10 modas indígenas mais inventivas que a indústria fashion

Por Janara Lopes

A moda sempre namorou como esplendor dos visuais criados por culturas e subculturas do mundo afora. Mas nada melhor que a versão original.

1. Khampa é o nome dado aos nativos de Kham, região do Tibet. Na foto, os “rastafaris” de Khampa resplandescentes,  decorado com pedaços de âmbar, no desfile de fantasias do Litang Horse Festival. Foto via Flickr.
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2. África do Sul no início de 1970. Jean Broster e Alice Mertens colaboraram no livro African Elegance, que se propõe “descrever em palavras e fotografias a beleza dos povos tribais do Transkei ‘. Transkei era um ex-território independente da África do Sul durante o Apartheid.

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3. Uma senhora Kuna (também escrito Cunas) no Panamá, nome dado aos moradores de um paraíso tropical conhecido como “a Ilhas San Blas”, na costa nordeste do Panamá desde o século XIX. O Kunas são um dos grupos indígenas mais importantes no Panamá. Eles contribuem substancialmente para a economia com suas obras de arte. Os Kunas são bem conhecidos por suas “molas”, nome dado a suas peças de vestuário.Foto via World Discoverer

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4.  Retrato de duas mulheres Hadhramis (Iémen). Pharrell Williams pira.  Foto de Claude Goulay.

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5. Descendentes Maias em 1975. Foto de David Alan Harvey

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6. Kazimir Ostoja Zagourski  (1880-1941) foi pioneiro no registro da população da África Central Central.

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7.  Miao, China: Em vez de jogar fora os cabelos que caem durante a escovação, as mulheres Long-horn (longos chifres) salvam as madeixas para adicioná-las à sua coleção de cabelo,  que lhes permite criar cocares espetaculares. Os apliques são passados para as filhas como mais e mais cabelos, adicionados a cada geração. Cada vez que uma mulher penteia seu cabelo, ela o recolhe para entraga-lo à filha quando ela se casa.

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8. Garota etíope fotografada por Jaime Ocampo-Rangel 

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9. Uma mulher no Inti Raime Festival, em Cusco, Peru.

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10. África do Sul no início de 1970, do livro African Elegance.

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(Via Ideia Fixa)

Série de fotos ressalta beleza do cabelo afro para inspirar outras garotas

Por Awebic

Todos nós possuímos beleza natural de sobra, só precisamos mostrá-la!

E Regis e Kahran, casal por trás da CreativeSoul, fizeram exatamente isso com jovens negras.

Com foco no cabelo das garotas, a dupla criou o Afro Art, uma série de retratos que enfeitiçaram a toda a internet.

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As fotos deslumbrantes apresentam meninas em trajes e penteados elaborados, tendo como inspiração desde o período barroco até o universo steampunk.

“Nós sentimos que é muito importante que as crianças negras possam ver imagens positivas na mídia que se pareçam com elas”, contou Kahran ao My Modern Met.

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“Infelizmente a falta de diversidade cria estereótipos de que elas não são ‘boas o suficiente’ e muitas vezes isso deixa as crianças com baixa auto-estima.”

“Esperamos que as pessoas vejam a beleza e a versatilidade dos cabelos afro e esperamos que as meninas ao redor do mundo se inspirem e passem a amar suas diferenças e beleza interna”

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Para acompanhar melhor o trabalho do casal, clique aqui.

Que lindas madeixas! Compartilhe esse conteúdo com seus amigos para eles também apreciarem esses lindos visuais.

(Via Awebic)

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Moda e tendências no Vogue Fashion´s Night Out Flamboyant 2017

Por Ana Paula e Silva / Dienys Rodrigues (FatoMais Comunicação)

A maior celebração mundial da moda está de volta à Vitrine de Goiás, nesta quinta-feira, 21 de setembro. Na data, o Vogue Fashion’s Night Out Flamboyant irá movimentar a cena goianiense apresentando tendências, novos conceitos e interatividade em seu circuito de ações simultâneas e abertas ao público. Além de proporcionar ao consumidor uma experiência de compras especial, estimulante e em clima de festa, o público pode conferir desde bate-papos informais à talk shows.

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Outros destaques ficam por conta das atrações especiais oferecidas pelas lojas, muitas concentradas em áreas de grande visibilidade no shopping, como Praça da Cúpula (Piso 1) e Garden Flamboyant.

line up oficial contará com o time de moda da revista Vogue, representado pela diretora geral das Edições Globo Condé Nast Daniela Falcão, pela diretora de estilo Donata Meirelles e a editora de moda Vivian Sotocórno. Também estão confirmadas as presenças de Fernando Torquatto, Flávia Pavanelli, Gabriela Sales, Layla Monteiro, Marcella Tranchesi e Raíza Marinari.

Flávia Pavanelli

Para quem deseja conferir mimos e promoções, o shopping destaca a adesão de um universo superior a 100 marcas em praticamente todos os segmentos. Na programação, presenças vips com destaque para Baby Bordoni, Andressa Suita, Adriana Galhardo, Bárbara Hermann, que é filha de Antonio Bernardo, Caroline Bittencourt, Dieick de Sá Oliveira, Juliana Jabour, Walério Araújo, Ana Lia Pereira, Will Santos e Janete Schulz.

Raiza Marinari

As marcas participantes apresentam suas melhores novidades para a estação, selecionadas pela equipe de estilo da Vogue. Os looks ganham a tag “Vogue Indica”, orientando o consumidor a montar o seu guarda-roupa de verão a partir do olhar de experts que comandam a revista.

“As lojas se envolvem no evento e estão prontas para informar as novidades aos clientes. Isto inclui moda, acessórios, beleza e gastronomia. Neste último, um dos destaques é a participação especial de restaurantes do polo gastronômico. Na data, alguns estabelecimentos presentearão com um prato decorado com a mascote do evento, na compra de qualquer oferta especial dos menus participantes da promoção”, destaca a gerente de marketing do Flamboyant Shopping Center, Aline Guedes.

Daniela Falcão

Lojas
As lojas participantes irão oferecer programações paralelas e muitas receberão famosos. De acordo com valores estabelecidos por cada loja é possível participar de compre e ganhe, sorteios, descontos especiais ou bônus. Também estão previstos lançamentos, pocket desfiles, coquetéis, consultorias com destaque para as presenças de maquiadores profissionais, personal stylist, bloggers e serviços como reaproveitamento de material, entre outros.

Donata Meirelles

Todas as programações, mecânicas e ativações estarão descritas em pontos estratégicos do Flamboyant Shopping Center e também nas redes sociais. As ações de lojas poderão sofrer alterações sem aviso prévio, sendo de inteira responsabilidade das mesmas.

Produtos estilizados
A coruja Owlie, mascote oficial do VFNO, é objeto de desejo dos fashionistas. A protagonista do evento estará presente em todo o cenário, em camisetas, ecobags, outros produtos e brindes especiais desenvolvidos especialmente para a ocasião.

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Line UP
11h30
 Vou casar, e agora?  com Layla Monteiro, Samara S-Cards (SP) e Márcia da Marriages Assessoria (SP)
13h O poder das redes sociais no mundo da moda com Raiza Marinari, Rica de Marré (AL) e Flávia Pavanelli (SP)
14h Beauty Insider com maquiador Fernando Torquatto
15h30 Daniela Falcão entrevista Marcella Tranchesi – A vida de uma digital influencer
16h Quero Já ao VIVO com Donata Meirelles e Vívian Sotocórno, editoras de moda VOGUE
17h Desfile Body For Sure com presença VIP Caroline Bittencourt – Local: Garden
18h Desfile VIX – Local: Garden
19h Desfile Cia Marítima com presença VIP Andressa Suita – Local: Praça da Cúpula
20h Desfile A Teen – Local: Praça da Cúpula
21h Desfile Animale – Local: Praça da Cúpula
22h Encerramento: Pocket Show com Double You

* Programação sujeita a alteração sem aviso prévio.
Para acompanhar as demais programações das lojas é necessário verificar a mecânica de participação em cada uma. 

Fashion’s Night Out 2017
Criado em 2009 pela Vogue América, o Fashion’s Night Out é hoje um evento de moda consagrado mundialmente. No Brasil, chega à sua oitava edição, sendo a terceira em Goiânia. O projeto tem como objetivo motivar a indústria global da moda e proporcionar ao consumidor uma experiência de compras especial e estimulante. Este ano, depois do start da edição nacional no Village Mall, no Rio de Janeiro (RJ), Goiânia é primeira capital a receber o evento, que ainda passará por Brasília, no dia 22 de setembro e Manaus, dia 18 de outubro.

Sobre o Flamboyant Shopping Center
Com mais de três décadas de sucesso e crescimento, o Flamboyant é a vitrine de Goiás. O mais importante complexo de compras, entretenimento e lazer de Goiás transformou-se no protagonista do desenvolvimento econômico da capital e porta de entrada de grandes marcas nacionais e internacionais. Tendência, moda e expertise de consumo são os destaques que colocam o Flamboyant entre os 20 maiores shoppings em vendas no Brasil ofertando mix perfeito de lojas que misturam tradição e modernidade.

Serviço:
Vogue Fashion’s Night Out Flamboyant
21 de setembro
Horário: das 11h30 às 23h
Evento aberto ao público. Para acompanhar as demais programações das lojas é necessário verificar a mecânica de participação em cada uma.

Os sapatos para senhoras de Kobi Levi são realmente do outro mundo

Por Jéssica Parizotto

Se você fica impressionado quando vê Lady Gaga e outras divas ousando desfilar sapatos pouco comuns por aí, é por que ainda não conhece o trabalho do designer Kobi Levi. Depois de ver as verdadeiras obras de arte deste israelense, até começamos a achar Lady Gaga antiquada.

Andar com a Madonna a seus pés, se manter firme mesmo tendo uma casca de banana nos sapatos ou nem se preocupar com o incidente desagradável de pisar num chiclete são algumas das propostas dos sapatos desenvolvidos por Kobi Levi. O designer israelense não cria apenas sapatos conceituais, ele cria obras de arte que podem ser usadas: designs arrojados que se mesclam à ironia e ao bom humor.

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Fica difícil ver a linha que separa a moda da arte em suas obras. O próprio artista se refere às suas criações como telas: “O sapato é a minha tela. O gatilho para criar uma nova peça começa quando uma idéia, um conceito e/ou uma imagem vem à mente. A combinação da imagem com o calçado cria um novo híbrido e o conceito/design ganha vida. A peça é uma escultura que se pode vestir.”

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Sua inspiração vem, na maioria das vezes, de fora do mundo do calçado. Por exemplo, sua última série de sapatos foi inspirada por pássaros. Levi acrescenta que quando ele pensa em um sapato, pensa como obra de arte, uma obra que você possa viver. Ao mesmo tempo que ela é modificada no seu corpo, você também é modificado por ela.

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Levi graduou-se em 2011 na Bezalel Academy of Art and Design, em Jerusalém. Atualmente trabalha em sua linha de sapatos femininos no seu ateliê em Tel-Aviv, porém já trabalhou com companhias da Itália, China e até mesmo do Brasil.

Outro aspecto importante do seu trabalho é a forma quase artesanal como ele os concebe: todos os sapatos são feitos à mão. Kobi diz que o desafio de desenvolver suas obras dessa maneira é o que o estimula.

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Dentre as obras mais impressionantes de Kobi estão um sapato em formato de boneca insuflável, alguns representando animais como pássaros, cachorro e gato, outros formados por dois sapatos com o nome de mãe e filha, em que o salto é uma representação em tamanho menor do próprio sapato, e até mesmo um sapato inspirado em pornografia.

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Mas sem dúvidas as criações que despertam mais atenção do público são o par de sapatos que recebeu o “singelo” nome de “Blonde Ambition”, claramente inspirado na tournê de Madonna na sua fase “vestido com seios pontudos + microfone de cabeça + rabo de cavalo loiro claríssimo” e um outro par em que o artista simulou aquele episódio, algo entre nojento e irritante, pelo qual todos nós já passamos de pisar em um chiclete.

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É impossível ficar indiferente às imagens das obras de Kobi Levi, mas será também impossível usá-las? Alguém se habilita?

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(Via Obvious)

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Apropriação ilegal

Por Mariana Inbar

Se há uma pauta recorrente atualmente no mundo é a discussão interminável em torno da apropriação cultural.

Na moda, não são poucas as marcas que escorregam ao pegar emprestado referências de outras culturas sem lhes dar o devido crédito – e cachê, diga-se de passagem. Até a Chanel já foi acusada de apropriação cultural, e na última semana vimos a Tory Burch copiando trajes típicos romenos e lançando como se fosse uma coleção inspirada em uma princesa ugandense.

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Mas elas não são as únicas: várias marcas já se embrenharam em confusões monumentais ao apropriarem-se de elementos de culturas indígenas, como a KTZ, que copiou o manto sagrado de um xamã inuíte (nação indígena esquimó), a Isabel Marant, que fez muito dinheiro às custas de peças copiadas de uma comunidade indígena de Oaxaca e tentou patenteá-la como sua e a Urban Outfitters, que usou o nome da tribo norte-americana Navajo para batizar ítens que levavam estampas oriundas de trabalhos manuais desses artesãos. Os Navajo chegaram a entrar na justiça contra a Urban Outfitters, mas perderam. Duas vezes!

Talvez por estarem cansados de tanta cara-de-pau e tantos casos de apropriação de suas culturas na moda sem jamais ganharem crédito ou dinheiro por isso, representantes indígenas de 189 países se uniram com um propósito: conseguir oficialmente que a prática se torne crime. Essa movimentação originalmente acontece desde 2001, mas só esse ano parece que o comitê conseguiu efetivamente se reunir com a ONU para levar a ideia adiante – em um encontro com um comitê especializado da organização, o WIPO/OMPI (Organização Mundial da Propriedade Intelectual).

Segundo o site da CBC, o comitê indígena está pleiteando a união de três elementos de direito internacional para colocar a lei em prática, expandindo assim as regulamentações que dessa forma protegeriam de forma mais ampla as propriedades intelectuais indígenas – seja linguagem ou design – tornando então crime qualquer apropriação cultural. Quem burlar as regulamentações, dessa forma, seria finalmente punido legalmente: “Nós estamos na metade de 2017 e ainda assim o número de ocorrências de apropriação cultural acontecendo com povos indígenas em todas as regiões do mundo parece implacável, sem qualquer sinal de diminuir num futuro próximo”, disse Aroha Te Pareake Mead, membro de duas tribos indígenas da Nova Zelândia e parte do comitê. Vamos ver se agora vai, né?

(Via Petiscos)

15 Provas de que está acontecendo alguma coisa estranha com a moda

Por Nathalia Henderson

Cada pessoa se veste de acordo com suas preferências, e existem roupas à venda para todos os gostos. Porém, algumas roupas disponíveis nas lojas hoje em dia são pra lá de bizarras, e não têm feito sucesso nem mesmo com as pessoas mais excêntricas.

Veja abaixo algumas peças de roupas bem esquisitas que são vendidas atualmente. Você usaria alguma delas?

1 – Esta calça não é nada legal

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À venda aqui

2 – Calça jeans suja

Pra quem não gosta mesmo de lavar suas roupas

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À venda aqui

3 – Calça jeans que vira um short

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À venda aqui 

4 – Maiô peludo

Para arrasar na piscina…

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À venda aqui

 5 – Roupas masculinas feitas de renda

E muito estranhas!

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À venda aqui

6 – Jaqueta para quem adora abraços

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Saiba mais aqui (em inglês)

7 – Calça transparente

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À venda aqui

8 – Jaqueta sem a parte dos ombros

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À venda aqui

9 – Uma bolsa nada fashion

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10 – Macacão pra lá de bizarro

Você usaria?

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11 – Chinelo de Cowboy

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À venda aqui 

12 – Uma calça para ver os joelhos (??)

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À venda aqui

13 – Jaqueta “suja”

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À venda aqui

14 – Top estranho com a foto de Robert Mapplethorpe

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À venda aqui

15 – Calça jeans no mínimo esquisita

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À venda aqui

(Via Tudo Interessante)

Os anúncios de moda que foram proibidos

Por Avai Corrêa 

Ao longo dos anos, anúncios de moda foram proibidos em várias partes do mundo. Geralmente com fotos de nudez ou de blasfêmia (na maior parte na Itália). Outras vezes é a glamorização de drogas ou violência sexual, ou a objetificação de menores, que legitimamente é arrancada.

Mas, como vimos uma e outra vez, qualquer coisa proibida tem a chance de estourar de volta. Aqui estão alguns dos mais notórios anúncios de moda proibidos nos últimos anos..

Yves Saint Laurent (1971), Samuel de Cubber para YSL M7 (2002)

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Mia Goth para Miu Miu, filmado por Steven Meisel (2015)

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Hailee Steinfeld para Prada, tiro por Bruce Weber (2011)

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Cores Unidas de Benetton (2011)

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Cores Unidas de Benetton (2011)

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CK Jeans, filmado por Steven Meisel (2010)

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CK Jeans (2010) Mais na IMDb.com »

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Calvin Klein (1990s)

Calvin Klein (1995)

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CK Obsessão secreta com Eva Mendes (2008)

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Rogue por Rihanna (2013)

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Dakota Fanning para Marc Jacobs Lola (2011)

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Gucci de Tom Ford, rodado por Mario Testino (2004)

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Tom Ford fragrância para os homens (2011) 

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Óculos de sol Tom Ford (2008)

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Julianne Moore para Bulgari (2010)

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Sophie Dahl para Yves Saint Laurent Opium, filmada por Steven Meisel (2000)

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Dolce & Gabbana (2009) Mais na IMDb.com »

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Dolce & Gabbana (2007) Mais na IMDb.com »

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Kylie Minogue para Agent Provocateur (2001)

Sisley, filmado por Terry Richardson (2010)

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Sisley, filmado por Terry Richardson (2001)

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Sisley, filmado por Terry Richardson (2007)

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American Apparel (2013)

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Diesel (2005)

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Diesel (2010)

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Drop Dead (2011) Mais na IMDb.com »

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Alexander Wang, tirado por Steven Klein (2014)

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Marithé et François Girbaud (2005)

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(Via Hint Mag)

Parecem livros, mas são bolsas! Conheça as clutches bordadas à mão da marca russa Mrs. Chaplin

Por Leyda Torquato

“Lindas clutches bordadas por mãos amorosas”, é como Tatiana define sua marca de bolsas coloridas e super divertidas, que mais parecem livros de verdade. Natural de Moscow, na Rússia, ela sempre teve paixão por moda, cor e leitura. Tudo começou quando ela folheava uma revista e deparou-se com uma peça da marca Olympia Le Tan, famosa por suas criações.

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“Meu orçamento não permitia nem debater sobre comprá-la, e então tornei-me obcecada com a questão de como fazer uma book clutch – para uma pessoa com quase nenhuma experiência de costura e absolutamente nenhuma habilidade de bordado, parecia uma ideia maluca”, conta Tatiana.

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“Comecei a pesquisar vários faça-você-mesmo, mas nenhum chegava ao resultado que eu queria. Comecei a pensar, então, em como preencher a lacuna de uma bolsa-livro no meu coração sem precisar rasgar nenhum livro real”, completa. Ela não desistiu: passou muito tempo no site da marca Olympia Le Tan pesquisando sobre o processo das bolsas-livro, sobre acabamentos e materiais, além de começar aulas práticas de bordado.

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“Muitos rolos de fio desperdiçado e inúmeras picadas de agulha depois, terminei minha primeira book clutch. Não era perfeita, mas deixou todos os meus amigos sem palavras! Eles me pediram para fazer para eles e assim nasceu a ideia de abrir uma loja”,  explica sobre o surgimento da Mrs. Chaplin.

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Tatiana diz que é fascinada pelo processo e que ama trabalhar nas clutches quando não está ocupada com seus dois filhos, de 4 e 2 anos de idade: “Transferir uma imagem apenas com agulha e linha é uma espécie de desafio, mas um realmente emocionante. Cada projeto me ensina algo novo e me ajuda a polir continuamente minhas habilidades de bordado”.

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O bordado das “capas” são feitos totalmente à mão, o que dá um toque especial e único às clutches da Mrs. Chaplin. Tem book clutch para todos os gostos: de Lewis Carroll a Stephen King, de Leo Tolstoy a Antoine de Saint-Exupery – e se você não achar o seu livro preferido, é só mandar uma foto para Tatiana!

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Sobre o nome da marca, a artista conta que gostaria de ter uma história fascinante sobre, mas a verdade é que ela não lembra como pensou em “Mrs. Chaplin”. “Prefiro pensar da parte ‘Mrs’ (senhora) como uma referência a alguém como sua avó com seu tricô na frente de uma lareira enquanto ‘Chaplin’ é um sinônimo de algo clássico e divertido (referindo-se ao ator Charlie Chaplin)”, explica.

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É impossível não se encantar pelo seu maravilhoso trabalho! Para mais informações e contato, acesse o Etsy da loja e o Instagram da marca.

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(Via Follow The Colours)

Ela era uma professora de 63 anos, mas foi confundida com um ícone da moda – e isso mudou sua vida!

Por Nathalia Henderson

Muitas pessoas pensam que devemos nos vestir “de acordo com a idade”, e que os idosos não podem ousar no visual. Mas na verdade, devemos nos vestir do jeito que gostamos, independentemente da nossa idade.

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A professora universitária Lyn Slater, de 63 anos, é um exemplo disso. Quando ela foi encontrar uma amiga para um almoço no Lincoln Center, durante a Semana de Moda de Nova York, ela não tinha nenhuma ideia que sua vida mudaria para sempre.
Jornalistas estrangeiros começaram a cercá-la, confundindo a professora com um ícone fashion e atraindo mais alguns curiosos. Foi aí que Lyn virou um Ícone de moda acidental, e até criou um blog de moda.

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Lyn Slater era, até recentemente, professora na Universidade Fordham, em Nova York

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Um dia ela saiu para encontrar uma amiga para almoçar durante a Semana de Moda de Nova York, e sua vida mudou totalmente. Pelo seu jeito irreverente de se vestir, ela acabou atraindo os olhares dos fotógrafos que estavam por lá, que acreditavam que Lyn Slater era um ícone fashion.

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Lyn Slater é contra a discriminação baseada na idade, tanto na indústria da moda como na vida cotidiana, principalmente a ideia de que as pessoas devem se vestir de acordo com a idade.

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Após o incidente, Lyn decidiu criar um blog para falar mais sobre o seu estilo e inspirar outras mulheres.

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“Penso que, se você está confortável com o que está vestindo, não importa quantos anos você tem. Se você está feliz, você vai parecer completamente bem”, afirma.

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Em suas publicações, ela desafia o padrão de que devemos nos vestir “de acordo com nossa idade” e mostra que isso é apenas uma maneira de reprimir as pessoas que querem ousar mesmo na terceira idade.

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Atualmente Lyn tem mais de 145 mil seguidores no Instagram, e faz o maior sucesso com seu visual.

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Ela assinou contrato com a agência de moda Elite e tem trabalhado com várias marcas.

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(Via Tudo Interessante)senhora-icone-de-moda-8 senhora-icone-de-moda-5 senhora-icone-de-moda-7 senhora-icone-de-moda-6 senhora-icone-de-moda-4 senhora-icone-de-moda-3-1 senhora-icone-de-moda-2-1