

A decoradora Rafaella Pedrosa Cunha e a Euro Produções assinarão toda a ambientação com o tema inspirado nas ilhas gregas e os seus famosos monumentos históricos. O evento contará com dois diferentes palcos, com aproximadamente 20 metros de altura cada, idealizado por Matheus Barros.

Os Djs do projeto Jet Lag estão confirmados no line-up da Festa Euro - 2018, Edição Grécia.

O local, a Maison de Roche, abrigará tudo o que há de mais novo em tecnologia, atrações, estrutura e tecnologia vistas nas melhores festas do exterior, fazendo da EURO novamente um marco no cenário das melhores festas “open air” do Brasil. São esperados mais de 8 mil convidados – de todos os cantos do país para as duas noites de festa.

Os Djs do projeto Felguk estão confirmados no line-up da Festa Euro - 2018, Edição Grécia.

Na noite de sexta (8/6), haverá serviço de bar, com venda de bebidas. Já no sábado (9/6), o sistema da Festa Euro será all inclusive de bebidas Premium, Bar de drinks exclusivos (com Chivas 12 anos, Absolut, Espumante, Adega de vinhos, Água, Suco, Refri, Energetico, Gin e Licor 43) e terá buffet assinado pela Chef Aline Torres.

INGRESSOS

Os Djs do Chemical Surf estão confirmados no line-up da Festa Euro - 2018, Edição Grécia.

Os últimos passaportes e ingressos únicos estão disponíveis na sede da EURO World (Av. T-63, Ed. New World Office, Sala 1117) e através do site www.euroworld.com.br, com a possibilidade de parcelamento em até 10 vezes nos cartões.

O Dj KVSH está confirmado no line-up da Festa Euro - 2018, Edição Grécia.

Na noite de sexta-feira, as 22h do dia 08 de Junho, o evento contará com serviços de bares, reserva de camarotes e atendimento de garçons a disposição dos convidados (será aceito dinheiro & cartões). Os preços dos ingressos para acesso ao evento, de ÚLTIMO LOTE: Pista Premium Feminina R$ 70 (meia-entrada, apresentando 1kg de alimento não perecível) e R$ 140 (inteira), para a Pista Premium Masculina são R$ 100 (meia-entrada, apresentando 1kg de alimento não perecível) e R$ 200 (inteira).

Foto da 2. Edição - Festa EURO - Uma réplicada de 400 m2 do Coliseu de Roma foi armada para a segunda edição da Festa Euro, em 2016.

Na noite de sábado, as 23h do dia 09 de Junho, o sistema será all inclusive, com open food e open drinks premium. Os preços de ÚLTIMO LOTE são: Feminino R$ 380 (meia-entrada, apresentando 1kg de alimento não perecível) e R$ 760 (inteira), para o Masculino são R$ 500 (meia-entrada, apresentando 1kg de alimento não perecível) e R$ 1000 (inteira).

Eflyer - Festa Euro 2018 - Dias 08 e 09 de Junho, na Estância Maison de Roche.

SERVIÇO: 

Line-Up da “Festa EURO 2018 – Edição Grécia”, com duas diferentes noites de festas exclusivas.
Datas e Horários:
- Festa “Welcome to Olympus”, na sexta-feira, dia 8/6 das 22h até 8h (Evento com serviço de bar);
- Festa “Magic of Greece”, no sábado, dia 9/6, das 23h às 9h de domingo 10/6 (Evento com sistema all inclusive).

Local: Estância Maison de Roche, Alameda das Corridas, 540 – Área Administrativa, Sen. Canedo – GO

Contato: (62) 3626-5725 - contato@euroworld.com.br / (61) 99901-9798

Últimos ingressos na sede da EURO World (Av. T-63, Ed. New World Office, Sala 1117) e através do site http://www.euroworld.com.br/Agenda

Rede Social: @festaeuroficial, @euro.producoes

Estacionamento Terceirizado.

O teatro de animação volta com o V Festival do Boneco

Por Ana Paula Mota

Quinta edição se destaca por sua proposta formativa para público e artistas

Pela quinta vez Goiânia será palco de espetáculos de teatro de animação. O Festival do Boneco acontece na cidade entre os dias 17 e 23 de maio. Neste período, esta arte milenar ocupará diversos espaços da capital: Teatro SESC, Centro Cultural UFG, Oficina Cultural Geppetto e Feira do Cerrado. Além das apresentações, o festival ainda oferecerá ao público uma oficina com o grupo paraense In Bust sobre “A dramaturgia do boneco para televisão”. O projeto é uma iniciativa da Produtora Cultural Denise Carrijo (Ação Produtora de Eventos) em parceria com a Cia de Teatro Nu Escuro e acontece desde 2009.

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A expectativa é de que o evento atinja 3 mil pessoas. Nas quatro edições anteriores, o projeto proporcionou para Goiânia 39 apresentações teatrais de grupos locais, nacionais e internacionais, 12 atividades formativas, trabalhando diretamente com cerca de 130 artistas. “O Festival do Boneco por ser o único festival na cidade que é exclusivamente de manipulação sempre atraiu um público muito diversificado: crianças, adultos, idosos; admiradores e frequentadores assíduos de teatro e curiosos; além dos artistas goianos, que lotam os teatros e espaços abertos onde acontecem as apresentações. Esperamos ter os espaços repletos de pessoas encantadas com essa arte”, comenta a produtora Denise Carrijo sobre a expectativa em relação ao evento.

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Desde a primeira edição o Festival vem percebendo o interesse e o avanço nas técnicas de manipulação que os atores goianos vem adquirindo.  Acreditamos que o Festival do Boneco contribuiu e vem contribuindo para despertar o interesse dos artista nessa área de atuação, assim como na sua qualificação.

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O Festival começa no dia 17 com o espetáculo “Berenices”, apresentado pelo grupo paulista Morpheus Teatro. A peça utiliza as linguagens do teatro de animação e do teatro de máscaras para narrar a saga da pequena Berenice e seu encontro consigo mesma e com o mundo. Diante da chegada de um irmão, a personagem inicia o aprendizado de perceber e lidar com seus pensamentos, sentimentos, medos, dificuldades e expectativa sobre os outros. O espetáculo foi vencedor do prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) em 2016 na categoria de espetáculo de boneco.

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No dia 18 é a vez da cia de teatro paranaense Tato Criação Cênica apresentar seu espetáculo “Tropeços”. A simplicidade de uma peça que tem iluminação apenas de velas dá vida a um roteiro sobre velhice de forma não convencional. A mesma companhia apresenta no dia seguinte o espetáculo “Entre Janelas”. Inspirado no livro Uma Janela Entre dois Amigos do mineiro Gustavo Gaivota, a obra conta a história de um menino e seu melhor amigo, um cachorro. Através de uma montagem lúdica e divertida o espetáculo visa promover uma reflexão sobre o lugar da tecnologia na vida das crianças.

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Também no dia 19, no Centro Cultural UFG, haverá apresentação do resultado da residência artística “A pontuação do objeto” comandada por Duda Paiva entre fevereiro e março deste ano. Paiva é bonequeiro goiano radicado na Holanda, onde dirige a Duda Paiva Company. Adriano Bittar, Alexandre Ferreira, Vanessa Bertolini e Kleber Damaso também ministraram oficinas nesta residência que foi oferecida a estudantes, pesquisadores, bailarinos, atores, performers, professores e artistas circenses.

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No dia 20, o teatro de animação ocupa a Feira do Cerrado. “Maria Bonita”, apresentado pelo grupo Teatro do Maleiro, é um espetáculo de bonecos de luva, que faz alusão aos mamulengos, e aborda uma parte pouco explorada da vida de Virgulino Ferreira da Silva (Lampião), o rei do Cangaço, retratando seu encontro com a mulher que tornou-se sua musa e companheira, Maria Gomes de Oliveira (Maria Bonita).

Por fim, o festival é encerrado na Oficinal Cultural Gepetto com o grupo paraense In Bust apresentando Pinóquio.

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Oficina

O Festival do Boneco, além de levar ao público goianiense de forma acessível diversos espetáculos de teatro de animação, também se volta ao público profissional da cidade. Por isso, promove uma oficina com o grupo Inbust, que acontece entre os dias 21 e 23 sobre “boneco e televisão”. Serão oferecidas 15 vagas e as  inscrições podem ser feitas no site festivaldoboneco.blogspot.com.br.

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Serviço: V Festival do Boneco

Local: Centro Cultural UFG, Teatro SESC, Oficina Cultural Geppetto e Feira do Cerrado
Data: 17 a 23 de maio
Espetáculos: Berenices (Morpheus Teatro), Tropeços e Entre Janelas (Tato Criação Cênica), Maria Bonita (Teatro Maleiro) e Pinóquio (Grupo Inbust).
Valores: R$14 inteira e R$7 meia. As apresentações na Oficina Cultural Geppetto e na Feira do Cerrado serão gratuitas.
Oficinas: “A Dramaturgia do Boneco Para Televisão” com Grupo Inbust. Inscrições através do site festivaldoboneco.blogspot.com.br

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A morte de Silvério Reis Leitura ao som de bolero

Por Zeroum Comunicação

O romance de ficção de Abel Vargas tem vinil encartado e desperta a paixão de olhar o mundo como da primeira vez e reflexão sobre os impactos da cultura na construção da masculinidade

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O protagonista do livro A morte de Silvério Reis: o causo do fim do amor inocente e suas desenvolturas, escrito por Abel Vargas, é goiano e cantor de bolero. Uma história contada do fim para o começo revela a trajetória de um homem sensível em busca de compreensão sobre os rumos da vida, a partir de sua cultura, afetos, decepções e conquistas. Premiado pelo Fundo de Arte e Cultura de Goiás, o romance ficcional foi publicado pela Nega Lilu Editora e será lançado no dia 16 de maio (quarta-feira), às 19 horas, na Livraria Palavrear, em Goiânia. Entrada franca.

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Mais do que um livro, A morte de Silvério Reis é um projeto de artes integradas que contempla três linguagens: literatura, artes visuais e música. Com produção executiva e direção artística de Ana Christina da Rocha Lima, por meio da Ana de Helios Criação, o trabalho também conta com participação da dupla Bicicleta Sem Freio e do músico Pedro Zamboni, responsável   ypela produção musical do vinil encartado no livro.

A atmosfera boêmia da trama em torno do cantor de bolero inspirou o Bicicleta Sem Freio na criação de arte produzida especialmente para este projeto editorial. Douglas Pereira e Renato Reno são autores da exuberante capa, das ilustrações que pontuam a narrativa e dos posters encartados, compondo o combo que faz do livro um legítimo objeto do desejo.

capa_A morte de Silvério Reis

Neste romance literário que é um convite para cantar e dançar, Silvério Reis é um personagem/veículo apaixonante, porque nos permite revisitar a potência e a paixão de olhar o mundo como da primeira vez. “Quem se permitir amar este cantor de bolero irá reviver o espanto, a dor, o amor, com uma intensidade que desperta, rejuvenesce e emociona”, diz Ana Christina da Rocha Lima.

Segundo ela, Silvério nos permite olhar para os dilemas e dores “deste parto incessante, que é viver, com uma ternura desconcertante”. Os flashbacks da infância, a relação com as mulheres e a música são seus principais portais. Para leitores e leitoras, o acesso ao universo da obra se dá a partir do tiro que acerta o peito do protagonista, logo na primeira página. Seria ele um Brás Cubas no início do século 21?

O autor tinha 20 anos quando escreveu a trama, que vem a público mais de uma década depois, revelando um autor iniciante com fluência de contador de história.

E de maneira despretensiosa, o livro é capaz de provocar reflexões acerca da construção da masculinidade impactada pela cultura. Sobre isso, Silvério Reis comenta: “Lá em Goiás, dizia meu pai, ‘todo mundo tem que ser homem! Mulher tem que ser homem, homem tem que ser homem e viado tem que ser homem’. Simples e básico. A filosofia de uma vida comprimida em uma frase”.

Abel Vargas é brasileiro, nascido em Goiânia. Desde muito pequeno é fascinado por histórias, livros e filmes. “Paixão herdada da mãe”, confirma ele. Daí surgiu A morte de Silvério Reis e sua dedicação ao cinema. Atualmente, ele trabalha com efeitos visuais para filmes como “Pantera Negra”, “Velozes e Furiosos”, dentre outros blockbusters em Vancouver, Canadá, onde mora. “Continuo escrevendo roteiros, projetos de filmes e toco ukulele nas horas vagas”, comenta, se identificando com o cantor de bolero do livro.

A convite do autor, o músico e compositor Pedro Zamboni produziu o disco “Silvério Reis”. Os boleros disponíveis no compact disc alaranjado são composições de Abel Vargas (“O Sertão e a Bailarina”), Gustavo Veiga e Carlos Brandão (“Cá entre nós”) e Pedro Laba e Danilo Xidan (“Baila”). Outras canções que integram o projeto musical estarão disponíveis em mp3. Os músicos envolvidos na gravação do vinil são: Fred Valle (bateria), Carlos Marx (baixo), Fernando Mariri (guitarra), Evando Sampaio (teclado), Darlan Pires (percussão), com vocais de Pedro Laba e Bia Tavares (backing vocals)

SERVIÇO

Lançamento do livro: A morte de Silvério Reis: o causo do fim do amor inocente e suas desenvolturas
Editora: Nega Lilu – Selo Tuci
Valor promocional de lançamento: R$ 60,00

16 de maio 2018 (quarta) – 19 horas
Livraria Palavrear: Rua 232, 338, Setor Universitário

ENTRADA FRANCA