Artista Homero realiza performance em distrito de arte em Miami

Por Work Press 

O famoso Wynwood Walls tem obra de arte do artista e fundador do Coração de Rua. O evento aconteceu no dia 8 de dezembro durante o festival Art Basel 

Homero - foto divulgação 2

Miami tem um pedacinho do Brasil e de muito amor pintado nas paredes da cidade norte-americana com a presença do artista Homero, no último sábado, dia 8 de dezembro. O idealizador do Coração de Rua já espalhou sua mensagem de amor pela arte por cidades como Londres, Chicago e Nova York, e, agora deixou sua marca em Miami, nos Wynwood Walls, distrito do grafite urbano no Miami Avenue.

Coração de rua - foto divulgação

Com produção de Renato Levi, em parceria com a fotógrafa Dani Fernandes e comissionado pelo Studio Kaza, Homero apresentou o Art Colors Xperience, um projeto dentro do Movimento Mundial do Amor, com o objetivo de acelerar as conexões humanas e propagar o amor pela arte.

Homero - foto divulgação 1

Wynwood Walls 

Formado por grandes galpões e armazéns, em 2009, o já falecido e renomado urbanista americano Tony Goldman, transformou o bairro Wynwood em um grande distrito de Arte a céu aberto. Para o urbanista, as gigantes paredes dos galpões sem janelas, seriam perfeitas telas para as obras de arte. Segundo Goldman, “a maior arte de rua jamais será vista em um só lugar.” Seu objetivo era explorar e desenvolver o potencial daquela área, trazendo arte para a comunidade local. Hoje os Wynwood Walls levam para Miami os maiores artistas do mundo que trabalham com o gênero graffiti e street art, aquecendo o turismo e a atmosfera cultural e artística de Miami.

Homero - foto divulgação 3

O artista Homero 

Artista, ativista e líder mundial do amor, assim se define Homero. Reconhecido também por suas intervenções artísticas, cores vibrantes, caligrafias eletrizantes e seu famoso Coração de Rua.

Sua arte mistura cores em composições abstratas, simbologias e elementos contemporâneos. Homero acredita que através da arte, as pessoas podem se conectar melhor com elas mesmas e com o mundo. Para ele, a arte exala sentimentos e luz, é com ela que o ser humano pode se transformar em melhores pessoas.

“Quando estou pintando eu dou voz ao meu coração, que até então é a melhor forma que expresso meus sentimentos de amor, de alegria, de boas vibrações. Então sempre busco manifestar isso através de cores e composições plásticas, em pinturas que estimulam o fluxo de energia do lugar”, descreve.

Coração de Rua 

Mas antes do artista Homero, vem o Coração de Rua, e como ele mesmo diz, se manifestou antes mesmo dele se descobrir artista. Uma organização sem fins lucrativos, é o símbolo oficial do Movimento Mundial do Amor. Tem como missão acelerar a conexão entre o ser humano e a arte.

O Coração de Rua se manifesta através de ações que restauram o amor na humanidade, são elas: a arte de rua, música, moda, marketing, audiovisual, network, gastronomia, eventos e produtos.

“Nossos esforços estão em resgatar a magia da arte por atividades que proporcionem intercâmbios culturais de valor para a sociedade como um todo, com atenção especial a grupos em situações vulneráveis. Somos um ecossistema de inovação, arte e educação, conectamos os melhores do mundo no que fazem, para realizarem projetos audaciosos que melhoram a vida no planeta e restauram a humanidade pela conquista de um mundo mais equilibrado e uma sociedade global fraternal. Somos guiados pelo amor e munidos pela arte”, exclama Homero.

MACCCON expõe 40 anos de trajetória artística de Tai Hsuan-na

Por Centro Cultural Oscar Niemayer

As quatro décadas de transformações no trabalho do artista Tai Hsuan-an são o tema da exposição “Diáspora, Convergências e Conexões”, que o Museu de Arte Contemporânea de Goiás (MAC) recebe a partir de 15 de dezembro (sábado). O vernissage está marcado para 10 horas, com entrada franca. O Museu de Arte Contemporânea de Goiás integra o complexo do Centro Cultural Oscar Niemeyer (CCON).

Travessia rasante (2018)

O MAC/CCON é a segunda parada da mostra, que passou pelo Museu de Arte de Sichuan, na China, no primeiro semestre de 2018. Os trabalhos – cerca de 180 obras, entre pinturas e esculturas – ficam à disposição do público goiano até 30 de março de 2019. “Diáspora, Convergências e Conexões em 40 anos na arte de Tai Hsuan-an” tem curadoria de José Roberto Teixeira Leite e produção de PX Silveira. Silveira também assina a expografia, ao lado do próprio artista.

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O artista
Tai Hsuan-an nasceu na China em 1950. A mãe era professora. O pai, fotógrafo, músico, artista plástico e também professor. Estimulado pelo ambiente doméstico, começou a desenhar e a pintar aos 3 anos. Em 1965, mudou-se com a família para o Brasil. Trabalhou em fazendas no Paraná e em São Paulo, onde mais tarde cursou Arquitetura. Mesmo nos períodos mais difíceis, continuou estudando e praticando a pintura.

Revoada entre as cores do movimento (2007)

Em 1977, radicou-se em Goiás. Tornou-se professor da Escola de Arte e Arquitetura da Universidade Católica de Goiás (atual PUC Goiás) – ocupou a vaga de Frei Confaloni. Passou a conviver e a trocar experiências com Sáida Cunha, Amaury Menezes, DJ Oliveira e outros artistas goianos.

Plebiscito - monarquista ou presidencialista (1993)

A partir de 1978, abandonou pintura clássica chinesa, inspiração primeira, e começou a experimentar técnicas e materiais variados. Sua obra teve muitas fases: fundos de quintal, grande natureza, a série abstrata de “momentos e passagens do tempo”, natureza imaginária e outras. São estas muitas fases que estão representadas na exposição “Diáspora, Convergências e Conexões em 40 anos na arte de Tai Hsuan-an”, que o MAC/CCON recebe agora em seu salão principal.

Melodia que parece não ter ritmos (2018)

Nova iluminação
A abertura da exposição de Tai Hsuan-an marca também a inauguração da nova iluminação do Museu de Arte Contemporânea de Goiás. O projeto luminotécnico foi elaborado pelo escritório Illuminato, de Goiânia. A iniciativa assinada pela arquiteta Ana Paula Moraes abrange as áreas externa e interna do prédio do MAC (cilindro suspenso) e também as galerias subterrâneas.

“O MAC é o único museu público equipado com esta tecnologia no País”, afirma Ana Paula. Segundo ela, o projeto contempla 16 modelos diferentes de projetores de luz. Os equipamentos são dotados de tecnologia LED e alcançam mais de 90% de IRC (Índice de Reprodução de Cor), proporcionando maior fidelidade às cores empregadas pelo artista.

O projeto da Illuminato contempla ainda a implantação de um acervo de projetores de ópticas e fotometrias variadas. Com ele, é possível desenvolver planos personalizados de iluminação para cada exposição sediada pelo MAC. A tecnologia é a mesma utilizada em grandes instituições do gênero dentro e fora do Brasil, como o Museu d’Orsay, em Paris (França).

“Estamos felizes em receber o público goiano para a abertura da exposição de Tai Hsuan-an com a nova iluminação do Museu de Arte Contemporânea de Goiás. É mais uma conquista. Esta luz ideal possibilita a contemplação das cores reais das obras, o que leva a experiência dos nossos frequentadores para um novo patamar”, destaca a diretora da instituição, Márcia Pires.

Créditos
“Diáspora, Convergências e Conexões em 40 anos na arte de Tai Hsuan-an” é uma realização do Instituto ArteCidadania, do Museu de Arte Contemporânea de Goiás (MAC) e do Centro Cultural Oscar Niemeyer (CCON). A mostra tem apoio da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC), da Secretaria de Estado da Educação, Cultural e Esporte (Seduce) e do Governo de Goiás.

[SERVIÇO]
Exposição “Diáspora, Convergências e Conexões em 40 anos na arte de Tai Hsuan-an”
Abertura:
 15 de dezembro de 2018 (sábado), às 10 horas
Visitação: Até 30 de março de 2019 (terça a sexta, das 9 às 17 horas; sábados, domingos e feriados, das 11 às 17 horas)
Entrada franca

Fogaça abre individual com 22 obras inéditas em São Paulo

Por Vig Press

O artista plástico que dedica sua obra a retratar, refletir e revelar a “cidade grande” expõe agora na maior metrópole brasileira. “Paisagem DesConstruída” é o título da individual que G. Fogaça abre oficialmente no dia 12 de dezembro (quarta-feira), no Joh Mabe – Espaço Arte & Cultura, em São Paulo.

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A mostra tem 22 trabalhos em médios e grandes formatos com técnica mista sobre tela e mista sobre papel. As obras estão à disposição do público desde o dia 16 de novembro e podem ser visitadas até 12 de janeiro de 2019, com entrada franca. A produção é de Malu da Cunha e a curadoria, de Enock Sacramento.

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Para Sacramento, a obra plástica de Fogaça caminha em direção à síntese. “Inicialmente panorâmica e detalhada, sua pintura aproximou-se paulatinamente de seus motivos de tal forma que as obras que ele apresenta nesta exposição, todas inéditas, encontram-se quase no limite da figuração”, avalia o crítico de arte.

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Sobre o artista
Gerson Fogaça nasceu na Cidade de Goiás, em 1967. Vive atualmente em Goiânia (GO). Já realizou individuais no Chile, na Espanha, na Bélgica, em Cuba, na Argentina e na Alemanha. Para 2019, tem exposições agendadas em Miami (EUA), Bruxelas (Bélgica) e Cidade do México.

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Créditos
“Paisagem DesConstruída” foi contemplada pela Lei Goyazes (Lei Estadual de Incentivo à Cultura). O projeto tem apoio institucional da Secretaria de Educação, Cultura e Esporte (Seduce) e do Governo de Goiás. Apoio cultural: Compleite.

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[RESUMO]
Exposição “Paisagem DesConstruída”, de G. Fogaça
Abertura: 12 de dezembro de 2018 (quarta-feira), às 19 horas
Visitação: até 12 de janeiro de 2019 (segunda a sexta, das 10 às 18 horas; sábados, 10 às 14 horas)
Local: Joh Mabe – Espaço Arte & Cultura (Av. Brigadeiro Luís Antônio, 4225 – Jardim Paulista, São Paulo – SP)
Entrada franca

CRASH – Ruptura e resistência

Por Olho Comunicação

Mostra Internacional de Cinema Fantástico será realizada em Goiânia entre os dias 12 e 16 de dezembro e contará com a presença dos mais icônicos e renomados diretores, cinéfilos e especialistas em cinema de gênero do Brasil

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O cinema de gênero toma conta do Cine Cultura, em Goiânia, entre os dias 12 e 16 de dezembro. Serão 74 filmes vindos de 21 países, além de lançamentos de livros, debates e oficinas gratuitas. A décima edição da Mostra Internacional de Cinema Fantástico – CRASH chega como resistência e ruptura. “A palavra crash remete a uma ideia de quebra, ruptura e há algo de potente e dinâmico nesta expressão tão utilizada como onomatopeia nas histórias em quadrinhos. Quebra, ruptura, potência e dinamismo estão no cerne do tipo de cinema que buscamos trazer à tela do festival. Por outro lado, para quem nos acompanha desde o princípio, é moleza estabelecer uma associação com a velha alcunha trash”, explicam os organizadores da mostra, Márcio Jr. e Márcia Deretti, da MMarte Produções.

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O mais antigo festival de cinema produzido em Goiás, em voga desde a década de 1990, foi até 2017 chamado de TRASH, uma referência às produções caseiras e de baixo orçamento produzidas nas décadas de 1980 e 1990, geralmente em fitas VHS. Hoje, o termo não traduz mais a realidade. A palavra trash está mais ligada ao gênero (terror, sobretudo) do que à qualidade. “Por isso, já advertíamos ano passado que de trash, na TRASH, só o nome e logo mais nem isso. É um festival internacional de cinema fantástico de qualidade irrepreensível, feito por e para quem ama cinema”, enfatizam os organizadores.

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Essa “ruptura”, entretanto, levou três edições consecutivas para acontecer. Durante, esses anos de transição, a mostra se internacionalizou e amadureceu o propósito de divulgar o cinema de gênero, que inclui terror, ficção científica e fantasia. Por isso, a décima edição apresentada este ano, sob novo nome, se torna tão emblemática e consolida toda uma história pioneira em Goiás não só no que tange ao cinema de gênero, mas também à produção de festivais de cinema no estado.

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A Arte como um campo de luta e resistência

Além de oferecer uma programação vasta e gratuita à população, que inclui filmes, oficinas e debates, dentre outras atividades, a 10ª CRASH assume grande importância ao trazer à tona a reflexão acerca do papel do cinema de gênero na construção ou desconstrução de ideologias. “O Brasil vive dias sombrios, com o futuro se revelando ainda mais negro e assustador. Em panoramas similares, o cinema fantástico sempre ofereceu respostas à altura dos dilemas de sua época”, analisa Márcio Júnior, que é mestre em Comunicação pela Universidade Federal de Goiás (UFG) e doutorando em Arte e Cultura Visual pela mesma universidade. Deretti complementa: “Em películas como Nosferatu, O Gabinete do Dr. Caligari e Metrópolis, o expressionismo alemão anteviu e fez contundentes alertas à chegada do nazismo. Durante as décadas de 1950 e 1960, os filmes B americanos trataram de forma única o macarthismo, a Guerra Fria e a paranóia nuclear. O cinema fantástico tem, portanto, essa inesgotável capacidade de problematizar questões que nos afligem hoje”.  Traduzindo em miúdos, é o que o emblemático escritor de ficção científica Philip K. Dick chamaria de “choque de desreconhecimento”, a crítica da própria sociedade por meio das alegorias criadas por obras que distorcem a realidade tal e qual a vemos a olho nu.

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10ª CRASH: Crítica e resistência

Com este viés em mente, Márcia Deretti e Márcio Jr. reuniram os mais renomados especialistas para compor a curadoria do festival: Carlos Primati e Beatriz Saldanha (especialistas em cinema de gênero), o cineasta udigrúdi (cinema marginal ou de invenção) Gurcius Gwedner e o cinéfilo André LDC. Foram selecionados 74 filmes (sendo dez destes de longa-metragem) de mais de 20 países, “que divertem ao mesmo tempo que escarafucham nossas mais terríveis mazelas contemporâneas”. “Fascismo, tortura, homofobia, regimes ditatoriais, repressão sexual, autoritarismo e violência são dissecados através das lentes do terror, da ficção científica e da fantasia”, dizem Deretti e Márcio Jr. O evento também traz, além dos filmes, mesas de debates, oficinas e lançamentos de livro.

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Este ano, serão três oficinas: Efeitos Especiais em Maquiagem com Rodrigo Aragão, a se realizar no dia 15 de dezembro, no Centro Cultural Marieta Telles Machado; Direção de Atores para Filmes de Terror com Paulo Biscaia Filho, a se realizar nos dias 14 e 15 de dezembro, no Centro Cultural Martim Cererê; e Horror Britânico: Uma Orgia de Sangue e Pavor com Carlos Primati, a se realizar nos dias 13 e 14 de dezembro, na Escola Goiana de Desenho Animado. As inscrições estão abertas pelo site www.mostracrash.com e são gratuitas. É necessário ter mais de 16 anos para participar. Já a programação do cinema possui classificação indicativa de 18 anos.

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A 10ª edição da CRASH é uma realização da MMarte Produções e conta com o patrocínio do Governo de Goiás, por meio da Lei Goyazes e da Secretaria de Estado de Educação, Cultura e Esporte (Seduce). Tem apoio do Cine Cultura, do Museu da Imagem e do Som de Goiás, da Escola Goiana de Desenho Animado, da Hocus Pocus, da Mandrake Comic Shop, do Sebo Clepsidra, da Fantaspoa Produções, do restaurante Dona Fiinha e do coletivo Obsoleto.

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Programação completa

12/12 – QUARTA-FEIRA

19:00 – Abertura da10ª CRASH

Ultra Pulpe­­–Dir. Bertrand Mandico. 37 min. França.  2018

Os Garotos Selvagens–Dir. Bertrand Mandico. 110min. França. 2017

21:30 – Coquetel de abertura e lançamento da revista Única – Estudos Hitchcockianos Vol.1, de Carlos Primati e Beatriz Saldanha (orgs.)(SP)

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13/12 – QUINTA-FEIRA 

15:00 – Curtas Internacionais 1 (111 min)

Post Modern Mary–Dir. Joshua Long. 9 min. Australia. 2017

Follower–Dir. Jonathan Behr.9 min. Alemanha.2018

Zombie Time – Dir.AlfonsoFulgencio. 6 min. Espanha. 2018

Third Wheel–Dir. Daniel DelPurgatorio. 4 min. Estados Unidos. 2017

Faulty Father–Dir.Benjamin Welmond. 10 min. Estados Unidos. 2018

Shoes–Dir. Ray Kermani. 4 min. Bélgica. 2018

Sunscapades–Dir. Ben Mitchell. 5 min.Reino Unido. 2018

Noctámbulos–Dir.RoménRivero.Gallardo. 8min. Espanha. 2018

Numero 69–Dir.Giacomo de Bello. 13 min. Italia. 2018

Patient Zero–Dir.Lars Damoiseaux. 3 min. Bélgica. 2016

Belle à Croquer–Dir. Axel Courtière. 15 min. França. 2017

Supine–Dir.Nicole Goode. 25 min. República Checa. 2018

17:00 – Curtas Internacionais 2 (112 min)

Exhale– Dir. Magali Magistry. 13 min. França. 2017

While you’re Asleep (my weird dreams happen) – Dir. Adrián Quintero. 2 min. México. 2018

Keep out of Children’s Reach – Dir.Gustavo Sanchez. 9 min. Venezuela. 2017

The Scarlet Vultures –Dir. Kyle Martellacci. 14 min.Canadá. 2018

I’m Ready – Dir. Harriet Mishoulam, Von Bilka. 3 min. Estados Unidos. 2018

Sick – Dir.Jacquelyn Marie Quinones. 14 min. EstadosUnidos. 2018

The Strange House in the Mist – Dir.Guilherme Daniel. 15 min. Portugal. 2018

Alefb’Tamuz– Dir.YaelReisfeld. 5 min. Israel. 2018

Black Coat – Dir.Tatyana Vyshegorodtseva. 22 min. Rússia. 2017

Downside Up – Dir. Peter Ghesquiere. 15 min. Bélgica. 2016

19:00 – Longa Internacional

Gutboy: a BadtimeStory–Dir. Nick Grant. 72 min. Estados Unidos. 2017

20:15 – Lançamento do livro Cartografias do Inconsciente, de Matheus Moura (GO) 

20:30 – Longa Nacionale debate com representante do filme

Christabel­– Alex Levy-Heller. 112 min. RJ/GO. 2018 

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14/12 – SEXTA-FEIRA 

15:00–Curtas Nacionais 1 (103 min)

Casa Cheia – Dir. Carlos Nigro. 14 min. PE. 2017

Programação Normal – Dir.Rodrigo Scheid. 7 min.RS. 2018

Tsunami Guanabara – Dir.LynaLurex, Cleyton Xavier. 27 min. CE. 2018

Cana – Dir.Giovani SimonetiBeloto. 15 min. SP. 2018

Aspirina para Dor de Cabeça – Dir. Philippe Bastos. 14 min. RJ. 2016

Árvore – Dir. Bibiana M. Kasper e Laís Lima. 6 min. RS. 2018

Cravo, Lírio e Rosa – Dir.Maju de Paiva. 20 min. RJ. 2018

17:00 –Curtas Internacionais 3 (112 min)

The Masseuse – Dir. Ce Ding Tan.  20 min. Malásia. 2017

Panic Attack – Dir. Eileen O’Meara. 3 min. Estados Unidos. 2017

Bye Bye Baby –Dir. Pablo S. Pastor. 15 min. Espanha. 2017

Maelstrøm – Dir. Carlos Gómez-Trigo. 3 min. Espanha. 2017

The Bay – Dir. JorisLaquittant. 20 min. França. 2017

Beyond Human – Dir.Pete Burkeet. 9 min. EstadosUnidos. 2018

The Goatman of Kananaskis–Dir.Tristin Deveau. 8 min. Canadá. 2017

Relation • Ship – Dir.Zoey Lin. 7 min. Estados Unidos. 2018

Milk – Dir.Santiago Menghini.  9 min. Canadá. 2018

Hypochondriac – Dir.Carnior. 5 min. Canadá. 2018

The HolyTank – Dir. Thomas Rodrigue. 13 min. Canadá. 2018   

19:00 –Longa Internacional

Trauma – Dir. Lucio A. Rojas. 105 min. Chile. 2017

20:45 – Lançamento do livro Diversidade na Animação Brasileira, de Sávio Leite (org.) (MG) 

21:00 – Longa Nacional e debate com representante do filme

Mormaço– Dir. Marina Meliande. 96 min. RJ. 2018 

15/12 – SÁBADO 

14:00 –Curtas Internacionais 4 (113 min)

Telekinetic Pleasures – Dir. Daniel Fawcett & Clara Pais. 8 min. Portugal. 2018

Sleazy Pete – Dir.FrankAppache. 11 min. Canadá. 2017

Wettlaufers Widow – Dir. Kristian Moe. 30 min. Noruega. 2017

The Dark Room – Dir.MorganeSegaert. 20 min. França. 2017

Presepe Vivente – Dir. Lorenzo Fassina. 20 min. Itália. 2018

Flood– Dir.Malte Stein. 9 min. Alemanha. 2018

TeethandPills – Dir. Andrea Vinciguerra. 15 min. Reino Unido. 2018 

16:00 –Curtas Nacionais 2 (98 min)

Frame Fatal – Dir. Thiago Rabelo. 21min. GO. 2018

O Lamento da Serpente – Dir. Guilherme Dacosta. 14min. MG. 2017

A Triste Figura – Dir. Calebe Lopes. 18 min. BA.  2018

Fataurex – Dir. Cleyton Xavier.  8 min. RJ. 2017

Tesouro – Dir. Lorena Weinketz. 1 min. SP. 2018

Sununga – Dir. Carlos Gabriel Pegoraro, LayslaBrigatto. 12 min. SP. 2018

Para Minha Gata Mieze – Dir. Wesley Gondim. 24 min. DF. 2018

17:40 – Lançamento do livro Música Para Antropomorfos, de Fabio Zimbres (RS) e Mechanics (GO) 

18:00 – Debate “O Cinema Fantástico em Tempos de Repressão”

Debatedores: Paulo Biscaia Filho, GurciusGewdner, Mayra Alarcón e Wesley Gondim.

Mediação: Carlos Primati

19:00 – Longa Internacional

Vidar the Vampire – Dir.Thomas Aske Berg, Fredrik Waldeland. 82 min. Noruega. 2017

20:30 –Sessão Matheus Marchetti e debate com o diretor

O Beijo do Príncipe – Dir. Matheus Marchetti. 11 min. SP. 2015

Bosque dos Sonâmbulos – Dir. Matheus Marchetti. 21 min. SP. 2017

As Núpcias de Drácula – Dir. Matheus Marchetti. 70 min. SP. 2018 

16/12 –DOMINGO 

15:00–Curtas Nacionais 3 (110 min)

Lilith – Dir. EdemOrtegal. 20 min. GO. 2018

Raimundo Quintela: O Caçador de Vira-P

orco– Dir. Robson Fonseca. 15 min. PA. 2018

Onze Minutos– Dir. Hilda Lopes Pontes. 17 min. CE. 2018

O Evangelho Segundo Tauba e Primal – Dir. Márcia Deretti, Márcio Jr. 11 min. GO. 2018

Inside – Dir. Joel Caetano. 1 min. SP. 2018

Dead Teenager Séance – Dir. Dante Vescio, Rodrigo Gasparini. 22 min. SP 2018

Carne – Dir. Mariana Jaspe. 12 min. RJ. 2018

Kairos – Dir. Leonardo Medeiros. 12 min. SP. 2017

17:00 – Longa Internacional

Exodusto Shanghai – Dir. Anthony Hickox. 79 min. Austria. 2015

18:30 – Lançamento do livro Ecos Humanos, de Edgar Franco (GO) e Eder Santos (SP)

19:00 – Longa Internacional

A Casa Lobo – Dir. JoaquínCociña, Cristóbal León. 73 min. Chile, Alemanha. 2018 

20:20 – Longa Nacional e debate com Rodrigo Aragão

A Mata Negra – Dir. Rodrigo Aragão. 98 min. ES. 2018

OFICINAS GRATUITAS! VAGAS LIMITADAS!

Inscrições pelo site www.mostracrash.com

Idade mínima: 16 anos 

1 – EFEITOS ESPECIAIS EM MAQUIAGEM COMRODRIGO ARAGÃO

Data: 15/12/2018

Horário: 9h às 12h e 14h às 19h

Local: Centro Cultural Marieta Telles Machado (Praça Cívica, n° 2 – Centro)

2 – DIREÇÃO DE ATORES PARA FILMES DE TERROR COM PAULO BISCAIA FILHO

Data: 14 e 15/12/2018

Horário: 14h às 18h

Local: Centro Cultural Martim Cererê (Travessa Bezerra de Menezes, s/n – Setor Sul)

3 – HORROR BRITÂNICO: UMA ORGIA DE SANGUE E PAVOR COM CARLOS PRIMATI

Data: 13 e 14/12/2018

Horário: 14h às 18h

Local: Escola Goiana de Desenho Animado (Al. Botafogo, 235 – Sala 2 – Centro)

 

10ª Mostra de Cinema e Audiovisual UEG exibe as melhores produções do ano nesta terça (4)

Por Geórgia Cynara

Evento gratuito reúne 24 obras audiovisuais em duas mostras, competitiva e retrospectiva, e agrega parceiros na maior premiação de sua história 

O Curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Estadual de Goiás (UEG) promove, na próxima terça-feira, 4 de dezembro, a 10ª Mostra de Cinema e Audiovisual UEG. O evento é gratuito e conta com duas sessões: a retrospectiva, com 11 filmes, ocorre às 9h, no auditório do Câmpus Goiânia-Laranjeiras, com bate-papo com os realizadores. Às 19h, no Cinema Lumière do Banana Shopping, a sessão competitiva exibe os 13 melhores produtos audiovisuais de 2018 segundo a curadoria, os quais concorrem à maior quantidade de prêmios da história da mostra, entre troféus, serviços e prêmios especiais concedidos por associações do setor.

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A 10ª Mostra de Cinema e Audiovisual UEG tem identidade visual do designer e diretor do Câmpus Goiânia-Laranjeiras, professor Rafael de Almeida, a partir da tela Abraço, gentilmente cedida pela artista visual Fabíola Morais, além do apoio dos Cinemas Lumière, Cinecolor Digital (SP), Panaceia Filmes, Dafuq Filmes, Estratosfilmes, Panorâmica Filmes, Arlam Júnior Composições Musicais, Augusta Robusta, GO Filmes – Associação das Produtoras Independentes do Estado de Goiás, canal Pipoca com Pequi, Supermercado Euzane e Comitê Goiano Dom Tomás Balduíno de Direitos Humanos.

Competitiva (Lumière Banana, 19h) – A curadoria das 13 obras que concorrem à premiação em 2018 foi realizada pelo coordenador de artes visuais do Centro Cultural UFG, Samuel de Jesus; pelo historiador e professor do Programa de Pós-Graduação em Territórios e Expressões Culturais no Cerrado (UEG), Ademir Luiz; pelo diretor da Cinemateca Santa Dica (Pirenópolis), Anderson Melo; pela egressa do curso e professora universitária Verônica Brandão; e pela jornalista e crítica de cinema Tacilda Aquino.

“A diversidade temática e de formatos dos produtos audiovisuais – curtas-metragens, pilotos de websérie, videoclipes – evidencia os resultados de um trabalho de formação superior consolidado e em constante atualização”, analisa o diretor do Câmpus Goiânia-Laranjeiras, professor Rafael de Almeida.

Serão exibidas as produções Amigos inteiros (videoclipe, 4’. Direção: Éder dos Santos), O corpo que me pertence (fic, 19’. Direção: Érico José), # TAG (exp, 13’01’’. Direção: Gustavo Pozzatti), Morte insossa (fic, 7’. Direção: Bruno Mendes), BR3U – R004 (videoclipe, 4’05’’. Direção: Felipe Freitas), Sigilo com local (websérie, 7’53’’. Direção: Paulo Morais), Dois ao fim (fic, 7’22’’. Direção: Felipe Freitas), Live – Ep. 1 (websérie, 4’47’’. Direção: Bruna Chamelet e Erik Ely), Mistério de mim (doc, 13’45’’. Direção: Éder dos Santos), Doklin (exp, 14’. Direção: Luciano Evangelista), Da terra ao coração (doc, 9’28’’. Direção: Cindy Faria), O infortúnio do trabalho (fic, 1’13’’. Direção: Mário Batista) e O cinema que não se vê (doc, 7’58’’. Direção: Erik Ely).

As obras serão julgadas pela diretora da Escola Goiana de Desenho Animado, Márcia Deretti; pela realizadora e diretora da Nonanuvem Filmes, Uliana Duarte; pelo realizador, filósofo e professor da rede pública estadual de educaçãoMarcos Roberto; pela egressa do curso e coordenadora de audiovisual da Central de Comunicação da UEG, Nabyla Carneiro; e pelo líder de relacionamento do Canal Futura com as universidades parceiras, Tiago Gomes.

Premiação recorde – Além dos troféus e dez prêmios em serviços de consultoria, produção, finalização e exibição concedidos por empresas e associações do setor de relevância regional e nacional aos 1º, 2, e 3º lugares eleitos pelo júri, as obras em competição concorrerão a dois prêmios especiais. São eles o Prêmio GO Filmes, oferecido pela Associação das Produtoras Independentes do Estado de Goiás; e o Prêmio Dom Tomás Balduíno de Direitos Humanos, oferecido pelo Comitê Goiano Dom Tomás Balduíno. O público presente também poderá eleger sua obra preferida, à qual será concedido o troféu de Melhor Filme segundo o júri popular. “Dos dez prêmios em serviço, oito são oferecidos por empresas criadas e geridas por egressos do curso de Cinema e Audiovisual da UEG, o que evidencia o impacto de nosso trabalho de formação no mercado regional”, avalia a coordenadora da 10ª Mostra de Cinema e Audiovisual UEG, professora Geórgia Cynara.

Relevância – “Desde 2009, devolvemos à sociedade, por meio da mostra, os investimentos realizados no ensino superior público, gratuito e de qualidade em Cinema e Audiovisual no Estado de Goiás. Neste momento de tantas mudanças e incertezas políticas, sociais e econômicas, merecemos celebrar a importância do fazer cinema e da cultura audiovisual como trabalho digno de reconhecimento, respeito e investimento público permanente, desde a formação até a exibição, nas múltiplas telas do nosso cotidiano”, anseia Geórgia Cynara.

Retrospectiva (UEG, 9h) – A curadoria da sessão matutina da mostra foi realizada pelos alunos da disciplina de Crítica e Curadoria, ministrada pela mesma professora, no primeiro semestre de 2018. “Entre filmes de uma só pessoa e outros feitos a partir da “brodagem” da galera, histórias comuns foram contadas, produzidas com baixíssimo ou quase nenhum orçamento, filmadas com câmeras emprestadas e/ou por meio de um aparelho celular, e se lançaram neste promissor cenário de filmes universitários e, por que não dizer, independentes, com um reconhecimento que vai muito além do espaço acadêmico”, revela a fotógrafa Michely Ascari, aluna integrante do grupo curador, que também conta com Amanda Fraga, Amanda Ramos, Gabriel Liscio, Iole Werneck, João Pedro Camargo, Leandro Alves Lima e Coelho Nunes.

Nesta sessão, serão exibidos os filmes Eu Já Não Caibo Mais Aqui (2009, ficção, 4’. Direção: Benedito Ferreira), Em Silêncio (2010, experimental, 7’. Direção: LudielmaLaurentino), Enquanto (2010, ficção, 12’. Direção: Larissa Fernandes), Dergo! (2012, documentário, 14’. Direção: Ricardo Pereira Alves), Eu Me Lembro (2013, documentário, 7’. Direção: Débora Correa e Matheus Medeiros), O Preço da Passagem (2013, documentário, 16’. Direção: Thomaz Magalhães e Ernesto Rheinboldt),Dejejum (2014, ficção, 8’. Direção: Samuel Peregrino), Foragida (2015, ficção, 6’. Direção: Adan Sousa), Ensaio Sobre um Fim de Mundo (2016, ficção, 8’. Direção: Jonatas Borges e Samuel Peregrino, Meu Nome é Coraci (2017, documentário, 11’. Direção: Adan Souza) e Obstar – O Garoto que Nada Viveu (2017, ficção, 8’. Direção: Felipe Freitas). Após a sessão, será realizado um bate-papo com os realizadores. “Trata-se de um momento para reencontrar nossos egressos, que mudaram para melhor o mercado audiovisual em Goiás, ao longo desses 12 anos de curso”, afirma o professor José Eduardo Ribeiro Macedo, coordenador do curso de Cinema e Audiovisual da UEG.

 

Serviço: 10ª Mostra de Cinema e Audiovisual UEG

Data: 4 de dezembro de 2018 (terça-feira)

Programação (horários e locais):

9h – Sessão retrospectiva (presença dos realizadores + debate)

Local: Auditório do Câmpus Goiânia-Laranjeiras (Av. Prof. Alfredo de Castro, sem número, Chácara do Governador, Goiânia-GO)

19h – Sessão competitiva (homenagem + premiação)

Local: Cinema Lumière Banana Shopping (Av. Araguaia, Centro, Goiânia-GO)

Mais infohttps://www.facebook.com/MAU.UEG/

Inovação no mercado editorial é tema do EXPAN Pirenópolis durante o final de semana

Por Zeroum Comunicação 

A cidade de Pirenópolis hospeda a próxima edição do projeto EXPAN, uma ação de apoio à inovação no mercado editorial a partir da postura independente, iniciada em setembro deste ano, em Goiânia. Pequenas editoras, coletivos criativos, publicadores e artistas gráficos vão ocupar o Museu do Divino e a Avoar Livros, no sábado e no domingo (1 e 2/12), com feira de publicações independentes, experimentações gráficas, oficinas e rodas de conversa.

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O EXPAN é corealizado pelo Ateliê Tipográfico/CEGRAF, Avoar Livros, Beatriz Perini, Coletivo e/ou, Goiânia Clandestina, Mandrake Comic Shop, Martelo Casa Editorial, Nega Lilu Editora, Palavrear Livraria, patworkpat, PinUp Bottons, Pomar Livraria, Rebellium Coletiva, Renan Moura, Szophi, TC Objetos com Arte e Velame Branco.

EXPAN vem do radical de palavras como “expansão” e “expandir”. “É tempo de romper bordas continuamente e ampliar e crescer chega a ser insuficiente para tamanho desafio”, reflete a escritora e editora Larissa Mundim, uma das coordenadoras do projeto.

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Em Pirenópolis, as atividades do EXPAN se iniciam com a Oficina de Zine, conduzida por Rico Lopes (Coletivo e/ou), às 10 horas, na Avoar Livros, parceiro local que produz esta edição do projeto. No mesmo horário, estará sendo aberta a mostra de publicações independentes, com trabalhos dos seguintes expositores: Atelier Tipográfico do CEGRAF-UFG, Ana Maria Godinho de Menezes, Avoar Livros, Coletivo e/ou, Janayna Lavor, Maria Cobogó, Morgana Poiesis, Nega Lilu Editora, Rebellium Coletiva, Sophia Pinheiro, Valentina Fraiz, Velame Branco.

A intensa programação do sábado segue com o bate-papo “Encadernação artesanal para publicações independentes, com Joaquim Oliveira (Velame Branco), às 14 horas, no Museu do Divino. O Atelier Tipográfico do CEGRAF-UFG realiza experimentações com a prensa tipográfica móvel, no mesmo local, a partir das 16 horas. Um lançamento literário coletivo está marcado para as 19 horas e reúne autoras de Goiânia, Brasília e Pirenópolis: Cássia Fernandes (Almofariz do tempo), Ana Maria Lopes (Mar Remoto), Ana Maria Godinho de Menezes (Uma Estrela a mais) e Larissa Mundim (faz rs).

Peripatética

No domingo, a feira de publicações independentes fica montada entre 10h e 16h, no Museu do Divino. O edifício histórico será o ponto de partida dos participantes da Oficina Peripatética de Escrita Criativa, que será conduzida por Cássia Fernandes durante um passeio pelo Centro Histórico. “A proposta é caminhar, conhecer e criar, por meio da observação dos detalhes do ambiente e da evocação de textos literários e estudos sobre literatura”, explica a escritora.

Segundo Cássia Fernandes, a Oficina Peripatética de Escrita Criativa busca motivar e promover a criação de textos literários por meio de uma atividade de exploração as ruas da cidade de Pirenópolis. A origem do nome remonta ao filósofo grego Aristóteles, que costumava ensinar seus alunos passeando pelo jardim da escola, que foi assim chamada de Perípato (do grego peripatós, passeio) e seus seguidores denominados peripatéticos.

O EXPAN em Pirenópolis encerra atividades com o bate-papo “Estímulo à leitura e à escrita como estratégia de inovação no mercado editorial”, às 14 horas, no Museu do Divino. A escritora Ana Maria Lopes vai compartilhar experiências do Coletivo Editorial Maria Cobogó de Brasília), a livreira Tatiana Moreno (Avoar Livros) traz relatos de resistência em tempos de crise do mercado editorial e a Prefeitura de Pirenópolis apresentará ações do poder público local para o Livro e a Leitura. A roda de conversa será conduzida pela editora Larissa Mundim, idealizadora da e-centrica.org.

PROGRAMAÇÃO:

01/12 (sab)

10h às 20h
Feira de publicações independentes: livros especiais, cadernos artesanais, zines, artes gráficas, impressões em suportes diversos.
Expositores: Atelier Tipográfico do CEGRAF-UFG, Ana Maria Godinho de Menezes, Avoar Livros, Coletivo e/ou, Janayna Lavor, Maria Cobogó, Morgana Poiesis, Nega Lilu Editora, Rebellium Coletiva, Sophia Pinheiro, Valentina Fraiz, Velame Branco
Entrada franca

10h – Oficina de Zine, com Rico Lopes (Coletivo e/ou)
Local: Avoar Livros
Atividade gratuita

14h – Bate-papo: Encadernação artesanal para publicações independentes, com Joaquim Oliveira (Velame Branco)
Local: Museu do Divino
Atividade gratuita

16h- Tipo… grafia: experimentações com a prensa móvel, com Atelier Tipográfico do CEGRAF-UFG
Local: Museu do Divino
Atividade gratuita

19h – Lançamento literário coletivo:
- “Almofariz do tempo”, de Cássia Fernandes (Goiânia)
- “Mar Remoto”, de Ana Maria Lopes
- “Uma Estrela a mais”, de Ana Maria Godinho de Menezes (Pirenópolis)
- “faz rs”, de Larissa Mundim (Goiânia)
Local: Museu do Divino
Entrada franca

02/12 (dom)

10h às 16h
Feira de publicações independentes: livros especiais, cadernos artesanais, zines, artes gráficas, impressões em suportes diversos
Entrada franca
Expositores: Atelier Tipográfico do CEGRAF-UFG, Ana Maria Godinho de Menezes, Avoar Livros, Coletivo e/ou, Janayna Lavor, Maria Cobogó, Morgana Poiesis, Nega Lilu Editora, Rebellium Coletiva, Sophia Pinheiro, Valentina Fraiz, Velame Branco

10h – Oficina Peripatética de Escrita Criativa, com Cássia Fernandes
Local: percurso pelo Centro Histórico, saída do Museu do Divino
Atividade gratuita

14h – Bate-papo: Estímulo à leitura e à escrita como estratégia de inovação no mercado editorial, com participação de Ana Maria Lopes (Coletivo Editorial Maria Cobogó) e Tatiana Moreno (Avoar Livros). Condução: Larissa Mundim (coordenadora a e-cêntrica)
Atividade gratuita

 

Universo de Cora Coralina guia longa de Reginaldo Gontijo

Por Ricardo Daehn

Longa destinado ao público infantil mergulha na poesia de Cora Coralina

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Na visão do cineasta Reginaldo Gontijo “é possível um homem se encaixar na delicadeza” de universo feminino e ele comprova isso à frente da direção do longa infantil O colar de Coralina, que chega hoje aos cinemas. O desenvolvimento da poesia aproximou Gontijo — diretor dos documentários O mar de Mário (2010), que explora feitos do pioneiro Mário Peixoto, e Eudoro e o logos Heráclito (2012), sobre o filósofo Eudoro de Souza — do universo de Cora Coralina, personagem central do novo filme. “É um filme sobre e para nossa poeta maior, Cora Coralina; ele é lúdico, imaginário e sonhador e sempre será um desafio para o espectador. Como Cora sempre dizia: ‘passei a vida quebrando pedras e plantando flores’”, comenta o diretor. O filme incorpora o que o cineasta percebe como “uma obra à parte”, a trilha sonora, feita com exclusividade por Carina Correia e João Ferreira.

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Há 40 anos radicado na capital, o diretor mineiro Reginaldo Gontijo explica que o filme é todo em cima do poema O prato azul-pombinho, quase um roteiro pronto. “O filme inclusive usa o poema na íntegra, usando para isto as imagens em animação (computação gráfica) que narram tudo. No mais, o filme tem o ritmo poético da literatura da Cora, o ambiente hostil à educação das mulheres, o papel da mulher na sociedade da época que ela aborda bem em sua obra. E o esforço da menina que sonhava um dia ser poeta”, adianta o diretor. A menina é a pequena Ana (que viria a se tornar Cora), retratada ainda sob o nome de batismo: Ana Lins do Guimarães Peixoto Brêtas. 

A carga saudosista é um dos elementos dispostos no enredo detido na infância de Cora Coralina. “A poesia, por si, cria uma atemporalidade, a arte e a poesia em particular podem transcender a tudo, inclusive o agora e o outrora”, como diz Gontijo. Ele completa que percebe a poesia de Cora como algo “atemporal e universal”. O diretor crê que a emoção nos lança num universo que alcança o presente e se desdobra em diversos lugares no mundo, incorporada a um tempo mágico, sem tempo. “Você pode perceber como é tênue e lenta a passagem do tempo no filme. Há até um momento muito sutil, no qual a menina (Rebeca Vasconcelos) passa por uma cena da Cora madura (Maria Coeli), como num presságio”, comenta.

O diretor Reginaldo Gontijo defende a determinação e a poesia de Cora Coralina(foto: O2 Play/Divulgacao)
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Força 

Em cena, O colar de Coralina reúne oito mulheres de várias geraçôes: há bisavó, mãe (feita por Letícia Sabatella), tias e uma empregada (a ex-escrava interpretada por Valdelice Moreno). “Para a época retratada, existia mais dificuldade na impressão de sensibilidade por parte dos homens para questões domésticas. O machismo está presente até hoje em nossa sociedade, mas a gente percebe que grande parte das mulheres do filme também incorpora esse machismo, com questões relacionadas a casamento. Acho que a falta de um homem em cena é mais por questão financeiras mesmo: a mãe (Sabatella) tem que desafiar os coronéis da época para sobreviver e colocar comida na mesa”, reforça o cineasta.

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A primeira ficção de Reginaldo Gontijo tem roteiro de Geraldo Lima, trazendo em cena atrizes como Magna Oliveira e Paula Passos. Quanto a atrizes mais jovens, caso de Rebeca Vasconcelos, o cuidado foi grande: “Ficamos um ano treinando as crianças — o mais difícil foi encontrar a protagonista e fazer com que o elenco assentasse ela, porque ela é diferente das outras. O importante, ao dirigir crianças, está em não tratar crianças como adultas. Crianças têm um ritmo próprio”.

Entre os traços marcantes de O colar de Coralina está a derradeira participação do diretor Dizo dal Moro, morto ano passado. “Ele dirigiu a fotografia, fazendo a luz em 18 variações, para se ter uma ideia. Na sala da família, onde quase tudo acontece, criou a noção de manhã, tarde, noite, tarde com chuva, lua cheia, lua minguante, e por aí vai. A fotografia do filme é uma verdadeira obra de arte e ajudou muito na finalização do filme. Foi decisivo”, conclui.

(via Correio Brasiliense)

Zé Ramalho faz show em Goiânia no dia 8 de dezembro

Por Katiúscia Pessoni 

Ao som do melhor da música brasileira, com influência do rock nacional e do forró, Zé Ramalho faz show em Goiânia no dia 8 de dezembro, no Atlanta Music Hall, a partir das 22h. O cantor relembrará no show seus 40 anos de carreira e o público terá a opção de desfrutar de um camarote com open bar de cerveja, água, refrigerante, whisky de 12 anos e energético, com ingressos de R$ 40,00 a R$ 100,00.

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O músico 

A carreira do paraibano se consolidou em 1979, quando ele lançou seu maior clássico, “Admirável gado novo”, e o grande sucesso “Frevo mulher”. Em 1980, Zé participou do Festival de Música Popular da TV Globo, ficando entre os 20 primeiros colocados. Mudou-se para Fortaleza (CE) e ganhou seu primeiro disco de ouro. Com popularidade crescente, no ano seguinte se destacou com as faixas “A terceira lâmina” e “Canção agalopada”, ganhando outro disco de ouro. Também lançou o livro de poesias Carne de pescoço e os livretos Apocalipse e A peleja de Zé do Caixão com o cantor Zé Ramalho.

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Com o álbum Antologia acústica, de 1997, Zé comemorou 20 anos de carreira, fazendo uma releitura de suas canções mais conhecidas, o que lhe rendeu outro disco de platina duplo. No mesmo período, foi lançado o livro Zé Ramalho – um visionário do século XX, de Luciane Alves, e um songbook com 30 letras cifradas do compositor.

Parecia uma preparação para aquele que seria seu mais importante trabalho, o CD duplo Nação nordestina, de 2000, com o qual fez uma espécie de inventário da influência do Nordeste na MPB, contando com a participação de diversos artistas e citando a obra de tantos outros. O disco foi considerado um dos melhores exemplos da fusão da música nordestina com o mundo pop. E assim Zé Ramalho apresenta uma coletânea das maiores obras ao longo dos 40 anos da carreira de sucesso.

Serviço

Zé Ramalho em Goiânia
Data: 8 de dezembro (sábado)
Horário: 22h (abertura dos portões) e 23:30 (início do show)
Local: Atlanta Music Hall (BR-153, s/n – Ns. de Lourdes, Goiânia – GO)
Classificação: 18 anos
Informações e Reservas: 62 9. 9827-8049
Vendas: https://www.sympla.com.br/ze–ramalho-em-goiania__384838
Classificação de 18 anos

Segunda edição do CMB Fashion de 2018 será nos dias 20 e 21 de novembro

Por Palavra Comunicação 

A segunda edição do CMB Fashion deste ano vai acontecer nos próximos dias 20 e 21 de novembro, terça-feira e quarta-feiras, no CMB Shopping Atacadista, no Setor Marista, em Goiânia. Como já é tradição, grandes nomes da música sertaneja vão se apresentar aos presentes, como a dupla João Neto & Frederico e Eduardo Costa. Participam desta edição todas as marcas do CMB Shopping, que apresentam as tendências da moda masculina, feminina plus size, moda jovem, linha praia e fitness, acessórios e linha íntima, enfim, uma variedade que traduz com alta fidelidade o que se produz em Goiás.

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Além destes grandes nomes da música, que farão um show exclusivo para os compradores atacadistas de todo o Brasil, a organização, liderada pelos empresários do CMB Shopping, reserva algumas surpresas, como personalidades famosas que sempre passam pelo catwalk. Vão desfilar suas coleções primavera/verão as marcas Allacci Camiserie, Balada, Gazin, Jean Darrot, Lemon e Soda, Magdal Camisaria, Magdal  Jeans, Muchacha, Sublini e Vitoriana.

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O CMB Fashion é realizado duas vezes por ano pelo Shopping CMB, e é um evento de moda referência em Goiás. Além dos desfiles dos lançamentos da moda primavera/verão e outono/inverno, o CMB Fashion investe em atrações musicais e artísticas, pois já trouxe como convidados, em edições passadas, nomes marcantes da televisão e da música brasileira, tanto nas passarelas como em shows e apresentações culturais.

O CMB Fashion atrai e reúne um público atacadista com mais de 800 clientes por edição, todos com alto poder aquisitivo e de compra para revenda, movimenta o estado de Goiás, e causa desejo e inspiração pela tradição e efeitos positivos que causa na moda e na economia de Goiás. O CMB Shopping tem ainda na diretoria Ana Carolina Coelho, na Diretoria de Relações Administrativas e Maria Paula Coelho como diretora de Relações Públicas.

 

Sobre o CMB Shopping

Mais tradicional shopping atacadista de Goiás, o Companhia Moda Brasil (CMB) chegou neste ano aos 20 anos de idade com vigor e mais vontade ainda de crescer para continuar atendendo com personalização, produtos premium de qualidade reconhecida, estilo sofisticado e preço compatível com os produtos comercializados, tudo para agradar à sua clientela, formada majoritariamente de profissionais da moda e compradores atacadistas e varejistas de várias partes do País, que exigem produtos sofisticados para a revenda nas lojas e boutiques premium de suas cidades.

O CMB está aberto de segunda a sexta-feira das 8h às 18h e nos sábados das 9h às 13h. Localizado no coração do Setor Marista, na Avenida 136, uma das mais elegantes de Goiânia, o CMB recebe uma média de 650 pessoas diariamente, de várias partes do Brasil. No CMB, o cliente encontra um mix de 93 lojas que comercializam todo tipo de peças de vestuário dos mais variados ramos da moda.

O CMB Shopping foi criado em 1998 pelo empresário Magdal Bezerra, que atualmente é o seu diretor presidente. No Shopping, o cliente encontra, além das lojas, estacionamento coberto gratuito, praça de alimentação completa, segurança, e uma variedade de lojas já consagrada pela sua qualidade e sofisticação. Atualmente, ele emprega 800 pessoas, direta e indiretamente.

 

Lowbrow inaugura exposição ‘Feminino Entretramas’ com shows de Cadu Portela e Diego Falk

Por Olho Comunicação

O Lowbrow Lab Arte & Boteco promove nesta quarta-feira (21), às 19 horas, a abertura da exposição “Feminino Entretramas”, da artista visual Cida Carneiro. A mostra, que tem curadoria de Roan Andrade, segue até 31 de janeiro, com cerca de 30 obras de arte contemporânea que simbolizam o universo feminino.  

Exposição Feminino Entretramas (2)

O público poderá conferir desenhos, pinturas e estêncil, sobre papel e tela, de tamanhos variáveis, que vão de 21 x 29,7 cm a 167 x 150 cm. As obras foram produzidas entre os anos de 2014 e 2018, com tinta acrílica, lápis de cor, nanquim, carvão e giz pastel, entre outros materiais. A mostra reúne obras selecionadas no Prêmio Sesi Arte Criatividade, além de trabalhos inéditos.

Exposição Feminino Entretramas (1)

Graduada em Artes Visuais pela Universidade Federal de Goiás (UFG) e especialista em Pintura e Design de Comunicação, Cida Carneiro caracteriza sua arte pelas referências ao universo feminino, vivências, memórias, cotidianos e também pela comunicação com a moda, cinema, fotografia, pintura, artes cênicas, música e elementos contemporâneos de comunicação.

Exposição Feminino Entretramas (4)

Ela, que atualmente trabalha como fotógrafa, designer de comunicação e artista plástica, já promoveu exposições individuais na Cidade de Goiás (GO), em Goiânia (GO) e em Palmas (TO) e participou de mostras coletivas na capital e em Anápolis (GO). Também já atuou como estilista e professora nas áreas de arte e design na Faculdade de Artes Visuais (FAV/UFG) e no Centro Livre de Artes.

Atrações musicais

Cadu Portela (crédito - divulgação)

A programação desta quarta-feira também contará com um show do cantor Cadu Portela, que estará acompanhado pelo vencedor do quadro “Garagem do Faustão”, em 2011, Diego Falk. Eles apresentarão um repertório de rock, reggae, MPB, hip hop, blues e pop, com releituras nacionais e internacionais, além de músicas autorais.

Diego Falk (crédito - divulgação)

O show faz parte do projeto “D’BOA Música para o Bem”, que está arrecadando doações para o projeto social Las Hermanas. Nesta semana, a entrada na casa será feita mediante doação de um litro de leite. Os itens serão encaminhados para o Abrigo de Idosos São Vicente de Paulo, Lar Maria de Nazaré, moradores de rua e famílias carentes.

Abertura da Mostra Feminino Entretramas

SERVIÇO

Abertura da exposição “Feminino Entretramas” com shows de Cadu Portela e Diego Falk  

Data: 21/11 (quarta-feira)

Horário de abertura da casa: 19h

Local: Lowbrow Lab Arte & Boteco (Rua 115, quadra F43A, lote 214, nº 1684, Setor Sul)

Reservas: (62) 98140-4607 / 3991-6175

Entrada: um litro de leite (os itens arrecadados serão destinados ao Projeto Social Las Hermanas)