Paulo Gustavo inicia turnê de show musical com sua mãe, Déa Lucia

Por Fato Comunicação 

‘Filho da Mãe’ resgata a carreira de cantora de Dona Déa e celebra a relação entre os dois

A estreia de ‘Minha Mãe é Uma Peça’ (2004) é um divisor de águas na carreira de Paulo Gustavo. O espetáculo o tornou conhecido nacionalmente e, após o início em um pequeno teatro, segue em cartaz até hoje em grandes casas para milhares de espectadores. Sua versão cinematográfica rendeu dois filmes e o recorde de 15 milhões de ingressos vendidos. Não é segredo que a personagem e o texto foram inspirados em sua mãe, Dona Déa Lucia, que também conquistou seus fãs com pequenas participações em projetos do filho.

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Para celebrar esta relação tão especial, Paulo Gustavo e Déa Lucia estarão juntos em cena a partir de 6 de abril, quando se inicia a turnê nacional de ‘Filho da Mãe’, show musical em que os dois vão cantar e contar as divertidas, é claro histórias de tantos anos de convivência. Após a estreia estrategicamente agendada em Niterói, cidade natal da dupla, as apresentações seguem por Goiânia, São Paulo, Campinas, Santos, Brasília, Belo Horizonte, Novo Hamburgo, Porto Alegre, João Pessoa, Recife, Rio de Janeiro e Curitiba.

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Com direito a uma superbanda e direção musical de Zé Ricardo, o show nasceu da vontade de Paulo Gustavo resgatar o passado de Déa, que teve uma carreira de cantora até o início dos anos 2000, quando formou um grupo responsável por animar festas de casamento, eventos, bailes e até serestas. ‘Ela sempre quis ser cantora. Quando precisava nos sustentar, trabalhava em colégios durante o dia e cantava à noite, mas nunca fez um show assim, em teatro, com produção, cenário e banda. Quis dar este presente e fazer esta homenagem para ela’, conta o ator, que preparou uma superprodução para o primeiro encontro entre eles no palco.

A ficha técnica de peso conta com cenografia de Zé Carratu, iluminação de Marcos Olívio e figurino de Felipe Veloso. Ao longo do processo de ensaios, a dupla se dedicou a uma extensa preparação que inclui sessões de fonoaudiologia e muitas horas por dia com Zé Ricardo e a banda, quando se envolviam na concepção dos arranjos e na formatação do roteiro.

Acompanhados por Claudio Costa (guitarra), Marcelo Linhares (baixo), Mauricio Piassarollo (teclado) e Wallace Santos (bateria), Paulo e Déa vão desfiar um repertório que remete à memória afetiva de ambos, além de alguns hits mais atuais. ‘Quem foi crooner sabe cantar de tudo e gosta de cantar de tudo. Vai ter espaço para muita coisa no show além das canções mais antigas. Tem bossa nova, mas também tem axé, samba e até funk’, enumera Déa, que ressalta a alegria de ter um desafio desse tamanho aos 72 anos.

Dividido por blocos temáticos, o espetáculo começa com standards de Bossa Nova, como ‘O Barquinho’ e ‘Lobo Bobo’, entre outras lembranças afetivas do passado musical deles, como ‘Faceira’, canção de Ary Barroso que Paulo gostava de ouvir a mãe cantarolar na infância. Entre uma brincadeira e outra, eles prepararam um set em que vão interpretar hits de boate, cada um de sua época. É quando se misturam sucessos de Wanderléa (‘Pare o Casamento’) com Anitta (‘Bang’) e Preta Gil (‘Sinais de Fogo’).

A ideia é que Déa e Paulo se divirtam no palco tanto quanto a plateia. O humor e a alegria – traços fundamentais na personalidade dela e inquestionável herança genética deixada para ele – dão o tom de toda a apresentação. Seja nas versões bem humoradas das canções, em duetos, nos cacos ou nas histórias que costuram todo o roteiro musical, a ordem é fazer a festa. ‘Ele acha que vou ficar sem graça com as brincadeiras, mas vou deixá-lo louco no palco’, promete Déa Lucia.

FICHA TÉCNICA

Com: Paulo Gustavo e Déa Lucia

Direção Musical: Zé Ricardo

Supervisão Geral: Susana Garcia

Cenário: Zé Carratu

Iluminação: Marcos Olívio

Figurino: Felipe Veloso

Preparação Vocal: Fátima Regina

Videografismo: Arthur Carratu

Design gráfico: Ana França

Assessoria de Comunicação: Factoria Comunicação

Produção: Claudio Tizo

Produção local: Cia de Sucessos

Assessoria de Imprensa local: FatoMais Comunicação

Músicos: André Siqueira(percussão), Claudio Costa (guitarra), Marcelo Linhares (baixo), Mauricio Piassarollo (teclado), Wallace Santos (bateria)

Sobre a banda e o diretor musical:

Zé Ricardo: Cantor, compositor, instrumentista, diretor musical e curador artístico. É criador e diretor artístico do Palco Sunset do Rock in Rio desde 2008 e está à frente do palco em vários países do mundo, como Portugal, Espanha e Estados Unidos. Também é criador e diretor artístico do novo palco do Festival, o Espaço Favela. No teatro assinou a trilha sonora original de alguma das maiores bilheterias nacionais, como ‘Cócegas’, ‘220 volts’, ‘Hiperativo’, ‘Online’ e ‘Minha mãe é uma peça’. Também é autor de trilhas sonoras de algumas das maiorias bilheterias do cinema nacional: ‘Loucas pra casar’, ‘To Ryca’, ‘Minha mãe é uma peça 2’, ‘Farofeiros’ e ‘De pernas pro ar’.

André Siqueira: Percussionista formado pela escola de musica Villa Lobos, já gravou e acompanhou artistas como: Carlos Lyra, Carol Saboya, Ivan Lins, Sandra de Sá, Baden Powell, Teresa Cristina, Glória Gaynor, Fafá de Belém, Blitz, Martnália, Martinho da Vila, Simone, entre outros.

Claudio Costa: Guitarrista e violonista com mais de 20 anos de atuação, já gravou e acompanhou artistas como Sandra de Sá, Marcelo D2, Toni Garrido, Mart’nália, Zé Ricardo entre outros. Também participou da gravação do Acústico MTV –Marcelo D2, Banda do Palco Sunset – Rock in Rio Brasil e Lisboa.

Marcelo Linhares: Baixista autodidata, já tocou e gravou com Emilio Santiago, Maria Rita, Cláudio Zoli, Ed Mota, Zé Ricardo e Davi Moraes.

Maurício Piassarollo: Pianista e arranjador, Diretor Musical do Padre Fabio de Melo, já tocou no Rock in Rio em várias edições, Música Boa ao vivo temporada 1 e com Toni Garrido, Sandra de Sá, Victor Brooks, Mart’nália. Compositor de trilhas de filmes nacionais de sucesso, como ‘Minha mãe é uma peça 2’, ‘De pernas pro ar 3’, ‘To Ryca’, entre outros.

Wallace Santos: Baterista, já tocou com Sandra de Sá, Maria Rita, Padre Fabio de Melo, Zé Ricardo, Claudio Zoli, Davi Moraes, tendo tocado também no Rock in Rio em várias edições.

TURNÊ NACIONAL

NITERÓI – 6 e 7 de abril – Ginásio Caio Martins

GOIÂNIA – 13 de abril – Teatro Rio Vermelho

SÃO PAULO – 20 e 21 de abril – Tom Brasil

CAMPINAS – 27 de abril –

SANTOS – 28 de abril – Mendes Centro de Convenções

BRASÍLIA – 4 de maio – Ginásio Nilson Nelson

BELO HORIZONTE – 10 de maio – KM De Vantagens Hall

NOVO HAMBURGO – 18 de maio – Teatro Feevale

PORTO ALEGRE – 19 de maio – Auditório Araújo Vianna

JOÃO PESSOA – 25 de maio – Teatro Pedra do Reino

RECIFE – 26 de maio – Teatro Guararapes

RIO DE JANEIRO – 6, 7, 13 e 14 de julho – Vivo Rio

CURITIBA – 3 e 4 de agosto – Teatro Guaíra

Grupo Ateliê do Gesto apresenta o espetáculo “Natureza Morta”

Por Ana Paula Mota 

Dança contemporânea se une à arte visual no espetáculo “Natureza Morta” que será apresentado pelo Grupo Ateliê do Gesto em Goiânia, Campo Grande, Belo Horizonte, além de Piracanjuba e Cidade de Goiás. Os movimentos dos bailarinos Daniel Calvet e João Paulo Gross se encontram com a obra do desenhista, escultor e pintor mineiro Farnese de Andrade neste espetáculo que versa sobre o movimento barroco. Em Goiânia ele será apresentado nos dias 15 e 16 de março às 20 horas no Teatro Goiânia Ouro. Haverá áudio descrição dessas apresentações na capital goiana. Nos dias 29 e 30 de março o espetáculo chega ao Cine Teatro São Joaquim, na Cidade de Goiás. A entrada para o espetáculo, em todas as cidades, é franca, mas pede-se a doação de livros literários, usados ou não. Os livros arrecadados serão doados para uma biblioteca pública. O projeto tem apoio da Lei Goyazes e patrocínio total da Enel.

Foto Carol Arcanjo 1

O espetáculo 

O espetáculo proporciona ao público uma experiência intimista e um exercício poético ao trazer o barroco, um movimento artístico que expõe os conflitos humanos que se equilibram entre a emoção e a razão, o prazer e a dor, a vida e a morte. Ainda que pertença ao século XVII, o movimento, para o diretor João Paulo Gross, pode surgir e ressurgir em outras épocas e lugares. “Como vivemos hoje? Não somos todos uma multidão de solitários? Uma grande aldeia global, numa rede interligada, porém marcada pelo individualismo e a solidão? Mais do que apresentar resposta, Natureza Morta chama o espectador para refletir e questionar junto”, adianta o diretor e bailarino.

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Para provocar esses sentimentos, os bailarinos trazem para o palco a arte de Farnese de Andrade, artista de destaque na história das artes brasileiras. O trabalho é, também, um resgate, pois apesar de toda a força de sua obra e de ser um artista concorrido e premiado até os anos 1970, é pouco lembrado ou conhecido pelo grande público nas últimas décadas. O espetáculo, Gross adianta, dialoga não só o com o trabalho do artista, mas também sua densa trajetória de vida. “Apesar de autobiográfica, sua obra parece reproduzir a biografia da humanidade. É como se ele dissesse e fizesse o que nós, no corre-corre do mundo atual, deixamos às escondidas, guardado no fundo de uma caixa deteriorada pelo tempo. Farense expõe para o mundo de forma singular um inútil relato”, detalha Gross.

O espetáculo nasceu há dez anos no Rio de Janeiro quando João Paulo Gross atuava por lá. A obra passou por palcos como Sesc Copacabana, foi ganhador da Mostra Novíssimas Pesquisas Cênicas (projeto organizado pela diretora e atriz Ana Kfouri), participou da Bienal Sesc de Dança/Edição 2009 e contou com a dramaturgia de Verônica Prates. Já radicado em Goiás, Gross incorpora o ao repertório do goiano Ateliê do Gesto em 2017. “O Ateliê é um espaço onde investimos e pesquisamos o movimento em diálogo com outras áreas artísticas”, justifica Gross sobre o espetáculo que dialoga com as artes plásticas a partir da vida e obra de Farnese de Andrade.

Oficinas 

O projeto também contempla uma vivência que vai aproximar profissionais e estudantes da dança com o dia a dia do grupo de pesquisa Ateliê do Gesto. As 15 pessoas selecionadas poderão conviver por três dias com os bailarinos João Paulo Gross e Daniel e ver de perto o processo de trabalho do grupo. Os selecionados, que devem ser profissionais ou estudantes de dança e teatro, vão participar dos aquecimentos, assistir aos ensaios e assistir ao espetáculo no Teatro Goiânia. Os dois primeiros dias terão carga horária de três horas e o terceiro dia terá carga horária de quatro horas. Os interessados devem enviar nome completo, breve currículo e motivo de interesse na oficina para o e-mail ateliedogesto@gmail.com e colocar no assunto do e-mail: Oficina de Dança – Natureza Morta – Circulação. As inscrições podem ser feitas até 7 de março.

Circulação 

As apresentações começam em Goiás e em seguida seguem para Belo Horizonte e Campo Grande. A escolha das cincos cidades, diz Gross, não foi em vão. “Todas elas têm a força da cultura popular e artistas-artesãos esquecidos pelo tempo, que assim, dialogam com a identidade produtiva e artística de Farnese de Andrade em comunhão com o movimento barroco no Brasil”, conta. Ainda que o movimento barroco tenha se concentrado em Minas Gerais e Bahia, marcou profundamente o Brasil. “Até hoje vemos influência de suas características em muitos artistas. Isso nos faz perceber e acreditar que o Brasil como um todo respirou o movimento barroco e até hoje encontramos artesãos que no seu árduo ofício carregam em sua essência as questões barrocas na sua arte”, diz o bailarino.

Sobre o Grupo 

O Ateliê do Gesto nasceu da busca por novas percepções e diálogos com outras linguagens artísticas no corpo em movimento. Através de identificações estéticas e o desejo de trabalharem num projeto autoral, João Paulo Gross e Daniel Calvet (artistas com carreiras consolidadas e passagens por importantes cias de dança no Brasil), se juntaram para pesquisar o corpo, tendo como ponto de partida o movimento e sua construção dramatúrgica na cena. Desse encontro nasceu “O Crivo”, espetáculo inspirado na obra de Guimarães Rosa, ganhador do Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna 2015, do Fundo de Arte e Cultura do Estado de Goiás 2015 circulando pelas cinco regiões do Brasil por diversas cidades e por diversos festivais internacionais. Em 2018 o grupo integrou o Palco Giratório, projeto de circulação das artes cênicas a nível nacional, produzido pelo SESC – Departamento Nacional.

Neste ano o grupo circula com seus espetáculos de repertório “O Crivo”, “Natureza Morta”, e prepara para uma temporada de estreia da sua mais recente criação, o espetáculo “Dança Boba” dirigido por Daniel Calvet, em Goiânia no segundo semestre. Além dessas atividades o grupo embarca para uma circulação internacional no Equador e no Peru difundindo a dança contemporânea que produzem no estado de Goiás.

Serviço:

Ateliê do Gesto circula “Natureza Morta” e oferece oficinas – GRATUITO

Goiânia

Local: Teatro Goiânia Ouro, Rua 3, Centro

Data: 15 e 16 de março

Horário: 20 horas

Entrada franca ou doação de um livro literário, usado ou não.

Retirada de ingressos na bilheteria do teatro, 2h antes do espetáculo. Ingressos limitados à lotação da casa. 

Cidade de Goiás

Local: Cine Teatro São Joaquim

Data: 29 e 30 de março

Horário: 20 horas

Entrada franca ou doação de um livro literário, usado ou não.

Retirada de ingressos na bilheteria do teatro, 2h antes do espetáculo. Ingressos limitados à lotação da casa. 

OFICINAS

11 e 13 de março, Casa Corpo – Setor Universitário, 19h – 22h

15 de março, Teatro Goiânia Ouro, 17 às 21h

Inscrições até 7 de março: enviar nome completo, breve currículo e motivo de interesse na oficina para o e-mail ateliedogesto@gmail.com e colocar no assunto do e-mail: Oficina de Dança – Natureza Morta – Circulação.

Artista Rochane Torres abre exposição individual na Vila Cultural Cora Coralina em Goiânia

Por Zeroum Comunicação 

A pesquisa artística para a exposição Quadro a Quadro também originou a criação de animação e a publicação de livro, que serão lançados na terça-feira (12/3)

A exposição individual Quadro a Quadro da artista Rochane Torres discute narrativas entre pintura e imagem digital, em processos de apropriação, citação e simulação. A visitação estará aberta ao público na terça-feira (12/3), às 19 horas, na Sala Antônio Poteiro da Vila Cultural Cora Coralina, em Goiânia. Com apoio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura, este projeto prevê ainda a realização de ação educativa conduzida por Joanna Pena, além do lançamento do vídeo-animação Diálogos Vazios e do Livro Arte, publicado pela NegaLilu Editora.

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Nas últimas três décadas de trabalho, o processo investigativo de Rochane Torres trata a poética da arte e faz uma reflexão sobre a sociedade em que a artista está inserida. Em Quadro a Quadro, ela apresenta uma pesquisa sobre a narrativa da pintura, nas 12 obras de dimensões variadas, produzidas em acrílico sobre tela. As cenas supra coloridas apresentam indivíduos alienados, habitantes de um planeta de cultura globalizada e massificado pelas mídias.

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“Nessa pesquisa, dialogo com o formato de histórias em quadrinhos, são personagens pouco inocentes que carregam um enigma, uma narrativa onomatopeica saturada de sentido e de vazio, que condensa memória e esquecimento de experiências da infância atualizadas na vida adulta”, comenta Rochane.

A mosca, o dinossauro, o cachorro, o pássaro, o morcego, o homem de gravata são figuras apáticas e, ao mesmo tempo, ávidas para mostrar os dentes. Há personagens solitários e inertes, fazem recepção passiva de conteúdos, que reproduzem de maneira superficial e pouco particular.

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A artista relata sua busca por uma pintura narrativa com dualidade entre perguntas e respostas encerradas em si. “Pretendendo estabelecer uma dialética do visível e do dizível da pintura narrativa, discutindo memória do próprio objeto pictórico, artefato pintura, artesania, desenho, imagem figurativa, narrativa da pintura, forma e diluição da forma e a distinção da cópia como reprodução”, conta. Para ela, Livro Arte e a animação Diálogos Vazios complementam este discurso da matéria e das linguagens.

Um livro

Rochane Torres optou pela publicação de um livro e não pela produção de um catálogo. A artista percebe o Livro Arte como um objeto artístico autônomo no contexto da exposição Quadro a Quadro. “A pintura fotografada e impressa torna-se uma outra imagem, não é uma cópia. Naturalmente, não é mais pintura, pois teve sua dimensão modificada, bem como a vibração da cor e o gesto do artista. Dessa forma, não fez sentido para mim reproduzir as obras pictóricas em um catálogo”, ressalta. Publicado pela NegaLilu Editora, Livro Arte é de autoria de Rochane Torres, com interferências digitais de Joanna Penna e texto da curadora da exposição Quadro a Quadro, Nancy de Melo.

Arte-educação

Na ação educativa do projeto, a arte-educadora Joanna Penna buscará provocar reflexão e discussão sobre processo criativo, olhar sobre as obras, pintura, imagens digitais, apropriações, citações e narrativas poéticas em dialogo com a pintura e a história em quadrinhos. A ação educativa será oferecida a estudantes de escolas públicas do estado de Goiás e conta com a orientação do programa de formação do espaço ARTCO do Centro de Estudo e Pesquisa Ciranda da Arte da Secretaria de Educação do Estado de Goiás. As atividades de arte-educação serão registradas para integrar um vídeo sobre a expografia e a ação educativa de Quadro a Quadro.

Rochane Tores é artista plástica, cineasta e educadora. Estudou na Faculdade de Artes Visuais da UFG. É coordenadora do Espaço Expositivo ARTCO do Centro de Estudo e Pesquisa Ciranda da Arte, vinculado à SEDUCE – Secretaria de Estado de Educação, Cultura e Esporte de Goiás. Produz desenho, pintura, escultura e curtas-metragens. Participa de mostras, festivais, exposições coletivas e individuais.

SERVIÇO

Exposição individual Quadro a Quadro

Abertura: 12 de março (terça-feira), às 19 horas, na Sala Antônio Poteiro da Vila Cultural Cora Coralina, em Goiânia.

Período de visitação: 12 a 31 de março de 2019

Entrada gratuita

 

Luciana Caetano estreia o espetáculo “Adobe”, que reverencia suas ancestrais negras e matriarcas

Por Ana Paula Mota 

Faz apresentação única no Teatro SESC Centro. A estreia do solo de dança marca ainda o Dia Internacional da Mulher.

Depois de uma pausa de criações de pouco mais de dois anos, Luciana Caetano, fundadora do Grupo Solo de Dança, faz apresentação única no Teatro SESC Centro. O espetáculo “Adobe” terá sua estreia no dia 07 de março, 5ª feira, às 20h.

Espetaculo Adobe

Com uma obra carregada de simbolismos, Luciana levará ao público os cenários que ela traz dentro dela, das vidas das mulheres de sua família e de suas histórias, de memórias físicas, sociais e emocionais que delineiam a existência destas matriarcas. A montagem reverencia esse legado de sabedoria, força, delicadeza e amor familiar. Os valores dos ingressos são os mesmos praticados pelo Teatro Sesc Centro: R$ 8 (trabalhadores do comércio e dependentes); R$ 10 (Conveniados); R$ 11 (Meia-entrada); R$ 22 (inteira).

Espetaculo Adobe

ADOBE 

Ancestral do tijolo de barro, o tijolo de adobe pertence à história brasileira tanto quanto os corpos negros que construíram a arquitetura deste país. Base das paredes largas das casas grandes e senzalas, o adobe é peça de alvenaria rudimentar, resistente e confortável para os sentidos, feita de terra, água e fibra. Solitário, o adobe não cria estruturas, mas unido a peças iguais, criam lares e comunidades.Espetaculo Adobe

Assim é a analogia criada pela coreógrafa Luciana Caetano, quando decide dar o nome de “Adobe” ao seu novo espetáculo solo de dança, que na verdade vem sendo criado dentro do seu corpo há bastante tempo. A obra é uma reverência às mulheres ancestrais da intérprete/criadora e a tudo que a bailarina traz em seu corpo e sua alma que é herdado desse matriarcado. A mulher enquanto esteio de gerações. A mulher que é base de famílias e sociedades. A mulher que gera, que protege, que cerca, que abriga, resguarda e acolhe.

Espetaculo Adobe

Sobre esse processo criativo, Luciana explica: “Esse é um espetáculo com o qual já estou às voltas há algum tempo. Eu estou impregnada dele, mesmo antes dos ensaios e de toda a criação, justamente por se tratar das minhas ancestrais me inspirando. Mulheres negras que são as minhas referências. Coloco em cena as coisas que eu herdei delas, tudo delas que marcou a minha vida. E com este trabalho eu acabo falando também das mulheres negras em geral desse país. Porque são assuntos em comum: quantas avós negras que são chefes e arrimos de família? Quantas são as mães negras que sozinhas criam seus filhos? Então, no nosso mundo negro, essa realidade é que é. As mulheres é que tomam conta dos seus filhos e das suas famílias praticamente inteiras. Elas são os esteios, o Adobe dessa sociedade.”

A força que cria arte 

As travessias enfrentadas pela criadora Luciana, que se profissionalizou e viveu toda a sua vida através da dança contemporânea, do jazz, do balé clássico, e que passou por grupos como o Energia, de Julson Henrique, e a Quasar Cia de Dança, de Henrique Rodovalho, também é algo que o espetáculo “Adobe”, simbolicamente traz para a cena. Ao completar 50 anos, a bailarina e coreógrafa ressalta a importância de estar presente no palco, mesmo em uma idade que muitos a aconselhariam a parar. Com a criação de “Adobe”, Luciana reforça que a arte não depende de tipos físicos, condições sociais ou idade, e reforça: “Acho que sou uma das poucas nessa idade, em Goiânia, que ainda se colocam cena. É claro que não é mais a dança de um corpo de 20 anos, mas é a dança de um corpo de 50, que conta outras histórias, que se move de outras formas e cria outras reflexões.

Sobre o corpo negro na dança

Assustadoramente, somente 200 anos depois das brancas é que surgiram sapatilhas para bailarinos/as negros/as. Até aqui, bailarinas/os negras/os tingiam ou pintavam os sapatos com maquiagem, para combinar com seu tom de pele. Esta é uma notícia publicada no final do ano passado (2018) que pode ser encontrada facilmente em veículos de imprensa de todo o Brasil.

A citação é mais uma referência para a força que Luciana Caetano traz em si própria e que é herdada destas mulheres guerreiras que a antecederam em sua linhagem familiar. A falta de reconhecimento da diversidade étnica nas artes não é novidade na vida da bailarina Luciana Caetano, que aos 6 anos de idade foi uma das primeiras meninas negras a ser matriculada em escola de balé clássico em Goiânia. Sobre isto, Luciana comenta que se sente uma privilegiada, por ter podido contar com pais que souberam defender posições e brigar por espaços iguais para seus filhos, mas ela enfatiza que a situação segue sendo gritante, principalmente em nossa capital, que é uma cidade extremamente racista.

Ficha Técnica do espetáculo “Adobe” 

Por “Adobe” não contar com recursos financeiros de leis e incentivos culturais, Luciana Caetano comenta que a equipe de criação e produção é formada por familiares e amigos, que se voluntariaram para iniciar esse projeto, o que ela compara a uma comunidade do tipo Quilombo, onde todos trabalham por um bem amplo e geral.

Concepção e bailarina-Intérprete: Luciana Caetano

Olhar Externo: Alexandre Ferreira

Produção: Renata Caetano (irmã de Luciana) // Cena Empresarial

Assistentes de produção: Bruna Nunis e Isadora Costa

Trilha sonora: JP Caetano (sobrinho de Luciana) e Gabriel Caetano (filho de Luciana)

Desenho de luz: Júnior Oliveira (ex-companheiro e pai de Gabriel)

Identidade Visual e Áudio Visual: Paulo Caetano (irmão de Luciana)

Imagens: Indiana Filmes

Fotografia: Cida Carneiro 

Sobre Luciana Caetano 

Bailarina, Coreógrafa, Professora de Dança e especialista em Pilates, membro do Fórum de dança de Goiânia, membro do Colegiado Nacional de Dança. Diretora, coreógrafa residente e fundadora do Grupo Solo de Dança e do Grupo Contemporâneo de dança.

Natural de Goiânia, iniciou seus estudos em dança no ano de 1975. De 1985 a 1990 integra o Grupo de Dança Energia convidada por Julson Henrique. Já entre os anos de 1989 e 1999 integra a Quasar Cia de Dança, participando de todas as turnês nacionais e internacionais deste período. Em 1996 funda o Grupo Solo de dança no qual atua como coreógrafa e bailarina. Formada em Geografia, pela Universidade Federal de Goiás em 1992, Luciana Tem desenvolvido diversos trabalhos ligados a dança contemporânea e às artes cênicas no estado de Goiás e no Brasil.

Concebeu e coreografou os seguintes espetáculos: 1997 “Enquanto se Espera” (primeira versão), 1998 “Preto no Preto”, 1999 “Obliquação”, 2000 “Terra Cruz” e “Saúri-nhõre”, 2003 “Parceiros da Rua”, 2004 “Mulheres”, 2006 “Enquanto se Espera” (versão infantil), 2008 Cerratenses, 2015 “Cartas de Frida”.

Serviço:

Estreia do espetáculo “ADOBE” – solo de dança contemporânea, de Luciana Caetano

Data e horário: 07 de março – 5ª feira – 20h

Local: Teatro Sesc Centro (Rua 15, esquina com Rua 19, Centro – Tels: (62) 3933 1714 ou 3933 1711

Ingressos: R$ 8 (trabalhadores do comércio e dependentes); R$ 10 (Conveniados); R$ 11 (Meia-entrada); R$ 22 (inteira).

Produção local: Renata Caetano – 62 99525 – 9203

 

Banda Dire Straits se apresenta em Goiânia no dia 13 de abril

Por Palavra Comunicação

A legendária banda Dire Straits, uma das mais importantes dos anos 80, vai se apresentar em Goiânia no próximo dia 13 de abril, um sábado, no Ginásio Goiânia Arena. O show faz parte da turnê Dire Straits Legacy Tour 2019 South America. A banda estourou mundialmente em 1985, com o lançamento do álbum Brothers in Arms, que se tornou, naquela época, o mais vendido da história do Reino Unido. Esse disco trouxe algumas das músicas mais executadas do ano em praticamente todo o mundo, como Money For Nothing, Walk of Life, Why Worry, Your Latest Trick, So Far Away e a canção que batiza o álbum, Brothers in Arms. A banda se apresenta em Goiânia com a seguinte formação: Jack Sonni (guitarra), Alan Clark (teclados), Phil Palmer (guitarra), Mel Collins (sax), Trevor Horn (baixo), Steve Ferroni (bateria), Marco Caviglia (voz e guitarra) e Primiano Di Biase (teclados).

Turnê DSL 2

Em sua volta ao Brasil, no fim de março, a Dire Straits Legacy, antes de passar por Goiânia com seu novo show, se apresenta no dia 29 de março no Teatro Sesc Palladium, em Belo Horizonte; no dia 30 de março no P12, em Florianópolis; no dia 6 de abril na Concha Acústica, em Salvador; no dia 7 de abril no Vivo Rio, no Rio de Janeiro; no dia 9 de abril no Tom Brasil, em São Paulo; no dia 10 de abril no Coupolican, em Santiago, no Chile e no dia 11 de abril no Luna Park, em Buenos Aires, na Argentina. No dia seguinte à apresentação em Goiânia, eles encerram a turnê pela América do Sul em Brasília, no Teatro Ulysses Guimarães.

Turnê DSL 1

A banda traz um show único e emocional que revive a inesquecível e mágica atmosfera da banda britânica formada na década de 1970. Money for Nothing, So Far Away, Sultans of Swing, Walk of Life e muitas outras canções memoráveis interpretadas ao vivo por Alan Clark (teclados), Phil Palmer (guitarra), Mel Collins (sax), Trevor Horn (baixo), Steve Ferrone (bateria), Marco Caviglia (voz e guitarra) e Primiano Dibiase (teclados). Além de Jack Sonniguitarrista que integrou o Dire Straits a época do lançamento do álbum Brothers in Arms.

Legacy

Sobre Dire Straits Legacy

Dires Straits Legacy é um projeto em permanente evolução e, afastando-se do clichê de reunião ou banda tributo, mantêm viva a memória de canções atemporais, como Romeo and Juliet, Sultans of Swing, Money for Nothing, Tunnel of Love,Walk of LifeWhen It Comes to You, You and Your Friend, On Every Street, do primeiro álbum Wild West End, e muitos outros hits.

Turnê DSL

Muitos membros do Dire Straits se juntaram ao projeto durante esses anos mas, em 2016, Alan Clark passou a fazer parte da banda. Clark é o histórico tecladista do Dire Straits de 1980 a 1985. Ao lado de Alan Clark estão Phil Palmer (direção musical/guitarra/voz) que trabalhou com Dire Straits de 1990 a 1992, e Jack Sonni (guitarra), que integrou a banda de 1985 a 1988, época do lançamento e turnê do álbum Brothers in Arms. O renomado saxofonista Mel Collins, membro do Dire Straits de 1983 a 1985, tocou no famoso Alchemy Live Album e no EP Twisting By The Pool.

Trevor Horn é uma verdadeira lenda na indústria da música. Depois de formar a banda The Buggles e gravar o hit Video Killed the Radio Star, produziu alguns dos hits que definiram os Anos 80, como Lexicon of Love, de ABC; Owner of a Lonely Heart, do Yes e Relax, Two Tribes and The Power of Love, sucessos de Frankie Goes to Hollywood. Trevor também produziu sucessos para Tina Turner, Tom Jones, Barry Manilow, Cher, Boyzone, 10cc, Bryan Ferry, John Legend, Lisa Stansfield, Robbie Williams, Grace Jones, Simple Minds e Seal, trabalho pelo qual recebeu um Grammy como produtor, e muitos outros.

O baterista Steve Ferrone é outra lenda da música e, além de gravar e tocar com George Harrison, Duran Duran, Stevie Nicks, Chaka Khan, Eric Clapton, Bee Gees, Al Jarreau e Johnny Cash, integrou a Tom Petty and the Heartbreakers de 1994 a 2017. Os dois italianos que se juntaram à banda são o guitarrista e vocalista Marco Caviglia e o tecladista Primiano Di Biase. 

Sobre os integrantes

Alan Clark (teclados)Alan ingressou no Dire Straits em 1980, tornando-se seu primeiro e principal tecladista, e é conhecido como seu diretor musical não oficial.
Além de trabalhar com a banda até sua dissolução, em 1995, ao lado de Mark Knopfler, co-produziu o último álbum da banda, On Every Street. O músico tocou e gravou com uma longa lista de outros artistas, foi membro da banda de Eric Clapton e diretor musical de Tina Turner por vários anos. Mais recentemente, produziu, com Phil Palmer, o impressionante álbum de 3 Chord Trick do Legacy. Ele e Phil estão atualmente escrevendo músicas para um grande artista italiano cujo álbum será produzido em 2019.

Phil Palmer (guitarra)Phil ingressou no Dire Straits em 1990 e tocou no álbum On Every Street e na turnê mundial do mesmo álbum. Ele é um dos principais guitarristas do mundo, tendo tocado em mais de 450 álbuns e realizado turnês com alguns dos maiores artistas do mundo. Pense em um nome e Phil provavelmente já tocou com esse artista. Ele também foi membro da banda de Eric Clapton, onde ele conheceu seus colegas de DS Legacy, Alan Clark e Steve Ferrone, e é um membro fundador da DSLegacy.

Jack Sonni (guitarra)O músico, escritor e ex-executivo de marketing Jack Sonni foi convidado por Mark Knopfler para se juntar à banda para as sessões de gravações do álbum Brothers in Arms, lançado em 1985. Sonni também participou da turnê do mesmo álbum e permaneceu na banda até 1988.

Mel Collins (sax)Mel se juntou ao Dire Straits em 1982 e tocou no álbum e turnê Love Over Gold e no álbum Twisting by the Pool. Ele também tocou com diversos artistas e bandas, incluindo Stones, Camel, Eric Clapton, Joe Cocker, Tears for Fears e muitos mais, e como membro original do King Crimson está fazendo uma turnê mundial com a banda.

Trevor Horn (baixo)O músico, compositor e produtor musical é uma lenda na indústria da música. Depois de formar The Buggles e gravar a música #1 de 1979, Video Killed the Radio Star, Trevor produziu alguns dos hits que definiram os anos 1980, incluindo o Lexicon of Love, de ABC; Owner of a Lonely Heart, do Yes, e os hits #1 de Frankie Goes to Hollywood Relax, Two Tribes e The Power of Love. Horn se consolidou como um dos produtores e arranjadores mais requisitados e produziu sucessos para Tina Turner, Tom Jones, Marc Almond, Barry Manilow, Cher, Boyzone, 10cc, Bryan Ferry, John Legend, Lisa Stansfield, Robbie Williams, Grace Jones, Simple Minds, entre outros. Em 1996 recebeu um Grammy pela produção do segundo álbum do cantor Seal. Em 1980, Trevor foi vocalista da banda Yes e gravou o álbum Drama.

Steve Ferrone (bateria)Steve é considerado por muitos o maior baterista de rock vivo do mundo, e já trabalhou com nomes como Eric Clapton, Duran Duran, Paul Simon, Bee Gees, Slash, David Bowie, George Benson, Chaka Khan, além integrar a Tom Petty and the Heartbreakers de 1994 a 2017.

Marco Caviglia (voz e guitarra)Apaixonado pela música de Dire Straits e seu mentor musical Mark Knopfler, Marco, nascido em Roma, formou a banda Solid Rock em 1988 e, em 1990, fez uma turnê com o lendário bluesman do Notting Hillbillies, Steve Phillips. Mas seu sonho era tocar com seus “heróis” do Dire Straits, e esse sonho se tornou realidade em 2010 com a DS Legends, e agora novamente com a DSLegacy.

Primiano Di Biase (teclados)O também romano Primiano é um talentoso tecladista que já trabalhou em muitos discos e com muitos artistas, incluindo Richard Bennett, Steve Phillips, Gigi Proietti e Neri Marcorè.

EVENTO: Show Dire Straits Legacy Tour 2019

DATA: 13 de abril de 2019

HORÁRIO: 21h

LOCAL: Ginásio Goiânia Arena

ENDEREÇO: Avenida Fued José Sebba, s/nº – Jardim Goiás – Goiânia-GO

VENDAS ONLINE: www.meubilhete.com

PONTOS DE VENDA (INGRESSOS FÍSICOS): Tribo; Komiketo da Avenida T-4; Primetek Goiânia e Brasília; Drill, no Flamboyant Shopping; Metrópole, no Aparecida Shopping; Container Mix do Shopping Passeio das Águas e Nobel, em Anápolis.

PREÇOS: Entre R$ 120 (arquibancada geral) e R$ 350 (camaropte open bar e open food)

CONTATO: Alessandra Câmara, assessoria de Comunicação (9-8162-4898)

 

 

Cabaré Rosa Grená – Pocket Show e Festa

Por João Paulo Gross 

Nesse carnaval o Cabaré Rosa Grená retorna a cidade. O projeto idealizado pelos artistas Daniel Calvet, Gleysson Moreira e Flora Maria trás uma nova versão de seu já conhecido Pocket Show, pensado para espaços da noite e que mistura espetáculo burlesco com festa.

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Nessa edição quem comanda a noite são os artistas Daniel Calvet, João Paulo Amorim e Pedro Fleury na pele da hostess “Jane Jungle”.

O Show/Festa acontece dia 9 de Março no CoffeeTime no Setor Bueno.

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Daniel, que já foi bailarino e assistente de direção da Quasar Cia de Dança, se uniu a João e Pedro no projeto da Quasar Jovem. Atualmente dirige o Ateliê do Gesto além do Cabaré.

O Cabaré Rosa Grená se caracteriza por uma linguagem bem humorada do universo LGBT sem abrir mão do rigor técnico dos bailarinos com coreografias no salto alto feitas exclusivamente para o show.

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Para os figurinos dessa versão o grupo conta com colaborações da artista Goiana Naya Violeta e também revisitam alguns momentos do Show oficial assinado pela estilista Maria Elvira Crosara, que além de ter produzido as roupas do show escolheu por selecionar peças do badalado estilista carioca Fernando Cozendey.

A trilha sonora é composta apenas por música brasileira, sendo uma proposta marcante do projeto que passeia por uma nova MPB mais alternativa com nomes como Alice Cayme e Johnny Hooker, clássicos da música black brasileira como Wilson Simonal, funk carioca, entre outros.

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O convite para se apresentar no Coffee Time, comandado pelo empresário Danilo Marquez, veio de sua irmã Amanda Marquez que tem movimentado o café com suas Milongas e cursos de tango e dessa vez, resolveu ousar com a irreverência do Cabaré.

O projeto foi aprovado no Fundo estadual de Cultura de 2017 no edital de Fomento a Demandas Culturais, mas ainda não tem previsão de recebimento da verba pelo governo até hoje, assim como todos os projetos aprovados ainda na gestão anterior. As ações previstas focam na descentralização ao acesso à cultura oferecendo apresentações na periferia de Goiânia, além de uma parceria com a ONG “Pela Vida” que dá suporte a portadores do vírus HIV e familiares. Porém o projeto se concretizará se o governo honrar com suas dívidas.

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Os artistas reforçam que todo público goiano está convidado, uma vez que o show é uma grande celebração às diferenças e ao bom humor. Só é dia de deixar as crianças em casa, uma vez que a classificação é 18 anos.

Serviço 

Cabaré Rosa Grená – Pocket Show e festa

LOCAL: Coffee Time – Rua T-51, nº 761 – St. Bueno – Goiânia

DATA: 09 de março (sábado) com início às 20h.

VENDA DE INGRESSO: disponíveis diretamente no Coffee Time. A entrada é no valor de R$20,00 (Finte Reais)

PROIBIDO PARA MENORES DE 18 ANOS E GENTE CARETA!

MAIORES INFORMAÇÕES

Daniel Calvet: (62) 98161-9881

Facebook e Instagram: @cabarerosagrena e @coffeetime

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Bougainville recebe exposição de fotografias do Projeto Eyes of the Street

Por Palavra Comunicação 

O Shopping Bougainville recebe, a partir do próximo sábado (23), a exposição Eyes of the Street – Voz e Coesão para Comunidades Marginalizadas. A mostra fotográfica reúne uma coletânea de imagens captadas por moradores do Setor Terra do Sol, em Aparecida de Goiânia, comunidade carente daquele município. O objetivo é mostrar ao público a realidade capturada pelas lentes fotográficas dos participantes do projeto, que foram previamente selecionados e treinados no manuseio de uma câmera fotográfica por meio de oficinas fotográficas, saídas pelo setor para captar as imagens, palestras e debates. A exposição fica no Shopping até o dia 3 de março.

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A iniciativa é da ONG Eyes of the Street, que tem atuação em nível mundial e que busca desenvolver habilidades e canalizar recursos para comunidades que vivem à margem da sociedade por meio de ferramentas criativas e sustentáveis, como a fotografia. As oficinas – também chamada de vivências –, além de capacitar o participante a utilizar uma máquina fotográfica, visam a promover a dignidade, para que ele possa conquistar seu espaço de direito e o seu senso de liderança.

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Nas oficinas não há julgamentos. Os participantes são livres para se expressarem e relatar a sua realidade e expor suas ideias, para que possam estar aptos a buscar melhorias para si e para a comunidade, o que ajuda no desenvolvimento das habilidades técnicas e de comunicação visual e interpessoal de cada um. Ao final, as máquinas fotográficas são doadas para os participantes para que mais fotografias sejam tiradas e mais exposições sejam feitas, tudo sob a orientação de um líder comunitário previamente capacitado para estimular essa produção e assegurar a sustentabilidade do projeto.

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SERVIÇO:

EVENTO: Abertura da exposição Eyes of the Street – Voz e Coesão para Comunidades Marginalizadas

DATA: 23 de fevereiro de 2019

HORÁRIO: 14h

LOCAL: Shopping Bougainville

ENDEREÇO: Rua 9, nº 1.855, Setor Marista – Goiânia/GO

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Nova versão do clássico de Chico Buarque e Paulo Pontes, Gota d’Água (a seco), chega a Goiânia

Por FatoComunica 

São 3 únicas apresentações, com patrocínio exclusivo da BB Seguros. Dias 22, 23 e 24 de fevereiro, no Teatro SESI. No elenco, Laila Garin e Alejandro Claveaux

Com apenas dois atores em cena e outras canções em seu roteiro, adaptação de Rafael Gomes tem direção musical de Pedro Luís

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VENCEDOR DO PRÊMIO CESGRANRIO: Melhor Atriz em Musical – Laila Garin.

VENCEDOR DO PRÊMIO BIBI FERREIRA: Melhor Atriz em musical – Laila Garin e Melhor Desenho de Luz – Wagner Antônio

VENCEDOR DO PRÊMIO CENYM: Melhor Trilha Sonora Original ou Adaptada – Pedro Luis e Melhor Canção Original ou Adaptada – Cálice, por Laila Garin (voz) e Pedro Luís (arranjos).

VENCEDOR DO PRÊMIO ARTE QUALIDADE BRASIL: Melhor atriz em Musical – Laila Garin

VENCEDOR DO PRÊMIO MUSICAL CAST: Melhor Musical Brasileiro, Melhor Direção – Rafael Gomes e Melhor Atriz – Laila Garin.

VENCEDOR DO PRÊMIO REVERÊNCIA – Melhor Atriz em musical – Laila Garin

VENCEDOR DO PRÊMIO APLAUSO BRASIL: Melhor Atriz – Laila Garin, Melhor Iluminação – Wagner Antônio e Melhor Arquitetura Cênica – André Cortez
Em dezembro de 1975, Bibi Ferreira subia ao palco do Teatro Tereza Rachel (Rio de Janeiro) para estrear Gota D’Água, transposição da tragédia grega Medeia, de Eurípedes, para a realidade de um conjunto habitacional do subúrbio carioca. Com um arrojado texto em versos de Chico Buarque e Paulo Pontes e canções como Basta um Dia, o espetáculo marcou época e se tornou um clássico moderno do Teatro Brasileiro.

Mais de quatro décadas depois, a história voltou à cena com uma adaptação absolutamente inédita do diretor Rafael Gomes. Batizada de Gota D’Água [a seco], a nova versão estreou no Rio de Janeiro em maio de 2016. Com patrocínio exclusivo da BB Seguros, o espetáculo chega a Goiânia dias 22, 23 e 24 de fevereiro, no Teatro SESI. No palco, Laila Garin e Alejandro Claveaux são acompanhados por cinco músicos sob a direção musical de Pedro Luís.

Como ‘a seco’ do título já indica, a montagem busca chegar à essência da história, através dos embates entre os protagonistas, Joana e Jasão, ainda que outros personagens do original também apareçam na adaptação. Mesmo com parte da trama sociopolítica reduzida na versão, Rafael Gomes reitera que a sua leitura da peça é focada em sua natureza política, cruelmente atual.

“A Gota D’Água original possui uma trama política bastante latente em seu embate entre opressores e oprimidos. Ao concentrar a história em Joana e Jasão, em suas ideologias, ações e sentimentos, eu gostaria ainda assim de falar sobre essa política mais essencial da vida, do dia a dia, essa que a maioria das pessoas sublima, esquece ou finge que não é com elas, achando que ser político é somente saber apontar o dedo para o adversário e se manifestar eventualmente por aquilo que interessa, de forma um tanto o quanto individualista”, afirma o diretor, que manteve toda a estrutura formal da peça e inseriu novas canções e pequenas citações de letras de Chico Buarque em algumas passagens do texto.

Gota D’Água [a seco] é o primeiro espetáculo que Rafael Gomes dirigiu fora de sua companhia, a Empório de Teatro Sortido, de onde trouxe alguns colaboradores para esta montagem, como o cenógrafo André Cortez (Prêmio Shell por Um Bonde Chamado Desejo, 2015) e o iluminador Wagner Antônio. Rafael foi convidado pela produtora Andréa Alvesda Sarau Agência, e por Laila Garin para embarcar no projeto.

Estrela de Elis – A Musical, Laila experimenta agora um novo desafio em cena: além de interpretar a mítica personagem eternizada por Bibi Ferreira, dá voz a músicas que não faziam parte da peça original, como Eu Te AmoBaioque e Cálice. Revelado no projeto Clandestinos, Alejandro Claveaux interpreta o personagem que já foi de Roberto Bonfim e Francisco Milani (na temporada paulistana, em 1977).

Uma tragédia carioca, embates universais

Chico Buarque e Paulo Pontes começaram a trabalhar no texto original a partir de uma transposição que Oduvaldo Vianna Filho (1936-1974) havia feito para a televisão. A feiticeira Medeia virou Joana, moradora do conjunto habitacional Vila do Meio-Dia, mãe de dois filhos, frutos de seu casamento com Jasão, alguns anos mais novo do que ela. Compositor popular, Jasão é cooptado pelo empresário Creonte, que o ajuda a fazer sucesso, e termina por largar Joana para se casar com a filha do milionário. A trama passional – que culmina na vingança de Joana –  tem como pano de fundo as injustiças sociais pelas quais os moradores do local passam, vítimas da exploração de Creonte, todo-poderoso da região.

Por conta deste acúmulo de tensões, Rafael Gomes elegeu o embate como o conceito central de sua montagem. Não somente o embate amoroso, que está no cerne da trama do casal, mas também o social, em um sentido mais amplo, e, principalmente, o íntimo. “São as batalhas internas a que as circunstâncias externas nos sujeitam. Jasão no conflito entre o que está ganhando e o que está deixando para trás, assim como Joana na decisão entre ir às últimas consequências para se vingar ou simplesmente seguir vivendo – o embate entre o humano e o divino, o terreno e o espiritual’, conclui o diretor.

Com esta nova e enxuta adaptação, as músicas que não estavam no original entram justamente para servir à dramaturgia, ao contar partes da história, revelar melhor o caráter e as contradições das personagens, além de amplificar alguns contextos e situações que precisaram ser sumarizados. A entrada de Pedro Luís na direção musical vem ao encontro da vontade de não fazer necessariamente um musical tradicional. “É um arejamento, um olhar diferente. Pedro fez com as canções, todas já tão conhecidas e consagradas, o que eu pretendo fazer com a dramaturgia: dar uma nova dimensão, jogar uma luz por um lado que não estamos acostumados a ver. Isso não implica em uma ambição de ‘melhorar’ nada, apenas de tentar pensar e criar por um caminho menos óbvio”, ressalta Rafael.

Música, letra e teatro

Laila Garin sempre teve a carreira teatral atravessada pela música, seja em shows paralelos ou na série de espetáculos musicais que protagonizou recentemente. Após ter iniciado a vida artística em Salvador, sua cidade natal, ela se mudou para o São Paulo e trabalhou com Luiz Carlos Vasconcelos, a Cia. Piolim, antes de ficar por sete anos na Casa Laboratório, dirigida por Cacá Carvalho e a Fondazione Pontedera. Após o período na capital paulista, fixou residência no Rio de Janeiro, onde estrelou Eu Te Amo Mesmo Assim (2010), musical supervisionado por João Falcão, diretor de Gonzagão – A Lenda (2012), do qual Laila fez parte por algumas temporadas.

A sua recriação do mito Elis Regina em Elis – A Musical (2013) provocou um verdadeiro fenômeno teatral de público e crítica, coroado com todos os principais prêmios de atuação do País: APCA, APTR, Bibi Ferreira, Cesgranrio, Quem, Reverência e Shell. No último ano, ainda esteve em O Beijo no Asfalto, versão musical de Claudio Lins para o clássico de Nelson Rodrigues, e estreou na TV na novela Babilônia, de Gilberto Braga, Ricardo Linhares e João Ximenes Braga.

Andréa Alves abraçou a empreitada de revitalizar a tragédia e as canções de Gota D’Água após produzir a recente montagem de Ópera do Malandro, em cartaz por quase dois anos com enorme sucesso popular. À frente da Sarau Agência desde a sua fundação, em 1992, também é a responsável pelo Festival Villa-Lobos e os musicais Grande Otelo – Eta Moleque Bamba!, Gonzagão – A Lenda e Auê, nova criação da Cia. Barca dos Corações Partidos.

Da mesma forma, a música sempre foi um elemento determinante no teatro de Rafael Gomes. Seu texto de estreia, Música Para Cortar os Pulsos (prêmio APCA de Melhor Peça Jovem, 2010), era estruturado a partir de citações musicais e trechos de letras, enquanto nos espetáculos seguintes a trilha sonora sempre exerceu um relevante diálogo com a dramaturgia, caso de Gotas D’Água Sobre Pedras Escaldantes (2014) e Um Bonde Chamado Desejo (2015), que acaba de lhe render o Prêmio Shell de Melhor Direção. Ele considera Gota D’Água [a seco] o seu primeiro musical, embora prefira pensar na montagem como uma “peça com música”.

“Quando Andréa e Laila me convidaram para este trabalho, para além de todo deleite imediato que seria trabalhar com ambas, a ‘questão Chico Buarque’ também calou fundo. Não só pelos motivos óbvios, de Chico ser esse artista gigante, mas porque minha trajetória no teatro está carimbada pela obra dele. A primeira peça que fiz na vida foi como assistente de direção e dramaturgista de Calabar, em 2008, numa montagem dirigida por Heron Coelho. E já dirigi uma releitura de Cambaio, que chamamos também de Cambaio [a seco], em caráter de evento, com apenas sete apresentações”, conta Rafael, que sempre foi admirador de musicais, “de Brecht a Sondheim, passando pelos filmes da Disney e Bob Fosse. Espero que este seja o primeiro de vários”, ressalta.

Ficha técnica:

GOTA D’ÁGUA [A SECO] - De Chico Buarque e Paulo Pontes. Adaptação e direção: Rafael Gomes. Com Laila Garin e Alejandro Claveaux. Direção Musical: Pedro Luís. Cenografia: André Cortez. Iluminação: Wagner Antônio. Figurinos: Kika Lopes. Direção de Produção: Andréa Alves. Diretor assistente e direção de movimento: Fabrício Licursi. Design de som: Gabriel D’angelo. Preparação e arranjos vocais: Marcelo Rodolfo e Adriana Piccolo. Assistente de direção musical: Antônia Adnet. Assistente de cenografia: Rodrigo Abreu. Coordenação de Produção: Leila Maria Moreno e Vivi Borges.

Serviço:

GOTA D`ÁGUA [A SECO]

Datas: 22/02 (sexta) às 21h, 09/02 (sábado) às 21h e 10/02 (domingo) às 20h.

Local: Teatro SESI - Av. João Leite, 1013 – Santa Genoveva, Goiânia – GO

Classificação: 14 anos.

Duração: 100 minutos.

Gênero: Musical.

Ingressos: Plateia baixa: R$ 80,00 inteira | 40,00 meia / Plateia superior: R$60,00 inteira | R$30,00 meia

Vendas: TUDUS.com.br

Este projeto possui patrocínio exclusivo da BB Seguros e será apresentado nas cidades de Brasília, Goiânia, Curitiba, Uberlândia, Vitória e Florianópolis.

Goiânia recebe peça ‘Nefelibato’ com três apresentações

Por Fato Mais 

Com direção de Fernando Philbert e supervisão artística de Amir Haddad, peça é ambientada durante governo de Fernando Collor de Mello

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Celebrando 20 anos de carreira, Luiz Machado sobe aos palcos goianienses para apresentar a peça “Nefelibato”, nos dias 12, 13 e 14 de fevereiro, às 20h, no Teatro Sesc Centro. Interpretando Anderson, um andarilho amargurado pelas perdas que a vida lhe proporcionou, o ator leva ao público a resposta da indagação que o diretor do monólogo, Fernando Philbert, fez a si mesmo durante o processo de montagem: “O quanto de loucura é necessário para o ser humano não perder a própria vida?”.

Foto 8 Alta Resolução

O enredo do espetáculo, escrito por Regiana Antonini, é construído no cenário do ano de 1990 quando país voltava a ter um governo eleito democraticamente. A inflação galopante exigia medidas drásticas. A saída da nova equipe econômica foi confiscar parte da caderneta de poupança da população. Tal medida levou milhares de brasileiros ao desespero e à bancarrota. Muitos enlouqueceram. Esse é o caso de Anderson (Luiz Machado), que perdeu seu negócio (uma agência de viagens), um ente querido e um grande amor. Todos esses fatos levam o personagem a tornar-se um andarilho, perambulando pelas ruas da cidade. “Quis tratar do instinto de sobrevivência que o ser humano tem e que ele esquece que tem”, salienta o diretor.

Foto 3 Alta resolução

Com supervisão de Amir Haddad, “Nefelibato”, aclamado pela crítica e pelo público carioca e paulista, é um trabalho tido por muitos como visceral. “Para não se matar ou matar alguém ele vai para a rua. Viver na rua é o caminho que ele encontrou para continuar vivo. Anderson é alguém que vive situações limite. Um equilibrista no fio tênue entre lucidez e loucura, vida e poesia” conclui Philbert.

Sobre Luiz Machado:

Luiz Machado formou-se ator pela Universidade do Rio de Janeiro (Uni-Rio) em 1994. No teatro, trabalhou em 36 peças, tendo produzido quatro delas. Nesse meio, trabalhou com grandes nomes como João Bethencourt (de quem foi também assistente em “Como matar um playboy”), Maria Clara Machado, Domingos Oliveira (com quem trabalharia também na TV e no cinema) e João Fonseca, entre outros.

Na TV, faz parte do elenco principal do seriado Z4 que estreará em julho no SBT e na Disney Channel integrou a segunda temporada da série “Magnífica 70” (HBO), com direção de Claudio Torres, protagonizou a série “Família imperial”, co-produção do Canal Futura com a TV Globo e direção de Cao Hamburguer. Só nesta última emissora, atuou em mais de 30 produções, entre novelas (“Flor do Caribe” e “América”), humorísticos (“Zorra Total”, “A Grande Família”, “A Siarista” e “Sob Nova Direção”, entre outros) e seriados. Atuou também em cinco novelas da Record (“Poder Paralelo” e “Chamas da Vida”, entre outras) e em filmes como “Paixão e Acaso”, de Domingos Oliveira, “Transeuntes”, de Eric Rocha e “Nosso Lar”, de Wagner de Assis, baseado na obra homônima de Chico Xavier.

Ficha técnica:

Texto: Regiana Antonini

Interpretação: Luiz Machado

Supervisão artística: Amir Haddad

Direção: Fernando Philbert

Cenografia e figurino: Teca Fichinski

Iluminação: Vilmar Olos

Direção de movimento: Marina Salomon

Preparação vocal: Edi Montechi

Assistência de direção: Alexandre David

Assessoria de imprensa local: FatoMais Comunicação

Operação de Luz e Som: Kadu Moratori

Design gráfico: Claudio Sales

Produção Local: All In Produções

Realização: LM Produções Artísticas

Serviço:

Nefelibato

Local: Sesc Centro

Rua 15, esquina com Rua 19, Setor Central – Goiânia (GO)

Data e horário: 12, 13 e 14 de fevereiro, às 20h

Ingressos: R$ 22 (inteira) e R$ 11 (meia-entrada)

Vendas:

Vendas online: https://www.sescgo.com.br/teatrosesccentro

Ponto de Venda: Bilheteria do Teatro

Telefone: (62) 3933-1714

Duração: 60 minutos

Classificação etária: 14 anos

Artista Homero realiza performance em distrito de arte em Miami

Por Work Press 

O famoso Wynwood Walls tem obra de arte do artista e fundador do Coração de Rua. O evento aconteceu no dia 8 de dezembro durante o festival Art Basel 

Homero - foto divulgação 2

Miami tem um pedacinho do Brasil e de muito amor pintado nas paredes da cidade norte-americana com a presença do artista Homero, no último sábado, dia 8 de dezembro. O idealizador do Coração de Rua já espalhou sua mensagem de amor pela arte por cidades como Londres, Chicago e Nova York, e, agora deixou sua marca em Miami, nos Wynwood Walls, distrito do grafite urbano no Miami Avenue.

Coração de rua - foto divulgação

Com produção de Renato Levi, em parceria com a fotógrafa Dani Fernandes e comissionado pelo Studio Kaza, Homero apresentou o Art Colors Xperience, um projeto dentro do Movimento Mundial do Amor, com o objetivo de acelerar as conexões humanas e propagar o amor pela arte.

Homero - foto divulgação 1

Wynwood Walls 

Formado por grandes galpões e armazéns, em 2009, o já falecido e renomado urbanista americano Tony Goldman, transformou o bairro Wynwood em um grande distrito de Arte a céu aberto. Para o urbanista, as gigantes paredes dos galpões sem janelas, seriam perfeitas telas para as obras de arte. Segundo Goldman, “a maior arte de rua jamais será vista em um só lugar.” Seu objetivo era explorar e desenvolver o potencial daquela área, trazendo arte para a comunidade local. Hoje os Wynwood Walls levam para Miami os maiores artistas do mundo que trabalham com o gênero graffiti e street art, aquecendo o turismo e a atmosfera cultural e artística de Miami.

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O artista Homero 

Artista, ativista e líder mundial do amor, assim se define Homero. Reconhecido também por suas intervenções artísticas, cores vibrantes, caligrafias eletrizantes e seu famoso Coração de Rua.

Sua arte mistura cores em composições abstratas, simbologias e elementos contemporâneos. Homero acredita que através da arte, as pessoas podem se conectar melhor com elas mesmas e com o mundo. Para ele, a arte exala sentimentos e luz, é com ela que o ser humano pode se transformar em melhores pessoas.

“Quando estou pintando eu dou voz ao meu coração, que até então é a melhor forma que expresso meus sentimentos de amor, de alegria, de boas vibrações. Então sempre busco manifestar isso através de cores e composições plásticas, em pinturas que estimulam o fluxo de energia do lugar”, descreve.

Coração de Rua 

Mas antes do artista Homero, vem o Coração de Rua, e como ele mesmo diz, se manifestou antes mesmo dele se descobrir artista. Uma organização sem fins lucrativos, é o símbolo oficial do Movimento Mundial do Amor. Tem como missão acelerar a conexão entre o ser humano e a arte.

O Coração de Rua se manifesta através de ações que restauram o amor na humanidade, são elas: a arte de rua, música, moda, marketing, audiovisual, network, gastronomia, eventos e produtos.

“Nossos esforços estão em resgatar a magia da arte por atividades que proporcionem intercâmbios culturais de valor para a sociedade como um todo, com atenção especial a grupos em situações vulneráveis. Somos um ecossistema de inovação, arte e educação, conectamos os melhores do mundo no que fazem, para realizarem projetos audaciosos que melhoram a vida no planeta e restauram a humanidade pela conquista de um mundo mais equilibrado e uma sociedade global fraternal. Somos guiados pelo amor e munidos pela arte”, exclama Homero.