Apropriação ilegal

Por Mariana Inbar

Se há uma pauta recorrente atualmente no mundo é a discussão interminável em torno da apropriação cultural.

Na moda, não são poucas as marcas que escorregam ao pegar emprestado referências de outras culturas sem lhes dar o devido crédito – e cachê, diga-se de passagem. Até a Chanel já foi acusada de apropriação cultural, e na última semana vimos a Tory Burch copiando trajes típicos romenos e lançando como se fosse uma coleção inspirada em uma princesa ugandense.

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Mas elas não são as únicas: várias marcas já se embrenharam em confusões monumentais ao apropriarem-se de elementos de culturas indígenas, como a KTZ, que copiou o manto sagrado de um xamã inuíte (nação indígena esquimó), a Isabel Marant, que fez muito dinheiro às custas de peças copiadas de uma comunidade indígena de Oaxaca e tentou patenteá-la como sua e a Urban Outfitters, que usou o nome da tribo norte-americana Navajo para batizar ítens que levavam estampas oriundas de trabalhos manuais desses artesãos. Os Navajo chegaram a entrar na justiça contra a Urban Outfitters, mas perderam. Duas vezes!

Talvez por estarem cansados de tanta cara-de-pau e tantos casos de apropriação de suas culturas na moda sem jamais ganharem crédito ou dinheiro por isso, representantes indígenas de 189 países se uniram com um propósito: conseguir oficialmente que a prática se torne crime. Essa movimentação originalmente acontece desde 2001, mas só esse ano parece que o comitê conseguiu efetivamente se reunir com a ONU para levar a ideia adiante – em um encontro com um comitê especializado da organização, o WIPO/OMPI (Organização Mundial da Propriedade Intelectual).

Segundo o site da CBC, o comitê indígena está pleiteando a união de três elementos de direito internacional para colocar a lei em prática, expandindo assim as regulamentações que dessa forma protegeriam de forma mais ampla as propriedades intelectuais indígenas – seja linguagem ou design – tornando então crime qualquer apropriação cultural. Quem burlar as regulamentações, dessa forma, seria finalmente punido legalmente: “Nós estamos na metade de 2017 e ainda assim o número de ocorrências de apropriação cultural acontecendo com povos indígenas em todas as regiões do mundo parece implacável, sem qualquer sinal de diminuir num futuro próximo”, disse Aroha Te Pareake Mead, membro de duas tribos indígenas da Nova Zelândia e parte do comitê. Vamos ver se agora vai, né?

(Via Petiscos)

15 Provas de que está acontecendo alguma coisa estranha com a moda

Por Nathalia Henderson

Cada pessoa se veste de acordo com suas preferências, e existem roupas à venda para todos os gostos. Porém, algumas roupas disponíveis nas lojas hoje em dia são pra lá de bizarras, e não têm feito sucesso nem mesmo com as pessoas mais excêntricas.

Veja abaixo algumas peças de roupas bem esquisitas que são vendidas atualmente. Você usaria alguma delas?

1 – Esta calça não é nada legal

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2 – Calça jeans suja

Pra quem não gosta mesmo de lavar suas roupas

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3 – Calça jeans que vira um short

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4 – Maiô peludo

Para arrasar na piscina…

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 5 – Roupas masculinas feitas de renda

E muito estranhas!

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6 – Jaqueta para quem adora abraços

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Saiba mais aqui (em inglês)

7 – Calça transparente

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8 – Jaqueta sem a parte dos ombros

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9 – Uma bolsa nada fashion

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10 – Macacão pra lá de bizarro

Você usaria?

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11 – Chinelo de Cowboy

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À venda aqui 

12 – Uma calça para ver os joelhos (??)

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13 – Jaqueta “suja”

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14 – Top estranho com a foto de Robert Mapplethorpe

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À venda aqui

15 – Calça jeans no mínimo esquisita

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À venda aqui

(Via Tudo Interessante)

Os anúncios de moda que foram proibidos

Por Avai Corrêa 

Ao longo dos anos, anúncios de moda foram proibidos em várias partes do mundo. Geralmente com fotos de nudez ou de blasfêmia (na maior parte na Itália). Outras vezes é a glamorização de drogas ou violência sexual, ou a objetificação de menores, que legitimamente é arrancada.

Mas, como vimos uma e outra vez, qualquer coisa proibida tem a chance de estourar de volta. Aqui estão alguns dos mais notórios anúncios de moda proibidos nos últimos anos..

Yves Saint Laurent (1971), Samuel de Cubber para YSL M7 (2002)

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Mia Goth para Miu Miu, filmado por Steven Meisel (2015)

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Hailee Steinfeld para Prada, tiro por Bruce Weber (2011)

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Cores Unidas de Benetton (2011)

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Cores Unidas de Benetton (2011)

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CK Jeans, filmado por Steven Meisel (2010)

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CK Jeans (2010) Mais na IMDb.com »

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Calvin Klein (1990s)

Calvin Klein (1995)

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CK Obsessão secreta com Eva Mendes (2008)

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Rogue por Rihanna (2013)

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Dakota Fanning para Marc Jacobs Lola (2011)

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Gucci de Tom Ford, rodado por Mario Testino (2004)

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Tom Ford fragrância para os homens (2011) 

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Óculos de sol Tom Ford (2008)

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Julianne Moore para Bulgari (2010)

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Sophie Dahl para Yves Saint Laurent Opium, filmada por Steven Meisel (2000)

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Dolce & Gabbana (2009) Mais na IMDb.com »

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Dolce & Gabbana (2007) Mais na IMDb.com »

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Kylie Minogue para Agent Provocateur (2001)

Sisley, filmado por Terry Richardson (2010)

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Sisley, filmado por Terry Richardson (2001)

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Sisley, filmado por Terry Richardson (2007)

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American Apparel (2013)

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Diesel (2005)

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Diesel (2010)

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Drop Dead (2011) Mais na IMDb.com »

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Alexander Wang, tirado por Steven Klein (2014)

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Marithé et François Girbaud (2005)

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(Via Hint Mag)

Parecem livros, mas são bolsas! Conheça as clutches bordadas à mão da marca russa Mrs. Chaplin

Por Leyda Torquato

“Lindas clutches bordadas por mãos amorosas”, é como Tatiana define sua marca de bolsas coloridas e super divertidas, que mais parecem livros de verdade. Natural de Moscow, na Rússia, ela sempre teve paixão por moda, cor e leitura. Tudo começou quando ela folheava uma revista e deparou-se com uma peça da marca Olympia Le Tan, famosa por suas criações.

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“Meu orçamento não permitia nem debater sobre comprá-la, e então tornei-me obcecada com a questão de como fazer uma book clutch – para uma pessoa com quase nenhuma experiência de costura e absolutamente nenhuma habilidade de bordado, parecia uma ideia maluca”, conta Tatiana.

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“Comecei a pesquisar vários faça-você-mesmo, mas nenhum chegava ao resultado que eu queria. Comecei a pensar, então, em como preencher a lacuna de uma bolsa-livro no meu coração sem precisar rasgar nenhum livro real”, completa. Ela não desistiu: passou muito tempo no site da marca Olympia Le Tan pesquisando sobre o processo das bolsas-livro, sobre acabamentos e materiais, além de começar aulas práticas de bordado.

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“Muitos rolos de fio desperdiçado e inúmeras picadas de agulha depois, terminei minha primeira book clutch. Não era perfeita, mas deixou todos os meus amigos sem palavras! Eles me pediram para fazer para eles e assim nasceu a ideia de abrir uma loja”,  explica sobre o surgimento da Mrs. Chaplin.

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Tatiana diz que é fascinada pelo processo e que ama trabalhar nas clutches quando não está ocupada com seus dois filhos, de 4 e 2 anos de idade: “Transferir uma imagem apenas com agulha e linha é uma espécie de desafio, mas um realmente emocionante. Cada projeto me ensina algo novo e me ajuda a polir continuamente minhas habilidades de bordado”.

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O bordado das “capas” são feitos totalmente à mão, o que dá um toque especial e único às clutches da Mrs. Chaplin. Tem book clutch para todos os gostos: de Lewis Carroll a Stephen King, de Leo Tolstoy a Antoine de Saint-Exupery – e se você não achar o seu livro preferido, é só mandar uma foto para Tatiana!

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Sobre o nome da marca, a artista conta que gostaria de ter uma história fascinante sobre, mas a verdade é que ela não lembra como pensou em “Mrs. Chaplin”. “Prefiro pensar da parte ‘Mrs’ (senhora) como uma referência a alguém como sua avó com seu tricô na frente de uma lareira enquanto ‘Chaplin’ é um sinônimo de algo clássico e divertido (referindo-se ao ator Charlie Chaplin)”, explica.

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É impossível não se encantar pelo seu maravilhoso trabalho! Para mais informações e contato, acesse o Etsy da loja e o Instagram da marca.

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(Via Follow The Colours)

Ela era uma professora de 63 anos, mas foi confundida com um ícone da moda – e isso mudou sua vida!

Por Nathalia Henderson

Muitas pessoas pensam que devemos nos vestir “de acordo com a idade”, e que os idosos não podem ousar no visual. Mas na verdade, devemos nos vestir do jeito que gostamos, independentemente da nossa idade.

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A professora universitária Lyn Slater, de 63 anos, é um exemplo disso. Quando ela foi encontrar uma amiga para um almoço no Lincoln Center, durante a Semana de Moda de Nova York, ela não tinha nenhuma ideia que sua vida mudaria para sempre.
Jornalistas estrangeiros começaram a cercá-la, confundindo a professora com um ícone fashion e atraindo mais alguns curiosos. Foi aí que Lyn virou um Ícone de moda acidental, e até criou um blog de moda.

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Lyn Slater era, até recentemente, professora na Universidade Fordham, em Nova York

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Um dia ela saiu para encontrar uma amiga para almoçar durante a Semana de Moda de Nova York, e sua vida mudou totalmente. Pelo seu jeito irreverente de se vestir, ela acabou atraindo os olhares dos fotógrafos que estavam por lá, que acreditavam que Lyn Slater era um ícone fashion.

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Lyn Slater é contra a discriminação baseada na idade, tanto na indústria da moda como na vida cotidiana, principalmente a ideia de que as pessoas devem se vestir de acordo com a idade.

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Após o incidente, Lyn decidiu criar um blog para falar mais sobre o seu estilo e inspirar outras mulheres.

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“Penso que, se você está confortável com o que está vestindo, não importa quantos anos você tem. Se você está feliz, você vai parecer completamente bem”, afirma.

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Em suas publicações, ela desafia o padrão de que devemos nos vestir “de acordo com nossa idade” e mostra que isso é apenas uma maneira de reprimir as pessoas que querem ousar mesmo na terceira idade.

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Atualmente Lyn tem mais de 145 mil seguidores no Instagram, e faz o maior sucesso com seu visual.

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Ela assinou contrato com a agência de moda Elite e tem trabalhado com várias marcas.

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(Via Tudo Interessante)senhora-icone-de-moda-8 senhora-icone-de-moda-5 senhora-icone-de-moda-7 senhora-icone-de-moda-6 senhora-icone-de-moda-4 senhora-icone-de-moda-3-1 senhora-icone-de-moda-2-1

 

Levi’s cria a 1° calça jeans reciclada do mundo feita a partir de cinco camisetas de algodão descartadas

Por Leyda Torquato 

A Levi’s, em parceria com a startup de tecnologia têxtil Evrnu, criou a primeira calça jeans reciclada do mundo. Cinco camisetas de algodão descartadas dão vida às novas fibras para a peça. Bem-vindo ao futuro da moda sustentável!

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O ritmo de produção da indústria têxtil é constante e parte importante do comércio mundial, está em segundo lugar quando falamos em consumo, atrás apenas do alimentício. Cerca de 26,5 milhões de pessoas trabalham para essa indústria de roupas atualmente (aproximadamente um em cada seis trabalhadores da população mundial), a maioria em países asiáticos.

Se formos considerar a produção crescente de novas peças, uma boa quantidade de roupas acabaria indo para o lixo, assim como os recursos naturais usados para produzi-las, como a água – ou seja, a indústria têxtil está cada vez mais sedenta.

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Pensando nisso, a Levi Strauss & Co firmou parceria com a startup Evrnu para, a partir de cinco camisetas de algodão, criar seu primeiro par de jeans reciclado (a malha mistura algodão regenerado com algodão virgem orgânico). A famosa empresa norte-americana de jeans usou como protótipo o modelo 501 (a primeira calça jeans lançada pela marca) para criar a nova peça que usa 98% menos água que os demais.

Segundo a Levi’s, cerca de 3.800 litros de água são utilizados durante toda a vida útil de uma calça: 68% desse consumo ocorre no cultivo de algodão, enquanto 23% ocorre na casa do consumidor, por conta de sucessivas lavagens.

Já atenta ao próprio setor, em 2009, a empresa lançou a “Etiqueta de Cuidados Para o Nosso Planeta”, que visa educar os consumidores a cuidarem de suas roupas com menos impacto ambiental, lavando-as menos vezes (às vezes basta limpar uma parte e não a peça inteira), além de incentivar a doação em vez do descarte.

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Além da economia de água, a aliança com a startup está alinhada a uma tendência crescente de eliminar resíduos e dar vida nova ao “lixo” têxtil, com o objetivo de criar uma economia circular, onde o resíduo é visto como recurso e, assim, reinserido no ciclo produtivo.

“Esta tecnologia é uma grande promessa e um avanço emocionante na forma como nós exploramos o uso de algodão regenerado para ajudar a reduzir significativamente o impacto global sobre o planeta. Ao abordar a conservação da água através da inovação, a indústria do vestuário tem o potencial de reduzir significativamente o seu uso”, afirmou Paul Dillinger, chefe de inovação global de produto da Levi’s, em entrevista.

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No momento, em fase de testes e conceitos, o objetivo do protótipo é trazer aos consumidores a calça jeans reciclada justamente igual a que você conhece no mercado.

Isso, claro, não aconteceria de imediato; A Levi’s precisa de tempo para se adaptar aos agricultores e acertar outras ideias. “O que nós estamos fazendo agora é olhando para o futuro. Essa tecnologia pode nos dar essa flexibilidade, e ajudar a restaurar parte do meio ambiente.”

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O método não só converte resíduos em fibras renováveis, mas também usa 98% menos água do que os outros produtos. Embora um pouco de algodão virgem seja usado, isto representa um enorme avanço na tecnologia têxtil. A técnica desenvolvida pela Evrnu dissolve o tecido e, em seguida, re-gira o fio, tornando-o mais forte do que antes.

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Num mundo com mudanças climáticas cada vez maiores, produção de lixo em grande escala e até mesmo manipulação de sementes para gerar matéria-prima, o sucesso do reaproveitamento sem comprometer o produto final é uma boa notícia não só para a indústria da moda, mas para o planeta!

(Via Follow The Colours)

21 ‘chapéus’ que fizeram a cabeça da humanidade. E da cultura pop

Por Rafael Nardini

Carlitos, Breaking Bad e até Seu Jorge. Como nasceram chapéus, toucas, caps e bonés que estão aí brilhando nas ruas

A história é rainha em dar nó nas convenções e em recriar significados para uma porção de coisas. A moda, claro, é uma delas.

E se eu disser para você que o chapéu panamá não tem nada de Panamá? E que o fedora estilizado do Indiana Jones é, na real, brazuca? E que Charles Chaplin e Alex DeLarge, o líder da gangue que faz o terror em Laranja Mecânica, têm em comum? Bem, Breaking Bad e a era de ouro do jazz foram beber na mesma fonte – ou usar a mesma chapeleta, se preferir assim. Seu Jorge e Bill Murray são corresponsáveis pela reinvenção indie de uma touca de pescador…

Enfim, é muita coisa, amigos.

Aí seguem 23 itens presentes no seu, no meu, no nosso armário, que simplesmente se negaram a nascer e morrer no mesmo lugar.

1. Carlitos e o chapéu coco
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Charles Chaplin foi muitas coisas no cinema – até um icônico ditador -, mas nada é mais Chaplin que Carlitos, o vagabundo, o resumo daquele tumultuado começo de século 20.
Bengala, terno e um chapéu coco (bowler ou derby, se preferir o inglês). A presença dele atravessou o século e a peça segue vivendo no imaginário e na cabeça de muita gente.

Criado em 1948 na chapelaria Thomas & William Bowler – daí o nome -, era feito para durar. Foram logo adotados pelos negociantes dos distritos financeiros de Londres. Para, então, com o tempo, acabar como peça extremamente popular nas vestimenta das classes trabalhadoras.

Nos EUA, foi febre.

No século 19, estava na cabeça de caubóis, imigrantes latinos, negros, trabalhadores de ferrovias. Era muito comum, inclusive no Velho Oeste, como – não – retrata o cinema. Mas esteve na cabeça de mocinhos e dos foras da lei.

2. A Chapelaria ‘Mad Men’
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Don Draper e o chapéu.

Ok, você vai dizer: “Mas ele pode”. Sim, ele pode. Ele podia, ele poderá sempre. Mas, quem sabe, com uma bela pesquisa, você também não possa?

O modelo mais usado pelo personagem mulherengo e perdidão que acaba no fundo do poço interpretado por Jon Hamm é um fedora. Antes que a série mais bem feita sobre a década de 1960 viesse ao ar, os chapéus deste tipo estava condenados a serem usados tão e somente em filmes de máfia. Bem, agora, a depender do seu drink – Don, sugeriria um old fashioned -, a chapeleta passa a valer.

3. Boné estilão baseball
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Você teve um. Se não teve, é porque você ainda tem um ou comprou um novo ou algo assim. As chances, inclusive, são bastante boas de que você esteja com ele na cabeça agora.

A verdade é que o corte tradicionalmente usado há meio século na Major League Baseball (MLB), a liga profissional americana, tornou-se um item vivo. E aí nem é necessário que seu boné seja Dodgers, Yankees ou qualquer outro.

O modelo prevaleceu e ganhou o planeta.
Só não esqueça de tirá-lo para almoçar. Meu pai dizia que é falta de educação comer de boné.

4. Beret na cuca
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Há controvérsias, mas o beret, que virou símbolo da França, teria, na realidade, nascido no País Basco. A boina era tradicional entre os pastores aragoneses e navarianos, na região que está dividida entre França e Espanha. Acontece que a produção comercial das boinas se deu no século 17, em Oloron-Sainte-Marie, território francês. E aí é aquela coisa: Quem leva a fama é quem cria ou que populariza?

A atriz Faye Dunaway foi a responsável por cravar para sempre a peça na moda e no cinema. Como a rebelde Bonnie Parker, no clássico Bonnie & Clyde, de 1967, Faye adotou uma diversidade de cores enorme para os chapéus. Mas quase sempre era um beret que fazia a cabeça dela. Na revolta estudantil de 1968 era peça fácil entre as meninas.

Daí para ficar eternamente associada à rebeldia e às mulheres de pulso firme foi um pulo.

5. Clint Eastwood no Velho oeste
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É incrível como os chapéus foram usados por Hollywood para diferenciar “bom” e “mau”, o lado “bonzinho” do lado “horrível”.

Bem, normalmente o lado do bem cabia aos próprios americanos, os conquistadores, e, mesmo assim, capazes de uma moral superior. Então, é muito comum estereotipar os losers com chapéus acabados ou que lembram os sombreros (ver mais adiante), dos vizinhos mexicanos.

Os chapéus de Clint Eastwood não. Esses eram feitos milimetricamente, desenhados para emprestar dignidade, força, poder e o que mais fosse necessário aos seus personagens.

Voltamos a falar deles mais adiante.
Calma aí.

6. Compañero sombrero
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Muito sol. Muito calor. Pouca ou nenhuma árvore. Daí vem o sombreiro, ícone de Emiliano Zapata, da Revolução Mexicana e verdadeira identidade cultural dos hermanos do Norte.
Registros apontam para a criação do chapelão feito de folhas de palma em Huicholes y Tzoziles, no Estado de Nayarit.

Hoje é folclore.

7. Temos aqui um Sherlock Holmes
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É incrível como a caracterização em filmes ou livros conseguem transportar valores para a moda eternamente. Assim como o chapéu coco, o deerstalker cap, o nome real do chapéu do detetive mais conhecido da história, virou signo de investigação.

Nos quadrinhos, nos desenhos animados ou no cinema: se você quer deixar claro que há um detetive de séculos passados, bote na cabeça dele um deerstalker.

Lembrando que, nas obras originais, escritas pelo Sir Arthur Conan Doyle, há apenas uma menção do grande detetive usando um “chapéu de viagem com abas de orelha” em A Aventura de Silver Blaze. De resto,

8. Brigitte Bardot e o Woodstock
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A atriz francesa Brigitte Bardot foi um dos maiores símbolos sexuais e da liberdade da mulher nas décadas de 60 e 70. Biquinis, minissaia, peças extravagantes, por vezes, e um chapéu floppy sempre que possível. O acessório acabou por tornar-se uma marca registrada de Bardot, o que quase que automaticamente fez da peça um hit inevitável nos festivais de música, por exemplo. Ele esteve no Woodstock do passado, mas está nos atuais também.

Feito de feltro, veludo, lã ou praticamente qualquer outro tecido. Por isso mesmo, o uso dele é bastante variável. Desde Bardot, o floppy já foi em praticamente todos os lugares: do Oscar à praia.

9. Alex Delarge e chapéu malvadão de Laranja Mecânica
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Aqui vai uma sacada genial do cineasta Stanley Kubrick: “e se eu vestir meu sociopata com a simpática cartolinha (modelo conhecido como bowler ou derby) usada por Charlie Chaplin?”.

É de entrar em parafuso.

Kubrick sinalizava, sem dizer nada, que uma pessoa comum, como Carlitos, como você, pode tornar-se perversa. Se Alex usa o mesmo chapéu de Carlitos – com todas as associações possíveis como listei acima -, Kubrick queria nos dizer que Alex era mocinho, bandido, um jovem que poderia ser considerado padrão ou um pervertido completo?

Todas e nenhuma das alternativas. GE-NI-AL.

10. Forest Gump e o boné do camarão
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23 anos atrás, Robert Zemeckis deu ao mundo um dos grandes personagens do cinema pop. Forest Gump, o contador de histórias, que corria, corria, corria…

O boné da Bubba Gump Shrimp Co. é um case de marketing dos maiores. São diversos restaurantes da franquia pelos EUA, uma espécie de Outback de frutos do mar. E, adivinhe: Os bonés, lógico, estão à venda e são o grande centro das atenções da marca.

Ah, você consegue encomendar um pela Internet.

11. Breaking Bad e a volta do pork pie
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Heisenberg (ou Walter White, como preferir) foi o grande responsável por fazer deste modelo um fetiche novamente. Se o tráfico de anfetaminas não fosse um sucesso por si, a onda seria o Mr. White traficar chapeletas.

Nascido em 1830, popularizado pelo comediante Buster Keaton no começo do século passado, o acessório era inicialmente feminino. Virou peça fácil na cabeça dos jazzistas em 1950 – um salve para Thelonious Monk, o mostro do piano.

E agora, 2017 adentro, está na cabeça dos fãs de Breaking Bad. Isso é que é ser polivalente.

12. A touquinha (indie) de pescador
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Preciso dizer que vi gente vestindo uma dessas e pleno verão na Vila Madalena. Juro para você.

O que as pessoas não fazem para ficarem bem no espelho, né?

O revival para a cultura pop e para delírio dos hipsters foi o filme A Vida Aquática de Steve Zissou, aquele que ganhou trilha sonora com versões acústicas e em português do Seu Jorge para David Bowie.

Dali em diante, com o aval de Bill Murray, o mundo moderninho abraçou a touca dos pescadores americanos para valer.

13. Aquele bonézinho de velho punk
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Oliver Twist e os newpaper boys. Dá um belo nome de banda, mas é a história, amigos. São eles os responsáveis por tornar o modelo tão popular na cultura.

Sim, o baker boy hat (apple cap e outros vários nomes) era, naturalmente, um item mais comum entre os jovens americanos e europeus das classes mais pobres no começo do século 20. E os entregadores de jornal usavam eles de verdade. Na França, no mesmo período, teve grande aceitação também entre as mulheres. Entre as classes mais altas, o cap tornou-se comum em passeios de veraneio e partidas de golfe. Para quem não viveu nada disso, já deu para entender porque bandas como AC/DC ou grupos punk abraçaram a moda, né?

14. O (nada) discreto charme da burguesia
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Inventado em 1908 por Caroline Reboux, o cloche – “sino”, em francês – foi sucesso completo até a década de 1930, quando entrou em declínio. Vai na contramão da beret e seu tom mais informal/rebelde e foi ostensivamente usado como símbolo das mais altas castas da sociedade. Daí a ideia de o modelo ser enfeitado com apliques, bordados, jóias e penas.

Ainda assim, segue em baixa. É bem raro vê-lo por aí. A não ser numa festa temática, certo? Ou na cabeça de Angelina Jolie (foto) num filme de época qualquer.

15. Vai uma chapéu de palha aí?
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Aí vai um caso mais que delicioso: os boaters de palha foram muito comuns na virada dos séculos 19 e 20. Mas com uma grande diferença: eram usados no verão, especialmente por quem se lançava ao mar ou viajava para a praia.

Aí está o motivo da Disney fazer o Zé Carioca usar um desses.

Para quem vive fora, somos e seremos eternamente praia, sol, mar… É boater na cabeça, amigo.

16. Russo, soviético ou alemão?
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A ushanka foi desenvolvida para proteger os russos do intenso inverno na região do Ártico e seus congelados e inumanos -40 graus na sombra – já que sol não há mesmo.
Durante muito tempo, os russos usavam ushankas de pele animal – coelhos, carneiros e ovelhas, mas também uma espécie muito específica de roedor regional. Durante a Guerra Civil Russa – antes e depois da tomada de poder pelos socialistas soviéticos em 1917 -, o gorro especial foi adotado como uniforme oficial do império russo.

Mas, assim, sem querer provocar os colegas russos, um tipo de gorro muito parecido com a ushanka é retratado pelo pintor Joachim von Sandrart, em 1643, na Alemanha. Pouco importa: a ushanka é e será sempre símbolo russo.

A moda gélida acabou exportada para China e Coreia do Norte. O que não impediu o rapper Jay-Z de usar um modelo semelhante anos atrás. Em plena Nova York.
Que coisa.

17. O fedora foi roubado pelos homens
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O termo “fedora” nasceu em 1887 por conta de uma personagem de uma peça muito popular na Rússia. O motivo: a personagem Fédora Romanoff, interpretada pela atriz Sarah Bernhardt.

Logo, o chapéu tornou-se um símbolo feminino antes de ser completamente surrupiado pelo visual masculino, de Mad Men a Indiana Jones. O modelo acabou associado também ao movimento de sufrágio e direito ao voto iniciado pelas mulheres ao redor do mundo nas primeiras década do século passado. Forte, né? Para as mulheres é bastante comum a variação do fedora com aba mais larga, que ganha um visual menos combativo e bem mais delicado.

E quem disse que não dá para fazer as duas coisas de uma vez só?

18. Indiana Jones é Brasil
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“Preciso ter um chapéu que você é capaz de reconhecer apenas pela silhueta”. Essa foi a ideia inicial de Deborah Nadoolman, a estilista responsável pela franquia Indiana Jones.
Ninguém é capaz de dizer que ela não cumpriu com o que prometeu a George Lucas e Steven Spielberg. O fedora estilizado – com aba maior – de Harrison Ford foi fabricado – pasmem – em Campinas. É o que assegura a Chapelaria Cury, que desde 1981, a estreia do herói nos cinema, produziu outras 500 mil unidades do modelo feita com pelo de coelho.

19. O panamá não é do Panamá
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16 de novembro de 1906. Este é o dia em que o chapéu panamá, que de Panamá não tem nada, acabou recebendo o nome do país caribenho.

O motivo? A visita do presidente americano Theodore Roosevelt (de branco na foto acima) ao Canal do Panamá.

A outra curiosidade é: se fosse para ganhar um nome de país, o chapéu deveria chamar-se Equador, sua terra de origem. A chapeleta é usada em terras equatorianas desde os incas. A chegada ao Panamá se deu por volta de 1850, quando muitos equatorianos passaram pelo Panamá para chegar aos Estados Unidos, no auge da corrida do ouro.

20. Hasta la vista, cap comunista
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O cap de patrulha, popularizado por Fidel Castro, é uma peça militar muito popular entre os… americanos! Uau! É comumente usada por soldados em atividades em que o capacete é desnecessário.

Lá estavam os americanos, de cap e tudo, durante décadas, incluindo nas guerras da Coreia e do Vietnã. E o item foi obrigatório no guarda roupa do ditador cubano até o fim da década de 1990. De lá para cá, era praticamente impossível avistar el comandante trajando o tradicional cap verde oliva. No lugar da farda e da pose sisuda, Fidel passou a usar jaquetas esportivas de marcas que patrocinam esportes cubanos.

21. Jackie perdeu o chapéu (?)
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O vestido pink que Jacqueline Kennedy Onassis vestia quando o então presidente John F. Kennedy sofreu um atentado em Dallas, no Texas, alimenta a curiosidade de muita gente mundo afora. E olha que já se passaram 54 anos. Há uma página no Wikipedia só para a peça, por exemplo. Para complementar o vestido Chanel, Jackie usava um pillbox hat, também rosa.

A ex-primeira dama recusou-se a trocar de roupa após o assassinato de JFK. “Quero que eles vejam o que fizeram”, teria dito, lembrando as manchas de sangue do ex-marido em suas roupas. E com o vestido no corpo foi ao hospital Parkland, em Dallas, reconhecer o corpo presidencial. Com ele no corpo, retornou à Casa Branca, em Washington, no Air Force One.

O vestido repousa no Arquivo Nacional, em Maryland, sem nunca ter sido lavado. A teoria mais aceita é de que Jackie perdeu seu chapéu no hospital, ainda no Texas. A verdade ninguém sabe.

(Papo de Homem)

 

Ipanema e Philippe Starck renovam parceria

Por Vogue 

Inspirada pelos diferentes estilos de mulheres modernas, a coleção Ipanema with Starck traz novidades

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Philippe Starck se une novamente a Ipanema e apresenta um review da sua coleção de sandálias, agora com novas cores. O sucesso da primeira edição foi tão grande que rendeu uma nova versão da coleção. O segundo round da linha Ipanema with Starck traz quatro modelos de sandálias com uma uma nova paleta de cores. A coleção, que combina tons suaves ao tradicional preto e branco e ao all black, mantém o design minimalista.

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As silhuetas da coleção foram inspiradas pelos shapes do corpo feminino e o resultado transmite o lema da coleção, “Menos é mais elegante”, em clima leve e elegante.

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As novas Ipanemas já podem ser encontradas no Brasil e os preços variam entre R$ 39,99 a R$ 69,99. Podem ser encontradas também em pontos de venda como Corso Como, Colette e Opening Ceremony. 

(Via Vogue Brasil)

Vestida para mandar: conheça o dress code do poder

Por Camila Hessel

Saias curtas, tailleurs justos e saltos agulha não cabem no guarda-roupa de grandes executivas, juízas ou governantes

Pense em Claire Underwood, a personagem vivida por Robin Wright na série House of Cards. Seus vestidos claros, colados ao corpo e sem mangas compõem a silhueta que a ficção nos ensinou a associar a mulheres poderosas. Mas na vida real a história é outra: saias curtas, tailleurs justos e saltos agulha não cabem no guarda-roupa de grandes executivas, juízas ou governantes.

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A partir de um determinado nível de autoridade, mulheres precisam de roupas que ajudem a comunicar poder e, ao mesmo tempo, equilibrem suas proporções, desviando a atenção de determinadas áreas. E ninguém entende disso melhor do que Nina Mclemore. A estilista americana veste, segundo pesquisa realizada pelo The Wall Street Journal, pelo menos 25% das executivas que ocupam os mais altos cargos nas 500 maiores empresas americanas, além da esmagadora maioria das senadoras, juízas e advogadas dos EUA. Sua lista de clientes vai de Indra Nooyi, a CEO da Pepsi, a Hillary Clinton, passando pela juíza da Suprema Corte Elena Kagan e pela chairwomen do Federal Reserve Janet Yellen.

O segredo do sucesso? Uma paleta de cores vibrantes, pensada para mulheres que passam boa parte de suas vidas profissionais diante das câmeras da CNN, e uma série de detalhes milimétricos. As mangas de blazers, casacos e jaquetas, por exemplo, são 2,5 cm mais longas do que a média. Para permitir que as mulheres possam arregaçá-las com estilo, Nina aplica forros de cerca de 6 cm. Esse detalhe aparentemente simples também embute uma inteligência de venda: mangas dobráveis dispensam a necessidade de provas e ajustes em alfaiates, facilitando compras online. As golas são mais altas do que nas roupas comuns, ajudando a alongar a silhueta e a emoldurar o rosto. Autoridade, como se vê, também passa por um apropriado guarda-roupa.

(Época Negócios)

Camisa é feita de um tecido refletor que a torna duas vezes mais visível de noite

Andar de bicicleta ou skate à noite pode ser incrivelmente perigoso, pela dificuldade de ser enxergado. Enquanto bicicletas já contam com luzes específicas que aumentam sua visibilidade no escuro, elas ainda parecem pouco eficazes – e o recurso não está disponível para quem se locomove de skate ou patins, por exemplo.

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Uma solução que costuma ser adotada nesse sentido são os coletes que brilham no escuro e chamam a atenção de quem passa, embora eles estejam longe de ser bonitos. Agora, uma camisa que brilha no escuro está prestes a solucionar esse problema sem deixar o estilo de lado.

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RS01 possui listras retrorrefletoras costuradas no próprio tecido. Dessa forma, elas são capazes de refletir a luz do farol de um carro que esteja na mesma estrada que o usuário, aumentando a visibilidade e evitando um potencial acidente. Além de tudo, a peça é bonita e pode ser usada em diferentes ocasiões, sem ter aquela cara de “roupa de esporte”. Isso porque as listras refletoras ficam invisíveis durante o dia e só se mostram quando realmente necessárias.

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Durante a noite, a camisa oferece uma visibilidade que chega a 200 metros de distância do farol de um carro. No momento, a peça ainda está em busca de financiamento coletivo através da plataforma Kickstarter, onde já recebeu mais de 20% do apoio necessário para sua realização. Os interessados podem reservar a camiseta com antecedência contribuindo com US$ 95 ou mais para realização do projeto até 6 de janeiro de 2017 – se a meta não for alcançada, o dinheiro é devolvido a todos que tiverem contribuído.

(Via Hypeness)

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