10 Erros que quase todos os viajantes cometem

Por Incrível Club

Para os que não são os “gurus de viagens” — gente que trabalha saindo de um avião e entrando no outro -, é praticamente impossível não cometer certos erros incômodos durante as viagens. Por isso, ofereceremos a seguir truques criados com base nos fracassos dos outros, para que você possa evitar comete-los.

Nós do Incrível.Club somos fanáticos por viagens e, para nós também foi muito divertido reunir estas dicas. Sinta-se livre para compartilhar alguma outra que conheça.

Erro n°1: hospedar-se no subúrbio para economizar
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Não vamos discutir que as vezes pode ser conveniente se, por exemplo, estiver viajando de carro. Os hotéis que não ficam no centro geralmente são mais baratos, mas nem tanto. Além disso, o transporte público de ida e volta todos os dias vai acabar rapidamente com o dinheiro que você economizou. Sem contar que vai tomar seu tempo escasso.

É muito mais agradável passar as férias caminhando por românticas ruas de paralelepípedos do que em um entediante bairro de periferia. Se ficar no centro, será possível dar um passeio per emblemáticos lugares das cidades (principalmente na Europa onde os centros são magníficos) à noite ou de manhã bem cedinho e, nesse horário fazer tudo isso sem a companhia de outros turistas. Não vai perder nada de interessante, e poderá se alojar em uma casa antiga e autêntica.

Outra inegável vantagem de ficar hospedado no centro é o simples fato de poder voltar até o lugar na metade do dia, descansar ou trocar de roupa.

Erro n° 2: pagar pelo que poderia ter conseguido de graça
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  • Em vez de fazer uma longa e chata excursão e ainda pagar por ela, dê uma olhada na página Free walking tours. Os residentes podem mostrar o lugar gratuitamente, ainda vão levá-lo a lugares apenas conhecidos pelos locais. Muitas cidades grandes têm sites similares, procure-os antes de viajar. Digite no Google: “free walking tours + nome da cidade”.
  • Сouchsurfing é um serviço muito conhecido no qual é possível encontrar hospedagem grátis, na casa de pessoas que oferecem uma vaga na própria casa em troca de…hospedagem grátis em outros países. Muitas pessoas buscam nele também acompanhantes para passeios, a pessoa que hospeda pode ser o seu guia!
  • Workaway.info. Quer trabalhar enquanto viaja? E por que não? Neste site há milhares de opções.
  • Campinmygarden: aqui se inscrevem proprietários que permitem usar seu jardim para acampar. Tudo que você vai precisar é de uma barraca. Não é exatamente gratuito, mas os preços são bem baixos, cinco euros por noite, por exemplo.
  • Na Rússia existe o site restoraids, em que é possível encontrar propostas de restaurantes gratuitas. Sim, sim, você entendeu e leu bem, comer sem custo nenhum, mas, para isso, os restaurantes selecionam uma série de tarefas a serem cumpridas (fotos no Instagram, likes, check-ins, download de aplicativo e até se levar um ímã de geladeira de presente). Pode ser uma ótima opção para a Copa do Mundo.
  • Muitos museus podem ser visitados de forma gratuita. Por exemplo, se estiver em Paris, a entrada no Louvre no primeiro domingo de cada mês é de graça.
  • Alguns supermercados organizam para acontecer à noite a venda dos alimentos que estão com a data de validade por expirar. Alguns até dão de presente. Geralmente acontece nos Estados Unidos e na Ásia.
  • Na Espanha, em muitos bares há uma regra: o acompanhamento da cerveja é grátis. Às vezes pode ser um sanduíche inteiro ou uma salada.

Erro n° 3: prestar pouca atenção nos comentários de outros viajantes
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Ler os comentários de outros viajantes superficialmente, ou não dar-lhes a mínima atenção é um erro imperdoável para qualquer turista. É importante ler as resenhas sobre pontos turísticos, por exemplo, que são um tesouro, cheio de conselhos e truques que podem ajudar a verificar se há outra entrada no lugar, ou se existe um outro meio mais barato de fazer a mesma coisa.

Graças aos comentários que têm fotos, é possível ver qualquer lugar, além dos pratos dos restaurantes exatamente como são. Estes sites e aplicativos o ajudarão:

Tripadvisor: provavelmente o site mais famoso com comentários sobre qualquer coisa: desde pequenas lojas em qualquer lugar do globo até catedrais mundialmente famosas.

Foursquare: um site fácil e bem intuitivo que vai ajudá-lo a encontrar os melhores lugares para comer, beber e se divertir. Os hipsters adoram este site.

Yelp: quase igual ao Foursquare, porém mais direcionado a restaurantes e cafés.

Erro n° 4: levar muita coisa
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Ao fazer a mala, geralmente se tem ideia de levar um pouco de tudo. Essa é a expectativa. A realidade é que a mala fica pesadíssima e depois nem a metade das coisas é usada. Não é assim? Na vida cotidiana, dificilmente você vai usar roupas novas todos os dias, e também não vai fazê-lo quando estiver viajando. Leve peças que combinem entre si e faça conjuntos com elas.

Talvez este conselho possa parecer esquisito, mas no lugar de um suéter, você pode levar uma manta, que serve como substituta para várias coisas: para se tapar, envolver o pescoço, usar como um casaquinho, sentar sobre ela em um piquenique, e segue a lista.

Erro n° 5: levar só cartão ou só dinheiro
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Nunca é bom guardar todo o dinheiro em apenas um cartão. Em primeiro lugar, você pode perdê-lo e, em segundo, ele pode ser bloqueado de repente (aliás, você não pode, de jeito nenhum, esquecer de entrar em contato com a instituição responsável pelo seu cartão com antecedência para que ele seja liberado para ser usado no exterior no período que você determinar, caso contrário, o sistema detectará que algo estranho está ocorrendo e o bloqueará imediatamente). Dois cartões são o mínimo que você deve ter para usar.

Leve dinheiro em espécie. Onde e quando será melhor trocar vai depender de aonde você está indo; leia fóruns sobre o assunto para se informar melhor. A dica básica: em geral, casas de câmbio em aeroportos são mais saguras, mas também mais caras.

Erro n° 6: ter medo de falar com estranhos
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Em geral, quando viajamos acompanhados costumamos nos fechar, conversando apenas no nosso grupo. Às vezes por timidez ou alguma insegurança com relação ao idioma.

Quando teremos outra oportunidade de fazer um amigo de outro país? As pessoas locais, de forma geral, têm curiosidade para conhecer as pessoas que visitam seu país. Não deixe a timidez impedi-lo de falar com gente diferente, esteja aberto e nem o idioma será impedimento. Para conhecer gente do mundo todo tem uma maneira genial: um hostel! Que tal?

Erro n° 7: tentar ver tudo
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“Já que estou aqui, tenho que ver tudo que for possível”, pensamos e começamos a desenfreada maratona de um lugar para outro. É melhor segurar o coração, diminuir a velocidade e aproveitar passeios tranquilos, efetivamente respirando o ar do lugar que estamos visitando. Acima de tudo, a viagem deveria ser um descanso, e de qualquer forma, é impossível visitar tudo.

Uma péssima ideia, é tentar conhecer duas cidades por dia. É bem melhor se acostumar a sempre ficar pelo menos um dia inteiro ou mais em uma cidade. Assim você pode curti-los um pouco mais.

 Erro n° 8: viajar na alta temporada
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As multidões de turistas podem acabar com o seu descanso e acabar com as vistas e fotos. Por isso, não esqueça, quando for planejar uma viagem, é bom pensar se não na temporada mais baixa, pelo menos nos dias em que os visitantes já estão voltando para suas casas. Se você visitar Roma no final do outono, talvez não prove o famoso sorvete italiano, mas poderá caminhar pelas ruas praticamente vazias e ver lugares turísticos sem pegar fila.

Erro n° 9: não comprar ingressos on-line
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As filas para visitar lugares famosos podem ser incrivelmente longas, mas para os que já estão com os ingressos na mão, geralmente há uma entrada separada. Compre os tíquetes para visitar lugares populares antecipadamente pela internet (por exemplo para o Louvre ou a Estátua da Liberdade). Assim você perde muito menos tempo.

Erro n° 10: enganar-se com os souvenirs
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No quesito souvenir, há dois extremos: uns compram lembrancinhas de qualidade duvidosa, outros lamentam não ter comprado nada.

O melhor conselho, visitar feiras de rua, os famosos “mercados de pulgas” onde pode-se encontrar artigos exclusivos, antigos, a preços muito bons, e que certamente não foram fabricados na China, mas no lugar que se está visitando.

Outra coisa, de crucial importância: Se algo que você viu o encantou, pegue e compre. Na prática, aquele método de “passamos aqui na volta” nunca funciona.

Bônus: esperar muito da viagem

Ainda que pareça difícil, tente não se imaginar flutuando por Montmartre, apreciando ramos de lavanda em algum lugar da Itália ou curtindo sozinho a vista do Cristo Redentor ou uma praia paradisíaca do Nordeste, porque, no final, nada vai ser conforme o imaginado. Não necessariamente pior, mas não igual, e as expectativas geralmente são as grandes causadoras de decepções. Deixe que as coisas fluam e se prepare para receber surpresas agradáveis. Cada uma das suas viagens tende a ser melhor que a anterior.

(via Incrível)

Goiás ganhará um caminho inspirado no de Santiago de Compostela

Por Jéssica Eufrásio

Previsto para ser inaugurado em março, o Caminho de Cora Coralina foi traçado com base em relatos de viagens realizadas desde o século 18

Os 282km já podem ser percorridos de bicicleta, a pé ou a cavalo (carros não atravessam inúmeros trechos), com auxílio de GPS ou mapa 
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Composta por morros verdes e um céu sem as limitações impostas pelos edifícios da cidade, a paisagem é vistosa ao redor. Inspirado em um dos principais nomes da literatura goiana, o Caminho de Cora Coralina começou a ser demarcado em 2015. Tal qual a Estrada Real de Minas Gerais e o Caminho de Santiago, na Espanha, o estado de Goiás compreendia uma trilha histórica destinada aos viajantes. O trajeto passa por modificações. O intuito é transformar um percurso usado por bandeirantes, há centenas de anos, em uma estrada visitada por aventureiros interessados em conhecer as belezas naturais e a cultura do estado que abraça o Distrito Federal.

A inauguração oficial está prevista para março, mas os seus 282km podem ser percorridos de bicicleta, a pé ou a cavalo (carros não conseguem atravessar inúmeros trechos), com auxílio de GPS ou mapa. Os viajantes desfrutam não só de espaços em meio à vegetação do cerrado, mas também das belezas de residências dos séculos 18 e 19, das ruínas de antigas lavras de ouro e da presença de fazendas e cidades históricas.

O caminho começa em Corumbá de Goiás, município com pouco mais de 11 mil habitantes e a 140km de Brasília, e termina na Cidade de Goiás, antiga capital do estado, mais conhecida como Goiás Velho, e local de nascimento da poetisa cujo nome batiza a trilha. Passa, ainda, por outras cidades históricas, como Pirenópolis, Jaraguá, Itaguari e Itaberaí. Em todos os oito municípios por onde o caminho passa, há locais para hospedagem, especialmente nas cidades maiores.

Garimpo

Em Corumbá, a trilha começa próxima a um trecho composto por casebres, fazendas e sítios. Há duas opções de início: uma perto do Terminal Rodoviário, na qual se atravessa um pequeno trecho de mata (o percurso pode ser irregular para ciclistas ou pessoas montadas em cavalos); a outra começa perto da rodovia GO-225, na subida da Avenida São João.

Passando por casebres, fazendas e sítios, percurso começa em Corumbá de Goiás, cidade fundada em 1730, com um casario colonial bem preservado
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Mas, antes, vale a pena conhecer Corumbá. Fundada em 1730, a cidade começou a crescer em 1734, a partir da inauguração da capela de Nossa Senhora da Penha de França, hoje igreja-matriz. A população se desenvolveu entre a paróquia e o Rio Corumbá, onde pedras preciosas eram garimpadas pelos bandeirantes. No início, a economia da cidade girava em torno da mineração. Com o fim da atividade, a renda passou a se amparar na agropecuária e, hoje, é sustentada principalmente pelo turismo.

Ramir Curado, 57 anos, pesquisador da história corumbaense, escritor e comerciante da região, conta que chegou a mapear 127 garimpos de mineração até o século 20. Apesar disso, segundo ele, o município também teve importante papel na movimentação do comércio de Goiás. “Todo o norte goiano vinha fazer compras aqui. A partir do fim do século 19, a produção de tabaco, açúcar e café deu um enorme destaque a Corumbá. Mas, hoje, é o turismo que está em desenvolvimento aqui”, ressalta.

O historiador Ramir Curado mapeou 127 garimpos de mineração
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Além das quedas d’água e corredeiras pelas quais o município é conhecido, chama a atenção o centro histórico, composto por casarões construídos no período colonial, pela igreja Nossa Senhora da Penha de França e pelo Cine Teatro Esmeralda. Algumas das atrações que passam pelo centro histórico são o carnaval da cidade, que conta com marchinhas tradicionais, e as apresentações artísticas do Coral de Corumbá, da Orquestra de Violeiros e da Corporação Musical 13 de Maio, mais antiga de Goiás. As aulas de história ficam por conta da apresentação das tradicionais cavalhadas (encenações de batalhas entre cristãos e mouros, introduzidas no Brasil pelos jesuítas).

Pedalando

As casas próximas ao Caminho de Cora Coralina são habitadas, em geral, por trabalhadores da região. Segundo eles, é comum ver fazendeiros, vaqueiros e ciclistas locais e forasteiros usando a estrada. Nascido e criado em Corumbá, Geraldo da Silva, 67, se lembra do tempo em que fazia o percurso até Pirenópolis. “Tenho alguns amigos que moram em fazendas perto da estrada. Eu costumava visitá-los a pé ou de bicicleta. Mas, quando a saúde permitia, cheguei a ir a Pirenópolis por ela”, conta.

Geraldo: “Tenho alguns amigos que moram em fazendas. Costumava visitá-los a pé ou de bicicleta”
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Integrante de um grupo de ciclistas, o morador de Caldas Novas (GO) Reginaldo Moronte, 41, conheceu o caminho em 2015, a convite de um amigo. Foram três dias de viagem, entre 10 e 12 de outubro, ao lado de nove companheiros de pedalada. Com base nessa experiência, ele destaca a importância de praticar ciclismo para enfrentar o trajeto. “O melhor jeito de fazê-lo é caminhando, de bicicleta ou montado em algum animal. Mas é necessário preparo físico. Não pode ser qualquer cicloturista. É necessário, ao menos, um ano de prática. Podem acontecer acidentes, então o ideal são, no máximo, 10 pessoas por grupo”, recomenda.

O grupo parou em restaurantes, hotéis e pousadas nas cidades visitadas para comer ou passar a noite. Ainda assim, segundo Reginaldo, três dias não foram suficientes para conhecer todos os atrativos. “O mais difícil foi o trecho de um morro. Mas, fora isso, passamos por locais maravilhosos. Deixamos alguns pontos de fora, como a Fazenda Babilônia (em Pirenópolis) e cachoeiras, porque fizemos o caminho em três dias. Em cinco dias, porém, teríamos conhecido tudo”, observa.

Médico, Alvaro Luis de Paula, 56, fez o Caminho de Cora Coralina com Reginaldo e voltou em 2017. Para o morador de Goiânia, a maior dificuldade decorreu da falta de sinalização. Contudo, o grupo com o qual percorreu a trilha recorreu a mapas na internet, à Goiás Turismo e aos moradores da região para conseguir as informações necessárias. “Para Goiás, é um projeto interessantíssimo. O percurso não é tão puxado, mas também não é para qualquer um. Precisei traçar o caminho com ajuda de mapas na internet”, detalha.

Ampliação

Cientista ambiental, morador de Goiânia e voluntário do projeto, Alessandro Abreu conta que, na última quinta-feira, mais 17 km da estrada, entre Caxambu e Radiolândia, foram sinalizados. “É um processo que não acaba, porque temos de revisá-la (a sinalização) a cada três meses. Antes do lançamento (oficial), vamos providenciar o cadastro de locais de hospedagem, suporte para alimentação, locais para banho, mas isso é desenvolvido com a própria comunidade”, explica.

Pinturas em árvores e postes demarcam as trilhas pelo interior
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Os participantes do projeto também pensam em criar um sistema de passaporte semelhante ao usado em outras trilhas famosas. Segundo Alessandro, a proposta permitirá que o turista colecione carimbos em pontos específicos ao longo do trajeto. Até lá, o governo goiano segue sinalizando a estrada e tentando negociar a cessão de passagem por estradas particulares.

Memória

Primeiro livro aos 75 anos

Cora Coralina, nome adotado por Anna Lins dos Guimarães Peixoto Bretas, nasceu na Cidade de Goiás, em 20 de agosto de 1889. A poetisa e contista ficou famosa por retratar nos escritos que produzia a simplicidade do cotidiano dela. Publicou o primeiro livro só aos 75 anos.

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Desde então, teve nove obras editadas, sendo quatro delas póstumas, e chegou a receber dois prêmios: o literário Juca Pato e a Ordem do Mérito Cultural. A poetisa morreu em Goiânia, em 10 de abril de 1985, aos 95 anos, vítima de uma pneumonia.

Em 2017, estreou o filme Cora Coralina – Todas as Vidas, do diretor Renato Barbieri. O nome homenageia um dos poemas da escritora (leia ao lado). O longa-metragem mescla a ficção e a realidade para contar a história de Cora. “Ela tinha uma visão muito à frente do tempo e a capacidade de se expressar com muita verdade, clareza e força em uma sociedade machista, patriarcal e escravagista. O principal mérito dela era a coragem”, ressalta Renato.

Para o cineasta, o Caminho de Cora Coralina, de certo modo, também se associa à personalidade da escritora. “É um caminho que passa por lugares de muita beleza. Ele tem a força da história e da natureza, dois aspectos bastante relacionados à vida dela, que sempre defendeu a natureza, as mulheres e as pessoas pobres”, salienta.

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Roteiro baseado em diários de viagem 

A elaboração do roteiro do Caminho de Cora Coralina ficou a cargo do pesquisador Bismarque Villa Real. Especialista em estradas e caminhos antigos e em estudos sobre o Planalto Central, ele fez um levantamento recorrendo a diários de viagem dos séculos 18 a 20. “Tracei o caminho com base nas observações de seis viajantes. O roteiro, a princípio, ficou com cerca de 260 km. Não optamos pela menor distância, mas pela maior quantidade de locais importantes que precisavam estar no trajeto, como a Fazendo Babilônia, por exemplo”, explica.

O projeto proposto foi aceito, mas ficou parado por um tempo. O primeiro mapa passou por modificações e a extensão do trajeto aumentou para incluir outras áreas naturais e sítios históricos. É possível que o percurso alcance até 300 km. Outro plano envolve colocar, ao longo do trajeto, nas áreas de descanso e pontos de apoio, textos de Cora Coralina e de escritores de cada um dos municípios visitados.

Chapada dos Veadeiros

De acordo com João Lino, gerente de projetos, produtos e pesquisas turísticas da Goiás Turismo, agência de turismo do estado, a proposta começou a ser avaliada em 2013, quando empresas de consultoria foram contratadas. João ficou responsável pela pesquisa de campo e pelo conceito do caminho. “A Goiás Turismo tem trabalhado desde 2014 com alguns roteiros de unidades de conservação, mas, desde o ano passado, temos focado em percursos de longo curso. Por isso, o Caminho de Cora Coralina é o nosso projeto experimental”, comenta.

A ideia é associá-lo a mais áreas que envolvam unidades de conservação e ligá-lo à Chapada dos Veadeiros. “Hoje, temos de 50 a 60 km do caminho sinalizado. Temos usado pinturas nas árvores e postes, porque, assim, não há risco de danos a elas. Estamos contando com apoio da comunidade e de voluntários para auxiliar nesse processo. Além de gerar menos custos e uma sensação de pertencimento, esse tipo de ação trabalha a educação ambiental, cultural e turística dos moradores da área”, destaca João Lino.

O lançamento oficial do Caminho de Cora Coralina está previsto para 23 de março. Até lá, o projeto inclui a divulgação do mapa oficial de todo o percurso, de uma planilha para os usuários caminhantes e cicloturistas e de um site do projeto. “Estamos tentando lançar um aplicativo que reúna todas essas informações. A intenção é tematizar o roteiro em cima da poesia, de paisagem, de gastronomia e de cultura. A poesia será um diferencial”, assinala João Lino.

Outros caminhos

Santiago 

As dezenas de possibilidade de trajetos que compõem os Caminhos de Santiago levam à cidade de Santiago da Compostela. A catedral de mesmo nome do município é visitada por peregrinos que, desde o século nono, iam venerar as relíquias do apóstolo Santiago Maior. Apesar do caráter religioso do caminho, grande parte das pessoas não o faz por motivos religiosos. O percurso, que parte de diferentes locais da Europa, também costuma ser percorrido a pé, a cavalo ou de bicicleta.

Estrada Real

Dividida entre quatro caminhos, a Estrada Real é a maior rota turística do Brasil. O percurso se estabeleceu no século 17, quando a Coroa Portuguesa oficializou as rotas para transporte de ouro e diamantes do interior do país até os portos fluminenses. Os mais de 1.630 km de extensão passam pelos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo e dão destaque à história e às belezas das regiões percorridas.

(Via Correio Brasiliense)

Viaje de trem de Belo Horizonte à Vitória

Por Arnaldo Silva

Livre-se dos engarrafamentos, fuja das curvas e da perigosa BR-262, deixe o carro em casa e embarque na aventura de chegar à praia por meio dos trilhos. A Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM), da Vale, opera o único trem de passageiros diário no Brasil e liga Vitória, no Espírito Santo, e Belo Horizonte, em Minas. Em funcionamento desde 1907, o serviço incentiva o turismo e transporta cerca de um milhão de passageiros por ano com segurança e conforto. O trajeto percorre belas paisagens e passa por pontos históricos, como as cidades coloniais às margens do Rio Piracicaba e do Rio Doce, em Minas, até chegar ao litoral capixaba.

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Rafael Fachetti, supervisor do trem de passageiros da EFVM, conta que este é “um ano especial para o trem” e de felicidade por ter sido inaugurado novos e modernos carros de passageiros com infraestrutura e tecnologia que garantem mais conforto aos usuários. “Agora, não há mais janelas, os vagões são 100% vedados, têm ar-condicionado e tratamento acústico em todas as classes (executiva e econômica)”, enumera.

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Os investimentos da Vale para a aquisição dos vagões foram de US$ 80 milhões. Foram comprados 56 novos carros (10 de classe executiva, 30 de classe econômica, além de carros restaurante, lanchonete, gerador e vagão exclusivo para portadores de necessidades especiais – cadeirante e pessoas com dificuldade de locomoção). Há serviço de bordo em todos os ambientes. Vale destacar que as cadeiras têm mesinhas e tomada para o uso de computador ou recarga do celular. O Trem conta com internet wi-fi e conteúdo de entretenimento off-line gratuitos. Ao abrir o ambiente virtual, o usuário acessa um espaço personalizado e amigável, com filmes e shows de sua preferência, sem a necessidade de conexão, nem de instalação de softwares adicionais ou aplicativos.

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Trem Vitória Minas passando por Morro Vermelho, distrito de Caeté MG
A viagem completa tem 664 quilômetros e dura cerca de 13 horas. Mas não é para se assustar. Fachetti garante que o trajeto não é cansativo. “O tempo passa voando. Além da garantia do conforto, o trajeto é agradável, com paisagens belíssimas, vistas maravilhosas das regiões montanhosas, pontes… Sem falar na segurança. Temos zero de ocorrência, nenhum acidente registrado e nada de engarrafamento. E serviço de bordo com café da manhã, almoço e jantar com preço atrativo e cardápio variado”.

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PASSAGENS

O supervisor conta que a procura cresce durante o período das festas de fim de ano e, por isso, há um aumento de 55% na oferta de carros. “A demanda é principalmente de grupos, de família e amigos. Mas o público é sempre variado. Os preços das passagens são excelentes e recomendo comprar com antecedência, porque de dezembro até o fim do carnaval temos dias com passagens esgotadas. Ainda mais com a facilidade de comprar pela internet”, comenta. Durante o deslocamento, há diversas paradas, mas Fachetti lembra que são basicamente para embarque e desembarque de passageiros, já que o itinerário é fixo e há horário a ser cumprido.

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SERVIÇOS

Horários
Todos os dias, dois trens de passageiros circulam pela EFVM: um sai de Cariacica, na Região Metropolitana de Vitória (ES), às 7h, e chega a Belo Horizonte (MG), às 20h10. O outro parte da capital mineira às 7h30 e encerra a viagem às 20h30. A EFVM dispõe de um serviço adicional que faz o percurso entre as cidades de Itabira e Nova Era, ambas em Minas, e faz conexão com os dois trens da linha principal.

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Passagem
A passagem na classe econômica entre Belo Horizonte e Vitória é R$73,00 na Classe Econômica. Na classe executiva, o valor é R$105,00 (valores sujeitos a alterações)
Quem precisar de informações sobre os valores entre outras estações, já que toda a estrada de ferro conta com 30 terminais, pode consultar os canais de atendimento da Vale, como o Alô Ferrovias (0800-285-7000), que é gratuito, e o site do trem de passageiros, pelo www.vale.com/tremdepassageirosefvm.

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Venda

Além de poder comprar passagens em mais de 30 pontos ao longo da linha, o passageiro pode adquirir bilhetes pela internet, por meio de cartão de crédito. Para isso, é preciso entrar no link da Estrada de Ferro Vitória a Minas pelo endereço eletrônico www.vale.com/tremdepassageirosefvm.

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Fotografia de Ramon Lisboa/EM/DA/PRES

Compra On-line

Outra opção é comprar Passagens online da Vale - Neste caso, a compra deve ser realizada com cartão de crédito. O passageiro deve apresentar o comprovante na estação de embarque para receber o bilhete. A compra pode ser feita até 60 dias antes da data da viagem.

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CONFORTO

664km é o percurso completo do Trem de Passageiros
30 pontos de embarque e desembarque
42 municípios atendidos
1 milhão de passageiros transportados por ano (média histórica)

Endereço da Estação Ferroviária de Belo Horizonte:

Rua Aarão Reis, 423 – Centro
Complemento: Praça da Estação
Telefone: 0800 285 7000 ou 0300 3136 580

O que pode e não pode levar na viagem?

É proibido fazer uso de bebidas alcoólicas e cigarros, inclusive nas varandas. Quem for flagrado com bebidas alcoólicas ou fumando, será retirado do trem na próxima estação.
Não é permitido o transporte de qualquer tipo de animais, mesmo os de pequeno porte levados em caixas pequenas.

1 replendorINERÁRIO DO TREM VITÓRIA MINAS 

Saindo de Belo Horizonte 

trem vale (10)

Belo Horizonte – Barão de Cocais , Dois Irmãos
Partida 07:30:00 | Chegada 09:00:00
Barão de Cocais , Dois Irmãos – Rio Piracicaba , Rio Piracicaba
Partida 09:03:00 | Chegada 10:00:00
Rio Piracicaba , Rio Piracicaba – João Monlevade , João Monlevade
Partida 10:02:00 | Chegada 10:16:00
João Monlevade , João Monlevade – Nova Era , Desembargador Drumond
Partida 10:19:00 | Chegada 10:45:00
Nova Era , Desembargador Drumond – Antônio Dias , Antônio Dias
Partida 10:48:00 | Chegada 11:15:00
Antônio Dias , Antônio Dias – Timóteo Mário , Carvalho
Partida 11:16:00 | Chegada 11:49:00
Timóteo Mário , Carvalho – Ipatinga , Intendente Câmara
Partida 11:52:00 | Chegada 12:07:00
Ipatinga , Intendente Câmara – Ipaba , Ipaba
Partida 12:12:00 | Chegada 12:32:00
Ipaba , Ipaba – Belo Oriente , Frederico Sellow
Partida 12:33:00 | Chegada 12:48:00
Belo Oriente , Frederico Sellow – Periquito , Periquito
Partida 12:49:00 | Chegada 13:14:00
Periquito , Periquito – Açucena , Pedra Corrida
Partida 13:15:00 | Chegada 13:28:00
Açucena , Pedra Corrida – Governador da Valadares , Governador Valadares
Partida 13:29:00 | Chegada 14:12:00
Governador da Valadares , Governador Valadares – Tumiritinga , Tumiritinga
Partida 14:20:00 | Chegada 15:04:00
Tumiritinga , Tumiritinga – Galiléia , São Tomé do Rio Doce
Partida 15:07:00 | Chegada 15:20:00
Galiléia , São Tomé do Rio Doce – Conselheiro Pena , Barra do Cuieté
Partida 15:21:00 | Chegada 15:29:00
Conselheiro Pena , Barra do Cuieté – Conselheiro Pena , Conselheiro Pena
Partida 15:30:00 | Chegada 15:44:00
Conselheiro Pena , Conselheiro Pena – Resplendor , Crenaque
Partida 15:47:00 | Chegada 16:04:00
Resplendor , Crenaque – Resplendor , Resplendor
Partida 16:05:00 | Chegada 16:21:00
Resplendor , Resplendor – Aimorés , Aimorés
Partida 16:24:00 | Chegada 17:00:00
Aimorés , Aimorés – Baixo Guandu , Baixo Guandu
Partida 17:04:00 | Chegada 17:10:00
Baixo Guandu , Baixo Guandu – Baixo Guandu , Mascarenhas
Partida 17:14:00 | Chegada 17:26:00
Baixo Guandu , Mascarenhas – Colatina , Itapina
Partida 17:27:00 | Chegada 17:39:00
Colatina , Itapina – Colatina , Colatina
Partida 17:40:00 | Chegada 18:00:00
Colatina , Colatina – João Neiva , Piraqueaçu
Partida 18:04:00 | Chegada 18:58:00
João Neiva , Piraqueaçu – Ibiraçu , Aricanga
Partida 18:59:00 | Chegada 19:08:00
Ibiraçu , Aricanga – Fundão , Fundão
Partida 19:09:00 | Chegada 19:24:00
Fundão , Fundão – Cariacica , Flexal
Partida 19:26:00 | Chegada 20:11:00
Cariacica , Flexal – Cariacica , Pedro Nolasco
Partida 20:12:00 | Chegada 20:30:00

(Via Conheça Minas)

25 segredos sobre viajar de avião que os comissários de bordo sabem e você não

Por Awebic

Se você está lendo isso, é provável que já voou de avião pelo menos uma vez. Mas você realmente sabe o que acontece nos bastidores? Você pode se surpreender com algumas coisas. Na verdade, podemos quase garantir que você irá, de fato, se surpreender. Então, prepare-se porque estes são os 25 segredos que os comissários de bordo nunca contaram para você. 25. Não coloque seus dedos entrelaçados sobre sua cabeça em um tentativa de se proteger em uma situação de risco. Desta forma, se algo cair em sua cabeça, você ainda terá uma boa mão para usar. segredos-viajar-aviao-1 24. Conte as poltronas para a saída mais próxima, pois se houver uma emergência, você provavelmente não será capaz de procurá-la muito bem (fumaça, entre outros fatores). segredos-viajar-aviao-2 23. Os aviões costumam transportar corpos no porão de carga. E… Eles podem vazar. E sim, pode chegar até as malas. Tenha em mente, no entanto, que vazamento de peixe é mais comum. segredos-viajar-aviao-3 22. A maioria dos “atrasos técnicos” são realmente causados por passageiros (se atrasando, discutindo com agentes de mesa, etc). segredos-viajar-aviao-4 21. Passageiros “milagre” são aqueles que precisam de uma cadeira de rodas durante o embarque (para sentar na primeira fileira), mas não precisam dela para descer (para que eles não precisem esperar para serem levados para fora). Eles são chamados de “milagre” porque aparentemente se curam no meio do voo. segredos-viajar-aviao-5 20. É quase impossível a turbulência fazer um avião bater. O perigo real são as coisas voando ao redor da cabine. segredos-viajar-aviao-6 19. Os aviões comerciais podem voar com apenas um motor. segredos-viajar-aviao-7 18. A maioria dos acidentes acontece durante a decolagem e aterrissagem, e não no meio do voo. segredos-viajar-aviao-8 17. A altitude dilui o seu sangue, então o álcool lhe afeta mais. O ditado comum é que uma bebida no ar vale duas no chão. segredos-viajar-aviao-9 16. As pessoas trocam as fraldas do bebê nas mesas de bandeja com bastante frequência. segredos-viajar-aviao-10 15. O pessoal da linha aérea pode facilmente trabalhar 6 dias diretos com descanso mínimo. E isso inclui os pilotos. segredos-viajar-aviao-11 14. Comissários de bordo só são pagos a partir do momento em que as portas do avião se fecham e o avião decola até o momento em que as portas se abrem novamente. Por isso, se os passageiros demorarem muito para se sentar, os comissários de bordo não estão sendo pagos. segredos-viajar-aviao-12 13. O pessoal do aeroporto tem um termo depreciativo para as pessoas que manipulam a bagagem: “ratos de rampa”. segredos-viajar-aviao-13 12. Alguns aviões mais recentes têm um local na cabine para as pessoas que morrem durante o voo. segredos-viajar-aviao-14 11. Se o comissário de bordo se sente desconfortável com um passageiro, ele pode dizer ao piloto e o passageiro será provavelmente removido do avião. Portanto, não aja como um imbecil. segredos-viajar-aviao-15 10. Se um motor pega fogo, eles podem apagá-lo durante o voo. E mesmo se eles não conseguem, o motor é projetado para queimar e cair sem afetar a asa. segredos-viajar-aviao-16 9. O avião provavelmente está quebrado em algum lugar. Não o suficiente para ser um risco para o voo, mas definitivamente tem algo quebrado. segredos-viajar-aviao-17 8. Mantenha seus sapatos nos pés. Sério, o piso é realmente sujo. Alguém com certeza já vomitou bem ao lado de onde você está sentado. segredos-viajar-aviao-18 7. Bagagens marcadas como “frágeis” são lançadas tanto quanto as outras. segredos-viajar-aviao-19 6. Em voos curtos, os aviões têm normalmente menos do que uma hora para se preparar para a próxima viagem, assim as coisas não são sempre limpas completamente. segredos-viajar-aviao-20 5. Você não viu uma turbulência realmente ruim até que as pessoas começam a bater no teto e sacos começam a cair em suas cabeças. segredos-viajar-aviao-21 4. Se a cabine perde pressão, você só tem alguns segundos antes dela chegar até você, então coloque sua máscara rapidamente. segredos-viajar-aviao-22 3. Se você estiver em um voo longo com conexões múltiplas, tente tomar um banho no aeroporto; isso será ótimo para você. Se você não puder, no entanto, até uma mudança de roupas já vai ajudar. segredos-viajar-aviao-23 2. Ficar acordado até tarde antes de um longo voo vai ajudar a te fazer dormir durante a viagem. Isso pode ser especialmente útil se você costuma ficar nervoso. segredos-viajar-aviao-24 1. Voar é de longe o modo mais seguro de viajar. Só nos EUA, mais de 30.000 pessoas morrem em acidentes de carro a cada ano. São quase 100 pessoas por dia. Na maioria dos anos, pelo menos nos Estados Unidos, 0 pessoas morrem em acidentes com companhias aéreas comerciais. segredos-viajar-aviao-25 (Via Awebic)

Wanderlust – essa vontade louca de partir para qualquer lugar

Por Cristina Parga 

Quem nunca sonhou em pôr a mochila nas costas e deixar para trás as ruas, travessas, casas, mirantes que tanto conhecemos – para se perder (e se reencontrar) em paisagens nunca imaginadas, ouvindo a música de línguas estrangeiras, descobrindo cheiros, sabores, olhares e costumes que nem sabíamos que existia? Quem nunca dormiu numa cama, em outra cidade a horas da própria e, ao acordar, sentiu aqueles segundos mágicos de não reconhecimento, de não ter ideia de onde se está?

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Wanderlust é uma palavra em alemão formada pela junção do verbo “wandern”, que significa andar sem rumo específico, perambular, explorar um lugar sem direção específica e “Lust”, que poderia ser traduzido como “drive”ou “craving” em inglês – ou seja, mais que um desejo, uma ânsia profunda.

Não há tradução específica para Wanderlust em português. Não no dicionário. Mas esse sentimento, que invade a gente, cutuca e nos promete maravilhas se ousarmos sairmos da zona de conforto, é tão comum que o termo já faz parte da cultura pop. Afinal, quantas vezes não sentimos esse desejo absurdo de voar sem rumo, largar as raízes e descobrir novos caminhos, descobrindo a nós próprios – na esquina de cada cidade desconhecida?

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Abrir a janela e sentir o vento. Abrir o mapa e escolher, de olhos fechados. Ou com um desejo profundo – um desejo noturnamente gerado em sonhos, numa hiperatividade inconsciente de si.

Abrir os olhos e escolher o destino. Escolher partir. Sonhar com encostas, pedras, estrelas, conchas – seres estranhos, estrangeiros. Com cheiros e sabores que só se pressentem, que permanecem à espreita, à espera de existir no real. Sonhar com rostos róseos, em cores que explodem a simples menção de um poema.

Mas não é preciso ir embora. Wanderlust é como uma palavra mágica – ela carrega um sentido e um sentimento que preenche a nossa alma de um desejo, de uma fome, que pode ser satisfeita ou não. Que pode ser abafada/cultivada folheando guias de viagem, livros de fotos de países distantes, vendo filmes, ouvindo poemas em outras línguas que não se entenda. Esbarrando no estranhamento do cotidiano, que só nutre esse desejo de partir para qualquer lugar onde mais do que se sentir estrangeiro na terra natal, sejamos estrangeiros de verdade.

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[Palavras são mágicas. Palavras são pedras, estrelas, conchas, mortos-vivos pesados e brilhantes, existindo muito além. Fazendo existir. Palavras são, muito mais do que nós, do que qualquer um de nós.]

Quando escrevo mar, o mar entra todo pela janela, diz Al Berto, o poeta português. Levanto as mãos e o vento levanta-se nelas, diz Herberto Helder, outro poeta lusitano. Levanto os olhos para o mar, despeço-me. Escrevo Wanderlust no papel e o desejo me transporta para onde eu quiser.

Hoje vou partir para onde o sonho levar. Que seja ele, e só ele, a escolher o destino. Que seja.

(Via Obvious)

Cidade do futuro: 7 motivos para conhecer Tel Aviv em 2017

Por Dubbi

Tel Aviv é um modelo mundial de tecnologia e inovação.

A segunda maior cidade de Israel é um local que dita tendências, afinal, as pessoas que moram lá não têm nada de comum. Seu estilo é pensar a frente do seu tempo.

É por isso que Tel Aviv foi classificada por diversos rankings como tendência de viagem para 2017 e, de quebra, figura em diversas listas entre as mais belas cidades de praia do mundo.

Confira 7 motivos para colocar Tel Aviv em sua lista de destinos.

1. CUIDA DA ARQUITETURA

O Tel Aviv White City Heritage Centre (Centro do Patrimônio da Cidade Branca) será inaugurado neste ano.
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Tel Aviv é um Patrimônio Mundial da UNESCO devido a sua arquitetura original, que abriga o maior número de edifícios de estilo “Bauhaus” do mundo, 4 mil em toda cidade.

A cidade decidiu inaugurar um centro dedicado a esta arquitetura, em parceria com o Governo Federal Alemão.

2. COMPARTILHA OS CARROS

Será implantado um sistema de compartilhamento de carros.

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Tel Aviv adotou a perspectiva de uma cidade livre de carros particulares nos últimos anos, implementada pela primeira vez por meio do sistema de compartilhamento de bicicletas Tel-O-Fun, lançado em 2011.

Em 2017 será ativado um sistema de auto compartilhamento de carros, AutoTel, com a intenção de diminuir o número de carros na cidade.

3. ADAPTA-SE PARA INCLUIR A TODOS

A inauguração do novo Calçadão na Praia também acontece em 2017.

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Tel Aviv vai terminar a reforma do calçadão na praia que foi originalmente construído na década de 70.

As reformas começaram em 2013 e incluem uma grande restauração e melhorias ao longo da costa, criando uma ponte entre a cidade e o mar. Toda a infraestrutura subterrânea está sendo substituída, aprimorada e adaptada às pessoas com deficiência.

4. CUIDA DOS ANIMAIS

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O complexo do aquário de golfinhos será completamente reformado e transformado em um centro de esportes aquáticos, incluindo áreas voltadas para remo e surfe.

Em 2017, Tel Aviv despede-se de seu famoso Aquário de Golfinhos.

5. É “BIKE FRIENDLY”

A Praça Dizengoff será novamente um local para os pedestres e ciclistas.

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Durante 40 anos, a Dizengoff Square, no coração do bairro da Cidade Branca, foi erguida em um nível acima da rua – resultando em um número maior de carros do que de pessoas.

Em 2017, o local passará por um grande projeto de construção, fazendo com que a praça fique no mesmo nível da rua, com a finalidade de demonstrar que os pedestres e ciclistas têm grande importância para Tel Aviv.

6. RESPIRA CONHECIMENTO

O Museu de História Natural será inaugurado.

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A Universidade de Tel Aviv é proprietária de coleções raras, incluindo 5 milhões de documentos da fauna e flora de Israel e Oriente Médio de milhares de anos, que serão expostas em 2017.

7. CUIDA DA SUA HISTÓRIA

O Independence Hall será completamente reformado.

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O local original onde o Estado de Israel foi delimitado, em 1948, será completamente reformado e reinaugurado.

Além disso, será inaugurada uma Trilha da Independência com estações que refletem o sionismo, a definição de Tel Aviv como a primeira cidade hebraica e a independência de Israel.

SOBRE O MINISTÉRIO DO TURISMO DE ISRAEL NO BRASIL

Presente com escritórios internacionais em 13 países e no Brasil desde 2006, o Ministério do Turismo de Israel atua na construção de relacionamento com diversos públicos com a missão de promover o conhecimento sobre o país e fomentar a curiosidade pelo destino.

A sua atuação tem o objetivo de divulgar Israel no mercado local por meio de ações com entidades, comunidades, órgãos públicos, imprensa e indústria do turismo, com foco em segurança, religião, cultura, gastronomia, aventura, lifestyle, bem-estar e tecnologia, pilares que se somam à completa infraestrutura do país para o turismo.

Para mais informações, acesse: goisrael.com.br.

(Via Awebic)

12 lugares novos em São Paulo que você vai querer conhecer em 2017

Por Oba Oba 

Ano novo, São Paulo nova! O ano de 2017 já começou com muita coisa nova ou recém-inaugurada na cidade – desde restaurantes e bares até os estabelecimentos mais inusitados. Chega de sair para passear, comer e se divertir sempre nos mesmos lugares – tá na hora de desbravar o que SP tem de mais novo a nos oferecer! 

Aventure-se nesses 12 lugares novos em São Paulo que você vai querer conhecer em 2017! Afinal, vêm aí 365 dias que podem ser aproveitados para conhecer muita coisa nova, certo?

1. Parques de trampolins
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São Paulo ganhou dois parques de trampolins em 2016, para a alegria das crianças e dos adultos que querem voltar a ser crianças por alguns momentos! Afinal, quem nunca sonhou em se divertir num lugar desses, certo? O Altitude Park, localizado no Jardim Anália Franco, oferece o mesmo preço para crianças e adultos: de segunda a quinta, R$ 44 (sem agendamento) ou R$ 39 (agendado e pago pelo site); sexta a domingo e feriados, R$ 49 (sem agendamento) ou R$ 44 (agendado e pago pelo site). Já o Urban Motion, localizado na Chácara Santo Antônio, oferece um preço único por hora para adultos e crianças: de terça a sexta, R$ 44 (sem agendamento) ou R$ 39 (agendado e pago pelo site); sábados, domingos e feriados, R$ 49 (sem agendamento) ou R$ 44 (agendado e pago pelo site). E aí, vamos pular?

Altitude Park

Endereço: Avenida Dr. Eduardo Cotching, 410/450 – Tatuapé
Telefone: (11) 2385-2640

Urban Motion

Endereço: Rua Dr. Rubéns Gomes Bueno, 288 – Chácara Santo Antônio
Telefone: (11) 4280-8539

2. Boteco Boa Praça
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Tem barzinho recém-saído do forno! O Boteco Boa Praça é o mais novo point de happy hour da Faria Lima e abre a partir desta quinta, 12 de janeiro. Dos mesmos donos dos bares Tatu Bola e Eu Tu Eles, o ambiente segue estilo colonial, mas ao mesmo tempo descolado, tem música ao vivo e comidinhas deliciosas de boteco – perfeito para quem quer beber uma gelada depois do expediente!

Boteco Boa Praça

Endereço: Avenida Brigadeiro Faria Lima, 3.183
Telefone: (11) 3232-1497

3. Carlo’s Bakery
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Carlo’s Bakery, loja do confeiteiro Buddy Valastro (o Cake Boss) finalmente abriu as portas em São Paulo, em dezembro de 2016. E depois de muitas mudanças de datas e atrasos que os clientes podem saborear as delícias norte-americanas no bairro dos Jardins. Por enquanto está funcionando em sistema soft opening, com as portas abertas apenas em alguns dias e horários específicos.

Carlo’s Bakery

Endereço: Rua Bela Cintra, 2182 – Jardins
Telefone: (11) 2306-9448

4. Cabana Burger
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A hamburgueria Cabana Burger, aberta recentemente numa casinha da década de 40 da Rua Oscar Freire, vem com a pegada de “hambúrguer sem frescura”: pão, carne e queijo! Além do estilo rústico, com inspiração declarada na rede americana Shake Shack, a casa conta com um bom preço no cardápio: o hambúrguer carro-chefe da casa, o Cabana Burger, sai por R$ 19.

Cabana Burger

Endereço: Rua Oscar Freire, 56 – Jardim Paulista
Telefone (11) 3061-2905

5. Espaço Organics Brasil
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Projeto Organics Brasil é um espaço com promoção de feiras e festivais de comida orgânica, integrando gastronomia, cultura e lazer num só local. Aos finais de semana, conta com uma feira de produtos orgânicos e sustentáveis numa área de 400 m², com horário de funcionamento a partir das 10h. Perfeito para você que quer ser mais saudável em 2017!

Espaço Organics Brasil

Endereço: Rua Oscar Freire, de 610 a 1290 – lado par, 974 – Jardim Paulista

6. Villagio JK
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Villagio JK é o mais novo espaço de eventos de luxo de São Paulo. Localizado na Vila Olímpia, foi inaugurado como fruto da parceria do empresário Bruno Van Enck e os donos do Villa Mix. O espaço tem capacidade para grandes eventos, como casamentos, formaturas, festas e eventos corporativos. O diferencial da casa é o teto retrátil, que abre em apenas 10 segundos.

Villagio JK

Endereço: Rua Funchal, 500 – Vila Olímpia
Telefone: (11) 3845-9235

7. Central Caos
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Em novembro de 2016, a famosa loja de antiguidades e bar da Augusta reabriu suas portas em novo endereço em São Paulo: o Central Caos hoje funciona no Campo Elíseos, seguindo o mesmo conceito do antigo estabelecimento. A loja funciona de segunda a sábado, das 11h às 18h, e o bar funciona de terça a domingo, a partir das 18h, com drinks, porções, sanduíches e sobremesas no cardápio.

Central Caos

Endereço: Rua General Júlio Marcondes Salgado, 321 – Campo Elíseos
Telefone: (11) 3791-5391

8. Esther Rooftop
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Esther Rooftop é o mais novo restaurantes nas alturas de SP! Localizado no 11º andar do Edifício Esther, o luxuoso restaurante tem vista privilegiada da Praça da República e do Centro da cidade. Almoçar ou jantar com essa vista em qualquer dia de 2017 não seria nada mal, certo?

Esther Rooftop

Endereço: Praça da República, 80 – República
Telefone: (11) 3256-1009

9. High Line
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A Vila Madalena ganhou mais um espaço de arte, música, gastronomia e coquetelaria em 2016. O bar High Line, inspirado no famoso parque suspenso de Nova York de mesmo nome, tornou-se o mais novo point da noite paulistana. Além do cardápio caprichado, a casa conta com outros atrativos, como as áreas externas (deck com jardim e rooftop com vista para o charmoso bairro) e obras expostas mensalmente no local. Um painel do grafiteiro brasileiro Eduardo Kobra enfeita a fachada do local, dando aquele toque de arte urbana característico da Vila Madalena.

High Line

Endereço: Rua Girassol, 144 – Vila Madalena
Telefone: (11) 3032-2934

10. 1041 Station
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1041 Station, localizado em Pinheiros, é uma casa especialista em hambúrgueres e chopes artesanais. Além disso, o estabelecimento conta com pratos da gastronomia tailandesa no cardápio, se diferenciando de outras hamburguerias e choperias de São Paulo. O local, que tem um ambiente industrial e descontraído (que lembra uma estação de metrô), é perfeito para quem quer tomar uma gelada com os amigos enquanto aprecia uma boa gastronomia.

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Endereço: Rua Teodoro Sampaio, 1041 – Pinheiros
Telefone: (11) 2886-4907

11. G&T
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O G&T é o primeiro bar especializado em Gin Tônica do Brasil! Além de oferecer drinks clássicos com a bebida, o bar oferece novidades para os amantes dessa combinação. O ambiente é marcante: descontraído, mas sofisticado! O cliente pode degustar um ótimo Negroni ou Dry Martini e comer amendoins e azeitonas, que são cortesia da casa. O cardápio não oferece nenhum outro tipo de comida, apenas drinks.

G&T

Endereço: Rua Peixoto Gomide, 1679 – Jardins

12. Fábrica Drinks
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Fábrica Drinks, localizado a poucas quadras da Avenida Paulista, oferece bebidas inusitadas e exclusivas em seu cardápio. São mais de 30 opções para você escolher, sendo que alguns levam infusão de flores, Paçoca Amor e Nutella. O ambiente é acolhedor e informal, perfeito para momentos mais descontraídos.

Fábrica Drinks

Endereço: Rua Augusta, 1283 – Consolação
Telefone: (11) 3554-4997

(Via Oba Oba)

Algumas pessoas nasceram para viajar e a culpa pode ser da genética. Você é assim?

Por Lilian Silva 

Wanderlust é uma palavra de origem alemã que quer dizer: vontade de viajar. É aquele desejo incontrolável por explorar lugares novos, de sair pelo mundo.

E se você, como eu, é daqueles que vive sonhando com a próxima viagem, que não sai de blogs especializados sobre o tema, que junta todo dinheirinho pra financiar a próxima aventura, que adora sair sem destino nem que seja por um dia apenas, escuta essa: a causa pode ser genética!

Isso mesmo: um estudo sugere que a vontade de viajar e explorar o mundo tem origem em um gene, mais especificamente dos nossos ancestrais africanos.

O gene tem um nome complicado: DRD4-7R, e foi apelidado de “gene wunderlust”. Seria mais comum nas regiões do globo onde, no passado, as pessoas precisavam deslocar-se pelo mundo.

Como herança, as pessoas que tem o tal gene tem uma curiosidade aguçada e inquietude.

E MAIS: SOMENTE 20% DA POPULAÇÃO SÃO PORTADORES DO “GENE WUNDERLUST”.

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Um outro estudo, promovido por David Dobbs da National Geographic, apoia esta descoberta.

Para ele, uma variação desse gene é responsável por deixar as pessoas mais propensas a assumir riscos, explorar novos lugares, ideias, comidas e até mesmo drogas e experiências sexuais.

Mesmo assim, ainda há alguma desconfiança sobre o tema. Para Kenneth Kidd, da Universidade de Yale, algo tão complexo quanto a exploração do mundo feita pela raça não pode ser reduzida a um gene.

Em resposta, Dobbs procurou a opinião de um renomado geneticista, Jim Noonam, para compreender melhor a questão. Para ele, o comportamento explorador tem a ver com hábitos dos Neandertais, o que teria resultado em ligeiras diferenças nos membros e no cérebro das pessoas que, hoje em dia, tem essa urgência de sair viajando.

Enquanto os cientistas entram em um consenso sobre este curioso gene, uma coisa é certa: viajar é uma das coisas mais incríveis da vida.

Estar em contato com pessoas e culturas diferentes, desbravar novas paisagens, conhecer lugares novos é algo que expande seus horizontes, tendo o gene viajante no corpo ou não!

(Via Awebic)

Blogueiro cria mapa com senhas de wi-fi de vários aeroportos

Por Viagem Livre 

Quem nunca viajou para o exterior e ficou com o wi-fi ligado procurando uma rede disponível que atire a primeira pedra! Num mundo tão conectado, ficar off-line para algumas pessoas é um martírio.

Com mais de 80 países visitados na bagagem, o engenheiro e blogueiro turco Anil Polat criou um mapa onde compartilha a senha de redes wi-fi dos principais aeroportos do mundo como Barajas (Madri), Heathrow (Londres), JFK (Nova York), entre outros.

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No mapa também é possível saber senhas das redes sem fio das salas VIP.

A lista é atualizada constantemente e conta com a colaboração de diversos viajantes. Infelizmente no Brasil, o único aeroporto listado é o de Guarulhos (São Paulo). Anil também criou um aplicativo (pago) para Android e iOS. Veja abaixo:

(Via Catraca Livre)

Orlando: para onde ir além dos parques temáticos da Disney

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Conheça outros destinos pouco conhecidos, porém tão divertidos e surpreendentes quanto os aclamados parques temáticos de Orlando 

A cidade de Orlando, na Flórida, é certamente um dos maiores pólos turísticos já existentes. E não é para menos, a badalada Orlando City abriga os parques temáticos mais cobiçados do mundo, sendo os principais: Disney World Orlando, Universal Studios e Seaword Orlando.

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Suas férias em Orlando com certeza já seriam extraordinárias somente pelo fato de conhecer estes três incríveis parques temáticos. Entretanto, por mais que pareça inacreditável, Orlando reserva outras surpresas igualmente sensacionais aos turistas aventureiros que almejam desbravá-la detalhadamente. Há incontáveis alternativas de diversão, aventura, entretenimento, cultura e lazer! Vamos conhecê-las?

- I DRIVE NASCAR: 

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Você é apaixonado por adrenalina e velocidade? Neste caso o I Drive Nascar é ideal para você! O Kart indoor é o local perfeito para turistas que almejam aventuras radicais extremas! O local proporciona aos corajosos corredores de Kart uma experiência vibrante e intensa. O I Drive Nascar dispõe de ótima estrutura, além de oferecer outras alternativas de entretenimento aos visitantes que não queiram pilotar um kart. A administração do local é magnífica! As corridas são divididas por categorias especificas que dependem da idade e tamanho da pessoa que deseja pilotar, sendo que a altura mínima para pilotar um kart é de 1,35m. O I Drive Nascar funciona todos os dias da semana.
Endereço:  5228 Vanguard Street (paralela à International Drive).
Site: idrivenascar.com

- RIPLEY’S BELIVE IT OR NOT: 

Ripley's Believe It Or Not Orlando Em casa Em Orlando 1 Ripley's Believe It Or Not Orlando Em casa Em Orlando

Você gosta de ser surpreendido?

Imagine um museu que reúne um extenso acervo de artefatos surpreendentes, curiosos e até mesmo bizarros. Esse museu existe! O Ripley’s Believe It Or Not é um museu nada convencional. Ele reúne mais 350 peças inusitadas e inacreditáveis. Por exemplo, dentre as peças que compõem seu gigantesco acervo, há um modelo do clássico carro Rolls Royce produzido com mais de 1 milhão de palitos de fósforo. No museu também é possível encontrar a estátua do homem mais alto do mundo. O acervo do Ripley’s Belive It Or Not é um prato cheio para turistas que gostam de fugir do comum!
Endereço: 8201 International Drive, Orlando, FL 32819
Site: www.ripleys.com/orlando/

- GATORLAND: 

Gatorland Orlando Em Casa Em Orlando Gatorland Orlando Em Casa Em Orlando 1

Que tal encarar uma aventura com crocodilos e jacarés? Parece assustador, não? Pior que de assustador e inseguro o parque Gatorlard não tem nada! O Gatorlard é um parque temático de crocodilos e alligators (jacarés), localizado em Orlando. O parque reproduz e protege milhares de jacarés e crocodilos em uma área que mede cerca de 110 acres, divididos entre instalações do parque e conservação florestal. O Gatorland exibi uma estrutura formidável, com biólogos e veterinários residentes muito bem instruídos. Entre as atrações do parque estão: espetáculos de repteis, exibição de espécies, programas educacionais e outros.
Endereço: 14501 South Orange Blossom Trail, Orlando, FL 32837
Site: www.gatorland.com/

- ORLANDO SCIENCE CENTER: 

img_1909-large Orlando Science Center - Em Casa Em Orlando

Ciência e tecnologia são assuntos que despertam o seu interesse? Neste caso o Orlando Science Center é o passeio perfeito para você! O local exibi variadas atrações relacionadas a dinossauros, ciência, matemática, engenharia, tecnologia e à flora e fauna do estado da Flórida. A grandiosa estrutura  do Orlando Science Center oferece instalações amplas e modernas, que comportam mais de 300 mil pessoas anualmente.  Certamente o seu passeio será repleto de aprendizagem, lazer  e grandes experiências cientificas.
Endereço: 777 East Princeton Street,Orlando, FL 32803.
Site: www.osc.org/

- TEATRO DR. PHILLIPS CENTER: 

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Já pensou em assistir a algum dos espetáculos fascinantes da Broadway? Saiba que em Orlando tudo é possível, inclusive, assistir aos famosos musicais da Broadway! O magnífico Teatro Dr. Phillips Center, localizado em Orlando,  recebe ao longo do ano as turnês que a Broadway realiza entre as cidades dos EUA. Consulte a programação do local e confira as diversas atrações que estão em cartaz no espaço!
Endereço: 445 S. Magnolia Avenue Orlando, FL 32801.
Site: www.drphillipscenter.org/

- PASSEIO DE BALÃO: 

Passeio de Balão Orlando Em Casa Em Orlando Passeio de Balão Orlando Em Casa Em Orlando 1

Que tal sobrevoar a encantadora cidade de Kissimmee dentro de um balão? Este é o passeio ideal para turistas que anseiam por aventuras radicais e surpreendentes! Em Kissimmee, na Flórida, há diversas empresas especializadas neste serviço, entretanto, a empresa mais próxima de Orlando é a Thompson Aire – Ballon Flights Orlando, que também oferta pacotes que sobrevoam a Disney World Orlando. Os preços são variados e dependem do pacote escolhido, porém os vôos custam em média US$ 185 adulto e US$ 105 para crianças na faixa etária de 10 a 15 anos de idade. Crianças de 5 a 9 anos de idade não pagam, entretanto, necessitam da companhia de um adulto ou responsável.
Site: thompsonaire.com/


Créditos: www.emcasaemorlando.com.br/