Lacoste substitui o icônico logotipo de crocodilo com 10 espécies ameaçadas

Por Avai Nunes

Em um esforço para aumentar a conscientização para espécies ameaçadas, a marca de moda esportiva Lacoste substituiu seu icônico logotipo de crocodilo por 10 animais diferentes, que representam espécies que estão tristemente em extinção. Apresentada no clássico polo branco da marca, a coleção de edição limitada – intitulada Save Our Species - marca uma parceria de três anos entre a Lacoste e a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN).

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“Para as espécies ameaçadas deste mundo, o crocodilo abandona seu lugar ancestral”, diz Lacoste, que nunca havia mudado seu crocodilo verde desde sua estreia há 85 anos. O logotipo globalmente reconhecido foi concebido como uma homenagem ao fundador da marca, René Lacoste, que foi apelidado de “O Crocodilo” por causa de como ele lidou com seus oponentes na quadra de tênis. Os novos logotipos de edição limitada foram produzidos usando o mesmo estilo de coloração verde e bordado do crocodilo.

Cada polo Save Our Species foi vendido a $ 185, e a coleção total de 1.775 já está esgotada, com os lucros de cada venda doados à conservação da IUCN. No entanto, se você ainda quiser contribuir para a causa, ainda pode doar através do site da Save Our Species .

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(via My Modern Met)

Moda Circular: Hong Kong inaugura micro fábrica para reciclagem de roupas

Por Renato Cunha

O crescimento da população global aliado as rápidas mudanças nas tendências da moda impulsionado pelo fast fashion, cria um enorme desperdício e danos ambientais. Isso representa desafios consideráveis ​​para a indústria têxtil e de moda, pois precisa encontrar soluções alternativas e sustentáveis ​​para desenvolver produtos ecologicamente corretos e minimizar o uso de recursos naturais no processo de produção de roupas.

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O Instituto de Pesquisa de Têxteis e Vestuário de Hong Kong (HKRITA) em parceria com a H & M Foundation e a Novetex Textiles Limited , desenvolveu um sistema inovador de moda circular chamado “Separação e Reciclagem de Tecidos Mistos Pós-consumo pelo Sistema de Tratamento Hidrotérmico” para reutilizar roupas e tecidos feitos de fibras de algodão misturadas com poliéster.

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Recentemente, a HKRITA inaugurou o Sistema de Reciclagem Garment-to-Garment (G2G), que foi instalado numa loja de varejo que funciona como uma micro fábrica para reciclagem em pequena escala de peças de vestuário pós-consumo em novas roupas. A loja funciona na The Mills, um novo centro cultural e incubadora de moda em Hong Kong.

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O Sistema G2G envolve processos de reciclagem de tecidos e roupas: da desinfecção de uma peça de roupa, remoção de acabamentos rígidos, corte de tecidos em pedaços menores, abertura e mistura de fibras, cardação, fiação, até a confecção da nova roupa. O sistema é viável como um conceito de varejo pop-up e apresenta uma nova abordagem interessante para inspirar uma abordagem positiva para a reciclagem de roupas entre os consumidores e os participantes do setor. Veja o video sobre o G2G.

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O G2G, é uma colaboração conjunta entre a HKRITA, a H & M Foundation e a Novetex Textiles Limited com o apoio da The Mills. Os clientes podem fazer a reserva online do serviço de reciclagem e trazer uma peça de vestuário usada juntamente com um email de reserva de confirmação para a loja. Suéter e camiseta usados ​​são adequados para o processo de reciclagem G2G, enquanto materiais como lycra, elastano e couro não são adequados. O cliente pode escolher entre um suéter com gola v e gola redonda para o design de uma nova peça de roupa.

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A fibra de algodão virgem será misturada com a fita reciclada para aumentar a força do fio na fiação. A porcentagem da mistura de fibras virgens é variada caso a caso, dependendo da qualidade e das condições da roupa usada que foi coletada. A loja G2G é um ótimo exemplo de micro fábrica de Indústria 4.0, e abre novas formas para a indústria têxtil e de moda tradicional interagir com os consumidores e apresenta possibilidades para novos modelos de negócios e um novo negócio de moda digita.

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(via Stylo Urbano)

Who’s Next: a feira

Por Monica Nogueira 

Who´s Next é a feira internacional da moda que acontece duas vezes por ano em Paris. A exposição apresenta as coleções de cada estação e nos brinda a oportunidade de descobrir marcas de acessórios e roupas. Também acontecem desfiles, concursos e há 5 universos diferentes da moda para visitar: Fame, Fresh, Private, Fast e Face.

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Perfil de Who’s Next

Os setores abrangidos na feira: Moda, Artesanato, Brindes, Calçados de Design, Design, Festas, Moda Feminina, Moda Masculina, Moda Urbana, Relojoaria, Vestuário

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Nova Edição Who’s Next

De sexta 18 até segunda 21 janeiro 2019
Local: Paris Porte de Versailles (VIPARIS)
Cidade: Paris
País: França
Mais informação: Who’s Next 

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Mais informações no Brasil:

ISABELA KEIKO UAGAIA Rua Augusta, 404 – apt. 104 – 10ºandar – Consolação – 01304-000 São Paulo / SP – BRESIL T. +55 (11)9 9569 9911 isabelakeiko@gmail.com

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#WSN14 Good Times (January 2014) from WSN on Vimeo.

Good Times at Who’s Next & Premiere Classe (January 2015) from WSN on Vimeo.

Positive Community – Communication Campaign Sept17 from WSN on Vimeo.

Conheça Shudu Gram, a modelo que está despertando amor e ódio na internet

Por Para os Curiosos 

As semanas de moda dos grandes centros mundiais estão a pleno vapor. As marcas apresentam para grandes celebridades e para a imprensa suas coleções, com as apostas do que será usado nas próximas estações. Essa indústria movimenta muito dinheiro anualmente, gera vários empregos e movimenta a economia ao redor do mundo. E se as roupas criadas pelos estilistas são as estrelas desse espetáculo, as modelos que usam e apresentam essas criações são peça fundamental nele.

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E com o mundo com tanta inovação tecnológica e com as redes sociais desempenhando um papel tão importante na hora de mostrar esses lançamentos para um número ainda mais abrangente de pessoas, além de um papel influenciador de consumo tão importante e poderoso, as modelos também desempenham um papel importante para essa forma de divulgação. Elas posam para famosos fotógrafos que são contratados pelas marcas para que as roupas ou quaisquer produtos sejam divulgados também sejam vendidos por meio das mídias sociais.

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E quando uma pessoa faz sucesso em uma rede social, não importando se ela é ou não uma modelo profissional, ela é convidada pelas marcas para fazer divulgação de seus produtos, de posts em que aparecem em fotos usando o que essas marcas querem apresentar para o público. Muita gente ganha bastante dinheiro fazendo publicidade utilizando as redes sociais, que se tornou um negócio bastante lucrativo e um meio para alcançar a tão sonhada fama.

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Uma polêmica recente está fazendo as pessoas discutirem um assunto totalmente novo para muita gente. Hoje vieos contar a história de Shudu Gram que, por conta de sua beleza incontestável, tem feito muito sucesso e tem hoje mais de 65 mil seguidores no Instagram. Nada fora do normal, algo que acontece em qualquer lugar, como tantas outras aqui no Brasil, não fosse pelo fato de ela ser uma modelo 100% digital. Apesar de parecer muito real, como você pode ver, Shudu é uma modelo 3D, criada pelo fotógrafo Cameron-James Wilson.

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Muitas pessoas, à primeira vista, pensam que ela é uma pessoa real, elogiam sua beleza e até chegam a perguntar qual a sua rotina de beleza e seus cuidados para se manter tão bonita. Shudu faz muito sucesso nas redes sociais devido a sua beleza negra, e já teve fotos suas repostadas por marcas famosas, com a marca de maquiagens da cantora Rihanna. Aliás, foi depois de uma imagem onde ela aparecia usando um batom da marca, e que foi repostada no perfil oficial da empresa, que Shudu alcançou o estrelato.

Shodu recebe muitas mensagens de apoio de seus fãs, que não conseguem acreditar que ela não se trata de uma modelo verdadeira. Ela chega a responder a alguns fãs, e também escreve coisas típicas do dia a dia de uma pessoa verdadeira, do tipo: “Tenho um novo trabalho hoje!” Shodu já teve fotos repostadas pelos perfis das marcas Oscar de la Renta e SOULSKY. Com certeza Shudu tem status de super modelo internacional.

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Mas nem tudo são flores. Alguns internautas, apesar de elogiar o trabalho do fotógrafo Cameron- James, acham que uma modelo virtual não deveria fazer tanto sucesso, pois é uma criação e por esse motivo, não usa coisas reais, como nós. Eles também criticam o fato de as marcas não usarem pessoas reais para divulgar seus produtos, mas criações digitais. Alguns chegam a argumentar que como se trata de um conteúdo 100% digital, é natural que tudo fique perfeito nela, fato que não ocorre na vida real.

Para o fotógrafo que criou Shudu, o uso de uma imagem digital não interfere no mercado de modelos ou no seu trabalho, uma vez que se não fossem as modelos reais, Shudu não existiria. Mas o que você pensa sobre esse assunto? Você acha certo as marcas usarem modelos virtuais para a divulgação de seus produtos, ou acredita que de alguma maneira o público, ou até mesmo as próprias modelos, poderiam ser prejudicados por esse tipo de prática. Deixe sua opinião nos comentários, queremos saber o que você pensa sobre isso.

(via Para os Curiosos)

Moda sem gênero um futuro com mais misturas e liberdade!

Por Monica Nogueira de Paris

Muito se fala sobre “moda sem gênero”, no entanto, percebo que a maioria das pessoas não sabe o que é e só consegue imaginar “um homem usando vestido” quando escuta o termo. Tá, tem isso sim, mas é bem mais do que isso!

A tentativa de criar uma moda mais “democrática” vem desde os anos 20, quando a estilista Coco Chanel ousou criar roupas para mulheres baseadas no que os homens vestiam. Um dos objetivos de Chanel, era dar mais liberdade de movimento e dinamismo para a mulher.

Eu comecei a pensar sobre a moda sem gênero, quando um colega me disse que não encontrava calças skinnings justas como gostaria e por isso, ia até seção feminina das lojas de departamento buscar por tamanhos maiores que davam certo para ele.

Então comecei a questionar: por que essas seções? As lojas de departamento são separadas por “feminino”, “masculino” e “infantil”, mas por que não democratizar isso? A moda sem gênero pede que as lojas acabem com essas seções, assim ficaria muito mais fácil encontrar o que se precisa.

Uma camiseta de algodão, por exemplo, é uma peça sem gênero. Eu posso encontrar uma “feminina” ou “masculina” e gostar. Camisa e suéter também não têm gênero.

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Além disso, atualmente existe uma forte tendência a uma fusão entre o vestuário feminino e masculino e uma forma simples de explicar isso é partir de tendências que já existem.

A moda boyfriend, por exemplo, invadiu as seções femininas com calças e shorts com shape de “roupa de meninos”, então que lógica tem deixar tudo separadinho? Por que não provar uma calça ou shorts originalmente criado para o público masculino?

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Assim você também teria mais chances de encontrar aquela camisa soltinha que dá pra usar de várias formas diferentes.

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Depois de os desfiles onde Giordio Armani, Gucci e Prada apresentaram homens e mulheres usando roupas tão semelhantes a discussão da moda sem gênero só aumentou.

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4Aumentou porque vai além do que estamos acostumados. Chega sim ao ponto dos homens usarem vestidos. Por que não?

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Quando as mulheres começaram a suar calças também chocaram a sociedade, mas hoje isso é comum. Os primeiros homens que ousaram vestir roupas cor-de-rosa também foram julgados, mas hoje vários “machões alfas” desfilam com a cor sem nem pensar nisso.

Elas precisaram das calças para encarar o mercado de trabalho, eles alegam calor e estilo. Por que não? Quem quiser usa, quem não quiser não usa. Simples assim!

Além disso, hoje em dia ver um homem de saia é algo inusitado, mas a saia sempre fez parte do vestuário masculino e até hoje existem culturas onde é homens usam saias.

Com tanta discussão sobre a moda sem gênero, a Zara e a C&A sentiram a necessidade de abraçar a causa e lançaram suas coleções sem gênero. Porém, elas não estão agradando aos apoiadores da nova moda.

A crítica é de que a Zara criou uma coleção que mais se assemelha a uma linha de pijamas em tons de cinza e verde musgo. Tudo muito sem graça! Cadê as cores, as estampas, a inovação?

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A C&A por sua vez, fez uma campanha interessante, mas na hora de colocar em prática a coisa toda também deixou a desejar. As roupas são bem comuns, roupa de mulher e roupa de homem.

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Se for para fazer roupas largas, sem caimento, sem cor, sem nada de novo, não precisa, porque isso tudo já existe. Uma coleção sem gênero pede cores, estampas, modelagens.

Para finalizar, uma foto do icônico David Bowie, nem aí para os estereótipos.

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Ela ganhou um prêmio pela melhor coleção de cabelos de 2016, com sua temática afro

Por Larissa Queiroz

No Reino Unido existe uma premiação muito importante chamada British Hair Award. Nela são eleitas as melhores criações do ano feitas por cabeleireiros. E o grande destaque foi Lisa Farrall, que é especialista em cabelos afro cheios de personalidade e estilo.

A coleção se chama Armour, e a hairstylist conta que cabelos afro não têm a atenção que merecem, e que o que ela mais queria era homenagear a cultura africana da melhor forma possível. E parece que ela conseguiu, pois sua coleção conseguiu prêmios em várias categorias. Confira o trabalho:

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(Tudo Interessante)

10 modas indígenas mais inventivas que a indústria fashion

Por Janara Lopes

A moda sempre namorou como esplendor dos visuais criados por culturas e subculturas do mundo afora. Mas nada melhor que a versão original.

1. Khampa é o nome dado aos nativos de Kham, região do Tibet. Na foto, os “rastafaris” de Khampa resplandescentes,  decorado com pedaços de âmbar, no desfile de fantasias do Litang Horse Festival. Foto via Flickr.
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2. África do Sul no início de 1970. Jean Broster e Alice Mertens colaboraram no livro African Elegance, que se propõe “descrever em palavras e fotografias a beleza dos povos tribais do Transkei ‘. Transkei era um ex-território independente da África do Sul durante o Apartheid.

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3. Uma senhora Kuna (também escrito Cunas) no Panamá, nome dado aos moradores de um paraíso tropical conhecido como “a Ilhas San Blas”, na costa nordeste do Panamá desde o século XIX. O Kunas são um dos grupos indígenas mais importantes no Panamá. Eles contribuem substancialmente para a economia com suas obras de arte. Os Kunas são bem conhecidos por suas “molas”, nome dado a suas peças de vestuário.Foto via World Discoverer

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4.  Retrato de duas mulheres Hadhramis (Iémen). Pharrell Williams pira.  Foto de Claude Goulay.

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5. Descendentes Maias em 1975. Foto de David Alan Harvey

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6. Kazimir Ostoja Zagourski  (1880-1941) foi pioneiro no registro da população da África Central Central.

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7.  Miao, China: Em vez de jogar fora os cabelos que caem durante a escovação, as mulheres Long-horn (longos chifres) salvam as madeixas para adicioná-las à sua coleção de cabelo,  que lhes permite criar cocares espetaculares. Os apliques são passados para as filhas como mais e mais cabelos, adicionados a cada geração. Cada vez que uma mulher penteia seu cabelo, ela o recolhe para entraga-lo à filha quando ela se casa.

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8. Garota etíope fotografada por Jaime Ocampo-Rangel 

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9. Uma mulher no Inti Raime Festival, em Cusco, Peru.

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10. África do Sul no início de 1970, do livro African Elegance.

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(Via Ideia Fixa)

Série de fotos ressalta beleza do cabelo afro para inspirar outras garotas

Por Awebic

Todos nós possuímos beleza natural de sobra, só precisamos mostrá-la!

E Regis e Kahran, casal por trás da CreativeSoul, fizeram exatamente isso com jovens negras.

Com foco no cabelo das garotas, a dupla criou o Afro Art, uma série de retratos que enfeitiçaram a toda a internet.

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As fotos deslumbrantes apresentam meninas em trajes e penteados elaborados, tendo como inspiração desde o período barroco até o universo steampunk.

“Nós sentimos que é muito importante que as crianças negras possam ver imagens positivas na mídia que se pareçam com elas”, contou Kahran ao My Modern Met.

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“Infelizmente a falta de diversidade cria estereótipos de que elas não são ‘boas o suficiente’ e muitas vezes isso deixa as crianças com baixa auto-estima.”

“Esperamos que as pessoas vejam a beleza e a versatilidade dos cabelos afro e esperamos que as meninas ao redor do mundo se inspirem e passem a amar suas diferenças e beleza interna”

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Para acompanhar melhor o trabalho do casal, clique aqui.

Que lindas madeixas! Compartilhe esse conteúdo com seus amigos para eles também apreciarem esses lindos visuais.

(Via Awebic)

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Moda e tendências no Vogue Fashion´s Night Out Flamboyant 2017

Por Ana Paula e Silva / Dienys Rodrigues (FatoMais Comunicação)

A maior celebração mundial da moda está de volta à Vitrine de Goiás, nesta quinta-feira, 21 de setembro. Na data, o Vogue Fashion’s Night Out Flamboyant irá movimentar a cena goianiense apresentando tendências, novos conceitos e interatividade em seu circuito de ações simultâneas e abertas ao público. Além de proporcionar ao consumidor uma experiência de compras especial, estimulante e em clima de festa, o público pode conferir desde bate-papos informais à talk shows.

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Outros destaques ficam por conta das atrações especiais oferecidas pelas lojas, muitas concentradas em áreas de grande visibilidade no shopping, como Praça da Cúpula (Piso 1) e Garden Flamboyant.

line up oficial contará com o time de moda da revista Vogue, representado pela diretora geral das Edições Globo Condé Nast Daniela Falcão, pela diretora de estilo Donata Meirelles e a editora de moda Vivian Sotocórno. Também estão confirmadas as presenças de Fernando Torquatto, Flávia Pavanelli, Gabriela Sales, Layla Monteiro, Marcella Tranchesi e Raíza Marinari.

Flávia Pavanelli

Para quem deseja conferir mimos e promoções, o shopping destaca a adesão de um universo superior a 100 marcas em praticamente todos os segmentos. Na programação, presenças vips com destaque para Baby Bordoni, Andressa Suita, Adriana Galhardo, Bárbara Hermann, que é filha de Antonio Bernardo, Caroline Bittencourt, Dieick de Sá Oliveira, Juliana Jabour, Walério Araújo, Ana Lia Pereira, Will Santos e Janete Schulz.

Raiza Marinari

As marcas participantes apresentam suas melhores novidades para a estação, selecionadas pela equipe de estilo da Vogue. Os looks ganham a tag “Vogue Indica”, orientando o consumidor a montar o seu guarda-roupa de verão a partir do olhar de experts que comandam a revista.

“As lojas se envolvem no evento e estão prontas para informar as novidades aos clientes. Isto inclui moda, acessórios, beleza e gastronomia. Neste último, um dos destaques é a participação especial de restaurantes do polo gastronômico. Na data, alguns estabelecimentos presentearão com um prato decorado com a mascote do evento, na compra de qualquer oferta especial dos menus participantes da promoção”, destaca a gerente de marketing do Flamboyant Shopping Center, Aline Guedes.

Daniela Falcão

Lojas
As lojas participantes irão oferecer programações paralelas e muitas receberão famosos. De acordo com valores estabelecidos por cada loja é possível participar de compre e ganhe, sorteios, descontos especiais ou bônus. Também estão previstos lançamentos, pocket desfiles, coquetéis, consultorias com destaque para as presenças de maquiadores profissionais, personal stylist, bloggers e serviços como reaproveitamento de material, entre outros.

Donata Meirelles

Todas as programações, mecânicas e ativações estarão descritas em pontos estratégicos do Flamboyant Shopping Center e também nas redes sociais. As ações de lojas poderão sofrer alterações sem aviso prévio, sendo de inteira responsabilidade das mesmas.

Produtos estilizados
A coruja Owlie, mascote oficial do VFNO, é objeto de desejo dos fashionistas. A protagonista do evento estará presente em todo o cenário, em camisetas, ecobags, outros produtos e brindes especiais desenvolvidos especialmente para a ocasião.

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Line UP
11h30
 Vou casar, e agora?  com Layla Monteiro, Samara S-Cards (SP) e Márcia da Marriages Assessoria (SP)
13h O poder das redes sociais no mundo da moda com Raiza Marinari, Rica de Marré (AL) e Flávia Pavanelli (SP)
14h Beauty Insider com maquiador Fernando Torquatto
15h30 Daniela Falcão entrevista Marcella Tranchesi – A vida de uma digital influencer
16h Quero Já ao VIVO com Donata Meirelles e Vívian Sotocórno, editoras de moda VOGUE
17h Desfile Body For Sure com presença VIP Caroline Bittencourt – Local: Garden
18h Desfile VIX – Local: Garden
19h Desfile Cia Marítima com presença VIP Andressa Suita – Local: Praça da Cúpula
20h Desfile A Teen – Local: Praça da Cúpula
21h Desfile Animale – Local: Praça da Cúpula
22h Encerramento: Pocket Show com Double You

* Programação sujeita a alteração sem aviso prévio.
Para acompanhar as demais programações das lojas é necessário verificar a mecânica de participação em cada uma. 

Fashion’s Night Out 2017
Criado em 2009 pela Vogue América, o Fashion’s Night Out é hoje um evento de moda consagrado mundialmente. No Brasil, chega à sua oitava edição, sendo a terceira em Goiânia. O projeto tem como objetivo motivar a indústria global da moda e proporcionar ao consumidor uma experiência de compras especial e estimulante. Este ano, depois do start da edição nacional no Village Mall, no Rio de Janeiro (RJ), Goiânia é primeira capital a receber o evento, que ainda passará por Brasília, no dia 22 de setembro e Manaus, dia 18 de outubro.

Sobre o Flamboyant Shopping Center
Com mais de três décadas de sucesso e crescimento, o Flamboyant é a vitrine de Goiás. O mais importante complexo de compras, entretenimento e lazer de Goiás transformou-se no protagonista do desenvolvimento econômico da capital e porta de entrada de grandes marcas nacionais e internacionais. Tendência, moda e expertise de consumo são os destaques que colocam o Flamboyant entre os 20 maiores shoppings em vendas no Brasil ofertando mix perfeito de lojas que misturam tradição e modernidade.

Serviço:
Vogue Fashion’s Night Out Flamboyant
21 de setembro
Horário: das 11h30 às 23h
Evento aberto ao público. Para acompanhar as demais programações das lojas é necessário verificar a mecânica de participação em cada uma.