O teatro de animação volta com o V Festival do Boneco

Por Ana Paula Mota

Quinta edição se destaca por sua proposta formativa para público e artistas

Pela quinta vez Goiânia será palco de espetáculos de teatro de animação. O Festival do Boneco acontece na cidade entre os dias 17 e 23 de maio. Neste período, esta arte milenar ocupará diversos espaços da capital: Teatro SESC, Centro Cultural UFG, Oficina Cultural Geppetto e Feira do Cerrado. Além das apresentações, o festival ainda oferecerá ao público uma oficina com o grupo paraense In Bust sobre “A dramaturgia do boneco para televisão”. O projeto é uma iniciativa da Produtora Cultural Denise Carrijo (Ação Produtora de Eventos) em parceria com a Cia de Teatro Nu Escuro e acontece desde 2009.

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A expectativa é de que o evento atinja 3 mil pessoas. Nas quatro edições anteriores, o projeto proporcionou para Goiânia 39 apresentações teatrais de grupos locais, nacionais e internacionais, 12 atividades formativas, trabalhando diretamente com cerca de 130 artistas. “O Festival do Boneco por ser o único festival na cidade que é exclusivamente de manipulação sempre atraiu um público muito diversificado: crianças, adultos, idosos; admiradores e frequentadores assíduos de teatro e curiosos; além dos artistas goianos, que lotam os teatros e espaços abertos onde acontecem as apresentações. Esperamos ter os espaços repletos de pessoas encantadas com essa arte”, comenta a produtora Denise Carrijo sobre a expectativa em relação ao evento.

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Desde a primeira edição o Festival vem percebendo o interesse e o avanço nas técnicas de manipulação que os atores goianos vem adquirindo.  Acreditamos que o Festival do Boneco contribuiu e vem contribuindo para despertar o interesse dos artista nessa área de atuação, assim como na sua qualificação.

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O Festival começa no dia 17 com o espetáculo “Berenices”, apresentado pelo grupo paulista Morpheus Teatro. A peça utiliza as linguagens do teatro de animação e do teatro de máscaras para narrar a saga da pequena Berenice e seu encontro consigo mesma e com o mundo. Diante da chegada de um irmão, a personagem inicia o aprendizado de perceber e lidar com seus pensamentos, sentimentos, medos, dificuldades e expectativa sobre os outros. O espetáculo foi vencedor do prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) em 2016 na categoria de espetáculo de boneco.

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No dia 18 é a vez da cia de teatro paranaense Tato Criação Cênica apresentar seu espetáculo “Tropeços”. A simplicidade de uma peça que tem iluminação apenas de velas dá vida a um roteiro sobre velhice de forma não convencional. A mesma companhia apresenta no dia seguinte o espetáculo “Entre Janelas”. Inspirado no livro Uma Janela Entre dois Amigos do mineiro Gustavo Gaivota, a obra conta a história de um menino e seu melhor amigo, um cachorro. Através de uma montagem lúdica e divertida o espetáculo visa promover uma reflexão sobre o lugar da tecnologia na vida das crianças.

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Também no dia 19, no Centro Cultural UFG, haverá apresentação do resultado da residência artística “A pontuação do objeto” comandada por Duda Paiva entre fevereiro e março deste ano. Paiva é bonequeiro goiano radicado na Holanda, onde dirige a Duda Paiva Company. Adriano Bittar, Alexandre Ferreira, Vanessa Bertolini e Kleber Damaso também ministraram oficinas nesta residência que foi oferecida a estudantes, pesquisadores, bailarinos, atores, performers, professores e artistas circenses.

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No dia 20, o teatro de animação ocupa a Feira do Cerrado. “Maria Bonita”, apresentado pelo grupo Teatro do Maleiro, é um espetáculo de bonecos de luva, que faz alusão aos mamulengos, e aborda uma parte pouco explorada da vida de Virgulino Ferreira da Silva (Lampião), o rei do Cangaço, retratando seu encontro com a mulher que tornou-se sua musa e companheira, Maria Gomes de Oliveira (Maria Bonita).

Por fim, o festival é encerrado na Oficinal Cultural Gepetto com o grupo paraense In Bust apresentando Pinóquio.

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Oficina

O Festival do Boneco, além de levar ao público goianiense de forma acessível diversos espetáculos de teatro de animação, também se volta ao público profissional da cidade. Por isso, promove uma oficina com o grupo Inbust, que acontece entre os dias 21 e 23 sobre “boneco e televisão”. Serão oferecidas 15 vagas e as  inscrições podem ser feitas no site festivaldoboneco.blogspot.com.br.

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Serviço: V Festival do Boneco

Local: Centro Cultural UFG, Teatro SESC, Oficina Cultural Geppetto e Feira do Cerrado
Data: 17 a 23 de maio
Espetáculos: Berenices (Morpheus Teatro), Tropeços e Entre Janelas (Tato Criação Cênica), Maria Bonita (Teatro Maleiro) e Pinóquio (Grupo Inbust).
Valores: R$14 inteira e R$7 meia. As apresentações na Oficina Cultural Geppetto e na Feira do Cerrado serão gratuitas.
Oficinas: “A Dramaturgia do Boneco Para Televisão” com Grupo Inbust. Inscrições através do site festivaldoboneco.blogspot.com.br

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A morte de Silvério Reis Leitura ao som de bolero

Por Zeroum Comunicação

O romance de ficção de Abel Vargas tem vinil encartado e desperta a paixão de olhar o mundo como da primeira vez e reflexão sobre os impactos da cultura na construção da masculinidade

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O protagonista do livro A morte de Silvério Reis: o causo do fim do amor inocente e suas desenvolturas, escrito por Abel Vargas, é goiano e cantor de bolero. Uma história contada do fim para o começo revela a trajetória de um homem sensível em busca de compreensão sobre os rumos da vida, a partir de sua cultura, afetos, decepções e conquistas. Premiado pelo Fundo de Arte e Cultura de Goiás, o romance ficcional foi publicado pela Nega Lilu Editora e será lançado no dia 16 de maio (quarta-feira), às 19 horas, na Livraria Palavrear, em Goiânia. Entrada franca.

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Mais do que um livro, A morte de Silvério Reis é um projeto de artes integradas que contempla três linguagens: literatura, artes visuais e música. Com produção executiva e direção artística de Ana Christina da Rocha Lima, por meio da Ana de Helios Criação, o trabalho também conta com participação da dupla Bicicleta Sem Freio e do músico Pedro Zamboni, responsável   ypela produção musical do vinil encartado no livro.

A atmosfera boêmia da trama em torno do cantor de bolero inspirou o Bicicleta Sem Freio na criação de arte produzida especialmente para este projeto editorial. Douglas Pereira e Renato Reno são autores da exuberante capa, das ilustrações que pontuam a narrativa e dos posters encartados, compondo o combo que faz do livro um legítimo objeto do desejo.

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Neste romance literário que é um convite para cantar e dançar, Silvério Reis é um personagem/veículo apaixonante, porque nos permite revisitar a potência e a paixão de olhar o mundo como da primeira vez. “Quem se permitir amar este cantor de bolero irá reviver o espanto, a dor, o amor, com uma intensidade que desperta, rejuvenesce e emociona”, diz Ana Christina da Rocha Lima.

Segundo ela, Silvério nos permite olhar para os dilemas e dores “deste parto incessante, que é viver, com uma ternura desconcertante”. Os flashbacks da infância, a relação com as mulheres e a música são seus principais portais. Para leitores e leitoras, o acesso ao universo da obra se dá a partir do tiro que acerta o peito do protagonista, logo na primeira página. Seria ele um Brás Cubas no início do século 21?

O autor tinha 20 anos quando escreveu a trama, que vem a público mais de uma década depois, revelando um autor iniciante com fluência de contador de história.

E de maneira despretensiosa, o livro é capaz de provocar reflexões acerca da construção da masculinidade impactada pela cultura. Sobre isso, Silvério Reis comenta: “Lá em Goiás, dizia meu pai, ‘todo mundo tem que ser homem! Mulher tem que ser homem, homem tem que ser homem e viado tem que ser homem’. Simples e básico. A filosofia de uma vida comprimida em uma frase”.

Abel Vargas é brasileiro, nascido em Goiânia. Desde muito pequeno é fascinado por histórias, livros e filmes. “Paixão herdada da mãe”, confirma ele. Daí surgiu A morte de Silvério Reis e sua dedicação ao cinema. Atualmente, ele trabalha com efeitos visuais para filmes como “Pantera Negra”, “Velozes e Furiosos”, dentre outros blockbusters em Vancouver, Canadá, onde mora. “Continuo escrevendo roteiros, projetos de filmes e toco ukulele nas horas vagas”, comenta, se identificando com o cantor de bolero do livro.

A convite do autor, o músico e compositor Pedro Zamboni produziu o disco “Silvério Reis”. Os boleros disponíveis no compact disc alaranjado são composições de Abel Vargas (“O Sertão e a Bailarina”), Gustavo Veiga e Carlos Brandão (“Cá entre nós”) e Pedro Laba e Danilo Xidan (“Baila”). Outras canções que integram o projeto musical estarão disponíveis em mp3. Os músicos envolvidos na gravação do vinil são: Fred Valle (bateria), Carlos Marx (baixo), Fernando Mariri (guitarra), Evando Sampaio (teclado), Darlan Pires (percussão), com vocais de Pedro Laba e Bia Tavares (backing vocals)

SERVIÇO

Lançamento do livro: A morte de Silvério Reis: o causo do fim do amor inocente e suas desenvolturas
Editora: Nega Lilu – Selo Tuci
Valor promocional de lançamento: R$ 60,00

16 de maio 2018 (quarta) – 19 horas
Livraria Palavrear: Rua 232, 338, Setor Universitário

ENTRADA FRANCA

Espetáculo “Circo da China On Ice – Mundo da Imaginação”, dias 08 e 09 de Maio

Por Kadu Faria 

“Circo Imperial da China” voltará a Goiânia com o seu mais novo espetáculo: “On Ice – Mundo da Imaginação”. As apresentações serão nos dias 8 e 9 de maio, às 20 horas, no Teatro Rio Vermelho. O espetáculo é uma produção totalmente nova, realizada no gelo e com um grau de dificuldade ainda maior, com mais de 30 artistas participando da apresentação. Os ingressos já podem ser comprados antecipadamente no Komiketo, Rival Calçados e site Bilheteria Digital. Eles custam R$ 70,00 a R$ 110,00 e levando 1kg de alimento, o público pagará meia. A organização é dos empresários Aci Carvalho, Alexandre Bisinotto, Guilherme Azevedo, Rodrigo Borges e Thiago Jaguaribe.

Espetáculo - Circo da China On Ice - Mundo da Imaginação, dias 08 e 09 de Maio, no Teatro Rio Vermelho - Foto (1)

Sobre o Circo da China On Ice 

Eles estão de volta com um Espetáculo para toda família! Após arrastar multidões em sua última passagem pelo BRASIL, o Circo da China retorna a Goiânia com o seu mais novo espetáculo “On Ice – Mundo da Imaginação”. Uma produção totalmente nova, realizada no gelo com um grau de dificuldade maior, um show que promete encantar o público com a beleza e a graça que só os autênticos artistas do circo chinês podem realizar.  Mais de 30 artistas, entre acrobatas, dançarinos e contorcionistas dos mais habilidosos da China chegarão ao BRASIL com uma missão importante: “garantir a emoção e o êxtase a uma história calorosa e emocionante em meio ao mundo encantado dos unicórnios”.

Espetáculo - Circo da China On Ice - Mundo da Imaginação, dias 08 e 09 de Maio, no Teatro Rio Vermelho - Foto (1)

Usando a imaginação que desafia as leis da gravidade, o elenco do “Circo da China” não economiza quando se trata de impressionar os fãs com números de tirar o fôlego.  Os artistas dedicam suas vidas ao desempenho. Todos os shows são uma combinação de habilidades e equilíbrio autênticos. Suas habilidades são ainda mais únicas porque interagem seus corpos com ótimos adereços e fantasias coloridas. Assistir a este espetáculo será uma experiência única.

Espetáculo - Circo da China On Ice - Mundo da Imaginação, dias 08 e 09 de Maio, no Teatro Rio Vermelho - Foto (2)

Preços e Pontos de Venda: 

Ingressos na Plateia Superior  - R$ 70,00 - 1º Lote, Inferior - R$ 90,00 - 1º Lote e Inferior Central - R$ 110,00 - 1º Lote. * Valores referentes a meia entrada (levando 1kg de alimento). E os pontos de vendas são: Komiketo, Lojas Rival Calçados e site Bilheteria Digital em ate 12x nos cartões (Dia 08/5: https://www.bilheteriadigital.com/circo-da-china-on-ice-08-de-maio  e Dia 09/5: https://www.bilheteriadigital.com/circo-da-china-on-ice-09-de-maio ).

Espetáculo - Circo da China On Ice - Mundo da Imaginação, dias 08 e 09 de Maio, no Teatro Rio Vermelho - Foto (2)

 SERVIÇO:

Convite & Sugestão de NOTA: Espetáculo “Circo da China On Ice – Mundo da Imaginação”

Dias/horários: Terça, dia 08/5 e Quarta, dia 09/5.

Horário: Abertura dos portões às 19h. Início do espetáculo 20h.

Endereço: Teatro Rio Vermelho - Av. Paranaíba, 1576-1864 – St. Aeroporto, Goiânia – GO, 74075-057.

Preços: R$ 70,00 (superior/meia), R$ 140,00 (superior/ inteira), R$ 90,00 (inferior/ meia), R$ 180,00 (inferior/ inteira), R$ 110,00 (inferior central/ meia) e R$ 220,00 (inferior central/ inteira). Levando 1kg de alimento, o público pagará meia.

Ingressos disponíveis nos Pontos de vendas: Komiketo, Lojas Rival Calçados e site Bilheteria Digital em ate 12x nos cartões (Dia 08/5: https://www.bilheteriadigital.com/circo-da-china-on-ice-08-de-maio / Dia 09/5:https://www.bilheteriadigital.com/circo-da-china-on-ice-09-de-maio )

Informações: 62 98175-9998 / 61 3342-2232

Contato para entrevistas: Rodrigo Borges (62) 98286-5552 / Luciano (48) 99191-1117.

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Paulo Vespúcio grava documentário na Cidade de Goiás

Por Julianna Santos 

O ator Paulo Vespúcio esteve na Cidade de Goiás para gravar cenas do documentário “De arraial a Patrimônio Mundial”, dando vida a trechos do livro de autoria de Elder Camargo de Passos, interpretando o artista sacro Veiga Valle.

O filme faz parte do projeto que, além do documentário, prevê a publicação literária ao redor da qual as demais ações orbitam. Produzido por Bruna Vinsky e Sankirtana Dharma, em parceria com a Rosa dos Ventos Filmes, com o apoio do FUNDO DE ARTE E CULTURA DE GOIÁS.

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Com lançamento previsto para agosto, o livro contém cerca de 500 páginas de material coletado durante 30 anos de pesquisa do autor, traz com riqueza de datas desde a chegada dos bandeirantes, abordando a história política, movimentos religiosos, educação, construções e arquitetura, festas tradicionais, além de muitos outros dados sobre manifestações culturais como lendas, apelidos, tipos de ruas, fotos históricas e muito mais.

A escolha de Veiga Valle, entre tantos outros personagens históricos vilaboenses, parte da identificação do próprio Elder com este artista, do qual se tornou uma das maiores referências ao lançar em 1997 um livro sobre este mestre santeiro.

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ENCONTROS E IMPRESSÕES 

Para Elder, ver Paulo Vespúcio caracterizado de Veiga Valle atuando no Palácio Conde dos Arcos e no Museu da Boa Morte, entre as obras do artista, foi como visitar o passado. “Vi nele uma ótima representação”, afirma o memorialista.

Já Paulo se mostrou muito entusiasmado com o projeto: “Foi uma grande surpresa ver a estrutura da produção que nada deixa a desejar às grandes produções cinematográficas das quais já participei. Ainda mais sendo feita por estudantes do IFG. Adorei a direção do Carlos Cipriano e Carminha Lombardi. Quero fazer um intercâmbio da equipe do meu projeto em Rio Verde com esse pessoal. É um lindo trabalho que está sendo desenvolvido em Goiás.”.

O ator comenta ainda que participar do documentário foi emocionante, porque também foi um grande resgate da sua “goianidade”, já que saiu do estado muito cedo, aos 16 anos. “Não conhecia profundamente o Veiga Valle, fiquei admirado com suas obras. Aprendi com o personagem, com o Elder e com a equipe. É o primeiro trabalho verdadeiramente goiano que faço parte e vai ficar muito bonito, tem um roteiro bem bacana. Tentei dar algo bom de mim. Fiz com muito carinho.”

A equipe do projeto afirma em uníssono ter sido um grande prazer trabalhar com este ator, considerando-o um esforço essencial ao resultado que esperam da realização. Segundo Bruna Vinsky, produtora executiva, o projeto é “um feliz exemplo do que as iniciativas e leis de incentivo à cultura podem possibilitar, em favor não só dos artistas envolvidos, mas especialmente à população, que é a maior beneficiada por ações de manutenção e expansão cultural como esta e tantas outras que vem sendo realizadas por estes meios”.

Paulo atualmente está intercalando as gravações da nova novela da Globo, “Segundo Sol”, com a implantação do Fundo Municipal do Audiovisual em Rio Verde, sua cidade natal.

“De Arraial a Patrimônio Mundial” finalizou assim o seu segundo ciclo de filmagens, que contou também com entrevistas de Fernando Cupertino e Maria Augusta Calado, goianos de alto calibre cultural, que acrescentaram sobre o conteúdo do livro e a importância do autor para o enaltecimento e preservação da cultura goiana.

A próxima fase do trabalho será a gravação de cenas já no lançamento do livro, em agosto, no Palácio Conde Dos Arcos, em Goiás. A estreia do documentário está prevista também para o mês de agosto, no CINE UFG, em Goiânia.

Manga de Vento abre programação com três espetáculos de Hugo Rodas

Por Zeroum Comunicação 

A terceira edição da Manga de Vento – Mostra Expandida de Dança se inicia na sexta (4/5), no Centro Cultural UFG, em Goiânia, com três espetáculos dirigidos por Hugo Rodas. Com apoio do Fundo de Arte e Cultura de Goiás, o programa segue até outubro deste ano, reunindo trabalhos contemporâneos, nacionais e internacionais, que rompem limites da linguagem artística.

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Uma pequena retrospectiva do trabalho do dramaturgo uruguaio erradicado no Brasil, Hugo Rodas, traz a Goiânia a OperAta, nos dias 4 e 5 de maio, às 20 horas, quando a Agrupação Teatral Amacaca (ATA) encena um programa duplo, com os espetáculos Ensaio Geral e Punaré e Baraúna. A produção conta com apoio do Fundo de Arte e Cultura do Distrito Federal.

Ensaio Geral brinca com o ambiente de ensaio de um grupo de teatro musical. A narrativa é construída sobre diversas perspectivas da palavra “amor”, com textos de Hilda Hilst, Caio Fernando Abreu, Carlos Drummond de Andrade, Charles Chaplin e Eduardo Galeano, livremente adaptados pelo grupo.

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Com direção musical de Cacai Nunes, a mesma orquestra que canta os amores urbanos de Ensaio Geral reposiciona e transmuta os móveis de uma festa para contar solidões sertanejas de Punaré e Baraúna, filhos da escassez do sertão. O espetáculo inspirado na obra literária Cansaço – a longa estação, de Luíz Bernardo Pericás, compartilha com o público duas verões sobre um mesmo entrevero provocado pelo desejo de dois homens por uma mesma mulher, a encantadora Cicica.

No domingo (6/5), às 20 horas, um segundo elenco também dirigido por Hugo, apresenta a remontagem de Adubo ou a Sutil arte de escoar pelo ralo, um espetáculo sobre a morte e o ato de morrer. O fio condutor é o atropelamento de um cão filhote, instalando atmosfera oscilante entre o fúnebre e o lírico, o riso e o nó na garganta, celebrando a vida diante da certeza inefável do fim.

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Curadoria

O bailarino e coreógrafo Kleber Damaso, que assina curadoria e direção artística da mostra, lembra que a “manga de vento” é um dispositivo de análise do sentido do movimento. Conhecido também como “biruta”, este instrumento encontrado em campos de pouso e decolagem informa sobre a orientação do vento.

“Essa vulnerabilidade do dispositivo é avessa a ideia de apontar tendências, de circunscrever escolhas temáticas, de defender circuitos consolidados, entre outras expectativas tantas vezes sustentadas pelo discurso curatorial. Aspiramos um programa que contempla do pensamento coreográfico que extrapola os entendimentos de corpo, às pesquisas que avançam naquilo que a dança traz de mais elementar – estar em movimento – mesmo quando este movimento não é exclusivamente da ordem do visível”, reflete o curador.

Segundo Damaso, essa edição vislumbra um descolamento do recorte ainda presente e não menos importante sobre o esgarçamento dos contornos da dança, que agora se transborda na iminência de olhar “o passado” como um exercício imprescindível de localização e complexificação da obra e do estado de arte. Para ele, um anseio que esta manifestado na composição de retrospectivas, na aproximação e interlocução de projetos, no esforço de pensar trajetórias, de coproduzir tantas outras, de destacar o fôlego e a resistência inscrita na inquietude, na inconformidade, na permanente mobilidade.

Outro aspecto patente da Mostra é a estrutura do programa, composto por conjuntos de atividades mensais, com espaçamentos de tempo. O produtor artístico da mostra, Guilherme Wohlgemuth, lembra que, desde o início, realizar a mostra ao longo de vários meses é uma opção que favorece o diálogo e o engendramento de encontros entre artista e público, entre artista e artista, “porque as ações promovidas nunca estiveram direcionadas estritamente à contemplação estética”.

Wohlgemuth ainda complementa alargando o debate: ”A necessidade de revisitar as trajetórias dos artistas convidados pela Mostra como estratégia de revidar os usos inapropriados e políticos de obras de arte, nos leva a indagar sobre as responsabilidades e desdobramentos da atividade curatorial, que especialmente nessa edição, procura incitar um olhar menos linear para desvendar as discussões que, a princípio, estão fora de campo, e que são de fato relevantes nas obras selecionadas, mas que por interesses escusos não estão em evidencia nos grandes meios de circulação de informações sobre a arte”.

A programação se constitui sem um destaque principal, mas com vários destaques do começo ao fim. Se em alguns momentos, Manga de Vento suscita a oportunidade de abranger e adensar na trajetória de seus convidados (a exemplo de Hugo Rodas e Wagner Schwartz), em outros é capaz de tencionar a sutileza que perpassa a memória e o desaparecimento, a inclinação e a objeção ao esquecimento. Até outubro, o programa prevê também o contato com a obra de Denise Stutz (RJ), Grupo Empreza (GO), Grupo Cena 11 (SC), Dudude Hermmann e Marco Paulo Rolla (MG) e Carmen Werner (Espanha), entre outros.

Outras ações

Complementar às apresentações, Manga de Vento oferece programas (in)formativos e de mediação com workshops, sessões de análises fílmicas e encontros para trocas de experiências. A primeira atividade dedicada ao compartilhamento público entre estudantes e profissionais é o encontro Performar Arquivos, no dia 15 de junho, às 16 horas, sob coordenação das pesquisadoras Flávia Meireles e Nirvana Marinho.

Circulando agora por diversas cidades brasileiras, o trabalho lança um olhar para as demandas específicas dos arquivos de dança, em sintonia com as recentes discussões do campo da pesquisa em Arte, História e Arquivo. Nesses encontros, as pesquisadoras convidam pesquisadores locais para comentarem metodologias, dinâmicas e questões que permearam todo o projeto. E ainda apresentam a plataforma digital desenvolvida com objetivo pedagógico e que estará disponível no site www.acaovizinhas.com.br.

No mês de julho, a presença de artistas espanhóis vai permitir a realização de outras duas atividades de formação, também no Centro Cultural UFG. A dupla Álvaro Esteban e Laura Aris conduz o workshop “Energía y Trabajo em Pareja”, no dia 5. Oportunidade de acesso ao trabalho do intérprete-criador Daniel Abreu será no dia 7, no workshop “Desde Aquí”. Também está prevista a oficina “Dançar Dói”, com Clarice Lima e Aline Bonamin (SP), em 1º de setembro. O processo de inscrição para todas as atividades será anunciado, oportunamente, pela produção da Manga de Vento.

SERVIÇO:

Abertura da Manga de Vento – Mostra Expandida de Dança

4 e 5/5 – 20h

OperAta: Ensaio Geral + Punaré e Baraúna | ATA – Agrupação Teatral Amacaca (DF)

(Classificação indicativa: 18 anos)

 

6/5 – 20h

Adubo ou a Sutil arte de escoar pelo ralo | Abaetê Queiroz, André Araújo, Pedro Martins e Rosanna Viegas (DF)

(Classificação indicativa: 18 anos)

 

Local: Centro Cultural UFG (Avenida Universitária, 1533, Setor Leste Universitário)

Entrada: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)

 

Fichas técnicas

ENSAIO GERAL

Direção Hugo Rodas

Elenco Abaetê Queiroz, André Araújo, Camila Guerra, Dani Neri, Flávio Café, Diana Poranga, Gabriela Correa, Juliana Drummond, Luiz Felipe Ferreira, Márcia Duarte e Rosanna Viegas.

Músicos Nobu Kahi, Pedro Tupã e Iano Fazio

Iluminação Raquel Rosildete e Hugo Rodas

Operação de Luz Zizi Antunes

Cenografia e figurino Hugo Rodas e o grupo

Grafitti de banquetas da cenografia Gabriel Marx

Painéis de Grafitti Diana Poranga

Apoio Departamento de Artes Cênicas da UnB.

 

PUNARÉ E BARAÚNA

Direção Artística Hugo Rodas

Direção Musical Cacai Nunes

Dramaturgia e composição das canções Hugo Rodas e ATA

Elenco André Araújo, Abaetê Queiroz, Camila Guerra, Dani Neri, Diana Poranga, Flávio Café, Gabriela Correa, Iano Fazio, Juliana Drummond, Luiz Felipe Ferreira, Márcia Duarte e Rosanna Viegas

Músicos Pedro Tupã e Nobu Kahi

Iluminação Raquel Rosildete

Operação de Luz Zizi Antunes

Programação Visual Patrícia Meschick

Produção de Encenação e Execução de Cenografia Flávio Café, Tulio Starling e Victor Abrão

Produção Executiva Camila Guerra e Luciana Lobato

Produção e Execução de Figurino Diana Poranga

ADUBO

Direção Hugo Rodas

Elenco Abaetê Queiroz, André Araújo, Pedro Martins e Rosanna Viegas

Produção Luciana Lobato

Concepção de luz Hugo Rodas

Operação de luz e som Caetano Maia

Confira a programação completa:

MANGA DE VENTO – MOSTRA EXPANDIDA DE DANÇA  

Retrospectiva Hugo Rodas

4 e 5/5 – 20h

OperAta: Ensaio Geral + Punaré e Baraúna | ATA – Agrupação Teatral Amacaca (DF)

(Classificação indicativa: 18 anos)

6/5 – 20h

Adubo ou a Sutil arte de escoar pelo ralo | Abaetê Queiroz, André Araújo, Pedro Martins e Rosanna Viegas (DF)

(Classificação indicativa: 18 anos)

15/6 – 16h

Performar Arquivos

ENTRADA FRANCA

15/6 – 20h

Pendular| Flávia Meireles e Júlia Murat

(Classificação indicativa: 18 anos). ENTRADA FRANCA

5/7 – 15h

Workshop: “Energía y Trabajo em Pareja”

Com Álvaro Esteban e Laura Aris (Espanha)

6/7 – 20h

Open Wound + Antípodas + Cualquier Mañana | Álvaro Esteban e Laura Aris (Espanha)

(Classificação indicativa: 16 anos)

7/7 – 10h

Workshop: “Desde Aquí”

Com Daniel Abreu (Espanha)

7/7 - 20h

Perro | Daniel Abreu (Espanha)

(Classificação indicativa: 18 anos)

28/7 – 20h

De Parte de Ella | Carmen Werner (Espanha)

(Classificação indicativa: 16 anos)

Retrospectiva Wagner Schwartz

27/8 – 20h

Domínio público | Elizabete Finger, Maikon K, Renata Carvalho e Wagner Schwartz

(Classificação indicativa: 18 anos)

28/8 – 20h

Piranha | Wagner Schwartz

(Classificação indicativa: 16 anos)

30/8 – 20h

Transobjeto | Wagner Schwartz

(Classificação indicativa: 18 anos)

29/8 -20h

Tanque – Uma opera molhada | Dudude Hermmann e Marco Paulo Rolla (MG)

(Classificação indicativa: 18 anos)

31/8 -20h

Sublime Travessia | Dudude Hermmann (MG)

(Classificação indicativa: 16 anos)

1/9 – 20h

Entre ver | Denise Stutz (RJ)

(Classificação indicativa: 16 anos)

1/9 – 20h

Oficina: “Dançar Dói”

Com Clarice Lima e Aline Bonamin (SP)

2/9 – 20h

Intérpretes em crise | Clarice Lima e Aline Bonamin (SP)

(Classificação indicativa: LIVRE)

20/10 – 23h

Serão Performático no Cabaré Voltaire | Grupo Empreza (GO)

(Classificação indicativa: 18 anos)

23/10 – 20h

Protocolo Elefante | Grupo Cena 11 (SC)

(Classificação indicativa: 18 anos)

Local: Centro Cultural UFG (Avenida Universitária, 1533, Setor Leste Universitário)

Entrada: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)

 

11º Circuito Cinema Popular percorre seis cidades do interior do Estado entre os dias 10 e 19 de maio

Por Luisa Guimarães

As cidades de Nerópolis, Itaberaí, Itapuranga, Ceres, Silvânia e Piracanjuba participam desta edição do projeto, que exibe o filme “As Duas Irenes”

Cinema Popular - créditos Layza Vasconcelos

Chegando à 11ª edição em 2018, o Cinema Popular dá início ao circuito no dia 10 de maio na cidade de Nerópolis. Até o dia 19 o projeto passa também pelas cidades de Itaberaí, Itapuranga, Ceres, Silvânia e termina o circuito em Piracanjuba, promovendo sessões públicas e gratuitas do filme “As Duas Irenes”, do diretor goiano Fábio Meira.

Cinema Popular - créditos João Paulo Cardoso (1)

A proposta de realizar um circuito itinerante de exibição de filmes surgiu há mais de uma década, mas a discussão principal do projeto continua atual. Segundo o último levantamento do IBGE, apenas 10% das cidades brasileiras possui sala de exibição. Como resultado disso, 46% da população brasileira, quase a metade, vive em municípios que não possuem salas de cinema; este foi o resultado do estudo Impacto Econômico do Setor Audiovisual Brasileiro, divulgado no fim de 2016.

Cinema Popular - créditos João Paulo Cardoso (4)

A democratização do acesso à cultura e a valorização das produções nacionais são o mote principal do circuito itinerante. Novas salas de exibição são inauguradas constantemente, mas a concentração geográfica delas continua dominante nas capitais ou nas cidades de grande porte – com mais de 500 mil habitantes. “O Cinema Popular atua visando a redução dos níveis de exclusão audiovisual que atinge a população brasileira”, explica Maria Abdalla, coordenadora do projeto que tem realização do Icumam Cultural e Instituto.

“Essa democratização do acesso ao cinema, principalmente às produções brasileiras, a circulação dessas obras e a formação de público para o audiovisual são os eixos fundamentais da ação. A satisfação de proporcionar um momento de entretenimento, lazer e cultura para a população de cada cidade participante é o estímulo que mantém o Cinema Popular ativo por todos esses anos”, finaliza Maria Abdalla.

As Duas Irenes

Filme - As Duas Irenes 2

O filme escolhido para ser exibido neste 11º Circuito Cinema Popular é “As Duas Irenes”, escrito e dirigido pelo goiano Fábio Meira. Gravado e ambientado na cidade de Goiás, o longa-metragem traz as atrizes Priscila Bittencourt e Isabela Torres interpretando as duas Irenes.

O ponto de partida do filme foi uma história que aconteceu na família do próprio diretor. O avô de Fábio Meira teve duas filhas com mulheres diferentes e colocou o mesmo nome nelas; aos 13 anos, ele descobriu o segredo do avô. A história o marcou e anos depois começou a escrever o roteiro. Foram sete anos até colocar a história das duas Irenes na tela.

Cinema Popular - filme As Duas Irenes

O filme integrou a mostra Generation do Festival de Berlim e venceu quatro prêmios no Festival de Gramado: melhor ator coadjuvante, para Marco Ricca; roteiro, para o também diretor Fábio Meira, e o de melhor filme para a crítica. Em outubro, ganhou o prêmio de “Melhor Filme – Sessão Ponto de Encontro” na 62ª Semana Internacional de Cine de Valladolid, um dos mais tradicionais festivais da Espanha.

Cinema para todos

Cinema Popular - créditos Nathália Mendes

A ação já levou cinema a mais de 180 mil pessoas em suas dez edições anteriores. No total foram 46 cidades percorridas, 131 exibições em praça pública e dez longas-metragens brasileiros exibidos: “Narradores de Javé”, dirigido por Eliane Caffé; “Lisbela e o Prisioneiro”, dirigido por Guel Arraes; “Dois Filhos de Francisco”, dirigido por Breno Silveira; “Tapete Vermelho”, dirigido por Luís Alberto Pereira; “O menino da Porteira”, dirigido por Jeremias Moreira; “Pequenas Histórias” e “O Segredo dos Diamantes”, ambos dirigidos por Helvécio Ratton; “O Palhaço”, dirigido por Selton Mello e “Cine Holliúdy”, dirigido por Halder Gomes.

O Cinema Popular conta com patrocínio da RTE Rodonaves Transportes através do Programa Estadual de Incentivo à Cultura do Estado de Goiás – Lei Goyazes, realização do Icumam Cultural Instituto, apoio da Vitrine Filmes e apoio local das prefeituras e secretarias das cidades participantes do circuito.

Trailer - As Duas Irenes:
https://www.youtube.com/watch?v=Bm0eYP6MGk0&t=5s

Teaser - As Duas Irenes:
https://www.youtube.com/watch?v=dbMpoxQnbvI

Saiba mais sobre o 11º Circuito Cinema Popular:
www.icumam.com.br/11_circuito_cinema_popular/

Facebook/CinemaPopular
Instagram@icumam_

PROGRAMAÇÃO
Data: 10 de maio (quinta-feira)
Horário: 20h
Cidade: Nerópolis – GO
Local: Praça São Benedito

Data: 12 de maio (sábado)
Horário: 20h
Cidade: Itaberaí – GO
Local: Praça da Matriz

Data: 14 de maio (segunda-feira)
Horário: 20h
Cidade: Itapuranga – GO
Local: Praça Castelo Branco

Data: 16 de maio (quarta-feira)
Horário: 20h
Cidade: Ceres – GO
Local: Praça Cívica

Data: 18 de maio (sexta-feira)
Horário: 20h
Cidade: Silvânia – GO
Local: Praça do Rosário

Data: 19 de maio (sábado)
Horário: 20h
Cidade: Piracanjuba – GO
Local: Praça da Matriz

 

 

Rafinha Bastos retorna aos palcos com o stand up Últimas Palavras

Por Fatomais 

Um dos principais nomes do humorismo da atualidade, Rafinha Bastos apresenta o espetáculo “Últimas Palavras”, dia 29 de abril, no Teatro Madre Esperança Garrido, em Goiânia. Os ingressos já estão à venda.

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Neste novo espetáculo, o terceiro solo da carreira, o comediante não perde a sua verve ácida e segue transformando fatos do cotidiano e de sua vida pessoal em piadas. Processos judiciais, polêmicas, a relação com o filho e a vida amorosa são alguns combustíveis para a comédia.

Rafinha Bastos é um dos principais nomes do humor nacional, mas estava longe dos palcos há três anos. Nesse intervalo fez três séries para o canal Multishow ( “Tá rindo do quê”; “Chamado central” e “Eu, Ela e 1 Milhão de Seguidores”), um filme (Internet, o filme), criou um canal no YouTube (Ilha de Barbados) e ainda atuou em outros cinco filmes.

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Agora está de volta no show mais esperado dos últimos tempos. O texto é de autoria do próprio humorista, quase sempre cercado de polêmicas, e que além de divertir tem conteúdo para reflexões. “Eu busco mesmo é me divertir e divertir o meu público. Se resolvem tirar alguma conclusão mais profunda das coisas que digo, ótimo. Se não, tudo bem também, mas a resposta que o público dá para o que escrevo é importantíssima para eu saber o ‘caminho’ do meu material”, diz.

Sobre Rafinha Bastos
O comediante, ator e jornalista, está entre os 30 comediantes mais assistidos do mundo no YouTube. Atuante nas redes sociais possui mais de 11 milhões de seguidores no Twitter, 4,5 milhões de curtidas no Facebook e 1,3 milhões de fãs no Instagram. Começou a sua trajetória na comédia stand up em 2004, sendo um dos pioneiros do estilo no país. Rafinha foi apresentador dos programas de televisão CQC, A Liga e Agora é Tarde. No Multishow, apresentou o programa “Tá rindo do quê?” e, atualmente, está no humorístico “Chamado Central” e na série “Eu, Ela e 1 milhão de Seguidores”.

Serviço
“Últimas Palavras” com Rafinha Bastos
Dia: 29 de abril, às 20h
Local: Teatro Madre Esperança Garrido, Av. Contorno nº 63 – Centro

Ingressos:
Plateia Inferior: R$ 90 (inteira) / R$ 45 (meia-entrada) Plateia Superior: R$ 80 (inteira) / R$ 40 (meia-entrada)
50% de desconto para clientes Itaucard

Vendas:
Cartão de crédito: www.compreingressos.com e call center 4052-0016
Komiketo da T-4 (St. Serrinha)

Telefone do teatro: 3212-3531

Classificação etária: 14 anos
Duração: 60 / 70 m

Vera Fischer completa 45 anos de carreira e estreia o clássico ‘Doce Pássaro da Juventude’

Por Fatomais

Dirigido por Gilberto Gawronski, traduzido pela atriz Clara Carvalho, o texto de Tennessee Willams foi adaptado por Marcos Daud para 10 atores

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Vera Fischer, um dos ícones consagrados do universo teatral brasileiro, estará presente no Teatro Sesi, nos dias 28 de abril, às 21h e 29 de abril, às 20h, estrelando a peça Doce Pássaro da Juventude. Ao lado do ator Pierre Baitelli, Vera vive o papel de Alexandra Del Lago, uma atriz decadente, inteligente, ególatra, talentosa, manipuladora e sem censura alguma. A personagem é uma experiente artista, que se olha no espelho e enxerga uma velha fracassada. Com isso, foge para o interior e acaba conhecendo um homem mais novo, que almeja poder e sucesso, detalha Vera, que produz o espetáculo, junto com Luciano Borges e Edson Fieschi. Já Pierre Baitelli é o jovem galã ambicioso Chance Wayne, interpretado no cinema por Paul Newman. A Vera escolhe personagens certos, sabe o que falar e se conhece muito bem, conta o diretor Gilberto Gawronski.

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A trama se passa na década 1950, no sul dos Estados Unidos, em meio ao surgimento do KuKluxKlan, época marcada pela oposição aos movimentos civis, violência e discriminação racial. Me identifiquei muito com a personagem, é como se o Tennessee fosse meu amigo e tivesse escrito tudo isso para mim, conta Vera, que, além de Baitelli, divide o palco com Mario Borges, Ivone Hoffmann, Bruno Dubeux, Clara Garcia, Dennis Pinheiro, Juliana Boller, Pedro Garcia Netto e Renato Krueger.

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A proposta da montagem é fazer uma encenação realista que trabalhe os signos teatrais: A personagem Celeste (Juliana Boller) é uma figura cheia de luz, BossFinley (Mario Borges) é o chefe, enquanto Chance (Pierre Baitelli) é a sorte, explica Gawronski, que trabalha pela primeira vez com um texto do autor. O cenário assinado por Mina Quental é um espaço neutro, onde a cama e o palanque político são o mesmo lugar, fazendo uma metáfora entre sexo e poder. O figurino, de Marcelo Marques, remete aos anos 50, apenas o essencial entra em cena. A trilha sonora original foi especialmente desenvolvida para o espetáculo por Alexandre Elias. Nos inspiramos no cinema americano da década de 50. Entre músicas, canções e vinhetas, misturamos instrumentos como saxofone, baixo acústico e piano com a música eletrônica, explica Elias, ganhador dos prêmios Shell e Bibi Ferreira pela direção musical de Gonzagão, a Lenda.

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Vera ainda destaca a sua satisfação pessoal pelo projeto em meio a uma crise financeira e cultural no país. Estamos fazendo uma peça grandiosa. Todos estão muito felizes, pois ninguém está contratando dez atores para fazer um espetáculo atualmente. Trabalhando como uma companhia de teatro, o diretor destaca a união de todos a serviço de Tennessee: Temos o mesmo objetivo, o trabalho é colaborativo. O que nos une é a dramaturgia.

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Sobre Vera Fischer:
Vera Fisher se define como um bicho de teatro. Ela lembra a primeira vez que pisou no palco: eu achava que teatro tinha que ser feito por atrizes quase deusas. Achava tão importante estrear que tive uma gastrite nervosa no meu primeiro espetáculo. Miss Brasil em 1969, logo iniciou sua trajetória artística. Estreou em novelas em 1976. O primeiro trabalho foi Espelho Mágico, de Lauro César Muniz. Foi premiada em 1977 e 1982 como melhor atriz pelos filmes Amor Estranho Amor e Intimidade. Pisar no palco é comigo mesmo, diz a atriz que produziu a primeira peça, em 1983, “Os Desinibidos”, de Roberto Athayde. Em 1984, encenou “Negócios de Estado”, de Louis Verneuil. Em 1992, fez uma Lady Macbeth apaixonada em “Macbeth”, releitura de Shakespeare de Ulysses Cruz. Quando quis mostrar o universo de Eugene O’Neill, Vera representou, em 1994, a tragédia “Desejo”. Seu encontro com Tennessee Williams se deu em 2000, quando atuou e produziu a peça “Gata em Teto de Zinco Quente”, sucesso em todo o Brasil. Seus últimos trabalhos no teatro foram Relações Aparentes, em 2016, e Ela é o Cara, uma comédia surrealista, que terminou temporada em maio de 2017. Vera ainda lançou quatro livros e pintou mais de 200 quadros.

Ficha Técnica
Texto: Tennessee Williams
Tradução: Clara Carvalho
Adaptação: Marcos Daud
Direção: Gilberto Gawronski
Elenco: Vera Fischer, Pierre Baitelli, Mario Borges, Ivone Hoffmann, Bruno Dubeux,Clara Garcia, Dennis Pinheiro, Juliana Boller, Pedro Garcia Netto, Renato Krueger
Cenário: Mina Quental
Figurinos: Marcelo Marques
Iluminação: Paulo César Medeiros
Trilha sonora original: Alexandre Elias
Fotos estúdio: Marcelo Faustini
Produção Geral: Luciano Borges e Edson Fieschi
Realização: Borges & Fieschi Produções Culturais

Serviço
Doce Pássaro da Juventude
Local: Teatro Sesi
Data e horários: Dias 28 de Abril (sábado), às 21h e 29 de Abril (domingo), às 20h.

Valor dos ingressos:
R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia-entrada).

Vendas: Cartão de crédito: www.compreingressos.com e call center 4052-0016
Komiketo da T-4 (St. Serrinha).

Informações: 3269-0800

Duração: 110 minutos.
Classificação: 14 anos.

IV Fronteira Festival divulga programação completa

Por Geórgia Cynara

Debates, residência crítica e masterclasses completam a intensa programação de mostras competitivas internacionais e mostras especiais não competitivas, de 12 a 21 de abril, no Cinema Lumière do Banana Shopping

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A programação do IV Fronteira – Festival Internacional do Filme Documentário e Experimental, além dos 98 filmes de 26 países distribuídos em mostras internacionais competitivas e mostras especiais não competitivas, contempla ações de formação, como debates, masterclasses e a quarta edição da residência Estado Crítico. As atividades estão distribuídas entre os dias 12 e 21 de abril de 2018, no Cinema Lumière do Banana Shopping, no Centro de Goiânia. Os ingressos podem ser adquiridos a R$8 inteira, R$ 4 meia e R$ 70 o passaporte para todas as sessões.

O festival é realizado pela Barroca Filmes, com recursos do Fundo Nacional da Cultura, apresentação da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura, Fundo de Arte e Cultura do Estado de Goiás, Seduce e Governo de Goiás, e patrocínio da rede Cinemas Lumière.

Formação – Dentro das ações de formação do IV Fronteira, acontecem as materclasses com o pesquisador italiano Adriano Aprà sobre a obra de Roberto Rossellini (14 e 15 de abril, sábado e domingo, das 9 às 12h) e com o realizador e preservador audiovisual canadense Stephen Broomer sobre a própria obra (16 de abril, segunda, das 9h às 12h). As masterclasses acontecem no Cinema Lumière do Banana Shopping, sede do festival.

Debates – A programação traz debates sobre questões urgentes de linguagem e contexto político-histórico pertinentes ao cinema contemporâneo. No domingo, 15 de abril, após a sessão da Mostra Especial: Às Primaveras que Virão (16h), os realizadores e pesquisadores Marcelo Soldan, Mateus Ferreira e Tatiana Leal debatem sobre os filmes exibidos, que revelam a desobediência e os questionamentos, em linguagem e postura política, de cineastas-cidadãos em busca de um mundo diferente.

No dia 18 de abril (quarta), após a Mostra Especial: Experimentos da Diáspora Africana (14h20), os professores, pesquisadores e realizadores Ádria Borges, Rei Souza, Ceiça Ferreira e Amaranta César debatem sobre o conjunto de poéticas pós-coloniais dos negros sobre si, suas imagens e o mundo, exibido na sessão.

No último dia do festival, 21 de abril, após a Mostra Especial Cadmo e o Dragão, os realizadores e representantes goianos dos filmes exibidos na sessão, Larry Sullivan, Daniel Nolasco, Rafael de Almeida, Lucas Matheus e Silvana Belini, debatem sobre suas produções e sobre o fazer cinema de invenção no estado.

Mesa-redonda – O IV Fronteira discute a importância da preservação audiovisual na mesa Memória e Preservação, na terça dia 17 de abril, das 14 às 15h30, no Teatro Sonhus do Espaço Sonhus, com a participação dos preservadores e realizadores audiovisuais  Hernani Heffner (Brasil), Stephen Broomer (Canadá) e Sami Van Ingen (Finlândia) e mediação do professor de cinema do IFG Renato Naves Prado.

Estado Crítico – De 17 a 20 de abril, das 9 às 12h, no Cine Sonhus do Espaço Sonhus, o festival promove a Estado Crítico: Residência de Crítica de Cinema, com os críticos e curadores Ela Bittencourt e Victor Guimarães e a participação de 12 críticos residentes.

Mostras competitivas internacionais – Os oito longas e 18 curtas-metragens de 20 países integrantes das mostras competitivas concorrem aos prêmios de Melhor Filme e Prêmio Especial do Júri em cada categoria. O júri oficial é composto pela professora e pesquisadora de cinema da Universidade Federal do Recôncavo Baiano, Amaranta César; pelo cineasta canadense Stephen Broomer; e pelo conservador-chefe da Cinemateca do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Hernani Heffner.

O festival prevê ainda participação de um júri jovem, composto por quatro estudantes de Cinema e Audiovisual do Instituto Federal Goiano e da Universidade Estadual de Goiás. Os estudantes também concedem prêmios aos melhores filmes. Também serão premiados os melhores curta e longa segundo o júri popular do festival.

Mostras especiais – Além das competitivas de curtas e longas-metragens, o festival prevê mostras especiais não competitivas, com comentários de realizadores, professores e críticos de cinema. São elas: Atualidade Rossellini, Cineastas na Fronteira – Lee Anne Schmitt + Stephen Broomer, Cadmo e o Dragão, Às Primaveras que Virão, Experimentos da Diáspora Africana, Visões da Destruição, Exibições especiais e Sessão especial com acompanhamento ao vivo da Onomatorquestra, além das sessões de abertura e encerramento do festival.

Abertura e encerramento – A sessão de abertura, dia 12 de abril, às 20h, conta com a exibição de 165708, curta de Josephine Massarella (Canadá, 2017), e Djamilia, Aminatou Echard (França, 2018, 84’), com a presença da realizadora francesa.

O festival se encerra com o longa Arruína Teu Reino (Ruinas tu Reino), de Pablo Escoto (México, 2016), às 21h de 21 de abril.

Acessibilidade – Após o festival, o filme Diários de Classe, de Maria Carolina e Igor Sousa (Brasil, 2017, 72 min), permanece em cartaz no domingo, 22 de abril, com sessões especiais às 15 (com legendas descritivas), 17 (com audiodescrição) e 19h (com libras).

PROGRAMAÇÃO

16/04 – SEGUNDA-FEIRA

LOCAL: Lumière Banana

09h às 12h – MASTERCLASS COM STEPHEN BROOMER (CANADÁ) 

14h30 – CINEASTAS NA FRONTEIRA: LEE ANNE SCHMITT (14 ANOS)

Mulher Filma a Noite (Womannightfilm), Lee Anne Schmitt (EUA, 2015, 12 min)

A Última Caçada de Búfalos (The Last Buffalo Hunt), Lee Anne Schmitt (EUA, 2011, 78 min) 

16h30 – COMPETITIVA INTERNACIONAL DE CURTAS-METRAGENS

PROGRAMA 1 – ESTADOS DE EMERGÊNCIA (16 ANOS)

Anti Objetos, Ou Lugar Sem Trajeto ou Fronteira (Anti-objects or Space without Path or Boundary), Sky Hopinka (EUA, 2017, 13 min)

Poço dos Desejos (Wishing well), Sylvia Schedelbauer (Alemanha, 2018, 13 min)

Miragem Meus Putos, Diogo Baldaia (Portugal, 2017, 24 min)

Babilônia (Babylon), Keith Deligero (Filipinas, 2017, 20 min)

Filme de Rua, Joanna Ladeira, Paula Kimo, Zi Reis, Ed Marte, Guilherme Fernandes e Daniel Carneiro (Brasil, 2017, 24 min)

18h30 – ATUALIDADE ROSSELLINI (16 ANOS)

Alemanha, Ano Zero, Roberto Rossellini (Itália, 1948, 75 min)

*Sessão comentada pelo curador Adriano Aprà (Itália) 

21h10 – COMPETITIVA INTERNACIONAL DE LONGAS-METRAGENS (12 ANOS)

Era Uma Vez Brasília, Adirley Queirós (Brasil, 2017, 99 min)

*Sessão comentada pelo cineasta Adirley Queirós (Brasil)

 

17/04 – TERÇA-FEIRA

LOCAL: Lumière Banana (exibições)

09h às 12h – ESTADO CRÍTICO: RESIDÊNCIA DE CRÍTICA DE CINEMA

LOCAL: Cine Sonhus – Espaço Sonhus

Com Ela Bittencourt e Victor Guimarães 

14h às 15h30 – MESA: MEMÓRIA E PRESERVAÇÃO

LOCAL: Teatro Sonhus – Espaço Sonhus

Com Hernani Heffner (BRA), Stephen Broomer (CAN) e Sami Van Ingen (FIN)

Mediação de Renato Naves Prado 

15h30 – EXIBIÇÃO ESPECIAL (12 ANOS)

Protótipo (Prototype) – 3D, Blake Williams (Canadá, 2017, 62 min) 

17h – CINEASTAS NA FRONTEIRA: STEPHEN BROOMER (LIVRE)

Fontes de Paris (Fountains Of Paris), Stephen Broomer (Canadá, 2018, 9 min)

O Fantasma de Pepper (Pepper’s Ghost), Stephen Broomer (Canadá, 2013, 18 min)

Correntes Selvagens (Wild Currents), Stephen Broomer (Canadá, 2015, 6 min)

Variações de um Tema de Michael Snow (Variations On A Theme By Michael Snow), Stephen Broomer (Canadá, 2015, 7 min)

O Cais da Rainha (Queen’s Quay), Stephen Broomer (Canadá, 2012, 1 min)

Conservatório (Conservatory), Stephen Broomer (Canadá, 2013, 3 min)

Balinese Rebar, Stephen Broomer (Canadá, 2011, 3 min)

Águas Residuais (Wastewater), Stephen Broomer (Canadá, 2014, 1 min)

Forma de Relevo 1 (Landform 1), Stephen Broomer (Canadá, 2015, 2 min)

Espíritos da Estação (Spirits In Season), Stephen Broomer (Canadá, 2013, 12 min)

Christ Church – Saint James, Stephen Broomer (Canadá, 2011, 6 min)

Brébeuf, Stephen Broomer (Canadá, 2012, 10 min)

*Sessão apresentada pelo cineasta Stephen Broomer (Canadá) 

19h – ATUALIDADE ROSSELLINI (14 ANOS)

Rossellini Visto da Rossellini, Adriano Aprà (Itália, 1992, 62 min)

*Sessão comentada pelo diretor Adriano Aprà (Itália) 

21h30 – COMPETITIVA INTERNACIONAL DE LONGAS-METRAGENS (18 ANOS)

Os Olhos da Libélula (Dragonfly Eyes), Xu Bing (China, 2017, 81 min)

18/04 – QUARTA-FEIRA

LOCAL: Lumière Banana (exibições)

09h às 12h – ESTADO CRÍTICO: RESIDÊNCIA DE CRÍTICA DE CINEMA

LOCAL: Cine Sonhus – Espaço Sonhus

Com Ela Bittencourt e Victor Guimarães 

14h20 – MOSTRA ESPECIAL: EXPERIMENTOS DA DIÁSPORA AFRICANA (12 ANOS)

Como eu Poderia me Atrasar (How Can I Ever Be Late), Kevin Jerome Everson e Claudrena N. Harold (EUA, 2017, 4 min)

Arsênio Açucarado (Sugarcoated Arsenic), Kevin Jerome Everson e Claudrena N. Harold (EUA, 2014, 20 min)

Nós exigimos (We Demand), Kevin Jerome Everson e Claudrena N. Harold (EUA, 2016, 10 min)

Fronteiras Fluidas (Fluid Frontiers), Ephraim Asili (Canadá / EUA, 2017, 23 min)

Mahogany Também (Mahogany Too), Akosua Adoma Owusu (Gana / EUA, 2018, 3 min)

O Lamento do Jazz (The Cry Of Jazz), Ed Bland (EUA, 1959, 34 min)

*Sessão seguida de debate com Ádria Borges, Rei Souza, Ceiça Ferreira e Amaranta César 

17h20 – ATUALIDADE ROSSELLINI (14 ANOS)

O Medo, Roberto Rossellini (Itália, 1954, 84 min)

*Sessão apresentada pelo curador Adriano Aprà (Itália) 

19h10 – COMPETITIVA INTERNACIONAL DE LONGAS-METRAGENS (18 ANOS)

Eu Sou o Rio, Anne e Gabraz (Brasil, 2017, 78 min) 

21h – CINEASTAS NA FRONTEIRA: LEE ANNE SCHMITT (14 ANOS)

A Trilha de Farnsworth (The Farnsworth Score), Lee Anne Schmitt (EUA, 2017, 28 min)

O Expurgo da Terra (Purge This Land), Lee Anne Schmitt (EUA, 2017, 80 min)
 

19/04 – QUINTA-FEIRA

LOCAL: Lumière Banana (exibições) 

09h às 12h – ESTADO CRÍTICO: RESIDÊNCIA DE CRÍTICA DE CINEMA

LOCAL: Cine Sonhus – Espaço Sonhus

Com Ela Bittencourt e Victor Guimarães 

14h30 – ATUALIDADE ROSSELLINI (12 ANOS)

India, Matri Buhmi, Roberto Rossellini (Itália, 1959, 95 min)

*Sessão comentada pelo curador Adriano Aprà (Itália) 

17h20 – COMPETITIVA INTERNACIONAL DE CURTAS-METRAGENS

PROGRAMA 2 – O MUNDO QUE FALTA (LIVRE)

Chama (Polte), Sami Van Ingen (Finlândia, 2018, 15 min)

Encontrar o 21º Dia (To Find the Day 21st), Kieko Ikehata (Japão, 2017, 13 min)

Frases Fantásticas (Phantasiesatze), Dane Komljen (Alemanha, 2017, 17 min)

Mondo LXXV, Rei Souza (Brasil, 2017, 7 min)

Pedra Do Sol (Sunstone), Filipa César e Louis Henderson (França / Portugal, 2018, 34 min)

Terra Arrasada N. 1 (Wasteland N. 1), Jodie Mack (EUA, 2017, 4 min)

19h30 – COMPETITIVA INTERNACIONAL DE LONGAS-METRAGENS (16 ANOS)

Mariana, Chris Gude (Colômbia, 2017, 64 min) 

21h – CINEASTAS NA FRONTEIRA: LEE ANNE SCHMITT (12 ANOS)

O Lago William (William’s Lake), Lee Anne Schmitt (EUA, 2015, 12 min)

California Company Town, Lee Anne Schmitt (EUA, 2008, 76 min)
20/04 – SEXTA-FEIRA

LOCAL: Lumière Banana (exibições)

09h às 12h – ESTADO CRÍTICO: RESIDÊNCIA DE CRÍTICA DE CINEMA

LOCAL: Cine Sonhus – Espaço Sonhus

Com Ela Bittencourt e Victor Guimarães 

13h40 – ATUALIDADE ROSSELLINI (14 ANOS)

Descartes, Roberto Rossellini (Itália, 1974, 162 min)

*Sessão comentada pelo curador Adriano Aprà (Itália) 

17h30 – COMPETITIVA INTERNACIONAL DE CURTAS-METRAGENS

PROGRAMA 3 – PAISAGENS DA MEMÓRIA (14 ANOS)

O Turista No Espelho, Lourival Belém Jr. (Brasil, 2018, 26 min)

Travessia, Safira Moreira (Brasil, 2017, 5 min)

Armadilha (Decoy), Alee Peoples (EUA, 2017, 10 min)

Homem Negro Sem Identificação (Hombre Negro Sin Identificar), Javier Extremera Rodríguez (Espanha, 2017, 16 min)

Rosa, Saif Alsaegh (EUA, 2018, 17 min)

Nu Dem, Jennifer Saparzadeh (Áustria / EUA / Grécia, 2017, 9 min)

Rua dos Construtores, n. 3 (3rd Builders’ Street), Pim Zwier (Países Baixos, 2018, 13 min)

19h50 – COMPETITIVA INTERNACIONAL DE LONGAS-METRAGENS (12 ANOS)

Ouroboros, Basma Alsharif (França / Palestina / Bélgica / Catar, 2017, 77 min) 

21h30 – MOSTRA ESPECIAL: VISÕES DA DESTRUIÇÃO

PROGRAMA 3 – REVIVER O MUNDO (12 ANOS)

Útero (Womb), Scott Barley (Reino Unido, 2017, 16 min)

Plus Ultra, Helena Girón e Samuel M. Delgado (Espanha, 2017, 13 min)

Branco (Blanche), Marc Hurtado (França, 2017, 34 min)

Luz Vazada, Mancha do Amor (Light Lick, Love Stain), Saul Levine (EUA, 2018, 3 min)

Patiras, Jacques Perconte (França, 2017, 33 min)
21/04 – SÁBADO

LOCAL: Lumière Banana

14h30 – SESSÃO ESPECIAL COM ACOMPANHAMENTO DA ONOMATORQUESTRA (LIVRE)

Introdução

Em Terra (At Land), Maya Deren (EUA, 1946, 15 min)

Estudo em Coreografia para a Câmera (A Study in Coreography for Camera), Maya Deren (EUA, 1946, 4 min)

Caminho dos Gigantes, Alois di Leo (Brasil, 2016, 12 min) 

16h – EXIBIÇÃO ESPECIAL (14 ANOS)

Baixo Centro, Ewerton Belico (Brasil, 2018, 80 min)

17h40 – CADMO E O DRAGÃO (18 ANOS)

Família S2, João Henrique Pacheco (Brasil, 2017, 6 min)

Kris Bronze, Larry Sullivan (Brasil, 2018, 23 min)

Sr. Raposo, Daniel Nolasco (Brasil, 2018, 22 min)

Wide Awake, Rafael de Almeida (Brasil, 2018, 7 min)

Estou na Cachoeira, Lucas Matheus (Brasil, 2017, 21 min)

Diriti de Bdé Buré, Silvana Belini (Brasil, 2018, 18 min)

*Debate com realizadores após a sessão 

21h – SESSÃO DE ENCERRAMENTO (12 ANOS)

Arruína Teu Reino (Ruinas tu Reino), Pablo Escoto (México, 2016, 64 min)
22/04 – DOMINGO

LOCAL: Lumière Banana 

SESSÕES ESPECIAIS – ACESSIBILIDADE (LIVRE)

Diários de Classe, Maria Carolina e Igor Sousa (Brasil, 2017, 72 min) 

15h – LEGENDAS DESCRITIVAS 

17h – AUDIODESCRIÇÃO 

19h – LIBRAS

Serviço:

IV Fronteira Festival – Programação completa

Data: 12 a 21 de abril de 2018

Local: Cinema Lumière Banana Shopping – Avenida Araguaia, n. 376, Centro, Goiânia

Ingressos: R$8 inteira, R$ 4 meia e R$ 70 o passaporte para todas as sessões.

Mais infohttp://www.fronteirafestival.com

Facebookhttps://www.facebook.com/fronteirafestival/

#FFF4 #FronteiraFestival

 

Flamboyant In Concert recebe Frejat em show inédito com participação especial do maestro João Carlos Martins

Por Fatomais

Ingressos para a apresentação, dia 24 de abril, já estão disponíveis para trocas

Depois da estreia com o cantor Milton Nascimento, o Flamboyant In Concert se prepara para protagonizar mais um show inédito, desta vez, comandado pelo guitarrista, cantor e compositor Roberto Frejat. Os goianos serão recebidos com rock de primeira grandeza, no show da turnê ‘Tudo se Transforma’. Valorizando a exclusividade da apresentação, dia 24 de abril, às 19h30, no Deck Parking Sul, o público ainda será agraciado com as participações especiais do maestro João Carlos Martins e cordas, que prometem visitar a beleza da música clássica.

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Para a mistura de dois estilos musicais tão diferentes, está prevista, além do piano, uma camerata de 15 músicos. A expectativa é que eles interpretem sucessos como ‘Túnel do tempo’, ‘Segredos’, ‘Por Você’ e ‘Amor prá recomeçar’.

Os ingressos para o segundo show no Flamboyant In Concert 2018 já podem ser trocados, mediante apresentação de notas fiscais de lojas do Flamboyant. Com o patrocínio dos cartões Caixa Elo, clientes que comprovarem compras de forma integral e exclusiva nestes cartões terão direito ao dobro de ingressos.

© Foto Fernando Mucci/Platinum

Serviço:
Flamboyant In Concert
Show Frejat com participação especial do maestro João Carlos Martins e cordas
Data: 24 de abril
Horário: 19h30
Local: Deck Parking Sul – Piso 1
Classificação etária: livre

Ingressos
Em todas as apresentações, o evento terá capacidade de público para cerca de três mil pessoas em cadeiras numeradas e organizadas por setor.

Confira a mecânica por setores
Os clientes podem adquirir seus ingressos no posto de trocas – no Piso 3, próximo a Centauro, mediante apresentação de notas fiscais. Clientes que realizarem compras em lojas do Flamboyant com os cartões da Caixa Elo terão direito ao dobro de ingressos na hora da troca.

Setor Caixa Elo Nanquim* - cada R$ 1.200,00 em compras, um ingresso (limitado a quatro convites por CPF).

Setor Caixa Elo Grafite* - cada R$ 800,00 em compras, um ingresso (limitado a quatro convites por CPF).

Setor Caixa Elo Mais* - cada R$ 500,00 em compras, um ingresso (limitado a quatro convites por CPF).

*Importante observar o período vigente das notas fiscais para cada show, conforme regulamento no site http://flamboyant.com.br/in-concert. Para a apresentação de Frejat com participação especial do maestro João Carlos Martins e cordas, por exemplo, serão aceitas notas fiscais de compras efetuadas entre o dia 1º e 24 de abril de 2018 ou enquanto houver ingressos disponíveis para troca.

Flamboyant In Concert
Realização: Flamboyant Shopping Center
Patrocínio: Claro, Cartões Caixa Elo, Unimed Goiânia
Apoio: Montreal Clube de Hospedagem
Mídia Partner: Rádio Executiva
Período: março a outubro de 2018
Total de shows: sete
Expectativa de público por show: cerca de três mil pessoas
Local / horário: Deck Parking Sul – Piso 1, do Flamboyant Shopping Center
Horário: 19h30
Classificação etária: Livre
Ingressos: mediante troca de notas fiscais de lojas do Flamboyant.
Local do posto de trocas: Piso 3, em frente a Centauro
Assessoria de imprensa: FatoMais Comunicação
Informações: 3546-2016

Próximos shows 2018

29/05 – Diogo Nogueira com participação de Alcione

26/06 – Paula Toller com participação de Paulo Miklos

28/08 – Fábio Junior com participação de Fiuk

25/09 – Biquini Cavadão & Humberto Gessinger

30/10 – Roupa Nova

Sobre o Flamboyant In Concert

A iniciativa criada pelo Flamboyant Shopping Center em 2005 evidencia o Flamboyant In Concert entre os melhores projetos de marketing da América Latina. Entre as conquistas que reforçam a afirmação estão a silver no ICSC Awards Global e o público superior a 300 mil espectadores, contabilizados desde a primeira edição. Para os clientes, além de um projeto de padrões internacionais, está o legado de reunir nomes como Djavan, Elba Ramalho, Gal Costa, Geraldo Azevedo, Ira!, Titãs, Ivan Lins, Jota Quest, Billy Paul, Lulu Santos, Zé Ramalho, Maria Rita, Zeca Baleiro e muitos outros. Isto porque, este ano, o projeto chegará ao final de 2018 à marca de 129 shows.