Festival de cafés especiais reúne cafeterias, baristas e coffee lovers no Shopping Cerrado

Por Olho Comunicação

Potencializar e amplificar o mercado de cafés especiais em Goiás, por meio de conhecimento, informação e know-how. Este é o objetivo central do Café Fest Brasil, evento que será realizado nos dias 5, 6 e 7 de abril, na praça de alimentação do Shopping Cerrado. A programação, que é aberta para o público em geral, contará com palestras, rodas de conversa, degustações, campeonato de Latte Art, além de exposição e comercialização de produtos relacionados ao setor, entre outras atividades.

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Segundo o proprietário da Speciale Café e um dos organizadores do evento, Pablo Jaime, este é o primeiro festival de cafés especiais de Goiás. “Ainda não tivemos outro grande evento neste formato. O Café Fest Brasil será focado nesta categoria específica de café, a fim de apresentar o conceito de café especial para o público, promover networking e potencializar o mercado”, conta.

Programação Café Fest Brasil - 05 de abril

Ele destaca ainda que o evento será interessante tanto para quem tem ou pretende abrir uma cafeteria quanto para os coffee lovers. “Marcas nacionais e multinacionais, representantes e distribuidores vão marcar presença no nosso evento para apresentar questões de maquinário e logística, mas também queremos mostrar para o público que café especial não é uma coisa de barista e cafeteria, mas algo que pode ser do dia-a-dia, de casa, do turismo”, pontua.

Programação Café Fest Brasil - 06 de abril

O evento terá entrada gratuita, mas as palestras e demais exposições demandam inscrição prévia pelo site https://www.sympla.com.br/cafefestbrasil. Já para participar da degustação de cafés especiais, o ingresso será vendido na ocasião ao preço simbólico de R$ 5. O voucher, que é válido no sábado e domingo, concede livre consumo de cafés de várias regiões do país, com diferentes perfis sensoriais, complexidades em aromas, sabores e notas sensoriais.

Programação Café Fest Brasil - 07 de abril

Programação

O evento terá início na sexta-feira (05), às 18h30, com cerimônia de abertura e uma roda de conversa entre baristas que atuam no mercado das cafeterias de Goiânia sobre o papel do profissional na cadeia produtiva, a qualificação profissional e os desafios da profissão, entre outros pontos. Em seguida, um campeonato de Latte Art reunirá profissionais especializados em cafés de alta qualidade, que deverão demonstrar criatividade na execução de desenhos no café, utilizando leite.

Os interessados em participar da disputa deverão entrar em contato com a organização do festival, pelo instagram @cafefestbrasil. O campeonato será acompanhado pelo público, que também terá a oportunidade de votar em sua performance preferida, ser sorteado para testar a técnica e concorrer a brindes. O valor arrecadado com as taxas de inscrição será totalmente revertido em prêmio para o ganhador.

Já no sábado (6), a programação começa às 10h30, com o funcionamento de estandes de diferentes modalidades. Além de representantes e distribuidores, que oferecerão apoio logístico e estrutural a estabelecimentos que trabalham com café de forma direta ou indireta, também haverá cafeterias e parceiros, que farão a exposição e comercialização de produtos como cafés, equipamentos, artesanatos, utensílios e ainda degustação de alimentos que harmonizam com a bebida, como queijo, chocolate e brownie, entre outros.

Às 12 horas, o público poderá conferir uma palestra sobre a tendência mundial e nacional dos métodos de cafés filtrados, com Luiz Salomão, diretor comercial na América Latina da Bunn, marca considerada líder no segmento de soluções e equipamentos para cafeterias, lanchonetes, hotéis e restaurantes. Às 14h30, a barista Roberta Flor abordará a origem do café, os critérios de um café de qualidade e outros assuntos relacionados aos cafés especiais.

Já às 17 horas, os coffee lovers Márcio Suzaki (@coffeekaze), Gustavo Afonso (@degustadordecafes) e Shara Ribeiro (Clube do Café sem Açúcar) comandarão um bate-papo sobre o papel do consumidor no mercado de cafés especiais, a importância da busca por conhecimento, o comportamento em relação à proposta das cafeterias e o hábito do café especial em casa para mostrar que café especial não é só “coisa de baristas”.

No domingo (07), além dos estandes, que funcionarão das 11h30 às 20 horas, o público também poderá conferir uma palestra sobre os segredos do café expresso e tudo o que envolve o preparo de um dos principais produtos comercializados nas cafeterias de todo o mundo, com Pablo Jaime, que também é barista sênior pelo Coffee Lab/SP. Às 17h30, Rodrigo Ramos (King Cafés Especiais), Romero Fonseca (Ópera Café e Bistrô) e Phill Carrijo (Prana Café) falarão sobre as oportunidades e possibilidades de levar o café especial como um negócio.

O Shopping Cerrado oferece estacionamento gratuito e fica na Avenida Anhanguera, nº 10.790, no Setor Aeroviário, em Goiânia.

O grupo do Shopping Cerrado

O Shopping Cerrado faz parte da CCP (Cyrela Commercial Properties S.A.), que é uma das principais empresas de desenvolvimento, aquisição, locação, venda e administração de imóveis comerciais do Brasil. Atualmente, tem em seu portfólio de shoppings oito empreendimentos no país, localizados nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Goiás.

Somados, abrigam mais de 1,5 mil varejistas em ABL (Área Bruta Locável) total superior a 289 mil m², dados que colocam a CCP entre as maiores administradoras de shoppings do Brasil. Desenvolvidos dentro dos mais avançados padrões construtivos, esses empreendimentos se destacam pela arquitetura moderna e funcional, localização privilegiada, potencial de retorno e permanentes práticas de sustentabilidade relacionadas à segurança, saúde e meio ambiente.

Aquela Cia. de Teatro (RJ) abre turnê nacional em Goiânia com o espetáculo Caranguejo Overdrive

Por Larissa Mundim 

O movimento Manguebeat e a denúncia social inspiram Aquela Cia. de Teatro na montagem de Caranguejo Overdrive, espetáculo programado para 30 e 31 de março, no Centro Cultural UFG, em Goiânia. Com direção de Marco André Nunes e texto de Pedro Kosovski, a peça teatral leva ao palco a Cidade em movimento e o impacto sobre seus habitantes, com execução ao vivo de música eletrônica e tambores de maracatu.

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Aquela Cia. de Teatro abre a turnê na capital goiana e segue para Belém/PA, Teresina/PI e São Luis/MA. Caranguejo Overdrive chega à capital goiana por meio do Programa Petrobras Distribuidora de Cultura que, através de seleção pública, contempla projetos de circulação de espetáculos teatrais não inéditos, em parceria do Ministério da Cultura. No último edital, foram investidos R$ 15 milhões. Ao todo, foram escolhidos 57 trabalhos, representantes das cinco regiões do País, com apresentações em todos os estados.

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Homem-caranguejo Ambientada no século 19, a peça apresenta-se atual. A trama narra a saga de Cosme, um ex-catador de caranguejos no mangue carioca, que é convocado a lutar ao lado do Exército Brasileiro, na Guerra do Paraguai. Depois de sofrer um colapso mental no meio do campo de batalha, ele é dispensado e, ao voltar para a sua terra natal, encontra um Rio de Janeiro caótico e em transformação.

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A cidade, com suas convulsões urbanísticas, está irreconhecível para esse homem. Cosme procura novamente o mangue, região que, em 1870, era conhecida como Rocio Pequeno – e hoje, Praça 11. Ele consegue um emprego na construção do canal que representou a primeira grande obra de saneamento na capital carioca. Cosme já não sabe mais se é homem, caranguejo, soldado ou operário. Sua crise o obriga a abandonar tudo, a vagar pela noite, a mergulhar no delírio e a assumir, finalmente, a forma do crustáceo. O homem-caranguejo vive na lama.

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Apesar do drama vivido pelo protagonista, Caranguejo Overdrive pode divertir o público maior de 16 anos, com bom humor e com a vibração da trilha sonora, que dialoga com a performance dos atores e atrizes: Alex Nader, Carol Virguez, Eduardo Speroni, Matheus Macena e Fellipe Marques.

A banda conduzida por Felipe Storino toca canções originalmente compostas para a peça, além de clássicos do movimento Manguebeat, que imortalizaram Chico Science e a Nação Zumbi. O power trio (guitarra, baixo e bateria) é constituído por Maurício Chiari, Pedro Leal e Felipe Storino.

Referência Outra referência importante da encenação é o livro Homens e Caranguejos, do escritor e geógrafo recifense, Josué de Castro, precursor dos estudos sobre a fome no Brasil. A dura poética dessa obra pode ser referenciada no seguinte trecho de seu prefácio A Descoberta da Fome (Lisboa, 1966):

“A lama dos mangues de Recife, fervilhando de caranguejos e povoada de seres humanos feitos de carne de caranguejo, pensando e sentindo como caranguejo. São seres anfíbios – habitantes da terra e da água, meio homens e meio bichos. Alimentados na infância com caldo de caranguejo – este leite de lama -, se faziam irmãos de leite dos caranguejos. [...] A impressão que eu tinha era a de que os habitantes dos mangues – homens e caranguejos nascidos à beira do rio – à medida que iam crescendo, iam cada vez se atolando mais na lama”.

Histórico Aquela Cia. foi fundada em 2005, a partir da reunião de artistas provenientes de várias escolas de teatro do Rio de Janeiro. Inicialmente, ancorada nas relações entre teatro e literatura, sua primeira montagem foi o Projeto K., sobre a vida e a obra de Franz Kafka.  Vieram em seguida Sub: Werther (interpretação do romance Os Sofrimentos do Jovem Werther, de Goethe, a partir dos intertextos do livro Fragmentos de um Discurso Amoroso, de Roland Barthes), Lobo nº1 [A Estepe] (baseado no romance de Herman Hesse), Do Artista Quando Jovem (em torno do universo literário de James Joyce).   Em 2011, a linha de trabalho do grupo passou a investigar a relação entre teatro, música e  Espetacularidade, com Outside, um musical noir (inspirado pelo encarte do álbum homônimo de David Bowie), Cara de Cavalo (que narra a trajetória trágica do inimigo público nº 1 do Rio de Janeiro em 1964, e suas interlocuções com a obra do artista Hélio Oiticica) e Edypop (explorando o encontro imaginário entre o mais pop dos herói gregos, Édipo, e o mais trágico dos artistas pop, John Lennon).   Em 2015, Aquela Cia. celebrou seus 10 anos com as montagens de Caranguejo Overdrive e Laio & Crísipo, esta última uma atualização de um dos mitos fundamentais da cultura ocidental, narrado por Sófocles em Édipo Rei, que relata a relação homoafetiva entre Laio, um exilado, e Crísipo, o filho do rei.

Sinopse: Caranguejo Overdrive Inspirada no Manguebeat de Chico Science, Caranguejo Overdrive narra a saga de Cosme, um ex-catador de caranguejos no mangue carioca na segunda metade do Século 19. Ele foi convocado a servir no exército brasileiro durante a Guerra do Paraguai e acabou enlouquecido no campo de batalha. Quando Cosme volta ao Rio de Janeiro, encontra uma cidade caótica em transformação. Ele não sabe se é um homem, um caranguejo, um soldado ou um operário.

Ficha Técnica

Patrocínio: Petrobras

Realização: Ministério da Cidadania e Governo Federal

Direção: Marco André Nunes

Texto: Pedro Kosovski

Elenco: Carol Virguez, Alex Nader, Eduardo Speroni, Matheus Macena, Fellipe Marques

Músicos em cena: Maurício Chiari, Pedro Leal e Felipe Storino

Direção Musical: Felipe Storino

Iluminação: Renato Machado

Operação de luz: Tamara Torres

Produção: Thaís Venitt | Núcleo Corpo Rastreado

Serviço

Caranguejo Overdrive – Aquela Cia. de Teatro

30 e 31 de março 2019

Sábado e domingo, 20h

Local: Centro Cultural UFG (Avenida Universitária, 1533, Setor Universitário, Goiânia/GO)

Classificação indicativa: 16 anos

R$ 10,00 inteira e R$ 5,00 meia

Acesso para pessoas com deficiências

Patrocínio: Petrobrás

Evento com degustação de bebidas e gastronomia destinado para noivas e festas corporativas

Por Katiúscia Pessoni 

Será realizada no dia 2 de abril (terça-feira), a 2ª Edição do Bride Food and Drink, sendo a primeira exposição exclusiva de alimentos e bebidas destinados a casamentos e eventos sociais. O evento é organizado pelo Casamento Gourmet, coordenado pela chef Tati Mendes e Lozi Eventos, sob o comando de Alexandre Lozi e Camila Gurgel. O horário será das 15h às 21h, no Espaço Memoratto.

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Diversos expositores do segmento como bufês, confeitarias, food trucks, vinícolas, mostrarão o que é tendência através de degustações para o mercado de eventos. O Bride Food and Drink não é somente destinado a noivas, mas também para quem realiza eventos sociais, promocionais e corporativos.

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Idealização

Tati Mendes é chef de cozinha e completamente apaixonada pelo mundo das noivas. Idealizadora no Instagram e do projeto Casamento Gourmet, Tati vem reunindo uma legião de noivas em seus eventos e redes sociais. Muito mais que vestidos, flores e coroas a chef casamenteira abraçou a causa de orientar e proporcionar momentos gourmets para as suas noivas.

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Realização

Há 15 anos no mercado, a Lozi Eventos é especialista em Eventos Sociais, Empresariais e Cerimonial. A gestão oferecida pela Lozi Eventos, comandada pelos profissionais Alexandre Lozi e Camila Gurgel, compreende as reuniões de consultoria, definição do projeto do evento, assessoria na contratação dos profissionais, organização e condução dos protocolos que regem o cerimonial e execução do pós-evento.

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Serviço

2ª Edição do Bride Food and Drink

Local: Av. Francisco de Melo, 1360 – Vila Rosa, Goiânia – GO

Data: 2 de abril (terça-feira)

Horário: 15h às 21h

Valor: R$ 35 reais

Vendas: na portaria e pelo site: http://bit.ly/BlendBeauty2019

Informações: 62 98155-0699

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Empresa aérea com base em Goiás amplia atuação em São Paulo, Bahia e Tocantins

Por Olho Comunicação

Brasil Vida Táxi Aéreo investe cifra milionária todos os anos, para garantir a qualidade e a segurança dos voos que realiza

Com 15 anos de existência realizando os serviços de UTI aérea, táxi aéreo executivo e transporte de órgãos e tecidos, a Brasil Vida Táxi Aéreo ampliará a sua atuação em estados como São Paulo, Bahia e Tocantins. A empresa, que é a que mais cresce nos segmentos em que atua no Brasil, vem realizando ações para prestar um serviço com ainda mais qualidade e rapidez nesses três estados, além de fortalecer a marca.

Brasil Vida Táxi Aéreo (crédito - divulgação) (1)

As capitais de São Paulo, Bahia e Tocantins já contam com bases da Brasil Vida, que também possui outra em Goiás. Todas as bases têm aeronaves, equipamentos e medicamentos necessários para a realização dos voos, além de equipe médica completa, incluindo médicos intensivistas e enfermeiros. A Brasil Vida dispõe de aeronaves modernas e totalmente equipadas, incluindo aviões Cheyenne I, Cheyenne II, Cheyenne III, Learjet e Westwind.

Brasil Vida Táxi Aéreo (crédito - divulgação) (2)

No caso de UTIs aéreas, as aeronaves também contam com equipamentos que permitem a realização de procedimentos necessários no paciente. “Os principais equipamentos são monitor multiparamétrico [para monitorização cardíaca, oximetria, pressão arterial invasiva e não invasiva], respirador artificial, controladores de infusão e oxigênio, equipamentos para imobilização de vítimas de acidentes e incubadora de transporte neonatal”, enumerou o coordenador aeromédico da Brasil Vida, Gilberto Júnior.

Fachada interna da Brasil Vida (crédito - divulgação)

A empresa está apta a realizar atendimento em todo o território brasileiro, bem como nas Américas do Sul, Central e do Norte, na Europa, na África, na Ásia e na Oceania. Segundo a gerente de marketing da Brasil Vida, Bruna Barbieux, a empresa investe mais de R$ 1 milhão em suas operações, anualmente, a fim de aprimorar cada vez mais a qualidade dos serviços oferecidos.

“As áreas em que mais investimos são cursos para a tripulação; manutenção de aeronaves, que é feita rigorosamente; e treinamento para o pessoal da administração e a equipe de vendas, para melhor orientação dos clientes”, ressaltou. Ela atribui o fato de a Brasil Vida ser a empresa que mais cresce por manter a qualidade e a excelência na realização dos serviços e por ser bem recomendada a partir do relacionamento com os clientes.

Diferenciais

O coordenador de voo da Brasil Vida Táxi Aéreo, Frederico Auad, pontuou que a empresa se destaca no mercado por apresentar diferenciais como “qualidade no atendimento humano, atendimento personalizado, acompanhamento da situação do cliente do começo ao fim, equipamentos de última geração e relacionamento com as maiores seguradoras de todo o mundo”. Para realizar os serviços com qualidade, a empresa dispõe de uma equipe altamente capacitada que inclui pilotos, copilotos, médicos, enfermeiros e coordenadores de voos.

O foco dos profissionais é prestar um atendimento com segurança e rapidez, de forma humanizada. Essa conduta também é destacada pelo coordenador aeromédico Gilberto Júnior. “A nossa equipe sempre foca o cliente de forma individualizada, para atender as suas necessidades”, afirmou. Ele explicou ainda que os “profissionais da saúde buscam saber informações a respeito do quadro clínico do paciente a ser transportado e orientam outros profissionais sobre o que fazer para estabilizar e adequar o quadro do mesmo”.

O atendimento realizado pela Brasil Vida também é exaltado pelos próprios clientes. Solange Elaine Cassin, por exemplo, declarou que “o trabalho que a equipe faz é extremamente humano e, ao mesmo tempo, muito profissional”. Lisa Walther, outra cliente da empresa, afirmou: “Ficamos muito satisfeitos com o trabalho de toda a equipe, mas, principalmente, com a dedicação e o empenho em salvar vidas”.

Avó dos bebês gêmeos Davi e Vítor, que foram transportados pela Brasil Vida, Lídia Nicolau destacou que a empresa se preocupou em oferecer uma solução convergente e humanizada. “Só o Davi tinha direito à UTI aérea, mas a mãe pediu para eles voarem juntos. Ao atenderem o pedido, eles fizeram muito mais: trouxeram a família unida para São Luís, no Maranhão”, contou. Já Danielle Moreira agradeceu, dizendo que “foram todos tão atenciosos e prestativos com o meu pai que até a saúde dele melhorou”.

Letícia Pal, que também utilizou os serviços da empresa, reforçou o coro das demais clientes. “Sem palavras para o atendimento que nós recebemos, desde a parte médica e enfermagem até o atendimento em solo. Ficamos todos extremamente felizes com o atendimento prestado por todas as pessoas com que tivemos contato”, disse.

 

Sobre a Brasil Vida

Com 15 anos de experiência, a Brasil Vida Táxi Aéreo presta os serviços de transporte aeromédico, feito por meio de UTI aérea, transporte de órgãos e tecidos e táxi aéreo executivo. É a primeira e única empresa no Centro-Oeste a garantir homologação para atuar como UTI aérea e táxi aéreo mundialmente. Para todos os voos, a Brasil Vida conta com pilotos e copilotos capacitados, além de uma equipe altamente especializada de médicos e enfermeiros nos casos de transporte aeromédico.

Tanto a equipe médica quanto a tripulação passam periodicamente por cursos de atualização, como Introdução à Medicina Aeroespacial, Fisiologia de Voo, Intervenções de Bordo e Emergências Gerais, entre outros. A empresa também atende a todas as normas da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), da Agência Nacional de Saúde (ANS), dos Conselhos Regionais de Medicina (CRMs) e dos Conselhos Regionais de Enfermagem (CORENs).

Para cuidar da manutenção das aeronaves, a Brasil Vida Táxi Aéreo utiliza os serviços da Brasil Aviation, que é uma empresa do grupo certificada pela ANAC. A manutenção é feita periodicamente por uma equipe qualificada da Brasil Aviation, que passa constantemente por cursos de atualização específicos. Os procedimentos de manutenção preventiva seguem altos padrões internacionais de qualidade e segurança.

A Brasil Vida conta ainda com uma Central de Atendimento 24 horas, composta por uma equipe preparada para explicar o funcionamento dos serviços, analisar o caso do cliente e definir o melhor tipo de aeronave e remoção. A empresa também dispõe de coordenadores de voo e equipe médica especializada para realizar a triagem do voo e organizar todo o processo.

Paulo Gustavo inicia turnê de show musical com sua mãe, Déa Lucia

Por Fato Comunicação 

‘Filho da Mãe’ resgata a carreira de cantora de Dona Déa e celebra a relação entre os dois

A estreia de ‘Minha Mãe é Uma Peça’ (2004) é um divisor de águas na carreira de Paulo Gustavo. O espetáculo o tornou conhecido nacionalmente e, após o início em um pequeno teatro, segue em cartaz até hoje em grandes casas para milhares de espectadores. Sua versão cinematográfica rendeu dois filmes e o recorde de 15 milhões de ingressos vendidos. Não é segredo que a personagem e o texto foram inspirados em sua mãe, Dona Déa Lucia, que também conquistou seus fãs com pequenas participações em projetos do filho.

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Para celebrar esta relação tão especial, Paulo Gustavo e Déa Lucia estarão juntos em cena a partir de 6 de abril, quando se inicia a turnê nacional de ‘Filho da Mãe’, show musical em que os dois vão cantar e contar as divertidas, é claro histórias de tantos anos de convivência. Após a estreia estrategicamente agendada em Niterói, cidade natal da dupla, as apresentações seguem por Goiânia, São Paulo, Campinas, Santos, Brasília, Belo Horizonte, Novo Hamburgo, Porto Alegre, João Pessoa, Recife, Rio de Janeiro e Curitiba.

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Com direito a uma superbanda e direção musical de Zé Ricardo, o show nasceu da vontade de Paulo Gustavo resgatar o passado de Déa, que teve uma carreira de cantora até o início dos anos 2000, quando formou um grupo responsável por animar festas de casamento, eventos, bailes e até serestas. ‘Ela sempre quis ser cantora. Quando precisava nos sustentar, trabalhava em colégios durante o dia e cantava à noite, mas nunca fez um show assim, em teatro, com produção, cenário e banda. Quis dar este presente e fazer esta homenagem para ela’, conta o ator, que preparou uma superprodução para o primeiro encontro entre eles no palco.

A ficha técnica de peso conta com cenografia de Zé Carratu, iluminação de Marcos Olívio e figurino de Felipe Veloso. Ao longo do processo de ensaios, a dupla se dedicou a uma extensa preparação que inclui sessões de fonoaudiologia e muitas horas por dia com Zé Ricardo e a banda, quando se envolviam na concepção dos arranjos e na formatação do roteiro.

Acompanhados por Claudio Costa (guitarra), Marcelo Linhares (baixo), Mauricio Piassarollo (teclado) e Wallace Santos (bateria), Paulo e Déa vão desfiar um repertório que remete à memória afetiva de ambos, além de alguns hits mais atuais. ‘Quem foi crooner sabe cantar de tudo e gosta de cantar de tudo. Vai ter espaço para muita coisa no show além das canções mais antigas. Tem bossa nova, mas também tem axé, samba e até funk’, enumera Déa, que ressalta a alegria de ter um desafio desse tamanho aos 72 anos.

Dividido por blocos temáticos, o espetáculo começa com standards de Bossa Nova, como ‘O Barquinho’ e ‘Lobo Bobo’, entre outras lembranças afetivas do passado musical deles, como ‘Faceira’, canção de Ary Barroso que Paulo gostava de ouvir a mãe cantarolar na infância. Entre uma brincadeira e outra, eles prepararam um set em que vão interpretar hits de boate, cada um de sua época. É quando se misturam sucessos de Wanderléa (‘Pare o Casamento’) com Anitta (‘Bang’) e Preta Gil (‘Sinais de Fogo’).

A ideia é que Déa e Paulo se divirtam no palco tanto quanto a plateia. O humor e a alegria – traços fundamentais na personalidade dela e inquestionável herança genética deixada para ele – dão o tom de toda a apresentação. Seja nas versões bem humoradas das canções, em duetos, nos cacos ou nas histórias que costuram todo o roteiro musical, a ordem é fazer a festa. ‘Ele acha que vou ficar sem graça com as brincadeiras, mas vou deixá-lo louco no palco’, promete Déa Lucia.

FICHA TÉCNICA

Com: Paulo Gustavo e Déa Lucia

Direção Musical: Zé Ricardo

Supervisão Geral: Susana Garcia

Cenário: Zé Carratu

Iluminação: Marcos Olívio

Figurino: Felipe Veloso

Preparação Vocal: Fátima Regina

Videografismo: Arthur Carratu

Design gráfico: Ana França

Assessoria de Comunicação: Factoria Comunicação

Produção: Claudio Tizo

Produção local: Cia de Sucessos

Assessoria de Imprensa local: FatoMais Comunicação

Músicos: André Siqueira(percussão), Claudio Costa (guitarra), Marcelo Linhares (baixo), Mauricio Piassarollo (teclado), Wallace Santos (bateria)

Sobre a banda e o diretor musical:

Zé Ricardo: Cantor, compositor, instrumentista, diretor musical e curador artístico. É criador e diretor artístico do Palco Sunset do Rock in Rio desde 2008 e está à frente do palco em vários países do mundo, como Portugal, Espanha e Estados Unidos. Também é criador e diretor artístico do novo palco do Festival, o Espaço Favela. No teatro assinou a trilha sonora original de alguma das maiores bilheterias nacionais, como ‘Cócegas’, ‘220 volts’, ‘Hiperativo’, ‘Online’ e ‘Minha mãe é uma peça’. Também é autor de trilhas sonoras de algumas das maiorias bilheterias do cinema nacional: ‘Loucas pra casar’, ‘To Ryca’, ‘Minha mãe é uma peça 2’, ‘Farofeiros’ e ‘De pernas pro ar’.

André Siqueira: Percussionista formado pela escola de musica Villa Lobos, já gravou e acompanhou artistas como: Carlos Lyra, Carol Saboya, Ivan Lins, Sandra de Sá, Baden Powell, Teresa Cristina, Glória Gaynor, Fafá de Belém, Blitz, Martnália, Martinho da Vila, Simone, entre outros.

Claudio Costa: Guitarrista e violonista com mais de 20 anos de atuação, já gravou e acompanhou artistas como Sandra de Sá, Marcelo D2, Toni Garrido, Mart’nália, Zé Ricardo entre outros. Também participou da gravação do Acústico MTV –Marcelo D2, Banda do Palco Sunset – Rock in Rio Brasil e Lisboa.

Marcelo Linhares: Baixista autodidata, já tocou e gravou com Emilio Santiago, Maria Rita, Cláudio Zoli, Ed Mota, Zé Ricardo e Davi Moraes.

Maurício Piassarollo: Pianista e arranjador, Diretor Musical do Padre Fabio de Melo, já tocou no Rock in Rio em várias edições, Música Boa ao vivo temporada 1 e com Toni Garrido, Sandra de Sá, Victor Brooks, Mart’nália. Compositor de trilhas de filmes nacionais de sucesso, como ‘Minha mãe é uma peça 2’, ‘De pernas pro ar 3’, ‘To Ryca’, entre outros.

Wallace Santos: Baterista, já tocou com Sandra de Sá, Maria Rita, Padre Fabio de Melo, Zé Ricardo, Claudio Zoli, Davi Moraes, tendo tocado também no Rock in Rio em várias edições.

TURNÊ NACIONAL

NITERÓI – 6 e 7 de abril – Ginásio Caio Martins

GOIÂNIA – 13 de abril – Teatro Rio Vermelho

SÃO PAULO – 20 e 21 de abril – Tom Brasil

CAMPINAS – 27 de abril –

SANTOS – 28 de abril – Mendes Centro de Convenções

BRASÍLIA – 4 de maio – Ginásio Nilson Nelson

BELO HORIZONTE – 10 de maio – KM De Vantagens Hall

NOVO HAMBURGO – 18 de maio – Teatro Feevale

PORTO ALEGRE – 19 de maio – Auditório Araújo Vianna

JOÃO PESSOA – 25 de maio – Teatro Pedra do Reino

RECIFE – 26 de maio – Teatro Guararapes

RIO DE JANEIRO – 6, 7, 13 e 14 de julho – Vivo Rio

CURITIBA – 3 e 4 de agosto – Teatro Guaíra

Grupo Ateliê do Gesto apresenta o espetáculo “Natureza Morta”

Por Ana Paula Mota 

Dança contemporânea se une à arte visual no espetáculo “Natureza Morta” que será apresentado pelo Grupo Ateliê do Gesto em Goiânia, Campo Grande, Belo Horizonte, além de Piracanjuba e Cidade de Goiás. Os movimentos dos bailarinos Daniel Calvet e João Paulo Gross se encontram com a obra do desenhista, escultor e pintor mineiro Farnese de Andrade neste espetáculo que versa sobre o movimento barroco. Em Goiânia ele será apresentado nos dias 15 e 16 de março às 20 horas no Teatro Goiânia Ouro. Haverá áudio descrição dessas apresentações na capital goiana. Nos dias 29 e 30 de março o espetáculo chega ao Cine Teatro São Joaquim, na Cidade de Goiás. A entrada para o espetáculo, em todas as cidades, é franca, mas pede-se a doação de livros literários, usados ou não. Os livros arrecadados serão doados para uma biblioteca pública. O projeto tem apoio da Lei Goyazes e patrocínio total da Enel.

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O espetáculo 

O espetáculo proporciona ao público uma experiência intimista e um exercício poético ao trazer o barroco, um movimento artístico que expõe os conflitos humanos que se equilibram entre a emoção e a razão, o prazer e a dor, a vida e a morte. Ainda que pertença ao século XVII, o movimento, para o diretor João Paulo Gross, pode surgir e ressurgir em outras épocas e lugares. “Como vivemos hoje? Não somos todos uma multidão de solitários? Uma grande aldeia global, numa rede interligada, porém marcada pelo individualismo e a solidão? Mais do que apresentar resposta, Natureza Morta chama o espectador para refletir e questionar junto”, adianta o diretor e bailarino.

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Para provocar esses sentimentos, os bailarinos trazem para o palco a arte de Farnese de Andrade, artista de destaque na história das artes brasileiras. O trabalho é, também, um resgate, pois apesar de toda a força de sua obra e de ser um artista concorrido e premiado até os anos 1970, é pouco lembrado ou conhecido pelo grande público nas últimas décadas. O espetáculo, Gross adianta, dialoga não só o com o trabalho do artista, mas também sua densa trajetória de vida. “Apesar de autobiográfica, sua obra parece reproduzir a biografia da humanidade. É como se ele dissesse e fizesse o que nós, no corre-corre do mundo atual, deixamos às escondidas, guardado no fundo de uma caixa deteriorada pelo tempo. Farense expõe para o mundo de forma singular um inútil relato”, detalha Gross.

O espetáculo nasceu há dez anos no Rio de Janeiro quando João Paulo Gross atuava por lá. A obra passou por palcos como Sesc Copacabana, foi ganhador da Mostra Novíssimas Pesquisas Cênicas (projeto organizado pela diretora e atriz Ana Kfouri), participou da Bienal Sesc de Dança/Edição 2009 e contou com a dramaturgia de Verônica Prates. Já radicado em Goiás, Gross incorpora o ao repertório do goiano Ateliê do Gesto em 2017. “O Ateliê é um espaço onde investimos e pesquisamos o movimento em diálogo com outras áreas artísticas”, justifica Gross sobre o espetáculo que dialoga com as artes plásticas a partir da vida e obra de Farnese de Andrade.

Oficinas 

O projeto também contempla uma vivência que vai aproximar profissionais e estudantes da dança com o dia a dia do grupo de pesquisa Ateliê do Gesto. As 15 pessoas selecionadas poderão conviver por três dias com os bailarinos João Paulo Gross e Daniel e ver de perto o processo de trabalho do grupo. Os selecionados, que devem ser profissionais ou estudantes de dança e teatro, vão participar dos aquecimentos, assistir aos ensaios e assistir ao espetáculo no Teatro Goiânia. Os dois primeiros dias terão carga horária de três horas e o terceiro dia terá carga horária de quatro horas. Os interessados devem enviar nome completo, breve currículo e motivo de interesse na oficina para o e-mail ateliedogesto@gmail.com e colocar no assunto do e-mail: Oficina de Dança – Natureza Morta – Circulação. As inscrições podem ser feitas até 7 de março.

Circulação 

As apresentações começam em Goiás e em seguida seguem para Belo Horizonte e Campo Grande. A escolha das cincos cidades, diz Gross, não foi em vão. “Todas elas têm a força da cultura popular e artistas-artesãos esquecidos pelo tempo, que assim, dialogam com a identidade produtiva e artística de Farnese de Andrade em comunhão com o movimento barroco no Brasil”, conta. Ainda que o movimento barroco tenha se concentrado em Minas Gerais e Bahia, marcou profundamente o Brasil. “Até hoje vemos influência de suas características em muitos artistas. Isso nos faz perceber e acreditar que o Brasil como um todo respirou o movimento barroco e até hoje encontramos artesãos que no seu árduo ofício carregam em sua essência as questões barrocas na sua arte”, diz o bailarino.

Sobre o Grupo 

O Ateliê do Gesto nasceu da busca por novas percepções e diálogos com outras linguagens artísticas no corpo em movimento. Através de identificações estéticas e o desejo de trabalharem num projeto autoral, João Paulo Gross e Daniel Calvet (artistas com carreiras consolidadas e passagens por importantes cias de dança no Brasil), se juntaram para pesquisar o corpo, tendo como ponto de partida o movimento e sua construção dramatúrgica na cena. Desse encontro nasceu “O Crivo”, espetáculo inspirado na obra de Guimarães Rosa, ganhador do Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna 2015, do Fundo de Arte e Cultura do Estado de Goiás 2015 circulando pelas cinco regiões do Brasil por diversas cidades e por diversos festivais internacionais. Em 2018 o grupo integrou o Palco Giratório, projeto de circulação das artes cênicas a nível nacional, produzido pelo SESC – Departamento Nacional.

Neste ano o grupo circula com seus espetáculos de repertório “O Crivo”, “Natureza Morta”, e prepara para uma temporada de estreia da sua mais recente criação, o espetáculo “Dança Boba” dirigido por Daniel Calvet, em Goiânia no segundo semestre. Além dessas atividades o grupo embarca para uma circulação internacional no Equador e no Peru difundindo a dança contemporânea que produzem no estado de Goiás.

Serviço:

Ateliê do Gesto circula “Natureza Morta” e oferece oficinas – GRATUITO

Goiânia

Local: Teatro Goiânia Ouro, Rua 3, Centro

Data: 15 e 16 de março

Horário: 20 horas

Entrada franca ou doação de um livro literário, usado ou não.

Retirada de ingressos na bilheteria do teatro, 2h antes do espetáculo. Ingressos limitados à lotação da casa. 

Cidade de Goiás

Local: Cine Teatro São Joaquim

Data: 29 e 30 de março

Horário: 20 horas

Entrada franca ou doação de um livro literário, usado ou não.

Retirada de ingressos na bilheteria do teatro, 2h antes do espetáculo. Ingressos limitados à lotação da casa. 

OFICINAS

11 e 13 de março, Casa Corpo – Setor Universitário, 19h – 22h

15 de março, Teatro Goiânia Ouro, 17 às 21h

Inscrições até 7 de março: enviar nome completo, breve currículo e motivo de interesse na oficina para o e-mail ateliedogesto@gmail.com e colocar no assunto do e-mail: Oficina de Dança – Natureza Morta – Circulação.

Artista Rochane Torres abre exposição individual na Vila Cultural Cora Coralina em Goiânia

Por Zeroum Comunicação 

A pesquisa artística para a exposição Quadro a Quadro também originou a criação de animação e a publicação de livro, que serão lançados na terça-feira (12/3)

A exposição individual Quadro a Quadro da artista Rochane Torres discute narrativas entre pintura e imagem digital, em processos de apropriação, citação e simulação. A visitação estará aberta ao público na terça-feira (12/3), às 19 horas, na Sala Antônio Poteiro da Vila Cultural Cora Coralina, em Goiânia. Com apoio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura, este projeto prevê ainda a realização de ação educativa conduzida por Joanna Pena, além do lançamento do vídeo-animação Diálogos Vazios e do Livro Arte, publicado pela NegaLilu Editora.

Foto5_Paulo Rezende

Nas últimas três décadas de trabalho, o processo investigativo de Rochane Torres trata a poética da arte e faz uma reflexão sobre a sociedade em que a artista está inserida. Em Quadro a Quadro, ela apresenta uma pesquisa sobre a narrativa da pintura, nas 12 obras de dimensões variadas, produzidas em acrílico sobre tela. As cenas supra coloridas apresentam indivíduos alienados, habitantes de um planeta de cultura globalizada e massificado pelas mídias.

Foto_Paulo Rezende

“Nessa pesquisa, dialogo com o formato de histórias em quadrinhos, são personagens pouco inocentes que carregam um enigma, uma narrativa onomatopeica saturada de sentido e de vazio, que condensa memória e esquecimento de experiências da infância atualizadas na vida adulta”, comenta Rochane.

A mosca, o dinossauro, o cachorro, o pássaro, o morcego, o homem de gravata são figuras apáticas e, ao mesmo tempo, ávidas para mostrar os dentes. Há personagens solitários e inertes, fazem recepção passiva de conteúdos, que reproduzem de maneira superficial e pouco particular.

Foto6_Paulo Rezende

A artista relata sua busca por uma pintura narrativa com dualidade entre perguntas e respostas encerradas em si. “Pretendendo estabelecer uma dialética do visível e do dizível da pintura narrativa, discutindo memória do próprio objeto pictórico, artefato pintura, artesania, desenho, imagem figurativa, narrativa da pintura, forma e diluição da forma e a distinção da cópia como reprodução”, conta. Para ela, Livro Arte e a animação Diálogos Vazios complementam este discurso da matéria e das linguagens.

Um livro

Rochane Torres optou pela publicação de um livro e não pela produção de um catálogo. A artista percebe o Livro Arte como um objeto artístico autônomo no contexto da exposição Quadro a Quadro. “A pintura fotografada e impressa torna-se uma outra imagem, não é uma cópia. Naturalmente, não é mais pintura, pois teve sua dimensão modificada, bem como a vibração da cor e o gesto do artista. Dessa forma, não fez sentido para mim reproduzir as obras pictóricas em um catálogo”, ressalta. Publicado pela NegaLilu Editora, Livro Arte é de autoria de Rochane Torres, com interferências digitais de Joanna Penna e texto da curadora da exposição Quadro a Quadro, Nancy de Melo.

Arte-educação

Na ação educativa do projeto, a arte-educadora Joanna Penna buscará provocar reflexão e discussão sobre processo criativo, olhar sobre as obras, pintura, imagens digitais, apropriações, citações e narrativas poéticas em dialogo com a pintura e a história em quadrinhos. A ação educativa será oferecida a estudantes de escolas públicas do estado de Goiás e conta com a orientação do programa de formação do espaço ARTCO do Centro de Estudo e Pesquisa Ciranda da Arte da Secretaria de Educação do Estado de Goiás. As atividades de arte-educação serão registradas para integrar um vídeo sobre a expografia e a ação educativa de Quadro a Quadro.

Rochane Tores é artista plástica, cineasta e educadora. Estudou na Faculdade de Artes Visuais da UFG. É coordenadora do Espaço Expositivo ARTCO do Centro de Estudo e Pesquisa Ciranda da Arte, vinculado à SEDUCE – Secretaria de Estado de Educação, Cultura e Esporte de Goiás. Produz desenho, pintura, escultura e curtas-metragens. Participa de mostras, festivais, exposições coletivas e individuais.

SERVIÇO

Exposição individual Quadro a Quadro

Abertura: 12 de março (terça-feira), às 19 horas, na Sala Antônio Poteiro da Vila Cultural Cora Coralina, em Goiânia.

Período de visitação: 12 a 31 de março de 2019

Entrada gratuita

 

Luciana Caetano estreia o espetáculo “Adobe”, que reverencia suas ancestrais negras e matriarcas

Por Ana Paula Mota 

Faz apresentação única no Teatro SESC Centro. A estreia do solo de dança marca ainda o Dia Internacional da Mulher.

Depois de uma pausa de criações de pouco mais de dois anos, Luciana Caetano, fundadora do Grupo Solo de Dança, faz apresentação única no Teatro SESC Centro. O espetáculo “Adobe” terá sua estreia no dia 07 de março, 5ª feira, às 20h.

Espetaculo Adobe

Com uma obra carregada de simbolismos, Luciana levará ao público os cenários que ela traz dentro dela, das vidas das mulheres de sua família e de suas histórias, de memórias físicas, sociais e emocionais que delineiam a existência destas matriarcas. A montagem reverencia esse legado de sabedoria, força, delicadeza e amor familiar. Os valores dos ingressos são os mesmos praticados pelo Teatro Sesc Centro: R$ 8 (trabalhadores do comércio e dependentes); R$ 10 (Conveniados); R$ 11 (Meia-entrada); R$ 22 (inteira).

Espetaculo Adobe

ADOBE 

Ancestral do tijolo de barro, o tijolo de adobe pertence à história brasileira tanto quanto os corpos negros que construíram a arquitetura deste país. Base das paredes largas das casas grandes e senzalas, o adobe é peça de alvenaria rudimentar, resistente e confortável para os sentidos, feita de terra, água e fibra. Solitário, o adobe não cria estruturas, mas unido a peças iguais, criam lares e comunidades.Espetaculo Adobe

Assim é a analogia criada pela coreógrafa Luciana Caetano, quando decide dar o nome de “Adobe” ao seu novo espetáculo solo de dança, que na verdade vem sendo criado dentro do seu corpo há bastante tempo. A obra é uma reverência às mulheres ancestrais da intérprete/criadora e a tudo que a bailarina traz em seu corpo e sua alma que é herdado desse matriarcado. A mulher enquanto esteio de gerações. A mulher que é base de famílias e sociedades. A mulher que gera, que protege, que cerca, que abriga, resguarda e acolhe.

Espetaculo Adobe

Sobre esse processo criativo, Luciana explica: “Esse é um espetáculo com o qual já estou às voltas há algum tempo. Eu estou impregnada dele, mesmo antes dos ensaios e de toda a criação, justamente por se tratar das minhas ancestrais me inspirando. Mulheres negras que são as minhas referências. Coloco em cena as coisas que eu herdei delas, tudo delas que marcou a minha vida. E com este trabalho eu acabo falando também das mulheres negras em geral desse país. Porque são assuntos em comum: quantas avós negras que são chefes e arrimos de família? Quantas são as mães negras que sozinhas criam seus filhos? Então, no nosso mundo negro, essa realidade é que é. As mulheres é que tomam conta dos seus filhos e das suas famílias praticamente inteiras. Elas são os esteios, o Adobe dessa sociedade.”

A força que cria arte 

As travessias enfrentadas pela criadora Luciana, que se profissionalizou e viveu toda a sua vida através da dança contemporânea, do jazz, do balé clássico, e que passou por grupos como o Energia, de Julson Henrique, e a Quasar Cia de Dança, de Henrique Rodovalho, também é algo que o espetáculo “Adobe”, simbolicamente traz para a cena. Ao completar 50 anos, a bailarina e coreógrafa ressalta a importância de estar presente no palco, mesmo em uma idade que muitos a aconselhariam a parar. Com a criação de “Adobe”, Luciana reforça que a arte não depende de tipos físicos, condições sociais ou idade, e reforça: “Acho que sou uma das poucas nessa idade, em Goiânia, que ainda se colocam cena. É claro que não é mais a dança de um corpo de 20 anos, mas é a dança de um corpo de 50, que conta outras histórias, que se move de outras formas e cria outras reflexões.

Sobre o corpo negro na dança

Assustadoramente, somente 200 anos depois das brancas é que surgiram sapatilhas para bailarinos/as negros/as. Até aqui, bailarinas/os negras/os tingiam ou pintavam os sapatos com maquiagem, para combinar com seu tom de pele. Esta é uma notícia publicada no final do ano passado (2018) que pode ser encontrada facilmente em veículos de imprensa de todo o Brasil.

A citação é mais uma referência para a força que Luciana Caetano traz em si própria e que é herdada destas mulheres guerreiras que a antecederam em sua linhagem familiar. A falta de reconhecimento da diversidade étnica nas artes não é novidade na vida da bailarina Luciana Caetano, que aos 6 anos de idade foi uma das primeiras meninas negras a ser matriculada em escola de balé clássico em Goiânia. Sobre isto, Luciana comenta que se sente uma privilegiada, por ter podido contar com pais que souberam defender posições e brigar por espaços iguais para seus filhos, mas ela enfatiza que a situação segue sendo gritante, principalmente em nossa capital, que é uma cidade extremamente racista.

Ficha Técnica do espetáculo “Adobe” 

Por “Adobe” não contar com recursos financeiros de leis e incentivos culturais, Luciana Caetano comenta que a equipe de criação e produção é formada por familiares e amigos, que se voluntariaram para iniciar esse projeto, o que ela compara a uma comunidade do tipo Quilombo, onde todos trabalham por um bem amplo e geral.

Concepção e bailarina-Intérprete: Luciana Caetano

Olhar Externo: Alexandre Ferreira

Produção: Renata Caetano (irmã de Luciana) // Cena Empresarial

Assistentes de produção: Bruna Nunis e Isadora Costa

Trilha sonora: JP Caetano (sobrinho de Luciana) e Gabriel Caetano (filho de Luciana)

Desenho de luz: Júnior Oliveira (ex-companheiro e pai de Gabriel)

Identidade Visual e Áudio Visual: Paulo Caetano (irmão de Luciana)

Imagens: Indiana Filmes

Fotografia: Cida Carneiro 

Sobre Luciana Caetano 

Bailarina, Coreógrafa, Professora de Dança e especialista em Pilates, membro do Fórum de dança de Goiânia, membro do Colegiado Nacional de Dança. Diretora, coreógrafa residente e fundadora do Grupo Solo de Dança e do Grupo Contemporâneo de dança.

Natural de Goiânia, iniciou seus estudos em dança no ano de 1975. De 1985 a 1990 integra o Grupo de Dança Energia convidada por Julson Henrique. Já entre os anos de 1989 e 1999 integra a Quasar Cia de Dança, participando de todas as turnês nacionais e internacionais deste período. Em 1996 funda o Grupo Solo de dança no qual atua como coreógrafa e bailarina. Formada em Geografia, pela Universidade Federal de Goiás em 1992, Luciana Tem desenvolvido diversos trabalhos ligados a dança contemporânea e às artes cênicas no estado de Goiás e no Brasil.

Concebeu e coreografou os seguintes espetáculos: 1997 “Enquanto se Espera” (primeira versão), 1998 “Preto no Preto”, 1999 “Obliquação”, 2000 “Terra Cruz” e “Saúri-nhõre”, 2003 “Parceiros da Rua”, 2004 “Mulheres”, 2006 “Enquanto se Espera” (versão infantil), 2008 Cerratenses, 2015 “Cartas de Frida”.

Serviço:

Estreia do espetáculo “ADOBE” – solo de dança contemporânea, de Luciana Caetano

Data e horário: 07 de março – 5ª feira – 20h

Local: Teatro Sesc Centro (Rua 15, esquina com Rua 19, Centro – Tels: (62) 3933 1714 ou 3933 1711

Ingressos: R$ 8 (trabalhadores do comércio e dependentes); R$ 10 (Conveniados); R$ 11 (Meia-entrada); R$ 22 (inteira).

Produção local: Renata Caetano – 62 99525 – 9203

 

Banda Dire Straits se apresenta em Goiânia no dia 13 de abril

Por Palavra Comunicação

A legendária banda Dire Straits, uma das mais importantes dos anos 80, vai se apresentar em Goiânia no próximo dia 13 de abril, um sábado, no Ginásio Goiânia Arena. O show faz parte da turnê Dire Straits Legacy Tour 2019 South America. A banda estourou mundialmente em 1985, com o lançamento do álbum Brothers in Arms, que se tornou, naquela época, o mais vendido da história do Reino Unido. Esse disco trouxe algumas das músicas mais executadas do ano em praticamente todo o mundo, como Money For Nothing, Walk of Life, Why Worry, Your Latest Trick, So Far Away e a canção que batiza o álbum, Brothers in Arms. A banda se apresenta em Goiânia com a seguinte formação: Jack Sonni (guitarra), Alan Clark (teclados), Phil Palmer (guitarra), Mel Collins (sax), Trevor Horn (baixo), Steve Ferroni (bateria), Marco Caviglia (voz e guitarra) e Primiano Di Biase (teclados).

Turnê DSL 2

Em sua volta ao Brasil, no fim de março, a Dire Straits Legacy, antes de passar por Goiânia com seu novo show, se apresenta no dia 29 de março no Teatro Sesc Palladium, em Belo Horizonte; no dia 30 de março no P12, em Florianópolis; no dia 6 de abril na Concha Acústica, em Salvador; no dia 7 de abril no Vivo Rio, no Rio de Janeiro; no dia 9 de abril no Tom Brasil, em São Paulo; no dia 10 de abril no Coupolican, em Santiago, no Chile e no dia 11 de abril no Luna Park, em Buenos Aires, na Argentina. No dia seguinte à apresentação em Goiânia, eles encerram a turnê pela América do Sul em Brasília, no Teatro Ulysses Guimarães.

Turnê DSL 1

A banda traz um show único e emocional que revive a inesquecível e mágica atmosfera da banda britânica formada na década de 1970. Money for Nothing, So Far Away, Sultans of Swing, Walk of Life e muitas outras canções memoráveis interpretadas ao vivo por Alan Clark (teclados), Phil Palmer (guitarra), Mel Collins (sax), Trevor Horn (baixo), Steve Ferrone (bateria), Marco Caviglia (voz e guitarra) e Primiano Dibiase (teclados). Além de Jack Sonniguitarrista que integrou o Dire Straits a época do lançamento do álbum Brothers in Arms.

Legacy

Sobre Dire Straits Legacy

Dires Straits Legacy é um projeto em permanente evolução e, afastando-se do clichê de reunião ou banda tributo, mantêm viva a memória de canções atemporais, como Romeo and Juliet, Sultans of Swing, Money for Nothing, Tunnel of Love,Walk of LifeWhen It Comes to You, You and Your Friend, On Every Street, do primeiro álbum Wild West End, e muitos outros hits.

Turnê DSL

Muitos membros do Dire Straits se juntaram ao projeto durante esses anos mas, em 2016, Alan Clark passou a fazer parte da banda. Clark é o histórico tecladista do Dire Straits de 1980 a 1985. Ao lado de Alan Clark estão Phil Palmer (direção musical/guitarra/voz) que trabalhou com Dire Straits de 1990 a 1992, e Jack Sonni (guitarra), que integrou a banda de 1985 a 1988, época do lançamento e turnê do álbum Brothers in Arms. O renomado saxofonista Mel Collins, membro do Dire Straits de 1983 a 1985, tocou no famoso Alchemy Live Album e no EP Twisting By The Pool.

Trevor Horn é uma verdadeira lenda na indústria da música. Depois de formar a banda The Buggles e gravar o hit Video Killed the Radio Star, produziu alguns dos hits que definiram os Anos 80, como Lexicon of Love, de ABC; Owner of a Lonely Heart, do Yes e Relax, Two Tribes and The Power of Love, sucessos de Frankie Goes to Hollywood. Trevor também produziu sucessos para Tina Turner, Tom Jones, Barry Manilow, Cher, Boyzone, 10cc, Bryan Ferry, John Legend, Lisa Stansfield, Robbie Williams, Grace Jones, Simple Minds e Seal, trabalho pelo qual recebeu um Grammy como produtor, e muitos outros.

O baterista Steve Ferrone é outra lenda da música e, além de gravar e tocar com George Harrison, Duran Duran, Stevie Nicks, Chaka Khan, Eric Clapton, Bee Gees, Al Jarreau e Johnny Cash, integrou a Tom Petty and the Heartbreakers de 1994 a 2017. Os dois italianos que se juntaram à banda são o guitarrista e vocalista Marco Caviglia e o tecladista Primiano Di Biase. 

Sobre os integrantes

Alan Clark (teclados)Alan ingressou no Dire Straits em 1980, tornando-se seu primeiro e principal tecladista, e é conhecido como seu diretor musical não oficial.
Além de trabalhar com a banda até sua dissolução, em 1995, ao lado de Mark Knopfler, co-produziu o último álbum da banda, On Every Street. O músico tocou e gravou com uma longa lista de outros artistas, foi membro da banda de Eric Clapton e diretor musical de Tina Turner por vários anos. Mais recentemente, produziu, com Phil Palmer, o impressionante álbum de 3 Chord Trick do Legacy. Ele e Phil estão atualmente escrevendo músicas para um grande artista italiano cujo álbum será produzido em 2019.

Phil Palmer (guitarra)Phil ingressou no Dire Straits em 1990 e tocou no álbum On Every Street e na turnê mundial do mesmo álbum. Ele é um dos principais guitarristas do mundo, tendo tocado em mais de 450 álbuns e realizado turnês com alguns dos maiores artistas do mundo. Pense em um nome e Phil provavelmente já tocou com esse artista. Ele também foi membro da banda de Eric Clapton, onde ele conheceu seus colegas de DS Legacy, Alan Clark e Steve Ferrone, e é um membro fundador da DSLegacy.

Jack Sonni (guitarra)O músico, escritor e ex-executivo de marketing Jack Sonni foi convidado por Mark Knopfler para se juntar à banda para as sessões de gravações do álbum Brothers in Arms, lançado em 1985. Sonni também participou da turnê do mesmo álbum e permaneceu na banda até 1988.

Mel Collins (sax)Mel se juntou ao Dire Straits em 1982 e tocou no álbum e turnê Love Over Gold e no álbum Twisting by the Pool. Ele também tocou com diversos artistas e bandas, incluindo Stones, Camel, Eric Clapton, Joe Cocker, Tears for Fears e muitos mais, e como membro original do King Crimson está fazendo uma turnê mundial com a banda.

Trevor Horn (baixo)O músico, compositor e produtor musical é uma lenda na indústria da música. Depois de formar The Buggles e gravar a música #1 de 1979, Video Killed the Radio Star, Trevor produziu alguns dos hits que definiram os anos 1980, incluindo o Lexicon of Love, de ABC; Owner of a Lonely Heart, do Yes, e os hits #1 de Frankie Goes to Hollywood Relax, Two Tribes e The Power of Love. Horn se consolidou como um dos produtores e arranjadores mais requisitados e produziu sucessos para Tina Turner, Tom Jones, Marc Almond, Barry Manilow, Cher, Boyzone, 10cc, Bryan Ferry, John Legend, Lisa Stansfield, Robbie Williams, Grace Jones, Simple Minds, entre outros. Em 1996 recebeu um Grammy pela produção do segundo álbum do cantor Seal. Em 1980, Trevor foi vocalista da banda Yes e gravou o álbum Drama.

Steve Ferrone (bateria)Steve é considerado por muitos o maior baterista de rock vivo do mundo, e já trabalhou com nomes como Eric Clapton, Duran Duran, Paul Simon, Bee Gees, Slash, David Bowie, George Benson, Chaka Khan, além integrar a Tom Petty and the Heartbreakers de 1994 a 2017.

Marco Caviglia (voz e guitarra)Apaixonado pela música de Dire Straits e seu mentor musical Mark Knopfler, Marco, nascido em Roma, formou a banda Solid Rock em 1988 e, em 1990, fez uma turnê com o lendário bluesman do Notting Hillbillies, Steve Phillips. Mas seu sonho era tocar com seus “heróis” do Dire Straits, e esse sonho se tornou realidade em 2010 com a DS Legends, e agora novamente com a DSLegacy.

Primiano Di Biase (teclados)O também romano Primiano é um talentoso tecladista que já trabalhou em muitos discos e com muitos artistas, incluindo Richard Bennett, Steve Phillips, Gigi Proietti e Neri Marcorè.

EVENTO: Show Dire Straits Legacy Tour 2019

DATA: 13 de abril de 2019

HORÁRIO: 21h

LOCAL: Ginásio Goiânia Arena

ENDEREÇO: Avenida Fued José Sebba, s/nº – Jardim Goiás – Goiânia-GO

VENDAS ONLINE: www.meubilhete.com

PONTOS DE VENDA (INGRESSOS FÍSICOS): Tribo; Komiketo da Avenida T-4; Primetek Goiânia e Brasília; Drill, no Flamboyant Shopping; Metrópole, no Aparecida Shopping; Container Mix do Shopping Passeio das Águas e Nobel, em Anápolis.

PREÇOS: Entre R$ 120 (arquibancada geral) e R$ 350 (camaropte open bar e open food)

CONTATO: Alessandra Câmara, assessoria de Comunicação (9-8162-4898)

 

 

Cabaré Rosa Grená – Pocket Show e Festa

Por João Paulo Gross 

Nesse carnaval o Cabaré Rosa Grená retorna a cidade. O projeto idealizado pelos artistas Daniel Calvet, Gleysson Moreira e Flora Maria trás uma nova versão de seu já conhecido Pocket Show, pensado para espaços da noite e que mistura espetáculo burlesco com festa.

Foto Cabare Rosa Grená 04

Nessa edição quem comanda a noite são os artistas Daniel Calvet, João Paulo Amorim e Pedro Fleury na pele da hostess “Jane Jungle”.

O Show/Festa acontece dia 9 de Março no CoffeeTime no Setor Bueno.

Foto Cabare Rosa Grená 02

Daniel, que já foi bailarino e assistente de direção da Quasar Cia de Dança, se uniu a João e Pedro no projeto da Quasar Jovem. Atualmente dirige o Ateliê do Gesto além do Cabaré.

O Cabaré Rosa Grená se caracteriza por uma linguagem bem humorada do universo LGBT sem abrir mão do rigor técnico dos bailarinos com coreografias no salto alto feitas exclusivamente para o show.

Foto Cabare Rosa Grená 01

Para os figurinos dessa versão o grupo conta com colaborações da artista Goiana Naya Violeta e também revisitam alguns momentos do Show oficial assinado pela estilista Maria Elvira Crosara, que além de ter produzido as roupas do show escolheu por selecionar peças do badalado estilista carioca Fernando Cozendey.

A trilha sonora é composta apenas por música brasileira, sendo uma proposta marcante do projeto que passeia por uma nova MPB mais alternativa com nomes como Alice Cayme e Johnny Hooker, clássicos da música black brasileira como Wilson Simonal, funk carioca, entre outros.

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O convite para se apresentar no Coffee Time, comandado pelo empresário Danilo Marquez, veio de sua irmã Amanda Marquez que tem movimentado o café com suas Milongas e cursos de tango e dessa vez, resolveu ousar com a irreverência do Cabaré.

O projeto foi aprovado no Fundo estadual de Cultura de 2017 no edital de Fomento a Demandas Culturais, mas ainda não tem previsão de recebimento da verba pelo governo até hoje, assim como todos os projetos aprovados ainda na gestão anterior. As ações previstas focam na descentralização ao acesso à cultura oferecendo apresentações na periferia de Goiânia, além de uma parceria com a ONG “Pela Vida” que dá suporte a portadores do vírus HIV e familiares. Porém o projeto se concretizará se o governo honrar com suas dívidas.

E-flyer Rosa Grená Pocket Show - Coffee Time 1

Os artistas reforçam que todo público goiano está convidado, uma vez que o show é uma grande celebração às diferenças e ao bom humor. Só é dia de deixar as crianças em casa, uma vez que a classificação é 18 anos.

Serviço 

Cabaré Rosa Grená – Pocket Show e festa

LOCAL: Coffee Time – Rua T-51, nº 761 – St. Bueno – Goiânia

DATA: 09 de março (sábado) com início às 20h.

VENDA DE INGRESSO: disponíveis diretamente no Coffee Time. A entrada é no valor de R$20,00 (Finte Reais)

PROIBIDO PARA MENORES DE 18 ANOS E GENTE CARETA!

MAIORES INFORMAÇÕES

Daniel Calvet: (62) 98161-9881

Facebook e Instagram: @cabarerosagrena e @coffeetime

E-flyer Rosa Grená Pocket Show - Coffee Time 2