6 órgãos do corpo humano que a ciência não consegue explicar

Por PH Mota

O corpo humano evolui de primatas comuns para um ser de forma mais esguia e atlética, como conhecemos hoje em dia. Como é comum no processo de evolução de qualquer criatura, o corpo passa por mudanças drásticas a medida que se adapta às exigências da natureza.

Captain America: The First Avenger

Durante o processo, é natural que algumas partes possam aparecer, se transformar ou sumir completamente. Apesar disso, existe uma outra classe de órgãos presentes no corpo humano: são aqueles que continuaram a existir, mesmo sem exercer nenhuma função. Eles estão apenas ali, existindo em nosso corpo, podendo até mesmo causar problemas.

Conheça aqui algumas dessas partes extras que temos sem função.

1 – Apêndice

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A principal do função do apêndice é ajudar na digestão de dietas focadas em plantas, o que faz com que o órgão seja extremamente importante em animais herbívoros, o que não é o caso dos seres humanos. Apesar de parecer sem função, existe um estudo publicado em 2009 que mostrou sinais de que o apêndice pode guardar bactérias que ajudam pessoas que sofrem com diarreia.

2 – Dentes do siso

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Os terceiros molares, conhecidos como dentes do siso, não servem a nenhum propósito prático no corpo humano. Eles são simplesmente resquícios evolucionários de um tempo em que nossos ancestrais tinham mandíbulas bem maiores do que as nossas. Como esse osso acabou diminuindo com o tempo, existe pouco espaço para os dentes, que não conseguem crescer confortavelmente.

3 – Pelos corporais e músculo eretor

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Ligado a cada pelo de nosso corpo, existe um músculo eretor que tem a função de ativar os pelos de forma que eles fiquem eretos, ou arrepiados. Em animais, a habilidade é útil pois pode manter o ar quente aprisionado entre os pelos, causando isolamento durante o frio, ou dando a sensação de aumento de tamanho do animal, em situações em que ele se sente ameaçado. Nos humanos, os pelos são tão finos, no entanto, que o músculo só é ativado quando nos causa arrepios, o que não tem nenhum propósito funcional.

4 – Cóccix

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Apesar de já ter desaparecido há milhares de anos, os rabos faziam parte do corpo de nossos ancestrais. Eles eram utilizados para manter o equilíbrio antes dos humanos aprenderem a andar. O cóccix é situado no fim da nossa espinha, onde começava o rabo, mas assim que essa parte desapareceu, a função dele também foi embora. Alguns especialistas sugerem que o cóccix ajuda na sustentação de órgãos pélvicos, mas não existe função comprovada.

5 – Mamilos masculinos

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Este tem sido o tópico de muita discussão ao longo de anos e já proporcionou todos os tipos de argumentos estranhos. Homens e mulheres possuem mamilos porque nos primeiros estágios de desenvolvimento do feto, o bebê ainda não tem sexo definido. Quando as quantidades de testosterona definem o sexo da criança, os mamilos já se desenvolveram, mesmo que não tenham funções no corpo masculino.

6 – Plica semilunaris

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Também chamada de terceira pálpebra, a plica semilunaris é aquela parte que fica no canto de nossos olhos. Apesar de ser útil em animais, como cães, répteis e peixes, não servem a muitos propósitos em humanos, mas pode ser útil na hora de eliminar incômodos ou drenar as lágrimas quando movemos os olhos ou estamos em lugares com muito vento e poeira.

Será que um dia teremos a resposta para a utilidade dessas partes em nosso corpo? Ou, em outro caminho, a evolução vai acabar eliminando esses vestígios de nós?

(Via Fatos Desconhecidos)

11 Coisas que podem te impedir de ter boas noites de sono

Por Nathalia Henderson

Ter boas noites de sono faz uma diferença enorme na vida das pessoas. Noites mal dormidas fazem as pessoas se sentirem cansadas, exaustas, e provocam danos à saúde, como problemas cardíacos, irritabilidade e depressão. Além disso, provoca também problemas na pele, causando uma aparência de cansaço.

O acúmulo de tarefas, trabalho em excesso e a preocupação são os inimigos mais comuns de uma boa noite de descanso, mas existem também outros pequenos fatores que podem interferir no sono.

1 – Iluminação
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A quantidade de luz influencia na produção da melatonina, o hormônio do sono. Por isso, é fundamental estar em um ambiente escuro e tranquilo para dormir bem, pois até mesmo uma luz baixa pode atrapalhar uma noite de sono. Máscaras de dormir podem ajudar bastante.

2 – Exercício físico em horário incorreto
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Fazer exercícios físicos estimula o sistema nervoso, e depois de treinar pode ser mais difícil dormir. O ideal é se exercitar pelo menos 3 horas antes do sono, e não deixar para fazer exercícios um pouco antes de dormir.

3 – Tente dormir
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É comum irmos deitar quando ainda não estamos com sono, esperando dormir rapidamente, mas o sono acaba não chegando. Se você sente dificuldades em dormir, uma boa dica é levantar da cama e ler um livro (que não seja eletrônico), ou fazer alguma outra atividade que te ajude a relaxar.

4 – Cafeína
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Tomar café ou consumir produtos que têm cafeína, como o chocolate, pode atrapalhar bastante suas noites de sono. A cafeína possui efeito que gira em torno de 5 horas, por isso é melhor não consumir durante a noite, e sim durante a primeira metade do dia.

5 – USAR A CAMA INCORRETAMENTE
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Muitas pessoas fazem da cama o seu ambiente de trabalho. O ideal é deixar o trabalho fora do quarto e utilizar a cama apenas para descansar.

6 – Falta de rotina
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O ideal é estabelecer um horário e se basear nele para dormir, para que seu organismo se acostume e crie uma rotina. Um horário bom para ir deitar é entre 22h e 01h.

7 – Álcool
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O consumo de álcool antes de dormir prejudica o sono e pode fazer com que a pessoa acorde com o mesmo cansaço que estava antes de dormir. Se for consumir álcool, é importante não fazer isso 2 horas antes de dormir.

8 – Ruído
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Qualquer barulho pode prejudicar o sono, até os barulhinhos mais baixos. Uma boa ideia é usar tampões de ouvido ou isolar o som do quarto de alguma maneira.

9 – Temperatura incorreta
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Até mesmo a temperatura do ambiente atrapalha o sono. A temperatura ideal é de 15 a 23°C. Uma boa dica é usar um cobertor fino e durante a noite trocá-lo por um cobertor mais grosso, se o tempo esfriar.

10 – Cérebro “saturado”
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Talvez essa seja uma das coisas que mais prejudica o sono das pessoas – ir dormir pensando em problemas, no trabalho e em preocupações. O ideal é esquecer um pouco esses assuntos antes de dormir, e pensar em coisas mais leves.

11 – Falta de hábitos
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É importante acostumar o organismo a uma determinada rotina, como tomar um banho morno antes de dormir. O banho quente pode atrapalhar a chegada do sono, pois ele desperta o metabolismo dificultando uma noite de sono mais tranquila.

(Via Tudo Interessante)

O corpo e a depressão

Por Katiúscia Pessoni

Grande parcela da população que quer emagrecer apresenta um determinado grau de depressão. Essa é uma doença que atinge cerca de 5,8% dos brasileiros

“Você emagreceu!” é automaticamente interpretado como elogio. “Você engordou” é algo que ninguém aceita bem. Quantas mulheres entram em depressão por não estarem bem consigo mesma, com o corpo? A sociedade dita um padrão que muitas não conseguem atingir, e quando isso acontece muitas acabam entrando em depressão.

exercicios-fisicos-depressao (foto divulgação) Magreza não é sinal de saúde. Cerca de 95% dos pacientes com anorexia são mulheres, sendo que a doença é tratada como epidemia em alguns países. São elas que convivem com essa neurose diariamente. Experimentam dietas malucas, morrem de culpa por comer doces, correm para a academia para entrar “em forma” o mais rápido possível, tomam remédios para emagrecer, não vão à praia e, sim, entram em depressão. Esta é uma doença que atinge cerca de 5,8% dos brasileiros, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

Não é pecado procurar ajuda, procurar melhorar o corpo, mas que seja de forma saudável, que seja pensando na saúde mental em primeiro lugar. Assim define um dos proprietários do Clube Crossfight, Leonardo Lívio, que lida diariamente com todos os tipos de mulheres. “A depressão é algo sério, eu vejo muitas mulheres e até mesmo homens que não estão felizes com o próprio corpo. O que deveria ser um bom sinal para se preocuparem com a saúde e praticarem exercícios físicos, pode ser um pesadelo se a pessoa não for no limite dela”, esclarece Leonardo.

O que o instrutor e ex lutador de MMA ressalta, é que não adianta entrar em uma academia hoje pensando nos resultados para o dia seguinte. “Não é assim que funciona, primeiro, a pessoa terá que tratar do psicológico se ela estiver muito acima ou abaixo do peso. Eu trabalho muito isso em minhas academias, é algo bem personalizado, são pessoas ali, não clientes. Cuido de cada um e acredito que isso ajuda não só para entrarem em forma, mas também gostarem de si como são”, afirma ele.

Leonardo acredita que pessoas deprimidas querem emagrecer, mas sempre acham que não conseguem. “São várias as desculpas que já ouvi, que o corpo dói ao fazerem exercícios físicos, que não tem tempo, etc. Quando é assim, o melhor é procurar um médico, fazer um exercício que goste e que se adapte, comer de forma saudável. São alguns passos para sair de um estado inerte”, acredita ele.

Por que os médicos servem gelatina a seus pacientes no hospital? A razão me deixou surpreso!

Por Perfeito

Em primeiro lugar, devemos esclarecer o que é gelatina. Nem todos sabem que a gelatina é feita de prolina e glicina. Estas substâncias contêm importantes aminoácidos que podem ser encontrados no tecido fibroso, órgão de animais e ossos. Mas hoje as pessoas não as consomem adequadamente. Estes aminoácidos são cruciais para uma boa condição da pele, do cabelo e das unhas. Eles ajudam nosso sistema imunológico a funcionar corretamente. A glicina possui propriedades anti-inflamatórias, por isso pode acelerar a cicatrização de feridas.

Mas a pergunta principal é porque médicos servem gelatina a seus pacientes?

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Primeiramente, a gelatina é algo como um “líquido claro”, o que é fácil para o corpo digeri-la. Os médicos servem gelatina aos pacientes cujo estômago não pode lidar com qualquer alimento. Enquanto se recupera, o corpo precisa de algo com calorias. A gelatina é uma solução muito boa, pois contém açúcar, o que fornece ao corpo as calorias necessárias. Ao mesmo tempo, é fácil de ser digerida e também pode melhorar a secreção de ácido gástrico e reviver uma mucosa saudável no estômago.

Como a gelatina pode melhorar a sua saúde

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A gelatina é uma fonte de proteína e pode melhorar a digestão. A gelatina funciona como um tratamento para alergias e intolerâncias alimentares, além de ser ótima para os ossos e articulações. Ela também pode eliminar toxinas do corpo e melhorar a saúde da pele, tornando as unhas e cabelos mais belos. A gelatina pode acelerar o processo de cura de feridas e, por último, mas não menos importante, ela também pode melhorar a qualidade do seu sono.

(Via Perfeito)

Está em forma para a sua idade Veja aqui

Por Sílvia Silva

Quer tenha 20, 30, 40 ou 70 anos, existem três exercícios que determinam se está em boa forma ou se precisa de melhorar a sua condição física. Quem o diz é um estudo britânico sobre atividade física.

Na faixa etária dos 20, a atividade física, quando conjugada com uma dieta equilibrada e sono de qualidade, pode ter enormes benefícios no futuro.
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Com o objetivo de alertar para a prática regular de exercício físico, a cadeia de ginásios Virgin Active (representada pelo especialista em fitness Tim Wright) desenvolveu uma lista de exercícios simples que deve ser capaz de realizar de acordo com a sua idade. Como? Através de uma investigação, responsabilidade da agência Mortar London, realizada a dois mil praticantes de exercício físico no Reino Unido por um inquérito online. A amostra de adultos, entrevistados entre 21 e 23 de janeiro de 2017, terá sido selecionada aleatoriamente para representar a população britânica por idade, sexo e região e, posteriormente, chegar a três exercícios recomendados para cada faixa etária.

Se aos 40 anos, por exemplo, é importante não depender dos transportes públicos ou do carro para andar mais e estimular o seu sistema músculo-esquelético (composto pelas articulações, músculos e ossos), entre os 50 e 70 anos perderá grande parte da força muscular se não praticar exercício. Já aos 30, tente não passar longos períodos de tempo sentado para contrariar os efeitos do envelhecimento. “Caminhe na hora do almoço ou invista numa mesa para trabalhar em pé“, recomenda o Virgin Active em comunicado.

Fazer exercício físico regularmente tem múltiplos benefícios para a saúde em qualquer idade mas torna-se cada vez mais importante à medida que envelhecemos. O exercício não só ajudará a mantê-lo em forma, é também um passo importante para combater os efeitos do envelhecimento e para melhorar a sua saúde mental e física”, diz Tim Wright, especialista em fitness.

Segundo o especialista, há exercícios que determinam se está em boa condição física ou se precisa de trabalhar para melhorar as suas habilidades e níveis de aptidão. Consoante a faixa etária, experimente sugestões que prometem testar a componente cardiovascular, a força e a mobilidade do seu corpo. No entanto, uma pessoa só deve ser capaz de realizar todos os três exercícios recomendados no seu grupo etário se cumprir pré-requisitos como boa saúde, ausência de lesões e uma considerável preparação física. Tome nota:

Aos 20 anos deve conseguir:

  • Correr 5 quilómetros em 30 minutos
  • Fazer 20 burpees (agachamento, prancha, flexão) seguidos
  • Aguentar uma prancha completa durante um minuto

Aos 30 anos deve conseguir:

  • Correr um quilómetro e meio em menos de 9 minutos
  • Executar uma prancha por 45 segundos
  • Levantar mais de 50% do seu peso com barra de forma unilateral

Aos 40 anos deve conseguir:

  • Realizar um sprint de 60 segundos sem parar
  • Fazer 10 flexões sem parar
  • Tocar confortavelmente nos dedos dos pés com as pernas esticadas e sem fletir os joelhos

Aos 40 anos, é importante não depender dos transportes públicos ou do seu carro. Ande a pé, de preferência, para ativar o sistema músculo-esquelético.
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Aos 50 anos deve conseguir:

  • Correr a um ritmo moderado por 60 segundos sem parar
  • Fazer 5 burpees (agachamento, prancha, flexão) seguidos
  • Sentar-se no chão de pernas cruzadas e voltar a levantar-se sem usar as mãos

Aos 60 anos deve conseguir:

  • Dar regularmente mais de 10,000 passos num dia
  • Realizar 12 agachamentos sem parar
  • Tocar com as pontas dos dedos atrás das costas (com uma mão atrás do ombro e outra atrás das costas)

Aos 70 anos deve conseguir:

  • Caminhar um quilómetro e meio em menos de 16 minutos
  • Subir confortavelmente um lance de escadas com 10 degraus em menos de 30 segundos
  • Levantar-se de uma cadeira sem usar as mãos ou os braços e repetir, pelo menos, 12 vezes em 30 segundos

(Via Observador)

10 alimentos que dão mais energia e disposição ao corpo

Por Ciclo Vivo

Os cuidados com a alimentação são essenciais para o bom funcionamento do corpo.

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Os cuidados com a alimentação são essenciais para o bom funcionamento do corpo. Pensando nisso, a nutricionista Andrea Forlenza, do site Conquista sua vida, criou uma lista com dez alimentos que dão mais energia e disposição. Veja abaixo quais são eles e inclua-os na dieta.

1. Açaí
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O açaí é uma fruta típica brasileira, rica em carboidratos, que fornecem a energia necessária para o bom funcionamento do nosso organismo. Além disso, é fonte de gorduras insaturadas, que auxiliam no controle da pressão arterial e do colesterol. É rico em vitaminas C, B1, e B2 e antioxidantes.

2. Água de coco
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É considerada uma bebida energética natural, fonte de vitaminas e minerais importantes para o bom funcionamento do organismo. Além de melhorar a disposição, é uma ótima fonte de hidratação para o verão.

3. Banana
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A fruta é fonte de triptofano, um aminoácido precursor da serotonina. A serotonina é um neurotransmissor que tem diversas funções, como regular o sono, o humor e auxilia na prevenção de distúrbios emocionais. Além disso, é fonte também de potássio. Baixos níveis de potássio estão relacionados a sintomas como fraqueza muscular, cãibras, fadiga e apatia mental.

4. Guaraná
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O guaraná é fonte de cafeína um estimulante do sistema nervoso. Usado com moderação ajuda a melhorar o ânimo e a disposição. Pode ser adicionado em sucos e vitaminas.

5. Maca Peruana
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A Maca Peruana auxilia a diminuir o cansaço e a fadiga. Além de fornecer energia, é fonte de vitaminas do complexo B, selênio, vitaminas C e E, que possuem ação antioxidante.

6. Chá verde
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O chá verde é fonte de cafeína, substância considerada termogênica (acelera o metabolismo, aumentando o gasto energético e a queima de gordura corporal) e que aumenta a disposição. Também auxilia na melhora do humor e bem estar, pois possui um aminoácido que quando liberado em nosso corpo aumenta a produção de dopamina e serotonina.

7. Oleaginosas
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As oleaginosas (nozes, castanhas e amêndoas) são boas fontes de proteína vegetal e gorduras insaturadas, nutrientes que atuam na redução da pressão arterial, do colesterol e dos triglicérides. Também possuem magnésio, cobre e selênio, que ajudam diminuir o estresse e melhoram a memória e a produção de energia.

8. Mel
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O mel é constituído por dois tipos de carboidratos (glicose e frutose), o que o torna um alimento energético, podendo aumentar a disposição e combater o cansaço. É fonte de vitamina C que apresenta potente ação antioxidante, e vitaminas do complexo B que participam do metabolismo de produção de energia, e desintoxicação do organismo. Possui minerais como fósforo, cálcio, magnésio, enxofre e potássio.

9. Aveia
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A aveia integral é fonte de carboidratos de baixo índice glicêmico que conferem energia sem levar a picos de liberação de insulina. Ajuda a controlar as taxas de açúcar no sangue e dá saciedade. Também é fonte de vitaminas do complexo B, que melhoram os níveis de produção de energia e a disposição.

10. Chocolate Amargo
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O chocolate amargo é fonte de antioxidantes que, além de retardarem o envelhecimento precoce, auxiliam na saúde do coração. Possui cafeína, o que ajuda a manter o corpo alerta e mais disposto.

(Via Ciclo Vivo)

 

Aprenda técnica que cura dor de cabeça em apenas 30 segundos

Por Gooru 

Não existe uma parte do corpo humano que funcione sozinha, pois ele é inteiramente interligado. Essa interligação se deve aos músculos, veias, neurônios e outros, e isso explica o fato de práticas como a acupuntura e reflexologia funcionarem com eficácia.

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Tais práticas podem ajudar no alívio de dores e outras mazelas. A dor de cabeça, por exemplo, pode ser curada apertando um único ponto na mão, por apenas 30 segundos.

Saiba como: 

O ponto a ser pressionado fica na palma da mão, exatamente entre o polegar e o dedo indicador, e para achá-lo com maior facilidade basta unir esses dois dedos, e o músculo que ficar proeminente é o local a ser pressionado.

Para curar a dor de cabeça, é preciso pressionar ao mesmo tempo este ponto nos dois lados da mão por 30 segundos, usando o polegar e o dedo indicador.

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Após fazer isso nas duas mãos de maneira correta, a dor de cabeça começa a diminuir e desaparece.

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Mas, se as dores forem contínuas, a melhor forma de fazer um diagnóstico correto é indo ao médico.

(Via Gooru)

Aprenda a fazer uma boa massagem

Por Incrível Club

Existem muitos tipos de massagem: clássica, shiatsu, reflexologia, reiki, com pedras quentes, e por aí vai. Veja as dicas que colocamos a seguir e aprenda algumas técnicas básicas para relaxar os músculos após um dia estressante de trabalho. Preste atenção nas imagens e aproveite.

Para começar, certifique-se de que a temperatura está agradável. O ambiente não deve estar nem muito frio nem muito quente. Isso é importante porque, durante a massagem, o corpo esfria. A massagem deve ser feita sobre uma superfície dura. Cuidado com o pescoço, ombros e costas.

1.

Comece com uma massagem superficial. Massageie desde os ombros até a cintura. Depois, faça o caminho inverso.

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2.

A massagem deve ser aplicada com toda a mão. Pouco a pouco, intensifique os movimentos.

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3.

Se quiser, massageie um pouco mais os ombros, eles ficam muito cansados após um dia de trabalho. Aproveite para pressionar os pontos mais doloridos.

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4.

Jamais massageie a coluna vertebral. Concentre a massagem nas fibras dos músculos das costas.

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5.

Em seguida, vá para as pernas e pés. Todo tipo de massagem nas extremidades começa com movimentos suaves, apenas para aquecer. Se alguma parte estiver doendo muito, pressione com a ponta dos dedos.

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6.

Ao final, o rosto. Os principais requisitos para a técnica de massagem no rosto são: relaxamento máximo dos músculos, movimentos leves e rítmicos. Durante a massagem, as dobras da pele do rosto devem ser pressionadas, sempre com calma.

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Termine a massagem com algumas palmadinhas leves ou apenas passe a ponta dos dedos por toda a área das costas, de baixo para cima. Isso ajuda a relaxar músculos e pele.

Antes de acabar, vale a pena mencionar que, se você estiver com algum tipo de inflamação, o mais correto é procurar a ajuda de um profissional.

(Via Incrível Club)

Costuma acordar no meio da noite? Não faça estas duas coisas enquanto estiver tentando dormir novamente

Por Jornal da Ciência 

Acordar no meio da noite é uma das experiências modernas mais frustrantes que experimentamos, especialmente quando estamos no meio de algum sonho. Embora algumas pessoas consigam pegar no sono novamente, outras passam horas rolando na cama até dormirem novamente.

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No entanto, de acordo com Dr. Michael Breus, membro do American Board of Sleep Medicine e conhecido como “Doutor do Sono”, cometemos alguns erros importantes quando isso acontece. Em um artigo para o Daily Mail, ele revelou o que devemos evitar quando estivermos tentando pegar no sono novamente.

Não olhe as horas

O medo de não dormir o suficiente é algo que assusta muitos adultos. No entanto, de acordo com o médico, não devemos considerar isso durante as madrugadas. Muitas vezes as pessoas têm o hábito de checar as horas quando o sono é interrompido, mas isso é um erro.

Ao invés de olhar para o relógio e calcular quanto tempo falta para despertar, simplesmente ignore. Esse tipo de ansiedade muitas vezes atrapalha o processo de pegar no sono novamente, e saber quanto tempo você tem de sobra até ter que enfrentar seu chefe não é uma ideia muito relaxante.

Não vá ao banheiro

Você pode pensar que está desesperado para aliviar a bexiga ou beber alguma coisa, mas ao fazê-lo apenas irá demorar mais para dormir novamente.

Quando você deixa o conforto de sua cama, seu coração precisa bombear mais sangue. E o médico alerta que, para adormecer, uma taxa muito mais baixa é necessária – e isso não é algo que ocorre imediatamente. Sendo assim, aguente firme em sua cama e não saia dela!

(Jornal da Ciência)

Por que a sujeira é importante para a saúde do seu filho

Por Juliana Malacarne

O mundo nunca foi um lugar tão limpo. No último século, a maioria dos seres humanos reconheceu a importância de hábitos de higiene, como dar um fim apropriado ao esgoto e lavar as mãos e os alimentos – basta você pensar na preocupação que tem com tudo isso aí na sua casa. Além disso, a invenção de antibióticos, vacinas e processos de esterilização, deixou os países desenvolvidos muito perto de declarar vencida a guerra contra os micro-organismos nocivos. Em 1900, pneumonia, tuberculose e diarreia eram as causas de mortes mais comuns nos Estados Unidos, tanto de adultos quanto de crianças. Cento e dezessete anos depois, o cenário mudou e atualmente o câncer e doenças cardíacas, que não estão diretamente relacionadas com micróbios, lideram as causas de óbito.

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Os avanços das batalhas para exterminar esses vilões a todo custo foram inegáveis, mas as famílias agora se deparam com outro problema: a falta deles. Sim, os “micróbios benfeitores” têm o papel de sintetizar vitaminas que o organismo precisa, como a K e algumas do complexo B,  transformar substâncias que não somos capazes de metabolizar em partículas absorvíveis e, ao competirem com outros micro-organismos, impedem que as espécies prejudiciais se proliferem. Por isso, não conviver com eles traz diversos malefícios, como o aumento do risco de algumas doenças crônicas. Esse é o assunto do livro Let Them Eat Dirt: Saving Your Child from an Oversanitized World (Deixe que Eles Comam Terra: Salvando seus Filhos de um Mundo Hiper-Higienizado, em tradução livre), escrito pelos microbiologistas B. Brett Finlay e Marie-Claire Arrieta, pesquisadores da University of  British Columbia (Canadá). “A guerra contra os micróbios é inútil. Eles estão por toda parte, inclusive dentro de nós, e em conjunto pesam mais do que todos os animais e vegetais do planeta. A boa notícia é que, das centenas de milhares de espécies conhecidas, apenas cerca de 100 comprovadamente causam doenças ao ser humano”, afirma Marie-Claire em entrevista exclusiva à CRESCER.

Segundo os pesquisadores, além de ser tarefa impossível, tentar manter as crianças em um ambiente totalmente limpo, impedindo que se sujem brincando na terra, no parquinho ou em qualquer lugar, aumenta o risco de desenvolverem doenças ligadas ao sistema imunológico. A explicação é que uma parte essencial do desenvolvimento das defesas do corpo se dá nos primeiros anos de vida. Se não há contato intenso com substâncias estimulantes (como poeira e terra) durante sua fase de treinamento, o sistema imunológico não consegue distinguir corretamente as que são inofensivas das que oferecem risco real, o que resulta em ataques exagerados, caso da asma e das alergias, por exemplo. Até a obesidade e o diabetes tipo 2 estão relacionados a uma menor variedade de micróbios no intestino dos doentes, o que dificulta a absorção de nutrientes da maneira feita por um órgão saudável.

Com base em descobertas recentes da ciência e durante a própria pesquisa, Brett e Marie-Claire apontam no livro estratégias que os pais podem usar para garantir que os filhos tenham um microbioma saudável, ou seja, um intestino povoado pelos micróbios “bons”, e, consequentemente, menos risco de sofrer com algumas dessas principais doenças da vida moderna. Confira.

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OS PRIMEIROS DIAS DE VIDA

Durante o parto normal, o bebê recebe uma dose significativa de micróbios maternos ao passar pelo canal vaginal, principalmente lactobacilos, que, entre outros efeitos positivos, facilitam a digestão da proteína do leite. “No caso de cesáreas, recomendamos o ‘seeding’, que é colocar um pano na vagina antes do parto e depois passar na boca e pele do recém-nascido”, afirma Brett. “Estudos já provaram que bebês que passaram por essa técnica têm micróbios mais diversos e parecidos com os do parto natural”, diz o pesquisador.

Outro momento crucial no início da vida é a amamentação. Antigamente, os cientistas acreditavam que o leite materno era estéril, mas pesquisas recentes revelaram que não é verdade. O líquido está cheio de micróbios benéficos que impedem a proliferação dos que causam doenças. Além disso, é rico em nutrientes que permitem o desenvolvimento de um microbioma saudável e equilibrado no intestino.

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À MESA

Uma alimentação saudável, com fibras e vitaminas, deve ser prioridade desde a gravidez. Os pesquisadores explicam que uma gestante com dieta rica em carboidratos, por exemplo, favorece apenas poucas espécies que se alimentam do açúcar e o transformam em energia para o organismo. Na hora do parto, a mãe transmitirá ao bebê esses micróbios especializados em fornecer calorias, o que aumenta o risco de a criança desenvolver obesidade no futuro. Portanto, comer de forma correta é algo que deve virar rotina na dieta de toda a família até mesmo depois da gravidez, com muitos grãos, frutas e verduras, já que isso incentiva a proliferação dos micróbios “bons” que ficam na parte final do intestino (também conhecido como intestino grosso). Esses alimentos passam por todo o trato digestivo e intestinal e chegam até esses micro-organismos, diferente do açúcar e outros refinados que são completamente digeridos no estômago e intestino delgado. Outra pedida são alimentos fermentados, como o iogurte natural, que tem micróbios benéficos.

Se o seu filho não gosta de nenhum item desse cardápio, os pesquisadores recomendam uma técnica: “Vale explicar que ele não está comendo apenas para si mesmo, mas também para os bichinhos amigos que vivem dentro dele. Se não comer opções saudáveis, eles acabarão morrendo. É a verdade, só que contada de uma maneira mais compreensível”, explica Marie-Claire.

AJUDA ANIMAL

Além de incentivarem os donos a se exercitar e serem ótimas companhias, os cachorros têm influência positiva nos micróbios dos humanos com quem convivem. Um artigo publicado no Journal of Allergy and Clinical Immunology (EUA) analisou 22 estudos e concluiu que ter um cão durante a gravidez ou nos primeiros meses de vida do bebê reduz o risco da criança desenvolver eczema (reação alérgica da pele) em 30% e de ter asma em 20%. “Cachorros são sujos e isso é ótimo!”, afirma Marie-Claire. “Eles são nossa conexão com a natureza, então as marcas daquelas patas encardidas no seu chão valem a pena.” Os autores defendem que lambidas estão liberadas, mesmo em bebês pequenos. A única precaução, para eles, é ter certeza de que o animal é dócil e saudável, levando-o ao veterinário com frequência, e mantendo as vacinas em dia.

ANTIBACTERIANOS

Além das mudanças sociais, os antibióticos são um dos principais responsáveis pelas alterações na população de micróbios do mundo e só devem ser usados quando necessário. “Eles matam todos os micro-organismos [bons e ruins] com que entram em contato indiscriminadamente, causando um desequilíbrio em nosso corpo”, diz Brett. Estudos recentes fazem, inclusive, uma conexão entre o uso frequente de antibióticos no primeiro ano de vida e aumento do risco de obesidade. A explicação dos pesquisadores é de que o remédio altera a flora intestinal do bebê, diminuindo sua variedade e facilitando a proliferação desenfreada dos micróbios que processam açúcar e outros alimentos altamente calóricos.

Outro risco é o surgimento das “superbactérias”. A maioria das bactérias morre ao entrar em contato com os antibióticos, mas algumas, por meio de mutações ou seleção genética, sobrevivem e se tornam imunes ao tratamento. Se esse grupo sobrevivente entrar em contato com diversos outros remédios, ele pode se tornar cada vez menos vulnerável, até chegar um momento em que nada conseguirá combatê-lo. Em setembro deste ano, a Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgou um alerta informando que o uso indiscriminado de antibióticos tem acelerado o desenvolvimento da resistência microbial e que o assunto deve ser uma “preocupação global”.

Até os sabões antibacterianos são vilões, alertam os pesquisadores. Em setembro deste ano, a Food and Drug Administration (FDA) – Administração de Medicações e Alimentos dos Estados Unidos – baniu o uso deles no país argumentando que não há evidências suficientes de que tragam benefícios, mas há indícios de que possam ser prejudiciais a longo prazo. “O sabão e a água comum são suficientes para fazer a higienização”, afirma Marie-Claire.

BRINCANDO COM TERRA

Já reparou como seu filho parece encantado pela sujeira? Basta desviar o olhar e ele coloca a primeira coisa que vê na boca ou analisa um inseto de perto, segurando-o entre os dedinhos. Os pesquisadores acreditam que esses impulsos não ocorrem à toa. Na verdade, eles são o resultado de anos de evolução para que as crianças entrem em contato com o maior número de micróbios possível enquanto seu sistema imunológico ainda se desenvolve e aprende a lidar com eles.

Nada melhor do que incentivar as brincadeiras em que seu filho se suje, sempre com bom senso, é claro, evitando situações de risco de transmissão de doenças, como no piso de locais movimentados (metrô, shopping, aeroporto) e com fezes de animais. “Mesmo nas cidades, há sempre como estimular o contato dos pequenos com a natureza”, diz Marie-Claire. “Faça um passeio no parque e não se esqueça de levar um balde de água. As crianças vão adorar fazer bolos de lama e, no processo, entrarão em contato com micróbios benéficos.” Isso sem contar a alegria delas em meio a toda essa diversão.

NA MEDIDA

Os autores do livro, B. Brett Finlay e Marie-Claire Arrieta, alertam que o segredo para não cair em excessos é saber a diferença entre higiene e limpeza. A primeira é um conjunto de atitudes que realmente podem prevenir doenças, como lavar as mãos, e devem continuar sendo empregadas. Já a segunda é um ideal moderno da nossa sociedade que considera que uma criança com lama da cabeça aos pés está suja e deve ser lavada imediatamente, quando na verdade isso não oferece nenhum risco para a sua saúde. Os pesquisadores consideram exageradas as ações de alguns pais como: usar álcool gel antes de tocar no bebê, esterilizar mamadeiras antes de cada uso, limpar com lenços antibacterianos a chupeta se ela tiver caído no chão de casa e principalmente frases como: “Não brinque na terra, é nojento”.

Para eles, atualmente, a criança estar impecável é uma das medidas usadas pela sociedade para avaliar se os pais estão fazendo um bom trabalho, e, por isso, existe uma pressão para atingir esse ideal. “Vivemos a época do quanto mais limpo, melhor. Mas isso nem sempre é verdade quando se trata da saúde”, afirma Marie-Claire. A sugestão é fugir dos extremos e ter em mente que um pouquinho de “sujeira” não faz mal a ninguém.

(Via Revista Crescer)