Conheça Shudu Gram, a modelo que está despertando amor e ódio na internet

Por Para os Curiosos 

As semanas de moda dos grandes centros mundiais estão a pleno vapor. As marcas apresentam para grandes celebridades e para a imprensa suas coleções, com as apostas do que será usado nas próximas estações. Essa indústria movimenta muito dinheiro anualmente, gera vários empregos e movimenta a economia ao redor do mundo. E se as roupas criadas pelos estilistas são as estrelas desse espetáculo, as modelos que usam e apresentam essas criações são peça fundamental nele.

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E com o mundo com tanta inovação tecnológica e com as redes sociais desempenhando um papel tão importante na hora de mostrar esses lançamentos para um número ainda mais abrangente de pessoas, além de um papel influenciador de consumo tão importante e poderoso, as modelos também desempenham um papel importante para essa forma de divulgação. Elas posam para famosos fotógrafos que são contratados pelas marcas para que as roupas ou quaisquer produtos sejam divulgados também sejam vendidos por meio das mídias sociais.

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E quando uma pessoa faz sucesso em uma rede social, não importando se ela é ou não uma modelo profissional, ela é convidada pelas marcas para fazer divulgação de seus produtos, de posts em que aparecem em fotos usando o que essas marcas querem apresentar para o público. Muita gente ganha bastante dinheiro fazendo publicidade utilizando as redes sociais, que se tornou um negócio bastante lucrativo e um meio para alcançar a tão sonhada fama.

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Uma polêmica recente está fazendo as pessoas discutirem um assunto totalmente novo para muita gente. Hoje vieos contar a história de Shudu Gram que, por conta de sua beleza incontestável, tem feito muito sucesso e tem hoje mais de 65 mil seguidores no Instagram. Nada fora do normal, algo que acontece em qualquer lugar, como tantas outras aqui no Brasil, não fosse pelo fato de ela ser uma modelo 100% digital. Apesar de parecer muito real, como você pode ver, Shudu é uma modelo 3D, criada pelo fotógrafo Cameron-James Wilson.

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Muitas pessoas, à primeira vista, pensam que ela é uma pessoa real, elogiam sua beleza e até chegam a perguntar qual a sua rotina de beleza e seus cuidados para se manter tão bonita. Shudu faz muito sucesso nas redes sociais devido a sua beleza negra, e já teve fotos suas repostadas por marcas famosas, com a marca de maquiagens da cantora Rihanna. Aliás, foi depois de uma imagem onde ela aparecia usando um batom da marca, e que foi repostada no perfil oficial da empresa, que Shudu alcançou o estrelato.

Shodu recebe muitas mensagens de apoio de seus fãs, que não conseguem acreditar que ela não se trata de uma modelo verdadeira. Ela chega a responder a alguns fãs, e também escreve coisas típicas do dia a dia de uma pessoa verdadeira, do tipo: “Tenho um novo trabalho hoje!” Shodu já teve fotos repostadas pelos perfis das marcas Oscar de la Renta e SOULSKY. Com certeza Shudu tem status de super modelo internacional.

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Mas nem tudo são flores. Alguns internautas, apesar de elogiar o trabalho do fotógrafo Cameron- James, acham que uma modelo virtual não deveria fazer tanto sucesso, pois é uma criação e por esse motivo, não usa coisas reais, como nós. Eles também criticam o fato de as marcas não usarem pessoas reais para divulgar seus produtos, mas criações digitais. Alguns chegam a argumentar que como se trata de um conteúdo 100% digital, é natural que tudo fique perfeito nela, fato que não ocorre na vida real.

Para o fotógrafo que criou Shudu, o uso de uma imagem digital não interfere no mercado de modelos ou no seu trabalho, uma vez que se não fossem as modelos reais, Shudu não existiria. Mas o que você pensa sobre esse assunto? Você acha certo as marcas usarem modelos virtuais para a divulgação de seus produtos, ou acredita que de alguma maneira o público, ou até mesmo as próprias modelos, poderiam ser prejudicados por esse tipo de prática. Deixe sua opinião nos comentários, queremos saber o que você pensa sobre isso.

(via Para os Curiosos)

Moda sem gênero um futuro com mais misturas e liberdade!

Por Monica Nogueira de Paris

Muito se fala sobre “moda sem gênero”, no entanto, percebo que a maioria das pessoas não sabe o que é e só consegue imaginar “um homem usando vestido” quando escuta o termo. Tá, tem isso sim, mas é bem mais do que isso!

A tentativa de criar uma moda mais “democrática” vem desde os anos 20, quando a estilista Coco Chanel ousou criar roupas para mulheres baseadas no que os homens vestiam. Um dos objetivos de Chanel, era dar mais liberdade de movimento e dinamismo para a mulher.

Eu comecei a pensar sobre a moda sem gênero, quando um colega me disse que não encontrava calças skinnings justas como gostaria e por isso, ia até seção feminina das lojas de departamento buscar por tamanhos maiores que davam certo para ele.

Então comecei a questionar: por que essas seções? As lojas de departamento são separadas por “feminino”, “masculino” e “infantil”, mas por que não democratizar isso? A moda sem gênero pede que as lojas acabem com essas seções, assim ficaria muito mais fácil encontrar o que se precisa.

Uma camiseta de algodão, por exemplo, é uma peça sem gênero. Eu posso encontrar uma “feminina” ou “masculina” e gostar. Camisa e suéter também não têm gênero.

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Além disso, atualmente existe uma forte tendência a uma fusão entre o vestuário feminino e masculino e uma forma simples de explicar isso é partir de tendências que já existem.

A moda boyfriend, por exemplo, invadiu as seções femininas com calças e shorts com shape de “roupa de meninos”, então que lógica tem deixar tudo separadinho? Por que não provar uma calça ou shorts originalmente criado para o público masculino?

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Assim você também teria mais chances de encontrar aquela camisa soltinha que dá pra usar de várias formas diferentes.

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Depois de os desfiles onde Giordio Armani, Gucci e Prada apresentaram homens e mulheres usando roupas tão semelhantes a discussão da moda sem gênero só aumentou.

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4Aumentou porque vai além do que estamos acostumados. Chega sim ao ponto dos homens usarem vestidos. Por que não?

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Quando as mulheres começaram a suar calças também chocaram a sociedade, mas hoje isso é comum. Os primeiros homens que ousaram vestir roupas cor-de-rosa também foram julgados, mas hoje vários “machões alfas” desfilam com a cor sem nem pensar nisso.

Elas precisaram das calças para encarar o mercado de trabalho, eles alegam calor e estilo. Por que não? Quem quiser usa, quem não quiser não usa. Simples assim!

Além disso, hoje em dia ver um homem de saia é algo inusitado, mas a saia sempre fez parte do vestuário masculino e até hoje existem culturas onde é homens usam saias.

Com tanta discussão sobre a moda sem gênero, a Zara e a C&A sentiram a necessidade de abraçar a causa e lançaram suas coleções sem gênero. Porém, elas não estão agradando aos apoiadores da nova moda.

A crítica é de que a Zara criou uma coleção que mais se assemelha a uma linha de pijamas em tons de cinza e verde musgo. Tudo muito sem graça! Cadê as cores, as estampas, a inovação?

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A C&A por sua vez, fez uma campanha interessante, mas na hora de colocar em prática a coisa toda também deixou a desejar. As roupas são bem comuns, roupa de mulher e roupa de homem.

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Se for para fazer roupas largas, sem caimento, sem cor, sem nada de novo, não precisa, porque isso tudo já existe. Uma coleção sem gênero pede cores, estampas, modelagens.

Para finalizar, uma foto do icônico David Bowie, nem aí para os estereótipos.

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Ela ganhou um prêmio pela melhor coleção de cabelos de 2016, com sua temática afro

Por Larissa Queiroz

No Reino Unido existe uma premiação muito importante chamada British Hair Award. Nela são eleitas as melhores criações do ano feitas por cabeleireiros. E o grande destaque foi Lisa Farrall, que é especialista em cabelos afro cheios de personalidade e estilo.

A coleção se chama Armour, e a hairstylist conta que cabelos afro não têm a atenção que merecem, e que o que ela mais queria era homenagear a cultura africana da melhor forma possível. E parece que ela conseguiu, pois sua coleção conseguiu prêmios em várias categorias. Confira o trabalho:

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(Tudo Interessante)

10 modas indígenas mais inventivas que a indústria fashion

Por Janara Lopes

A moda sempre namorou como esplendor dos visuais criados por culturas e subculturas do mundo afora. Mas nada melhor que a versão original.

1. Khampa é o nome dado aos nativos de Kham, região do Tibet. Na foto, os “rastafaris” de Khampa resplandescentes,  decorado com pedaços de âmbar, no desfile de fantasias do Litang Horse Festival. Foto via Flickr.
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2. África do Sul no início de 1970. Jean Broster e Alice Mertens colaboraram no livro African Elegance, que se propõe “descrever em palavras e fotografias a beleza dos povos tribais do Transkei ‘. Transkei era um ex-território independente da África do Sul durante o Apartheid.

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3. Uma senhora Kuna (também escrito Cunas) no Panamá, nome dado aos moradores de um paraíso tropical conhecido como “a Ilhas San Blas”, na costa nordeste do Panamá desde o século XIX. O Kunas são um dos grupos indígenas mais importantes no Panamá. Eles contribuem substancialmente para a economia com suas obras de arte. Os Kunas são bem conhecidos por suas “molas”, nome dado a suas peças de vestuário.Foto via World Discoverer

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4.  Retrato de duas mulheres Hadhramis (Iémen). Pharrell Williams pira.  Foto de Claude Goulay.

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5. Descendentes Maias em 1975. Foto de David Alan Harvey

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6. Kazimir Ostoja Zagourski  (1880-1941) foi pioneiro no registro da população da África Central Central.

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7.  Miao, China: Em vez de jogar fora os cabelos que caem durante a escovação, as mulheres Long-horn (longos chifres) salvam as madeixas para adicioná-las à sua coleção de cabelo,  que lhes permite criar cocares espetaculares. Os apliques são passados para as filhas como mais e mais cabelos, adicionados a cada geração. Cada vez que uma mulher penteia seu cabelo, ela o recolhe para entraga-lo à filha quando ela se casa.

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8. Garota etíope fotografada por Jaime Ocampo-Rangel 

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9. Uma mulher no Inti Raime Festival, em Cusco, Peru.

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10. África do Sul no início de 1970, do livro African Elegance.

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(Via Ideia Fixa)

Série de fotos ressalta beleza do cabelo afro para inspirar outras garotas

Por Awebic

Todos nós possuímos beleza natural de sobra, só precisamos mostrá-la!

E Regis e Kahran, casal por trás da CreativeSoul, fizeram exatamente isso com jovens negras.

Com foco no cabelo das garotas, a dupla criou o Afro Art, uma série de retratos que enfeitiçaram a toda a internet.

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As fotos deslumbrantes apresentam meninas em trajes e penteados elaborados, tendo como inspiração desde o período barroco até o universo steampunk.

“Nós sentimos que é muito importante que as crianças negras possam ver imagens positivas na mídia que se pareçam com elas”, contou Kahran ao My Modern Met.

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“Infelizmente a falta de diversidade cria estereótipos de que elas não são ‘boas o suficiente’ e muitas vezes isso deixa as crianças com baixa auto-estima.”

“Esperamos que as pessoas vejam a beleza e a versatilidade dos cabelos afro e esperamos que as meninas ao redor do mundo se inspirem e passem a amar suas diferenças e beleza interna”

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Para acompanhar melhor o trabalho do casal, clique aqui.

Que lindas madeixas! Compartilhe esse conteúdo com seus amigos para eles também apreciarem esses lindos visuais.

(Via Awebic)

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Moda e tendências no Vogue Fashion´s Night Out Flamboyant 2017

Por Ana Paula e Silva / Dienys Rodrigues (FatoMais Comunicação)

A maior celebração mundial da moda está de volta à Vitrine de Goiás, nesta quinta-feira, 21 de setembro. Na data, o Vogue Fashion’s Night Out Flamboyant irá movimentar a cena goianiense apresentando tendências, novos conceitos e interatividade em seu circuito de ações simultâneas e abertas ao público. Além de proporcionar ao consumidor uma experiência de compras especial, estimulante e em clima de festa, o público pode conferir desde bate-papos informais à talk shows.

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Outros destaques ficam por conta das atrações especiais oferecidas pelas lojas, muitas concentradas em áreas de grande visibilidade no shopping, como Praça da Cúpula (Piso 1) e Garden Flamboyant.

line up oficial contará com o time de moda da revista Vogue, representado pela diretora geral das Edições Globo Condé Nast Daniela Falcão, pela diretora de estilo Donata Meirelles e a editora de moda Vivian Sotocórno. Também estão confirmadas as presenças de Fernando Torquatto, Flávia Pavanelli, Gabriela Sales, Layla Monteiro, Marcella Tranchesi e Raíza Marinari.

Flávia Pavanelli

Para quem deseja conferir mimos e promoções, o shopping destaca a adesão de um universo superior a 100 marcas em praticamente todos os segmentos. Na programação, presenças vips com destaque para Baby Bordoni, Andressa Suita, Adriana Galhardo, Bárbara Hermann, que é filha de Antonio Bernardo, Caroline Bittencourt, Dieick de Sá Oliveira, Juliana Jabour, Walério Araújo, Ana Lia Pereira, Will Santos e Janete Schulz.

Raiza Marinari

As marcas participantes apresentam suas melhores novidades para a estação, selecionadas pela equipe de estilo da Vogue. Os looks ganham a tag “Vogue Indica”, orientando o consumidor a montar o seu guarda-roupa de verão a partir do olhar de experts que comandam a revista.

“As lojas se envolvem no evento e estão prontas para informar as novidades aos clientes. Isto inclui moda, acessórios, beleza e gastronomia. Neste último, um dos destaques é a participação especial de restaurantes do polo gastronômico. Na data, alguns estabelecimentos presentearão com um prato decorado com a mascote do evento, na compra de qualquer oferta especial dos menus participantes da promoção”, destaca a gerente de marketing do Flamboyant Shopping Center, Aline Guedes.

Daniela Falcão

Lojas
As lojas participantes irão oferecer programações paralelas e muitas receberão famosos. De acordo com valores estabelecidos por cada loja é possível participar de compre e ganhe, sorteios, descontos especiais ou bônus. Também estão previstos lançamentos, pocket desfiles, coquetéis, consultorias com destaque para as presenças de maquiadores profissionais, personal stylist, bloggers e serviços como reaproveitamento de material, entre outros.

Donata Meirelles

Todas as programações, mecânicas e ativações estarão descritas em pontos estratégicos do Flamboyant Shopping Center e também nas redes sociais. As ações de lojas poderão sofrer alterações sem aviso prévio, sendo de inteira responsabilidade das mesmas.

Produtos estilizados
A coruja Owlie, mascote oficial do VFNO, é objeto de desejo dos fashionistas. A protagonista do evento estará presente em todo o cenário, em camisetas, ecobags, outros produtos e brindes especiais desenvolvidos especialmente para a ocasião.

Gabriela Sales - Rica de Marré

Line UP
11h30
 Vou casar, e agora?  com Layla Monteiro, Samara S-Cards (SP) e Márcia da Marriages Assessoria (SP)
13h O poder das redes sociais no mundo da moda com Raiza Marinari, Rica de Marré (AL) e Flávia Pavanelli (SP)
14h Beauty Insider com maquiador Fernando Torquatto
15h30 Daniela Falcão entrevista Marcella Tranchesi – A vida de uma digital influencer
16h Quero Já ao VIVO com Donata Meirelles e Vívian Sotocórno, editoras de moda VOGUE
17h Desfile Body For Sure com presença VIP Caroline Bittencourt – Local: Garden
18h Desfile VIX – Local: Garden
19h Desfile Cia Marítima com presença VIP Andressa Suita – Local: Praça da Cúpula
20h Desfile A Teen – Local: Praça da Cúpula
21h Desfile Animale – Local: Praça da Cúpula
22h Encerramento: Pocket Show com Double You

* Programação sujeita a alteração sem aviso prévio.
Para acompanhar as demais programações das lojas é necessário verificar a mecânica de participação em cada uma. 

Fashion’s Night Out 2017
Criado em 2009 pela Vogue América, o Fashion’s Night Out é hoje um evento de moda consagrado mundialmente. No Brasil, chega à sua oitava edição, sendo a terceira em Goiânia. O projeto tem como objetivo motivar a indústria global da moda e proporcionar ao consumidor uma experiência de compras especial e estimulante. Este ano, depois do start da edição nacional no Village Mall, no Rio de Janeiro (RJ), Goiânia é primeira capital a receber o evento, que ainda passará por Brasília, no dia 22 de setembro e Manaus, dia 18 de outubro.

Sobre o Flamboyant Shopping Center
Com mais de três décadas de sucesso e crescimento, o Flamboyant é a vitrine de Goiás. O mais importante complexo de compras, entretenimento e lazer de Goiás transformou-se no protagonista do desenvolvimento econômico da capital e porta de entrada de grandes marcas nacionais e internacionais. Tendência, moda e expertise de consumo são os destaques que colocam o Flamboyant entre os 20 maiores shoppings em vendas no Brasil ofertando mix perfeito de lojas que misturam tradição e modernidade.

Serviço:
Vogue Fashion’s Night Out Flamboyant
21 de setembro
Horário: das 11h30 às 23h
Evento aberto ao público. Para acompanhar as demais programações das lojas é necessário verificar a mecânica de participação em cada uma.

Os sapatos para senhoras de Kobi Levi são realmente do outro mundo

Por Jéssica Parizotto

Se você fica impressionado quando vê Lady Gaga e outras divas ousando desfilar sapatos pouco comuns por aí, é por que ainda não conhece o trabalho do designer Kobi Levi. Depois de ver as verdadeiras obras de arte deste israelense, até começamos a achar Lady Gaga antiquada.

Andar com a Madonna a seus pés, se manter firme mesmo tendo uma casca de banana nos sapatos ou nem se preocupar com o incidente desagradável de pisar num chiclete são algumas das propostas dos sapatos desenvolvidos por Kobi Levi. O designer israelense não cria apenas sapatos conceituais, ele cria obras de arte que podem ser usadas: designs arrojados que se mesclam à ironia e ao bom humor.

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Fica difícil ver a linha que separa a moda da arte em suas obras. O próprio artista se refere às suas criações como telas: “O sapato é a minha tela. O gatilho para criar uma nova peça começa quando uma idéia, um conceito e/ou uma imagem vem à mente. A combinação da imagem com o calçado cria um novo híbrido e o conceito/design ganha vida. A peça é uma escultura que se pode vestir.”

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Sua inspiração vem, na maioria das vezes, de fora do mundo do calçado. Por exemplo, sua última série de sapatos foi inspirada por pássaros. Levi acrescenta que quando ele pensa em um sapato, pensa como obra de arte, uma obra que você possa viver. Ao mesmo tempo que ela é modificada no seu corpo, você também é modificado por ela.

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Levi graduou-se em 2011 na Bezalel Academy of Art and Design, em Jerusalém. Atualmente trabalha em sua linha de sapatos femininos no seu ateliê em Tel-Aviv, porém já trabalhou com companhias da Itália, China e até mesmo do Brasil.

Outro aspecto importante do seu trabalho é a forma quase artesanal como ele os concebe: todos os sapatos são feitos à mão. Kobi diz que o desafio de desenvolver suas obras dessa maneira é o que o estimula.

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Dentre as obras mais impressionantes de Kobi estão um sapato em formato de boneca insuflável, alguns representando animais como pássaros, cachorro e gato, outros formados por dois sapatos com o nome de mãe e filha, em que o salto é uma representação em tamanho menor do próprio sapato, e até mesmo um sapato inspirado em pornografia.

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Mas sem dúvidas as criações que despertam mais atenção do público são o par de sapatos que recebeu o “singelo” nome de “Blonde Ambition”, claramente inspirado na tournê de Madonna na sua fase “vestido com seios pontudos + microfone de cabeça + rabo de cavalo loiro claríssimo” e um outro par em que o artista simulou aquele episódio, algo entre nojento e irritante, pelo qual todos nós já passamos de pisar em um chiclete.

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É impossível ficar indiferente às imagens das obras de Kobi Levi, mas será também impossível usá-las? Alguém se habilita?

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(Via Obvious)

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Apropriação ilegal

Por Monica Nogueira de Paris

Se há uma pauta recorrente atualmente no mundo é a discussão interminável em torno da apropriação cultural.

Na moda, não são poucas as marcas que escorregam ao pegar emprestado referências de outras culturas sem lhes dar o devido crédito – e cachê, diga-se de passagem. Até a Chanel já foi acusada de apropriação cultural, e na última semana vimos a Tory Burch copiando trajes típicos romenos e lançando como se fosse uma coleção inspirada em uma princesa ugandense.

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Mas elas não são as únicas: várias marcas já se embrenharam em confusões monumentais ao apropriarem-se de elementos de culturas indígenas, como a KTZ, que copiou o manto sagrado de um xamã inuíte (nação indígena esquimó), a Isabel Marant, que fez muito dinheiro às custas de peças copiadas de uma comunidade indígena de Oaxaca e tentou patenteá-la como sua e a Urban Outfitters, que usou o nome da tribo norte-americana Navajo para batizar ítens que levavam estampas oriundas de trabalhos manuais desses artesãos. Os Navajo chegaram a entrar na justiça contra a Urban Outfitters, mas perderam. Duas vezes!

Talvez por estarem cansados de tanta cara-de-pau e tantos casos de apropriação de suas culturas na moda sem jamais ganharem crédito ou dinheiro por isso, representantes indígenas de 189 países se uniram com um propósito: conseguir oficialmente que a prática se torne crime. Essa movimentação originalmente acontece desde 2001, mas só esse ano parece que o comitê conseguiu efetivamente se reunir com a ONU para levar a ideia adiante – em um encontro com um comitê especializado da organização, o WIPO/OMPI (Organização Mundial da Propriedade Intelectual).

Segundo o site da CBC, o comitê indígena está pleiteando a união de três elementos de direito internacional para colocar a lei em prática, expandindo assim as regulamentações que dessa forma protegeriam de forma mais ampla as propriedades intelectuais indígenas – seja linguagem ou design – tornando então crime qualquer apropriação cultural. Quem burlar as regulamentações, dessa forma, seria finalmente punido legalmente: “Nós estamos na metade de 2017 e ainda assim o número de ocorrências de apropriação cultural acontecendo com povos indígenas em todas as regiões do mundo parece implacável, sem qualquer sinal de diminuir num futuro próximo”, disse Aroha Te Pareake Mead, membro de duas tribos indígenas da Nova Zelândia e parte do comitê. Vamos ver se agora vai, né?

 

15 Provas de que está acontecendo alguma coisa estranha com a moda

Por Nathalia Henderson

Cada pessoa se veste de acordo com suas preferências, e existem roupas à venda para todos os gostos. Porém, algumas roupas disponíveis nas lojas hoje em dia são pra lá de bizarras, e não têm feito sucesso nem mesmo com as pessoas mais excêntricas.

Veja abaixo algumas peças de roupas bem esquisitas que são vendidas atualmente. Você usaria alguma delas?

1 – Esta calça não é nada legal

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À venda aqui

2 – Calça jeans suja

Pra quem não gosta mesmo de lavar suas roupas

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À venda aqui

3 – Calça jeans que vira um short

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À venda aqui 

4 – Maiô peludo

Para arrasar na piscina…

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À venda aqui

 5 – Roupas masculinas feitas de renda

E muito estranhas!

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À venda aqui

6 – Jaqueta para quem adora abraços

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Saiba mais aqui (em inglês)

7 – Calça transparente

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À venda aqui

8 – Jaqueta sem a parte dos ombros

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À venda aqui

9 – Uma bolsa nada fashion

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10 – Macacão pra lá de bizarro

Você usaria?

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11 – Chinelo de Cowboy

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À venda aqui 

12 – Uma calça para ver os joelhos (??)

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À venda aqui

13 – Jaqueta “suja”

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À venda aqui

14 – Top estranho com a foto de Robert Mapplethorpe

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À venda aqui

15 – Calça jeans no mínimo esquisita

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À venda aqui

(Via Tudo Interessante)