Maria Esther Bueno, a maior tenista brasileira

Por Agência Estado

A ”Bailarina”, como ficou conhecida, por causa de sua elegância no estilo de jogar, foi a número 1 do mundo por quatro temporadas – 1959, 1960, 1964 e 1966.

Ela conquistou 19 títulos de Grand Slam, dos quais sete de simples e 12 em duplas. Só na grama de Wimbledon foram sete troféus: três em simples (1959, 1960 e 1964) e quatro em duplas (1958, 1960, 1963 e 1965). Ela também foi campeã no saibro de Roland Garros, na grama do Aberto da Austrália e no piso duro do US Open. As conquistas em vários tipos de piso mostram a versatilidade e o talento da tenista brasileira. No ano de 1960, fechou o Grand Slam em duplas, ao lado de duas parceiras diferentes.

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Maria Esther Bueno teve seu nome incluído no Hall da Fama do Tênis em 1978, mesmo ano em que uma estátua de cera no famoso museu londrino Madame Tussaud foi feita em sua homenagem. Por vários anos foi convidada especial em torneios do Grand Slam. Ao todo, foram 589 títulos internacionais. Foi eleita a melhor tenista do século 20 da América Latina.

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Primeira conquista em Wimbledon

Em 1959, após sua primeira conquista em Wimbledon, Maria Esther Bueno desembarcou no Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, e seguiu direto de helicóptero, que servia à Presidência da República, até o Palácio das Laranjeiras, onde foi recebida pelo presidente Juscelino Kubitschek. Ela ganhou a medalha do Mérito Desportivo. De lá foi para São Paulo, sua cidade natal, e desfilou pelas ruas lotadas de fãs em carro do Corpo de Bombeiros do Aeroporto de Congonhas até o centro.

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Seu nome está no Livro dos Recordes: a final do US Open de 1964, contra a norte-americana Carole Caldwell Graebner, Maria Esther Bueno venceu em apenas 19 minutos.

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Maria Esther Bueno faz parte de um geração vencedora do esporte brasileiro. Muitos eram os ídolos nacionais na década de 60. Adhemar Ferreira da Silva (bicampeão olímpico no salto triplo), Eder Jofre (bicampeão mundial de boxe), Wlamir Marques (bicampeão mundial de basquete) e Biriba (grande destaque do tênis de mesa).

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Os 10 anos de total sucesso na carreira de Maria Esther Bueno são pouco registrados pela mídia da época. Raros vídeos e fotos ajudam a relembrar a brilhante carreira da tenista brasileira. Como era obrigada a treinar com homens – poucas eram as mulheres que praticavam o tênis na época -, Estherzinha tinha golpes rápidos e fortes. Poucos privilegiados podiam acompanhar sua classe até os últimos dias de sua vida no Clube Harmonia, onde se mantinha em atividade.

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O início da carreira

Paulistana, começou a jogar no Clube Tietê aos 11 anos de idade, em 1950, onde existe uma estátua em sua homenagem. Seu pai queria que ela estudasse balé, mas Maria Esther Bueno chegou a disputar algumas provas de natação nos 50 metros livre com sucesso, mas sua paixão sempre fora o tênis.

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Sua carreira foi interrompida em 1967 por causa de uma lesão no cotovelo direito, entre outras lesões. Em Wimbledon chegou a jogar 120 games no mesmo dia ao disputar partidas de simples, duplas e duplas mistas. Seu profissionalismo em quadra nunca foi recompensado pelos organizadores dos torneios com dinheiro, como é feito hoje em dia. Maria Esther Bueno chegou a ganhar bichos de pelúcia após uma grande vitória. Voltou a jogar, já na chamada Era Aberta do tênis mas sem o mesmo brilhantismo. Chegou a vencer o Aberto de Tóquio, em 1974, e ganhou como premiação US$ 3 mil.

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Maria Esther Bueno morreu inconformada com o fato de o Brasil não conseguir formar uma grande jogadora no circuito mundial. “Não é possível que no Brasil, com tanta gente jogando, não exista, pelo menos, uma boa para aparecer. Outra Maria Esther Bueno? Seria um erro comparar, pois cada um é cada um e eu sempre me esforcei 200%”.

Nos últimos anos, atuou como comentarista do canal SporTV. Com contrato válido, deveria participar da cobertura in loco de Wimbledon, em julho. Uma de suas últimas aparições aconteceu no Rio Open, em fevereiro. Na ocasião, se recuperava de um procedimento cirúrgico em decorrência do câncer. Discreta, pediu ao canal para não aparecer no vídeo, somente com o áudio dos seus comentários.

(via Super Esportes)

Balduíno IV a história do Príncipe Leproso que se tornou rei de Jerusalém

Por Maria Luciana Rincón

Você se lembra do enredo do filme “Cruzada”, de Ridley Scott, que foi lançado em 2005? Um dos personagens do longa é Balduíno IV, Rei de Jerusalém, uma figura que, no decorrer da trama, aparece vestindo roupas que cobrem completamente seu corpo e uma máscara de ferro que oculta seu rosto — desfigurados pela lepra.

Lembra desse filme?
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Pois esse cara existiu na vida real e, ao contrário do que vemos no filme, existem registros que sugerem que Balduíno não escondia a sua condição de ninguém, não. Outra coisa importante a se ter em conta é que ele ocupou uma posição extremamente importante — afinal, ele se tornou Rei de Jerusalém, uma terra que já era disputada por cristãos e muçulmanos — em uma época em que não só a lepra não tinha cura, como os doentes eram superestigmatizados. Portanto, Balduíno deve ter sido alguém com uma personalidade e uma força extraordinárias.

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Proteção real

Balduíno nasceu em Jerusalém em 1161 e era um dos filhos do Rei Amalrico I, da casa Anjou, uma família de nobres de origem francesa que teve grande influência durante a Idade Média e participou ativamente nas Cruzadas e no estabelecimento dos estados cristãos na Terra Santa. Até onde se sabe, Balduíno começou a mostrar os primeiros sinais de ter a doença quando tinha por volta de 9 anos de idade e notou enquanto brincava com os amigos que não percebia o toque nem sentia dor no braço direito — mesmo quando a pele era beliscada.

Coroação de Balduíno IV
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O diagnóstico foi feito em seguida, e Balduíno, na verdade, foi beneficiado por ser filho do Rei. Naquela época, a lepra não tinha cura e, de modo geral, representava uma sentença de morte — lenta e solitária para quem sofria da doença. Se não fosse príncipe (e se Amalrico fosse do mal, como muitos monarcas que existiram na História), Balduíno teria sido condenado a viver em uma colônia para leprosos e moribundos.

Uma das muitas ilustrações que retratam as batalhas pela Terra Santa
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No entanto — e para a surpresa dos muçulmanos que habitavam na região de Jerusalém —, o príncipe não só permaneceu na corte, como cresceu como qualquer jovem. Balduíno foi bem educado e, desde cedo, demonstrou ser muito inteligente e também foi treinado nas artes da guerra. Aliás, mesmo doente de lepra, dizem que ele era um excelente cavaleiro. Então, em 1174, quando Balduíno tinha apenas 13 anos de idade, seu pai, Amalrico, morreu, e ele foi coroado.

História conturbada

O Primeiro Reino de Jerusalém foi estabelecido em 1099, após o fim da Primeira Cruzada, e Balduíno subiu ao trono apenas 75 anos depois de os franceses terem conquistado o controle da Terra Santa. Assim que foi coroado, Balduíno viu seu reino ameaçado por Saladino, um poderoso sultão cuja influência se estendia do Egito à Síria.

Antiga ilustração mostrando Saladino
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No início, como era jovem demais para reinar, o garoto foi auxiliado por Raimundo III, Conde de Trípoli, que atuou como regente até 1176. Entretanto, depois de assumir o seu papel como rei, como sua saúde continuava se deteriorando, Balduíno era obrigado a apontar diferentes regentes periodicamente, e essa situação deu origem a desequilíbrios e brigas pelo poder — que, por sua vez, contribuíram para desestabilizar a posição do rei.

Contudo, ainda que com essas dificuldades todas, enquanto pôde Balduíno manteve sua posição e lutou com todas as forças para evitar que Saladino conquistasse Jerusalém, inclusive indo para as linhas de frente com seu exército. Um de seus feitos mais impressionantes aconteceu no final de 1177, quando o sultão iniciou uma marcha do Egito a Ascalão — um dos condados que faziam parte do Reino de Jerusalém — com o propósito de atacar a localidade.

Balduíno IV retratado liderando suas tropas
Balduíno IV na batalha de Montgisard (1)

Segundo registros históricos, apesar de Balduíno e seus exércitos ficarem encurralados — e, de acordo com as lendas, ele somente conseguir segurar as rédeas de seu cavalo com uma das mãos —, o Rei liderou seus soldados e, com a ajuda das tropas de Reinaldo de Châtillon (uma figura controversa da época) e dos Cavaleiros Templários, conquistou uma vitória surpreendente sobre Saladino próximo a Montgisard.

Sucessão e morte

A vitória em Montgisard rendeu uma trégua de 2 anos entre Balduíno e Saladino em 1180, mas, assim que o período estabelecido terminou, o sultão voltou ao ataque. Devido a seus problemas de saúde, Balduíno acabou não deixando herdeiros e, com a deterioração de seu estado e a ameaça dos muçulmanos se intensificando, começaram as tensões para definir quem seria seu sucessor.

Cena do filme “Cruzada”, de Ridley Scott
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Então, em junho de 1183, Saladino capturou Aleppo, completando o cerco a Jerusalém. Balduíno ainda chegou a liderar mais uma batalha — carregado em uma maca —, mas, no fim, o Rei reconheceu que já não havia mais sentido em continuar lutando. Assim, em uma tentativa de manter alguém da família no trono, Balduíno abdicou e corou seu sobrinho, Balduíno V, filho de sua irmã Sibila com Guy de Lusignan, em novembro de 1183, nomeando Raimundo de Tripoli e Joscelino III de Edessa como guardiões do menino.

Saladino, no filme “Cruzada”
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Balduíno IV, o Rei Leproso, morreu em 1185, com apenas 24 anos de idade, e Saladino teria guardado luto em respeito ao rapaz. Balduíno V morreu menos de 1 ano depois, e Sibila e Guy assumiram o trono. Mas, após uma série de campanhas malsucedidas contra as tropas de Saladino, a maior parte do Reino de Jerusalém acabou caindo nas mãos do sultão em 1187.

Balduino IV

Apesar dos pesares, em vez de Balduíno IV ser condenado ao ostracismo, ser desprezado por seu povo e se render por causa de sua terrível doença, ele liderou exércitos e venceu batalhas contra inimigos mais numerosos e incrivelmente poderosos, demonstrando uma bravura e uma força de vontade que acabaram por conquistar o respeito de todos. Seu reinado foi breve, mas sua personalidade e bravura garantiram que seu nome ficasse marcado na História.

(via Mega Curioso)

Conheça a história de Rosie, ilustração símbolo do feminismo

Por Galileu

Os criadores do cartaz não pensaram (nem um pouco) em empoderamento quando o criaram

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Hoje conhecida como símbolo feminista, a ilustração de Rosie, a Rebitadora, demorou para fazer sucesso. Ela foi criada durante a Segunda Guerra Mundialpelogoverno dos Estados Unidos, mas só se tornou famosa anos depois, na década de 1970.

O cartaz — que hoje é icônico — foi exibido apenas por algumas semanas durante a guerra, em uma fábrica do meio oeste da Westinghouse Electric and Manufacturing Company, nos Estados Unidos. O cartaz contava com a frase “We Can Do It!”, que em português significa: “Nós podemos fazer isso!”. ”Não foi encomendado pelo governo dos EUA e nem sequer destinava-se a opinião do público em geral. Apenas um número relativamente pequeno de pessoas viu isso na época”, escreveu Flavia Di Consiglio para a BBC.

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O cartaz fazia parte de uma série, que também incluiu imagens como uma em que se lia: “Dúvida sobre o seu trabalho? Pergunte ao seu supervisor”. É bastante claro que essa imagem foi criada para um exercício corporativo e não para ser símbolo do empoderamento feminino.

Mas em meados dos anos 1970, com o fortalecimento do movimento feminista, a ilustração voltou à tona, já que mostra uma mulher forte e independente. ”A imagem é certamente impressionante e se apropria da imagem familiar de Popeye nos momentos em que ele está prestes a partir para resgatar donzelas em perigo com ajuda de sua força sobre-humana”, afirmou Jim Aulich na reportagem.

A Rosie verdadeira

Em 1943 entretanto, uma outra capa com “Rosie, a Rebitadora” foi criada. Nela vemos uma mulher grande sentada em um pilão, comendo um sanduíche de presunto enquanto segura uma máquina. Ao contrário da sua “irmã” famosa, essa personagem está coberta de graxa, por conta de seu trabalho.

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Outras Rosies apareceram, como a “Rosie ao Resgate”, mas a primeira de que se tem notícia é a que surgiu de uma composição de Redd Evans e John Jacob Loeb, que aparece em uma música chamada “Rosie the Riveter“.

Além disso, por mais contraditório que pareça, o uso do cartaz pelo governo norte-americano We Can Do It! estava longe de ter intenções feministas. ”Claro, durante a guerra as mulheres foram encorajadas a se juntar à força de trabalho, mas com o entendimento de que abdicariam de seus postos assim que os soldados retornassem. Era seu dever”, alega Stephanie Buck no Timeline.

(Com informações de Smithsonian.com.)

(Via Galileu)

Keanu Reeves: O ator mais caridoso da história

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Quanto mais você ler sobre Keanu Reeves, mais você vai gostar dele.

Estima-se que Keanu fez cerca de $260,000,000 e contando a partir de seu papel como Neo na trilogia Matrix. Ele doou aproximadamente $35 milhões para a equipe de efeitos especiais e maquiadores, resultando em mais de 1 milhão por membro do elenco.destaque28

“O dinheiro não significa nada para mim. Eu fiz muito dinheiro, mas eu quero curtir a vida e não me estressar construindo minha conta bancária. Nós todos sabemos que uma boa saúde é muito mais importante”.

Ele também tem uma fundação para financiar pesquisas do câncer e hospitais de câncer.

“Eu tenho uma fundação privada em funcionando há cinco ou seis anos, e ajuda hospitais infantis e pesquisas do câncer. Eu não gosto de atribuir o meu nome a ele, eu apenas deixei a fundação fazer o que ela faz”.

Ao longo dos anos, Keanu tem apoiado muitas instituições de caridade e causas. Ele tem apoiado as seguintes instituições de caridade :

Angelwear

City of Hope

CoachArt

Entertainment Industry Foundation

LIFEbeat

Make It Right

PETA

Racing for Kids

SickKids Foundation

Spinal Cord Opportunities for Rehabilitaion Endowment

Stand Up To Cancer

Wildlife WayStation

Em setembro de 1997 Keanu Reeves, que agora tem milhões de dólares, decidiu passar uma manhã em West Hollywood com um sem-teto, conversando, partilhando e tratando como igual.keanu03 keanu02 keanu01

 

“O dinheiro é a última coisa que eu penso. Eu poderia viver com o que eu já fiz pelos próximos séculos”. Keanu Reeves, 2003.

Há um tempo circulou pela web uma imagem dele num metrô, junto com um texto, relembrem:Esse-cara-lendo-jornal-tranquilamente-num-metro-se-chama-Keanu-Reeves

 

Esse cara lendo jornal tranquilamente num metrô se chama Keanu Reeves.Ele nasceu em uma família problemática. O pai foi preso quando ele tinha em torno de 12 anos por tráfico de drogas e sua mãe era stripper. Sua família libanesa se mudou para o Canadá e ele teve vários padrastos. Ele viu sua namorada morrer. Eles iam se casar, mas ela morreu num acidente de carro que foi televisionado para todo o país. Sua então namorada já estava um pouco depressiva porque ela havia perdido o bebê que o casal iria ter. Desde então, ele evita relacionamentos sérios e nunca casou ou teve filhos.

Ele também é o único dos grandes astros de Hollywood que não tem uma mansão no local. Perguntado sobre o porquê, ele respondeu:
- Moro num flat, tenho tudo que quero a hora que quero. Porque trocaria isso tudo por uma casa vazia?

Keanu Reeves teve um de seus melhores amigos mortos por overdose, River Phoenix (ator de Conta Comigo). Ele era irmão do também ator Joaquin Phoenix. Na mesma época, o pai de Keanu foi preso de novo por porte de drogas e condenado a 10 anos de prisão.

Keanu Reeves viu sua irmã mais nova ter leucemia, que a quase levou a morte. Ela se curou, e ele doou 70% do que ele ganhou em Matrix para hospitais que cuidavam da mesma doença que sua irmã tinha.

Keanu Reeves morou alguns meses na rua junto com os sem teto, para se colocar no lugar dos mesmos, puramente por vontade própria.

Quem já viu na rua o “sad Keanu” sabe que ele é mais ou menos assim.
Não anda com seguranças, come lanche da rua, usa roupas normais, etc.

No próprio aniversário dele, Keanu só foi numa lojinha comprar um bolo pequeno e ficou comendo sozinho. Se algum fã o reconhecia, ele dava um pedaço.

Quando perguntaram a ele sobre a alcunha de “sad Keanu” ele disse:
-Vocês precisam ser felizes para viver. Eu não.

Keanu Reeves merece nosso respeito. 

Por Vicente Carvalho

 

Mikhail Baryshnikov: em busca da liberdade para dançar

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Ator, coreógrafo mas, sobretudo, um gigante do ballet. É isso mesmo que Mika (o seu petit nom) é: um gigante. Se o leitor visse Mikhail Baryshnikov a dançar, a primeira coisa que saltaria à vista é a energia, a vibração, a excitação que debitava nos movimentos. A segunda nota é a rebeldia e a ousadia da sua dança. Estas emoções que Mika nos transmite são confirmadas nas entrevistas do bailarino quando confessa que nunca duvidou dos seus impulsos e, claro, pela coragem que revelou ao desertar da URSS, em 1974, em busca de uma melhor oportunidade para se expressar criativa e livremente.01_Mikhail_Baryshnikov_at_YoungArts_2010__de_Knight_Foundation_01

Nasceu em Riga, na agora independente Letónia, que era na altura parte da União Soviética. Baryshnikov começou os seus estudos de ballet em 1960 e, sete anos mais tarde, integrou o Ballet Kirov, estreando-se no Teatro Mariinsky com o papel do camponês de Giselle, em 1967. O talento de Baryshnikov, em particular a força da sua presença e a sua pureza técnica, foi reconhecido por vários coreógrafos soviéticos (Oleg Vinogradov, Konstantin Sergeyev, Igor Tchernichov e Leonid Jakobson) e o crítico britânico Clive Barnes caracterizava-o como “o mais perfeito bailarino que alguma vez vi”.02_Baryshnikov_revista_pajaro_de_fuego_n_18_agosto_1979_02

Naquela altura viviam-se os gélidos tempos da Guerra Fria. A indústria da propaganda de cada uma das duas grandes potências exaltava as respectivas maravilhas, enquanto estas se debatiam na cena internacional. Como não podia deixar de ser, a cultura era uma das bandeiras da estratégia de guerra. Mikhail era o bastião do ballet soviético, amado e adorado pela sua pátria. Infelizmente, os sentimentos não eram mútuos e, farto da atmosfera sufocante do comunismo soviético, deixou-se seduzir pelas maravilhas, promessas e liberdades do “american way of life”.

Criatividade e liberdade são dois valores que andam, geralmente, de braços dados. Num certo sentido, a criatividade é um ato radical de liberdade. O medo, a subjugação ao domínio de outros (ou do todo, do colectivo, como dita o comunismo) restringe de uma forma violenta as barreiras à mente criativa, à demonstração do eu artístico que há nos indivíduos. A ousadia da criatividade é isso mesmo: transcender os valores e comportamentos do grupo. Não quer dizer que a criação não tenha como objeto esses valores mas tem um plus: a visão do “eu artístico”. E isso é transcender o coletivo e individualizar.

Assim, em 1974, após uma performance do Ballet Bolshoi em Toronto, o bailarino desertou, numa espécie de peregrinação, da União Soviética em busca de liberdade pessoal e criativa, de uma oportunidade melhor para se expressar criativamente, confiante de que a sua técnica transcendia barreiras culturais. Tinha razão.

Alguns anos mais tarde, Mikhail explicou-se à New Statesman: “sou um individualista e, lá, isso é um crime”. Nos EUA, entrou para o American Ballet Theatre (ABT) onde apareceu em variadas produções. O público compareceu em massa para ver “a sua técnica clássica impecável, aparentemente sem esforço e as manobras no ar extraordinárias que executava com tanto entusiasmo e precisão”, escreveu Laura Shapiro, na Newsweek. Três anos mais tarde, Mika foi nomeado para um Óscar pela sua performance em “The Turning Point” (1977), um filme em que contracena com Anne Bancroft e Shirley MacLaine. Mais prémios viriam: em 1979 e 1980 – já Mikhail tinha deixado o ABT e estava, desde 1978, no New York City Ballet – dois Emmy’s por performances na televisão. Sempre em busca de novos desafios à sua expressividade, aparece, em 1985, ao lado de Gregory Hines em “White Nights” e, em 1989, na produção da “Metamorfose” kafkiana.

Em 1990, Mika cria o projeto avant-garde White Oak, com Mark Morris, abraçando assim a dança contemporânea. “É menos educada, mais democrática, mais transparente e, na minha perspetiva, mais próxima do coração das pessoas”, confessou à New Statesman. Em 2003 e 2004, fez uma aparição memorável na série “Sexo e a Cidade,” onde vestiu a pele de um artista russo amante de Sarah Jessica Parker. Apesar de um problema no joelho, Mika continuou a dançar nos seus 50 e 60 anos mas, recentemente, guardou os seus sapatos de bailarino e voltou aos palcos em “Paris” (é mesmo o nome da peça), em 2011 e 2012, peça baseada numa história do escritor russo Ivan Bunin.

Por Graça C. Moniz04_Baryshnikov_and_Minnelli_1981_TV_Scout_Previews_04 05_Mikhail_Baryshnikov_at_YoungArts_2010__de_Knight_Foundation_05

Johnny Depp

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Embebedava-se, fuma demais e até já foi ao Calçada da Fama só para fazer xixi em cima da estrela com o seu nome. Agora só bebe cerveja sem álcool

Por vezes, já noite dentro, em filmagem nos locais mais diversos do mundo, depois de pousar a guitarra ou fechar um dos quatro ou cinco livros que lê em simultâneo ou de desligar o televisor após ter assistido a “algum lixo televisivo”, Johnny Depp começa a interrogar-se. Adora o que faz mais… não haverá mais nada em que prefira meter-se? Não seria bom ir para um sítio qualquer pensar e escrever – ou apenas “vomitar” ideias?johnny_depp_tonto_train

No escritório em Los Angeles, acabadinho de chegar da festa do 14.º aniversário da filha na noite anterior, Depp põe-se a pensar. “Já estou com 50 anos em cima destes ossos”, diz, dando uma longa passa num dos seus gordos cigarros castanhos, habilmente enrolados por ele próprio. “Não posso dizer que queira fazer isto mais 10 anos.”
A ideia de se reformar passa-lhe pela cabeça todos os dias. “Queria aproveitar mais a vida. Sem ter de estar sempre a fugir pela cozinha dos restaurantes ou pelas caves dos hotéis. Não quero viver como fugitivo.” Por outro lado, o envelhecimento abre a porta a novos papéis – veja-se o caso do falecido companheiro de copos Marlon Brando. “No fundo, não sei se sou capaz de abrandar”, diz. E apaga o cigarro num cinzeiro colocado sobre a mesa, com uma roleta de cassino embutida.

Johnny Depp é um tipo com quem é bom estar. Os seus heróis (Brando, Keith Richards ou Bob Dylan) tendem a tornar-se seus amigos. “O Johnny é tão interessante como o Dylan ou o Brando… ou eu próprio”, diz Richards, que passou horas a dar entrevistas a Depp para o documentário que o ator está a fazer sobre o guitarrista dos Rolling Stones.

Depp veste-se como vagabundo. Hoje usa um chapéu gasto com uma pena, um velho casaco castanho e uma camisa azul. As calças de ganga são largas, com pingos de tinta e vários rasgões com fita-cola. Tem barbicha e tatuagens no corpo. “Já estou a ficar sem espaço para mais”, diz. Usa óculos. Desde nascença que é “cego que nem uma toupeira do olho esquerdo”. O problema é impossível de tratar. “Vejo tudo desfocado.” O olho direito é míope (e também já não vê muito bem ao perto). Sempre que está a atuar (a não ser que tenha a sorte de a personagem usar óculos), só consegue ver o que estiver a centímetros da cara.

A explicação para a fita-cola nos jeans é simples: “Estava para ir a uma festa na escola do meu filho e quando vesti as calças percebi que os rasgões eram tão grandes que se via o meu rabo. E eu não uso roupa interior.”

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Como? Johnny Depp não usa roupa interior? “Essa tende a ser a minha abordagem”, diz, corando um pouco. “Fui logo à procura de fita-cola para tapar os buracos. Eu sei, é patético. Ainda por cima, continuo a usá-las.”

No escritório da sua produtora, Depp vai bebendo uma cerveja sem álcool. Há um ano que não toca em bebidas alcoólicas, mas recusa usar a expressão “deixar de beber”. Nunca se considerou um alcoólico. “É uma espécie de remédio, automedicação, para acalmar o circo à minha volta. As festas e coisas do gênero sempre foram experiências desagradáveis para mim. Precisava de beber quando estava nesse tipo de situações.”

Também deixou de fumar, mas voltou ao vício recentemente embora fume menos do que antes. Durante as três horas e meia que estivemos com ele, fumou seis cigarros. E tem o hábito de cortar as imagens chocantes dos maços de tabaco.

A maior alteração recente na sua vida é uma questão delicada: o divórcio de Vanessa Paradis, sua companheira durante 14 anos e mãe dos seus dois filhos. “As relações são muito difíceis. Isso não põe termo ao fato de continuarmos a gostar de uma pessoa e de ela ser a mãe dos nossos filhos. Portanto, mais vale tentarmos dar o melhor face à situação.”

2003: Em ‘Piratas dos Caríbes’Imagem-MILTMP19354280-(1)

Os tablóides deram relevo ao fato de Depp ter andado na companhia do amigo Marilyn Manson no rescaldo da separação. “O Johnny e eu nunca fomos amigos de copos”, diz Manson. “Apesar de ter sido ele a meter-me no absinto… Hei-de culpá-lo sempre por isso… Estávamos ambos com problemas e passar tempo com ele deixava-me mais feliz. E parecia que eu também o deixava mais feliz.” O cantor diz que ninguém ficou mais perturbado do que a sua namorada. “Ela dizia coisas do tipo: ‘Pois, andas a passar tempo com o Johnny Depp e ele está solteiro.’” Isso era a pior coisa que alguma rapariga podia ouvir.”

Depp, que namora agora com a atriz de 27 anos Amber Heard [até Janeiro namorada da modelo francesa Marie de Villepin], também tem passado tempo com um amigo que só há pouco tempo conheceu pessoalmente: Damien Echols, que esteve preso 18 anos acusado de assassínio e foi ilibado por provas entretanto obtidas. Há anos que Depp financia a defesa do seu caso. Os dois já fizeram juntos seis tatuagens idênticas.

2005: Em ‘Charlie e a Fábrica de Chocolate’Imagem-MILTMP19354279-(1)

Na sua versão mais jovem, Depp ficou conhecido pelos acessos de deboche, destruindo quartos de hotel após cada separação (Kate Moss, Winona Ryder), mas ele insiste que, desta vez, não foi o caso. Depp tinha 15 anos quando os pais se divorciaram e não suportou isso muito bem.

A sede da sua produtora, a Infinitum Nihil, é moderna, com uma enorme cozinha à entrada. A sala de reuniões está cheia com cartazes de O Mascarilha, o seu novo filme [estreia em Portugal a 8 de Agosto] e obras pintadas pelo próprio Depp, incluindo retratos de Bob Dylan e Marlon Brando.

Estamos virados para uma porta dupla no seu gabinete que dá para uma espécie de museu da sua carreira: há uma máquina de flippers de Os Piratas das Caraíbas e uma réplica em tamanho real do esqueleto do Homem-Elefante. Entre estas duas peças está um manequim sem cabeça envergando o traje original, de couro negro e metal, que usou em 1990 em Eduardo, Mãos de Tesoura. Este foi o filme que estabeleceu o padrão da sua carreira daí em diante. “Ao cobrir-me de maquiagem, dos pés à cabeça, torna-se mais fácil olhar para as outras pessoas”, diz o ator, que há anos que não vê qualquer dos seus filmes.

Nas veias ainda lhe corre sangue dos índios americanos. Quando o realizador Gore Verbinski revelou aos executivos o interesse de Depp no seu projeto (O Mascarilha), eles ficaram delirantes. “Toda a gente pensou: ‘Johnny Depp no papel do Mascarilha? Fantástico! Faça-se o filme.’ Depois, as suas expressões azedaram quando lhes disse que ele queria ser o índio: ‘O quê? Ele quer interpretar o Tonto?!’”

O ator até usa um antigo símbolo da tribo comanche no colar de corda ao pescoço. No ano passado, foi adotado como filho da ativista comanche LaDonna Harris num ritual. Deram-lhe o nome de Shape Shifter [Aquele que Muda de Forma]. “Pareceu-me muito adequado”, comenta Harris.

Desde os 20 anos que Depp mantém um diário. É a forma como resolve os puzzles da vida; as suas tentativas com a psicoterapia nunca correram bem. “Nos diários, tento ser o mais honesto possível. Mas há uma parte de ti que, estranhamente, nem a ti próprio confessas, porque, no fundo, sabes que alguém vai ler a merda dos diários quando estiveres feito em cinzas”, afirma.

2010: Em ‘Alice no País das Maravilhas’Imagem-MILTMP19350225-(1)

Cresceu numa família de classe remediada que tinha o estranho hábito de mudar de casa quase todos os meses – primeiro no estado do Kentucky, depois na Florida. O sentimento de viver como um fugitivo vem daí. O pai era engenheiro civil e a mãe empregada de mesa. “Contavam sempre os tostões no fim do mês. Por alturas do Natal, já tínhamos falido três ou quatro vezes”, conta. “Ela cresceu numa barraca nos montes Apalaches e diz que fez o melhor que sabia para nos educar. Aos meus filhos, digo-lhes que os amo 75 vezes por dia.”

Mudar de casa ainda o afeta. “Quando chega a altura de fazer as malas, mesmo que seja para ir de férias, fico num frangalho. Há malas que nunca cheguei a desfazer. Tenho malas e malas algures, em arrecadações alugadas. Sei que ainda tenho, num sítio qualquer, uma mala que trouxe do Eduardo, Mãos de Tesoura e nunca abri a do Quem não Chora não… Ama. Estas pequenas cápsulas do tempo estão para ali, num sítio qualquer, só porque não fui capaz de lidar com elas.”

Com a namorada, a atriz Amber Heard, de 27 anos, e os filhosJohnny Depp Sighting In Tokyo

Diz também que não acredita em Deus. “Acho que estamos cá e que é basicamente só isso. Depois é só pó e larvas.” Durante uns tempos, pensou que seria fixe se o seu corpo fosse atirado para um precipício quando chegasse o fim. “Sempre entretinha as pessoas. Ou podiam guardar a pele onde tenho tatuagens. Recortá-las, arranjar molduras com formol, onde fossem preservadas, e mantê-las assim esticadas – isto não parece nada macabro, pois não? Não.”

Marilyn Manson conta a história de uma noite de bebedeira, em Hollywood, em que os dois foram vagueando até à estrela de Depp, no Passeio da Fama – mesmo entre Wesley Snipes e Sonny e Cher. “Queríamos mijar em cima da estrela dele”, diz Manson. “Pensámos nisso mas não posso confirmar ou negar que o tenhamos feito.”

E depois há aquela voz que Depp houve na cabeça a toda a hora: “F***-se, F***-se. Não precisas desta merda. F***-se.” Ri-se à gargalhada a contar isto, como se Brando estivesse a gritar-lhe aos ouvidos. “O Marlon chegou a um ponto da vida em que simplesmente disse: ‘Não quero saber disto’”, afirma Depp, sorrindo, como se fosse um fugitivo que consegue, finalmente, ver ao longe o fim da estrada. “E isto deve ser como atingir uma espécie de nirvana. Só pode ser. É a liberdade.”

Por Brian Hiatt/Exclusivo ‘Rolling Stone’

Fecal Matter: o embrião do Nirvana

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Tudo começou com o nascimento do primogênito do casal Don e Wendy Cobain, Kurt Donald Cobain, no dia 20 de fevereiro de 1967 no Grays Harbor Community Hospital localizado em Aberdeen.

A ligação de Kurt com a arte parecia predestinada! O pequeno menino que ria de tudo aos cinco anos costumava fazer desenhos perfeitos de seus personagens preferidos como o Pato Donald e o Pateta. A música também era uma constante em sua família. Seu tio Chuck tocava num grupo chamado “Beachcombers”, sua tia Mari costumava tocar em clubes da região e eles sempre faziam jam sessions em casa com direito a gravações caseiras de Kurt cantarolando “Hey Jude” dos Beatles aos dois anos.

Wendy, Kim (irmã caçula), Don e Kurt no natal de 1974tumblr_lk2ipkJyfo1qcbw06o1_500

Kurt teve uma infância relativamente feliz até completar nove anos, época em que seus pais se separaram e sua hiperatividade aumentou, além das surras que ele levava de seu pai. A arte que antes expressava a felicidade infantil de Kurt, virou a válvula de escape para os ressentimentos dele.

Essa fase traumática destruiu tudo aquilo que Kurt confiava e ele passou a migrar para casa de parentes e amigos sem permanecer sequer por um ano em cada residência, tendo sempre uma razão problemática para a mudança e tornando-se cada vez mais solitário.

Foi em 1981 que ele ganhou sua primeira guitarra elétrica Lindell, presente de sua tia Mari que o incentivou a praticar e a compor. Nessa mesma época ele conheceu Warren Mason, amigo de seu tio Chuck que o ensinava a tocar os clássicos do rock como “Stairway to Heaven” do Led Zeppelin.

Kurt em seu quarto no ano de 1982tumblr_mgtsvee4Lg1rdl6iso1_500

Isso tudo possibilitou uma certa maturidade musical que levou Kurt a gravar sua primeira demo com um gravador de 4 canais em Seattle na casa de sua tia Mari em 1982. A demo levou o nome de “Organized Confusion” e dela nos restou uma versão de 1988 da música Spank Thru, faixa que constava nessa demo:

O embrião do Nirvana surgiu em 1983 quando Kurt conheceu Krist Novoselic — um croata “gigante” que havia se mudado há pouco tempo com sua família para Aberdeen. Os dois tinham pontos em comum que os diferenciavam dos outros adolescentes da cidade: eram extremamente fissurados por música, tinham poucos amigos e eram fãs devotos (Kurt mais ainda) de uma pequena banda da cidade, os Melvins. Novoselic também admirava a flexibilidade e a habilidade que Kurt tinha quando o assunto era arte.

Kurt ficou tão obcecado pela ideia de montar uma banda que em 1985, enquanto Novoselic se formava no colegial, ele abandonou os estudos para gravar mais demos em Seattle, na mesma casa da mesma tia Mari. Foi em dezembro desse ano que ele montou sua primeira banda de verdade, a Fecal Matter, com Dale Crover no baixo (nessa época ele era baterista dos Melvins) e Greg Hokason na bateria. A demo levou o nome de Illiteracy Will Prevail e Greg não participou da gravação, deixando sua função para Dale após Kurt convencê-lo de viajar até Seattle com ele. A capa ficou por conta do Kurt e as cópias em forma de fita K7 também.

Capa da demo feita por Kurt Cobainfecal_matter1

“Mari ficou perturbada com a letra de ‘Suicide Samurai’, mas colocou-a na conta de um comportamento adolescente típico. Os rapazes gravaram também ‘Bambi Slaughter’, a história de como um menino fez negócio com os anéis de casamento de seus pais, ‘Buffy’s Pregnant’, sendo Buffy a personagem de um programa de televisão Family Affair, ‘Downer’, ‘Laminated Effect’, ‘Spank Thru’ e ‘Sound of Dentage’.” (CROSS, p. 92)

O material da Fecal Matter não despertou interesse em ninguém, exceto para Novoselic. Com o fim da banda, ele e Kurt passaram a fazer cada vez mais jams na casa que ele dividia com outro rapaz ainda em Aberdeen e em 1986 os dois decidiram montar outra banda, com o Kurt na guitarra e vocal, Krist no baixo e Aaron Burckhard na bateria.

A banda realizou o primeiro show durante uma festa em março de 1987 e não tinha um nome específico: Skid Row, Bliss, Pen Cap Chew e Ted Ed Fred foram alguns nomes utilizados durante os primeiros shows. O baterista Aaron abandonou a banda bem nesse começo, sendo substituído por Dale Crover que já tinha tocado com Kurt durante o Fecal Matter e gravado a bateria da primeira e última demo da banda.

Finalmente, com Kurt Cobain na guitarra e vocal, Krist Novoselic no baixo e Dale Crover temporariamente na bateria, a banda conseguiu sua primeira gravação profissional em 23 de janeiro de 1988 com a produção de Jack Endino, o mesmo produtor das bandas Mudhoney e Soundgarden. O cara ficou tão impressionado com a Dale Demo do trio que resolveu fazer algumas cópias para os seus amigos. Um desses amigos era o Jonathan Poneman da Sub Pop Records! Nem preciso dizer que foi ele que lançou o primeiro disco da banda, Bleach, em 1989, né?

Dave Foster, Kurt e Krist em 1988tumblr_m6maxtsO8d1rpy48oo1_400

Até gravar o primeiro álbum, a banda trocou de baterista mais três vezes. Dale Crover teve que se dedicar somente aos Melvins por causa de uma mudança da banda para São Francisco, deixando em seu lugar Dave Foster que ficou por pouco tempo na banda. Com a sua saída, Aaron Burckhard tentou voltar, mas foi preso. A solução foi chamar Chad Channing que ficou na banda até maio de 1990. Sua saída teve como motivo principal uma insatisfação recíproca: de um lado Krist e Kurt não gostavam da maneira como ele tocava, e ele por sua vez se sentia excluído das composições.

Kurt, Chad e Kristnirvana1988

Obs.: foi em setembro de 1990, após ter sido apresentado por Buzz Osborne (líder dos Melvins,) que Dave Grohl assumiu a bateria do Nirvana.

O nome Nirvana apareceu oficialmente no dia 19 de março de 1988 num pôster do show realizado no Community World Theater, em Tacoma:

“Ele [Cobain] mais tarde explicou que queria um nome suave em vez de um ‘nome malvado, rude, punk’ — embora ‘malvado’, ‘rude’ e ‘punk’ fossem termos adequados para descrever o som da banda.” (GAAR, p.16)

Foto tirada por Tracy Marander, namorada de Kurt em 1988kurt-cobain-tracy-marander--large-msg-116075261372Kurt Cobain of Nirvana

 

Alexander McQueen: o génio da moda

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A época pós-moderna em que nós encontramos é também determinada como a era das colagens, dos recortes ,das perguntas e floreios sobre as questões práticas e artísticas. O que é arte? O que é cultura? O que é moda? No meio das respostas, se pode observar influências, meios de comunicação, reflexões e respostas paralelas, contraditórias , redundantes e até mesmo esclarecedoras. Nesse contexto um expoente da moda conseguiu criar raízes concretas e reais usando pitadas do abstrato e modelando conceitos antagônicos em uma perspectiva inusitada que ao mesmo tempo consegue ser contemporânea, artesanal e impactante.alexandree-thumb-600x819-39625

Alexander McQueen mostrou seu talento e deixou em cada criação, um pouco dos seus dilemas próprios, seu caráter e pedaços da identidade modernista. Ele subiu no palco e fez com que excentricidades e diferenciais pudessem desfilar em uma inusitada sintonia, criando um som harmônico como se fosse uma nova nota musical da moda em uma partitura conhecida e aclamada pelos ouvidos do mundo,encantando e surpreendendo a plateia. Diversidade de materiais e conceitos criando formas inovadoras, transmitindo outras mensagens pela passarela, pelas ruas, pelas lojas, pelo significado das partes e do todo.ZZ159C5CD9

Lançar tendências foi uma de suas atividades, o modismo dos últimos vinte anos jamais poderia ser descrito sem pensar nele . Inteligente e preciso nas proporções de corte, era um mestre da alfaiataria, fez diversos itens clássicos com acabamento perfeito. Abusando de teatralidade e meios marcantes de se colocar McQueen se criou, ousou e se construiu. A palavra-chave do seu sucesso seria originalidade no cenário da moda.alexander-mcqueen-outstanding-achievement-award-thumb-600x358-25488

O exótico que ganhou nuances de beleza romântica e perspectivas bizarras juntamente com o comum repaginado criou produtos, desejos de consumo e uma marca própria reflexo de sua habilidade, que o levou a um patamar digno do seu currículo.Um estilista inglês que começou cedo aos 16 anos, após deixar a escola, trabalhando em uma alfaiataria como aprendiz e em menos de uma década construiu uma carreira enriquecida com anos trabalhados como estilista das marcas de luxo: Givenchy e Gucci. Alexander também criou diversos modelos para inúmeras celebridades como Lady Gaga, Sandra Bullock, Rihanna, Michele Obama entre outras que engrandecem a lista de clientes.alelelelelelelel-thumb-600x400-39635

Referência, inspiração e ícone do universo fashion. Adjetivos que se encaixam como uma luva em sua história. Criando um caminho repleto de realizações profissionais, a maioria dos passos dados, se tornaram conquistas. Alta costura, corte impecável e uma ótima qualidade são características que consagram suas peças, sua marca e o seu nome .Um nome tão respeitado, tão comercial, tão Alexander McQueen. Um homem que fechou as cortinas do desfile da sua própria vida, aos quarenta anos deixando uma plateia mundial entristecida. Uma história tão boa que merecia outro final, mais que por si só se tornou um mito carregado de valor, carregado de estilo e personalidade.

Por Alexandre Romero

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M. C. Escher

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Mauritus Cornelis Escher, nasceu em Leeuwarden na Holanda em 1898, faleceu em 1970  e dedicou toda a sua vida às artes gráficas. Na sua juventude não foi um aluno brilhante, nem sequer manifestava grande interesse pelos estudos, mas os seus pais conseguiram convencê-lo a ingressar na Escola de Belas Artes de Haarlem para estudar arquitetura. Foi lá que conheceu o seu mestre, um professor de Artes Gráficas judeu de origem portuguesa, chamado Jesserum de Mesquita.escher

Com o professor Mesquita, Escher aprendeu muito, conheceu as técnicas de desenho e deixou-se fascinar pela arte da gravura. Este fascínio foi tão forte que levou Mauritus a abandonar a Arquitetura e a seguir as Artes Gráficas. Quando terminou os seus estudos, Escher decide viajar, conhecer o mundo! Passou por Espanha, Itália e fixou-se em Roma, onde se dedicou ao trabalho gráfico. Mais tarde, por razões políticas muda-se para a Suíça, posteriormente para a Bélgica e em 1941 regressa ao seu país natal.

Estas passagens por diferentes lugares, por diferentes culturas, inspiraram a mente de Escher, nomeadamente a passagem por Alhambra, em Granada, onde conheceu os azulejos mouros. Este contato com a arte árabe está na base do interesse e da paixão de Escher pela divisão regular do plano em figuras geométricas que se transfiguram, se repetem e refletem, pelas pavimentações. Porém, no preenchimento de superfícies, Escher substituía as figuras abstrato-geométricas, usadas pelos árabes, por figuras concretas, perceptíveis e existentes na natureza, como pássaros, peixes, pessoas, répteis, etc. angels Birds fishreptile2

Escher, sem conhecimento matemático prévio mas através do estudo sistemático e da experimentação,  descobre todos os diferentes grupos de combinações isométricas que deixam um determinado ornamento invariante. A reflexão é brilhantemente utilizada na xilografia.

“Day and Night”
Se nos fixarmos no losango branco central abaixo, automaticamente somos levados até ao céu, e o que de início era uma simples figura geométrica rapidamente se transforma num pássaro. Os pássaros brancos voam para a direita em direção à noite que recobre uma pequena aldeia holandesa à beira de um rio. Os pássaros negros, por sua vez, sobrevoam uma imagem iluminada pelo sol, que é exatamente a imagem refletida da paisagem noturna.day-and-night

Aos poucos, Escher, vai sendo cada vez mais ousado e para além da “dança” com a geometria, vai também ao encontro do infinito. A divisão regular da superfície aparece misturada a formas tridimensionais, geralmente num ciclo sem fim, onde uma fase se dilui na outra. A litografia “Reptiles” é um bom exemplo disso.

“Reptiles”
Entre toda a espécie de objetos está o seu próprio caderno de esboços colocado sobre uma mesa, no qual se vê um desenho: um mosaico de figuras em forma de répteis num contraste de três cores. Subitamente um dos répteis ali desenhados, sai do papel e dá vida a um ciclo tridimensional retornando depois à bidimensionalidade do caderno de esboços.ReptilesLR

Desde o início que um dos seus fascínios era a representação tridimensional dos objetos na inevitável bidimensionalidade do papel. Escher, explorou em profundidade as leis da perspectiva e desafiou essas leis nas representações bidimensionais e tridimensionais, provocando o conflito das representações.

“Drawing Hands”  
Uma folha de papel está presa a uma prancheta. A mão direita desenha a manga de uma camisa. Ela ainda não tem o trabalho concluído, mas um pouco mais à direita, uma mão esquerda que sai de dentro da manga, está já desenhada tão pormenorizadamente, que se levanta da superfície e, por sua vez, como se fosse uma parte viva do corpo, desenha a manga donde sai a mão direita.drawing-handsDono de uma personalidade humilde, Escher, não se considerava artista nem matemático. Mas a verdade é que transportou para os seus desenhos estruturas matemáticas complexas, perspectivas espaciais que necessitam sempre de um apurado segundo olhar, podemos mesmo dizer, de um terceiro, quarto…

“House of Stairs”
Quase toda a metade superior da estampa é a imagem refletida da metade inferior. A escada superior, onde um bicho-rolapé desce da esquerda para a direita, reflete-se duas vezes: no meio e no lado inferior. Na escada, no canto superior direito, neutraliza-se a oposição entre subida e descida: duas fileiras de bichos avançam lado a lado; contudo, uma sobe, enquanto a outra desce.HOUSE OF STAIRS

High and Low”
Nesta estampa reproduz-se duas vezes a mesma representação, cada uma delas dum ponto de vista diferente. A metade inferior mostra a vista de um observador que esteja no térreo do chão. A metade superior mostra o que ele veria se estivesse ao nível do segundo andar. O ladrilho que se encontra no centro da composição serve de chão no cenário superior, contudo, este vai servir de teto no cenário inferior.high-and-low

“Concave and Convex”
Três casas estão colocadas perto umas das outra. A da esquerda vê-se de fora, a da direita de dentro e a do centro vê-se facultativamente de dentro ou de fora. Em baixo à esquerda, um homem sobe uma escada para uma plataforma. Perto do homem adormecido encontrará uma bacia em forma de concha. Do lado direito alguém sobe uma outra escada, mas então, o que visto da esquerda parecia uma escada, torna-se agora no lado interior de uma abóbada, e a plataforma que era chão firme transforma-se em teto.convex_and_concave

Fascinado pelos paradoxos visuais, Escher chegou à criação de mundos impossíveis. Nesses trabalhos, o artista joga com as leis da perspectiva para produzir surpreendentes efeitos de ilusão de óptica. Nos seus desenhos somos levados a novos universos, a lugares verdadeiramente misteriosos! Para Escher a realidade pouco interessa, antes pelo contrário, prefere criar mundos impossíveis que apenas pareçam reais. Eis porque se tornou uma espécie de mágico das artes gráficas.

Escher suscitou a atenção por parte de muitos matemáticos (por exemplo de Moëbius – que não se cansava de o convidar para palestras), cientistas e cristalógrafos. O mais curioso é que Escher não tinha uma formação específica nestas áreas, mas elas aparecem nas suas criações!  Cada vez mais assediado pelos matemáticos, Escher acabou muitas vezes por se inspirar em suas novas descobertas. Por exemplo, “Waterfall” foi baseada na figura do tribar, uma construção geometricamente impossível, criada pelo matemático Penrose.

“Belvedere”
O rapaz que está sentado no banco tem em suas mãos um objeto com a forma de cubo que, visto de cima, representa uma realidade diferente da de quando visto por baixo. Ele observa pensativamente o objeto impossível e não parece aperceber-se de que o belvedere, atrás das suas costas, é construído desta forma. No piso inferior, no interior da casa, está encostada uma escada pela qual sobem duas pessoas. Mas chegadas a um piso acima, estão de novo ao ar livre e têm de voltar a entrar no edifício.belvedere

“Ascending and Descending”
Um pátio interior é circundado por um edifício cujo telhado consiste numa escadaria onde tanto se pode subir como descer, sem que no entanto se consiga chegar nem acima nem abaixo.Ascending and Descending

“Waterfall”
A água de uma cascata põe em movimento a roda de um moinho e corre depois para baixo, numa calha inclinada entre duas torres, em zigue-zague, até ao ponto em que a queda de água de novo começa. Ambas as torres são da mesma altura, mas a da direita está, contudo, um andar mais baixo do que a da esquerda.Waterfall

O formato dos sólidos geométricos, em especial, dos poliedros também atraiu Escher. Seu interesse nasceu a partir da observação dos cristais, possivelmente influenciado por seu irmão que era geólogo. Realizou diversos trabalhos explorando as possibilidades dos poliedros. Maravilhado pelas suas formas afirma que no caos da sociedade moderna os poliedros “representam de maneira ímpar o anelo de harmonia e ordem do homem”

“Order and Chaos”
No centro, encontra-se um dodecaedro em estrela, cercado por uma esfera transparente. Neste símbolo da ordem e da beleza espelha-se o caos: uma aglomeração heterogênea de toda a espécie de coisas inúteis, estragadas e amarrotadas.Order and Chaos

“Stars”
No espaço pairam, como estrelas, sólidos geométricos simples, duplos e triplos. No meio, encontra-se uma estrutura de três octaedros regulares, reproduzidos só por molduras. Como habitantes desta construção temos dois camaleões.Stars

“Polyhedra with Flowers “
Esta é talvez uma das peças mais bonitas de Escher, esculpida em madeira de ácer. Tem cerca de 13 cm de altura e consiste em cinco tetraedros que se entrelaçam uns nos outros.Polyhedra with Flowers

São todos estes “condimentos” matemáticos aliados à mente artística de Escher que resultam num trabalho tão original e extraordinário. Escher foi reconhecido pelo mundo, pelos seus desenhos de ilusões espaciais, de construções impossíveis, onde a geometria se transforma em arte ou a arte em geometria.

+info: www.mcescher.com/

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G-Star Raw

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Para compreender a história por trás da marca holandesa G-primas Star, é preciso olhar para trás um par de décadas. Fundada em 1989 na Holanda, G Star Raw tornou-se numa das principais fabricantes mundiais de vestuário urbano moderno. A história da marca de roupas começou como Gap Star, mas mudou seu nome depois de tornar-se globalmente conhecida com a sua linha de roupas populares e jovens. A G Star Raw utiliza sua história de marca especializando-se em denim bruto. A linha usa jeans não tratado e lavado para estabelecer sua presença no mundo da moda e o próprio segmento de outras tendências. Este uso do denim é utilizado por alguns dos produtores mais procurados do mundo, com um número de diferentes estilos e modelos que são usados por celebridades e estrelas do esporte de todas as esferas da vida.

Ganhando Popularidade

A marca G Star é fortemente inspirada no vestuário militar vintage. G Star Raw usa modelos diferentes de forças armadas e das forças armadas de todo o mundo e é isso que faz das suas roupas peças únicas. Algumas das características mais interessantes típicas da linha G Star incluem bolsos com zíper nos braços ou em jaquetas e camisas e bolsas especiais para manter os telefones móveis e dispositivos pequenos, como iPods. Na Europa, o historial da marca tem sido estimado por muitos indivíduos da moda e especialistas em fashion design. Uma série de pistas de modelagem na Semana de Moda de Nova York em 2008 também incluiu a G Star no roteiro. O estilo foi usado para acentuar o sentimento de todo o país durante um período de agitação social, política e econômica. A G Star tem hoje uma loja localizada em Nova York, que foi bastante mencionada e procurada ao longo da história da marca. No Outono / Inverno de 2007, a empresa apresentou o primeiros estilos de sua linha de calçado que se tornou muito popular no mundo da moda. A G Star chegou há poucos anos timidamente no Brasil mas já é possível comprar online qualquer um dos seus produtos.

Art of Raw

No dia 15 de Fevereiro 2013, a G-Star lançou a nova campanha para a Primavera/Verão 2013, The Art of RAW. Esta campanha explora as infinitas possibilidades que o Denim pode oferecer, como demonstrado no mascote desta campanha, o Skeleton Dog.

A G-Star junta-se a mais um grande artista nesta nova campanha, o produtor de música de dança electrônica Skrillex, para a criação de uma trilha sonora especialmente para este vídeo.

O protagonista da campanha desta temporada é modelo G-Star Elwood, um ícone da marca, criado em 1996 por Pierre Morisset com inspiração nas calças de um motoqueiro, deformadas pelo frio e chuva e que acabaram por se tornar um sucesso com mais de 13 milhões de pares de calças vendidos até hoje.

The Art of RAW – The Unlimited Possibilities of Denim

G-Star RAW Tailored Atelier.

Pierre Morisset abre a primeira grande exposição de Denim na HolandaG-Star RAW Store Opening in Hong Kong

De 23 de Novembro de 2012 a 10 de Março de 2013, vale a pena passar pela cidade holandesa de Utrecht e aproveitar para visitar a primeira grande exposição totalmente dedicada ao Denim, “Blue Jeans”, no Centraal Museum Utrecht.

Pierre Morisset, director criativo da G-Star RAW, organizou esta exposição dividindo-a em vários temas, mostrando o lado experimental e criativo dos jeans desde a sua origem no século 17, até aos modelos mais modernos dos dias de hoje. Além de apresentar produtos da G-Star como Flywoods, G-Star Elwood, Prouvé RAW, RAW Nettle Denim e RAW Tailored Atelier, mostra-nos também peças de Yves Saint Laurent, Chanel e Levi’s.g-star-the-art-of-raw-ss-2013-video-teaser-campaign-01Bregje Heinen & Dylan Hartigan by for G-Star Raw SS 2013 1 Bregje Heinen & Dylan Hartigan by for G-Star Raw SS 2013 2 Bregje Heinen & Dylan Hartigan by for G-Star Raw SS 2013 3 Bregje Heinen & Dylan Hartigan by for G-Star Raw SS 2013 4logo_g-star-black_df1191ae